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Andre Nunes: de volta ao Ceilândia três anos depois

André Nunes e Victor Lisboa voltam ao Ceilândia

Baiano tem sido uma referência no Ceilândia: terá dois novos companheiros na equipe
Baiano tem sido uma referência no Ceilândia: terá dois novos companheiros na equipe

O Ceilândia se prepara para a importante partida deste domingo, em Mato Grosso do Sul, contra o Comercial.

Precisando vencer para garantir a primeira colocação do grupo, o Gato Preto terá pela frente um adversário que engrenou tardiamente na competição e que, por isso mesmo, será um enorme desafio para o alvinegro.

Victor Lisboa marcando Chefe em 2015: opção para o meio e para a defesa
Victor Lisboa marcando Chefe em 2015: opção para o meio e para a defesa

Para essa partida, Adelson de Almeida não poderá contar com duas novidades. Pensando na competição, a direção do Ceilândia se mexeu para recompor o elenco e fez duas contratações.

Com a saída de Trevizan, o técnico Adelson de Almeida precisava urgentemente de outro zagueiro. Para compor o elenco, trouxe de volta André Nunes e Victor Lisboa, dois velhos conhecidos da torcida alvinegra.

Andre Nunes: de volta ao Ceilândia três anos depois
Andre Nunes: de volta ao Ceilândia três anos depois

André Nunes é um zagueiro técnico, com bom tempo de bola e uma liderança positiva no grupo. Tem 27 anos e esteve no Ceilândia em 2013. Disputou 13 jogos, com três cartões amarelos.

Já Victor Lisboa tem 23 anos. É volante de jogo simples e chega bem ao ataque.  No ano passado, Victor Lisboa esteve na campanha do Ceilândia no Candangão de 2015. No Brasiliense este ano, Victor Lisboa atuou como zagueiro.

Com a camisa alvinegra, Victor Lisboa fez 10 jogos, 9 como titular, em 2015. Fez um gol e recebeu dois cartões amarelos.

 

Ceilândia x Gama: duelo de emergentes

Elvis marca Juninho: Parada dura...
Elvis marca Juninho, agora juntos no Ceilândia:  Deu Gama em 2013…

O Ceilândia terá uma semana extremamente complicada. Na quarta-feira, 16h, no Regional, enfrentará o Gama.

O jogo opõe quinto e sétimo colocados no campeonato. A posição na tabela, contudo, não revela o mais importante; o Gama não perde há cinco jogos e o Gato Preto está em franca ascensão.

Dudu correu muito contra o Luziânia. Ano passado, diante do Gama
Dudu correu muito contra o Luziânia. Ano passado, diante do Gama

Depois da vitória sobre o Luziânia e dos resultados do final de semana, o Ceilândia sabe que agora cortou pela metade o prejuízo do início da competição: a diferença para os times de seu porte é agora de três pontos.

O zagueiro Gilson estreou no último sábado e foi bem fazendo o gol da vitória. Ainda visivelmente fora de forma, Gilson fez valer a sua técnica.  O zagueiro atuou apenas um tempo.

Aparentemente o Ceilândia não terá problemas. Os jogadores retornam ao trabalho hoje para avaliação médica.

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Para vencer a desconfiança

Cassius fez de falta o primeiro gol da vitória do Gato Preto em 2013: 2x0
Cassius fez de falta o primeiro gol da vitória do Gato Preto em 2013: 2×0

A rodada dos clássicos reservou o derby de Ceilândia para esta tarde de sábado, 16h, no Estádio Regional com ingressos a R$ 10,00.

Os dois times tentam vencer a desconfiança de seus torcedores. O Ceilândia entrou na competição como um dos favoritos e procura retomar a trilha de vitórias.

Já a Ceilandense veio com um time modesto, mas nesse exato momento os dois times estão com quatro pontos.

Badhuga  na vitória de 2013: o retrospecto recente é amplamente favorável ao Gato Preto
Badhuga na vitória de 2013: o retrospecto recente é amplamente favorável ao Gato Preto

Para a maioria trata-se de um jogo perigoso: se vencer, O Ceilândia nada mais fez que a obrigação, se perder, será um desastre.

