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Copa AGAP: Juvenil consegue vitória importante!

Copa AGAP: Juvenil está se recuperando, mas infantil demonstra instabilidade
Copa AGAP: Juvenil está se recuperando, mas infantil demonstra instabilidade

O CEC equipe Sub 17 – Juvenil do Ceilândia EC, 27/05, 14h00, campo sintético de Ceilandia. Ceilândia e CFZ fizeram uma partida equilibradíssima. O Gato começou mantendo a posse de bola e a iniciativa da partida e abriu o marcador com Felipe Teixeira. O CFZ, bem postado defensivamente, respondia em contra-ataques e criou várias chances de gol, mas não chegou ao empate.

No segundo tempo o CFZ veio com pressão total, o CEC conteve,  continuava a criar perigo e num contra ataque rápido  Ayrton Leonardo definiu a partida 2×0.

CEC: André Luis, Erich Hendriw, Danilo Martins(v), Pedro Paulo (Isaias Santos), Jorge Lucas, Leonardo Nunes, Jean Carlos, Victor Junior (Caio Aurélio), Felipe Teixeira (João Marcos), Thomas Magno.

A equipe Sub 15 – Infantil do Ceilândia EC continua com seus erros individuais.  Apesar dos erros alvinegros, o primeiro gol do CFZ veio numa  do goleiro Matheus Sousa. O CEC até que se postou bem, mas o meio de campo errava muito e numa destas falhas o CFZ aproveitou o contra ataque e fez o segundo gol.

Na volta do segundo tempo o que estava ruim ficou pior ainda quando o CFZ fez 3 x 0. Tocado pela iminência da goleada, o time infantil encheu-se de brios e equilibrou a partida.  Alex Silva diminuiu para  3×1 e logo depois  Lucas Vogado de penalti reduziu a vantagem do CFZ para 3 x 2. Aos 17 minutos, o árbitro parou o  jogo: a espera de 30 minutos pra se acender as luzes determina o placar do jogo, 3×2.

CEC: Matheus Souza99, Natanael Queiroz (João Victor), Arthur Souza, Klisman Fideles, Thiago Gomes, Regino Nascimento (Daniel Santos), Alex Silva (Bruno Gonçalves), Ronaldo Rodrigues Ramon Souza), Lucas Vogado, Pedro Henrique.

Ficou complicado! Gato enfrenta jogo de vida ou morte

Dimba: mais fundamental que nunca
Dimba: mais fundamental que nunca

A primeira imagem mostra o exato instante em que Paulo Ricardo tenta dominar a bola, não consegue, e na sequencia Vanderlei empata a partida para o Botafogo-DF em 2 x 2. No final o Ceilândia venceria. A vitória deste sábado, desse mesmo Botafog0-DF sobre o Ceilandense complicou as vidas de Ceilândia e Gama. O resultado praticamente classifica o Botafogo-DF que enfrenta o CFZ na última rodada e deve chegar aos 22 pontos. O Formosa deve chegar aos 21 pontos hoje diante do próprio CFZ, além de melhorar o seu saldo de gols. O Ceilândia não se pode dar ao luxo de errar mais.

A combinação de resultados coloca Ceilândia e Gama em rota de colisão e transforma o jogo do próximo final de semana num autêntico mata-mata.

Na essência nem isso é verdade. Se o Gama vencer o Brasília e o Ceilândia perder para o Brasiliense, o Gato entrará na última rodada praticamente sem chances. Explica-se: o Ceilândia tem um péssimo saldo de gols.

Para entrar na última rodada dependendo apenas de si o Ceilândia não pode perder para o Brasiliense em hipótese alguma. Se empatar o jogo entre Ceilândia e Gama será um autêntico mata-mata.

A missão do Ceilândia não é simples. O Brasiliense simplesmente está sobrando na turma. É como se disputasse um campeonato à parte, como se fosse de uma divisão e os demais de outra. No futebol, surpresas acontecem. Que uma delas aconteça hoje!

