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Formiga comemora seu primeiro gol com Allanzinho

Elenco mostra força e Ceilândia vence bem o Brasília

Ceilândia sabe que, para 2017, vai precisar de elenco forte mais que um time forte
Ceilândia sabe que, para 2017, vai precisar de elenco forte mais que um time forte

O Ceilândia vem de uma maratona intensa de jogos. Para isso, é preciso ter elenco. Cada jogador precisa estar preparado a qualquer tempo para mostrar o seu valor e aqueles que entraram em campo na tarde desta quarta-feira mostraram que estão à altura dos desafios que estão por vir.

Wanderson foi uma grata surpresa. David é uma das opções recorrentes de Adelson
Wanderson foi uma grata surpresa. David é uma das opções recorrentes de Adelson

O Ceilândia entrou em campo para enfrentar o Brasília precisando da vitória para encurtar a distância para os líderes da competição. O problema é que no próximo sábado, 16h, no Regional, o Gato Preto vai enfrentar a Luverdense, pelas oitavas de final da Copa Verde 2017. 

Adelson e os suplentes de hoje: certeza de que o elenco corresponderá
Adelson e os suplentes de hoje: certeza de que o elenco corresponderá

Adelson de Almeida confia no seu elenco. Por isso, dos onze jogadores que entraram como titulares nesta quarta, apenas Almeida e Filipe Cirne começaram o último jogo.  Artur, Wanderson, Willian, Wallinson, China; Almeida, David, Filipe Cirne, Allanzinho, Michel e Formiga começaram o jogo de hoje.

O Ceilândia tomou o controle das ações desde o primeiro minuto. A boa movimentação de Filipe Cirne ajudava no trabalho de armação e foi dos pés de Filipe Cirne que saiu o primeiro gol alvinegro. O meia cruzou com perfeição, Michel desviou e a bola sobrou para Formiga fazer o seu primero gol com a camisa alvinegra.

Willian estreou: ainda fora de ritmo, mostrou que pode ser útil
Willian estreou: ainda fora de ritmo, mostrou que pode ser útil

O jogo continuou com o Ceilândia comandando as ações até os 30 minutos.  Nesse período, o Gato Preto poderia ter ampliado o marcador com Formiga e Wallinson, mas em ambas oportunidades a defesa do Brasília salvou sob a linha do gol.

Depois do trigésimo minuto, o Ceilândia perdeu um pouco do ímpeto, principalmente no aspecto defensivo. O time já não marcava com a mesma disposição a partir de sua posição de ataque. O resultado é que o Brasília foi ganhando campo e gostando do jogo. 

Formiga comemora seu primeiro gol com Allanzinho
Formiga comemora seu primeiro gol com Allanzinho

Apesar do domínio territorial do Brasília nos minutos finais, Artur foi incomodado apenas em jogadas de bola parada. Nas poucas vezes que foi exigido, Artur mostrou que não relaxou com a perda da posição e está em condições de ajudar o Gato na sua temporada 2017.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia parecia cômodo com a vantagem conquistada. O time marcava mal e nem a entrada de Alcione no lugar do contundido Filipe Cirne pareceu ajudar. O Brasília passou a rondar a área alvinegra e Artur foi obrigado a fazer ao menos uma boa defesa.

Zagueiro salva o gol certo de Wallinson: Ceilândia apresentou momentos de instabilidades, mas foi melhor o jogo inteiro
Zagueiro salva o gol certo de Wallinson: Ceilândia apresentou momentos de instabilidades, mas foi melhor o jogo inteiro

Passados os minutos iniciais, Alcione acertou o seu posicionamento e o meia passou a conduzir as ações do Ceilândia mesmo jogando aberto pela esquerda, fora de sua posição originária. O Ceilândia voltou a se acertar e aos poucos empurrou o Brasília para o seu campo de defesa.

Embora fosse visível que Formiga, Almeida e David estivessem cansados, pesou, do lado alvinegro, a melhor condição atlética.  Adelson se aproveitou e colocou Romarinho aos 31 no lugar do cansado e feliz Formiga. Aos 33, o artilheiro alvinegro fez Ceilândia 2 x 0.

Artur foi pouco exigido e, nas vezes que o foi, mostrou que Adelson pode contar com eleArtur foi pouco exigido e, nas vezes que o foi, mostrou que Adelson pode contar com ele
Artur foi pouco exigido e, nas vezes que o foi, mostrou que Adelson pode contar com ele

O Brasília sentiu o golpe. Wallinson, por duas  vezes, quase amplia para o Ceilândia.  Aos 39, Michel Platini não perdoou e completou para as redes o escanteio cobrado por Elivelto. Ceilândia 3 x 0, placar final.

Algumas atuações chamaram a atenção. Wanderson não é lateral de ofício, mas mostrou que tem algo muito importante para alguém da posição: explosão. Errou aqui ou acolá fazendo faltas desnecessárias, mas foi uma nota positiva. Willian estreou. Ainda meio fora de ritmo de jogo, fez uma partida discreta. 

Formiga vem de duas boas apresentações
Formiga vem de duas boas apresentações

O assunto mais discutido, contudo, foi a atuação de Formiga. O atacante já fizera bons minutos diante do Taguatinga. Hoje, novamente, fez uma boa partida, embora tenha cansado no segundo tempo. Formiga está se levando a sério e falta muito pouco para que todos o levem a sério. 

