Ceilândia tem queixas crescentes contra a arbitragem

Sequencia 1: Luan é o último homem e derruba Wisman. Situação clara de gol.
Sequencia 1: Luan é o último homem e derruba Wisman. Situação clara de gol.

A diretoria do Ceilândia manifestou suas preocupações com a arbitragem nessa reta final da competição; na manifestação, referências a arbitragens desastrosas em jogos decisivos do ano passado e aos últimos três jogos.

Segundo os diretores, a preocupação sempre existiu, mas veio à tona a partir do jogo contra o Paracatu. Segundo informado ao CeilandiaEC, Savio Sampaio tivera uma arbitragem frouxa.

Sequencia 2: Luan é o último homem e derruba Wisman. Situação clara de gol.
Sequencia 2: Luan é o último homem e derruba Wisman. Situação clara de gol.

Os diretores afirmam que o Ceilândia fora prejudicado quando Sávio, apesar de ter apitado a falta,  não expulsara o lateral Luan do Paracatu que, sendo o último homem, claramente impedira Wisman de concluir jogada de gol.

Veio o jogo contra o Sobradinho. Para a direção do Ceilândia e Comissão Técnica, a arbitragem de Francisco Alves foi desastrosa. Para eles o árbitro fora parcial e impediu o Ceilândia de jogar.

Sequencia 3: Luan é o último homem e derruba Wisman. Situação clara de gol.
Sequencia 3: Luan é o último homem e derruba Wisman. Situação clara de gol.

No último final de semana, muita reclamação em relação ao árbitro Vanderlei Soares. Na súmula, o árbitro afirmou ter sido chamado de “fraco” três vezes: duas Pedro e uma por Nadir, ambos diretores do CEC.

Para o CeilândiaEC a preocupação da diretoria tem alguma razão de ser. Na verdade, a sequencia de jogos com reclamação sobre a arbitragem de um time que já está classificado e invicto na competição tem que ser levada em consideração.

Francisco Alves: arbitragem desastrosa na vitória do CEC contra o Sobradinho
Francisco Alves: arbitragem desastrosa na vitória do CEC contra o Sobradinho

Na visão do CeilandiaEC, o erro de Savio Sampaio foi grave. De fato, o lance contra o Paracatu merecia a expulsão. No mais, foi um jogo difícil de ser arbitrado, dadas as condições do gramado.

É óbvio que,  se a diretoria saiu contrariada de Paracatu,  a arbitragem realmente ruim de Francisco Alves na vitória do Ceilândia contra o Sobradinho deve ter acirrado os ânimos. Francisco Alves realmente pareceu tentar compensar as deficiências apresentadas pelo Sobradinho nos primeiros minutos apitando contra o Ceilândia aquilo que não apitava contra o Sobradinho.

Francisco Alves: dois critérios, um para cada time
Francisco Alves: dois critérios, um para cada time

As queixas contra a arbitragem de Vanderlei Soares, contudo, parecem muito mais ser fruto dos problemas de arbitragem dos jogos anteriores.

Vanderlei Soares é um árbitro suscetível ao cai-cai, daí a enorme quantidade de cartões amarelos.  Não fossem os problemas de lesões, esses cartões desfalcarão o Ceilândia, e muito, para o jogo decisivo deste sábado contra o Luziânia.

Vanderlei Soares: muitos cartões. Um árbitro suscetível ao cai-cai
Vanderlei Soares: muitos cartões. Um árbitro suscetível ao cai-cai

Já o  excesso de cartões parece ser  uma característica de Vanderlei Soares. Pelo que se viu do jogo do CEC contra o Taguatinga, Vanderlei Soares é um árbitro suscetível ao cai-cai. Vanderlei é, com certeza, o árbitro que mais advertiu com cartão amarelo e também o que mais expulsou na competição.

O problema, nesse caso, é que os erros anteriores de arbitragem condicionam a análise sobre o comportamento de Vanderlei e acendem o sinal amarelo na Cidade do Gato.

Em 5 jogos (Sobradinho x Formosa, Brasiliense x Taguatinga, Cruzeiro x Santa Maria, Planaltina x Santa Maria e Taguatinga x Ceilândia), Vanderlei Soares aplicou 41 cartões, quase 8 cartões por jogo.  Desses, quatro foram cartões vermelhos.Pode parecer um absurdo, mas se se mantiver coerente será apenas um estilo de arbitrar. O problema é que, em razão desse estilo de arbitragem, o Ceilândia estará muito desfalcado nesse final de semana.

 

 

 

 

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