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Sem ansiedade, CEC gira a chave: Brasília, sábado, 16h, Serejão

Sem tempo para descansar: no sábado CEC x Brasilia 63
Sem tempo para descansar: no sábado CEC x Brasilia 63. Em 2009, CEC 2 x 1

O Ceilândia chegou à fase mais aguda de sua caminhada em 2013. Em 15 dias serão cinco jogos decisivos. Hora de preparar os jogadores mentalmente para os momentos difíceis que virão.

Na primeira das cinco partidas, o Ceilândia foi derrotado pelo Gama por 3 x 1. O resultado pressionou o CEC no Metropolitano 2013.

Na segunda dos jogos, empatou sem gols com o Ceará pela Copa do Brasil 2013. O resultado não foi um desastre, mas foi ruim. O elenco maduro e rodado do Ceilândia vai saber contornar as dificuldades.

Um dos duelos mais equilibrados da história do DF: 22 v do CEC, 17 empates e 23 derrotas
Um dos duelos mais equilibrados da história do DF: 22 v do CEC, 17 empates e 23 derrotas

No próximo sábado, o CEC volta a campo contra o Brasilia. Agora enfrenta o campeão do primeiro turno numa partida decisiva para as pretensões alvinegras. Qualquer resultado que não seja a vitória faz com que  o campeonato local praticamente acabe para o Ceilândia.

De decisão em decisão, o CEC irá a Fortaleza na próxima quarta-feira levando na bagagem a tentativa de reviver o feito de 2006, quando, após empatar sem gols com o Bahia no Estádio Regional venceu o tricolor baiano na Fonte Nova e foi a segunda fase da Copa do Brasil.

Por fim, no sábado, 13 de abril, encerra a maratona de 15 dias jogando contra o Brazlândia. O CEC só chega vivo nesse jogo se for bem nos demais. O time é experiente… vai ser testado mais uma vez.

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Não faltam problemas

Forte marcação na defesa: trunfo do Ceilândia
Forte marcação na defesa: trunfo do Ceilândia

O Ceilândia convive com os problemas médicos. No momento estão no DM Allan Delon, Fabinho, Fábio Lima, Mica, Railton e Cafu (dedo machucado). Esse número poderá aumentr após a revisão médica a ser feita nesta segunda. Outro problema: Panda tomou o terceiro cartão amarelo diante do Atlético Ceilandense e assim como Daniel, expulso no mesmo jogo, não deve enfrentar o Luziania. Só aqui o CEC tem o desfalque de oito jogadores.

A despeito dos problemas médicos e das suspensões, o time parece ter encontrado uma forma de jogar, mas ainda não encontrou a sua formação ideal. Nos cinco jogos disputados, apenas quatro jogadores formaram o time-base (clique aqui para ver o time-base): Edinho, Panda, Vieira e Dimba. Dezoito atletas já iniciaram ao menos uma partida como titular. Dos 29 atletas registrados na CBF, Adelson já utilizou 23. Isso dá a exata noção da dificuldade em montar o time.

O mais importante para o torcedor é que nos últimos doze pontos o time ganhou oito. Ã? verdade que o torcedor gostaria de ver um time diferente, mas não adianta ter posse de bola e ser improdutivo. O time, nos últimos jogos tem sido altamente competente nas poucas vezes que foi ao ataque. Para o crítico isso revela que o time está no caminho certo. Basta que a comissão técnica e os jogadores acreditem

Vieira: titular nas 5 primeiras partidas
Vieira: titular nas 5 primeiras partidas

num trabalho que vem dando resultado. Na defesa do coração do torcedor, basta fazer alguns pequenos ajustes procurando evitar que o time se defenda tão próximo de sua área de defesa. Se o time ganhar corpo, o CEC será um forte candidato ao título.

O time volta a se reunir nessa segunda-feira. Serão três períodos de treinamentos leves até o jogo da quarta-feira diante do Luziânia. Adelson ainda espera uma definição do Departamento Médico para saber o time que mandará a campo. O maior problema é arranjar um substituto para Panda. Depois que alcançou uma melhor forma atlética, Panda tem sido o ponto de equilíbrio da defesa. Se conseguir vencer os problemas e obter um bom resultado contra o Luziânia colocará o CEC definitivamente na luta por uma das vagas no quadrangular final e Ceilândia realmente ficará em festa.

