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Todo mundo se mexendo: CENE, CRAC e Ceilândia entram em campo

Do time que enfrentou o Brasiliense em março, apenas dois seriam titulares hoje
Do time que enfrentou o Brasiliense em março, apenas dois seriam titulares hoje

O Ceilândia entra em campo hoje às 16h, no Elmo Serejo, para enfrentar o Brasiliense naquele que pode ser o último amistoso antes do início da D Nacional. O Ceilândia não é o único.

O CRAC de Catalão também entra em campo hoje para a sua terceira partida na fase de preparação. Depois de dois empates, contra o Gremio Anápolis por 0 x 0 e por 1 x 1 (1×0 para o CRAC no primeiro tempo, quando as duas equipes estavam com seus times titulares) contra o Orizona, o CRAC vai a Ituiutaba, Minas Gerais,  enfrentar o Ituiutabana.

O CENE que havia perdido para o Marília por 3 x 1, teve cancelado o amistoso que disputaria contra o CIANORTE no último final de semana.  Neste domingo, o time pantaneiro enfrentará o Coxim.

China e Marangon: CEC é um time mudado
China e Marangon: CEC é um time mudado

Os outros dois times do grupo possuem estratégias diferentes. O Gurupi optou por não realizar amistosos. A última partida disputada foi no dia 17 de maio, quando venceu o Tocantiponopolis por 2 x 0. Já a Aparecidense, que vai disputar a competição com um time de juniores, perdeu no último domingo para o Anápolis por 2 x 0. Não confundir Anápolis, tradicional time da cidade do mesmo nome, com o Gremio Anápolis que enfrentou o Ceilândia. São times diferentes.

Para a partida de hoje à tarde, Adelson deve lançar um time diferente do que enfrentou e venceu o Grêmio Anápolis. A idéia é fazer o máximo de observações possíveis, principalmente em razão dos novos jogadores terem características diferentes da apresentada pelo time no campeonato local. Independente do que digam os técnicos, há sempre um clima de rivalidade no ar, afinal estão em campo os únicos campeões do Distrito Federal nos últimos 9 anos.

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Em 2008, no Abadião, Brazlândia tirou o Gato da Copa do Brasil

Amanhã será um dia tenso…

Dimba sofre um ippon contra o Formosa: caçado em campo nos últimos jogos
Dimba sofre ippon diante do Formosa: caçado em campo nos últimos jogos. Nesse lance, foi jogado para o alto e precisou de atendimento médico.

A aparente tranquilidade na Cidade do Gato esconde a tensão para a partida de amanhã.

O Ceilândia vem em fase ascendente, com um padrão de jogo definido e com uma média superior a dois gols por partida no segundo turno. Em compensação, a defesa também tomou uma média de quase dois gols por partida.

Para piorar, nas últimas quatro partidas, o CEC teve assinalado contra si três penaltis, quase um por jogo. Embora reclamasse alguns penaltis, o CEC não teve assinalado qualquer penalti a seu favor nos últimos jogos.

Em janeiro de 2012, China e Tety comemoram na vitória sobre o Brazlândia. Ambos já deixaram o time
Em janeiro de 2012, China e Tety comemoram na vitória sobre o Brazlândia. Ambos já deixaram o time

Nas últimas duas partidas o time teve que correr atrás do marcador. Contra o Ceilandense chegou a estar perdendo por 2 x 0 e empatou; contra o Formosa, saiu na frente, permitiu que o Formosa virasse e, somente no final, virou novamente.

Se isso pode demonstrar a força de superação do grupo, por outro lado mostra que o CEC está namorando com o azar.

Para a comissão preocupa o fato de que contra o Formosa o CEC sofreu com a bola aérea do adversário. Talvez parte dos problemas estivesse no fato de que Darci, que voltava de longo período de inatividade, estivesse inseguro. Agora, com um jogo e mais uma semana de trabalho, é de se esperar que Darci esteja mais habituado.

