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Último jogo entre Ceilândia e Paranoá foi em 2007: Didão contra Clécio em início de carreira

Ceilândia estréia contra Paranoá e especula Bernardo, ex-Vasco

Último jogo entre Ceilândia e Paranoá foi em 2007: Didão contra Clécio em início de carreira
Ceilândia estréia contra o Paranoá no Candangão 2018

O Ceilândia começará o Candangão 2018 jogando em casa contra o Paranoá. Em arbitral realizado na data de ontem, enfim foi definida o modelo de disputa do campeonato do Distrito Federal do ano que vem. 

A fórmula de disputa passou por alterações. Na primeira fase todos  jogam contra todos, classificando-se oito. Nas quartas e nas semifinais os times de melhor campanha jogam com a vantagem de resultados iguais. Não haverá mais cobrança de penalidades, exceto nas finais.

Bernardo na época do Vasco – Crédito: Folha

Durante o arbitral, Ceilândia e Brasiliense se opuseram à definição dos clubes para a disputa da Copa Verde 2018. Argumentam que o regulamento de 2016 deveria ter sido mantido em 2017, como dispõe o Estatuto do Torcedor.  Esse questionamento das vagas de Sobradinho e Paracatu não cai bem, a despeito do argumento legal. 

Fora das quatro linhas especula-se que o Ceilândia contrataria Bernardo, ex-Vasco da Gama. Difícil saber como está o orçamento do Ceilândia para 2018, mas seria uma grande surpresa. A diretoria não comenta eventual negociação.

Atualmente vinculado ao Al Tadhamon, do Kuwait, Bernardo não vem sendo aproveitado. Nos últimos 30 jogos que disputou (Ceará, Curitiba e Botafogo-SP) não marcou gol. Pesa a favor o fato de que Allan Dellon tem histórico parecido e se transformou num grande nome da história do Ceilândia.

Ceilândia e Brasiliense são iguais em muitas coisas: o detalhe fará a diferença

Ranking Digital: Brasiliense na frente.

Ceilândia e Brasiliense são iguais em muitas coisas: o detalhe fará a diferença
Ceilândia e Brasiliense: time amarelo lidera, com a torcida do Gama mais ativa

O Ibope divulgou o ranking digital dos clubes brasileiros. Ciente que o mundo digital reserva algumas surpresas, principalmente pela existência de fábricas de seguidores, o CeilandiaEC foi buscar dados do futebol local. O Ibope levou o Youtube em consideração, o CeilandiaEC desprezou esse dado.

O Ceilândia não faz feio no quesito, mas está ainda muito longe do grande campeão na modalidade. O Brasiliense tem 78.064 seguidores, aqui incluído o Youtube. É um bom número, mas quase 100.000 a menos que o Atletico-GO, quadragésimo da lista divulgada pelo Ibope.

Em segundo lugar vem o Gama com os seus 38435 (mais 298 no Youtube), com destaque para o fato de que o Gama lidera no Instagram. Em terceiro lugar vem o Real, impulsionado 35021 seguidores do Facebook.  O número assusta, principalmente se consideramos que esse número não se reproduz nas arquibancadas.

Em quarto lugar vem o Ceilândia com 10479 seguidores e um honroso número  no Instagram.

No geral os números dos times do DF são baixos, mas a verdade é que os critérios precisam ser melhor avaliados. Tome-se por exemplo o Audax-SP que aparece na lista dos maiores 40.

Resposta aos ultimos 5 posts no Facebook – likes  
CEC-Torcedor audax gama Brasiliense
16 120 680 102
62 26 523 164
503 60 581 107
138 25 1049 251
11 12 846 123
730 243 3679 747

O nível de participação dos seguidores do Audax é muito similar aos seguidores da página Oficial e da página torcedor do CeilandiaEC, mas ainda assim inferior.  A surpresa foi ver que os números de CeilandiaEC torcedor estão próximos dos números da página do Brasiliense, enquanto o Gama tem uma resposta muito mais intensa.

Time Total Facebook Twitter Instagram
Brasiliense 77048 67515 7200 2333
Gama 38435 28108 3014 7313
Real 35401 35021 0 380
Ceilandia 10479 9148 324 1007
Paracatu 6211 4594 68 1549
Luziania 5994 5076 116 802
Sobradinho 5425 5051 0 374
Taguatinga 2758 2721 37  
Paranoa 2301 2100 0 201
Brazlandia 1908 1908 0  
Formosa 1633 1628 5  
Capital 1538 1538 0  
Botafogo-DF 1388 1374 14  
Ceilandense 1005 425 580  
Samambaia 939 939 0  
Bolamense 665 665 0  
Legião 589 520 69  
Cruzeiro 76 76 0  

Candangão 2018 começa a tomar forma


O formato do Candangão 2018 começou a ser definido. No arbitral realizado ontem, os times definiram a fórmula de disputa e a data de início da competição.

O Candangão 2018 começará no dia 20 de janeiro. O regulamento é um pouco diferente do utilizado nos últimos anos anteriores. O regulamento parece ter mudado para melhor.

Os seis primeiros colocados em 2017 tem a vantagem de começar e terminar a campanha em seus domínios. Ao final do turno em que todos se enfrentam classificam-se os oito primeiros colocados.