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CEC vence e inicia recuperação

Dimba comemora o primeiro gol do Gato
Dimba comemora o primeiro gol do Gato

Bastou um tempo. O Ceilândia fez um primeiro tempo primoroso, mas fez a torcida sofrer como nunca na segunda etapa. Mesmo com todo o sofrimento, o CEC alcançou a sua primeira vitória e já se credencia a uma das vagas na fase final do Metropolitano 2010.

Mantendo o esquema tático da última partida, o CEC cedeu as primeiras ações do jogo ao Botafogo-DF. Bem armado na defesa, o Ceilândia neutralizou o adversário e Edinho apenas assistiu o desenrolar da primeira etapa. Aos poucos o CEC foi equilibrando as ações, principalmente a partir das boas arrancadas de Cafu pela direita e William pela esquerda. As chances foram aparecendo, primeiro sem muita clareza, depois escancaradamente.

Aos 18, Cafu fez boa jogada pela direita e na sequencia Dimba bateu cruzado para abrir o marcador. Nos minutos seguintes o CEC perdeu ao menos três oportunidades de ampliar o marcador, duas delas com Dimba. No final da primeira etapa, a torcida percebia o bom

Dimba chuta cruzado e vence Donizete
Dimba chuta cruzado e vence Donizete

momento do Gato e começou a gritar olé. Essa talvez fosse a senha para o que estava por vir.

No segundo tempo só deu Botafogo-Df. O time comandado por Marquinhos Bahia tomou as rédeas da partida e passou a rondar a área do Ceilândia. Esse domínio se acentuou a partir dos 15 minutos, quando Adelson retirou Dimba, que saiu aplaudido, e colocou Tezelli. Ao perder a referência no ataque o Ceilândia parecia ter aberto mão da vitória.

Para sorte do Ceilândia o Botafogo era um time sem inspiração e nas poucas vezes que levou perigo o Gato contou com a segurança de Edinho. Na primeira situação, a mais clara, Edinho interceptou cruzamento que fatalmente seria completado por Túlio. Faltando doze minutos, o Botafogo chegou pela última vez: Túlio, mais uma vez, girou na entrada da área, bateu forte e Edinho

Edinho, firme, é uma grata surpresa
Edinho, firme, é uma grata surpresa

defendeu com perfeição.

Nos últimos dez minutos, o jogo foi até os 50 no segundo tempo, foi mais equilibrado. Cassius entrou no lugar de Cafu e o CEC passou a ter a referência que faltou durante vinte minutos. Para isso contribuiu o fato de que o Botafogo não mais tinha força. Adelson colocou Douglas no lugar de Fabinho e o CEC se encaminhava tranquilamente para a vitória. O sofrimento só voltou nos últimos dois minutos, mas a defesa do CEC teve a tranquilidade para levar o Gato a primeira vitória.

Aos olhos do analista a defesa foi bem. Edinho tem sido uma grata surpresa. Foi exigido pouco, mas nas vezes em que foi exigido correspondeu a altura. O sistema defensivo com Luiz Carlos, Panda e Edmar (foto) fez duas partidas muito boas. Para isso contribuiu as atuações de Daniel e Vieira. Os alas têm sido eficientes defensivamente, mas ainda ficam a dever ofensivamente. De qualquer forma, os dois últimos resultados já enchem de esperança o torcedor do Gato.

Os mais céticos acreditam que o Ceilândia teria dificuldades contra um time que tivesse uma proposta defensiva e cedesse campo para o

Edmar, boa atuação
Edmar, boa atuação da defesa

CEC. A dúvida não é descabida. Na próxima quarta-feira o torcedor do Ceilândia saberá como o time se comporta contra uma equipe que não seja apontada como favorita.

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CEC empata com Brasiliense

Iranildo no chão e Daniel com a bola dominada: o CEC jogou bem.
Iranildo no chão e Daniel com a bola dominada: o CEC jogou bem.

Ainda falta muito, mas já foi um começo. Jogando no Serejão, na noite desta quarta-feira, o Ceilândia empatou em 0x0 com o Brasiliense. O resultado manteve o CEC fora da zona de classificação, mas já foi um começo.

