Categoria: Feminino

Ceilândia pronto para a estréia no Candangão Feminino 2020


O Ceilândia fez na noite desta segunda-feira o treino-apronto para estréia de amanhã, 15h, contra o Gama, na estreia do Candangão Feminino 2020.

A partida assume especial importância  para o Ceilândia particularmente porque enfrentará os seus mais diretos adversários fora de casa. Para o jogo desta quarta, o técnico Ailton Roriz poderá contar com 23 atletas já registradas.

O elenco até o momento registrado conta com média de idade de 23 anos. As mais jovens do elenco são Sabrina, 16, Luana e Yasmin, 17, e Ketley 18. As mais experientes são Kaka, Wanessa, Priscila e Tuane, todas acima de 30. No total, 12 atletas contam entre 20 e 23 anos de idade.

Neste Dia

Há exato um ano, o Ceilândia enfrentava o Minas pela fase de classificação do Candangão Feminino 2020. Jogo equilibrado, bem disputado, mas o Minas foi  mais consistente e venceu por 2×0. Você revê esse jogo clicando aqui.

Defesa do Ceilândia foi muito exigida. Consistência defensiva tem sido a chave até o momento

Mais uma vez! Tabela pressiona o Ceilândia.

Não é de hoje que a tabela do Candangão,  por coincidência ou não, complica a vida do Ceilândia. Uma coisa é você entrar no campeonato com recursos suficientes para montar um bom time. Ainda nessas condições, a tabela pode trazer algumas dificuldades se não estiver equilibrada.

Tabela do profissional fez o Ceilândia disputar 3 dos seus 4 últimos jogos fora de casa.

Isso se torna ainda mais difícil quando você entra na competição sabendo que luta pela honra e não pelo título. Nessas condições, a tabela tem especial importância.

Defesa do Ceilândia foi muito exigida. Consistência defensiva tem sido a chave até o momento
Feminino estreia contra o Gama, fora de casa: decisão no primeiro jogo!

Apenas para recordar: No profissional, em 2020,  o Ceilândia garantiu que participaria na última hora. Sabia antecipadamente que lutaria contra o rebaixamento e no máximo pela 8a vaga. A tabela presenteou o Ceilândia de com  3 jogos fora de casa nas ultimas 4 rodadas

Jogo contra o Paranoá também será fora de casa

A tabela que complicou a vida alvinegra, também compliará a vida do time feminino. Para começar, o Ceilândia fará 3  dos seus 5 jogos fora de casa. 

Diferente de 2019, o Ceilândia não está no mesmo nível do Real em 2020.

Para complicar, o Ceilândia jogará contra os seus 2 adversários diretos, Gama e Paranoá, fora de casa. Sim, Minas, Real e Cresspom teoricamente estão noutro nível. Isso transforma a estreia do Ceilândia numa verdadeira decisão.

Em 2019, Ceilândia e Cresspom empataram sem gols. 

Já o Gama fará os jogos contra Ceilândia e Paranoá dentro de casa. O Paranoá recebe o Ceilândia. 

Thamirys faz gol da vitória do Ceilândia sobre o Minas em 2019.  Em 2020, muito trabalho.

Se quiser ir adiante na competição, o Gato Preto terá que conquistar um lugar na semifinais fora de casa.

Feminino: Ceilândia vence América-RJ, 1×0

O novo elenco do Ceilândia para 2020. Ainda faltam algumas peças.

O time feminino adulto do Ceilândia venceu o América-RJ no primeiro jogo de preparação para o Candangão 2020.

Ex-árbitro da FFDF, Renato Accioly apitou o encontro. Reencontro com o Ceilândia.

Debaixo de um sol escaldante, o alvinegro não foi brilhante, mas mostrou muita disposição e jogou o suficiente para vencer o seu adversário por 1 x 0, gol de Sabrina aos 45 do segundo tempo.

Em meio a muitas caras novas, Herika, no centro, foi um dos destaques do time.

O jogo em si mesmo foi muito equilibrado e um empate traduziria melhor o futebol apresentado pelas duas equipes.

Curitiba é uma das remanescentes de 2019.

O Ceilândia começou a sua preparação há pouco tempo. Até por isso, o time mostrou algumas deficiências que precisarão ser corrigidas para o Candangão, mas mostrou algo importante se quiser fazer boa campanha em 2020: o time mostrou muita disposição.  Não faltou raça.