Em 2008, Rodrigo Félix em ação: Brazlândia, com incentivo financeiro dos adversários, tirou o CEC das finais em pleno Abadião.
Em 2008, Rodrigo Félix em ação: Brazlândia, com incentivo financeiro dos adversários, tirou o CEC das finais em pleno Abadião.

Adelson sabe que a vitória contra o Brazlândia é importante, mas sabe que é mais importante garantir o primeiro lugar no grupo.  O Brazlândia é um time que mexe bem a bola no meio de campo. Isso vai demandar muita atenção dos volantes e dos laterais para impedir as inversões de bola.

No mais, o CEC vai ter que jogar sério, muito sério e aproveitar as oportunidades criadas. Não se prevê um jogo de muitos gols nesse sábado. Vai ser um jogo tenso, mas o CEC tem tudo para fazer prevalescer a sua melhor técnica.

Somente com o primeiro lugar é que o time pode levar alguma vantagem nas finais do turno. Ganhar o segundo turno para o CEC é uma obsessão. Sem isso, todo o projeto 2012 vai por água abaixo.

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Hoje começa o segundo turno!

Didão volta ao Ceilândia. Na foto, enfrenta o Esportivo Guará em 2007
Didão volta ao Ceilândia. Na foto, enfrenta o Esportivo Guará em 2007

O Ceilândia começa hoje o segundo turno enfrentando o Capital, 16h, no Abadião. O time teve uma boa semana de trabalho e tem ao menos uma alteração garantida em relação ao time que foi vice-campeão da Taça JK. Didão no lugar de China.

China deixou a equipe rumo ao Tocantinópolis e deve ser substituído por Didão. A entrada do meio-campista ainda dependia da publicação do seu nome no Boletim Informativo Diário da CBF.

No mais, Adelson deve manter a base do time, com Allan Dellon fazendo a armação, Dimba e Claudionor no ataque.

No segundo turno o Ceilândia vai enfrentar os componentes do seu grupo (Capital, Gama, Brazlândia, Formosa e Ceilandense). O primeiro colocado deste grupo enfrenta o segundo do outro e vice-versa nas semi-finais do segundo turno.

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Ceilândia apresenta os seus reforços

Luiz Fernando e Didão: reforços do Gato
Luiz Fernando e Didão: reforços do Gato - Foto: Antonio Gomes

O Ceilândia apresentou na tarde desta quinta-feira dois dos três reforços já acertados. Luiz Fernando e Didão, ambos com boas passagens pelo Gato, foram apresentados e já treinaram na Cidade do Gato.

Enquanto Didão e Luiz Fernando chegavam, outros dois jogadores saiam. O lateral-esquerdo Anchieta e meio-campo China deixaram o Ceilândia. China foi titular na maior parte da competição.

O lateral-direito Patrick tinha a sua apresentação dada como quase certa na tarde desta quinta, mas ainda não há uma definição precisa de quando possa ser apresentado.

A diretoria cogita a contratação de mais um jogador. A idéia de Adelson de Almeida é já contar com os reforços para a partida deste sábado diante do Capital.

A partida deste sábado será disputada no Abadião. Neste turno os times se enfrentam dentro do mesmo grupo.

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Uma segunda-feira longa de mais…

O tempo é o melhor remédio
O tempo é o melhor remédio

O dia de ontem foi especialmente triste. Ao amanhecer, estava no ar uma sensação de vazio. O jogo do domingo não saía da cabeça. Ter estado tão perto, ter jogado tão bem e mesmo assim ter perdido incomodava. Na cabeça ainda estavam as dúvidas sobre as consequências do ocorrido no segundo turno e as preocupações com as decisões a serem tomadas pela diretoria.
A verdade é que estes três primeiros dias foram feitos para chorar a derrota. Nada precisa ser feito ou dito. É tempo simplesmente de refletir e sofrer e deixar que o tempo cuide das feridas. A terça-feira também deve ser reservada a isto. Na quarta-feira, contudo,  já será chegada a hora de deixar o luto de lado e partir para a luta, porque assim é feita a vida: de vitórias e derrotas. A vida continua.