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Muito cedo para comemorar: apenas 50% de chance de classificação

Apenas 49% de chances: Muito cedo para comemorar

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Gama com 91,5%, Formosa  81,6%, Ceilândia 49,4%, Botafogo-Df com 39,3 e Ceilandense com 13,7% são os times que ainda podem se classificar. Essas contas mudarão drasticamente conforme os resultados da penúltima rodada. Os cálculos iniciais do SiteCEC indicavam a necessidade de 22 pontos para a classificação. No momento apenas um time está classificado: o Brasiliense, adversário de domingo do Ceilândia. O Brasiliense está sobrando na turma. A tabela, neste momento, mostra Gama, Formosa e Ceilândia empatados com 18 pontos. Na sequência aparecem Botafogo-DF e Ceilandense com 16 e 14 pontos respectivamente.

CLASSIFICAÇÃO

A tabela reserva algumas singularidades: o Gama sai para fazer a suas duas últimas partidas fora de casa, ao passo em que o Botafogo-DF joga as duas em casa. Pior: para uma rodada em que todas as partidas devem ser realizadas ao mesmo tempo a tabela reserva Ceilândia x Gama e Ceilandense x Formosa para o mesmo dia. Ceilândia e Ceilandense mandam seus jogos no Abadião.

Existe a possibilidade remota de Ceilândia, Gama, Botafogo e Formosa terminarem empatados com 22 pontos. Nesse caso um ficaria de fora.

Outra possibilidade remota é a de a classificação se resolver neste final de semana. Para isto ocorrer  Ceilândia, Gama e Formosa teriam que vencer seus jogos e torcer para que o Botafogo-DF perdesse para o Ceilandense.

Como essas possibilidades são remotas, o Ceilandense é o limite. Luta para se classificar, mas vai ter que lutar contra o rebaixamento até a última rodada.

As chances do Ceilandense classificar-se são reduzidas. Precisa vencer as duas partidas (Botafogo e Formosa) e torcer para que uma combinação de resultados. Dessas combinações, a que lhe mais agrada exige que  Gama e Brasília empatem e que o Ceilândia não vença o Brasiliense. Vencendo o Botafogo e com essa combinação de resultados (resultados negativos de Gama e Ceilândia) o Ceilandense dependeria apenas de si para se classificar para o quadrangular final porque do confronto entre Ceilândia e Gama um sairia eliminado. O Ceilandense oscila entre a classificação e o rebaixamento. Em caso de empate deve perder para qualquer adversário em razão do seu péssimo saldo de gols.16+56 – 72 pontos

O Botafogo-DF não depende apenas de si para se classificar. Mas a situação não é de toda ruim. Na prática o Botafogo-DF já pode eliminar o jogo diante do CFZ e contar 18 pontos na tabela. Nese caso precisa vencer o Ceilandense e torcer para tropeços de Gama e Ceilândia. Estatisticamente em mais chances que o Ceilandense e quase as mesmas chances que o Ceilândia. 56+56 – 112 pontos

O Ceilândia depende apenas de si, mas dos concorrentes é o que tem a missão mais difícil pela frente: Brasiliense e Gama. O Gato até pode entrar na última rodada classificado, desde vença o Brasiliense e o Botafogo-DF não vença o Ceilandense. Estatisticamente as chances do Ceilândia vencer o Brasiliense no Serejão domingo é de apenas 16% para um time que ainda não venceu fora de casa nessa competição. Isso reduz drasticamente as chances do Gato e a única maneira de reverter esse quadro é vencer domingo. Caso seja derrotado, o Ceilândia pode entrar na última rodada quase alijado da disputa. Um empate o manterá vivo, qualquer que seja a combinação de resultados, mas exigirá uma vitória diante do Gama na última rodada. Caso precise dos critérios de desempate o Ceilândia perde para qualquer um dos seus concorrentes em razão do seu saldo de gols. Tem mais chances que Ceilandense e uma leve vantagem sobre o Botafogo-Df.