Nas últimas partidas entre os dois times, jogos sempre complicados. Dificilmente um time vence o outro por diferença superior a um gol, mas o histórico recente é amplamente favorável ao Gato Preto.

Na história dos confrontos, vantagem do Ceilândia: em 11 jogos, 4 vitórias, 4 empates e 3 derrotas. O saldo de gols é desfavorável ao alvinegro: 16 a 18.

CEC x Dense é sempre um jogo complicado
CEC x Dense é sempre um jogo complicado

 

No Ceilândia, Adelson já tem basicamente a noção do  seu time-base. O time tem mudado conforme joga em casa ou fora.

Marcos Senna e Adelson se conhecem desde ainda muito jovens, como treinadores da base em Ceilândia. Mais um ponto de interesse na partida.

A rigor o Ceilândia não tem problemas. Allan Dellon recuperou-se de incômodo na parte posterior da coxa direita e volta.

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Derby da cidade nunca é fácil

Allan Dellon em ação contra a Ceilandense: CEC não respeitou o adversário e saiu perdendo por 2 x 0
Allan Dellon em ação contra a Ceilandense: CEC não respeitou o adversário e saiu perdendo por 2 x 0

O Ceilândia faz nesta quinta o apronto para a partida do sábado diante do Atlético Ceilandense. Em circunstâncias normais seria complicado, após o resultado deste meio de semana, o jogo ganhou ainda mais importância.

Nesta quarta-feira, o Atlético foi goleado em casa pelo Sobradinho por 4 x 0. Se o  resultado expôs as fragilidades do adversário, por outro o torna um adversário complicado para o Ceilândia. No derby da cidade, nunca foi fácil vencer o Ceilandense.

Em abril de 2012, CEC conseguiu o empate nos minutos finais
Em abril de 2012, CEC conseguiu o empate nos minutos finais

Tanto Ceilândia quanto o Atlético possuem quatro pontos. Tecnicamente estão empatados  na colocação. O saldo de gols os difere.

No confronto recente, em 2012, o Gato Preto não respeitou a Ceilandense e em poucos minutos perdia por 2 x 0. Arbitragem à parte, o fato é que o Ceilândia teve que suar muito para não sair derrotado.

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Cleber: fez um primeiro tempo ruim. No segundo, distribuiu as jogadas do CEC

Gosto, jeito e sofrimento de decisão: é decisão!

No primeiro tempo: o Brasiliense foi excessivamente faltoso
No primeiro tempo: o Brasiliense foi excessivamente faltoso

Nenhum dos times possuía a ilusão de que seria fácil. Não é. Não foi.  Os dois times começaram o jogo surpreendentemente a mil por hora. Nem mesmo o sol  escaldante do Estádio Regional de Ceilândia foi obstáculo.

O Brasiliense deu início ao jogo e já partiu em direção ao campo do Ceilândia. A  resposta veio na mesma medida.

No primeiro tempo, CEC teve mais posse, mas o Brasiliense foi mais perigoso
No primeiro tempo, CEC teve mais posse, mas o Brasiliense foi mais perigoso

Depois disso, o CEC teve um bom momento de supremacia sobre o adversário. Nada que significasse que fosse melhor. O Ceilândia apenas tinha mais a posse de bola e foi assim até o final do primeiro tempo.

O espectador menos avisado poderia acreditar, então, que o Ceilândia foi melhor. Não, não foi.

O Brasiliense tinha uma bola parada de boa qualidade. O Ceilândia enfrentava o seu próprio veneno. As melhores chances, no primeiro tempo, foram do Brasiliense.

Cassius sacrificou-se em favor do time: CEC merecia melhor sorte
Cassius sacrificou-se em favor do time: CEC merecia melhor sorte

Veio o segundo tempo e, aí sim, o Ceilândia era melhor em campo. O Gato encontrava  espaço para trabalhar, mas o Brasiliense continuava perigoso na bola parada. Baiano chegou a acertar o travessão de Edinho. A rigor, contudo, o Basiliense perdera o ímpeto.

O CEC era melhor, mas faltava-lhe inspiração.

O jogo se encaminhava para o empate sem gols, até que Adelson de Almeida tirou Dimba e colocou Gustavo. Era uma aposta. Nos primeiros minutos a aposta deu resultado negativo.