Allan Dellon sofre falta não marcada: origem do segundo gol do Luziânia. Vida que segue...
Allan Dellon sofre falta não marcada: origem do segundo gol do Luziânia. Vida que segue...

O Ceilândia foi bem no primeiro turno. Vencer e perder é do futebol e o futebol não engana: não se pode perder tantas oportunidades numa decisão e ficar impune.

Ao final da partida, José Beni,homem forte do CEC, mostrou-se sereno. Afirmou que o Luziânia mereceu a vitória e que não havia motivos para reclamar da arbitragem. Reconhecer que o adversário foi mais feliz é um bom começo. Não transferir a responsabilidade de sua derrota para os outros também é um bom começo.

Dimba foi superexposto nos últimos dias: pilhado em campo
Dimba foi superexposto nos últimos dias: pilhado em campo

Se se tivesse que fazer alguma coisa diferente esta coisa seria administrar a superexposição a que Dimba foi exposto nos dias que antecederam à decisão. Embora veterano, seria natural que diante de tanta exposição Dimba trouxesse para si mais responsabilidades que efetivamente possuía. Queria vencer a partida a qualquer custo. Não deu certo. Vida que segue.

O prazo para inscrever novos jogadores termina nesta semana. O elenco do CEC é enxuto. O CEC precisa de um ou outro reforço, mas o time está bem. Mostrou no domingo. O único problema foi emocional: alguns jogadores estava muito pilhados. Isso também faz parte.

A hora de encerrar o luto está chegando. Sofrer também faz parte do futebol. Isso torna as vitórias ainda mais gostosas.

 

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Um time vencedor

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O Ceilandia está relativamente tranquilo para a final deste domingo. Há muita confiança no potencial do time, embora se saiba que o CEC não jogue um futebol envolvente, mas com certeza joga um futebol altamente competitivo. Este é um tome que se acostumou a vencer, do seu jeito, mas é um time vencedor.
Há enormes vantagens em ter um time experiente. Ao menos este é o discurso na Cidade do Gato.
Os jogadores encerram hoje a sua preparação para a final da Taça JK diante do Luziânia.
Estão conscientes que precisam surpreender o Luziânia nos minutos iniciais da partida de domingo, como forma de conter o entusiasmo natural da equipe adversária.

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Na verdade o Ceilândia sabe que terá muito trabalho para conter a boa movimentação do meio de campo adversário e manter o nível de atenção o jogo inteiro,
Para o técnico Adelson de Almeida a grande dificuldade é encontrar o equilíbrio adequado, para que o time não entre muito pilhado. Ele não está preocupado com isso. Diz que este time é um time de decisões e que já encontrou a forma de jogar.

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Gato vence a primeira decisão

Dimba comemora o seu segundo gol com Breno, China e Claudinoor
Dimba comemora o seu segundo gol com Breno, China e Claudinoor

O Ceilândia venceu o Botafogo por 3 x 1 na tarde chuvosa deste sábado e está classificado para a semi-final da Taça JK. O adversário sairá do grupo A, podendo ser Brasiliense ou Luziânia.

Não foi uma partida fácil. O primeiro tempo foi muito disputado, mas foi, ao mesmo tempo, uma partida tecnicamente ruim.  O Gato saiu na frente do marcador logo aos 2 minutos.  Breno saiu cara a cara com o goleiro adversário e tocou fraco, Dimba completou para o fundo das redes.

Daniel disputa, Diego assiste. Diego saiu machucado
Daniel disputa, Diego assiste. Diego saiu machucado

O CEC sentiu a facilidade no jogo e logo se perdeu. O Botafogo, na base da disposição, chegou a equilibrar a partida, mas não criou situações claras de gol. O CEC passou parte do tempo tentando disputar quem tinha mais disposição. Esqueceu de jogar futebol. As poucas jogadas organizadas passavam pelos pés de Dimba.