O Formosa enfrenta CFZ e Ceilandense.  O Formosa tem um saldo melhor que o do Ceilândia e a tendência é ampliar essa vantagem nesse domingo. Como os demais, seca o Botafogo-DF para se classificar já neste domingo. Seca também Gama e Ceilândia para que não vençam as suas partidas porque isso, aliado a um bom saldo de gols,  lhe permitiria jogar por um empate na última rodada. Em razão de seu saldo é ao lado do Gama um dos times que pode ficar relativamente tranquilo com 21 pontos.66+44 – 110 pontos

A situação do Gama não é muito diferente das situações de Ceilândia e Formosa. Primeiro torce contra o Botafogo-DF, depois torce por uma vitória contra o Brasília. O Gama é o único time que pode entrar na última rodada precisando apenas chegar aos 22 pontos para se classificar. Isso significa que vencendo o Brasília, independente de qualquer outro resultado, precisaria de um empate diante do Ceilândia para se classificar. Se não vencer o Brasília aí as coisas mudam de figura. Com 21 pontos ganha provavelmente estará classificado em razão de seu saldo de gols.

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CEC terá desfalques de Cassius e Leís

Cassius e Leís contra o Botafogo: Desfalques
Cassius e Leís contra o Botafogo: Desfalques

Marquinhos Bahia tem dois sérios problemas para a partida diante do Brasiliense nesse final de semana: Cassius e Leís não jogam, o primeiro por ter tomado o terceiro cartão amarelo e o segundo pela expulsão diante do Botafogo-DF.

O maior dos problemas será a ausência de Cássius. Sem o atacante o Ceilândia perde muito. Cassius tem sido vital na disputa da primeira bola, além de ter sido mortal nas conclusões.

Leís também tem sido importante porque tem dado dinâmica ao meio de campo do Ceilândia desde a saída de Zé Ricarte. Embora não tenha a mesma técnica que Zé Ricarte, que também tinha a vantagem de um bom chute a meia distância, Leís é mais dinâmico e participa mais do jogo.

Para substituí-los Marquinhos não tem jogadores com as mesmas características. Para o lugar de Cassius as opções mais óbvias são Thiago Félix e Rodrigo Mello, já para a posição de Leís não há substituto exatamente por exercer uma função que os demais não exercem. Goeber, que atua na posição, possui um estilo de jogar totalmente diferente, ao passo em que os demais jogadores improvisados não tem rendido o suficiente para tranquilizar o torcedor.

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Ceilândia vence, mas quem vibra é Cleyton Mendes

Cleyton Mendes já com a camisa de Cassius
Cleyton Mendes já com a camisa de Cassius

A fase estava ruim e o SiteCEC resolveu pregar uma peça em seus torcedores. Para testar um pouco a a fidelidade resolveu dar uma camisa de brinde para o torcedor que se mantivesse participando dos tweets do @ceilandiaec.

Durante os tweets do jogo contra o Brasilia quase que silêncio total, nenhuma participação. Nesse tempo acreditava-se que @Josimar e @JaerleySS entrariam em contato. Mas a surpresa aconteceu:  Cleyton Mendes  que frequentemente interage com o @ceilandiaec comprovou a sua fidelidade. Por essa razão ganhou dois ingressos para o jogo de hoje

Cleyton Mendes: agora já vestido na camisa do CEC
Cleyton Mendes: agora já vestido na camisa do CEC

contra o Botafogo e, de quebra, ganhou a camisa 11 vestida por Cassius durante a partida e com a qual fez o golaço da vitória. Cleyton Mendes disse que trabalha na Rádio Canção Nova e além de tudo é cantor de música sertaneja. Só esqueceu de dizer uma coisa: que é pé quente.

