Gama derrota o Ceilândia e garante o vice-campeonato

Brasilia vencia enquanto o CEC pegava o Gama
Brasilia vencia enquanto o CEC pegava o Gama

O Gama não teve dificuldades para derrotar o Ceilândia, na tarde do domingo, 6 de julho de 1980.  A arbitragem de Carlos Alberto Santiago foi reprovada pela imprensa, assim como a atuação dos auxiliares Luiz Vilhena e Luiz Carlos Magno.

A partida começou num bom ritmo,  mas o Gama somente veio a marcar aos 24.  Fantato cobrou falta com prefeição,  a bola tocou o travessão e morreu no fundo das redes da meta defendida por Carlos.  Um minuto depois, enquanto os jogadores do Ceilândia ainda discutiam, Lino recebeu na intermediária, passou pela marcação e tocou na saída de Carlos.

Logo após o gol, o treinador do Ceilândia, Seu Chicão, sacou Carlos e colcou Edson.

Na segunda etapa, o Gama colocou o pé no freio, mas ainda assim, aos 45, Lino ampliou para o Gama. O resultado em nada ajudou o Gama. A combinação de resultados deu o título ao Brasília que venceu o Taguatinga por 2 x 0 (dois gols de Wander) e sagrou-se tetracampeão da Taça Brasília (1 turno). Nas outras partidas o Guará bateu a Desportiva por 1 x 0 (Cleyton aos 18 minutos do primeiro tempo); Comercial de Planaltina e Sobradinho empataram em 2 x 2 (Arildo 2 para o Sobradinho e Magela e Nicássio para o Comercial).

Ficha técnica:

Renda: Cr$ 66.400,00

Ceilândia: Carlos (Edson), Renilton, Arlício, Toninho e Teixeira; Adilson, Marcos e Zé Vieira; Messias, Júlio César (Risadinha) e Zé Carlos.

Gama: Hélio, Júnior, Paulo Frederico, Kidão e Carlão; Jairo, Boni e Zu (Manoel Ferreira); Lino, Fantato e Luis Carlos.

(Com base em reportagens da é

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