Aos 40, Liel fez bela jogada pelo meio e lançou Claudionor. O atacante tentou tirar o goleiro e a bola sobrou para Dimba que, com categoria, fez 2 x 0 para o CEC.

Veio o segundo tempo e a partida ganhou em emoção. O que  de ruim tecnicamente no primeiro tempo cedeu espaço para uma partida vibrante e de lances de perder o folego.  Tudo isso, fora os gols  e  duas bolas na trave, uma para cada lado.

A emoção aumentou aos 6, quando o  Botafogo diminuiu. O CEC não se assustou, até porque o que sobrava de disposição do adversário faltava em talento. O problema foi que, pela primeira vez neste campeonato, o CEC enfrentou um adversário que parecia ter mais disposição que ele.

Thiago Eciene entrou no lugar de Diego Marangon, machucado.
Thiago Eciene entrou no lugar de Diego Marangon, machucado.

O resultado foi que, embora o CEC tenha perdido boas oportunidades de ampliar, o Botafogo também perdeu chances de empatar. Destaque aqui para o goleiro Pedro que, quando foi exigido, fez ao menos três belas defesas.

Nos últimos minutos falou a melhor preparação atlética do Gato. O Botafogo cansou e o Ceilândia continuou perdendo oportunidades. Por sorte, nesse momento do jogo, o Botafogo já não mais oferecia perigo.

Aos 40, após um erro clamoroso do auxiliar, que marcou uma saída de bola sem que isso ocorresse, Cassius fez um belo gol, o seu terceiro na competição e matou o jogo. Agora é esperar pelo adversário.

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CEC: Derrota e lição

China, destaque no primeiro tempo. Depois, cansou
China, destaque no primeiro tempo. Depois, cansou

O confronto de hoje colocou lado a lado as duas equipes apontadas como favoritas à competição. Nesses jogos, a lógica do futebol é simples: em jogos de poucas oportunidades, vence aquele que as aproveita melhor. Essa lição o Ceilândia terá que aprender.

Na tarde deste domingo, jogando no Elmo Serejo, o Gato foi melhor que o Brasiliense na maior parte do tempo. Por alguma ironia, o Ceilândia foi vítima de seu próprio veneno. Com espaço para jogar, o CEC começou tomando a inciativa da partida e até poderia ter saído na frente com Cassius ou mesmo em um gol contra, lance que obrigou ao goleiro amarelo a fazer grande defesa.

Apesar do domínio, o CEC deixava espaços para o Brasiliense. A rigor, o Brasiliense chegava de maneira mais lúcida ao gol do CEC que o contrário. Mesmo assim, se tivesse que existir um vencedor no primeiro tempo, esse vencedor seria o Ceilândia.

Marangon, outro com primeiro tempo impecável
Marangon, outro com primeiro tempo impecável

Veio o segundo tempo e a partida parecia seguir o mesmo padrão. O CEC tinha mais posse de bola, rondava a área do Brasiliense, mas não criava situações claras de gol. O Brasiliense, por sua vez, era perigoso nos contra-ataques e só. Para o torcedor amarelo era muito difícil assistir o seu time se contentar em contra-atacar o Ceilândia. Para o torcedor alvinegro, a aflição estava nas chances perdidas.

O jogo era equilibrado. Times com propostas diferentes, mas os goleiros não trabalhavam. Num dos poucos momentos que Daniel descuidou de Adrianinho, o meia fez grande jogada e Diego Lira, de bico, abriu o marcador para o Brasiliense.

Panda, melhor atuação até agora. Defesa não teve culpa no gol
Panda, melhor atuação até agora. Defesa não teve culpa no gol

O Ceilândia mostrou que está equilibrado. Retomou as rédeas da partida, mas não conseguiu entrar na área do Brasiliense. Se teve uma chance de empatar, essa chance veio nos pés de Cassius, que errou o alvo.

O Brasiliense manteve-se fiel ao seu estilo, explorando os contra-ataques. Foi perigoso e poderia ter ampliado a vantagem, mas Diego Lira perdeu cara-a-cara com Pedro.