Michel fez dois gols nos últimos dois jogos e se credencia como boa opção ofensiva alvinegra
Michel fez dois gols nos últimos dois jogos e se credencia como boa opção ofensiva alvinegra

O resultado deixa o Ceilândia a um ponto do líder da competição. O Gato Preto, contudo, não pode se importar com isso porque no próximo sábado tem jogo importante, e difícil, diante da Luverdense.

2012: Adelson volta a ser campeão do DF

Adelson quebra mais uma marca: 200 jogos

Adelson em 2002
Adelson era pouco mais que um menino quando assumiu o Ceilândia: fazia de tudo

Adelson atinge nesta quarta, diante do Brasília, a marca de 200 jogos dirigindo o Ceilândia. Para os padrões do futebol local é uma marca difícil de ser alcançada.

Depois de um começo difícil, a primeira vitória veio sobre o invicto Brasiliense
Depois de um começo difícil, a primeira vitória veio sobre o invicto Brasiliense – Reprodução do Correio Braziliense

Adelson começou a sua vida de técnico profissional dirigindo o Ceilândia em 2001. De lá para cá é um dos responsáveis pela guinada que ocorreu na história do Ceilândia nos últimos 15 anos.

Depois da temporada 2003, Adelson retornou em 2010 para ser campeão
Depois da temporada 2003, Adelson retornou em 2010 para ser campeão

O começo não foi nada bom. Nos primeiros cinco jogos, Adelson conheceu quatro derrotas e um empate. O time era formado basicamente por meninos, campeões juvenis do DF de 1998. A primeira vitória dirigindo o Ceilândia veio diante do estrelado Brasiliense em março de 2001.

Adelson entra em campo na final de 2010: ao fundo, William Carioca que seria decisivo
Adelson entra em campo na final de 2010: ao fundo, William Carioca que seria decisivo

Adelson dirigiu o Ceilândia em parte de 2002 e 2003. Ficou seis anos afastado, quando levou os juniores do Brasiliense ao hexacampeonato da categoria. Em 2010, Adelson voltou ao Ceilândia… para ser campeão!!!

2012: Adelson volta a ser campeão do DF
2012: Adelson volta a ser campeão do DF

Dos 199 jogos em que dirigiu o Ceilândia, 175 foram partidas oficiais. O aproveitamento de Adelson na primeira passagem pelo Ceilândia, entre 2001 e 2003, registrou 44 jogos. Foram 15 vitórias, 14 empates e 15 derrotas, com 64 gols a favor e 63 contra.

Os melhores números de Adelson estão em 2016, mas o título não veio. Primeiro, o Candangão..

Já a segunda passagem registra 131 jogos, com 52 vitórias, 45 empates e 34 derrotas. 176 gols a favor e 138 contra.

Adelson sagrou-se campeão metropolitano duas vezes com o Ceilândia (2010 e 2012) e vice em 2016. Os números, todavia,  demonstram que é na Série D que Adelson tem o melhor aproveitamento.  No Campeonato Nacional, Adelson conquistou 58% dos pontos disputados quando dirigia o Ceilândia.

Depois, a frustração na Série D 2016

200 jogos dirigindo um time do Distrito Federal é uma marca de respeito. 

Recordes de Adelson
Maior Sequencia invicta da história do ceilândia, com 15 jogos sem derrota entre março de 2015 e abril de 2016.

Adelson não tinha zagueiros: agora ganhou mais dois
Adelson se transformou em um dos mais bem sucedidos técnicos do futebol do DF

Maior goleada sofrida: 0 x 5 Caxias, em 2011, pela Copa do Brasil

Maior goleada aplicada: 5×0 Comercial-MS (12.6.2016), 5×0 Brasilia(28.4.2002)

Maior sequencia de jogos sem sofrer gols: 5 jogos entre 8.2.2014 e 1.3.2014

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Ceilândia se apresenta para a D-2016

Clever Rafael, vice-presidente da FFDF fez uso da palavra: o futebol do DF é o Ceilândia na série D
Clever Rafael, vice-presidente da FFDF fez uso da palavra: o futebol do DF é o Ceilândia na série D

O Ceilândia se reapresentou nesta terça-feira, na Cidade do Gato, com vistas a disputa da Série D 2016.

Ao todo, o técnico Adelson de Almeida contará, no início do trabalho com 30 atletas. Desses, apenas Badhuga não estava na apresentação desta terça.

Muitas caras novas entre algumas já conhecidas
Muitas caras novas entre algumas já conhecidas

Metade dos atletas são novidade. O nome mais conhecido é do meia Baiano. O experiente jogador talvez seja a liderança positiva que faltou ao Ceilândia no campeonato candango.

As novidades são: Arthur, Weverton, Luan, Trevisan, Baiano, Jefferson, Elivelton, William, Wanderson, Rafael, Gilvan, Matheuzinho e Betinho

Baiano é o nome mais conhecido: esperança de um líder positivo, capaz de levar o Gato Preto à Série C
Baiano é o nome mais conhecido: esperança de um líder positivo, capaz de levar o Gato Preto à Série C

Do time que disputou o Candangão, o Ceilândia manteve a espinha dorsal com Léo, Marcelo, Gabriel, Mario Henrique, Dudu, Wallace, Badhuga, Sandro, Didão, Kabrine, Clécio e Wesley.

Dentre esses atletas quatro juniores: Henrique,  Ruan, Victor,  Coutinho

O presidente Ari de Almeida disse que algumas decisões foram difíceis de serem tomadas. Dentre os jogadores dispensados, afirmou, havia alguns que eram exemplos de profissionais e isso tornou a decisão muito difícil. Profissionalmente, contudo, afirmou Ari de Almeida, alguns resultados não vieram como esperado e era necessário mudar.