O jogo foi disputado essencialmente de intermediária a intermediária, com as defesas levando vantagem sobre os ataques. As goleiras pouco trabalharam e, a rigor, nenhum time criou situação clara de gol.

Yara estreou neste domingo.

Quis o destino que, no apagar das luzes, um chute despretensioso de Sabrina levasse o Gato Preto à vitória. Melhor assim. O Ceilândia mostrou algumas boas novas peças, mas o time pareceu depender muito de Herika. No geral, a falta de entrosamento também foi sentida.

Jogo foi muito equilibrado. Ceilândia foi mais eficiente.

No próximo final de semana, o time principal enfrentará o Real. Será um jogo mais complicado, mas o técnico Ailton Roriz terá uma semana a mais de trabalho. O Ceilândia começou com Valéria, Curitiba, Luana, Laine e Thaíne. Yara, Kaka, Herika e Bruna. Alessandra e Suyane.

FEMININO SUB-18

Sub18 também fez sua estréia. Time mostrou bons valores, mas falta de ritmo pesou.

No primeiro jogo do dia, a equipe sub16 do Ceilândia, reforçada por alguns jogadores sub-18, perdeu para o sub18 do América-RJ por 4 x 0 (Beatriz (3) e Camilly Tanque).

Nova geração mostrou talento, mas faltou força.

O sub18 também sentiu a falta de rítmo. Começou melhor, mas aos poucos o América-RJ foi assumindo o controle do jogo.

Sub18 começou melhor nos primeiros 10 minutos. América-RJ foi superior o jogo quase todo.

 Os gols foram sainda naturalmente, com especial destaque para os gols de falta da meiocampista Beatriz.

Sub18 começou a temporada perdendo

O sub18 começou com Letícia, Erika, Iasmin, Vitória, e Geovana; Marcela, Bruna, Cecília e  Alice; Iza e Marta.

JUNIORES
A FFDF confirmou que o Ceilândia, campeão de 2018, não disputará os Juniores 2020.
A notícia de algum modo já era esperada, mas coloca uma enorme dúvida sobre o futuro do time profissional para 2021.

Feminino começa caminhada em 2020

Time feminino se apresenta para temporada 2020

O time feminino do Ceilândia apresentou-se no Estádio Regional de Ceilândia no último domingo para dar início à preparação para o Candangão 2020.

Diferente de 2019, o Ceilândia terá uma equipe caseira em 2020. O técnico será Ailton Roriz, que faz bom trabalho nas categorias de base, no fut7 e futebol de salão. 

Moacir Junior deu boas vindas às atletas.

O time foi recepcionado por Moacir Junior, presidente do Instituto Mover da Vida que administra o futebol feminino do Gato Preto. 

Ailton Roriz dirigirá a equipe

No discurso, Moacir falou das dificuldades enfrentadas para dar ao time condições mínimas de trabalho e da esperança de uma boa campanha. O Ceilândia Feminino terá o apoio da Administração Regional de Ceilândia.

Atletas começaram a trabalhar já no domingo.

O elenco alvinegro é composto de muitas jogadoras novas, mas também algumas jogadoras experimentadas com a goleira Valéria, a defensora Paraná e as meiocampistas Helora e Kaká.

Nome
Helora
Ligas
Feminino
Temporadas
2019, 2020
Nascimento
26 de agosto de 2000
Idade
20
Nome
Valéria
Posição
Goleiro
Ligas
Feminino
Temporadas
2018, 2019, 2020
Nascimento
4 de julho de 1997
Idade
23
Nome
Priscila
Ligas
Feminino
Temporadas
2019, 2020
Nascimento
27 de fevereiro de 1987
Idade
33

 

Ceilândia derrota Minas, mas cai na semifinal

Bruninha foi uma peça importante no campeonato.

O Ceilândia venceu o Minas na tarde deste domingo, no campo do adversário,  mas está fora do Candangão Feminino 2019. A vitória por 2 x 1, repete o placar do jogo de ida e por ter melhor campanha, o Minas se classificou para decidir contra o Real.

Thamirys sobe para fazer um belo gol

O jogo começou como na semana passada. Jogo equilibrado com o Ceilândia tomando a iniciativa. Logo aos 4 minutos o Gato Preto fez 1 x 0 num belo gol de cabeça de Thamirys.

Tamires sobe para cabecear sob os olhos atentos de Joice, Melissa e Tatiane: defesa esteve bem

O jogo permaneceu equilibrado, com as defesas levando vantagem sobre os ataques. A rigor cada time teve uma chance a mais no primeiro tempo, mas as duas excelentes goleiras não tiveram dificuldades.