 Na fase de quartas de final e semifinal, as equipes classificadas se enfrentam de acordo com o chaveamento olímpico (1ºx8º, 2ºx7º, 3ºx6º e 4ºx5º). Diferente dos anos anteriores, os times de melhor campanha na primeira fase levam vantagem em caso de igualdade nos dois confrontos de quartas-de-final. Não há critério de gol qualificado, como na Copa do Brasil.

Não há notícia de como serão realizados os confrontos das semifinais e isso deu problema em 2017. O mais provável e  será que o vencedor de 1×8 enfrente o vencedor de 4×5. Aparentemente o critério de desempate nas semifinais é o de maior número de pontos na primeira fase e não o somatório de pontos geral (que incluíria a fase de quartas).

Para a final, dois jogos. Não há vantagem na final. Empate leva para os pênaltis.

No próximo dia 06 de outubro às 10h, realizar-se-á a continuação do Conselho Arbitral para a definição do detalhamento da competição, como tabela dos jogos, os estádios dos times, valores de ingresso e divisão das vagas da Copa do Brasil, Copa Verde e Série D de 2019.

Ceilandia está fora: prejudicado pela arbitragem e pela bagunça

Juniores: Ceilândia recorre

Ceilandia está fora: prejudicado pela arbitragem e pela bagunça
Ceilandia está fora: prejudicado pela arbitragem e pela bagunça

A FFDF divulgou tabela  indicando que Real e Cruzeiro farão as finais dos juniores 2017. Algumas das razões de lado a lado já foram mostradas aqui no CeilandiaEC e na fanpage do Facebook. A bagunça é geral. O Ceilandia Esporte Clube recorreu.

Regulamento confuso e mal trabalhado

Somente com o regulamento em mão (e ele não estava disponível no site da FFDF) foi possível à fanpage CeilandiaEC ter uma noção do tamanho da bagunça com o adendo que obviamente visava beneficiar outros times e não o Ceilandia. Segundo colocado de seu grupo, o Ceilandia enfrentou o Legião que se beneficiara do numero maior de jogos.

Não vamos entrar na discussão jurídica. Embora fiquemos tentados diante de tudo quanto se diz a respeito, mas é sempre inseguro opinar sobre o que não se sabe por completo, inclusive o que motivou tanto a permanência do regulamento quanto a sua alteração.

O recurso do Ceilandia revela o quanto é possível confiar naquilo que se diz e naquilo que se escreve no mundo do futebol.

 

 

Juniores 2017: Entendendo a confusão

Essa foi a melhor oportunidade do Ceilândia na partida
Jogo bem disputado: times não mereciam a confusão 

  Conforme o CeilandiaEC apurou todo o problema está relacionado com o fato de que o campeonato de juniores foi uma disputa assimétrica. Seriam 20 times divididos originariamente em quatro grupos de cinco equipes com os 2 primeiros de cada chave se classificando.

O problema começou quando Aruc e Samambaia, que estavam nos grupos A e B originariamente, desistiram da competição. Com isso, dois grupos ficaram com 5 times e dois grupos com 4 times.   Com isso, a regra de desempate pelo somatório de pontos na competição precisaria ser alterada, porque os times dos grupos C e D jogariam uma partida a mais: o Real e Cruzeiro, em três jogos, fizera 7 pontos, o Formosa e Legião, em 4, fizeram 10.  O critério originário permitia distorções.

Presidente Ari de Almeida: disse estar tranquilo com relação à classificação
Presidente Ari de Almeida: disse estar tranquilo com relação à classificação
 

 Por essa  distorção, segundo apurou o CeilandiaEC, o regulamento  teria sido alterado no âmbito da FFDF para que se levasse em consideração apenas a pontuação da fase anterior. Foi isso que o Ceilândia teve a vantagem de decidir em casa contra o Real.  Encontrar o regulamento e os adendos no site da FFDF é uma missão talvez impossível.

Aplicando-se o adendo, os times disputaram as quartas-de-final sabendo que, em razão da distorção, os pontos da primeira fase não seriam somados às fases seguintes. Valeriam os pontos da fase anterior. Assim e por exemplo, Formosa e Legião, que fizeram 10 pontos em 4 jogos, não levariam tais pontos para as fases seguintes.

Defesas levaram vantagem sobre os ataques
Real recebeu o Ceilândia no jogo de ida das semifinais: se o regulamento antigo fosse mantido, seria o inverso.

Nas quartas, quis o destino que o Ceilândia eliminasse o Legião. O Formosa seguiu adiante depois de um empate e uma vitória contra a SE Planaltina.  Assim, o Formosa, pelos critérios do adendo e pelos critérios antigos, teria a vantagem de decidir em casa e também a vantagem do empate.

O mesmo acontceu com Real e Ceilândia. O Gato Preto fez 4 pontos e 4 gols de saldo nas quartas-de-final contra 4 pontos e 2 gols de saldo do Real. Pelos critérios do regulaento originário, o Real teria a vantagem de decidir em casa e também a vantagem do empate. O adendo dizia o contrário e foi o adendo que foi aplicado, com o Real fazendo a primeira partida em casa.

Ceilândia comemora a classificação: final será contra o Cruzeiro, contra quem o Gato Preto começou a campanha
Ceilândia comemora a classificação: final será contra o Cruzeiro, contra quem o Gato Preto começou a campanha

O Real, depois da primeira partida e ante a possibilidade concreta de desclassificação, tentou retornar o primeiro regulamento: a Justiça Desportiva desconheceu do pedido mas o presidente da Federação acolheu a solicitação. O imbróglio estava criado porque de lado a lado os argumentos têm alguma solidez.

