Tag: Capital

Cauê vai ao ataque: zagueiro quase empatou

Muita calma nesta hora: Hoje já é outro dia!

Jairo colocou dois meias: funcionou enquanto se prontificaram a marcar mais alto. Depois, recuaram demasiadamente

Hoje já é outro dia. O jogo de ontem ficou no passado. Qualquer pessoa em sã consciência admite que uma derrota para o Brasiliense, por mais que doa, é possível e provável.  O mais importante se viu em campo: o time lutou. Não conseguiu, mas é do futebol.

O 4-2-3-1 do Ceilândia é muito rígido e sobrecarrega o meio de campo.

É com esse espírito que o Ceilândia deve voltar aos trabalhos nesta semana para enfrentar o Santa Maria. Contra os demais adversários e embora o time ainda não tenha dado liga, a obrigação de vitória é sempre do Ceilândia. Ontem, foi um jogo em que a vitória poderia ser de qualquer um.

Não faltou vontade, faltou um pouco mais de futebol ao Ceilândia contra Santa Maria
O Ceilândia vai precisar de algo mais que vontade para vencer o Santa Maria e deixar este momento para trás.

Óbvio que se deve ter a humildade de reconhecer que o time tem problemas e é desnecessário ficar aqui elencando. O mais importante: o Ceilândia tem bons valores e ainda não se distanciou do meio da tabela. Deve cuidar para que isso não ocorra. No mais, calma… futebol o time tem.

Candangão 2019

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11714303492545
217113331112036
3156451512322
4155731810822
5135532012820
6135351720-318
7134451215-316
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Romário voltou e isso ajuda. A defesa tem funcionado. Os cabeças de área tem funcionado defensivamente com um ou outro probleminha na saída de bola. Daí para a frente começam os problemas. Jairo tem tentado diversas formações e não tem encontrado.

Hora de separar os meninos dos homens.

Levanta e anda!

Victor vinha fazendo boa partida: falha complicou a vida do Ceilândia

O Ceilândia perdeu para o Brasiliense na manhã deste domingo. Lá se vão três jogos sem vitória, três jogos sem fazer gol, cinco pontos em quinze possíveis. Haverá sempre que diga que está faltando isso, faltando aquilo. Não tem faltado vontade. Tem faltado um monte de coisas, dentro e fora de campo, mas não tem faltado vontade. Isso é suficiente para que sempre tenhamos fé.

Há tempos não se via um Ceilândia x Brasiliense em que o adversário fosse tão superior em campo. A rigor, o Ceilândia esteve melhor durante dez minutos… chegaremos lá.

Murilo fez uma partida discreta, mas eficiente defensivamente. Deveu ofensivamente, mas aqui não está só

O jogo começou com  o Brasiliense propondo o jogo. O Ceilândia vinha com uma postura tática diferente, com Gabriel e Gago compondo o meio. No começo do primeiro tempo essa postura tática funcionou. A marcação, embora recuada, pressionava o Brasiliense a partir da linha divisória.

O Ceilândia conseguiu marcar assim apenas parte do começo do jogo. Aos poucos o Ceilândia recuou sua linha de marcação para a intermediária do próprio campo de defesa.  O resultado é que o Brasiliense recuperava a bola já no meio de campo e ficou um jogo de ataque contra defesa.

Formiga lutou muito e foi um dos poucos que se salvou na derrota de hoje

Ao Brasiliense faltava o último passe. Wallace e Formiga jogavam quase de lateral. O Ceilândia não conseguia jogar. O primeiro tempo encaminhava-se para um zero a zero, mas quis a sorte que fosse diferente. Na cobrança de falta de Almir a bola bateu no travessão e sobrou para Gleissinho fazer Brasiliense 1 x 0.

Victor Brasil fazia uma partida até então segura e não teve chance no gol. O segundo tempo viria contar uma história diferente.

Helinho:um dos mais lúcidos em campo

O segundo tempo começou com o Ceilândia bem melhor. O Gato Preto empurrou o adversário para o próprio campo de defesa. Helinho aparecia à frente como surpresa e Romário abria espaço para as movimentações de Formiga e Wallace. O Ceilândia mostrava um futebol que até então não mostrara.

Jefferson, como a defesa, esteve bem. Ceilândia tem problemas mais a frente

Durante treze minutos o Ceilândia foi melhor. Não criou situação clara de gol, mas jogava um bom futebol. O destino, como sempre, pensava diferente. Até os treze minutos o Brasiliense mal passara do meio de campo. A chance de chegar à área do Ceilândia viria numa cobrança de falta da intermediária ofensiva. Muito longe. Muito despretensiosa. Victor Brasil que até então fazia boa partida falhou. Desistiu de fazer o corte e a bola sobrou para Gleissinho. Brasiliense 2 x 0.