No final da partida Adelson colocou Rogerinho e Tety. De nada adiantou e os dois nada produziram. Dimba também entrou e até jogou bem, mas o CEC não tinha pernas.

A derrota coloca o CEC agora na obrigação de não tropeçar diante do Botafogo-DF.

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Armadilha no Serejão

Agressão a Augusto em 2011 sequer foi punida pela arbitragem
Agressão a Augusto em 2011 sequer foi punida pela arbitragem

Em 2011, Ceilândia e Brasiliense se enfrentaram pela penúltima rodada da fase de classificação.  O time amarelo já estava classificado e por isso mesmo poupou alguns jogadores titulares. O Ceilândia estava no grupo dos classificados, mas uma derrota o faria perder a posição para o Gama.

Nesse jogo, o Ceilândia entrou em campo talvez acreditando que a vitória viria naturalmente e saiu de campo com uma derrota que viria a lhe custar a classificação no final. O CEC jamais venceu o Brasiliense no Serejão e isto incomoda.

Tem sido assim os confrontos entre Ceilândia e Brasiliense. Jogos truncados e muito disputados. Hoje não deve ser diferente.

Se há alguma diferença é o fato de que o time atual do Ceilândia, apesar de manter todo o seu estilo de marcação e tranquilidade, melhorou o toque de bola. O Ceilândia já atingiu um bom estágio de preparação e isso repercute em campo: o time não se irrita com o jogo, mantém o seu padrão e persegue o resultado sempre.

Andrezinho disputa com William em 2011: jogos complicados
Andrezinho disputa com William em 2011: jogos complicados

Do lado do Brasiliense, o técnico Luiz Carlos Barbieri faz mistério. Embora afirme que terá quatro desfalques, ninguém do lado do CEC acredita. A primeira evidência seria o fato de que Tezzelli já estaria confirmado para a partida de hoje.

O acontece mesmo do lado do Ceilândia. Adelson não confirma a entrada de Dimba. No meio da semana o técnico também testou opções táticas diferentes para a partida de hoje. Muito da esperança da equipe foi depositada nos pés de Dimba e nas jogadas de bola aérea, que tem se revelado o forte do Ceilândia.

Os resultados do sábado não ajudaram às duas equipes. A vitória do Gama por 7 x 0 sobre o Dom Pedro trouxe os alviverdes aos 9 pontos, apenas um a menos que o Gato. A depender do resultado do Brazlândia neste domingo, o CEC entrará na próxima rodada correndo o risco de não se classificar.

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Dimba volta contra o Brasiliense


Cassius: dois gols nos últimos jogos. Dimba está voltando
Cassius: dois gols nos últimos jogos. Dimba está voltando

Depois de duas semanas treinando normalmente e de cinco minutos diante do Sobradinho, o atacante Dimba volta contra o Brasiliense. Essa foi uma boa notícia para o técnico Adelson de Oliveira, depois de uma intensa semana de trabalho.

A dificuldade de Adelson é escolher quem deve sair, se Cassius ou Claudionor, porque os dois fizeram boas partidas contra Dom Pedro e Sobradinho. Uma opção pouco provável  é a de colocar Dimba na meia, como elemento de ligação. Para isso Adelson teria que mexer muito na estrutura do time, algo que não é do seu feitio.

Wallace: servindo à seleção do DF
Wallace: servindo à seleção do DF

Uma das dificuldades encontradas por Adelson está no elenco que é muito pequeno. O elenco reduzido tem a vantagem de facilitar o contato pessoal com os atletas, mas dificulta no momento de fazer experiências.

Para as duas próximas partidas Adelson não contará com Wallace. O jogador servirá à seleção do Distrito Federal em amistosos no Sudão, África.

O Ceilândia enfrenta o Brasiliense neste domingo e uma vitória garante a classificação do alvinegro.  Um tropeço poderia fazer  com que o Ceilândia chegasse na última rodada precisando vencer o Botafogo-DF.