Veio a partida deste sábado. O Ceilândia administrou a vantagem do empate até o apito final, comemorou a classificação, mas futebol fora de campo é uma caixinha de surpresas.

A rigor a confusão está armada. O primeiro regulamento era de fato inaplicável em função da assimetria dos grupos.  A questão é que futebol deveria ser decidido dentro de campo e maior parte do mundo do futebol não gosta do esporte, gosta de se fazer notar, mesmo que para isso tenha que tomar más decisões.

Por enquanto, o  Ceilândia está nas semifinais do Metropolitano de Juniores 2017. No mais, o tempo dirá.

Ceilândia e Real empatam e comemoram: arbitragem e regulamento tiram brilho da festa

Ceilândia e Real fizeram uma bela partida: arbitragem e regulamento complicaram tudo

Ceilândia e Cruzeiro decidirão o campeonato candango de 2017. Os dois times do grupo B chegam às finais de um campeonato marcado  pelas críticas à arbitragem (Formosa reclamou horrores) e ao regulamento.

O fato é que jogando na manhã deste sábado, em um Estádio Regional com bom público, Ceilândia e Real voltaram a empatar.  O empate, pelo regulamento atual, classifica o Ceilândia para as finais.

Logo nos primeiros lances a arbitragem quis se fazer notar
Logo nos primeiros lances a arbitragem de Leandro Almeida quis se fazer notar num jogo em que as estrelas vestiam branco e azul

Foi uma excelente partida.  Do lado do Real, um time mais maduro coletivamente três ou quatro bons  valores e ao menos um excelente jogador; do outro lado, o Ceilãndia com  um jogo ainda imaturo do ponto de vista coletivo,  dois ou três bons valores e dois ou três excelentes jogadores., 

Para completar a boa presença de público. Tudo apontava para uma grande festa, mas logo nos primeiros minutos a arbitragem já se fazia notar. 

Leandro Almeida: potencial ofuscado por desejo desnecessário de mostrar quem manda, mesmo que para isso tenha que tomar más decisões
Leandro Almeida: potencial ofuscado por desejo desnecessário de mostrar quem manda, mesmo que para isso tenha que tomar más decisões

O árbitro queria se fazer notar, não no sentido comum da expressão, mas parecia evidente,  por sua linguagem corporal e decisões tomadas,  que ele queria se fazer notar como autoridade mesmo que isso implicasse em tomar más decisões. Anos e anos de beira de campo permitem reconhecer o potencial do árbitro, mas também permite identificar mau uso desse potencial.

Jogo muito equilibrado: uma boa partida

Foi um jogo equilibrado na maior parte do tempo, com pequena superioridade do  Ceilândia. Na verdade os times pouco criaram nos 90 minutos. O equilíbrio era a tônica. Em jogo tão equilibrado um erro, do jogador ou da arbitragem, poderia fazer a diferença.

Quis o destino que, aos 40 do primeiro tempo,  o Ceilândia saísse na frente. Victor ganhou jogada de linha de fundo, cruzou e o zagueiro do Real fez contra. Ceilândia 1 x 0.

Na grande jogada de Victor, o gol do Ceilândia

O Ceilândia voltou melhor que o Real no segundo tempo. Nos vinte minutos da etapa final o Gato Preto rondou a área do Real, mas sem criar situação clara de gol. Era a tônica do primeiro tempo: um jogo duro, equilibrado e disputado de intermediária a intermediária.

Defesas levaram vantagem sobre os ataques o jogo inteiro
Defesas levaram vantagem sobre os ataques o jogo inteiro

O gol do Real veio aos 28 do segundo tempo em penalti mal marcado pela arbitragem que com isso mudou o destino do jogo.  Uma demonstração clara de abuso de autoridade do juiz da partida. Victor empatou a partida.

O empate favorecia o Ceilândia que não se arriscou muito. Controlou o jogo até o apito final. Com o fim do jogo, uma cena insólita. Os dois times comemoravam a classificação, o Ceilândia com mais convicção.

Essa foi a melhor oportunidade do Ceilândia na partida
Essa foi a melhor oportunidade do Ceilândia na partida

  Conforme o CeilandiaEC apurou todo o problema está relacionado com o fato de que o campeonato de juniores foi uma disputa assimétrica. Seriam 20 times divididos originariamente em quatro grupos de cinco equipes com os 2 primeiros de cada chave se classificando.

O problema começou quando Aruc e Samambaia, que estavam nos grupos A e B originariamente, desistiram da competição. Com isso, dois grupos ficaram com 5 times e dois grupos com 4 times.   Com isso, a regra de desempate pelo somatório de pontos na competição precisaria ser alterada, porque os times dos grupos C e D jogariam uma partida a mais: o Real e Cruzeiro, em três jogos, fizera 7 pontos, o Formosa e Legião, em 4, fizeram 10.  O critério originário permitia distorções.

Presidente Ari de Almeida: disse estar tranquilo com relação à classificação
Presidente Ari de Almeida: disse estar tranquilo com relação à classificação
 

 Por essa  distorção, segundo apurou o CeilandiaEC, o regulamento teria sido alterado para que se levasse em consideração apenas a pontuação da fase anterior. Foi isso que o Ceilândia teve a vantagem de decidir em casa contra o Real.  O Real, somente depois da primeira partida e ante a possibilidade concreta de desclassificação, tentou retornar o primeiro regulamento: a Justiça Desportiva desconheceu do pedido mas o presidente da Federação acolheu a solicitação.