Time já começou a trabalhar: pouco tempo a perder
Time já começou a trabalhar: pouco tempo a perder

Em seu discurso de boas vindas, Ari de Almeida agradeceu ao apoio do Brasília Esporte Clube, agremiação que cedeu parte dos jogadores.

Ari de Almeida disse acreditar que com esse elenco o Ceilândia estará em condições de lutar por uma vaga na Série C e que eventual vitória alvinegra será uma vitória do futebol candango e de todos que de algum modo estão juntos nessa caminhada.

Após a apresentação, os jogadores fizeram um treino físico. A programação das próximas semanas ainda não foi divulgada.

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O maior ídolo alvinegro em toda sua história conforta o herói de 2016

Ceilândia supera Brasília nos pênaltis e está na semi-final

Chicão, no destaque, ficou marcado pelo penalti perdido em 1987
Chicão, na foto do time de 1983, em destaque, ficou marcado pelo penalti perdido em 1987

Muito já se passou daquele 29 de março de 1987. São quase 30 anos, mas o coração alvinegro, que tanto sofreu hoje, naquele dia sofreu como nunca. Sofreu com a chuva, sofreu com a arbitragem de Newton de Castro e, mais precisamente, com a atuação do bandeira Clésio Penoni: Aos 15 do segundo tempo, Brasil recebeu de Carlinhos e fez um gol lícito. Newton de Castro validou o gol, mas alertado por Clésio Penoni invalidou o gol sob a alegação de impedimento. A mágoa permanece, 30 anos depois.

Badhuga tem feito boa dupla de defesa com Wallace
Badhuga tem feito boa dupla de defesa com Wallace

Tal como na data de hoje, a decisão foi para os pênaltis, naquele dia  o Brasilia bateu primeiro. Bolão fez 1 x 0. Brasil bateu em seguida, na trave; Erasmo fez 2 x 0 para o Brasília; Edmilson cobrou e diminuiu para o Ceilândia: 1 x 2; Freitas cobrou e errou; 1 x 2; Wladi cobrou e empatou: 2 x 2; Coutinho pôs o Brasilia na frente: 2 x 3; Dirson empatou: 3 x 3; Valdo fez e o Brasília vencia por 4 x 3. Chicão poderia empatar e errou. Brasília foi campeão.

Didão saiu de campo mancando: com a lesão de Liel logo no início do jogo assumiu o comando do meio de campo
Didão saiu de campo mancando: com a lesão de Liel logo no início do jogo assumiu o comando do meio de campo

Hoje, 13 de abril de 2016, quase trinta anos depois, muitos dos presentes lembraram de Chicão. Muitos foram às lágrimas… Chicão está vingado.

Como toda decisão, não importa se se joga bem ou mal. Importa vencer. O Ceilândia começou melhor, tomou a iniciativa do jogo e rondava a área do Brasília. O Ceilândia voltava a jogar o bom futebol do jogo de ida, no último sábado.

Bruno Morais: sofreu com a marcação e não repetiu a boa atuação do primeiro jogo. Compensou com luta
Bruno Morais: sofreu com a marcação e não repetiu a boa atuação do primeiro jogo. Compensou com luta

O futebol tem os seus caprichos. Na metade do segundo tempo, Léo fez uma de suas defesas milagrosas. Na sequência, levou um forte pisão na coxa. Léo  foi atendido em campo por minutos seguidos. Responsável, Léo achava que deveria sair. Adelson pensava o contrário. Confiava no seu goleiro e, com Liel já machucado, poupava uma substituição.

O Ceilândia criou pouco: a melhor chance foi com Liel
O Ceilândia criou pouco: a melhor chance foi com Liel

O fato é que depois da lesão de Léo, o Brasília equilibrou as ações. Não era melhor, mas os times se alternavam na iniciativa. Os goleiros não trabalhavam. Léo preocupava.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia tentou impor o seu novo padrão de jogo. Não por muito tempo. O Brasília rapidamente equilibrou as ações e tomou as rédeas da partida. Sorte do Ceilândia que faltava ao Brasília o último passe.

Filipe Cirne voltou ao time titular: não foi decisivo, mas incomodou a defesa do Brasília
Filipe Cirne voltou ao time titular: não foi decisivo, mas incomodou a defesa do Brasília

Do lado alvinegro, o que não vinha por aptidão técnica se compensava com entrega. Foi assim com Clécio e Bruno Morais. Bruno Morais, muito bem marcado, não conseguiu repetir a atuação do último jogo contra o Brasília.  Compensava correndo.

Mário Henrique: protegido pela nova composição do lado esquerdo do Ceilândia, fez o gol da vitória
Mário Henrique: protegido pela nova composição do lado esquerdo do Ceilândia, fez o gol da vitória

Clécio sentiu a falta de ritmo de jogo. Não conseguiu dar intensidade ofensiva ao time e, ao mesmo tempo, não achava o seu lugar entre a dupla Liel e Didão e o ataque formado por Claudecir e Filipe.

O fato é que o Ceilândia sofria a cada ataque. Havia sempre o medo que numa bola qualquer o Brasília abrisse o marcador.

Com empate no tempo normal: penaltis
Com empate no tempo normal: penaltis

O jogo seguiu amarrado até os minutos finais quando Baiano cobrou falta e a bola explodiu no travessão direito da meta alvinegra defendida por Léo. Naquele momento os ecos de 1987 foram sentidos no Regional: dessa vez o Ceilândia não perde.