O Ceilândia sofreu psicologicamente com o gol. Ainda faltavam 32 minutos, mas o Gato Preto jamais recuperou o futebol daqueles treze minutos iniciais do segundo tempo. O Brasiliense cozinhou o jogo como quis até o final: Ceilândia 0 x 0 Brasiliense.

 

Candangao 2019

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Muitos gols perdidos, muitas paralisações: Só 4 minutos e 0 x 0

Helinho e Michel: Jairo mudou a cabeça de área

O Ceilândia colecionou o segundo tropeço consecutivo no Candangão 2019. Jogando na manhã deste domingo no Serejão, o Gato Preto não passou de um empate sem gol num jogo em que perdeu muitos gols, sofreu com as traves, com o antijogo do adversário e seus próprios erros.

Dener deixou o Ceilândia e a missão para Miranda

O primeiro tempo foi jogado sob sol. Na primeira etapa as equipe se equivaleram. Mesmo bastante alterado, o Ceilândia ainda teve dificuldades na marcação de saída de bola do adversário. A favor do alvinegro contou o fato de que o adversário não tem uma boa saída de bola.

Victor foi outra novidade: pouco trabalho

Na primeira metade do primeiro tempo o Ceilândia esteve melhor. Poderia ter aberto o marcador em ao menos duas oportunidades, uma delas clara. Na melhor, Wallace tirou do goleiro e a bola explodiu na trave esquerda.

Na melhor chance do primeiro tempo, a bola de Wallace explodiu na trave

O segundo tempo foi jogo de um time só. A rigor o Taguatinga chegou em apenas uma bola. O Ceilândia teve ao menos quatro situações claras de gol, mas Formiga, Tatuí, Michel e Gago não conseguiram abrir o marcador. Nas vezes em que a bola passava pelo goleiro adversário encontrou a trave. Kabrine em razões para lamentar.

No segundo tempo, muita chuva: Kabrine foi parado pela trave

O Ceilândia pressionou bastante no final do jogo, mas aí apareceu a condescendência da arbitragem. Houve diversas paralisações para atendimentos médicos, mas fiquemos com apenas duas. Na primeira, aos 33, o goleiro do Taguatinga pediu atendimento médico. O jogo ficou parado por 2’30”.

Michel teve azar nesse lance: sem goleiro

A segunda paralisação ocorreu quando faltavam 5’46” para o término da partida. A partida somente foi retomada quando faltavam 2′ para o término. 3’46” de paralisação, mais 2’30”. Só aqui 6 minutos. O árbitro deu acréscimo de 4 minutos para desespero do Técnico Jairo Araújo.

Nesta oportunidade, Tatuí não conseguiu fazer

Óbvio que o árbitro Ademário Neves errou feio ao conceder apenas 4 minutos de acréscimo em um jogo que ficara paralisado por no mínimo 10 minutos, mas não foi isso que foi definitivo para o resultado. O Ceilândia criou muitas chances e não fez. Pouco para um time como o Gato Preto.

Só nessa paralisação 3min41seg. O árbitro deu apenas 4 de acréscimo

O Ceilândia termina o primeiro terço da competição com 5 pontos em 12 disputados. No terço intermediário enfrenta, pela ordem, Brasiliense, Santa Maria, Gama e Formosa.

4 de acréscimo em um jogo que, só para atendimentos, ficou parado 8

Não tem faltado disposição. O time tem sido valente, mas agora vai ter que somar pontos contra times que estão no alto da tabela.

Ceilândia enfrenta Taguatinga para voltar a lutar por G4

Jairo e Rodriguinho: Tarefa de fazer o Ceilândia vencer para não se distanciar

O Ceilândia joga na manhã deste domingo, 10:30h, no Serejão, contra o Taguatinga. Com os resultados deste sábado, o Ceilândia manteve-se na sexta colocação. A torcida sabe que o elenco é bom e ainda está pegando corpo. Daí é preciso ter calma.

Candangão 2019

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Nos jogos de ontem o Gama venceu o Santa Maria por 3 x 0, o Brasiliense foi até Paracatu e venceu os donos da casa por 1 x 0, enquanto que o Luziânia veio ao Distrito Federal e venceu o Capital por 1 x 0. Com isso o Gato Preto está a oito pontos do líder. É muito!