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CEC com Liel: nas alturas

CEC vence sem exageros: 1 x 0

Diego Marangon: para quem estava parado, uma boa estréia.
Diego Marangon: para quem estava parado, uma boa estréia.

Um jogo sem exageros, discreto, mas eficiente. Esse foi o jogo do Ceilândia diante do Sobradinho, na escaldante tarde de hoje. Se houve algum exagero, foi de calor.

O Ceilândia fez a sua melhor partida até agora na competição. Não que tenha sido excepcional! Não, o Ceilândia venceu o Sobradinho jogando um futebol sóbrio, discreto, mas mantendo o padrão de marcação. O Ceilândia é um time que marca muito.

O Ceilândia veio para o jogo com algumas alterações em relação ao jogo passado. Gustavo voltou a lateral direita, no lugar de Maurício, enquanto que Diego Marangon e China entraram no meio de campo. No ataque, apesar de todo o suspense,  Cassius e Claudionor.

Panda e Badhuga (foto)  melhorando com o time
Panda e Badhuga (foto) melhorando com o time

O CEC fez um primeiro tempo primoroso. Tomou a iniciativa da partida e não deu espaços para o Sobradinho. É verdade que o plano de jogo do Sobradinho estava claramente traçado para o empate. O CEC, por sua vez, tinha paciência para tocar a bola e somente tentar na boa. Resultado: foram poucas oportunidades de gol criadas. Na verdade, o CEC se limitava a explorar as bolas aéreas, nas quais o Gato é sempre perigoso, mas mostrava um padrão de jogo diferente do mostrado até agora. Esse padrão agradava ao torcedor.

Foi numa jogada de velocidade, contudo, que o CEC abriu o marcador. China tabelou com Ancheta que cruzou e Cassius fez de cabeça. Eram 32 minutos.

Cassius: mortal mais uma vez
Cassius: mortal mais uma vez

Veio o segundo tempo e o CEC deu campo para o Sobradinho. O adversário se aproveitou e tomou a iniciativa do jogo. A marcação do CEC mais uma vez manteve-se eficiente e o adversário não criou oportunidades de gol. O CEC, por sua vez, nos contra-ataques, perdeu ao menos três oportunidades de gol. No final da partida, para a alegria dos torcedores presentes, Dimba voltou a jogar e entrou no lugar de Cassius.

Foi uma vitória para encher a torcida de esperança. Muito dessa vitória deveu-se ao fato do adversário tentar jogar de igual para igual. Isso mostra que o CEC está evoluindo jogo após jogo, o que é alentador.

O resultado deixa o Ceilândia na primeira colocação do grupo B, agora com 10 pontos. Dependendo do resultado de Gama e Brasiliense, o CEC ficará praticamente classificado poderá se classificar para as semi-finais com duas rodadas de antecipação.

O CEC jogou com Pedro, Gustavo (Alcione), Badhuga, Panda e Ancheta. Liel, Daniel, Diego Marangon (André)  e China. Cassius (Dimba) e Claudionor

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Ele pode voltar!

Em 2004, 3000 pessoas foram ao Abadião ver o Gato vencer o Sobradinho por 2 x 1. Seria a estréia, que não houve, de Serjão
Em 2004, em péssimas condições, 3000 pessoas foram ao Abadião ver o Gato vencer o Sobradinho por 2 x 1. Seria a estréia, que não houve, de Serjão

O Ceilândia fará, na manhã desta sexta-feira, no Abadião, o seu último treinamento antes da partida contra o Sobradinho. Será a última oportunidade para o técnico Adelson de Almeida avaliar se Dimba poderá jogar.

No treino coletivo desta quinta-feira, Dimba treinou normalmente e até fez o gol do time titular na vitória sobre os reservas. Agora é esperar para ver como o atleta acordará nesta sexta-feira.