Badhuga em ação: CEC firme na defesa, num jogo de altíssima tensão
Badhuga em ação: CEC firme na defesa, num jogo de altíssima tensão

Numa jogada em que o CEC possuía a bola em sua defesa, Klécio foi encurralado por dois jogadores do Brasiliense e tocou para Badhuga. O zagueiro tirou como pode.

A bola voltou rapidamente; A defesa do Ceilândia desorganizada. Em decisão não se pode brincar: Tiuí abriu o marcador para o Brasiliense aos 23 minutos.

Klécio comemora com Elvis.
Klécio comemora o gol do empate com Elvis.

O CEC que já era melhor foi desesperadamente ao ataque. Alisson e Elvis entraram. O Brasiliense parava o jogo como podia. Chegou-se a ter dois jogadores do Brasiliense caídos ao solo ao mesmo tempo.

O castigo não demorou.Gustavo bateu o escanteio no segundo pau. Klécio subiu para testar para o fundo do gol. Explosão da torcida do Ceilândia aos 34 minutos do segundo tempo.

Crianças assistindo ao jogo: a nota mais bela da partida!
Crianças assistindo ao jogo: a nota mais bela da partida!

Após o gol do empate, o CEC foi com o que sobrava de energia para cima do Brasiliense. Não dava.

Um jogo digno de decisão. Disputado, renhido, nervoso…

Um legítimo campeão tem que ser forte mentalmente. Quem se mantiver forte mentalmente será o campeão. Nesse ponto, o CEC é forte, mas mais que ser forte é preciso demonstrar que é superior. Sábado… saberemos.

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O tamanho da responsabilidade

Treino na segunda para não perder o foco
Treino na segunda para não perder o foco

Os jogadores do Ceilândia não tiveram tempo para descansar nesta segunda-feira, após a partida diante do Sobradinho. Atletas e comissão técnica voltaram a campo para uma atividade leve. A missão é não perder o ritmo, o foco para as finais.

O primeiro jogo da final foi marcado já para a tarde desta quarta-feira, 16h, no Estádio Regional de Ceilândia.

Nem todos os jogadores participaram do treino  desta segunda. Dimba não treinou. 

Dimba não treinou: contra o Sobradinho, saiu um pouco da medida
Dimba não treinou: contra o Sobradinho, saiu um pouco da medida, mas Dimba é assim, intenso.

O ambiente é de tranquila responsabilidade. O Brasiliense é o time de melhor campanha na competição até agora. Tem a melhor defesa. O CEC sabe que a missão agora será mais difícil.

O CEC começa apostando muitas de suas fichas no jogo de amanhã, no Abadião para entrar em melhores condições no segundo jogo da final.

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Um só objetivo!

A união do grupo passou de protocolar a efetiva: com isso o time cresceu
A união do grupo passou de protocolar a efetiva: com isso o time cresceu

Há um ditado que o difícil se faz agora, o impossível demora um pouco mais.

O Ceilândia começou mal o segundo turno. Depois do empate contra o Botafogo-DF, o CEC passou por seguidas mudanças. O caminho não foi fácil.

O empate diante do Capital, depois de sair na frente do marcador por 2×0, mostrou o quanto o time ainda era instável.

Essa instabilidade continuou nos jogos seguintes. Derrota para o Gama, embora jogando melhor e confrontos da Copa do Brasil. De qualquer forma, todos viam que o Gato era um time em evolução.

Vieram as vitórias diante de Brasília, Brazlândia e Ceilandense e, com elas, a improvável classificação para as finais da Taça Mané Garrincha. O resultado premiou um time que evoluiu muito na competição.

Nesse domingo, 16h, no Estádio Regional de Ceilândia haverá um jogo de vida ou morte. O Ceilândia enfrentará um Sobradinho que,  bem ao estilo de seu treinador, joga um futebol bonito e eficiente.

Para o Ceilândia vale tudo ou nada. Uma derrota encerra a temporada alvinegra de Ceilândia.

A defesa do CEC, que tanto assustou nesse segundo turno, tem a tarefa árdua de parar o melhor ataque da competição.  Adelson de Almeida, que sempre foi reconhecido pela excelência de seu sistema defensivo, tem um desafio especial. Edinho, Dudu, Badhuga, André Nunes, Marcelo Costa e Rodriguinho, também.

