Categoria: Juniores

Juniores

Ceilandia está fora: prejudicado pela arbitragem e pela bagunça

Juniores: Ceilândia recorre

Ceilandia está fora: prejudicado pela arbitragem e pela bagunça
Ceilandia está fora: prejudicado pela arbitragem e pela bagunça

A FFDF divulgou tabela  indicando que Real e Cruzeiro farão as finais dos juniores 2017. Algumas das razões de lado a lado já foram mostradas aqui no CeilandiaEC e na fanpage do Facebook. A bagunça é geral. O Ceilandia Esporte Clube recorreu.

Regulamento confuso e mal trabalhado

Somente com o regulamento em mão (e ele não estava disponível no site da FFDF) foi possível à fanpage CeilandiaEC ter uma noção do tamanho da bagunça com o adendo que obviamente visava beneficiar outros times e não o Ceilandia. Segundo colocado de seu grupo, o Ceilandia enfrentou o Legião que se beneficiara do numero maior de jogos.

Não vamos entrar na discussão jurídica. Embora fiquemos tentados diante de tudo quanto se diz a respeito, mas é sempre inseguro opinar sobre o que não se sabe por completo, inclusive o que motivou tanto a permanência do regulamento quanto a sua alteração.

O recurso do Ceilandia revela o quanto é possível confiar naquilo que se diz e naquilo que se escreve no mundo do futebol.

 

 

Juniores 2017: Entendendo a confusão

Essa foi a melhor oportunidade do Ceilândia na partida
Jogo bem disputado: times não mereciam a confusão 

  Conforme o CeilandiaEC apurou todo o problema está relacionado com o fato de que o campeonato de juniores foi uma disputa assimétrica. Seriam 20 times divididos originariamente em quatro grupos de cinco equipes com os 2 primeiros de cada chave se classificando.

O problema começou quando Aruc e Samambaia, que estavam nos grupos A e B originariamente, desistiram da competição. Com isso, dois grupos ficaram com 5 times e dois grupos com 4 times.   Com isso, a regra de desempate pelo somatório de pontos na competição precisaria ser alterada, porque os times dos grupos C e D jogariam uma partida a mais: o Real e Cruzeiro, em três jogos, fizera 7 pontos, o Formosa e Legião, em 4, fizeram 10.  O critério originário permitia distorções.

Presidente Ari de Almeida: disse estar tranquilo com relação à classificação
Presidente Ari de Almeida: disse estar tranquilo com relação à classificação
 

 Por essa  distorção, segundo apurou o CeilandiaEC, o regulamento  teria sido alterado no âmbito da FFDF para que se levasse em consideração apenas a pontuação da fase anterior. Foi isso que o Ceilândia teve a vantagem de decidir em casa contra o Real.  Encontrar o regulamento e os adendos no site da FFDF é uma missão talvez impossível.

Aplicando-se o adendo, os times disputaram as quartas-de-final sabendo que, em razão da distorção, os pontos da primeira fase não seriam somados às fases seguintes. Valeriam os pontos da fase anterior. Assim e por exemplo, Formosa e Legião, que fizeram 10 pontos em 4 jogos, não levariam tais pontos para as fases seguintes.

Defesas levaram vantagem sobre os ataques
Real recebeu o Ceilândia no jogo de ida das semifinais: se o regulamento antigo fosse mantido, seria o inverso.

Nas quartas, quis o destino que o Ceilândia eliminasse o Legião. O Formosa seguiu adiante depois de um empate e uma vitória contra a SE Planaltina.  Assim, o Formosa, pelos critérios do adendo e pelos critérios antigos, teria a vantagem de decidir em casa e também a vantagem do empate.

O mesmo acontceu com Real e Ceilândia. O Gato Preto fez 4 pontos e 4 gols de saldo nas quartas-de-final contra 4 pontos e 2 gols de saldo do Real. Pelos critérios do regulaento originário, o Real teria a vantagem de decidir em casa e também a vantagem do empate. O adendo dizia o contrário e foi o adendo que foi aplicado, com o Real fazendo a primeira partida em casa.