Eliane fez um belo campeonato

Veio o segundo tempo e o jogo continuou na mesma toada. Era uma partida extremamente disputada. O Minas era melhor, mas não conseguia entrar na área do Ceilândia. Os ataques limitavam-se a chutas de longa distância. 

No jogo mais importante, Rafinha teve sua melhor atuação

O jogo seguia truncado.  Karen fez belíssima defesa e impediu o empate em chute por cobertura. A pontaria do Ceilândia não era tão boa. Katyelle matou no peito dentro da grande área e bateu para o gol, mas a bola saiu sem direção. 

Com as dificuldades, Minas partiu para a intimidação. Ceilândia não cedeu

Houve um momento do jogo que parecia uma partida suicida. O Ceilândia atacava em bloco, deixava um grande espaço entre o ataque e a defesa. A bola voltava rápido com o Minas repetindo os mesmos erros do Ceilândia. Era uma partida emocional. Os ânimos por vezes se exaltavam.

Katyelle termina como artilheira do Ceilândia na competição

Aos 41 o Minas empatou num cruzamento em que a bola foi morrer no fundo  das redes. O tipo de falta que originou o gol foi alvo de muitas reclamações alvinegras. O mesmo tipo de falta não era marcada a favor do Ceilândia.

Thamirys fez gol nos dois jogos decisivos

O Minas se deixou enganar por esse tipo de falta na qual a adversária desistia da jogada e se lançava ao chão. A verdade é que esse tipo de falta servia para irritar o Ceilândia, mas impedia que o jogo do Minas fluísse. Ao optar por picotar o jogo, o Minas também deixou de jogar.  

Wanessa voltou ao time ao lado de Lauana: equilíbrio importante

Não tardou muito e o Ceilândia fez o segundo. Lançamento em profundidade para Fernanda que entrou cara a cara com a goleira e fez 2×1 para o Gato Preto.

Karen foi um grande destaque do Ceilândia e da competição.

Faltava pouco tempo. O Ceilândia foi todo ao ataque na base da vontade. Pressionou nos minutos finais, mas o gol da classificação não veio.

 

Semifinal Feminino: Minas segura o Ceilândia – 2×1

Thauane estreou e voltou a sentir o joelho. Sorte que parece ser menos grave

Nada mudou par ao Ceilândia: já era difícil. Continua difícil. A diferença é que ontem o time mostrou qualidade. O resto fica por conta do futebol.

Melissa voltou a fazer boa partida.

No primeiro jogo das semifinais do Candangão Feminino 2019, o Ceilândia começou tomando a iniciativa do jogo. Era um Ceilândia diferente do que se vira no campeonato. Uma boa transição da defesa para o ataque era contida pela boa defesa do Minas.

Karen foi bem quando exigida. Nada pode fazer nos gols.

O Ceilândia ainda era melhor quando o Minas foi ao ataque pela primeira vez. No cruzamento na esquerda de defesa do Ceilândia a bola cruza a área e encontra Juliana livre: Minas 1 x 0.

Bruna correu muito, como sempre. Sofreu com a forte marcação.

O Ceilândia sentiu o gol.  O Minas passou a ter a iniciativa do jogo. Tal qual ocorrera com o Ceilândia, as iniciativas do adversários eram contidas pela defesa do Ceilândia. Karen não trabalhou.

Nos minutos finais do primeiro tempo, os times trocavam ataques de intermediária a intermediária. Thamirys dava trabalho à defesa do Minas e empatou o jogo aos 41: 1 x 1. Em seguida, em novo ataque do Ceilândia, Thamirys foi covardemente agredida por uma defensora do Minas.

Ceilândia comemora o gol de empate.

Veio o segundo tempo e logo no primeiro lance o árbitro Pedro Copatt viu um penalti a favor do Minas. Pênalti daqueles que o árbitro brasileiro marca, no qual o atacante, na iminência da disputa de bola, se joga. Não houve toque… mas os árbitros brasileiros marcam. Hulk fez Minas 2 x 1.

Thamirys foi agredida logo depois do gol.

Precisando do empate, o Ceilândia foi ao ataque. O Minas, com espaço, rondou a área alvinegra e obrigou Karen a trabalhar. Eliane perdeu a melhor chance do empate. O Ceilândia foi sempre contido na intermediária. Teve o domínio nos minutos finais, mas não conseguiu chance clara de gol. 