Gabriel deve ser opção para o jogo de hoje

O primeiro terço do campeonato termina hoje. Alguns times fizeram alguma gordura para a hora mais complicadas, o Ceilândia já perdeu cinco pontos em nove disputados. Sabe que mesmo reconhecendo-se que o elenco é bom e está pegando corpo as cobranças chegarão.

Gago subiu de produção: o Ceilândia é melhor quando joga como time

Para o jogo de hoje o time é uma incógnita. Jairo de Araújo sabe que o time apresentou alguns desequilíbrios táticos contra o Capital e precisa de ajustes. O Gato Preto precisa de uma vitória para se credenciar a voos mais altos.

Artilharia do Candangão 2019

Gol Jogador Time
4 Felipe dos S C Fidencio Luziania
4 Jeferson “Maranhão” Viana Correa Gama
3 Wallace “Tarta” Souza Ferreira Gama
2 Gabriel Luiz Cintra Ceilandia
2 Vitor “Xavier” de C Humeni Gama
2 Almir Lopes de Lima Brasiliense
2 Allan “Allanzinho” R Nunes Luziania
2 Luiz Carlos “Badhuga” da S Gomes Brasiliense
1 Francisco “Romarinho” Romario da S Lima Brasiliense
1 Eduardo J da R Milhomem Real
1 Filipe Cirne Silveira Barretp Real
1 Roger R dos Santos Real
1 Rael O Carvalho Santa Maria
1 Gilson “Gilsinho” A Oliveira Gama
1 Wisman O Santos Gama
1 Lucas “Luquinhas” V F da Silva Brasiliense
1 Natanael “Natan” Gomes do Nascimento Sobradinho
1 Daniel F R da Silva Capital
1 Rodrigo “Barros” Santos Barros Luziania
1 Wallace S de Jesus Ceilandia
1 David Dener R S D da Silva Ceilandia
1 Kabrine C O Lima Ceilandia
1 David “Peninha” Lustosa de Oliveira Brasiliense
1 Rychely C de Oliveira Paracatu
1 Jhonatan da Silva Taguatinga
1 Daniel “Foguinho” Junio Soares Oliveira Formosa
1 Elton Avelino Formosa
1 LUCAS VICTOR S ANDRADE Sobradinho
1 LUIZ FELIPE C MENESES Sobradinho
1 LUCIVANIO “VANINHO” MAMEDE Sobradinho

Derrota fica no passado: Gato tem sequência difícil

Helinho sentiu incômodo na virilha e preocupa

A derrota do meio de semana ficou no passado. De modo geral a avaliação foi a de que dias ruins acontecem e o Ceilândia não tem tempo para lamentar. No domingo, 10h30, no Serejão, enfrenta o Taguatinga e, na sequência Brasiliense, Santa Maria e Gama. Em quatro jogos, o Gato Preto dirá a que veio em 2019.

Murilo pode trazer experiência para a lateral-direita

Para o jogo deste final de semana, Jairo Araujo talvez já possa contar com Murilo e com isso agregar experiência à lateral-direita. O Ceilândia tem dependido demasiadamente do seu lado esquerdo.

Derrota ficou no passado. Gabriel é opção para o meio

Mesmo com pouco tempo para treinar, Jairo Araujo tem a missão de acertar a sincronia dos homens do meio e atacantes na saída de bola do adversário. O Ceilândia sofreu com isso no jogo contra o Capital. No mais, a proposta do time é boa e os ajustes seriam necessários à medida em que os adversários conhecessem a forma que o Ceilândia joga.

Último jogo em 2017: Vitória alvinegra por 3 x 2. Ronaldinho mudou de lado

Helinho reclamou de dores na virilha direita durante o jogo. Com pouco tempo para repouso, pode ser uma perda importante.

 

Capital surpreende e acaba invencibilidade do Ceilândia em 2019

No primeiro tempo, Ceilândia foi um time confuso na saída de bola

O Ceilândia foi surpreendido e derrotado pelo Capital na noite desta quarta-feira. Jogando no Estádio Nacional, o Gato Preto manteve a mesma formação da vitória contra o Bolamense e, se isso não foi novidade para o Capital, a formação tática do adversário certamente o foi para o Ceilândia.