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Gato salva mais uma vida! Agora: Ceilandense

Rosembrick fez uma boa partida pelo CEC
Rosembrick fez uma boa partida pelo CEC

O Ceilândia fez o impensável e entra na última rodada da Taça Mané Garrincha dependendo apenas de si para se classificar às semi-finais.

Comparada com a situação anterior, em que o Ceilândia tinha que torcer por uma intensa combinação de resultado, entrar na última rodada dependendo de si é um alento.

Está certo que o adversário é o líder do grupo, mas não menos certo é que o Ceilândia parece estar no caminho.

Dimba lutou muito, mas não fez o dele
Dimba lutou muito, mas não fez o dele

O jogo de hoje à tarde tinha um script bem desenhado. Mais importante que o resultado era vencer. Se possível, vencer com três gols de diferença. Não dando, qualquer resultado de vitória servia.

Adelson fez diversas alterações no time: no gol, Edinho entrava no lugar de Dennys. No meio, Cleber, Klécio, Elvis e Rosembrick. O CEC era um time diferente.

O CEC começou melhor, mas viu o Brazlândia ser brindado com um pênalti logo no começo da partida. Aí brilhou a estrela de Edinho que fez uma difícil defesa para manter o placar na igualdade.

Edinho defendeu um pênalti e manteve o CEC na briga
Edinho defendeu um pênalti e manteve o CEC na briga

O CEC não jogava mal, mas também não abria o marcador. As chances de gol iam se sucedendo, mas o placar teimava em ficar em branco.

Coube então ao melhor jogador em campo fazer a diferença. Rosembrick já havia tentado de perto e a bola havia explodido na trave. Aos 33, tentou de longe e abriu o marcador.

O gol deu tranquilidade ao Ceilândia que continuou perdendo gols. Assim terminou o primeiro tempo.

Badhuga cabeceia para fazer o terceiro: CEC está mais do que nunca na briga
Badhuga cabeceia para fazer o terceiro: CEC está mais do que nunca na briga

Veio o segundo tempo e o CEC não deu chance para o azar. Boa jogada de Rosembrick pela esquerda e um passe sob medida para Klécio fazer o segundo gol do Ceilândia: 2 x 0.

O segundo gol parece ter feito mal ao Gato Preto. O time perdeu um pouco da iniciativa do jogo e viu o Brazlândia gostar da partida.

Aos 30 do segundo tempo, veio o gol da tranquilidade: Cruzamento na área e Badhuga cabeceou para fazer o terceiro gol alvinegro e dar números finais à partida.

André Nunes: defesa terá pedreira pela frente
André Nunes: defesa terá pedreira pela frente

O resultado de 3 x 0 mantém o CEC na briga. O time tem crescido na reta de chegada, mas terá um adversário duríssimo pela frente. Embora já classificado, o Ceilandense precisa de ao menos um empate para garantir o primeiro lugar do grupo.

Já para o Ceilândia somente a vitória interessa. O alvinegro encontra-se em um dilema: vence e fica em primeiro lugar do grupo ou, em caso de qualquer outro resultado, dá adeus à competição.

CEC jogou com Edinho, Dudu, André Nunes, Badhuga e Marcelo Costa. Cleber, Klécio, Elvis (Gustavo) e Rosembrick (Gustavo). Cassius (Vitor) e Dimba.

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CEC terá mais um jogo para mexer com os nervos do torcedor

Classificação: Era quase impossível, agora é “apenas” difícil

Cassius: esperança de gol e de classificação
Cassius: esperança de gol e de classificação nesta segunda, 16, no Estádio Regional de Ceilândia

O Ceilândia não pode reclamar da sorte. Iniciou a penúltima rodada do segundo turno do Metropolitano 2013 na quarta colocação de seu grupo e torcendo por uma combinação de resultados para entrar com chances de classificação na última.

Na matemática anterior, o Ceilândia precisava golear o Brazlândia e, ainda por cima, tirar o saldo de gols sobre o Ceilandense. A matemática era muito complicada.

Badhuga é um dos destaques do time: defesa não pode falhar
Badhuga é um dos destaques do time: defesa não pode falhar

Terminada a rodada, o Ceilândia continua em situação difícil. Começa a rodada na penúltima posição e precisa vencer o desesperado Brazlândia e, depois, o Ceilandense.  Duas partidas difíceis, mas a classificação agora é possível. É difícil, mas é possível!