Ceilândia comemora a classificação: final será contra o Cruzeiro, contra quem o Gato Preto começou a campanha
Ceilândia comemora a classificação: final será contra o Cruzeiro, contra quem o Gato Preto começou a campanha

O Real, depois da primeira partida e ante a possibilidade concreta de desclassificação, tentou retornar o primeiro regulamento: a Justiça Desportiva desconheceu do pedido mas o presidente da Federação acolheu a solicitação. O imbróglio estava criado porque de lado a lado os argumentos têm alguma solidez.

Veio a partida deste sábado. O Ceilândia administrou a vantagem do empate até o apito final, comemorou a classificação, mas futebol fora de campo é uma caixinha de surpresas.

A rigor a confusão está armada. O primeiro regulamento era de fato inaplicável em função da assimetria dos grupos.  A questão é que futebol deveria ser decidido dentro de campo e maior parte do mundo do futebol não gosta do esporte, gosta de se fazer notar, mesmo que para isso tenha que tomar más decisões.

Por enquanto, o  Ceilândia está nas semifinais do Metropolitano de Juniores 2017. No mais, o tempo dirá.

Ceilândia e Real empatam e comemoram: arbitragem e regulamento tiram brilho da festa

Ceilândia e Real fizeram uma bela partida: arbitragem e regulamento complicaram tudo

Ceilândia e Cruzeiro decidirão o campeonato candango de 2017. Os dois times do grupo B chegam às finais de um campeonato marcado  pelas críticas à arbitragem (Formosa reclamou horrores) e ao regulamento.

O fato é que jogando na manhã deste sábado, em um Estádio Regional com bom público, Ceilândia e Real voltaram a empatar.  O empate, pelo regulamento atual, classifica o Ceilândia para as finais.

Logo nos primeiros lances a arbitragem quis se fazer notar
Logo nos primeiros lances a arbitragem de Leandro Almeida quis se fazer notar num jogo em que as estrelas vestiam branco e azul

Foi uma excelente partida.  Do lado do Real, um time mais maduro coletivamente três ou quatro bons  valores e ao menos um excelente jogador; do outro lado, o Ceilãndia com  um jogo ainda imaturo do ponto de vista coletivo,  dois ou três bons valores e dois ou três excelentes jogadores., 

Para completar a boa presença de público. Tudo apontava para uma grande festa, mas logo nos primeiros minutos a arbitragem já se fazia notar. 

Leandro Almeida: potencial ofuscado por desejo desnecessário de mostrar quem manda, mesmo que para isso tenha que tomar más decisões
Leandro Almeida: potencial ofuscado por desejo desnecessário de mostrar quem manda, mesmo que para isso tenha que tomar más decisões

O árbitro queria se fazer notar, não no sentido comum da expressão, mas parecia evidente,  por sua linguagem corporal e decisões tomadas,  que ele queria se fazer notar como autoridade mesmo que isso implicasse em tomar más decisões. Anos e anos de beira de campo permitem reconhecer o potencial do árbitro, mas também permite identificar mau uso desse potencial.

Jogo muito equilibrado: uma boa partida

Foi um jogo equilibrado na maior parte do tempo, com pequena superioridade do  Ceilândia. Na verdade os times pouco criaram nos 90 minutos. O equilíbrio era a tônica. Em jogo tão equilibrado um erro, do jogador ou da arbitragem, poderia fazer a diferença.

Quis o destino que, aos 40 do primeiro tempo,  o Ceilândia saísse na frente. Victor ganhou jogada de linha de fundo, cruzou e o zagueiro do Real fez contra. Ceilândia 1 x 0.

Na grande jogada de Victor, o gol do Ceilândia

O Ceilândia voltou melhor que o Real no segundo tempo. Nos vinte minutos da etapa final o Gato Preto rondou a área do Real, mas sem criar situação clara de gol. Era a tônica do primeiro tempo: um jogo duro, equilibrado e disputado de intermediária a intermediária.

Defesas levaram vantagem sobre os ataques o jogo inteiro
Defesas levaram vantagem sobre os ataques o jogo inteiro

O gol do Real veio aos 28 do segundo tempo em penalti mal marcado pela arbitragem que com isso mudou o destino do jogo.  Uma demonstração clara de abuso de autoridade do juiz da partida. Victor empatou a partida.

O empate favorecia o Ceilândia que não se arriscou muito. Controlou o jogo até o apito final. Com o fim do jogo, uma cena insólita. Os dois times comemoravam a classificação, o Ceilândia com mais convicção.

