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Ceilândia começa a decidir o campeonato

Dimba perde de cabeça. CEC perdeu gols e a partida. Lição a ser aprendida
Dimba perde de cabeça. CEC perdeu gols e a partida. Lição a ser aprendida

O Ceilândia chegou até a decisão sem fazer alarde. O time foi crescendo aos poucos e a página foi virada no empate contra o Ceilandense. Naquela partida o CEC chegou a estar perdendo por 2 x 0, mas chegou ao empate na base da raça. O entrosamento entre Allan Dellon e Dimba foi melhorando e quem tem Allan Dellon e Dimba em boa forma tem meio caminho andado para a vitória.

Após aquele jogo o  time mudou a sua maneira de jogar. Passou a ter mais posse de bola, mas dessa vez com qualidade. Um time mais ofensivo traz problemas na defesa. O time joga exposto, mas nas partidas da fase de classificação o Ceilândia chegou a um equilíbrio.

Para a decisão de hoje será absolutamente importante ter o equilíbrio na saída para o ataque, para não dar os contra-ataques para o adversário. A partida de hoje deve ser diferente da partida que decidiu o primeiro turno. O Ceilândia é hoje um time totalmente diferente na sua formação e na maneira de jogar. O Luziânia também. Para os jogadores, não há clima de revanche: é uma decisão e uma decisão todos gostam de jogar.

Com Dimba e Allan Dellon o CEC é forte
Com Dimba e Allan Dellon o CEC é forte

O clima na semana era bom entre os jogadores. Não se sentia que estivessem pilhados ou indiferentes em demasia. O Ceilândia parece ser um time consciente de sua própria capacidade e de sua responsabilidade. O gato vive melhor momento que o Luziânia e,  tirando a última partida, sempre traz bons resultados do Serra do Lago.

Adelson concorda que é verdade que o Gato vive um melhor momento, mas o Luziânia venceu o turno sem contestações e com certeza não esqueceu de jogar futebol, relembra.

O problema é que em jogos de mata-mata a partida de ida condiciona o jogo da volta: você começa a segunda partida colhendo o que plantou na primeira. O Ceilândia também sabe das dificuldades, mas não deve se deixar intimidar por elas.

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Breno, Liel, Didão, Dimba e Alan Delon: paredão alvinegro

Quarta-feira, 16h, Cidade do Gato…

No treino em campo reduzido, muita seriedade
No treino em campo reduzido, muita seriedade

O Ceilândia encerrou a sua quarta-feira com um dois-toques em campo reduzido. Adelson de Almeida dividiu o elenco em três equipes e conduziu a atividade com a exigência de sempre. Os jogadores responderam bem às exigências do comandante. O clima é de concentração, sem exageros que possam levar ao relaxamento ou ao excessivo pilhamento.

Em meio a atividade havia sempre o cuidado com as entradas. Adelson, sempre atento aos detalhes, sempre dizia: devagar… devagar. Adelson visivelmente procurava poupar os seus jogadores.Panda não participou dos treinamentos do dia. Segue em tratamento e a sua participação é a maior dúvida no momento.

Estratégia mantida: trabalho da semana será igual ao da decisão do turno.
Estratégia mantida: trabalho da semana será igual ao da decisão do turno.

De mais a mais percebeu-se a preocupação com a partida deste final de semana. De qualquer sorte a avaliação da Comissão é a de que o planejamento não deve mudar em relação à decisão do primeiro turno. Todo o trabalho tático, físico e mental será exatamente o mesmo.

Entendeu-se que naquela oportunidade, na decisão do turno,  o resultado não veio porque o futebol é de fato imprevisível. O time entendeu isso perfeitamente e está preparado para não repetir os erros do passado.

Embora o Ceilândia viva um melhor momento, com Dimba e Allan Dellon desequilibrando,  Adelson despista e diz que o Luziânia não esqueceu de jogar e tem um dos melhores técnicos da competição, por isso é um adversário perigoso. Não é possível discordar de Adelson, mas é inegável que se alguém tem mais responsabilidade nessa decisão, esse alguém é o Ceilândia.

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A hora da razão

Festa merecida, mas o Luziânia é um time diferente
Festa merecida, mas o Luziânia é um time diferente

Passada a euforia pela vitória de ontem, está chegando a hora da razão. A vitória em si nada representou em relação aos planos do Ceilândia para 2012, foi apenas um passo. Qualquer pessoa sabe que o Luziânia vem poupando o seu elenco física e mentalmente para a Final.