O técnico Adelson de Almeida terá a difícil missão de mandar a campo nessa segunda-feira, 16h, no Estádio Regional,  um time que consiga fazer gols, mas que também não sofra.

CEC terá mais um jogo para mexer com os nervos do torcedor
CEC terá mais um jogo para mexer com os nervos do torcedor

 

Nas últimas cinco  partidas o Ceilândia sofreu 10 gols. Muito para um time que sempre se orgulhou de ser defensivamente forte. Sorte que o ataque não tem ficado atrás e também marcou 10 gols. O conjunto da obra, contudo, é ruim e reflete a classificação do time.

Apesar do número exagerado de gols, o Ceilândia tem feito boas partidas. Precisa apenas equilibrar-se defensivamente. Adelson, a princípio, não deve fazer grandes mudanças no time em relação àquele que foi derrotado pelo Ceará.

O Brazlândia é um adversário perigoso. Apesar de todos os problemas vividos, o Brazlândia ainda pode salvar-se do rebaixamento. A missão do adversário é difícil, além de vencer o Ceilândia precisa bater o Gama na última rodada. Caso perca para o Gato, o Brazlândia estará rebaixado.

Eis a classificação atualizada do Grupo B do Metropolitano 2013.

GRUPO B
Pos. Clube PG J V E D GP GC SG
1 Ceilandense 10 4 3 1 0 7 2 5
2 Brasília 6 4 2 0 2 8 5 3
3 Capital-DF 5 4 1 2 1 9 9 0
4 Gama 5 4 1 2 1 8 8 0
5 Ceilândia 4 3 1 1 1 7 7 0
6 Brazlândia 0 3 0 0 3 2 10 -8

 

 

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Fortaleza, Copa do Brasil: Sete anos depois…

Sete anos depois, o CEC é um time diferente
Sete anos depois, o CEC é um time diferente

Sete anos depois, o Ceilândia retorna a Fortaleza. Tal qual em 2006, o CEC empatou a partida de ida. Naquele ano, embora tenha jogado bem, o CEC saiu de campo derrotado por 3 x 1 e eliminado da Copa do Brasil.

Em 2006, o CEC fez tudo direitinho, mas esbarrou na falta de pontaria de seus jogadores. O time suportou a pressão inicial do time Cearense, perdeu boa oportunidade com Perez, não permitiu ao adversário gostar do jogo, mas viu o árbitro marcar um penalti aos 41 do primeiro tempo: Rinaldo fez o primeiro gol do Fortaleza.

Veio o segundo tempo e o CEC manteve o bom nível do seu futebol, mas viu Adriano ser expulso. Minutos depois, tomou o segundo gol, não se abateu e diminuiu com Abimael. Em seguida foi só pressão alvinegra. Bola na trave, gols perdidos e o castigo no minuto final com o terceiro gol do Fortaleza.

O futebol tem uma máxima: os vencedores comemoram, os perdedores justificam. O Ceilândia justifica aquela derrota até hoje.

Para a partida desta noite, o técnico Adelson de Almeida não tem problemas, mas pode sofrer alterações pontuais para ganhar velocidade. Adelson confia muito no seu sistema defensivo e na qualidade de seus atacantes, mas sabe que o Ceará é o favorito.

Dimba, Cassius e Rodriguinho são as esperanças alvinegras de fazer uma maldade contra o Ceará tal como Paraná e Central fizeram nos últimos anos. Adriano, o último remanescente do time de 2006, viajou com o elenco. Agora, é torcer…

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Partiu! Missão complicada pela Copa do Brasil

André Nunes em ação: defesa confia na proteção dos volantes
André Nunes em ação: defesa confia na proteção dos volantes

A experiência mesclada com a juventude tem sido o grande trunfo do Ceilândia nessa maratona decisiva. Nem bem acabara o jogo contra o Brasília, o Ceilândia se via obrigado a deixar de lado o Metropolitano e focar na Copa do Brasil. A experiência conta nessas horas.