Tamires foi um dos destaques do jogo

No final e para além de eventuais queixas contra a arbitragem, ficou a sensação que o Ceilândia fez o seu melhor jogo no campeonato, mas ainda há uma sutil mas importante diferença a favor do Minas. O Gato Preto tem uma semana de trabalho pela frente para reverter.

Ceilândia é goleado pelo Real e enfrenta Minas nas semis

 

Real faz o quinto gol: goleada para esquecer.

Há dias em que todo o planejamento sai errado. Um desses dias foi ontem. Jogando no Serejão contra o Real o Ceilândia viveu um daqueles dias em que nada dá certo. O sistema de jogo não encaixou, o campo não ajudava e tudo que tinha para dar errado deu errado. 

Eliane foi um dos poucos destaques alvinegros na partida.

O jogo nem bem começou e já se sabia que havia algo errado. Todo o planejamento da semana caiu por terra nos primeiros toques de bola. O  Ceilândia optara por esperar a iniciativa do Real e, para piorar, o esquema tático do Ceilândia não se encaixava no jogo proposto pelo Real. 

Fernanda entrou, mas não era dia de Ceilândia

O jogo evoluía como a queda de peças de dominós. Primeiro as atacantes Katyelle, Sâmila e Thamyris assoberbadas de tarefas na marcação da zaga central, das laterais e na ajuda à sacrificada Bruninha, isolada no enganche… depois Thamires… depois Melissa … até explodir na defesa composta por Rafa, Eliane, Tatiane e Lauren que bravamente continham os ataques do Real.

Melissa pouco apareceu num dia em que o time não funcionou defensivamente do meio para o ataque.

O castigo não demorou. Dani Silva fez Real 1×0 nos primeiros movimentos do jogo. Ela mesma ampliou aos 22.  O Ceilândia tentou reagir, mas parecia não ter força. 

Thamyris assim como  Katyelle e Sâmila: sobrecarregadas de tarefas ofensiva e defensivas num esquema que não funcionou.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia voltou mais na base da força que do futebol. Era o mínimo que se esperava. O problema é que é preciso muito mais que força para vencer um jogo de futebol. O Gato Preto até diminuiu com Katyelle cobrando pênalti, mas logo em seguida perdeu a estrutura de jogo e o Real construiu facilmente o marcador de 5 x 1 com Amanda (2) e Maiara.

Lauren mostrou disposição, mas precisa de ritmo de Jogo. Tatiane mostrou o padrão de sempre.

O jogo deixou um gosto amargo na boca do torcedor alvinegro. Nunca faltou disposição, o problema é que ontem o sistema de jogo não encaixou. Parecia demasiado complexo entregando múltiplas e variadas tarefas a diversos jogadores. 

Sâmila a exemplo de Katyelle e Thamyris sofreu com as variadas funções.

Com a derrota o Ceilândia termina a fase de classificação em terceiro lugar. Nada está perdido. O time mostrou que tem coração. Talento todos sabem que tem.

Katyelle correu muito. O time tinha um problema no meio que repercutia no ataque ou o inverso?

Ontem foi um daqueles dias de esquecer. Um dia daqueles em que a gente complica algo que deve ser simples e direto e, por vezes, paga o preço. 

Uma imagem vale por palavras: 5 do Real contra 1 do Ceilândia

No próximo final de semana começam as semifinais. O Ceilândia tem o desafio de passar pelo atual campeão candango. Não pode dar ao resultado de ontem senão o valor que tem: o Ceilândia é bom, pode ser campeão, mas precisa vencer dentro e fora de campo. Só precisa jogar o que sabe.

Feminino: Ceilândia esta na semifinal após vencer Santa Maria

Karen pouco trabalhou e, nas vezes que foi exigida, foi bem.

Um problema no transporte fez com que o bom time do Santa Maria chegasse atrasado para partida deste sábado. Quando o jogo começou, o Ceilândia percebeu que os recentes resultados alcançados comprovavam a evolução de seu adversário. Foi um excelente teste para o alvinegro antes da sequência de jogos decisivos.

Thamirys fez a sua estreia. Mostrou que pode ser útil

O Ceilândia mostrou um futebol melhor. Melissa e Bruna ditavam o rítmo do meio campo. O time evoluia pelos lados com a bola no chão. O time evitava as bolas longas que tanto prejuízo causaram no jogo contra o Minas. 