O Ceilândia era melhor que o Sobradinho. Internamente não havia dúvidas quanto a isso. O medo estava nas pegadinhas que o futebol costuma pregar.

O Ceilândia não foi fantástico, o resultado em si apenas evidencia que o Ceilândia foi eficiente contra o apenas valente time do Sobradinho.

Pesou a seu favor o fato de o Sobradinho estar excessivamente pilhado.  A estratégia do Sobradinho foi equivocada. Na marra dificilmente se ganha jogo de futebol. Restou ao Ceilândia controlar as investidas do adversário e ser eficiente no contra-ataque. Isso fez a diferença. Também fez a diferença o fato de o Sobradinho não ter conseguido o último passe, o passe que cria situações de gol.

Cassius foi o jogador mais importante: participou de dois e fez dois gols, além de ter impedido saída de bola do adversário
Cassius foi o jogador mais importante: participou de dois e fez dois gols, além de ter impedido saída de bola do adversário

No mais foi um jogo confuso. O Ceilândia não conseguiu impor o seu habitual toque de bola no início do segundo tempo e isso colocou em risco a classificação. Em alguns momentos o CEC abusou dos chutões, mesmo quando poderia sair com a bola dominada.

Depois dos quinze minutos do  segundo tempo tudo ficou facilitado para o CEC porque o Sobradinho foi todo para o ataque deixando a defesa com apenas dois centrais. Os contra-ataques conduziram o CEC à vitória. A prova inequívoca de que o Sobradinho era um time sem inspiração é o fato de que Jonhes saía muito da área, procurando fazer com que a bola chegasse ao ataque. Isso facilitou a vida da defesa do Ceilândia.

O Sobradinho não foi e não seria parâmetro porque o Luziânia é um time diferente e o Ceilândia não deve encontrar as mesmas facilidades para neutralizar o adversário. Nas duas partidas contra o Luziânia o CEC foi envolvido em todas elas. É verdade que o time alvinegro era um time diferente naquelas oportunidades.

Adelson é levantado pelos jogadores: hora de esquecer o Sobradinho e focar o Luziânia
Adelson é levantado pelos jogadores: hora de esquecer o Sobradinho e focar o Luziânia

O dia de hoje amanhece com um gosto de ressaca. Não se pode negar que um objetivo foi alcançado: estar na final. O Luziânia descansou o time nas últimas rodadas, teve tempo para analisar detidamente o alvinegro nas partidas contra Legião e Sobradinho e com certeza conhece mais ao Gato do que o Gato conhece o adversário.

Depois da descarga de adrenalina de ontem, hoje é dia para ir aos poucos tendo contato com a realidade. Não se deve retirar dos jogadores e comissão técnica o direito de comemorar. A realidade tem que vir aos poucos tomando conta do dia a dia do Ceilândia. A realidade vai mostrar que o Sobradinho não era o adversário, o adversário, desde aquela derrota na Serra do Lago, sempre foi o Luziânia.

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Ceilândia está na final

Com os nervos no lugar, Ceilândia resistiu à truculência do Sobradinho
Com os nervos no lugar, Ceilândia resistiu à truculência do Sobradinho

Não foi fácil, mas o Ceilândia está na final do Metropolitano 2012.  O Gato soube administrar os próprios nervos para conseguir uma importante vitória na tarde deste domingo em Sobradinho. Com a vitória, o Ceilândia conquistou o segundo turno do campeonato metropolitano de 2012 e garantiu um lugar na final diante do Luziânia.

O jogo foi essencialmente parelho. O Sobradinho tentou encurralar o Ceilândia em seu próprio campo de defesa, mas aos poucos o melhor toque de bola do CEC foi se impondo. O resultado disso é que o Ceilândia equilibrou as ações e a sua melhor condição técnica aos poucos foi fazendo a diferença.

Apesar de chegar com mais qualidade à meta adversária, o CEC não abria o marcador. As oportunidades passam próximas de Dimba, mas o artilheiro por duas vezes não alcançou a bola.

Allan Dellon e Dimba: mais uma vez importantes
Allan Dellon e Dimba: mais uma vez importantes

Aos 40 minutos da primeira etapa, Cassius apareceu cara a cara com Osmair e bateu com categoria no canto esquerdo da meta adversária. Osmair fez uma belíssima defesa, mas na sobra Dimba mostrou que estava atento e abriu o marcador para o Ceilândia.