Ceilândia comemora a classificação: final será contra o Cruzeiro, contra quem o Gato Preto começou a campanha
Ceilândia comemora a classificação: final será contra o Cruzeiro, contra quem o Gato Preto começou a campanha

A rigor a confusão está armada. O primeiro regulamento era de fato inaplicável em função da assimetria dos grupos.  O Ceilândia está nas semifinais do Metropolitano de Juniores 2017. No mais, o tempo dirá.

Ceilândia faz 38 anos desejando um estádio de presente

Presidente Ari de Almeida: Copa Verde é prioridade
Presidente Ari de Almeida: Conseguiu fazer bom trabalho em 2017, mas terá que remar tudo novamente em 2018

O Ceilândia comemora oficialmente 38 anos de existência neste 23 de agosto. Diz-se oficialmente porque há controvérsia: o Dom Bosco se profissionalizou em 27 de março de 1978 e mudou o nome para Ceilândia em 23 de agosto de 1979.

Isso fica para depois. A temporada 2017 não trouxe o esperado título Candango, nem o acesso para a Série C. Mesmo assim, há motivos para comemorar e, também, muitas dúvidas com relação ao futuro.

Estádio Abadião em 2001
Estádio Abadião em 2001

Entre os motivos para comemorar está o fato de que, a despeito das sabidas dificuldades enfrentadas, o Ceilândia montou um time competitivo. Há deficiências estruturais do futebol local que impedem voos mais altos. Isso se tornou claro no confronto contra o América. 

Torcida no Abadião em 2002. Neste sábado, sem torcida
Torcida no Abadião em 2002: desconforto das instalações afasta torcedor e impede crescimento do Ceilândia

O Ceilândia investiu num excelente centro de treinamento para o nível do futebol local. Organizou-se fora de campo, mas há fatores culturais e logísticos que sufocam e impedem o crescimento do Ceilândia. Dentre esses fatores, um é apontado como o maior problema: o estádio.

O Dom Bosco se profissionalizou em 27 de março de 1978 e mudou o nome para Ceilândia em 23 de agosto de 1979. Crédito: historiafutebolbrasiliense.blogspot.com.b

O Abadião foi inaugurado em 1983 e, a rigor, nada mudou desde então a não ser o gramado e iluminação (na gestão Sérgio Lisboa em 2005/2006) e a troca do muro (na gestão Ari de Almeida em 2012/14). Uma cidade com 500 mil habitantes chama um campo  cercado de estádio. 

SICOOB é o novo parceiro do Ceilândia para 2017
SICOOB foi parceiro do Ceilândia para 2017. Ari de Almeida negocia 2018

As dúvidas em relação ao futuro são também consequências das deficiências estruturais do futebol local que afetam não apenas o Ceilândia. Gama tem estádio e torcida, mas um orçamento apertado. O Brasiliense, tem orçamento mas sem  estádio padece dos mesmos problemas que o Ceilândia.

Ceilandia disputará Copa do Brasil em 2018

Além disso, não existe uma cultura de valorização das coisas locais. Isso vale tanto para o futebol quanto para outros valores: música, artes plásticas, teatro, política, livros, revistas, jornais, internet… Muitos dos  candangos se sentem parte do mundo e desprezam valores locais.  Existem exceções, claro: exceções.

Série D escapou novamente

2018 está chegando  e há dificuldades a serem enfrentadas hoje: orçamento. O Ceilândia tem tido bons resultados nos últimos 13 anos, O presidente Ari de Almeida parece estar se movimentando em busca de patrocínios para 2018.O fato do Ceilândia não ter sido patrocinado pelo BRB em 2017 tanto pode ser uma notícia boa, quanto ruim. Seria boa se fosse uma opção. De qualquer sorte, o presidente Ari de Almeida se movimenta no sentido de manter a parceria com o Sicoob.

Em 2018, o Ceilândia terá Copa do Brasil e Série D pela frente, além do próprio Campeonato Candango. Parabéns, Ceilândia.

Ceilândia elmina o Londrina fora de casa. Gato Seria eliminado nas quartas-de-final pelo Ipatinga em 2005

Globo, Atlético-AC e Juazeirense sobem para a Série C

Ceilândia enfrenta Americano em 2004: time fluminense chegou nas finais, mas não subiu
Ceilândia enfrenta Americano em 2004: time fluminense chegou nas finais, mas não subiu

A Série D praticamente já conhece os quatro times que ascenderam à Série C em 2018.  Neste domingo, a Juazeirense mostrou que não era impossível enfrentar o América-RN em Natal e sair de lá com bom resultado. Eliminou o time potiguar e está garantida na Série C 2018.

Ceilândia elmina o Londrina fora de casa. Gato Seria eliminado nas quartas-de-final pelo Ipatinga em 2005
Ceilândia elmina o Londrina fora de casa. Gato Seria eliminado nas quartas-de-final pelo Ipatinga em 2005

Outra classificação premiou a insistência. O Atlético Acreano disputou ponto a ponto a liderança da competição com o Ceilândia em 2016. Depois de quatro temporadas (2012, 2014,  2016 e 2017), enfim o time acreano conseguiu o acesso.  Somente o CSA sofreu mais, disputando 5 temporadas de Série D até conseguir o acesso. 