Essa foi a melhor oportunidade do Ceilândia na partida
Essa foi a melhor oportunidade do Ceilândia na partida

  Conforme o CeilandiaEC apurou todo o problema está relacionado com o fato de que o campeonato de juniores foi uma disputa assimétrica. Seriam 20 times divididos originariamente em quatro grupos de cinco equipes com os 2 primeiros de cada chave se classificando.

O problema começou quando Aruc e Samambaia, que estavam nos grupos A e B originariamente, desistiram da competição. Com isso, dois grupos ficaram com 5 times e dois grupos com 4 times.   Com isso, a regra de desempate pelo somatório de pontos na competição precisaria ser alterada, porque os times dos grupos C e D jogariam uma partida a mais: o Real e Cruzeiro, em três jogos, fizera 7 pontos, o Formosa e Legião, em 4, fizeram 10.  O critério originário permitia distorções.

Presidente Ari de Almeida: disse estar tranquilo com relação à classificação
Presidente Ari de Almeida: disse estar tranquilo com relação à classificação
 

 Por essa  distorção, segundo apurou o CeilandiaEC, o regulamento teria sido alterado para que se levasse em consideração apenas a pontuação da fase anterior. Foi isso que o Ceilândia teve a vantagem de decidir em casa contra o Real.  O Real, somente depois da primeira partida e ante a possibilidade concreta de desclassificação, tentou retornar o primeiro regulamento: a Justiça Desportiva desconheceu do pedido mas o presidente da Federação acolheu a solicitação.

Ceilândia comemora a classificação: final será contra o Cruzeiro, contra quem o Gato Preto começou a campanha
Ceilândia comemora a classificação: final será contra o Cruzeiro, contra quem o Gato Preto começou a campanha

A rigor a confusão está armada. O primeiro regulamento era de fato inaplicável em função da assimetria dos grupos.  O Ceilândia está nas semifinais do Metropolitano de Juniores 2017. No mais, o tempo dirá.

Jogo de volta no próximo sábado: um segue adiante

Juniores: Ceilândia e Real empatam no primeiro jogo da semifinal

Defesas levaram vantagem sobre os ataques
Defesas levaram vantagem sobre os ataques

Ceilândia e Real fizeram nesse sabado, no Serra do Lago, o jogo de ida das semifinais do Metropolitano de Juniores 2017. O empate em 1 x 1 dá a mostra do equilíbrio da partida.

O Ceilândia impressionou pelo começo. Debaixo de um forte calor, o Gato Preto começou com marcação alta, pressionando a saída de bola do Real.  O Real teve dificuldade para sair de seu campo de defesa, mas aos poucos foi equilibrando a partida.

Wendel teve pouco trabalho
Wendel teve pouco trabalho

A troca de comando foi uma tônica do jogo. No geral, contudo, o Ceilândia teve a iniciativa do jogo por mais tempo, mas o Real mostrou que é uma boa equipe e incomodou bastante. O jogo, contudo, era travado de intermediária a intermediária, com as defesas levando vantagem sobre os ataques.

Jogo muito disputado e algumas jogadas ríspidas
Jogo muito disputado e algumas jogadas ríspidas

Os gols vieram de falhas das defesas. Aos 21, numa ligação direta, a defesa do Real se enrolou com a bola. Fernando recuperou a bola e bateu firme para fazer Ceilândia 1 x 0.

Aos 40, foi a vez do sistema defensivo do Ceilândia devolver a gentileza. Erro na linha de impedimento e um pênalti desses que a arbitragem está marcando quando a bola bate na mão do zagueiro. Rangel bateu e empatou o jogo.

Ceilândia comemora: alegria demorou pouco
Ceilândia comemora: alegria demorou pouco

O segundo tempo manteve a toada, mas as únicas oportunidades criadas foram do Ceilândia. Fernando teve a oportunidade de marcar de cabeça, mas a bola saiu fraca.  Já no apagar das luzes, Vitinho saiu cara a cara com o goleiro adversário e mandou para fora.

Jogo de volta no próximo sábado: um segue adiante
Jogo de volta no próximo sábado: um segue adiante

Os times voltam a se enfrentar no próximo sábado, no Estádio Regional de Ceilândia. Somente a vitória interessa ao Ceilândia.