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Edinho: defesa milagrosa

Um dia que Edinho jamais vai esquecer

Edinho e Teti ajoelhados por razões opostas: defesa milagrosa
Edinho e Teti ajoelhados por razões opostas: defesa milagrosa

Edinho vinha sendo criticado. Ele sabia disto. Na segunda-feira não treinou. Fora visitar familiares no Rio de Janeiro. O pesadelo do gol olímpico sofrido diante do CFZ o atormentava. O cartão amarelo sofrido diante do CFZ o perseguia, assim como os minutos finais do jogo diante do Bosque Formosa.

O Ceilândia tem jogadores consagrados, Edinho é um deles. Na tarde de hoje, os jogadores consagrados salvaram o dia: Dimba, Allan Dellon, Cassius e, principalmente Edinho.

Dimba, Allan Dellon e Cassius: cada destes um fez um gol. Allan Dellon dava carrinho aos 46 do segundo tempo e impedia o ataque adversário.  Edinho salvou lá atrás. Cassius deu passe para gol e fez o dele, enquanto Dimba permaneceu no banco ajudando a orientar os seus companheiros.

Mas a história reservava um momento especial para Edinho. Logo após sofrer o gol do empate aos 32 do primeiro tempo o Ceilândia parecia nocauteado em pé. Num desses lances a bola sobrou para Teti, sozinho, na linha da pequena área, encher o pé. O estádio ficou mudo, num misto de

Allan Dellon: com ele o Ceilândia é outro time
Allan Dellon: com ele o Ceilândia é outro time

surpresa e espanto. Edinho havia defendido o chute inapelável de Teti! Após o lance cada um dos jogadores se ajoelha por razões opostas. Edinho agradece aos céus pela defesa milagrosa; Teti não acreditava no que tinha visto.

E não foi só isso. Defender um pênalti aos 43 minutos do segundo tempo  pareceu muito pouco se comparado com a defesa no chute de Teti. Mesmo assim merece registro. Edinho defendeu o pênalti cobrado por Vanderley e segurou a vitória. No difícil momento porque passa o Ceilândia, os jogadores consagrados resolveram. Ainda falta muito para garantir a vaga, mas uma coisa é certa: o Gato ainda vive pelas mãos de Edinho!

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Sofrido como tem que ser! Ceilândia 3 x 2

 

Emblemático: na comemoração do golaço de Cassius, Dimba mostra a sua empolgação.
Emblemático: na comemoração do golaço de Cassius, Dimba mostra a sua empolgação.

Foi complicado como tem que ser; foi dramático como tem que ser; foi sofrido como são as coisas para o Ceilândia. Mesmo assim o Gato conseguiu uma importantíssima vitória diante do Botafogo-DF e conseguiu se manter vivo em busca de uma das quatro vagas para o quadrangular semi-final do Campeonato Metropolitano 2011.

Foi um jogo épico!

Logo aos 8 minutos o Gato saiu na frente: Allan Dellon em jogada iniciada por Paulo Ricardo tocou com categoria no canto esquerdo do goleiro adversário. Até então as equipes tentavam se impor uma à outra.

O gol não fez bem ao Ceilãndia. Nos minutos seguintes o Botafogo tomou o controle da partida e o Ceilândia simplesmente não conseguia trocar três passes em profundidade. O resultado óbvio veio num lance fortuito, aos 32 minutos. Em bola lançada sobre a área do Ceilândia, o pequenino Teti entrou por trás da zaga para empatar o jogo: 1 x 1.

Daí até o final do primeiro tempo ressurgiu a estrela de Edinho. Num dos lances, da linha da pequena área, Teti bateu à queima roupa e Edinho fez uma defesa milagrosa, talvez a mais espetacular defesa do campeonato até agora. Na sequencia Edinho fez ao menos mais uma defesa importante. O fim do primeiro tempo anunciava: hoje era o dia de sorte do

Leys: um leão em campo. Não joga a próxima partida
Leys: um leão em campo. Não joga a próxima partida

Ceilândia.