No primeiro tempo, o Ceilândia foi um time confuso no ataque

O primeiro tempo do Ceilândia foi sofrido. O Gato Preto tinha enorme dificuldade para dificultar a saída de bola do Capital. Com isso, o Capital sempre chegava na intermediária de defesa do Ceilândia, mas dali não passava.  O fato é que o controle do jogo era do Capital. Foi assim ao longo de quase todo o primeiro tempo, com exceção do período entre o 15o e o 20o minuto.

No primeiro tempo, Vinicius teve que trabalhar

O castigo veio ao 31o minuto. Depois de ver o Capital obrigar Vinicius a fazer ao menos duas defesas, o Daniel Felipe abriu o marcador. Após abrir o placar, o Capital mudou a postura tática. Passou a uma saída de bola mais convencional e a uma postura  ofensiva também convencional. Com isso o Ceilândia equilibrou o jogo.

Ceilândia sempre subiu desequilibrado ao ataque

Veio o segundo tempo, o Ceilândia era valente como foi durante todo o jogo. O Capital optou pelo mesmo sistema convencional do final do primeiro tempo.

O problema do Ceilândia não foi individual: coletivamente o Capital foi sempre melhor

O Ceilândia começou a chegar, mas, a rigor, criou apenas uma situação clara de gol que fosse resultante de uma jogada trabalhada. Wallace saiu em condições de marcar, mas o goleiro adversário fez bela defesa. A bola ainda sobrou para Dener, mas vinha com muito efeito. Difícil de bater de primeira, difícil de dominar. Dener não fez nem uma coisa, nem outra.

Dener sofreu com as críticas que são na maior parte injustas: o problema é coletivo

Insatisfeitos com a atuação do time, alguns torcedores injustamente escolheram Dener para criticar. O time todo, dentro e fora de campo, por mais que se esforçasse e fosse valente, não estava em uma boa noite.

Jairo e Rodriguinho: demoraram para entender o que estava acontecendo

O Ceilândia melhorou e equilibrou-se com as alterações feitas por Jairo Araujo. A postura tática do Capital ajudou. De qualquer sorte o Ceilândia esteve próximo de empatar em um ou outra oportunidade, mas não teve nenhuma chance clara com a bola dominada. O Capital teve ao menos duas: uma em um erro de Vinicius e outra no final do jogo.

Gago foi o motor do time no segundo tempo. O problema do time não foi individual, foi coletivo.

A derrota por 1 x 0 deixa muitas lições. A principal dela é que o time precisa evoluir a cada jogo. Não é possível enfrentar o Capital como enfrentou o Bolamense e não será possível enfrentar o Taguatinga como enfrentou o Capital.

Gabriel entrou bem, mas o Capital já mudara o esquema de jogo

É verdade que algumas poucas peças caíram bastante de produção, mas o problema do time tem sido coletivo. Não evoluiu como equipe. Vai precisar.  Domingo o Gato Preto enfrenta o Taguatinga.

 

Um passo por vez: Ceilândia enfrenta o Capital de olho no G4

CEC volta enfrentar Capital apenas dia 20
Em 2013, Ceilândia e Capital fizeram um jogo de muitos gols: 3 x 3

O Ceilândia confirmou nesta terça a contratação do lateral-direito Murilo. O experiente jogador começou a sua carreira nas categorias de base do Athlético-PR e fez boa campanha em 2018 envergando a camisa do Gama. A vinda de Murilo deve resolver o problema criado com a lesão de Dudu Lopes.

Murilo já está regularizado e está à disposição do técnico Jairo Araujo para o confronto de hoje à noite, 20h, no Estádio Nacional, diante do Capital. O Gato Preto está atualmente fora do G4 e tem nessa partida a oportunidade solidificar uma posição na parte da frente da tabela.

Para o jogo de hoje Jairo Araujo tem um problema. Wallace recupera-se de uma inflamação na garganta e deve ser reavaliado. Se estiver bem, vai para o jogo. No mais, o time deve ter a base daquele que goleou o Bolamense.

Fora do G4, Ceilândia tem semana de muitos jogos

Jairo tem armado o time conforme o adversário: banco tem sido importante

O Ceilândia retomou os trabalhos na tarde de ontem, agora com foco na importante partida de meio de semana diante do Capital. Com um jogo a menos, mas ocupando a sexta colocação da competição, o Gato Preto não tem gordura para queimar.

Tatuí foi o motor do time contra o Bolamense: função diferente

A vitória contra o Bolamense foi de certo modo um alívio. Para a torcida, o Bolamense tem sido o saco de pancadas da competição, mas isso não tira o mérito do time. O importante foi ter vencido.