Ceilândia enfrentou Atlético-GO em 2006 e 2007, mas o acesso goiano viria apenas em 2008, quando o Ceilândia não disputou
Ceilândia enfrentou Atlético-GO em 2006 e 2007, mas o acesso goiano viria apenas em 2008, quando o Ceilândia não disputou

Ja classificação do Globo premia um bom projeto, ancorado numa boa base financeira. Em 2018, o Ceilãndia irá para a sua quinta temporada disputando a Série D: 2010, 2012, 2016, 2017 e 2018.

Uma curiosidade cerca a participação do Gato Preto na Série D. Nenhum time tenha eliminado o Gato Preto conseguiu o acesso. Foi assim com Friburguense, Fluminense de Feira e América-RN.

Em 2010, Gato precisava do empate e foi eliminado pelo Brasília ainda na primeira fase
Em 2010, Gato precisava do empate e foi eliminado pelo Brasília ainda na primeira fase

Na Série C, o mesmo aconteceu com CRAC-GO, em 2004, Ipatinga em 2005. Em 2006, o Ceilândia foi punido com a perda de 6 pontos e não se classificou. Os fortes times do Ituiutaba (atual Boa Esporte) e Atlético-GO avançaram, mas não conseguiram o acesso.

Em 2007,  ainda na Série C, mais uma vez o Ceilândia não se classificou, eliminado por Atlético-GO e CRAC e mais uma vez os times goianos não conseguiram o acesso.

Em 2012, Ceilândia chegou na semi-final da região centro-sudeste, mas foi eliminado por outro tricolor: Friburguense
Em 2012, Ceilândia chegou na semi-final da região centro-sudeste, mas foi eliminado por outro tricolor: Friburguense

Em 2008, com dificuldades financeiras, o Ceilândia abriu mão de disputar a Série C. Sem topar com o Gato Preto na estrada, enfim o Atlético Goianiense subiu à Série B.

 Em 2009 foi criada a Série D, competição da qual o Ceilândia participaria pela primeira  vez em 2010.

Em 2010, o Gato Preto liderou o seu grupo desde a primeira rodada. Um tropeço na última rodada, contudo, custou-lhe a classificação.

Festa tricolor no Regional: Ceilândia está fora
Festa tricolor no Regional: Ceilândia está fora em 2016

O Ceilândia voltou a disputar a Série D em 2012, 2016 e 2017. Nessas três competições chegou nas oitavas de final, a fase anterior à decisão da vaga. Foi eliminado em todas: Friburguense, Fluminense de Feira e América-RN foram eliminados na decisão da vaga.

Thadeu abriu o placar logo no primeiro lance do jogo
Thadeu abriu o placar logo no primeiro lance do jogo na pior atuação do Ceilândia em anos

Para 2018, o cenário se mostra nebuloso. O Ceilândia teve enormes dificuldades dentro e fora de campo em 2017. Por mais que se questione, admite-se que direção e comissão técnica fizeram milagres ao montar um bom time para esta temporada. O resultado em campo não foi dos melhores, mas reflete muito daquilo que se viu das dificuldades enfrentadas.

Resta parabenizar Globo-RN, Atletico Acreano, Operário-PR (Maranhão tem reduzidas possibilidades) e Juazeirense e sonhar com dias melhores.

 

Alane artilheira; Bia e Valéria: parabéns meninas

Feminino: Ceilândia campeã

Alane artilheira; Bia e Valéria: parabéns meninas
Alane artilheira; Bia e Valéria: parabéns meninas

O Ceilândia feminino, meninas e comissão técnica, mereciam terminar o ano em alto estilo. A vitória sobre o Recanto das Emas na final da Taça das Favelas vem coroar um trabalho difícil,  mas que tem produzido resultados positivos nas vidas dessas guerreiras.

Não foi uma vitória fácil: Recanto das Emas mostrou ter um bom time
Não foi uma vitória fácil: Recanto das Emas mostrou ter um bom time

Outro aspecto a ser destacado foi a boa atuação do time do Recanto das Emas. Sabe-se que Ceilândia tem um futebol feminino forte, com jogadoras na seleção brasileira e nos principais times da cidade.

Alane fez o 3 gols da decisão
Alane fez o 3 gols da decisão

Jogadoras como Novinha e Victoria, ambas atualmente no Minas, não formaram o time da cidade. Mesmo assim, Ceilândia foi campeã com uma campanha impecável. 

Comissão Técnica também de parabéns
Comissão Técnica também de parabéns

Na primeira rodada Ceilândia venceu Sobradinho por 4 x 2.  Na segunda o adversário foi o Riacho Fundo e nova vitória 4 x 1. Na semifinal Ceilândia enfrentou Gama e garantiu a passagem para a final com vitória por 3 x 1. 

Banho da comemoração
Banho da comemoração

Na final, com três gols de Alane, vitória por 3 x 0 sobre o interessante time do Recanto das Emas. 

Vitória da cidade, mais que do Ceilândia, mas também vitória do Ceilândia
Vitória da cidade, mais que do Ceilândia, mas também vitória do Ceilândia

Alane foi artilheira da competição com 6 gols. Valéria garantiu o prêmio de goleira menos vazada. Parabéns a todos, meninas e comissão técnica por terem elevado o nome da nossa cidade.