Veio o segundo tempo e aconteceu o que se temia. O Ceilândia passou a dar chutões para se livrar da bola. Não é que o Sobradinho fosse melhor, mas o fato é que ao ter desistido de jogar o Ceilândia trocava fugia às suas características. O castigo não demorou e Edicarlos aproveitou sobra na área para empatar. Eram 7 minutos do segundo tempo.

Após sofrer o gol o Ceilândia voltou a jogar com a bola no chão. Não demorou muito e Allan Dellon colocou a bola na cabeça de Cassius que colocou o Gato novamente na frente aos quinze do segundo tempo.

Panda saiu lesionado: preocupação para as finais
Panda saiu lesionado: preocupação para as finais

A vantagem no marcador dessa vez fez bem ao Ceilândia. O time aprendeu com o erro do gol do empate do Sobradinho e continuou tocando a bola no seu estilo. Chutão apenas quando realmente necessário.

O Sobradinho veio todo para o ataque e aí brilhou a visão de jogo de Allan Dellon. Eram 24 minutos do segundo tempo quando Liel desarmou o adversário e tocou para Allan Dellon. O meia, que fez mais uma boa partida,  enxergou Luiz Fernando se deslocando e deu um passe magistral para o meia, que acabara de entrar no lugar de Dimba. Luiz Fernando bateu na saída de Osmair e fez 3 x1 para o Ceilândia.

Forte marcação do CEC neutralizou o Sobradinho
Forte marcação do CEC neutralizou o Sobradinho

Com o terceiro gol do Ceilândia a torcida adversária começou a ir embora. O Sobradinho, contudo,  era valente e tentava a todo custo diminuir a diferença. O Ceilândia era perigoso nos contra-ataques e perdeu ao menos duas chances de matar o jogo.

Tranquilidade apenas aos 44 minutos quando Cassius, em mais um contra-ataque do Ceilândia, fez 4 x 1. Agora era apenas esperar o final do jogo: o Ceilândia estava na final.

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Para chegar à final, ninguém investiu como o Ceilândia

 

Cassius é sempre esperança de gol para o Ceilândia
Cassius é sempre esperança de gol para o Ceilândia

O Ceilândia começou a competição apontado como um dos favoritos, ao lado do Brasiliense. O time do Ceilândia apostava nas estrelas de Iranildo e Dimba. Depois veio Allan Dellon. Além disso, contava com a base do time que foi campeão em 2010: Panda, Badhuga, Liel, Daniel e Allan Dellon, além do próprio Dimba, artilheiro da equipe.

Ao lado dos heróis do campeonato de 2010, o CEC manteve o maior artilheiro do futebol do DF em todos os tempos e também da própria história do Gato: Cassius.

Ao lado desses jogadores outros bons valores foram contratados e aos poucos o time foi ganhando corpo: Darci, de excelente passagem pelo Gato e importante passagem pelo Bahia, Alcione que chegou timidamente e aos poucos ganhou a vaga do competente Gustavo na lateral-direita. Breno que achou o seu lugar na lateral esquerda e Didão, que chegou e arrumou o meio de campo do Ceilândia.

Jogadores como Liel são muito importantes nessa hora: carregadores de piano
Jogadores como Liel são muito importantes nessa hora: carregadores de piano

Para comandar a equipe veio Adelson de Almeida que soube utilizar o material humano a sua disposição. Uma excelente equipe para os padrões locais e talvez o maior investimento para a competição.

É com o peso dessa responsabilidade que o Gato enfrenta o Sobradinho amanhã. Vencer significa dar um passo à frente no planejamento realizado para 2012 e que visa unicamente uma vaga na série D.