Léo defendeu o primeiro, cobrado por Giba
Léo defendeu o primeiro, cobrado por Giba

A verdade é que, nos minutos finais, as mudanças efetuadas por Adelson deixara o jogo mais igual: Kabrine, Wisman e Chefe voltaram a equilibrar o jogo. Não o suficiente para criar situações claras de gol.

Léo defendeu o segundo, cobrado por Werick
Léo defendeu o segundo, cobrado por Werick

Não houve tempo para mais nada e o jogo foi para as loterias dos pênaltis. Havia algo no ar: Léo não permanecera até o final por nada. E foi isso que aconteceu.

O maior ídolo alvinegro em toda sua história conforta o herói de 2016
O maior ídolo alvinegro em toda sua história conforta o herói de 2016

Diferente de 1987, dessa vez o Gato Preto cobrou primeiro: Kabrine fez 1 x0. Em seguida, Léo pulou a esquerda e defendeu o chute de Giba; veio a segunda cobrança e Filipe fez Ceilândia 2 x 0. Dessa vez Léo pulou para a direita e fez nova defesa no chute de Werick. Agora foi a vez de Wallace bater  e fazer Ceilândia 3 x 0. O Brasília bateu e diminuiu, mas Mário Henrique bateu e fez Ceilândia 4 x 1.

O Ceilândia está na semi-final de 2016
O Ceilândia está na semi-final de 2016

Com a vitória, o Gato Preto rompe uma série  negativa nas quartas-de-final: foi eliminado em 2014 e 2015 por Brasília e Luziânia respectivamente. Agora é recompor-se e se preparar para mais duas batalhas.

 

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Bola parada do Brasília preocupa: adversário é um time muito competitivo

Semana 15: Contra o Brasília, equilíbrio é a palavra da moda

Allan Dellon foi discreto até aqui, mas sempre apareceu nos grandes jogos
Allan Dellon foi discreto até aqui, mas sempre apareceu nos grandes jogos

O Ceilândia volta aos treinamentos hoje com vistas ao jogo decisivo desta quarta, 15h30, no Estádio Regional, contra o Brasília. Os jogadores passarão por revisão média. A princípio, ninguém preocupa.

Apesar do time haver melhorado a consistência ofensiva com as entradas de Bruno Morais e Claudecir, a melhora não foi suficiente para vencer o Brasília. Lembrando: nessa fase não há vantagem. Havendo empate nos dois jogos, os times irão para os pênaltis.

CEC foi um time mais compacto na transição defesa para o ataque: isso implica retomar a bola ainda no campo adversario
CEC foi um time mais compacto na transição defesa para o ataque: isso implica retomar a bola ainda no campo adversário

Na partida do sábado, o Gato Preto apresentou um futebol tecnicamente melhor, mas o Brasília compensou com bastante luta. O Ceilândia terá que identificar o equilíbrio necessário para anular a competitividade do Brasília e fazer prevalecer a sua melhor técnica.

Bola parada do Brasília preocupa: adversário é um time muito competitivo
Bola parada do Brasília preocupa: adversário é um time muito competitivo

Os outros resultados da rodada trouxeram apenas uma surpresa. O Ceilândia precisa aprender com essa surpresa. O Luziânia era tecnicamente muito superior ao Sobradinho, mas o Sobradinho compensou essa deficiência, principalmente no segundo tempo, com muita competitividade.

A programação da semana é complicada e Adelson procura o equilíbrio entre as necessidades. Por agora, pênalti está fora de cogitação. O objetivo é fazer prevalecer a força do conjunto do Ceilândia e vencer no tempo normal. Para isso, equilíbrio é a palavra da moda.

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CEC procurar soluções para

CEC procura reforços de última hora

Chefe: muita luta, mas apenas um gol
Chefe: muita luta, mas apenas um gol

Os últimos resultados trouxeram alguma instabilidade para os lados da Cidade do Gato. O técnico Adelson de Almeida teve que conviver com críticas ao seu time e até mesmo ao sistema de jogo.

O treinador admitiu que o sistema de jogo possa passar por uma ou outra alteração, mas Adelson mostrou-se muito inconformado com a atuação do time. Reclamou que alguns jogadores não estavam rendendo.

 

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A diretoria chegou a pensar em um plano B, para o caso de Adelson não continuar. Noutra vertente e com um orçamento limitado, a diretoria sabe que a chance de reforçar o time é mínima, mas  está de olho no mercado.

As maiores queixas tem se voltado contra a falta de volume de jogo. De maneira geral, tem-se por certo que o Ceilândia não prende a bola em seu campo de ataque. Pior, faz poucos gols.

No início da competição, acreditava-se que o Ceilândia teria um bom elenco. No final da primeira fase, percebeu-se que poucos jogadores renderam o suficiente para serem opção. Nos últimos sete jogos o time fez apenas um gol com bola rolando. O ataque não tem produzido.

CEC procurar soluções para
CEC procurar soluções para

 

Além do mais, o time sofreu com as contusões de seus meio-campistas. Apesar de tudo isso, manteve um padrão defensivo interessante, a ponto de manter-se invicto na competição.  A crença geral é a de que o CEC tem um teto mais alto que os adversários para crescer.

Na fase de classificação, um  CEC muito desfalcado, foi amplamente dominado pelo Brasília mas ainda venceu. No mata-mata que começa neste sábado, 15h30, em Formosa, não haverá chance para erros.