Veio o segundo tempo e o Botafogo-DF continuou melhor. Mas mais uma vez a sorte estava do lado do Ceilândia. Aos 6, Cassius dominou pela direita e cruzou com a perna esquerda na cabeça de Dimba. O goleador cabeceou inapelavelmente para as redes do Botafogo-DF. O gol não mudou a dinâmica da partida: o Botafogo continuou melhor. Não demorou e o controverso árbitro Rodrigo Raposo expulsou Leys. O Ceilândia ficava com um homem a menos. No coração do torcedor surgia uma esperança: quando as coisas ficam mais difíceis, o Ceilândia sempre surpreende.

A primeira impressão parecia contraria o coração do torcedor. Aos 17, dentro da pequena área Paulo Ricardo tentou dominar e a bola espirrou para Vanderley empatar a partida. Mais um pouco e Botafogo acertou a trave direita de Edinho. O coração do torcedor ardia em meio a incerteza.

 

Edinho ao fundo: um dia fantástico
Edinho ao fundo: um dia fantástico

Mas o Ceilândia é bravo e, acima de tudo, possui jogadores de qualidade. Aos 27, Cassius, isolado na frende, dominou com a direita e cortou para a perna esquerda. O torcedor não teve tempo de esboçar uma reação. Num arremate fantástico, Cassius fez um golaço e colocou o Gato novamente na frente. Um Golaço com G maiúsculo. Na comemoração Dimba deixou o banco de reservas de deu um pique de 70 metros com um pé descalço, Nas mãos uma das chuteiras, para comemorar o gol. Fantástico! Ceilândia 3 x 2.

Dali em diante foi um sofrimento só. Embora o Botafogo não tivesse mais o ímpeto dos minutos iniciais, o adversário martelou, martelou e martelou. Aos 42 Rodrigo Raposo apitou pênalti contra o Ceilândia. Edinho ergue as mãos aos céus como que a implorar a sua recompensa por dias difíceis, por críticas e a mais críticas sofridas. Vanderley corre para cobrar… levanta a cabeça e tenta uma cavadinha ao estilo consagrado por outro Botafoguense – El Loco Abreu… Edinho não sai do meio do gol… ergue as mãos e defende com facilidade. A torcida explode… o Ceilândia continua vivo: 3 x 2.

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Um ano em um jogo!

Cassius, Dimba e Almir: muita conversa para vencer os obstáculos
Cassius, Dimba e Almir: muita conversa para vencer os obstáculos - Foto: Antonio Gomes

O Ceilândia decide o seu ano na tarde desta quarta-feira, as 16h, no Abadião. O adversário é o Botafogo-DF, que tem uma sequência de jogos mais fáceis que a do Ceilândia. Uma derrota praticamente encerra o ano do Ceilândia visto que torna as chances de classificação quase nulas, afasta o Gato da Série D do Campeonato Brasileiro e causa uma das mais profundas frustrações do futebol local em 2011.

O técnico Marquinhos Bahia está ciente da responsabilidade, mas tem pela frente uma equipe que oscila entre a euforia e a depressão; o compromisso e a alienação. A vitória contra o CFZ não resolveu os problemas do Ceilândia, mas ao menos manteve o Gato respirando na competição. Para se manter vivo, o Ceilândia precisa vencer o Botafog0, um adversário dos mais difíceis. Para uma campanha

Pedro: chance de resolver o problema do gol
Pedro: chance de resolver o problema do gol

estremamente irregular, o elenco do Ceilândia terá que mostrar maturidade e equilíbrio mesmo que o jogo seguinte mostre que tudo não passou de uma ilusão.

Para a partida de hoje alguns desfalques preocupam. O principal dos desfalques é o de Edinho, goleiro titular. Chance para Pedro mostrar o seu valor. Outro desfalque que preocupa é o de Andrezinho, lateral-esquerdo que começou a competição muito bem e que vem treinando em separado.