O Sobradinho é um adversário que oscilou muito no campeonato mas é forte dentro de casa. No segundo turno o Sobradinho tem uma campanha surpreendente e foi o primeiro colocado no chave que contava com Luziânia e Brasiliense. O Ceilândia tem experiência de sobra para enfrentar o adversário nessas condições.  O Ceilândia tem a responsabilidade, pelo futebol apresentado e pelo investimento. O Sobradinho foi uma grata surpresa na competição. Vai ser um jogo difícil…

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Dimba contra o Gama em 2011

Desespero do Gama coloca a prova maturidade e evolução do Ceilândia

Dimba contra o Gama em 2011: vitória de nada serviu para o Gato
Dimba contra o Gama em 2011: vitória de nada serviu para o Gato

O Ceilândia enfrenta o Gama na tarde deste sábado, num jogo decisivo para as pretensões do seu oponente.  Para o Ceilândia a partida é importante, mas não é decisiva. É o tipo de jogo perigoso: uma vitória pode levar à falsa sensação de que o objetivo foi alcançado, mas não foi. A partida de hoje é apenas uma etapa visando o campeonato.

Uma derrota pode ser ainda pior. Pode levar ao time a se acomodar. Isso pode ser perigoso nas semi-finais, inclusive porque o CEC perderia a vantagem de decidir em casa. Decidir em casa, pelo simples motivo de decidir em casa, também não muda muita coisa, dado o equilíbrio da competição.

É em meio a esse mar de contradições que o Gato vai para o desafio de hoje. Para que não haja dúvidas, o mais importante é que o time do Ceilândia jogue a sua bola e viva minuto a minuto a partida de hoje.

Breno deve ficar preso na marcação: contra-ataques do Gama preocupam
Breno deve ficar preso na marcação: contra-ataques do Gama preocupam

Para o Gama o problema é ainda maior, mas há esperança. O Brazlândia dispensou boa parte dos jogadores e jogará muito desfalcado diante do motivado Capital. O Capital é favorito,  tão favorito que é capaz de dar zebra.

Em 2011, o CEC enfrentou o Gama na última rodada precisando de combinação de resultado. Venceu, mas foi eliminado. A história se repete, mas com papéis invertidos.

Nessas condições, Ceilândia e Gama tem tudo para ser um bom jogo. Em circunstâncias normais,  o toque de bola e a estrutura tática do Ceilândia tendem a prevalescer sobre a impetuosidade do Gama. Os contra-ataques do Gama trazem uma enorme preocupação e podem desequilibrar a balança para o lado alviverde.

O Gama distribuiu faixas pela cidade convocando a torcida.Promessa de bom público. Isso também pesa para o lado alviverde. Vai ser um bom jogo.

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Adelson: nada satisfeito

Adelson está nada satisfeito!

Diego Marangon: entrada de Didão mudou o posicionamento
Diego Marangon: entrada de Didão mudou o posicionamento

A atuação do Ceilândia no último final de semana tirou a tranquilidade do técnico Adelson de Almeida. Na avaliação do treinador o time fez a sua pior apresentação na competição até agora, no que é seguido pela maior parte dos analistas. De fato o Ceilândia teve uma atuação pífia no primeiro tempo e somente conseguiu o empate na superação e porque contou com a covardia do adversário que recuou por completamente.

 

Felipe: Laterais tem caido de produção
Felipe: Laterais tem caido de produção

Adelson trouxe para si parte da culpa. Afirmou  não ter conseguido fazer os jogadores compreenderem até agora que a competição é curta e que não se pode entrar em campo subestimando o adversário. Os jogadores por vezes parecem não ter compreendido que é  necessário ter compromisso, porque a temporada depende que se fizer agora, disse.

Para a partida deste final de semana, Adelson não tem problemas físicos ou de cartões. Até por isso mesmo faz segredo. Na última partida, os laterais Breno e Felipe foram muito questionados por suas apatias. Ambos veem caindo de produção nas últimas rodadas,  depois de terem feito boas atuações. Sem muitas opções, Adelson pode mexer no esquema tático, mas isso é pouco provável. Disse confiar que a qualidade técnica do time e o trabalho da semana podem fazer a diferença nessa reta final do campeonato.

 

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Panda recebe amarelo: penalti controvertido

Relegado ao ostracismo

Allan Dellon: prejudicado pela atuação do time contra o Ceilandense
Allan Dellon: prejudicado pela atuação do time contra o Ceilandense

O Ceilândia iniciou o campeonato como um dos favoritos a competição, ao lado do Brasiliense.

No geral, o Ceilândia eliminou o rival na semi-final da Taça JK e disputou a decisão contra o Luziânia. Derrotado na decisão, o Ceilândia é líder do seu grupo no returno, mas ainda assim foi relegado ao ostracismo no segundo turno. Fala-se com toda a razão do Luziânia, mas também se fala de Brasiliense, Gama e Sobradinho. Pouco se fala do Ceilândia.