Joice também fez sua estreia: time se reforça

Apesar do domínio territorial, o Ceilândia não conseguia entrar na área defendida pelo Santa Maria. Sâmila deslocada para a esquerda, dava trabalho à defensiva adversária. Katyelle movimentava-se livremente, mas o Ceilândia não conseguia entrar na área defendida pelo Santa Maria. Thamyris, que fazia a sua estreia, sentiu a dificuldade do time e tentava buscar a bola nas laterais. 

Rafa talvez tenha feito a sua atuação mais equilibrada

Thamyris e Joyce faziam as suas estreias. Obviamente ainda não estão em ritmo de competição. Thamyris foi muito útil no pivô e Bruninha, Melissa e Katyelle tiveram seguidas oportunidades de bater de fora da área. 

Foi assim, em chutes de fora da área que o Ceilândia fez os gols no primeiro tempo. Bruna fez o primeiro, aos 14, e Katyelle fez o segundo, aos 25.

Bruninha fez um excelente primeiro tempo. Muito disto se deve à aproximação de Melissa

Veio o segundo empo e o Ceilândia mudou. Silvania e Priscila entraram nos lugares de Joyce e Rafa (que tinha cartão amarelo). O Ceilândia fez 3×0 aos 10 do segundo tempo em belo cabeceio de Katyelle, após cruzamento de Tálita. 

Depois do terceiro gol o Ceilândia caiu de produção. Karen pouco trabalhou e nas vezes que foi exigida mostrou que porque um grande time começa com um grande goleiro.

Melissa tem o desafio de manter o nível de atuação na reta final

Ao apagar das luzes, Silvania e Fernanda trabalharam pela direita e a primeira fez Ceilândia 4 x 0.

Com o resultado, o Ceilândia garante a classificação nas semifinais. Agora pensar no Real.

 

Ceilândia, Cresspom e Real: triangular define posições

Fernanda, a esquerda e ao lado de Melissa. Atacante sofreu com a falta de aproximação

O Ceilândia foi derrotado pelo Minas no último final de semana.  Com o resultado, o Minas praticamente se garante na primeira colocação geral. A briga que resta agora é em relação ao segundo lugar. 

Sâmila entrou no segundo tempo. Encontrou os mesmo problemas e teve que buscar

Ceilândia, Cresspom e Real disputam um triangular nas próximas semanas. Na próxima rodada, Cresspom enfrenta o Real. Um vai e outro fica. Na última rodada é a vez do Ceilândia enfrentar o Real. O mata-mata já começou.

Katyelle passou em branco. Voltava muito para buscar a bola

Enquanto isso, o resultado o último final de semana ainda repercute no mundo do futebol. De maneira geral, todos ressaltaram que se tratam de estágios diferentes de trabalho, mas também esperavam mais do Ceilândia.

Eliane começou os melhores ataques, sempre pela esquerda

O CeilândiaEC torcedor quis entender, afinal o Gato Preto mostrou que tem bons valores individuais, mas teria pecado como equipe.  

Rafa lutou muito, quase fez um gol, mas o meio de campo não funcionou como esperado

A maior parte das críticas ao Ceilândia estavam no fato de que havia um grande espaço entre as linhas defensivas e ofensivas do Gato Preto. Isso teria forçado Katyelle a voltar para buscar o jogo e teria isolado Fernanda no ataque. 

Karen impressionou pelas grandes defesa: um grande time começa por um grande goleiro

Além disso, o Ceilândia não conseguia evoluir pela direita.  Entendeu-se que a idéia do técnico Pablo Rizza, ao colocar Rafa, Bruninha, Katyelle e Fernanda era dificultar a saída de bola do Minas. A idéia funcionou e, de fato, o Minas teve dificuldade para sair jogando.

Bruninha foi muito marcada. Precisa de ajuda na transição porque será sempre bem marcada

O problema é que o Ceilândia ficou dividido e com isso a transição somente era possível com bolas longas.  O Ceilândia deixou o seu futebol de toque, aproximação e força para ficar apenas com a força. Na avaliação dos colegas entrevistados, o Ceilândia veio melhor no segundo tempo,  principalmente pelo lado esquerdo de jogo. O  problema é que, quando estava melhor, tomou o primeiro gol.  

A verdade é que o Ceilândia tem espaço para melhorar. Tem excelentes valores e tudo é uma questão de acertar pequenos detalhes. 

