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Destaque do jogo: Badhuga e outros drops

A raça de Badhuga impressiona: exemplo a ser seguido
A raça de Badhuga impressiona: exemplo a ser seguido

O destaque do jogo da semana é Badhuga. Conhecido por sua qualidade qualidade técnica e por intervenções precisas, Badhuga mostrou algo de que o time é carente: alma.

Antes de falar da atuação de Badhuga, parenteses para falar de Goeber. Goeber fez uma partida taticamente interessante. Num time preguiçoso, o volante movimentava-se com inteligência, dando opção para o passe, nem sempre lateral ou para trás.

Badhuga em ação: na defesa e no ataque
Badhuga em ação: na defesa e no ataque

Voltando a Badhuga. O Ceilândia teve o azar de tomar um gol cedo. Quando menos se esperava, lá estava Badhuga no ataque com a bola ainda na defesa do Gato Preto! A sorte, contudo, não sorriu para Badhuga: Aos 42 minutos deu um tirambaço que seria gol certo, mas o goleiro do Santa Maria fez grande defesa.

Contra o Legião, Badhuga também obrigou o goleiro do Legião a fazer outro milagre. A sorte virá no momento certo. Badhuga é um líder diferente, um líder que convence pelo exemplo.

Histórico dos Confrontos contra o Bosque Formosa

Em abril de 2012, último jogo entre Ceilândia e Formosa: Badhuga em ação
Em abril de 2012, último jogo entre Ceilândia e Formosa: Badhuga em ação na vitória alvinegra por 3 x 2

O histórico dos confrontos com o Formosa se divide em três partes. Na primeira parte o adversário se chamava Formosa apenas. Foram quatro jogos.

Depois veio o Bosque com dois jogos disputados, inclusive a fatídica derrota do Gato por 1 x 0 no Abadião. Esse resultado tirou o Gato do quadrangular-final em 2000 e nem esteve perto de ajudar o Bosque na luta contra o rebaixamento. Depois, já com o nome de Bosque Formosa, os times voltaram a se enfrentar em 2011.

15.04.2012 Metropolitano / Taça Mane Garrincha – 3a rodada V 3 – 2 Diogão
12.02.2011 Metropolitano / Returno – 1a rodada M 2 – 2 Abadião 274
16.01.2011 Metropolitano / Turno – 1a Rodada V 0 – 0 Diogão 1130
07.05.2000 Metropolitano / Fase de Classificacao M 0 – 1 Abadiao 950
03.03.2000 Metropolitano / Fase de Classificacao V 0 – 1 Formosa – Goiás
07.10.1998 2a Divisao DF / Fase de Classificacao M 4 – 0
16.08.1998 2a Divisao DF / Fase de Classificacao M 0 – 1
13.07.1997 2a Divisao DF / Fase de Classificacao M 0 – 0
04.05.1997 2a Divisao DF / Fase de Classificacao V 1 – 1

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Thiago Félix e Dimba: chance perdida

Apesar do tropeço, um novo Ceilândia

Panda: segurança na defesa
Panda: segurança na defesa

O time do Ceilândia deste ano é bem diferente do time do ano passado, embora tenha mantido a base do elenco campeão em 2010. Apesar disso, a torcida não tem razão para se preocupar.

A forma de jogar pouco mudou. O CEC tem uma característica fortemente defensiva e isso não mudou em relação a 2010. Adelson de Almeida, com razão, compreende que a forma de jogar que levou o time ao título não deve ser mudada.

Para o torcedor fica a impressão que o time desse ano conta com um Allan Dellon em melhores condições físicas, mas ainda muito individualista. É questão de tempo para que obtenha ritmo de jogo e alcance um melhor entrosamento com Dimba e Thiago Felix.

PERIGO NO DIOGÃO

Armas de fogo e saída estreita: Perigo no Diogão
Armas de fogo e saída estreita: Perigo no Diogão

O estádio de Formosa tem uma estrutura que deveria ser copiada pelo Distrito Federal. Abaixo das estruturas de arquibancada há espaço para a construção de centros de convivência ou mesmo de salas de aulas.

O estádio, contudo, carrega uma armadilha: a arquibancada coberta é separada da descoberta por um portão de apenas um metro de largura. A evacuação torna-se perigosa com as pessoas afunilando. Sorte que não houve tumulto.

A presença de policiais armados em meio ao público também expõe o público a um perigo desnecessário. Melhor seria que se mantivessem afastado para agir apenas em situação de emergência, deixando a policiais com armas não letais o contato próximo com os torcedores.