Isso pode significar muitas coisas. Um dos significados é que a avaliação geral é o de que o Ceilândia já não é mais um dos candidatos ao título.  Outro significado está no fato de que o CEC prefere trabalhar calado. Nesse caso os resultados devem falar pelo time.

De maneira geral o Ceilândia entra nesta fase do returno com a obrigação de vencer os seus jogos para recuperar um mínimo de respeito. Não que o time tenha uma má campanha, os resultados demonstram que a campanha é até boa. O problema é que o Gato, como sempre foi, tem sempre que remar contra a maré.

Breno em ação: CEC está sem força nas laterais
Breno em ação: CEC está sem força nas laterais

No próximo domingo o CEC enfrentará o Formosa, na cidade de goiana. Para essa partida Adelson talvez não precise mudar muito a maneira de jogar do time. O time tem feito gols e isso talvez não o preocupe, mas deveria.

A atuação dos laterais nas últimas partidas tem incomodado o torcedor. Os dois alas tem mostrado dificuldade para chegar ao fundo sem prejudicar o time defensivamente. Falta-lhes força ofensiva. O resultado é que Breno e Felipe não tem se arriscado no ataque. Isso não pode ser uma constante e ao menos uma vez os laterais tem que incomodar o adversário. O CEC está se tornando previsível. Contra times tecnicamente mais fracos, isso não é problema, mas na fase decisiva pode ser.

Outro problema para Adelson está na saída de bola. O time não tem variado na saída de bola. O time mostrou um estilo contra o Capital e o manteve diante do Ceilandense. Foi fácil para o Ceilandense identificar o modo como o time se lança ao ataque e neutralizar as investidas do Gato.

Para piorar, contra o Ceilandense o Ceilândia não teve paciência e cedeu sucessivos contra-ataques ao adversário. Não é todo dia que se sai de um 0x2 e se empata. O time precisa de mais opções na saída de bola e isso implica mais responsabilidades seja para Diego Marangon ou Allan Dellon. Não há nenhum problema se Allan Dellon vier buscar a bola. O que não pode é o volante ter que carregar a bola por 30 metros para dar o passe e armar o contra-ataque adversário.

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Dimba faz dois e CEC vence por 3 x 1

Dimba voltou a fazer gols: mortal dentro da área
Dimba voltou a fazer gols: mortal dentro da área

Dimba faz dois e em ritmo de treino o Ceilândia fez 3 x 1 no Capital e começa o segundo turno com vitória.

O Ceilândia não precisou fazer muita força para vencer o Capital, na tarde deste sábado. Não foi uma partida agradável de assistir. A maior parte da culpa não foi do Ceilândia.

O time do Capital em nenhum momento mostrou-se em condições de fazer frente ao Gato. O resultado de tanta facilidade é que o time do Ceilãndia acabou se desconcentrando.

Didão: estréia tímida, mas coroada com um gol
Didão: estréia tímida, mas coroada com um gol

Mal começou a partida e o estreante Didão fez 1 x 0 para o Gato.  Mesmo atrás no marcador, o Capital não se aventurou ao ataque. Permaneceu plantado em seu campo de defesa e esporadicamente chegava na área alvinegra. O Ceilândia sentiu a facilidade e perdeu-se em toques laterais. A despeito disto o time foi criando oportunidades e desperdiçando.

Apesar de todo o domínio o segundo gol somente veio aos 42 do primeiro tempo com ele, Dimba. O jogo era tão pouco empolgante que sequer a torcida vibrou com o gol. Dimba foi abraçado por Allan Dellon e a comemoração se resumiu a isso.

Pedro: foi pouco exigido
Pedro: foi pouco exigido
 Veio o segundo tempo e o Ceilândia fez 3 x 0 logo no terceiro minuto. Dimba completou cruzamento da esquerda e mandou para o fundo das redes. Estava muito fácil.

As chances de gol foram se sucedendo e o Ceilândia foi se desinteressando pelo jogo. Fruto desse desinteresse foi que o Capital começou a gostar da partida e diminuiu o marcador. Apesar do gol do Capital o Ceilândia permaneceu senhor da partida. Adelson colocou Luiz Fernando no lugar de Allan Dellon para dar ritmo ao jogador.