A mais bela bandeira: Ceilândia também campeão no masculino da Taça das Favelas
A mais bela bandeira: Ceilândia também campeão no masculino da Taça das Favelas

E não ficou por aí. Ceilândia também sagrou-se campeã no futebol masculino. Depois de passar por Samambaia Sul nas semis, foi a vez de Ceilândia disputar a final com Samambaia Norte. Depois de 1×1 com a bola rolando, Ceilândia sagrou-se campeã nos pênaltis.

Igualdade também nas chances: cada time teve duas

Juniores 2017: Ceilândia está nas semifinais

Igualdade também nas chances: cada time teve duas
Igualdade também nas chances: cada time teve duas

O Ceilândia confirmou a vantagem conquistada no primeiro jogo contra o Legião e está nas semifinais do Candanguinho 2017. 

Jogando na tarde deste sábado no Estádio Regional, o Ceilândia empatou sem gols com o Legião. Na partida de ida vencera por 6 x 2.

Os goleiros pouco trabalharam: muita transpiração e pouca inspiração
Os goleiros pouco trabalharam: muita transpiração e pouca inspiração

Foi um jogo bom de assistir pela luta  das equipes. A rigor, contudo, faltou futebol. O Ceilândia abusou das ligações diretas na maior parte do jogo.

Ceilândia teve pouco espaços, mas foi melhor na maior parte do tempo
Ceilândia teve pouco espaços, mas foi melhor na maior parte do tempo

Do outro lado, o Legião é um time a ser respeitado. Forte fisicamente e com bons talentos, o time roqueiro ao menos fazia a transição da defesa para o ataque no chão. Faltava-lhe, contudo, o último passe. 

Legião foi um duro adversário, mas o pior está por vir
Legião foi um duro adversário, mas o pior está por vir

Veio o segundo tempo e o jogo continuou disputado. Diferente do primeiro tempo, em que o Ceilândia foi melhor na maior parte do jogo, no segundo tempo os minutos iniciais foram do Legião. No final, o Ceilândia voltou a equilibrar o jogo, mas não criou situações claras de gol.

Ceilândia enfrentará o Real nas semis
Ceilândia enfrentará o Real nas semis

A rigor os dois goleiros não trabalharam. O empate sem gols coloca o Ceilândia nas semifinais do Candanguinho 2017. O adversário será o Real que eliminou o Sobradinho (1×1 e 3×1).

A outra semifinal será disputada entre Formosa (1×1 e 5×3 contra a SE Planaltina-GO) e o vencedor de Cruzeiro x Paracatu (1×1 no jogo de ida).

Gato leva boa vantagem para a partida de volta

Juniores: Ceilândia goleia Legião pelas quartas 2017

Ceilândia venceu o Legião na partida de ida.
Ceilândia venceu o Legião na partida de ida.

A crise financeira dos clubes do DF pode ser compreendida a partir do futebol de base: a imensa maioria dos clubes terceirizou os seus departamentos de futebol amador. O Ceilândia que viveu um 2017 muito difícil, não é exceção.

Com a experiência do Clube da Saúde, o Gato Preto chegou nas quartas-de-final do Candangão Juniores 2017. Na manhã deste domingo, o Ceilândia enfrentou o Legião e venceu a partida de ida por 6 x 2.

Fernando abriu o placar logo aos 3
Fernando abriu o placar logo aos 3

Muito do resultado da partida deveu-se ao fato de que o adversário chegou em cima da hora para a partida. O jogo começou com atraso de 25 minutos. Nem bem a bola rolou, Vitinho foi derrubado dentro da área. Penalti para o Ceilândia. Fernando bateu, o goleiro defendeu e ele mesmo pegou o rebote para fazer Ceilândia 1 x 0.

Leonardo Roquete é o treinador do Ceilândia
Leonardo Roquete é o treinador do Ceilândia

O Ceilândia continuou melhor, favorecido por sua melhor transição da defesa para o ataque. O Legião, contudo, mostrou que é um time valente e em dois contra-ataques virou a partida. O Ceilândia empatou logo em seguida com Fernando cobrando falta. 30 do primeiro tempo e 2 x 2. 

O jogo era equilibrado, o Ceilândia demonstrava mais consistência tática e  virou novamente aos 36, agora com Vitinho: Ceilândia 3 x 2.

Vinicius fez o quarto gol do Ceilândia
Vinicius fez o quarto gol do Ceilândia

Veio o segundo tempo e o Ceilândia continou melhor. Faltava ao alvinegro, contudo, chegar com qualidade ao gol adversário. Aos 21, Fernando foi derrubado dentro da área. Penalti para o Ceilândia. Dessa vez Vinicius fez 4 x 2.

Gato leva boa vantagem para a partida de volta
Gato leva boa vantagem para a partida de volta

O Legião lutava desesperadamente, mas faltava-lhe força. Fernando foi novamente derrubado na área. Ele mesmo cobrou o pênalti e fez 5 x 2. Aos 42, Warley deu números finais: Ceilândia 6 x 2 Legião.

Os times voltam a se enfrentar na próxima semana no jogo que levará Ceilândia ou Legião à semifinal do Candangão 2017, categoria de juniores.

Sistema defensivo do Ceilândia bateu cabeça no primeiro tempo

Ceilândia perde para América-RN e sonho da C fica para depois

Pedrão não consegue rebater. O América faria 1 x 0
Pedrão não consegue rebater. O América faria 1 x 0

O sonho da Série C  fica para depois. Jogando na noite deste sábado em Natal-RN, o Ceilândia foi derrotado pelo América e está fora das disputas pelo acesso.