O Gato vive! Ceilândia 4×3

 

CFZ lutou, mas foi rebaixado
CFZ lutou, mas foi rebaixado

O Ceilândia de Marquinhos Bahia venceu o CFZ por 4 x 3. Mais importante que o futebol apresentado, foi o resultado. Com o placar, o Ceilândia passa a pensar exclusivamente na classificação para a fase final, abandonando as já pequenas possibilidades de rebaixamento. O CFZ, por sua vez, está rebaixado matematicamente a segunda divisão do DF.

Não foi um jogo fácil. O Ceilândia teve que conviver, novamente, com problemas defensivos. No primeiro, Edinho falhou e o CFZ saiu na frente com um gol olímpico de João Paulo logo aos 5 minutos de jogo. Para a sorte do Gato na primeira tentativa Dimba igualou o marcador um minuto depois. Mais dois minutos e Cassius colocou o Ceilândia na frente. Nos minutos que se seguiram o Ceilândia mandou no jogo e ampliou aos 37 com Dimba. Parecia que esse seria o dia da redenção, não foi.

Aos 42, ainda do primeiro tempo, novo vacilo da defesa e o CFZ diminuiu. Veio o segundo tempo e o CFZ voltou avassalador: empatou aos 5 e encurralou os Ceilândia nos minutos seguintes. O Ceilândia não conseguia articular uma jogada sequer e embora lutasse bravamente parecia nocauteado em pé. Sofrendo, a torcida reclamava de uma arbitragem no mínimo equivocada de Almir Camargos e torcia para que o acaso resolvesse. As orações tiveram resultado: numa bola jogada ofensiva, a bola sobrou para David, que acabara de entrar. O menino bateu cruzado e o goleiro não conseguiu defender: 4 x 3 para o Ceilândia. Foi uma comemoração emocionada e emocionante para o menino David e para a torcida do Ceilândia.

O Gato não fez uma boa apresentação a partir da defesa. O Ceilândia é um time pressionado e nessas horas nada costuma dar certo. Era um time pressionado por 8 jogos sem vencer; era um time pressionado com a possibilidade do rebaixamento; era um time pressionado porque nada dava certo. Hoje parecia que tudo iria dar errado: a falha de Edinho, o azar nos gols adversários, a arbitragem equivocada… no final deu certo, o Ceilândia venceu. Parafraseando o Viela 17, o Gato vive, a Ceilândia vive!

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1983: Marquinhos e Zico

Marquinhos Bahia é o novo técnico do CEC

Marquinhos em jogo da seleção do DF e Flamengo em 1983
Marquinhos em jogo da seleção do DF e Flamengo em 1983

Marquinhos Bahia nasceu Marcos Antônio da Silva. Como milhares de pessoas, foi um dos removidos do Barro Preto para Ceilândia. Até então era apenas o Caco, garoto bom de bola que jogava no Cruzeirinho do Barro Preto no Núcleo Bandeirante. A sua história sempre esteve ligada ao futebol. Após ensaiar os primeiros passos no Náutico, clube amador da Ceilândia Sul, Marquinhos mostrava que não era um jogador comum. Franzino, aliava uma boa técnica a uma inteligência acima da média. Em 1982 estreou profissionalmente no Ceilândia, num time que tinha, dentre outros, o segundo maior artilheiro da história do futebol do Distrito Federal, atrás apenas de Cassius, Joaozinho.

O time foi bem no campeonato do Distrito Federal e Marquinhos era um dos destaques da competição. Ganhou notoriedade ao marcar os gols do Ceilândia na abertura do Estádio Abadião. Foi chamado para a Seleção do Distrito Federal com status de craque do time. Especulou-se bastante a sua venda para o Goiás. Naquele tempo a distância ente os times do DF e do Goiás era abismal. Marquinhos deixou o Ceilândia pelo Taguatinga. Ganhou destaque ao ser campeão no Bahia e no Cruzeiro. Jogou na Europa e na América Central. Voltou para encerrar a sua carreira no Ceilândia. Marquinhos tem a sua história ligada a Ceilândia, ao Ceilândia.