No final vitória em ritmo de treino do Ceilândia. O resultado e mais que isso, a facilidade da vitória, serve para mostrar que o time tem condições se livrar da derrota em Luziânia.

Os estreantes jogaram dentro do esperado.  Didão fez um gol e começa esse novo ciclo com o pé direito. Luiz Fernando entrou quando o jogo estava decidido e ninguém mais queria jogar. Agora é se preparar para enfrentar o Ceilandense no próximo final de semana.

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Ceilândia apresenta os seus reforços

Luiz Fernando e Didão: reforços do Gato
Luiz Fernando e Didão: reforços do Gato - Foto: Antonio Gomes

O Ceilândia apresentou na tarde desta quinta-feira dois dos três reforços já acertados. Luiz Fernando e Didão, ambos com boas passagens pelo Gato, foram apresentados e já treinaram na Cidade do Gato.

Enquanto Didão e Luiz Fernando chegavam, outros dois jogadores saiam. O lateral-esquerdo Anchieta e meio-campo China deixaram o Ceilândia. China foi titular na maior parte da competição.

O lateral-direito Patrick tinha a sua apresentação dada como quase certa na tarde desta quinta, mas ainda não há uma definição precisa de quando possa ser apresentado.

A diretoria cogita a contratação de mais um jogador. A idéia de Adelson de Almeida é já contar com os reforços para a partida deste sábado diante do Capital.

A partida deste sábado será disputada no Abadião. Neste turno os times se enfrentam dentro do mesmo grupo.

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Uma segunda-feira longa de mais…

O tempo é o melhor remédio
O tempo é o melhor remédio

O dia de ontem foi especialmente triste. Ao amanhecer, estava no ar uma sensação de vazio. O jogo do domingo não saía da cabeça. Ter estado tão perto, ter jogado tão bem e mesmo assim ter perdido incomodava. Na cabeça ainda estavam as dúvidas sobre as consequências do ocorrido no segundo turno e as preocupações com as decisões a serem tomadas pela diretoria.
A verdade é que estes três primeiros dias foram feitos para chorar a derrota. Nada precisa ser feito ou dito. É tempo simplesmente de refletir e sofrer e deixar que o tempo cuide das feridas. A terça-feira também deve ser reservada a isto. Na quarta-feira, contudo,  já será chegada a hora de deixar o luto de lado e partir para a luta, porque assim é feita a vida: de vitórias e derrotas. A vida continua.

Allan Dellon sofre falta não marcada: origem do segundo gol do Luziânia. Vida que segue...
Allan Dellon sofre falta não marcada: origem do segundo gol do Luziânia. Vida que segue...

O Ceilândia foi bem no primeiro turno. Vencer e perder é do futebol e o futebol não engana: não se pode perder tantas oportunidades numa decisão e ficar impune.

Ao final da partida, José Beni,homem forte do CEC, mostrou-se sereno. Afirmou que o Luziânia mereceu a vitória e que não havia motivos para reclamar da arbitragem. Reconhecer que o adversário foi mais feliz é um bom começo. Não transferir a responsabilidade de sua derrota para os outros também é um bom começo.

Dimba foi superexposto nos últimos dias: pilhado em campo
Dimba foi superexposto nos últimos dias: pilhado em campo

Se se tivesse que fazer alguma coisa diferente esta coisa seria administrar a superexposição a que Dimba foi exposto nos dias que antecederam à decisão. Embora veterano, seria natural que diante de tanta exposição Dimba trouxesse para si mais responsabilidades que efetivamente possuía. Queria vencer a partida a qualquer custo. Não deu certo. Vida que segue.

O prazo para inscrever novos jogadores termina nesta semana. O elenco do CEC é enxuto. O CEC precisa de um ou outro reforço, mas o time está bem. Mostrou no domingo. O único problema foi emocional: alguns jogadores estava muito pilhados. Isso também faz parte.

A hora de encerrar o luto está chegando. Sofrer também faz parte do futebol. Isso torna as vitórias ainda mais gostosas.

 

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Má fase do Brasiliense assusta o Gato

Pedro: boas atuações deixam Darci no banco
Pedro: boas atuações deixam Darci no banco

O Brasiliense não vencia fora de casa há sete meses. Na última semana foi eliminado da Copa do Brasil após ser goleado pelo Guarani em Campinas por 3 x 0. A derrota diante do Gama custou o cargo do treinador.

