Ceilândia e Goianésia empatam sem gols

Filipe Cirne deu muito trabalho ao Goianésia, mas produziu pouco
Filipe Cirne deu muito trabalho ao Goianésia, mas produziu pouco

Ceilândia e Goianésia fizeram um jogo truncado na tarde deste sábado e o resultado até poderia ter sido 2 a 2, mas o empate sem gols diz muito sobre o jogo.

Adelson mexeu no seu time-base: mandou a campo Léo, Dudu, Badhuga, Madruga e Kabrine. Liel, Didão, Klécio e Filipe Cirne. No ataque escalou Cassius e Wisman.

Liel voltou e fez boa partida
Liel voltou e fez boa partida

Os primeiros movimentos do jogo demonstram que as duas equipes possuem propostas de jogo muito semelhantes: são times que jogam no erro do adversário.

Apesar das semelhanças, o Goianésia foi um pouco melhor nos minutos iniciais. O Ceilândia cansou de errar passes, particularmente os seus volantes. Para piorar, o Ceilândia ainda sofria na sincronização entre Liel e Klécio no lado esquerdo.

As defesas tiveram vantagem sobre os ataques
As defesas tiveram vantagem sobre os ataques

A sorte do Ceilândia esteve no fato de que o Goianésia era um time pouco inspirado. Já o Ceilândia, embora tenha mantido o seu forte, que é não deixar o adversário jogar, tentou mostrar algo novo.

O time de Adelson, embora não tenha conseguido, mostrou que é capaz de tentar trocar passes em profundidade. Infelizmente, pouquíssimas vezes conseguiu trocar três passes em profundidade. No mais, explorava os contra-ataques.

Cassius perdeu a melhor chance do CEC
Cassius perdeu a melhor chance do CEC

Com o jogo truncado, as chances de gol saíram em erros das equipes. Aos 15, Nonato ficou cara a cara com Léo e se enrolou e perdeu boa chance para o Goianésia. Aos 32, Cassius recebeu de Filipe Cirne e chutou mal para a defesa do goleiro adversário.

O Ceilândia ainda teve uma boa chance, aos 40, mas Wisman perdeu o gol.

Oliveira entrou no segundo tempo
Oliveira entrou no segundo tempo

No segundo tempo, o Ceilândia voltou melhor, mas o jogo se manteve o mesmo: muita vocação defensiva e pouca inspiração.

O Ceilândia foi melhor no segundo tempo. Essa melhoria, contudo, não foi trazida em chances de gol. além disso, Adelson substituiu todos os seus jogadores, de modo que o referencial não é o mesmo. Mesmo assim, pode-se dizer que os suplentes do Ceilândia surpreenderam positivamente.

 

Vinicius entrou no final e assustou o goleiro adversário
Vinicius entrou no final e assustou o goleiro adversário

O segundo tempo foi movimentado, mas as melhores chances  estiveram com o Goianésia. Na verdade,  o placar somente não foi mexido porque Léo, corajosamente, fez uma defesa milagrosa e o placar se manteve no zero a zero. O empate foi justo pelo que as equipes mostraram em campo.

Cassius

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