Em 2001 a esperança tem nome: Marquinhos Ceilândia.

Adelson, treinador do Ceilândia

Obrigado, Adelson!

Adelson em seu primeiro contato: Campeão do DF
Adelson em seu primeiro contato: Campeão do DF

Adelson deixou o Ceilândia. Adelson de Almeida sempre foi mais que um treinador. O Ceilândia foi o seu primeiro time profissional. Em 1998, o Ceilândia tentava renascer das cinzas e do descaso que o relegara a segunda divisão em 1996. O Ceilândia, pelas mãos de Adelson, sagrou-se campeão juvenil do Distrito Federal.  Em 2001, Adelson de Almeida assumiu o time profissional do Ceilândia. Nesses dez anos muita coisa mudou. Adelson foi seis vezes campeão de juniores do Distrito Federal e terminou o ano de 2009 sem conhecer uma derrota sequer, isso passando pela Taça São Paulo de Juniores. Foi aí que assumiu o Ceilândia para a campanha de 2010.

Em meio as desconfianças, Adelson iniciou a sua campanha tomando um sonoro 3 x 0, dentro do Abadião, diante do Gama. Terminou dando ao alvinegro o maior motivo de orgulho da cidade nos últimos 30 anos: o título de campeão do Distrito Federal.

A vida tem sua própria dinâmica. Após o título, tanto jogadores quanto comissão técnica pareciam necessitar se adaptar à nova realidade. Isso produz uma série de pequenas lesões no relacionamento. Por fora, ninguém se dava conta que havia problemas. Todos estavam comprometidos com o melhor. As pequenas lesões, contudo, cobram o seu preço. Para defender o título é preciso estar inteiro. Adelson se vai e com ele o nosso obrigado. Obrigado por tudo.

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Adelson pede para sair

Adelson contra o Atlético: sem encontrar saída
Adelson contra o Atlético: sem encontrar saída

Adelson de Almeida pediu demissão do cargo de treinador do Ceilândia. Já o fizera duas vezes nessa campanha. Após a derrota contra o Brasília, o Gerente de Futebol Almir de Almeida teria contactado o treinador Roberval Davino. Na sexta-feira, o presidente Ari de Almeida teria mantido o treinador. O nome de Marquinhos Bahia é cotado, mas se questiona que Marquinhos um treinador para trabalho de longo prazo e talvez não seja o nome certo para o momento.

Adelson era uma pessoa angustiada. A sua angústia refletia no time e a os maus resultados alimentavam a angústia.

O Campeão do Distrito Federal demorou para tomar a decisão. Os sinais recolhidos logo após a partida contra o Caxias indicavam que seria reconstruir a confiança do grupo no seu treinador ou simplesmente trocar de treinador. A diretoria escolheu a segunda opção. Agora, um empate e uma derrota depois, o Ceilândia tem pouco tempo pela frente.

Adelson deixa o Ceilândia com duas vitória, duas derrotas e seis empates no campeonato do DF. Pouco para um time que se arvora na condição de ter o segundo melhor elenco da competição.

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O fundo do poço

 

Edimar e Goeber: falta criatividade
Edimar e Goeber: falta criatividade

O Ceilândia chegou ao fundo do poço. Depois de sete jogos sem vencer, o que se viu na tarde de hoje no Abadião foi um time completamente disforme, uma verdadeira colcha de retalhos. O Gato iniciou  partida mantendo o esquema de três zagueiros, mas com dois volantes improvisados nas laterais: Leys na direita e Augusto na esquerda. Diogo, que em 2010 atuou na lateral, era o companheiro de ataque de Dimba. Conquanto um ou outro jogador tenha jogado numa ou noutra posição, a verdade é que o Ceilândia não parecia um time de futebol.