Nessa quarta-feira, o Ceilândia vai ter um jogo complicado diante do Ceará em Fortaleza. O alvinegro cearense continua sem sofrer gols e também fez as pazes com a vitória, tal qual o alvinegro candango.

Ceará segurou o CEC no Regional: jogo ainda mais complicado no Castelão
Ceará segurou o CEC no Regional: jogo ainda mais complicado no Castelão

A delegação do Ceilândia segue para Fortaleza confiante em um bom resultado. Jogadores rodados como Dennys, Marcelo Costa, Cleber, Dimba, Didão, Clécio, Rodriguinho e Cassius formam a base do elenco que terá a difícil missão de se classificar à segunda fase da competição.

Muito dessa esperança está no retrospecto do Ceilândia e o fato de haver, em 2006, eliminado o Bahia na Fonte Nova vencendo por 2 x 1.  O problema é que o Ceará já mostrou que é um time que não se desespera com a bola no pé, só parte para o ataque em segurança e terá as condições perfeitas para o seu tipo de jogo no Castelão.

Se Dimba não puder jogar, Cassius é opção
Se Dimba não puder jogar, Cassius é opção

Adelson não tem problemas: os jogadores mais experientes têm se revezado. Isso garante que estejam em boa forma física para amanhã. A principal dúvida do técnico está no ataque: Dimba, Cassius ou o veloz Vitinho.

O técnico Adelson de Almeida é mais reticente quanto às expectativas. Conversando com o CeilandiaEC disse que a grande preocupação é manter o time equilibrado, principalmente quando tiver a posse de bola. O Ceará é fantasticamente veloz nos contra-ataques e está defensivamente sempre equilibrado.

O treinador disse que a disputa está em aberto e que seria prematuro eliminar o Ceilândia antes do jogo. O elenco do campeão do DF é bom e  tem condições de fazer uma boa partida, mas, acrescenta, o favoritismo e a responsabilidade são  do Ceará, pela camisa, pela torcida e por jogar em casa.

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O Campeão resiste!

Alisson tem sido muito exigido.
Alisson tem sido muito exigido.

O Ceilândia enfim fez as pazes com a vitória no último sábado. Jogando no Estádio Elmo Serejo, o alvinegro venceu o Brasília por 3 x 1. O resultado mantém as esperanças de classificação para a semi-final do segundo turno do Metropolitano 2013.

A vitória do Ceilândia foi relativamente tranquila.
Adelson de Almeida fez algumas alterações na equipe. Dimba, que fora poupado contra o Ceará,  entrou desde os primeiros minutos. O experiente Cleber entrou no lugar de Clécio. Adelson fez pequenas alterações no esquema tático.
A experiência de Didão vai ser importante nessa sequência decisiva
A experiência de Didão vai ser importante nessa sequência decisiva
O CEC começou melhor e não demorou muito para abrir o marcador. Em jogada pela direita de defesa do Brasília, Elvis foi derrubado na área. Pênalti a favor do Ceilândia e expulsão do zagueiro adversário. Dimba cobrou e abriu o placar aos 16.
Com vantagem no marcador e um homem a mais, o CEC administrou a vantagem ainda no primeiro tempo. A perda de objetividade foi punida aos  38 do primeiro tempo quando  o Brasilia empatou, também de penalti.
Dimba comemora: enfim o CEC vence
Dimba comemora: enfim o CEC vence
O Ceilândia voltou para o segundo tempo com Mario e Clécio nos lugares de Elvis e Marcelo Costa.
As mudanças surtiram efeito.Aos 7, Clécio fez bela jogada pela direita de defesa do Brasília e cruzou para Dimba só empurrar para as redes, Ceilândia 2 x 1.
Clécio entrara muito bem e com espaço fez o que sabe fazer de melhor: chutar de longa distância. Pena que a trave estivesse no caminho.
O Ceilândia permaneceu superior e aos 24, Rodriguinho aproveitou falha da defesa do Brasília para fazer CEC 3 x 1.
Agora o CEC foca o próximo obstáculo
Agora o CEC foca o próximo obstáculo
Com ampla vantagem no marcador, o CEC administrou o jogo. Rosembrick ainda entrou no lugar de Rodriguinho. No final da partida o Brasília teve mais um jogador expulso, mas já não dava tempo para mais nada.
Com a vitória, o Ceilândia sobrevive no Metropolitano 2013. A combinação de resultados não ajudou muito (Capital 3 x 3 Gama e Brazlândia 0 x 2 Ceilandense). O CEC continua na quarta colocação do grupo e somente duas vitórias nos próximos jogos, associadas a uma combinação de resultados, pode dar ao Gato a chance de defender o título de 2012.
 Agora o experiente time do Ceilândia passa a pensar no Ceará e na Copa do Brasil.