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Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação

Ceilândia: competência e virada improvável

Kabrine teve um primeiro tempo de esquecer antes de virar um dos heróis do dia
Kabrine teve um primeiro tempo de esquecer antes de virar um dos heróis do dia

O Ceilândia conseguiu uma importante vitória na tarde deste domingo, no Estádio Nacional, diante do Brasília. Não foi fácil, mas um time que pretende ser campeão precisa ser, acima de tudo, competente. E o Ceilândia foi.

O jogo teve todo o tempero de uma novela. Para começar, o primeiro tempo revelava dois personagens com papéis completamente distintos: o goleiro Léo e o lateral Kabrine. Léo foi responsável por ao menos duas defesas dificílimas e se credenciava para o papel de herói.

Wallace sofreu para proteger o lado esquerdo
Wallace sofreu para proteger o lado esquerdo

Kabrine, por sua vez, era um forte candidato a vilão. Por seu lado havia uma avenida. Kabrine, por sua culpa ou não, era incapaz de ser efetivo no um-contra-um. De quebra, expunha Wallace.

O resultado é que o Brasília foi muito superior ao Ceilândia no primeiro tempo. O Gato Preto chegou ao gol adversário com perigo apenas uma vez, numa cobrança de escanteio.

Allan Dellon mudou de lado, mas não conseguiu entrar no jogo.
Allan Dellon mudou de lado, mas não conseguiu entrar no jogo.

Allan Dellon era uma figura apagada. Adelson tentou colocar o ídolo alvinegro no jogo deslocando-o para a direita. Não funcionou. A questão era torcer para o primeiro tempo acabar, e logo!

Veio o segundo tempo e logo no início o panorama do jogo mudou. Allan Dellon acabou sendo expulso, mas levou consigo o homem de ligação do Brasília, Gilmar.

Jogo teve momentos tensos
Jogo teve momentos tensos

Esperava-se que o Ceilândia melhorasse, mas isso não aconteceu. O Brasília continuou melhor até que aos 15 minutos, numa jogada de bola parada, Léo rebateu para o meio da área  e Glauber abriu o marcador. Brasília 1 x 0.

O que se viu em seguida foi algo que somente o futebol proporciona. Léo, o herói do primeiro tempo, juntava-se a Kabrine pela disputa do papel de vilão.

Clécio participou muito do jogo, mas o time não se acertava do meio para a frente
Clécio participou muito do jogo, mas o time não se acertava do meio para a frente

O Brasília conformou-se com a vantagem mínima e recuou. O Ceilândia, meio na base da vontade, meio na base da força, foi ao ataque.

Incapaz de criar jogadas claras de gol, a esperança estava, tal qual ocorrera com o Brasília, nas bolas paradas. Adelson mexeu no time, colocou Chefe e Mario Henrique para as saídas de Cassius e Sandro.

Wisman fez a sua melhor partida com a camisa alvinegra: atacou, defendeu, deu trabalho à defensiva do Brasília
Wisman fez a sua melhor partida com a camisa alvinegra: atacou, defendeu, deu trabalho à defensiva do Brasília

Com isso, Kabrine foi deslocado para o meio. Kabrine, o nosso candidato a vilão no primeiro tempo jamais poderia antever o que lhe esperava.

Aos 30 minutos, falta na intermediária esquerda de defesa do Brasília. Kabrine bate a falta e Chefe cabeceia firme no canto esquerdo do goleiro do Brasília. Ceilândia empatava o jogo: 1×1.

LIel comemora o segundo gol do Ceilândia ao lado da família: cartão amarelo
LIel comemora o segundo gol do Ceilândia ao lado da família: cartão amarelo

O gol, ao contrário do que acontecera com o Brasília, fez bem ao Ceilândia. O Gato Preto, embora sem muita inspiração, continuava rondando a área alvirrubra até que aos 40, novamente Kabrine cobrou falta sofrida por Romarinho e botou o Ceilândia na frente: 2 x 1.

Nos minutos finais, o CEC controlou o jogo e até poderia ter ampliado. Novamente Kabrine, o nosso herói improvável, bateu falta sofrida por Mário Henrique e forçou o guarda-metas do Brasília a uma defesa dificílima.

Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação
Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação

No final, o Ceilândia venceu por 2 x 1. Uma vitória muito e justamente comemorada. Uma vitória que faz bem por várias razões, principalmente porque demonstra que ainda há muito a se corrigir.

O Ceilândia jogou com Léo Silva, Dudu, Badhuga, Wallace, Kabrine, Liel, Sandro (Mário Henrique) Clécio (Romarinho), Wisman, Allan Dellon (expulso aos 50min) e Cassius (Chefe).

Campeonato do DF2016

PosClubeJVEDGPGCSPts
117107026101637
2157532113826
315672157825
4175931410424
5134631411318
6134541213-117
7134451316-316
8133641013-315
91127298113
1011254811-311
1111119925-164
1211029721-142

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Bruno, Vitor, Caio, Arthur... do time titular de 2015, apenas Léo deve começar contra o Brasília

Ceilândia x Brasilia: As aparências enganam

Adelson vai ter que improvisar novos passos diante do Brasília
Adelson vai ter que improvisar novos passos diante do Brasília

O Ceilândia volta a campo neste domingo, 16h, no Estádio Nacional Mané Garrincha, para enfrentar o atual vice-campeão candango, o Brasília.