A partida não foi agradável de se assistir. O Ceilândia veio com nova formação, com três zagueiros. Adelson fez alteração na lateral esquerda, com William entrando. Mais alterações: Daniel jogou na cabeça de área, enquanto que Cafu jogou ao lado de Dimba. A proposta de jogo parecia clara: ter espaços para lançar Cafu em velocidade. Mudado o que deve ser mudado, o CEC queria utilizar o mesmo veneno de que foi vítima no sábado passado.

As alterações surtiram algum efeito. A defesa esteve menos exposta que nos jogos anteriores e os laterais chegaram na linha de fundo. O CEC, contudo, optou pela segurança o tempo inteiro. Em outras palavras: o time, por diversas vezes, tocou bola tentando cadenciar o jogo, mas sem um objetivo definido. Para o torcedor ficou a impressão que confundia cadenciar o jogo com falta de objetivo.

CEC parte para o ataque.
CEC parte para o ataque.

De qualquer sorte a estratégia deu certo e o CEC até poderia ter aberto o marcador se Dimba aproveitasse um cruzamento primoroso de Cafu, aos 43 do primeiro tempo. De qualquer forma, a melhor oportunidade da primeira etapa foi do Brasiliense, mas Edinho fez uma grande defesa no cabeceio do jogador adversário.

Os 15 primeiros minutos do segundo tempo foi o mais próximo que se viu de um futebol envolvente, mas esse futebol foi do Brasiliense. O CEC perdeu o controle do meio de campo e viu o adversário seguidamente rondar a sua defesa. Na essência o Brasiliense tinha mais posse de bola, mas só levava perigo em bolas paradas.

O CEC recuperou o equilíbrio quando Dimba saiu. Adelson de Almeida, espertamente, colocou Allan Delon e equilibrou o seu meio de campo, dificultando a saída dos volantes adversários ou que Iranildo recuasse para armar as jogadas de ataque. Com isso, o jogo foi seguindo sem maiores emoções, até que, no finalzinho, o Brasiliense, mais uma

Fabinho lutou muito.
Fabinho lutou muito.

vez após cobrança de falta, acertasse o travessão.

Antes de terminar, Adelson ainda fez duas mudanças sacando Cafu e Fabinho. De um modo mais pragmático ficou a certeza que o CEC está no caminho certo. O time já tem uma proposta defensiva. Falta agora saber como o time se comportará tendo a necessidade de fazer gols. Até agora o Gato não balançou a rede adversária. De qualquer forma já é um começo.

O Ceilândia formou com Edinho, Bruno, Edmar, Panda, Badiuga e William. Daniel, Vieira, Fabinho(Augusto), Dimba(Allan Delon) e Cafu(Leandro Kivel).

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Está chegando a hora

2000: CEC bate o Gama por 2x1
2000: CEC bate o Gama por 2x1

Está quase tudo pronto para o Clássico Vovô. O primeiro jogo entre Ceilândia e Gama foi disputado em 3 de julho de 1980, com vitória do times esmeraldino por 3 x 0.

O Ceilândia deve fazer hoje o último treinamento efetivo para a partida deste sábado, 16h, no Abadião. O técnico Adelson de Almeida tem poucas dúvidas quanto ao time que deve mandar a jogo. Uma dessas dúvidas é Fábio Lima. O volante luta para se recuperar completamente de uma lesão na panturrilha. Há outra dúvida também no ataque: quem será o companheiro de Dimba. Para a partida diante do Gama o mais provável é que esse parceiro seja Cassius, com Leandro Kivel correndo por fora. Tudo dependerá da estratégia de jogo que se supõe será adotada pelo Gama. Nesse particular os primeiros minutos da partida serão importantes.

Arbitragem Definida

A partida entre Ceilândia e Gama será arbitrada por Rogério Bueno. Ciro Chaban, Jose Reinaldo e Francisco Trajano serão os auxiliares.

Abaixo o resumo dos confrontos entre Ceilândia e Gama.

M / V / N Jogos V E D Gols + / –
Mandante 16 4 6 6 18 – 25 -7
Visitante 36 7 10 19 32 – 62 -30
Neutro 13 4 6 3 13 – 11 +2
Total 65 15
22 28 63 – 98 -35

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