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Amargo regresso

Começo de jogo: Dimba abre o marcador
Começo de jogo: Dimba abre o marcador

O Ceilândia iniciou o segundo turno do Metropolitano 2012 empatando, em casa, com o Capital em três gols.

O Ceilândia começou arrasador e abriu 2 x 0  com Dimba e Willian. A vantagem de dois gols não foi imerecida, mas o futebol costuma castigar od esperdício. Aos 43 do primeiro tempo o CEC teve a oportunidade de ampliar o marcador, não fez e, na sequencia, o Capital diminuiu para 2 x 1.

Edinho sofre o primeiro gol
Edinho sofre o primeiro gol

Veio o segundo tempo e a história se repetiu. O Ceilândia voltou melhor, foi parado pela trave e, na sequencia, o Capital empatou em 2 x 2.

Minutos depois, o Ceilândia voltou a ficar na frente do marcador, com Rodriguinho.

Três gols em um jogo: alerta aceso
Três gols em um jogo: alerta aceso

O jogo seguiu amarrado até os 35 quando o Capital fez 3 x 3 e deu números finais ao jogo.

Com esse resultado, o Ceilândia se vê diante de uma semana decisiva: Pega o Gama neste sábado, o Ceará na quarta e o Brasília no outro final de semana. O ano em três jogos.

 

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A Última Impressão é que fica!

CEC na defensiva: jogo de muita marcação
CEC na defensiva, Brasiliense com espaços para vir com bola dominada: jogo de muita marcação

Dois motivos para preocupação depois da última rodada. A combinação de resultados deixou apenas uma vaga aberta no grupo B1. O Brasília já garantiu a sua vaga às semis da Taça JK.

A outra preocupação é mais um capricho do que uma preocupação. Há uma regra em combate de que você jamais deve deixar a sua posição de vantagem. O Ceilândia deixou.

O CEC era superior ao Brasiliense na segunda tempo do último sábado. De um momento para o outro abriu mão dessa vantagem para garantir o empate.

Adelson de Almeida teve mais uma vez que fazer duas substituições por contusão. Rodriguinho, que tem sido uma das mais importantes peças alvinegras, e Wisman, que foi importante defensivamente, deixaram o campo na maca.

Para a partida diante do Botafogo-DF, o CEC não poderá bobear. Se quiser ser líder da chave precisa que o Brasília tropece diante do Unaí. Ainda assim, para não ter que fazer contas, precisará vencer o Botafogo-DF por no mínimo três gols de diferença.

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O perigo que vem do alto

Dennys salva o Ceilândia. Indecisão nas bolas aéreas
Dennys salva o Ceilândia. Indecisão nas bolas aéreas

A vitória em Unaí deixou algumas lições: a primeira é a de que o CEC foi eficiente. A segunda, é a de que não pode dar sopa para o azar.

No início da partida, o Unaí perdeu uma boa chance de abrir o marcador. Aqui, brilhou a estrela de Dennys, responsável por uma defesa importante.

Na seqüência da partida, enquanto o adversário rondava, rondava e rondava a meta alvinegra, uma coisa ficou clara: o CEC está com dificuldade nas bolas aéreas adversárias. O problema pode não ser da defesa, pode estar na origem.

Dennys defende, mas a torcida está preocupada
Dennys defende, mas a torcida está preocupada

De qualquer sorte, se o cruzamento foi feito, a defesa tem obrigação de tirar a bola. Traços de indecisão ficaram evidentes. Nesse aspecto sobrou até para o goleiro Dennys. O time precisa mostrar segurança nesse aspecto.

Para a sequência do campeonato, o CEC terá dois adversários perigosos: o Sobradinho, que precisa desesperadamente de uma vitória, o Brasiliense que é sempre uma força do futebol local e o Botafogo-DF. O CEC não pode brincar.

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