Na outra semifinal, Cruzeiro e Formosa empataram em 2 x 2. 

Igualdade também nas chances: cada time teve duas

Juniores 2017: Ceilândia está nas semifinais

Igualdade também nas chances: cada time teve duas
Igualdade também nas chances: cada time teve duas

O Ceilândia confirmou a vantagem conquistada no primeiro jogo contra o Legião e está nas semifinais do Candanguinho 2017. 

Jogando na tarde deste sábado no Estádio Regional, o Ceilândia empatou sem gols com o Legião. Na partida de ida vencera por 6 x 2.

Os goleiros pouco trabalharam: muita transpiração e pouca inspiração
Os goleiros pouco trabalharam: muita transpiração e pouca inspiração

Foi um jogo bom de assistir pela luta  das equipes. A rigor, contudo, faltou futebol. O Ceilândia abusou das ligações diretas na maior parte do jogo.

Ceilândia teve pouco espaços, mas foi melhor na maior parte do tempo
Ceilândia teve pouco espaços, mas foi melhor na maior parte do tempo

Do outro lado, o Legião é um time a ser respeitado. Forte fisicamente e com bons talentos, o time roqueiro ao menos fazia a transição da defesa para o ataque no chão. Faltava-lhe, contudo, o último passe. 

Legião foi um duro adversário, mas o pior está por vir
Legião foi um duro adversário, mas o pior está por vir

Veio o segundo tempo e o jogo continuou disputado. Diferente do primeiro tempo, em que o Ceilândia foi melhor na maior parte do jogo, no segundo tempo os minutos iniciais foram do Legião. No final, o Ceilândia voltou a equilibrar o jogo, mas não criou situações claras de gol.

Ceilândia enfrentará o Real nas semis
Ceilândia enfrentará o Real nas semis

A rigor os dois goleiros não trabalharam. O empate sem gols coloca o Ceilândia nas semifinais do Candanguinho 2017. O adversário será o Real que eliminou o Sobradinho (1×1 e 3×1).

A outra semifinal será disputada entre Formosa (1×1 e 5×3 contra a SE Planaltina-GO) e o vencedor de Cruzeiro x Paracatu (1×1 no jogo de ida).

Gato leva boa vantagem para a partida de volta

Juniores: Ceilândia goleia Legião pelas quartas 2017

Ceilândia venceu o Legião na partida de ida.
Ceilândia venceu o Legião na partida de ida.

A crise financeira dos clubes do DF pode ser compreendida a partir do futebol de base: a imensa maioria dos clubes terceirizou os seus departamentos de futebol amador. O Ceilândia que viveu um 2017 muito difícil, não é exceção.

Com a experiência do Clube da Saúde, o Gato Preto chegou nas quartas-de-final do Candangão Juniores 2017. Na manhã deste domingo, o Ceilândia enfrentou o Legião e venceu a partida de ida por 6 x 2.

Fernando abriu o placar logo aos 3
Fernando abriu o placar logo aos 3

Muito do resultado da partida deveu-se ao fato de que o adversário chegou em cima da hora para a partida. O jogo começou com atraso de 25 minutos. Nem bem a bola rolou, Vitinho foi derrubado dentro da área. Penalti para o Ceilândia. Fernando bateu, o goleiro defendeu e ele mesmo pegou o rebote para fazer Ceilândia 1 x 0.

Leonardo Roquete é o treinador do Ceilândia
Leonardo Roquete é o treinador do Ceilândia

O Ceilândia continuou melhor, favorecido por sua melhor transição da defesa para o ataque. O Legião, contudo, mostrou que é um time valente e em dois contra-ataques virou a partida. O Ceilândia empatou logo em seguida com Fernando cobrando falta. 30 do primeiro tempo e 2 x 2. 

O jogo era equilibrado, o Ceilândia demonstrava mais consistência tática e  virou novamente aos 36, agora com Vitinho: Ceilândia 3 x 2.

Vinicius fez o quarto gol do Ceilândia
Vinicius fez o quarto gol do Ceilândia

Veio o segundo tempo e o Ceilândia continou melhor. Faltava ao alvinegro, contudo, chegar com qualidade ao gol adversário. Aos 21, Fernando foi derrubado dentro da área. Penalti para o Ceilândia. Dessa vez Vinicius fez 4 x 2.