ùltima vez que Ceilândia e Capital se enfrentaram foi em 2014: jogos sempre complicados

Contra o Capital, o time do técnico Jairo Araujo terá um adversário mais organizado em campo, tal como o Capital mostrou contra o Gama. O Ceilândia sabe que, mesmo tendo mostrado um jogo melhor, tendo um elenco melhor, vai ter que construir o resultado.  O Gama soube fazer isso, o Ceilândia também terá de fazê-lo, a exemplo do que fez nos últimos dois confrontos.

Classificação Candangão 2019

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O técnico Jairo Araújo tem armado o time conforme o adversário. Foi assim contra o Real e foi assim também diante do Bolamense. Por essas razões é possível crer que teremos um Ceilândia diferente diante do Capital. O jogo será amanhã, quarta, 20h, no Mané Garrincha.

 

Ceilândia empata: atuação foi melhor que o resultado

Ceilândia sofreu com a forte marcação exercida pelo Real no começo da partida

O Ceilândia empatou na estreia do Candangão. Jogando na manhã deste domingo, com a presença de um bom público no Abadião, o Gato Preto não passou de um empate contra o Real em um jogo no qual, excetuando-se os 25 primeiros minutos iniciais, foi sempre melhor que seu adversário. O Ceilândia não encheu os olhos, mas em início de temporada é sempre bom ver que o time tem potencial para mais.

Luciano Mandi ganha pelo alto. Ceilândia demorou a equilibrar o jogo

O Real começou melhor. O time azul começou com uma marcação alta e enquanto teve forças para manter esse tipo de marcação esteve melhor que o Ceilândia. O Ceilândia sentiu a marcação forte do adversário e tinha enormes dificuldades para sair jogando. Felipe e Cocada, na defesa, Gago e Helinho, no meio, não tinham espaço nem tempo para pensar.

Wallace esteve bem e quase abriu o marcador.

O adversário tinha a iniciativa do jogo e passou a rondar a área alvinegra, mas sem criar oportunidades de gol. A principal chance na primeira metade da etapa inicial, como não poderia deixar de ser, esteve com o Real. Erro do Ceilândia na saída de bola que Daniel mandou para fora.

Ronaldo deixou o campo lesionado: Ceilândia teve que improvisar

Após os minutos iniciais, o Ceilândia foi aos poucos foi se assentando no jogo. Embora não criasse situações claras de gol, o alvinegro foi empurrando o Real para o seu campo de defesa. Melhor na segunda parte da etapa inicial, o Ceilândia já conseguia fazer a transição defesa-ataque sem a pressão do Real. O Gato Preto poderia ter aberto o marcador, mas a defesa salvou gol certo de Walllace.

Erisson foi improvisado na lateral.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia continuou melhor. Com um jogo de posse de bola, o Gato Preto tinha o domínio das ações, mas na primeira subida do Real ao ataque o placar foi aberto. Falta na intermediária direita de defesa lançada na área e Eduardo cabeceou para fazer Real 1 x 0.

David Dener teve a difícil missão de ser “boi de piranha”: Muita luta

O Ceilândia manteve o padrão. Continuou com a posse de bola. O Real pouco chegava e nas vezes que o fez dependia da bola parada ou do chute de longa distância. O Ceilândia era melhor, mas o gol não saía.

Felipe começou errando alguns passes. Depois, comandou a defesa e assustou a todos ao cair.

De tanto insistir, o gol de empate veio como consequência de uma série de escanteios. A bola passou por todos na área e Gabriel, que entrara no lugar de Luciano Mandi, empatou.

Gabriel (18) empata: Ceilândia melhor na maior parte do jogo

 

Depois do gol, o Ceilândia continuou com o domínio. Poderia ter vencido, mas as conclusões eram sempre contestadas pela defesa do Real. Não houve oportunidades claras.

Comemoração dura pouco: Ceilândia já pensa no Bolamensel.

No final, o resultado não expressou o domínio que o Ceilândia exerceu na maior parte do jogo. A atuação do Gato Preto foi melhor do que aquilo que ele colheu em campo. O campeonato está apenas começando.

Lucas Portela comemora o gol do título

Ceilândia bate Legião e é Campeão Candango de Juniores 2018

Juan fez o primeiro gol do Ceilândia cobrando pênalti.
Juan fez o primeiro gol do Ceilândia cobrando pênalti.

O Ceilândia sagrou-se Campeão Candango de Juniores do Distrito Federal em 2018. Jogando na tarde deste sábado, no Bezerrão, o Gato Preto precisou de cento e vinte minutos para vencer o Legião e voltar a ser campeão de juniores.

