A eficiência de sempre: CEC 2 x 0

Dimba faz o segundo gol na vitória contra o Luziânia
Dimba faz o segundo gol na vitória contra o Luziânia

O Ceilândia conseguiu nesta tarde de quarta-feira, sob sol muito forte, uma vitória importantíssima sobre o Luziânia por 2 x 0. O Ceilândia, apesar dos desfalques, manteve o esquema tático dos jogos anteriores e, com um misto de forte marcação e contra-ataques mortais, não deu chance para o adversário. O que encanta no Ceilândia é a singela consciência de suas qualidades e limitações. O Luziânia também facilitou as coisas porque era nitidamente um time sem ritmo de jogo.

O jogo começou, para a surpresa do Luziânia, com o CEC tomando a iniciativa tão logo a bola rolou. Foram dois escanteios seguidos e, no segundo escateio, William desviou de cabeça para abrir o marcador logo aos dois minutos. Após o gol o Luziânia ensaiou uma tímida reação, mas o time do entorno mostrava que padece de um grande problema na armação. Para o Ceilândia, acostumado a marcar forte, a incapacidade do adversário facilitou o controle da partida. Por essa razão o CEC poderia ter saído no primeiro tempo com um placar dilatado. Aos 21, Dimba perdeu uma chance clara ao desperdiçar um cruzamento perfeito de Cafu. Aos 37 foi a vez de Álvaro desperdiçar outra chance clara de gol.

Veio o segundo tempo e o panorama da partida mudou. O Luziânia veio com tudo para o ataque, mais na força de vontade que organizado. A lentidão do adversário na transição da defesa para o ataque facilitava para a defesa do Ceilândia que também era incapaz de aproveitar os erros do adversário.

Aos poucos o Ceilândia conteve o impeto do adversário e aos 20, Cafu arrancou pela direita e após a bola atingir o travessão sobrou

Cafu mais uma vez infernizou a defesa adversária
Cafu mais uma vez infernizou a defesa adversária

para Dimba que não perdoou: CEC 2 x 0. Foi o terceiro gol do artilheiro do Gato na competição.

Após o segundo gol o CEC administrou a partida. Para quem assistia o quadro era claro: O Luziânia não tinha forças para mudar o cenário do jogo; o Ceilândia não tinha interesse. Talvez por isso veio a única preocupação: em alguns momentos o desinteresse poderia permitir que o Luziânia marcasse um gol e aí a história seria outra.

A cada rodada a pressão aumenta. Os jogadores passaram nos primeiros testes. O resultado foi importante porque mantém o CEC entre os quatro. No final de semana virá talvez o maior teste enfrentado pelo Ceilândia até agora: jogar em casa com a obrigação de confirmar que é um candidato ao título. Depois, na sequencia, três jogos para mostar que é um dos favoritos ao título, uma coisa de cada vez.

O time formou com Edinho, Edmar, Luiz Carlos, William; Bruno, Mica,Vieira e Tezelli;Alvaro (Augusto), Cafu e Dimba (Rodrigo Melo).

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