Gato leva boa vantagem para a partida de volta
Gato leva boa vantagem para a partida de volta

O Legião lutava desesperadamente, mas faltava-lhe força. Fernando foi novamente derrubado na área. Ele mesmo cobrou o pênalti e fez 5 x 2. Aos 42, Warley deu números finais: Ceilândia 6 x 2 Legião.

Os times voltam a se enfrentar na próxima semana no jogo que levará Ceilândia ou Legião à semifinal do Candangão 2017, categoria de juniores.

Ceilândia precisa vencer jogo de volta por dois gols de diferença

Juniores: Paranoá vence e amplia vantagem

Ceilândia não teve vida fácil contra o Paranoá
Ceilândia não teve vida fácil contra o Paranoá

O Ceilândia jogou na tarde deste sábado no Estádio Chapadinha, em Brazlândia, contra o Paranoá, partida válida pelo jogo de ida das quartas de final do Campeonato de Juniores do DF 2016.

Dono da melhor campanha da competição, o Paranoá encontrou um Ceilândia muito diferente daquele da fase de classificação. O resultado, contudo, foi o mesmo: vitória do Paranoá.

Ceilândia deixava muito espaço para os contra-ataques do Paranoá
Ceilândia deixava muito espaço para os contra-ataques do Paranoá

Dono de um melhor conjunto, o Paranoá foi melhor na maior parte do jogo. O Ceilândia compensava a falta de conjunto com muito espírito de luta. Por isso, equilibrou o jogo no segundo tempo.

Um erro da defesa, contudo, selou a sorte do jogo quando o Paranoá fez 2 x 0.

Ceilândia precisa vencer jogo de volta por dois gols de diferença
Ceilândia precisa vencer jogo de volta por dois gols de diferença

O Ceilândia continuou insistindo, um tanto quanto sem inspiração e muito mais na transpiração. Tanto esforço foi recompensado com um gol de pênalti.

Falta entrosamento ao Ceilândia
Falta entrosamento ao Ceilândia

Depois do gol, pela primeira vez nos últimos confrontos, o Paranoá mostrou-se intranquilo. O Ceilândia foi para cima, mas faltava aquilo que o Paranoá tem de sobra: conjunto e força física.

Para a partida de volta,  o Ceilândia precisa vencer por dois gols de diferença para classificar-se. O Paranoá, até aqui, jogou seis vezes com seis vitórias. O Ceilândia vai precisar mostrar mais do que mostrou até agora.

Juniores vencem Brazlândia: 2 x 1

Jogo teve lances ríspidos: Ceilândia venceu a segunda
Jogo teve lances ríspidos: Ceilândia venceu a segunda

O time de juniores do Ceilândia, comandado pelo técnico Paulo Henrique Ferreira, venceu a segunda partida no Candangão 2016.

Jogo teve lances ríspidos: Ceilândia venceu a segunda
Rafael levou a pior na disputa com o goleiro.

Jogando em Brazlândia, debaixo de um sol escaldante, o alvinegro teve dificuldades para vencer o Brazlândia por 2 x 1.

Ceilândia dependeu muito da bola paradaJogo teve lances ríspidos: Ceilândia venceu a segunda
Ceilândia dependeu muito da bola paradaJogo teve lances ríspidos: Ceilândia venceu a segunda

A partida começou com uma tocante homenagem do Brazlândia, de seu presidente Moacir Ruthes em particular, ao eterno presidente do Ceilândia,  Beni Monteiro.

O Gato Preto começou melhor e logo  tomou a iniciativa do jogo. O Brazlândia equilibrou o jogo e poderia ter saído na frente do marcador quando Marcus Henrick saiu mal e Ruan salvou sobre a linha.

CEC esteve consistente defensivamente, mas prendeu a bola excessivamente no meio e no ataque
CEC esteve consistente defensivamente, mas prendeu a bola excessivamente no meio e no ataque

No segundo tempo, o Ceilândia voltou melhor. Não demorou muito e Lucas Henrique fez o primeiro gol alvinegro, cobrando pênalti.