Christian nada pode fazer no gol de empate do Legião
Christian nada pode fazer no gol de empate do Legião

A decisão opunha os times de melhores campanhas na competição. O Ceilândia teve a iniciativa do jogo na maior parte do tempo, mas não conseguiu traduzir esse domínio em situações claras de gol. O mesmo se diga do Legião nos momentos em que tomou a iniciativa do jogo.

O Ceilândia esteve melhor na maior parte do tempo
O Ceilândia esteve melhor na maior parte do tempo

Assim, os gols vieram em bolas paradas.  O Gato Preto saiu na frente logo aos 13 minutos. Warley foi derrubado dentro da área e o árbitro assinalou o pênalti. Juan bateu firme, à direita do gol adversário e abriu o marcador.

Técnico Leo Roquete mexeu muito no time no segundo tempo
Técnico Leo Roquete mexeu muito no time no segundo tempo

Não deu tempo sequer para comemorar.  Três minutos depois o Ceilândia errou na saída de bola. Na sequência, o árbitrou assinalou falta que foi cobrada com perfeição: Ceilândia 1 x 1 Legião.

Torcida levou faixas para apoiar jogadores
Torcida levou faixas para apoiar jogadores

O Ceilândia sofreu o impacto emocional do gol, mas logo se recompôs. O primeiro tempo terminou em 1 x 1.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia continuou melhor, mas mostrava as mesmas dificuldades no último passe que no primeiro tempo. Na segunda metade do segundo tempo o panorama do jogo mudou. O Legião assumiu o controle da partida.

Lucas Portela comemora o gol do título
Lucas Portela comemora o gol do título

Tal qual o Ceilândia, o Legião também tinha dificuldade para criar situações claras de gol e o tempo regulamentar terminou em 1 x 1 .

Comissão Técnica espera ansiosa pelo término da partida

Veio a prorrogação e o Ceilândia voltou a tomar a iniciativa do jogo. Já havia espaços entre as linhas defensivas de ambas as equipes, mas ninguém criou situação clara de gol.

Festa alvinegra: Ceilândia campeão

Veio o segundo tempo da prorrogação e a cobrança de penalidades parecia algo real. Não foi isso que aconteceu. Abdio invadiu a área do Legião e foi derrubado. Penalti! Lucas Portela cobrou e fez Ceilândia 2 x 1 aos 5 minutos.

Só não foi possível fotografar a entrega do troféu: mas está valendo
Só não foi possível fotografar a entrega do troféu: mas está valendo

Depois disso, o Ceilândia cuidou em segurar o jogo. O Legião não tinha forças e o Gato Preto controlou a partida até o apito final. Depois de 31 anos, mesmo tendo sido campeão em todas as categorias de base do Distrito Federal, inclusive sub 20, enfim  o Ceilândia volta a ser Campeão Candango de juniores.

A defesa do Ceilândia prevaleceu sobre o valente Capital

Juniores: Vitória importante e no último minuto

O Capital deu algum problema ao Ceilândia que prevaleceu por sua regularidade
O Capital deu algum problema ao Ceilândia que prevaleceu por sua regularidade

O time de juniores do Ceilândia estreou com vitória no Metropolitano 2018. Jogando na tarde desta quarta-feira no Centro de Treinamento do Gama, o Ceilândia estreou na competição e sofreu para vencer o Capital.

A defesa do Ceilândia prevaleceu sobre o valente Capital
A defesa do Ceilândia prevaleceu sobre o valente Capital

Foi um jogo complicado. O Ceilândia foi melhor na maior parte do tempo, mas precisou de toda a paciência do mundo para derrotar o seu adversário. O primeiro tempo foi quase que integralmente do alvinegro. Apesar da maior posse de bola, o Ceilândia foi incapaz de traduzir em gols a sua superioridade.

Ceilândia sofreu com transição defesa-ataque
Ceilândia sofreu com transição defesa-ataque

O Capital voltou melhor no segundo tempo e equilibrou a partida. O Ceilândia controlou as ações de seu adversário mas precisou de 15 minutos para retomar as rédeas da partida. O Capital em nenhum momento pareceu um adversário batido, mesmo quando o Ceilândia recuperou o comando da partida.