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Sem motivo para dramas: 0 x 0

Allan Dellon: boa atuação
Allan Dellon: boa atuação

O Ceilândia não vai ter tempo para lamentar: o empate sem gols diante do Bosque Formosa não foi o pior resultado do mundo, mas definitivamente não foi um bom resultado. Jogando em Formosa, debaixo de um sol escaldante, o Ceilândia não soube transformar a sua melhor consciência de jogo em vitória diante de um apenas esforçado Formosa.

A partida foi bem disputada e reservou momentos de emoção, principalmente na primeira etapa. O Formosa foi um time com maior posse de bola enquanto o Ceilândia mostrava melhor articulação nas jogadas.  O resultado desse quadro é que enquanto o Formosa rondava a área do Ceilândia e não conseguia concluir, o Gato teve ao menos duas grandes oportunidades para abrir o marcador. Numa dessas jogadas, Allan Dellon obrigou o goleiro a grande defesa. Na outra, a bola chocou-se contra o travessão.

Na segunda etapa o Ceilândia mudou o uniforme e o futebol. O jogo caiu de qualidade, mas não de emoção. Durante grande parte da partida o jogo transformou-se em briga de rua: o Formosa dividiu o time entre ataque e defesa, deixando um espaço vazio no meio de campo. O Ceilândia, por essa razão, perdeu seguidos contra-ataques, mas a falta de inspiração impediu a saída de um último passe de qualidade.

Fredson lamenta: falta ritmo
Fredson lamenta: falta ritmo

Não era um bom dia. No final da partida o CEC caiu de produção e o Formosa chegou a ter uma oportunidade de gol.

Na essência, Donizete foi um espectador.  O sistema defensivo funcionou bem. Fredson mostrou claramente que, apesar de ser um guerreiro em campo,  está sem ritmo de jogo e mostrou alguns deficiências. O seu ponto forte foi o de manter o time equilibrado. As funções dos volantes, Zé Ricarte incluído,  ainda não foram bem assimiladas. Allan Dellon foi o nome do jogo. Enquanto teve fôlego o Ceilândia teve lucidez. Os atacantes tiveram poucas oportunidades de gol.

Foi a primeira partida do campeonato.   Não foi uma tragédia porque o time do Ceilândia mostrou que pode mais do que apresentou em campo.

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A espera está acabando!

Allan Delon e Dimba, referências do CEC
Allan Delon e Dimba, referências do CEC

O Campeonato Metropolitano começa neste final de semana. São 22 jogos até que saia o campeão.  Na primeira fase serão quatorze jogos, na segunda seis e mais dois jogos finais. É um longo caminho.

O campeonato de 2011 será um dos mais equilibrados dos últimos anos. Brasiliense, Gama, Botafogo, Ceilândia, Ceilandense, Brasilia, Formosa e CFZ vão disputar partida a partida quatro vagas para a fase seguinte. O campeonato começa com o favorito de sempre, o Brasiliense, refeito da queda para a terceira divisão.

Um pouco mais atrás vem o Gama, time que vem demonstrando uma consistência pouco vista nos últimos anos. Nesse caso não são os resultados que falam pelo alviverde, mas a postura do time em campo. O Ceilândia manteve a base do ano passado e por isso não pode ser subestimado. Entra em condições de lutar pelo

Badhuga comemora: o CEC é forte
Badhuga comemora: o CEC é forte

campeonato.

Um time que requer especial atenção é o Botafogo-DF e seus altos investimentos para a competição. A equipe montada é apontada por alguns como a mais forte da competição (o que pode ser um exagero).

Ceilandense tem um time mais humilde que no ano passado, mas tem um bom treinador e pode surpreender. O CFZ vem forte para a competição, mas com um time inexperiente. Foi assim que surpreendeu a todos em 2002. Por fim vem o adversário do CEC amanhã, na estréia: o Formosa. O time da cidade vizinha é uma incognita. Ainda está em fase de formação mas sempre teve uma coisa a seu favor: o estádio local. Em casa o Bosque sempre foi um adversário difícil de ser batido. Prá piorar, a estreia do CEC vai ser em Formosa. O time é experiente e saberá lidar com a situação.

A rigor todos têm chance. Amanhã, jogo a após jogo, a competição terá o cuidado de separar os homens dos meninos, os fortes dos fracos. Antes de tudo, a competição é um jogo mental, quem se mantiver forte mentalmente chega ao final. Os outros ficarão pelo caminho.