O time comandado por Adelson de Almeida deve contar com o retorno de Allan Dellon, mas não contará com o seu artilheiro, Filipe Cirne.

Filipe Cirne enfrentou o Brasília em 2015: empate por 1 x 1 no Estádio Regional
Filipe Cirne enfrentou o Brasília em 2015: empate por 1 x 1 no Estádio Regional

O técnico Adelson de Almeida ainda não definiu quem substituirá Filipe Cirne.

Kabrine, que voltou contra o Gama, é opção, mas Romarinho corre por fora. Adelson ainda pode surpreender com Didão. O fato é que, do time titular contra o Brasília, apenas Léo deve começar neste domingo.

O duelo colocará frente a frente dois dos candidatos ao título.  Ceilândia é, atualmente, o terceiro colocado da competição. O Brasília está a três pontos em quinto.

Bruno, Vitor, Caio, Arthur... do time titular de 2015, apenas Léo deve começar contra o Brasília
Bruno, Vitor, Caio, Arthur… do time titular de 2015, apenas Léo deve começar contra o Brasília

A diferença de pontos entre os times é enganosa, fruto da derrota do Brasília diante do Gama e da vitória do Ceilândia diante do Brasiliense. No mais, as campanhas dos times se assemelham. Um tropeço do Gato Preto e a classificação ficará embolada.

O Ceilândia sabe da importância do jogo. Tanto o discurso quanto o momento exigem que o time mostre maturidade diante de uma adversário direto.

O Campeonato está chegando na sua reta final. Daqui para frente qualquer tropeço cobrará o seu preço, mas o Ceilândia parece estar preparado.

 

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Vamos, Ceilândia!

Pelas mãos de França passa a classificação do CEC, mas não apenas disso depende o alvinegro
Pelas mãos de França passa a classificação do CEC, mas não apenas disso depende o alvinegro

30 de março de 2014! O Ceilândia está dividido entre a possibilidade de chegar às semi-finais e a humilhação de ser eliminado tão precocemente.

Se serve de consolo, há exatos 16 anos, em um trinta de março de 1988,  o Ceilândia também enfrentava o Brasília em situação difícil. Sob o comando do tricampeão Brito, o Gato Preto se superou e venceu o então grande Brasília por 4 x 1.

O Ceilândia dependia muito de Elvis: ele caiu e o time caiu junto.
O Ceilândia dependia muito de Elvis: ele caiu e o time caiu junto.

Hoje, nenhum outro resultado que não seja a vitória por dois gols de diferença serve.

O técnico Adelson de Almeida disse que confia no seu elenco. Já disse isso outras vezes. O Ceilândia, nesse campeonato, oscilou bastante entre grandes partidas e partidas sofríveis. É um time que pode surpreender, sempre.

Cassius lutou muito, mas fez opções equivocadas na marcação.
Cassius lutou muito, mas fez opções equivocadas na marcação.

Para o jogo de hoje, 20h30, no Serejão, Adelson deve mexer no time. Juninho, tão importante, é desfalque certo. Mais que a tática, será importante o coração. Tão importante quanto o coração, vai ser o futebol. Para vencer o Brasília vai ser preciso jogar mais que o Ceilândia jogou na última partida.

Alguns jogadores sentiram o esforço da última partida. Assim, Adelson deve guardar a escalação para até o último momento.

O CEC entra para esse jogo como azarão. O futebol guarda supresas. Tomara que a surpresa de hoje seja agradável.

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Ainda restam 90 minutos

O Brasília começou envolvendo o Ceilândia
O Brasília começou envolvendo o Ceilândia

O Ceilândia foi derrotado pelo Brasília por 2×1, partida válida pelas quartas-de-final do Campeonato Candango 2014. Agora o alvinegro precisa vencer o adversário por dois gols de diferença para alcançar as semi-finais.

Foi um  excelente espetáculo, se não pela técnica apresentada pelas equipes, mas porque houve de tudo que um torcedor espera: gols,  polêmica, emoção e muito, muito espírito de luta.

Na cabeçada de Badhuga, o Ceilândia levou perigo: time dependente da bola aérea
Na cabeçada de Badhuga, o Ceilândia levou perigo: time dependente da bola aérea

O Brasília começou melhor. O Ceilândia até que tentou impedir o melhor que o Brasília tem, que é a jogada trabalhada desde a sua linha de defesa.

Como não marcou a saída de bola adversária, o Ceilândia permitiu que o Brasília aos poucos o empurrasse para o seu campo de defesa. Não que o Gato Preto estivesse acuado, mas era claro que o Brasília chegava com mais qualidade ao ataque.

Thiaguino foi atingido: mais confusão
Thiaguino foi atingido: mais confusão

Não demorou muito e o alvirrubro abriu o marcador. Alekito cortou para dentro, tirando Jeff Silva da jogada, e bateu forte no canto direito de França.

Com seis minutos e atrás no marcador e sem inspiração, restava ao Ceilândia o coração. Foi na base da raça que o Ceilândia equilibrou o jogo.

Chances de empatar até houve, mas o Gato Preto não chegou com qualidade. O Brasília também não chegou.

Jeff Silva: falhou no primeiro gol e isso fica. Depois, deu muito trabalho à defesa do Brasília
Jeff Silva: falhou no primeiro gol e isso fica. Depois, deu muito trabalho à defesa do Brasília

Tudo mudou quando Juninho foi expulso. Com um a menos e atrás no marcador, parecia que o Ceilândia estava morto na partida: não foi isso que aconteceu.