O Ceilândia conseguia chegar à área do Capital, mas o gol demorou
O Ceilândia conseguia chegar à área do Capital, mas o gol demorou

O Ceilândia, apesar de melhor, não criou apenas uma situação clara de gol no segundo tempo. A partida encaminhava-se para o empate sem gols quando, enfim, o Gato Preto teve a oportunidade de pegar a defesa do Capital desarrumada. Eram 47 do segundo tempo e uma situação de tudo ou um empate. Warley não desperdiçou e fez Ceilândia 1 x 0.

Warley fez o gol do Ceilândia no último minuto. Vitória importante
Warley fez o gol do Ceilândia no último minuto. Vitória importante

Não havia tempo para mais nada. No próximo sábado, 15h30, no Abadião, o Gato Preto enfrenta o Real. Jogo difícil, mas isso é chover no molhado: afinal  o Ceilândia está no grupo da morte e daí apenas os  dois garantem a classificação para as quartas-de-final.

Ceilândia decepciona e perde para o Capital

Adelson assiste à disputa de Alisson: não foi um bom dia para ambos
Adelson assiste à disputa de Alisson: não foi um bom dia para ambos

Com doze minutos de jogo, estava claro que algo não estava bem com o Ceilândia: Gilson já errara três passes importantes.

Com 24 minutos de jogo, Claudio Luiz já completava o seu terceiro bote equivocado! Desse terceiro bote, saiu o primeiro gol da partida, quando Igor fez Capital 1 x 0.

A prova inequivoca veio poucos minutos depois: Alisson driblou o goleiro, demorou para finalizar e perdeu o empate mais feito do mundo.

Tavares é derrubado dentro  da área: dentro da área é pênalti
Tavares é derrubado dentro da área: dentro da área é pênalti

O castigo não tardou: aos 32, novo erro na saída de bola do Ceilândia e, na sequencia,  Rafael Toledo fez Capital 2 x 0. 

A defesa do Ceilândia reclamou bastante de falta no lance. Não adiantou.

Aos 40, Tavares disputou com Nem, que errou a bola e acertou o jogador. Falta dentro da área é pênalti. Allan Dellon cobrou e diminuiu.

Sandro faz a falta for da área: fora da área não é penalti, mas o confuso árbitro assinalou
Sandro faz a falta for da área: fora da área não é penalti, mas o confuso árbitro assinalou

Veio o segundo tempo e o Ceilândia voltou melhor. Parecia mais encorpado. Para azar do alvinegro, aos 7 minutos, Sandro disputou a bola fora da área, mas o árbitro marcou pênalti.

Rafael Toledo bateu e fez Capital 3 x 1.

Depois disso o Ceilândia foi todo à frente. Perdeu algumas oportunidades, mas em nenhum momento deu a entender que diminuiria o marcador.

Ceilândia perdeu muitos gols: nessa, Caio perdeu.
Ceilândia perdeu muitos gols: nessa, Caio perdeu.

A derrota por 3 x 1, derrubou o Gato Preto para a sexta colocação.  Com isso, enfrentará o Brasília em data ainda desconhecida.

Ruim, para o Ceilândia. O Gato Preto demonstrou claramente no jogo de hoje que precisava de cancha, precisava de jogo. Parecia sem rítmo.

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Em 2013, CEC permitiu empate do Capital depois de estar vencendo por 2 x 0
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Em 2013, o Ceilândia chegou a abrir 2 x 0 no Capital e cedeu o empate. Fez 3×2 e cedeu o empate, mesmo jogando em casa.

Tanto em 2013 quanto agora, o Ceilândia estava numa posição relativamente cômoda na classificação, mas o resultado lhe fez falta à frente.

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Para a partida de hoje, Adelson de Almeida não deve dispor de mais de meio time que está pendurado com cartões, preservados para as quartas.

Juninho e Renato, automatica e terceiro amarelo, estão fora. Aí somam 8 jogadores.

Por isso, o Ceilândia deve ter uma equipe muito modificada hoje à tarde, 16h, no Regional. Nada que o CEC não tenha vivenciado: 22 jogadores do elenco já saíram jogando como titular. Hora de mostar serviço.

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Em 11 de fevereiro de 2001, Adelson de Almeida não era nada mais do que um menino. Na época, trazia consigo apenas o fato de que fora campeão juvenil do Distrito Federal com o time do Ceilândia em 1998.

Era na base desse timede 1998 que confiava na sua missão quase impossível de manter o Ceilândia na primeira divisão.

Adelson na apresentação dos jogadores em 2009, para o campeonato de 2010: mudava ali a sua história
Adelson na apresentação dos jogadores em 2009, para o campeonato de 2010: mudava ali a sua história

A estréia não foi nada promissora: nos cinco primeiros jogos foram quatro derrotas e um empate.