O Brasiliense não vive boa fase. Apesar disso tudo, o Brasiliense classificou-se para a semi-final da Taça JK com 13 pontos, três a menos que o Luziânia, líder na pontuação geral, e o mesmo número de pontos do CEC.

Se é fato que o Brasiliense não vem jogando bem e tem o elenco mais regular dos últimos tempos, não menos verdadeiro que ainda é o Brasiliense.

Breno ainda está longe do ideal, mas tem evoluído bastante
Breno ainda está longe do ideal, mas tem evoluído bastante

Em circunstâncias normais, o Brasiliense seria sempre favorito, mas dessa vez o time amarelo vem com um discurso humilde, jogando o favoritismo para o Ceilândia. O surpreendente é que o Gato aceitou a responsabilidade.

Para a comissão técnica não poderia ser diferente: jogando em casa o Ceilândia precisa vencer sempre porque qualquer tropeço no Abadião é sempre uma porta para a crise. O empate diante do Luziânia logo na segunda rodada, por exemplo, foi o estopim que levou à demissão de Ricardo Oliveira. Jogando no Abadião o CEC é sempre um time tenso.

O CEC não deve ter alterações em relação ao time que jogou contra o Botafogo para a partida desta quarta, 16h, no Abadião.

A história recente demonstra que Adelson costuma surpreender nessas ocasiões. Nesse contexto não seria surpresa se Adelson fizesse alguma alteração radical como, por exemplo, colocar Allan Dellon para jogar. O jogador já está regularizado e o seu nome foi publicado no boletim diário da CBF desta segunda-feira.

 

 

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Gato vence a primeira decisão

Dimba comemora o seu segundo gol com Breno, China e Claudinoor
Dimba comemora o seu segundo gol com Breno, China e Claudinoor

O Ceilândia venceu o Botafogo por 3 x 1 na tarde chuvosa deste sábado e está classificado para a semi-final da Taça JK. O adversário sairá do grupo A, podendo ser Brasiliense ou Luziânia.

Não foi uma partida fácil. O primeiro tempo foi muito disputado, mas foi, ao mesmo tempo, uma partida tecnicamente ruim.  O Gato saiu na frente do marcador logo aos 2 minutos.  Breno saiu cara a cara com o goleiro adversário e tocou fraco, Dimba completou para o fundo das redes.

Daniel disputa, Diego assiste. Diego saiu machucado
Daniel disputa, Diego assiste. Diego saiu machucado

O CEC sentiu a facilidade no jogo e logo se perdeu. O Botafogo, na base da disposição, chegou a equilibrar a partida, mas não criou situações claras de gol. O CEC passou parte do tempo tentando disputar quem tinha mais disposição. Esqueceu de jogar futebol. As poucas jogadas organizadas passavam pelos pés de Dimba.

Aos 40, Liel fez bela jogada pelo meio e lançou Claudionor. O atacante tentou tirar o goleiro e a bola sobrou para Dimba que, com categoria, fez 2 x 0 para o CEC.

Veio o segundo tempo e a partida ganhou em emoção. O que  de ruim tecnicamente no primeiro tempo cedeu espaço para uma partida vibrante e de lances de perder o folego.  Tudo isso, fora os gols  e  duas bolas na trave, uma para cada lado.

A emoção aumentou aos 6, quando o  Botafogo diminuiu. O CEC não se assustou, até porque o que sobrava de disposição do adversário faltava em talento. O problema foi que, pela primeira vez neste campeonato, o CEC enfrentou um adversário que parecia ter mais disposição que ele.

Thiago Eciene entrou no lugar de Diego Marangon, machucado.
Thiago Eciene entrou no lugar de Diego Marangon, machucado.

O resultado foi que, embora o CEC tenha perdido boas oportunidades de ampliar, o Botafogo também perdeu chances de empatar. Destaque aqui para o goleiro Pedro que, quando foi exigido, fez ao menos três belas defesas.

Nos últimos minutos falou a melhor preparação atlética do Gato. O Botafogo cansou e o Ceilândia continuou perdendo oportunidades. Por sorte, nesse momento do jogo, o Botafogo já não mais oferecia perigo.

Aos 40, após um erro clamoroso do auxiliar, que marcou uma saída de bola sem que isso ocorresse, Cassius fez um belo gol, o seu terceiro na competição e matou o jogo. Agora é esperar pelo adversário.

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