O Ceilândia não enfrenta o Sobradinho desde 2005, quando empatou em 2 x 2 jogando no Augustinho Lima. Fabinho e Adriano Cacareco marcaram os gols do CEC, enquanto que Rodrigo Alves e Adrianinho, de penalti, marcaram os gols do Sobradinho.

No histórico dos confrontos o CEC leva vantagem, mas é do Sobradinho a maior goleada sofrida pelo Ceilândia em sua história: 7 x 0 e no Abadião. Dimba foi o nome daquele jogo marcando 4 gols no Gato.

O jogo de maior público foi disputado em 2004.  A princípio, o  jogo estava marcado para o dia 1o de fevereiro de 2004. A festa anunciada previa a presença de 2000 pessoas para ver a estréia de Serjão. Um temporal, contudo, desabou sobre Ceilândia tornando impossível a realização da partida na data aprazada. O jogo foi, então, disputado com portões abertos no dia 4 de fevereiro de 2004. O Ceilândia venceu por 2 x 1.

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Claudionor e Gustavo comemoram

CEC faz o dever de casa: 3 x 1

Daniel fez mais uma boa partida defensivamente.
Daniel fez mais uma boa partida defensivamente.

Se alguém esperava jogo fácil, errou. Com o Ceilândia nunca é fácil e o torcedor prefere assim. Já se acostumou. O time do Dom Pedro foi o último a se apresentar e talvez por isso alguns esperavam uma partida fácil. Ledo engano.

O Ceilândia começou avassalador, impondo um ritmo de jogo que o torcedor não está acostumado a ver. Encurralou o Dom Pedro no seu campo defensivo e, com trocas de passes rápidos envolvia o adversário. Se é verdade que tomava as rédeas da partida, não menos verdadeiro é que o CEC não conseguia criar situações claras de gol.  Mesmo assim o gol era questão de tempo, ou algo parecido.  Aos 20, Rogerinho cobrou falta da direita e Cassius desviou para o fundo do gol. CEC 1×0.

Cassius fez dois gols e deu muito trabalho ao adversário
Cassius fez dois gols e deu muito trabalho ao adversário

O gol fez mal ao Ceilândia. Desacostumado a tocar a bola, o Gato se atrapalhou com as facilidades encontradas. Talvez por isso mesmo começou a tocar a bola por tocar, cadenciando o jogo, mas sem objetividade.  Foi num desses lances que Gustavo conseguiu um belo disparo. A bola acertou o pé da trave direita.

Por mais contraditório que possa parecer, aos 35 Claudionor investiu contra a defesa adverária, tocou para Cassius, recebeu dentro da área, rodopiou e bateu de esquerda: um golaço. Ceilândia 2 x 0. O jogo estava muito fácil, o Ceilândia tratou de complicar.  A partir do segundo gol o CEC passou a confundir cadência de jogo com lerdeza, com displicência. Os erros de passes forçados foram permitindo ao Dom Pedro se aproximar da defesa do Gato.

Aos 45, o castigo. Nova troca de passes infrutíferas pela lateral esquerda. Novo erro. No contra-golpe, Abimael desviou para o fundo dos redes. Castigo e suspense para a segunda etapa.

Ricardo Oliveira colocou China no lugar de Rogerinho: China fez a sua melhor apresentação
Ricardo Oliveira colocou China no lugar de Rogerinho: China fez a sua melhor apresentação

Veio o segundo tempo e foi um outro jogo. O Dom Pedro tomou a iniciativa das ações, mas ficou certo que apenas com disposição não se consegue ganhar do Ceilândia. Por mais mal que o time estivesse no segundo tempo, o Dom Pedro apenas se aproximava da grande área alvinegra. Aos 18, Ricardo Oliveira colocou China e Wallison nos lugares de Rogerinho e Ancheta. China, embora não tenha sido o jogador que dele se espera,  voltou a dar equilíbrio ao meio de campo do CEC e fez a sua melhor participação com a camisa do Gato até agora.