Mesmo em desvantagem numérica, o Gato Preto manteve o jogo equilibrado, mas o primeiro tempo terminou com o Brasília à frente.

Juninho foi expulso: jogador importante, vai fazer muita falta
Juninho foi expulso: jogador importante, vai fazer muita falta

 

Veio o segundo tempo e o CEC empatou logo aos 3 minutos, com Gilmar Herê em boa jogada com Cassius.

O Ceilândia tinha um corredor aberto pela esquerda de ataque. Inexplicavelmente, Gilmar Herê deixou a esquerda e foi para a direita. O Ceilândia continuou melhor pela esquerda, obrigando o técnico do Brasília a trocar o seu lateral.

E deu certo. O Brasília recuperou o controle do jogo e, aos 25, passou novamente à frente no marcador com Daniel.

Thiaguinho e Elvis: apagados em um jogo vibrante
Thiaguinho e Elvis: apagados em um jogo vibrante

O Ceilândia, que naquele momento já não contava com Elvis e Alan Delon e sim com Adriano Felício e Caio, sentiu o golpe. O Brasília passou a administrar o jogo até que, em um lance fortuito, Andre Nunes deu um carrinho violento em Gilmar Herê e foi expulso.

O Ceilândia, na base do coração, foi todo ao ataque. Perdeu algumas chances de gol e poderia ter empatado.

No final, a derrota deixa o Gato Preto numa situação desconfortável para a partida desse domingo, 20h30, no Serejão: precisa vencer o Brasília por dois gols de diferença.

Ao que se viu dessa sexta, não vai faltar coração, mas vai ser preciso jogar mais.

 

Decisões infelizes

Um dos pontos controvertidos do jogo dessa sexta, entre Ceilândia e Brasília, foi a arbitragem.

Diz-se que uma boa arbitragem é aquela que passa despercebida. E esse foi o erro do árbitro do encontro.

A decisão de expulsar Juninho foi infeliz: em lances anteriores, a decisão foi diferente.
A decisão de expulsar Juninho foi infeliz: em lances anteriores, a decisão foi diferente.

Até o momento da expulsão de Juninho ocorreram diversos lances controvertidos. As as decisões até então tomadas eram coerentes uma com as outras.

A decisão de expulsar Juninho ainda, no primeiro tempo, destoou das demais. E por que destoou: porque em situações semelhantes, de entradas fortes ele não havia expulsado jogadores do Brasília.

Jeff Silva, fora do lance, foi agredido sem bola: apenas cartão amarelo pouco antes da expulsao de Juninho
Jeff Silva, fora do lance, foi agredido sem bola: apenas cartão amarelo pouco antes da expulsao de Juninho

No caso de Juninho há um agravante: ele bica a bola com uma das pernas e mantém o pé baixo. Sequer acerta o jogador do Brasília que, espertamente e qualquer um faria o mesmo, dobra o joelho e cai sobre Juninho.

Antes da expulsão, Pedro Ayub errou completamente a bola e acertou Gago, fazendo-o voar:  o adversário foi sequer advertido. Quando Jeff Silva foi agredido sem bola, e ele viu, o adversário foi punido apenas com cartão amarelo.

O fato é que, perdendo o jogo e com um homem a menos, o Ceilândia foi muito prejudicado. Jogo por jogo, contudo, parece óbvio que se havia mais coração do lado alvinegro havia mais futebol do lado alvirrubro.

Ceilândia espera o Brasília: decisão em 48 horas

Alheio aos problemas do adversário, Ceilândia encara confronto com seriedade: preparação começou segundos depois do jogo contra Capital
Alheio aos problemas do adversário, Ceilândia encara confronto com seriedade: preparação começou segundos depois do jogo contra Capital

A semana é decisiva para o Ceilândia. Se, por um lado, o Gato Preto realizou apenas uma partida nos últimos quinze dias, e com isso corre enorme risco de perder o rítmo de competição, o adversário corre o risco de se afogar jogando dia-sim-dia-não.

O Brasília jogou ontem, e bem, contra o Brasiliense. Jogará na quarta-feira e, 48 horas depois, na sexta, jogará contra o Ceilândia.

Pesar os benefícios e malefícios é algo complicado. Por certo que no primeiro jogo haverá algum nível de vantagem do Brasília. Física e mentalmente o time estará mais centrado a nível competitivo.

Como faces opostas da mesma moeda, o alvirrubro também contabilizará prejuízos que por certo serão ainda maiores no segundo jogo. Para a segunda partida, é de se esperar um Ceilândia  mentalmente mais focado na competição, fruto mesmo da primeira partida. Eventuais vantagens alvirrubras praticamente desapareceriam nesse contexto.

Adelson de Almeida tem problemas: no jogo contra o Capital o Ceilândia mostrou mais uma vez que depende do seu onze titular. Os reservas mais uma vez não corresponderam. Com um time contadinho, o Ceilândia ainda tem que lutar contra a desconfiança.  Diz a lenda que é nessas horas que o time cresce. Quem viver, verá.

O Gosto Amargo do Empate!

Elvis comemora: time correu muito e cansou. Castigo veio no final
Elvis comemora: time correu muito e cansou. Castigo veio no final

O Ceilândia enfim quebrou a sequencia de derrotas, mas ainda assim não saiu da lanterna da competição. Para complicar, agora tem um jogo a mais que os seus mais diretos concorrentes.