 

 

Sem falsas ilusões: Minas 2 x 0 Ceilândia

Melissa foi peça importante. Nesse lance sofreu falta não marca pelo árbitro que quase resultou em gol do Minas

O Ceilândia foi derrotado pelo Minas no encerramento da 5a rodada do Candangão Feminino 2019 por 2×0. Por mais que o Ceilândia tenha tido momentos em que foi melhor que o seu adversário, a verdade é que o Minas, como já se esperava,  foi mais consistente durante o jogo e mereceu o resultado.

Tálita foi improvisada na direita.

A avaliação fora de campo era de que o resultado refletiu o estágio de maturação dos trabalhos. O Ceilândia foi valente, mostrou bons valores individuais, mas não funcionou como equipe, ao menos como se esperava. 

Karen fez ao menos dois milagres

O Ceilândia começou melhor que o Minas. Aproveitando jogadas trabalhadas pelas laterais, o Gato Preto rondou a meta adversária, mas sem criar situações claras de gol.

Tatiane mais uma vez segura.

O Minas equilibrou a partida e o Ceilândia perdeu a estrutura de seu jogo. Passou a jogar com ligações diretas e abusou dos chutões na saida de bola. Melhor em campo, o Minas poderia ter aberto o marcador, mas Karen fez um milagre e impediu. No final do primeiro tempo, numa jogada despretensiosa, o Minas ainda acertou o travessão.

O Minas contou com uma arbitragem complacente, mas não foi por isso que venceu. Venceu porque foi melhor.

O Ceilândia veio para o segundo tempo buscando avançar com a bola no chão. O Gato Preto foi melhor até por volta dos 12 minutos. Chegou a obrigar a boa goleira adversária a duas boas defesas, coisa que não havia conseguido no primeiro tempo.

Bruninha arrisca de fora e obriga a goleira adversária a fazer grande defesa

O futebol tem lá os seus caprichos. No melhor momento do Ceilândia e na primeira subida do Minas no segundo tempo, o adversário fez 1 x 0. O Ceilândia se perdeu em campo e o Minas fez 2×0 logo depois.

Sâmila entrou no segundo tempo. Lutou, lutou…mas o gol não veio

O Ceilândia foi para a frente na base da valentia. O Ceilândia foi um time valente. Obrigou a goleira adversária fazer ao menos duas boas defesas, ora com Bruninha, ora com Rafa e mesmo no cabeceio de Melissa.

Katyelle ficou presa na marcação. Sofreu falta violentíssima na sequencia deste lance.

Não deu. O Ceilândia mostrou que o seu jogo ainda não está maduro. Precisava de uma lição e a teve. Agora, preparar para lutar pela melhor colocação possível nessa primeira fase. Para isso, precisa de calma e de vitórias contra Santa Maria e Real.

 

 

Feminino: Ceilândia goleia Paranoá

Karen não teve trabalho durante o jogo.

O Ceilândia entrou pressionado contra o Paranoá na tarde deste sábado, na Cidade do Gato. O alvinegro precisava vencer por larga por uma descomunal diferença de gols contra um adversário que engatinha no futebol feminino. 

O Ceilândia de Melissa teve quatro jogos para se preparar. Agora começa a reta final do Candangão 2019.

Pressionado pela necessidade de golear por dezenas de gols, o Ceilândia entrou em campo nervoso, apressado. Não foi um jogo bonito de se ver. Não por culpa do Ceilândia, mas muito mais pelas circunstâncias do jogo. O resultado final foi de 21×0. Verdade seja dita: os dois times possuem estágios muito diferentes de preparação. 

Rafa não teve trabalho na defesa. Lançou-se ao ataque e fez um gol

O Gato Preto foi todo ao ataque. Manteve alguma estrutura de jogo, mas à medida que o tempo foi passando a estrutura de jogo passou a ser apenas um detalhe. O Ceilândia sabia que era mais forte físico e tecnicamente. Usou da força para ir fazendo os gols. 

Tatiane acabou deslocada para o ataque: 3 gols no jogo

Por óbvio que sempre se espera que o time vença como resultado muito mais da sua estrutura de jogo do que como consequencia da força física, da disposição e da técnica. O Ceilândia não tem culpa! Fez o que deveria fazer.

Tatiane fez 6 gols, mas perdeu este: na trave!

No final, Bruninha fez aos 7 e aos 20 do primeiro tempo. Fez também aos 8 do segundo tempo. Herika fez aos 13 e aos 25 do primeiro tempo. Tatiane fez aos 24 do primeiro, aos 4 e aos 17 do segundo tempo. Melissa fez aos 30 e 34 do primeiro e também aos 9 e 19 do segundo tempo. 