Verdade seja dita que na base do entusiasmo o Ceilândia manteve a maior parte da iniciativa no primeiro tempo. A rigor o jogo como um todo foi muito ruim e terminaria 0 x 0 se não fosse o acaso. O primeiro dos acasos aconteceu aos minutos. Aos 15, Bobby cobrou uma falta sem pretensão alguma. Ninguém tocou na bola e ela foi morrer no fundo da meta de Donizetti, colocando o Atlético na frente.

No minuto seguinte o Ceilândia quase empata em duas oportunidades. Na primeira Edmar cabeceou a bola na trave direita de Osmair. Na sequencia, em cruzamento na área, Osmair falhou e Edmar errou o gol.

Veio o segundo tempo e o jogo continuou na mesma batida. Adelson mudou o Ceilândia colocando Paulo Ricardo e Edimar. A única coisa de concreta que aconteceu foi que o time passou a jogar pelo lado direito. Aos 23, Diogo arriscou de longe e empatou a partida.

Quando se esperava que o Ceilândia fosse virar veio a tragédia. Aos 30, Vinicius aproveitou um erro da defesa e fez o gol da vitória rubronegra.  O Ceilândia chega ao fundo do poço.

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Andrezinho debaixo da pilha: golaço contra o Botafogo

Este é o Ceilândia!

Leís: importante na marcação
Leys: importante na marcação

O Ceilândia não foi brilhante, mas foi um time equilibrado. No geral o CEC foi melhor e poderia ter vencido. O empate nao foi um mau resultado, mas também não recupera os pontos perdidos diante do CFZ.

O primeiro tempo foi muito truncado, com nenhuma equipe conseguindo impor o seu jogo. O Botafogo até começou com mais ímpeto, mas o Ceilândia equilibrou as ações e no conjunto foi melhor.

O  segundo tempo foi diretamente influenciado pela expulsao do atleta do Edmar do  Botafogo logo aos sete minutos. Com isso o Ceilandia ocupou o campo de ataque, mas cedeu espaço para perigosos contra-ataques.   A partir daquele momento a arbitragem que já era ruim ficou ainda pior: seguidamente  a arbitragem procurava compensar a deficiencia numérica do

Andrézinho: ganhou todas de Amaral
Andrézinho: ganhou todas de Amaral

Botafogo marcando faltas inexistentes. Detalhe para o cartão amarelo aplicado contra Zé Ricarte: o árbitro forçou a barra. Pressentindo o pior, Adelson tirou Zé Ricarte.

Foi nesse clima que aos 32 Andrezinho abriu o marcador. Nem deu tempo para comemorar: tres minutos depois Tulio empatou. Ficou assim: 1 x 1.

O Ceilândia precisa fazer 3 pontos nos próximos dois jogos para manter a mesma média do ano passado. Com isso chegaria a onze pontos no turno, metade daqueles julgados necessários para a classificação. A diferença é que no ano passado o CEC iniciava enfrentando os favoritos Gama, Brasiliense e Botafogo. Este ano vai encará-los no final.

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Ceilândia busca primeira vitória fora de casa

Panda: desfalque certo
Panda: desfalque certo

Até agora na competição foram dois jogos com um empate e uma derrota. Refeitos do contratempo da derrota diante do CFZ os jogadores têm agora um só discurso: vencer fora de casa e retomar o caminho da classificação.

O técnico Adelson de Almeida irá fazer algumas alterações na equipe. Algumas dessas alterações serão de ordem técnica e  outras físicas. Não se sabe ao certo o time que mandará a campo, mas é certo que Adelson já percebeu que algumas peças não se encaixaram no esquema de jogo. Por essa razão, é muito provável que Adelson mude a função exercida por Fredson, que não mostrou a explosão necessária para atuar à frente da defesa.

Outras mudanças também ocorrerão na defesa com a entrada de Edmar no lugar de Panda e no ataque, com o retorno de Dimba. O Ceilândia será diferente para a difícil partida contra o Botafogo.

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