Ceilândia é um time penso: a única transição de lado a lado ocorreu depois de 80 minutos de jogo
Ceilândia é um time penso: a única transição de lado a lado ocorreu depois de 80 minutos de jogo

Logo em seguida, Lucas Henrique fez o seu segundo gol na partida, o terceiro na competição. O Ceilândia, apesar de não apresentar um jogo convincente, era melhor e o placar era justo.

Marcus Henrick: começou mal, depois se redimiu e salvou o marcador
Marcus Henrick: começou mal, depois se redimiu e salvou o marcador

Depois do gol, o Ceilândia deu campo para o seu adversário. Marcus Henrick, que falhara no primeiro tempo, foi o personagem do jogo.

Mais uma vez Marcus Henrick falhou. Dessa vez não conseguiu socar a bola e permitiu que o Brazlândia diminuísse.

A defesa do Ceilândia trabalhou mais que deveria: CEC era mais superior que o placar pode fazer crer
A defesa do Ceilândia trabalhou mais que deveria: CEC era mais superior que o placar pode fazer crer

Marcus Henrick recusou-se a ocupar o papel de vilão. Em seguida fez ao menos duas defesas difíceis e garantiu a vitória alvinegra.

Ao final do jogo o técnico Paulo Henrique Ferreira admitiu que o Gato Preto não fizera uma boa partida. Argumentou que o time começara a preparação pouco antes do início do campeonato.

Lucas comemora o primeiro gol do Ceilândia: foram dele os gols da vitória
Lucas comemora o primeiro gol do Ceilândia: foram dele os gols da vitória

Paulo Henrique estava satisfeito com retorno dado pelos jogadores. Apesar do pouco tempo de preparação, o Gato Preto conseguiu duas vitórias em dois jogos. A tendência, segundo o treinador, é melhorar.

Para quem assistiu, pareceu claro que o Ceilândia era um time mais consistente em campo que o Brazlândia. Obviamente, ficou claro que o Ceilândia precisa melhorar muito como time. Como disse o treinador, o Ceilândia tem potencial e treina há pouco tempo. O importante nessas duas primeiras rodadas é ganhar corpo.

Juniores: CEC não se classifica

O resultado da enquete do SIteCEC bem demonstra o nível de desconfiança em relação ao time de juniores do Ceilândia. Com um time montado à s pressas, o CEC tinha tudo para se classificar, mas sofreu três derrotas nos últimos três jogos e ficou de fora da semi-final do Metropolitano 2008.

Apesar das derrotas anteriores, contra Dom Pedro e Unaí, o Ceilândia chegou diante do Brazlândia, em casa, precisando apenas da vitória. Não deu. O Brazlândia venceu por 3 x 1.

Os gols aconteceram todos no segundo tempo: Dida, Hudson e Alan fizeram para o Brazlândia ao passo que Iuri fez o gol do Ceilândia.

Juniores é surpreendido: 0x1 Dom Pedro

O time de juniores do Ceilândia perdeu uma grande oportunidade de se firmar entre os primeiros colocados do Metropolitano 2008. Jogando na tarde desse sábado, no Abadião, o Gato perdeu para o Dom Pedro por 1 x 0. Apesar do resultado desfavorável, o CEC permanece na zona de classificação.

Para quem assistiu o jogo ficou a impressão de que faltou tranquilidade ao Ceilândia. O Dom Pedro abriu o marcador logo no início da partida e daí em diante o Ceilândia procurou o gol de maneira afobada e revelou aquilo que já se sentiu em jogos passados: o time carece de uma melhor transição da defesa para o ataque. Além do defeito conhecido, restou a impressão de que o time subestimou o Dom Pedro.

As observações anteriores em nada afetam a constatação de que o CEC lutou a partida inteira, mas não conseguiu reverter o placar.

Agora o CEC vai a Unaí enfrentar o time homônimo daquela cidade. A rigor o jogo pode representar a diferença entre classificar-se ou não para a semi-final.

Juniores: CEC atropelou o Gama: 3 x 0

Misael, volante do CeilândiaCeilândia e Gama são clubes irmãos. São os times mais antigos do DF a permanecerem na primeira divisão, os últimos remanescentes da década de 1970. Por essa razão e por viverem problemas de certo modo parecidos, os torcedores do Ceilândia sofrem também com a atual situação do Gama.