Katyelle fez todos os seus gols no segundo tempo: aos 1, 6, 15, 17, 28 e 39. Helora fez o seu gol aos 2 do segundo tempo. Rafa fez aos 27 e Bia deu números definitivos aos 43 do segundo tempo.

No próximo final de semana o Ceilândia enfrenta o Minas: um adversário de mesmo nível

Após o jogo o CeilandiaEC Torcedor conversou com o treinador Pablo Rizza. O técnico estava contente com a vitória, mas anotou que o Ceilândia precisa corrigir os seus erros se quiser ser campeão.

Na próxima semana o Gato Preto enfrenta o Minas. A  competição entra na reta final. Daqui para a frente serão sempre jogos decisivos.

 

 

Feminino: Ceilândia goleia Brazlândia por 5 x 0

Silvania começou jogando contra o Brazlândia

O Ceilândia sabia que seria um jogo complicado. O jovem time do Brazlândia/Minas era um adversário traiçoeiro. Todos sabem que o adversário é jovem, mas poucos falam que é um time forte. Inexperiente, mas forte.

Tatiane controla a jogada. Tamires e Eliane observam: consistente defensivamente

O Gato Preto levou o jogo a sério. Tomou a iniciativa do jogo, como deveria ser, mas não se afobou. Na verdade o Ceilândia fez o que deveria fazer: controlou o seu adversário, não lhe deu chances e ganhou o jogo.

Ceilândia comemora o gol de Melissa: 1×0

O primeiro gol surgiu aos 33  do primeiro tempo. Rafaela cobrou falta pela direita, a bola passou por Katyelle, mas não passou por Melissa que de cabeça fez Ceilândia 1 x 0.

Eliane “Da Roça” foi muito importante nos minutos finais.

O Gato Preto continuou melhor, consistentemente melhor. Karen não trabalhou. 

Tamires: mais uma vez importante

Veio o segundo tempo e o Gato Preto manteve a iniciativa do jogo, mas esbarrava na última linha defensiva do Brazlândia. A torcida começava a se inquietar porque o segundo gol não vinha. 

Katyelle sofre o pênalti. Gol e substituição.

O técnico Pablo Rizza deu novo fôlego ao time colocando Priscila e Helora. Logo em seguida, Katyelle sofreu pênalti aos 33 do segundo tempo. Ela própria bateu o pênalti, saiu para comemorar e deixou o campo de jogo em razão da forte pancada. Raquel entrou em seu lugar.

Sâmila fez sua melhor apresentação: muito trabalho para a defesa adversária e presenteada com um gol

Depois disso os gols foram saindo naturalmente. Bruna fez o terceiro logo aos 34. Pablo Rizza colocou Lauana, Tálita e Bia. Sâmila, que dava muito trabalho à defesa do Brazlândia fez o quarto aos 41. Helora fez o quinto e último gol aos 45 do segundo tempo.

Helora faz o 5o gol do Ceilândia.

Não é novidade que o jogo trazia muita responsabilidade para o Ceilândia. O time venceu, mas sabe que no fundo no fundo o Candangão 2019 tem quatro times que estão um pouco à frente dos demais. O campeonato chega à sua metade e agora será a hora de separar as crianças dos adultos.

Feminino: Ceilândia não sai do zero contra Cresspom

Melissa, Natalia, Lauana e Tamires: muralha alvinegra

Ceilândia e Cresspom enfrentaram-se pela segunda rodada do Candangão Feminino 2019 na tarde desse domingo na Cidade do Gato. Como se previa, foi um jogo muito intenso e disputado. Uma grande partida de futebol. O resultado final foi justo.

Lauana é peça importante no esquema alvinegro. Cedeu espaço para Silvania com recuo de Melissa.

O Cresspom começou tomando a iniciativa do jogo. O Ceilândia sofria para sair jogando. O Cresspom marcava bem. Bruninha, Katielle e Sâmila estavam presas nas marcações individuais. Sobrava ao Ceilândia sair jogando com a bola dominada. O Cresspom ainda tinha um truque: subia a marcação e dificultava a saída de bola.

Karen teve pouco trabalho. Quando foi exigida, esteve segura.

O tempo foi passando e aos poucos o Ceilândia foi conseguindo espaços. Conseguiu respirar um pouco. O jogo ficou intenso. Os times trocavam ataques, mas as defesas de ambos os lados estavam impecáveis. 