Ao fazer a opção preferencial pelos jovens, algo na moda em 2001, Adelson mudou a sua história e a do Ceilândia. A primeira vitória veio em 14 de março daquele ano, diante do estreante e mas já poderoso Brasiliense.

Adelson entra em campo na final de 2010: ao fundo, William Carioca que seria decisivo
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De lá para cá foram 149 jogos dirigindo o Ceilândia. Desses, 131 jogos oficiais, com 51 vitórias, 43 empates e 37 derrotas.

A grande força de Adelson foi transformar o Ceilândia num time poderoso jogando dentro de casa. Em 67 jogos, trinta vitórias, 24 empates e apenas 13 derrotas. Entre 2001 e 2003, o time de Adelson foi derrotado em casa apenas duas vezes!

Adelson em 2011: sensação de impotência. Adelson previu o desastre diante do Caxias
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Sozinho, Adelson de Almeida foi treinador de uma em cada cinco partidas na história do Ceilândia em jogos oficiais (708 jogos). Depois de Adelson, Mauro Fernandes foi o técnico que mais dirigiu o Ceilândia (40 jogos).

Em 2004, Adelson de Almeida passou a cuidar das categorias de base do Brasiliense. Foi hexacampeão juniores do DF. Voltou ao futebol profissional em 2010. Voltou dirigindo o Ceiândia para se sagrar campeão profissional.

2012: Adelson volta a ser campeão do DF
2012: Adelson volta a ser campeão do DF

2011 talvez tenha sido o pior ano para Adelson. Exigente e detalhista ao extremo, chocou contra uma estrutura que teimava em não se profissionalizar.

Deixou o Ceilândia, voltou ao Brasiliense para para uma curta passagem no time profissional e  realizou um velho sonho de treinar o Gama na série D.

2013: Adelson venceu as fraturas do time, uniu a equipe e a levou à final do returno, mas já era tarde.
2013: Adelson venceu as fraturas do time, uniu a equipe e a levou à final do returno, mas já era tarde.

Sonho realizado, mas Adelson sofreu com as dificuldades do alviverde, quando teve que bancar alguns jogadores do seu próprio bolso. Voltou ao Ceilândia para ser bicampeão em 2012.

 Adelson de Almeida mudou. Mudou o Ceilândia.
Adelson não tinha zagueiros: agora ganhou mais dois
2014: Adelson pouco lembra o menino de 2001

. Das dificuldades quase intransponíveis de 2001, sem local para treinar e dificuldades diárias para conseguir bancar as passagens dos jogadores, muitos treinando pela manhã, trabalhando à tarde ou de vigilante à noite, à realidade de hoje.

Quando entrar em campo para dirigir o Ceilândia contra o Capital, a história muda. Mudou Adelson de Almeida, hoje o mais vencedor treinador genuinamente do Distrito Federal em atividade. Mudou o Ceilândia.

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Ambiente vira arma do Ceilândia na reta final

O clima descontraído cede diante da responsabilidade de conquistar o título
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Nos últimos dez anos, o Ceilândia foi campeão candango duas vezes, foi vice outras tantas e finalista tantas outras.

Desta vez há algo diferente: o ambiente.

O Ceilândia demorou a engrenar na competição. O time foi sendo montado aos poucos, mas hoje o ambiente é tranquilidade.

Gilson, pensativo: clima é bom, mas sem espaço para oba-oba
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Há certa tensão no ar, natural de uma competição. O time sabe onde pode chegar e recuperou o respeito do adversário.

Para o treinador Adelson de Almeida tudo isso é consequencia de muitos fatores; além dos fatores extracampo, os jogadores sabem da sua importância para o grupo. Mesmo os suplentes sabem que terão oportunidades e responsabilidades.

Claudio Luiz, Cassius e Alan Delon: breve pausa para o descanso antes da batalha dessa quinta
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É contando com esse fator que o Ceilândia vai a campo nesta quinta-feira enfrentar o já rebaixado Capital em busca de uma vitória que pode lhe trazer a quarta colocação.

O adversário do Ceilândia nas quartas-de-final ainda está indefinido. Em circunstâncias normais, esse adversário será o Sobradinho. A segunda maior probabilidade é a de enfrentar o Gama.

No futebol não existe esta de “circunstâncias normais”. Na última rodada o Ceilândia pode terminar em quarto ou oitavo. Está tudo em aberto.

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