Misael em jornada dupla: Destaque nas vitórias pelo juniores e juvenil

Na tarde desse sábado, mais uma prova das dificuldades do outrora bicho-papão do Distrito Federal: com um time formado à s pressas e ainda em formação, além de contar com três juvenis entre titulares, o Gato goleou o adversário no Mané Garrincha por 3 x 0.

A vitória foi construída no primeiro tempo com os gols de Pedro e de Werley. O terceiro gol veio no segundo tempo, numa infelicidade de defesa adversária que jogou contra a própria meta.

O Ceiândia teve Niuri expulso.

O resultado deixa o Ceilândia provisoriamente em terceiro lugar, no aguardo da partida entre Unaí e Esportivo, que será disputada no meio de semana.

No próximo sábado o Ceilândia enfrentará o Dom Pedro, Ã tarde, no Abadião.

Juniores: Deu a lógica

Ceilândia perde oportunidade de golO time de juniores do Ceilândia foi valente, mas no final valeu o melhor futebol do Brasiliense.

Chance perdida: a bola vai parar na trave

Fazendo a sua terceira partida no Metropolitano 2008, o Ceilândia recebeu o Brasiliense na tarde desta quarta-feira, no Abadião, e perdeu para o seu rival por 2 x 1.

O Brasiliense foi melhor na maior parte do tempo. Na verdade o jogo mal começou e o adversário abriu o marcador. O Ceilândia voltou a apresentar dificuldade na transição da defesa para o ataque. Desse modo entregou a iniciativa da partida para o adversário. Apesar do domínio, o Brasiliense também encontrou dificuldade para superar o sistema defensivo do Ceilândia. O resultado desse quadro foi que o primeiro tempo terminou 1 x 0 para o Brasiliense.

No segundo tempo o quadro permaneceu inalterado. O Ceilândia até que conseguia se aproximar do gol do adversário, mas faltava a qualidade do último passe. Apesar disso, o Ceilândia foi agraciado com um gol , fruto mesmo da disposição de seus atletas que jamais se entregaram: Pedro marcou em jogada individual.CEC1x2Brasiliense

Esse gol de pouco adiantou porque naquele momento o  Brasiliense já vencia por 2 x 0. A vitória do Brasiliense por 2 x 1, até mesmo a dinâmica da partida, teria refletido o estágio de preparação das equipes. Para o Ceilândia ficou a lição de que apenas superação não é suficiente para garantir um bom resultado: é preciso trabalhar mais e mais.

O Ceilândia voltará a campo no próximo Sábado, Ã s 15h30, no Mané Garrincha, quando enfrentará o Gama.

Demais resultados: Brazlândia 3 x 0 Gama, Esportivo 2 x 1 Dom Pedro, Legião 4 x 1 Unaí.

Classificação conforme a FBF:

COLOCAÃ?Ã?O JUNIORES ANO 2008

PG

J

V

E

D

PG

GC

Saldo

1º

BRASILIENSE FUTEBOL CLUBE

09

03

03

00

00

12

03

09

2º

LEGIÃ?O FUTEBOL CLUBE

09

03

03

00

00

08

03

05

3º

SOCIEDADE E. UNAI/ITAPUÃ?

06

03

02

00

01

03

04

-1

4º

SOCIEDADEÂ E. BRAZLÃ?NDIA

04

03

01

01

01

05

03

02

5º

CEILÃ?NDIA ESPORTE CLUBE

03

03

01

00

02

07

07

00

6º

CLUBE ESPORTIVO GUARÁ

03

03

01

00

02

04

11

-7

7º

ESPORTE C DOM PEDRO II

01

03

00

01

02

05

08

-3

8º

SOCIEDADE E. DO GAMA

00

03

00

00

03

00

05

-5

Juniores: Ceilândia espanta problemas e vence Esportivo

Juniores: CEC vence Esportivo no AbadiãoO Ceilândia, que já fizera uma boa partida diante do Legião, apesar de montado na última hora, venceu o seu primeiro jogo no Campeonato Metropolitano 2008. O Gato bateu o Esportivo Guará por 4 x 2.

Antes da partida o Ceilândia se viu sem poder contar com 4 titulares, por essa razão o técnico Paulo Evaristo teve que substituí-los por juvenis.