Silvania entrou no segundo tempo. Ceilândia precisa melhorar a transição pelo meio.

Veio o segundo tempo e o panorama da partida não mudou. Jogo muito equilibrado. O Ceilândia conseguia incomodar o adversário pelas laterais. 

Tatiane fez uma partida quase perfeita.

No final o resultado foi justo. O Ceilândia ainda ajusta algumas peças. A transição pelo meio foi um problema na maior parte do jogo. Mérito da marcação do Cresspom, mas o Gato Preto mostrou que faltam apenas pequenos detalhes para que o time ganhe corpo.

Bruninha lutou muito. A marcação do Cresspom era forte

No próximo final de semana o Ceilândia enfrenta o Brazlândia, no Chapadinha, às 10h.

Feminino 2019

PosClubeJVEDGPGCSPts
187104834522
286207246820
384223562914
484134193213

Ceilândia goleia na estreia do Feminino 2019: 9 x 0

Ceilândia entra em campo: time muito diferente de 2018

O Ceilândia estreou no Candangão Feminino 2019 na tarde deste domingo vencendo  o Arraias/Estrelinha pelo placar de 9 x 0.

Bruninha comemora o primeiro gol com a camisa alvinegra com o técnico Pablo Rizza e com o banco

O time alvinegro assumiu as ações desde os primeiros momentos do jogo. O Estrelinha opôs alguma resistência nos primeiros 20 minutos. Depois, o Ceilândia fez valer a sua melhor forma físico-técnica e os gols foram saindo naturalmente.

Herika fez o segundo: bom para ganhar confiança

Bruninha abriu o marcador aos 11 do primeiro tempo. Aos poucos a resistência do Estrelinha foi sendo vencida. A goleira adversária fez seguidas defesas até que Herika, aos 42, fez Ceilândia 2 x 0. Um minuto depois, Bruninha fez Ceilândia 3 x 0.

Katyelle e Bruninha foram as artilheiras do dia: 3 e 4 gols respectivamente

Veio o segundo tempo e o Estrelinha deixou de resistir aos ataques do Ceilândia. Os gols foram saindo um após o outro: Bruninha fez 4 x 0.

Pablo Rizza deu oportunidade a quase todo o elenco. Time ganha jogo, elenco ganha campeonato

Katyelle fez três gols na sequência: Ceilândia 7 x 0. Sâmila fez Ceilândia 8×0 e, no finalzinho, Bruninha deu números definitivos ao jogo: Ceilândia 9 x 0 Arraias/Estrelinha.

Tamires e Lauana comandaram o meio de campo.

Os resultados da primeira rodada confirmam o que já se sabia: Ceilândia, Minas, Brazlândia, Real e Cresspom estão um nível acima das demais equipes. O Ceilândia, apesar da fragilidade do adversário, mostrou pontos muito positivos.

Bruninha fechou o marcador: 9×0

O time dá realmente esperança de que possa lutar pelo título, mas terá muito trabalho pela frente. No próximo final de semana terá um teste importante: o Cresspom. O trabalho está apenas começando e será um bom teste.

 

Feminino: Bicampeão da Taça das Favelas!

O jovem time do Ceilândia volta para casa campeão.

Enquanto a equipe principal está cem por cento focada na estréia no Candangão Feminino 2019 de amanhã, 15h30, no Cresspom, contra o Estrelinha, o Gato Preto decidiu neste domingo, na Arena 310, em Samambaia, a Taça das Favelas.

Comissão Técnica começa ano com pé direito

O adversário foi o reforçado Recanto das Emas. Jogo truncado, por vezes ríspidos. O time do Ceilândia soube conter o ímpeto do adversário e, conquanto não tenha sido brilhante, fez o que se deve fazer em uma decisão: vencer.

Lauana comemora o gol do título com Kaká. Peças importantes do time alvinegro.

O gol foi marcado por Lauana, de cabeça, aproveitando rebote de falta cobrada por Suyane no travessão.

Muitos rostos novos. Para uma longa caminhada, um primeiro passo

Com o apito final, muita festa. Um título é sempre muito importante.

Ceilândia comemora. Vencer é bom, mas o Candangão é outro nível

Amanhã começa outra arrancada. O Ceilândia sempre fez bons times, principalmente times bons e jovens. O time deste ano tem muita experiência e sabe que vai ter trabalho, muito trabalho, se quiser quebrar a hegemonia de Minas e Cresspom.