Nem tudo pode ser perfeito…

Panda sangrando... Não faltou dedicação... o resto pode ser arrumado
Panda sangrando… Não faltou dedicação… o resto pode ser arrumado

Há uma canção muito antiga que diz: “nem tudo pode ser perfeito, nem tudo pode ser bacana…” Há o consenso geral de que o Ceilândia jogou mal, nada mais equivocado. O Ceilândia jogou o que deveria jogar para vencer um time muito bem armado defensivamente e que fazia dos contra-ataques uma arma mortífera.

O CENE veio a campo com propósitos nitidamente defensivos. O treinador Valter Ferreira ensaiou vir com o time num 4-3-1-2, com três volantes, para tirar os espaços alvinegros, mas acabou por vir num 3-5-2 que na verdade variava para um 5-3-2 ou seja, com oito homens na defensiva e puxando rapidamente os contra-ataques.

O gol logo aos 7 minutos tirou a tranquilidade do Ceilândia. Seria impossível, nas condições, ficar tocando a bola de lado esperando a melhor chance para entrar na defesa adversária. A impaciência da torcida era visível. O time naturalmente acelerou.

Marcação do CENE encaixou... Ceilândia foi na raça e na técnica
Marcação do CENE encaixou… Ceilândia foi na raça e na técnica

Analisando-se o jogo com mais frieza, percebe-se que o CENE fez o primeiro gol num momento em que o Ceilândia tocava a bola em velocidade e procurava envolver o adversário. Foi uma fatalidade fruto da desatenção. O segundo gol do adversário, igualmente, foi uma fatalidade, fruto de desatenção.

A sorte, contudo, estava do lado alvinegro. Tanto depois do primeiro gol quando depois do segundo gol sofridos, o CENE esteve próximo de ampliar. Adelson talvez não tenha gostado disto. Da forma como o time se expôs ao contra-ataque adversário.

A vitória exige agora um pouco mais de calma. Ninguém gosta de sofrer, embora o coração alvinegro esteja acostumado. O time é experiente, mas ainda não encontrou o equilíbrio. Isso se adquire aos poucos.

 

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