A despeito da melhora, o jogo seguia sem que ninguém levasse perigo efetivo ao adversário. Aos 41, Claudionor mostrou porque é conhecido por sua velocidade e foi derrubado na área. Penalti. Cassius bateu e deu números finais ao jogo.

Ao final o CEC ganhou por 3 x 1, mas não sem sofrimento. Na próxima rodada o Gato pega o Sobradinho no Abadião. Está chegando a hora do time ganhar um rosto.

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Sem mudanças drásticas

China combate Claudionor: time precisa de opções
China combate Claudionor: time precisa de opções

O Ceilândia faz hoje seu último treino antes da partida contra o Dom Pedro. O Técnico Ricardo Oliveira convive com as críticas a atuação da equipe diante do Luziânia, mesmo assim não deve fazer grandes alterações seja na equipe ou no esquema tático.

O resultado do último sábado não agradou qualquer pessoa. Isso não tira o foco do time, consciente da importância do jogo de amanhã contra o Dom Pedro. Iranildo e Darci continuam de fora. Dimba  faz trabalhos leves, mas sem bola, ao redor do gramado. É dúvida.

Gustavo: chegou e já foi jogando
Gustavo: chegou e já foi jogando

Um dos grandes problemas de Ricardo Oliveira tem sido o meio de campo. Sem Iranildo,  Ricardo Oliveira deu chance a China e Rogerinho.  Rogerinho tem atuado como titular e, na última partida, fez o gol do Gato. É provável que continue. Sem Dimba para o ataque, Ricardo tem optado por Cassius. O maior artilheiro da história do Gato não atuou bem contra o Luziânia.

Em meio a tudo isso, Ricardo Oliveira tem que quebrar a cabeça. Os jogadores, por outro lado, também se dedicam: China, no último coletivo e atuando pelos reservas,  mostrou uma disposição ainda não vista nos jogos.

Se der a lógica, Ricardo não deve fazer grandes alterações na equipe.  Tem feito experiências, mas ao final sempre volta para a equipe base. O argumento ouvido é o de que há jogadores que estão a mais de quatro meses sem atuar e é importante ganhar ritmo de jogo rapidamente. O problema é que o campeonato tem dois tiros curtos.

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CEC bate Brazlândia em amistoso: 2 x 0

China, Cassius e Tety comemoram o segundo gol do Gato
China, Cassius e Tety comemoram o segundo gol do Gato

O Ceilândia enfrentou o Brazlândia na tarde deste sábado, no Abadião, e venceu por 2 x 0. Na avaliação geral o time se portou bem. Mostrou um pouco mais de consciência na transição que no jogo passado. Mesmo assim, não foi fácil.

No primeiro tempo, o Gato mostrou as mesmas oscilações da partida anterior. Enquanto Maninho esteve em campo, o Brazlândia foi um time que levava perigo. De algum modo contribuiu para isso o fato de que os volantes do Gato vinham marcar um pouco atrás. A sorte do Gato é que, além de ter uma defesa melhor postada que na partida anterior, Darci voltou a repetir a boa atuação e fez ao menos duas boas defesas.

Tety comemora: importante nesse início de trabalho
Tety comemora: importante nesse início de trabalho

Corrigido o erro, o time portou-se melhor. Com um primeiro tempo equilibrado, o gol veio num lance de bola parada. China bateu falta e o goleiro adversário contribuiu para que o Gato saísse na frente.

No segundo tempo o CEC foi senhor das ações. Não que mostrasse grande consciência, nem é de se esperar que o faça no nível atual dos trabalhos. O fato é que o CEC contava com as falhas de posição do adversário e era sempre perigoso com Tety e com Cassius.

Num desses lances, cruzamento da direita, a bola passou por Cassius mas não passou por Tety que, de primeira, mandou para o fundo das redes: Ceilândia 2 x 0.

Enquanto o jogo seguia, um grupo de jogadores treinava à parte. Dentre eles, Dimba. Para as próximas semanas o time-base do CEC, com Dimba e Iranildo, enfim pode ser apresentado à torcida.

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