Jogo catimbado para uma arbitragem complacente

Ceilândia precisa assumir a própria culpa

Jogo foi duro, mas dentro da normalidade para confronto de mata-mata
Jogo foi duro, mas dentro da normalidade para confronto de mata-mata

O Ceilândia perdeu no último domingo para o Luziânia por 2×1. A verdade é que o Ceilândia entrou em campo sem fazer a distinção entre o que é jogo de mata-mata e o que é um jogo de fase de classificação.

O Luziânia entrou em campo ciente que era um jogo de mata-mata. Por isso, se impôs física e psicologicamente em campo. Essa é a verdade.

Jogo catimbado para uma arbitragem complacente
Jogo catimbado para uma arbitragem complacente

O Ceilândia, a seu turno, fugia do contato corporal como o diabo foge da cruz. Com isso, o Luziânia foi se impondo.

É verdade que a arbitragem poderia ter conduzido o jogo sob outra perspectiva. Poderia, por exemplo, ter expulsado Chefe e Vitor logo no começo do jogo. Como não o fez, obviamente que deu a permissão para o Luziânia abusar da intimidação. Mesmo aqui a verdade há que ser dita: quem chega a um mata-mata há que estar preparado para tudo. o Ceilândia não estava.

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