Thadeu abriu o placar logo no primeiro lance do jogo
Thadeu abriu o placar logo no primeiro lance do jogo

Foi um jogo em que algumas coisas ficaram claras: o América foi superior ao Ceilândia em quase todos os aspectos relacionados com futebol. Foi superior em estrutura de jogo, foi superior tecnicamente e, se serve de consolo, o Ceilândia igualou em vontade. Vontade apenas não serve.

Sistema defensivo do Ceilândia bateu cabeça no primeiro tempo
Sistema defensivo do Ceilândia bateu cabeça no primeiro tempo

O jogo mal começou e o América fez 1 x 0 com Thadeu. Um chutão em direção à defesa do Ceilândia, a indecisão de Pedrão, Thadeu passou por Badhuga e bateu na saída de Artur que nada pode fazer.  Não haveria maneira pior de começar esse jogo.

Ceilândia dava muito espaço e jamais forçou o erro do adversário
Ceilândia dava muito espaço e jamais forçou o erro do adversário

O América continuou melhor. O Ceilândia lutava para sair de seu campo de defesa. Filipe Cirne e Carlos Henrique jogavam de costas para seus marcadores. A impressão que passava é que ambos pareciam acomodados com a marcação individual que sofriam.  Sem opções na transição, o Ceilândia era uma presa fácil.

Filipe Cirne não esteve bem, sai valorizado da competição, mas tem muito que progredir
Filipe Cirne não esteve bem, sai valorizado da competição, mas tem muito que progredir

O América continuou rondando a área alvinegra. Faltava-lhe o último passe, mas as oportunidades surgiam aqui e acolá. Foi num lance despretensioso que o jogo mudou. Sidney tentou de longe e fez América 2 x 0.

Lauro mostrou em poucos minutos ser um bom jogador
Lauro mostrou em poucos minutos ser um bom jogador

Os times voltaram para o segundo tempo diferente. O América acomodado pela vantagem, o Ceilândia com Alcione. A acomodação do América quase lhe custa caro. Aos 8, Filipe Cirne desviou a bola para Carlos Henrique e progrediu em direção ao gol e na entrada da grande área bateu para diminuir: América 2 x 1 Ceilândia.

Carlos Henrique foi o único a conseguir jogar nas costas dos volantes americanos: premiado com o gol
Carlos Henrique foi o único a conseguir jogar nas costas dos volantes americanos: premiado com o gol

O gol assustou o América, que já não conseguia envolver a defensiva alvinegra.  O Ceilândia passou a rondar a área americana, mas sem criar grandes oportunidades. A torcida alvirrubra sentiu o perigo e mostrou que torcida resolve: começou a gritar incessantemente até o time americano acordar.

Os últimos minutos foram do América. O time potiguar esteve mais próximo do terceiro que o Ceilândia do empate. O América segue adiante. O Ceilândia termina uma temporada.

Ceilândia desperdiça oportunidades e sai em desvantagem nas Oitavas de Final

Com boa atuação no primeiro tempo e irreconhecível na segunda etapa, Ceilândia foi castigado com um gol que colocou o Gato Preto em desvantagem para o decisivo jogo de volta em Natal.

Diante de bom público, a equipe do Ceilândia entrou em campo para receber o América-RN e nos momentos iniciais fez valer a vantagem de jogar em seu território. A equipe entrou concentrada para a partida e controlou o adversário nos minutos iniciais, ainda no 1º minuto o Ceilândia assustou a meta adversária com chegada de Emerson Martins.

O Ceilândia manteve pressionando e controlando o adversário, a equipe era capaz de executar trocas de passe produtivas que resultavam em chances de abrir o placar. Em uma dessas chegadas, antes dos 15 minutos de jogo, após bola alçada na área e rebatida da defesa, a bola sobrou para Dim, dentro da área, ser derrubado e sofrer pênalti. Felipe Cirne se encarregou da cobrança, mas mais uma vez o Gato Preto desperdiçou a oportunidade de assinalar gol em cobrança de pênalti.

Nos momentos seguintes o Ceilândia pareceu sentir o peso da oportunidade não aproveitada, e apesar de não ser ameaçado pela equipe do América-RN não conseguia incomodar a meta adversária mais.  A síndrome dos 15 minutos marcou presença mais uma vez, e o Ceilândia só foi capaz de tomar o controle do jogo novamente a partir dos 30 minutos, voltando a animar a torcida e dar trabalho ao arqueiro adversário. No entanto, o gol não apareceu.

No segundo tempo o jogo mudou completamente de aspecto. A mesma falta de criatividade que se observava na equipe visitante marcou presença do lado da equipe do Ceilândia. Irreconhecível, o time praticamente não chegou ao ataque, embora também não fosse ameaçado. O jogo ficou chato, o Ceilândia não conseguiu retomar o ritmo do primeiro tempo e infelizmente foi castigado por sua postura. Aos 30 minutos da etapa final, Cascata recebeu a bola com liberdade e conseguiu desmontar o até então eficiente sistema defensivo do Ceilândia, talvez na única chance real da equipe adversária.

O Ceilândia chegará em desvantagem para a partida de volta, mas mostrou que tem condições de superar a defesa do América.  O time terá que lutar, mas se repetir a atuação do primeiro tempo e aproveitar as oportunidades que tiver, o desfecho final pode ser diferente do visto na partida deste sábado.