Não foi um jogo bom de se ver. O Ceilândia logo demonstrou que é um time em formação. Apesar de ser um time bem distribuído em campo, notava-se a falta de articulação entre os setores. De maneira geral, as jogadas de ataque nasciam diretamente da defesa, com pouca participação dos homens de meio. Apesar do desentrosamento o Ceilândia era melhor que o Esportivo, mas o primeiro gol veio de um lance fortúito: no longo lançamento, o goleiro do Esportivo se atrapalhou e Reinaldo tocou para o gol.

Não deu para comemorar. Numa bobeira da defesa, o Esportivo logo empatou. Depois do empate o Ceilândia retomou as rédeas da partida e construiu o placar até os 25 minutosReinaldo comemora o primeiro gol do CEC do segundo tempo: Felipe, zagueiro, fez 2×1; Reinaldo, de falta, fez 3 x 1 e Vitor, de cabeça, Â fez 4 x 1. Nos minutos finais o CEC, que jogou a partida inteira com dois juvenis entre os titulares, contava com quatro juvenis. Disto o Esportivo se aproveitou para diminuir o placar.

Reinaldo, no centro, comemora o primeiro gol do CEC

O técnico Paulo Evaristo entendeu que o importante foi a vitória, mas fez ressalva com relação a atuação da equipe. Paulo afirmou ao SiteCEC que o time ainda precisa evoluir e que a vitória dá chance do Ceilândia de entrar na briga por uma vaga nas semi-finais.

Na previsão da Comissão Técnica, é possível que o Ceilândia ainda se reforce para a competição. A próxima partida do Ceilândia será contra o Brasiliense, à s 15h30, no Abadião. O Brasiliense é apontado por todos como o melhor time da competição e, diante de um CEC que há pouco iniciou os trabalhos, é franco favorito.

Ceilândia perde para o Sorriso

No modesto plano da comissão, o CEC voltaria de São Paulo com no mínimo 3 pontos. Nem isso conseguiu. Foram três derrotas.A última, nesse sábado, foi diante do Sorriso de Mato Grosso.

O time matogrossense marcou primeiro com Juliano, aos 23 minutos da etapa inicial. Na volta do intervalo, ampliou a vantagem com o meio-campista Coquinho. O CEC diminuiu com Betson cobrando pênalti, aos 26 minutos da etapa complementar.

No final da partida Luciano, que havia entrado no lugar de Du, fez o terceiro do Sorriso, aos 41 minutos, fechando a contagem.

Ficha técnica:

Ceilândia-DF – 1
Erick Gustavo; Erick Borba, Cássio, Ícaro e Bruno; Laerte, Betson (Gutierrez), Niuri (Victor) e Tiago; Erick Boleli e Gutemberg. Técnico: Ricardo Silva.

Sorriso-MT – 3
Negão; Du (Lucian), Leandro, Juliano e Juninho; Tiago Vinícius, Coquinho, Diego Rocha e André; Jeison (Gustavo) e Léo Bahia (Cremosinho). Técnico: Leonor Picolli.

Gols: Juliano aos 23 minutos do 1º tempo. Coquinho aos 23, Betson (pênalti) aos 26 e Lucian aos 36 minutos do 2º tempo. Árbitra: Regildenia de Holanda Moura. Expulsão: Bruno e André. Local: estádio Teixeirão, em Rio Preto, ontem à tarde.

Copa São Paulo: Ceilândia sem chance

20080108cec0x1america.jpgO Ceilândia fez uma partida sem inspiração e perdeu para o América-SP nessa terça-feira por 1 x 0.No primeiro tempo o América-SP dominou a partida completamente e perdeu seguidas oportunidades. O gol somente veio aos 32 da etapa inicial quando Cezinha chutou forte e Eric não conseguiu defender.

No segundo tempo o CEC voltou melhor e equilibrou as ações, mas o jogo continuou ruim. Nessa etapa ao menos o América deixou de ameaçar o gol do CEC.

No final da partida o Gato até teve chances para empatar e pode reclamar de ao menos uma situação em que poderia ter sido beneficiado por um pênalti. Se não teve o pênalti marcado, o CEC teve um jogador expulso: Uillian, por colocar a mão na bola.

Com o resultado o CEC não tem mais chances de classificação.