Jogando na noite dessa quarta-feira no Bezerrão contra o Brasilia, o Gato Preto foi um time diferente.

Alisson e Gilmar Herê deram muito trabalho ao adversário, além de terem sido importantes defensivamente.
Alisson e Gilmar Herê deram muito trabalho ao adversário, além de terem sido importantes defensivamente.

O técnico Adelson de Almeida fez muitas mexidas. Dudu, Renato, Elvis, Alisson e Gilmar Herê entraram… e o time melhorou.

A primeira prova de que o time melhorou está no fato de que nos sete primeiros minutos teve cinco escanteios a seu favor.  Na essência o Ceilândia controlou o Brasília o jogo inteiro. O adversário somente chegava em chutes de longa distância e em bolas paradas.

Sofrimento alvinegro continua
Sofrimento alvinegro continua

Apesar de ter sido melhor, o Ceilândia não criou situações claras de gol, Ao contrário, o Brasília teve uma chance num escanteio e por pouco abriu o placar.

No segundo tempo, o Ceilândia abriu o placar logo aos cinco minutos. Alisson conseguiu desvencilhar-se dos zagueiros e bateu na saída do goleiro. No rebote, Elvis abriu o placar.

Agora, Ceilândia terá a vantagem de jogar em casa
Agora, Ceilândia terá a vantagem de jogar em casa

O Ceilândia continuou melhor. O Brasília não chegava e o Gato Preto desinteressou-se pelo jogo. Foi o erro alvinegro: dar chance ao azar.

Quando a partida se encaminhava para a primeira vitória alvinegra, Kaka aproveitou o vacilo alvinegro e empatou o jogo. Castigo, muito castigo para o alvinegro.

 

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CEC vai ter que ser solidário se quiser vencer o Brasília
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Antes de começar o campeonato, o Ceilândia tinha o retrospecto altamente positivo contra os seus quatro primeiros adversários: havia vencido a todos eles no último confronto.

Hoje à noite, enfrenta o Brasília em situação extremamente constrangedora: é o último colocado da competição.

Sandro e Valdinei combatem Tavares na última segunda: hora de união
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O técnico Adelson de Almeida parece ter esgotado o seu estoque de experiências nos três primeiros jogos. Restam alguns poucos  jogadores que não foram utilizados.

Por isso mesmo, o time trabalhou muito o aspecto psicológico desde o último sábado. Sabe que não adianta jogar quinze minutos: o jogo normalmente tem mais de noventa.  

Não se descarta algumas dispensas. O time deve viver um momento de depuração, natural em face do momento vivido: Na adversidade alguns tendem a crescer.

Ceilândia comemora em abril de 2013: 3 x 1. Agora o favoritismo é vermelho
Ceilândia comemora em abril de 2013:  Gato Preto 3 x 1. Agora o favoritismo é vermelho

O time não deve contar com os dois últimos reforços: Fábio Gaúcho ainda cumpre suspensão. Paulo Regis está com os pés cheios de bolhas.

Com isso, Adelson deve se valer das alternativas que o elenco lhe fornece.  O técnico guarda o time para o último instante… Que venha uma boa surpresa.

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Missão (quase) impossível!

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O Ceilândia realizou na noite desta segunda-feira coletivo apronto para o importante jogo desta quarta-feira à noite, 20:30h, no Bezerrão, diante do Brasília.

A missão é difícil: depois da sequencia de três derrotas. A cada jogo aumenta a dúvida se o time será capaz de reagir.

O único técnico do futebol local a sagrar-se campeão do Distrito Federal desde o ano 2000 sabe que  tem um desafio do tamanho do enfrentado por sua equipe.

Fabio Paulista treinou com desenvoltura
Fabio Paulista treinou com desenvoltura

Assim como o time, o técnico Adelson de Almeida também se sente desconfortável. Ele sabe que, como pessoa pública, está sujeito a questionamentos a seu trabalho. “Ao meu trabalho!” costuma frisar.

O desconforto do técnico parece ir além. O desconforto do time também é visível: a necessidade de provarem aquilo que agora já num passado distante dizia que no papel era um elenco acima da média do futebol local.

Treino muito movimentado nesta segunda.
Treino muito movimentado nesta segunda.

Adelson de Almeida ainda faz mistério.  No treino de hoje fez diversas experiências, mas deve manter o seu time-base. Incrivelmente ele mantém o discurso de que é necessário confiar no time.

CEC precisa vencer contra o Brasilia
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Fábio Paulista treinou. Ainda tímido, mas mostrou algo de liderança que pode ser útil ao time. Isso em feito muita falta em campo.

O outro reforço não treinou. No afã de mostrar trabalho, acabou por agravar bolhas na altura do tendão e no pé esquerdos. A fase não é boa

O time concentra a partir de hoje à tarde.

TÉCNICOS CAMPEÕES DO DF DESDE 2000

Campeões do DF 
Ano Campeão Técnico
 2000 Gama Valter Ferreira
2001 Gama Sergio Alexandre
2002 CFZ Reinaldo Gueldini
2003 Gama Cristiano Baggio
2004 Brasiliense Mauro Fernandes
2005 Brasiliense Valdir Espinosa
2006 Brasiliense Lula Pereira
2007 Brasiliense Roberto Fernandes
2008 Brasiliense Gerson Andreotti
2009 Brasiliense Roberval Davino
2010 Ceilândia Adelson de Almeida
2011 Brasiliense Marcos Soares
2012 Ceilândia Adelson de Almeida
2013 Brasiliense Márcio Fernandes