 

 

Nesta oportunidade, Didão chegou atrasado

180 minutos para reescrever a história

Ceilândia iniciou a campanha contra o Anápolis: jogo duro e vitória por 1 x 0
Ceilândia iniciou a campanha contra o Anápolis: jogo duro e vitória por 1 x 0

O Ceilândia terminou a sua preparação para o importante jogo deste sábado, 16h, no Regional, contra o América de Natal. 

O clima é de serenidade do lado alvinegro. Muito disso se deve à consciência de que, salvo circunstâncias excepcionais, dificilmente um time abrirá grande vantagem em relação ao outro. A classificação será decidida em Natal, mas um dos dois times a encaminhará desde amanhã.

Elivelto foi mal contra o Comercial: recuperou-se com boa atuação diante do Sinop
Elivelto contra o Sinop: um empate fora e vitória em casa

O técnico Adelson de Almeida testou diversas formações. É difícil dizer o time que mandará a campo.  Se Didão não estiver cem por cento, não irá a campo e isso muda a maneira do time jogar.  No mais, a certeza de que será um jogo muito difícil contra um adversário que vem de boa campanha e que, fora de casa, demonstrou ser muito forte defensivamente e aproveita as poucas oportunidades de gol criadas.

Dim apareceu frente a frente com Guilherme, mas o goleiro defendeu
Classificação contra o Comercial. Agora, o América-RN

Na Cidade do Gato, por essas razões, o clima é de que o trabalho que precisava ser feito está realizado. O Ceilândia precisará subir um nível na consistência apresentada  nos últimos jogos. Para além dos trabalhos físicos, táticos e técnicos, ênfase no aspecto mental. 

... e a surpreendente eliminação na série D
Fluminense de Feira: Ceilândia tem a chance de reescrever a história

Os jogadores estão conscientes das dificuldades e já passaram por situação idêntica à do América que em 2017 possui a melhor campanha. Em 2016, o Ceilândia tinha enorme vantagem sobre o Fluminense de Feira e passou pelo dissabor da classificação. 

Chance de mudar a história.

 

Alcione voltou aos treinamentos depois de muito tempo: quando ia bem, o Ceilândia era mais forte

Mata-mata: palavras da moda na Cidade do Gato

Alcione voltou aos treinamentos depois de muito tempo: quando ia bem, o Ceilândia era mais forte
Alcione voltou aos treinamentos depois de muito tempo: quando ia bem, o Ceilândia era mais forte

O Ceilândia intensificou os treinamentos durante a semana com vistas ao jogo deste sábado contra o América-RN. Nesta quinta, o técnico Adelson de Almeida realiza o apronto para a partida.

Adelson tem apenas o problema de Didão. O capitão foi substituído no último confronto e é dúvida. Está com o tornozelo inchado. No mais, as opções são técnicas e táticas.

Didão: o Capitão deve voltar contra o Taguatinga
Didão: Capitão é dúvida contra o América de Natal

Adelson pode contar neste jogo com a volta de Alcione. O meia ditava o rítmo do meio de campo do Ceilândia ao lado de Emerson Martins até se machucar contra o Anápolis. O problema é que Alcione está sem jogar há muito tempo e por isso, se estiver bem, fica no banco;  o bom é que é um jogador acima da média para os padrões da Série D. 

Carlos Henrique comemora o seu gol: partida correta
Carlos Henrique tem sido titular até a volta de Alcione

CeilandiaEC conversou com os parceiros. A avaliação é que a Série D é uma competição assimétrica. O jogo anterior pouco serve como parâmetro porque o chaveamento coloca frente a frente adversários com distintas realidades técnicas e financeiras.

Adelson: hora de vencer e fazer contas
Adelson: hora de vencer e fazer contas

Ainda segundo essa avaliação, no mata-mata as diferenças tendem a diminuir. Isso explicaria a razão pela qual todos os times de melhor campanha em 2016, dentre eles o Ceilândia, acabaram eliminados nas oitavas. Jogador por jogador não se vê diferença entre os elencos de Ceilândia e América. Em termo de estrutura desportiva, também, visto que a Cidade do Gato nada deve em relação a times de médio porte.

Emerson fez um gol e obrigou Naldo a diversas defesas em chutes de meia distância
Emerson Martins tem nova função no novo modo de atuar do Ceilândia: importante

Se nesses aspectos os times parecem equilibrados, a balança, segundo a mesma avaliação, penderia para o América-RN nos quesitos projeção social e torcida. Na avaliação produzida esses  fatores são determinantes  na formação da autoconfiança dos jogadores, na resiliência para usar a palavra da moda. O Ceilândia é um time  mentalmente forte. Então o confronto será um bom teste.

  Resiliência: lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse etc,  sem entrar em surto psicológico, emocional ou físico, por encontrar soluções estratégicas para enfrentar e superar as adversidades.

Artur dessa vez não fez milagres: a trave o salvou duas vezes
Ceilândia conta com experiência de Artur para chegar à Série C

Em resumo: O Ceilândia é um time forte mentalmente, todos sabem, mas precisa fazer valer o mando de campo para poder decidir em Natal em boas condições.

Na Cidade do Gato não se comenta tais avaliações. O time está sereno e focado na partida. As críticas que vem da imprensa potiguar ao estado do gramado e as condições do estádio ao menos do ponto de vista formal não incomodam. 

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