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Daniel abraça-se à bandeira do Ceilândia: saudades

Um ano sem Daniel, um ano de saudades

20 de janeiro de 2010: Daniel estreia pelo Ceilândia contra o Brasiliense
20 de janeiro de 2010: Daniel estreia pelo Ceilândia contra o Brasiliense. Ilusao de ótica o torna um gigante diante de Iranildo…

Os campos de terra de Ceilândia do final da década dos anos 90 e início dos anos 2000 possuíam uma referência na categoria juvenil: o time do Jardim, formado, na sua essência, por jogadores da base do Gama.

Dentre esses meninos havia um que se destacava em especial: criado pela avó e com o apoio financeiro da tia, Divani, ao lado dos primos Diego e Erica, Daniel era uma referência.

Daniel comemora gol contra a Ceilandense em 2010
Daniel comemora gol contra a Ceilandense em 2010

Dez anos se passaram até aquele 20 de janeiro de 2010. O Ceilândia fora mal diante do Gama e perdera em casa por 3 x0. Adelson de Almeira resolveu mexer no time e promoveu a entrada daquele volante de cabelos espalhafatosos e de um vigor impressionante.

O jogo terminou empatado em 0 x 0 e ali começava efetivamente a campanha de Daniel com a camisa alvinegra e a trajetória do Ceilândia para o seu primeiro título.

Daniel ergue o troféu de campeão candango de 2012
Daniel ergue o troféu de campeão candango de 2012

Daniel foi peça importante daquele time recheado de estrelas. Foi para o Brasiliense em 2011 onde se sagrou bicampeão candango.

Em 2012 voltou ao Ceilândia e, novamente, foi campeão candango, tricampeão para dizer a verdade.

Daniel, agora careca, faz o seu último jogo com a camisa alvinegra
Daniel, agora careca, faz o seu último jogo com a camisa alvinegra

Em 2013, Daniel fez a sua última temporada pelo Ceilândia. O sua última partida como titular foi contra o Botafogo. Daniel terminou a sua carreira no Ceilândia sem perder um jogo sequer entre março de 2012 a fevereiro de 2013, data de sua última partida pelo Gato Preto.

Em 2014, depois de 32 jogos oficiais com a camisa do Ceilândia,  Daniel foi tentar a sorte em outros lugares e foi parar na Ceilandense.

Daniel abraça-se à bandeira do Ceilândia: saudades
Daniel abraça-se à bandeira do Ceilândia: saudades

Quis o destino que tudo terminasse tragicamente naquele 15 de maio de 2015.

Daniel não está mais entre nós. Fica a saudade de um nome que entra para a nossa história.

 

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Sem ansiedade, CEC gira a chave: Brasília, sábado, 16h, Serejão

Sem tempo para descansar: no sábado CEC x Brasilia 63
Sem tempo para descansar: no sábado CEC x Brasilia 63. Em 2009, CEC 2 x 1

O Ceilândia chegou à fase mais aguda de sua caminhada em 2013. Em 15 dias serão cinco jogos decisivos. Hora de preparar os jogadores mentalmente para os momentos difíceis que virão.

Na primeira das cinco partidas, o Ceilândia foi derrotado pelo Gama por 3 x 1. O resultado pressionou o CEC no Metropolitano 2013.

Na segunda dos jogos, empatou sem gols com o Ceará pela Copa do Brasil 2013. O resultado não foi um desastre, mas foi ruim. O elenco maduro e rodado do Ceilândia vai saber contornar as dificuldades.

Um dos duelos mais equilibrados da história do DF: 22 v do CEC, 17 empates e 23 derrotas
Um dos duelos mais equilibrados da história do DF: 22 v do CEC, 17 empates e 23 derrotas

No próximo sábado, o CEC volta a campo contra o Brasilia. Agora enfrenta o campeão do primeiro turno numa partida decisiva para as pretensões alvinegras. Qualquer resultado que não seja a vitória faz com que  o campeonato local praticamente acabe para o Ceilândia.

De decisão em decisão, o CEC irá a Fortaleza na próxima quarta-feira levando na bagagem a tentativa de reviver o feito de 2006, quando, após empatar sem gols com o Bahia no Estádio Regional venceu o tricolor baiano na Fonte Nova e foi a segunda fase da Copa do Brasil.

Por fim, no sábado, 13 de abril, encerra a maratona de 15 dias jogando contra o Brazlândia. O CEC só chega vivo nesse jogo se for bem nos demais. O time é experiente… vai ser testado mais uma vez.

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Guarda-Costas

Daniel e Didão: proteção do técnico Adelson de Almeida
Daniel e Didão: proteção do técnico Adelson de Almeida

O Ceilândia vai enfrentar o Botafogo-DF no próximo final de semana precisando de uma vitória por no mínimo três gols de diferença para sonhar com a primeira colocação do grupo.

Vai ser uma tarefa difícil. O adversário está pressionado pelos recentes maus resultados.

Do lado alvinegro, Adelson provavelmente terá o retorno de Clécio. A dúvida é: quem sai?

Daniel entrou no time sem ter tido uma preparação igual a dos demais. E se deu bem. Daniel cresceu de produção nos últimos jogos. Pode não estar no ponto, mas mostrou que pode jogar.

Clécio é diferente de Daniel. Aproxima-se melhor do gol adversário, cabeceia e chuta melhor. Daniel tem mais mobilidade e é melhor no um-contra-um, algo que Adelson parece admirar. Um complementa o outro.

 

 

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Só Dennys salva!

CEC reclama que a bola não teria entrada: pouco adiantaria
CEC reclama que a bola não teria entrado: pouco adiantaria

O Ceilândia fez a sua pior apresentação até agora no Campeonato Metropolitano de 2013, mas mesmo assim empatou em 1 x 1 com o Sobradinho no 68º So-Cei.

O Ceilândia mais uma vez começou mal, como tem se tornado constante este ano. Como castigo, o CEC sofreu um gol logo aos 4 minutos de partida. Foi um lance confuso, dentro da área e Daniel desviou a bola para  Laercio completar de cabeça. Dennys ainda defendeu, mas o assistente considerou que teria sido gol.

Dennys salva o segundo gol do Sobradinho ainda no primeiro tempo
Dennys salva o segundo gol do Sobradinho ainda no primeiro tempo

Com a desvantagem no marcador, o Ceilândia tentou equilibrar as ações e até que conseguiu. O jogo ficou equilibrado, mas o CEC era incapaz de criar qualquer situação de gol. Em contrapartida, o Sobradinho era perigoso nos contra-ataques, ma Dennys mostrou que estava atento e salvou o segundo gol do Sobradinho.

O primeiro tempo também reservou alguns problemas para Adelson: Andre e Clécio saíram contundidos e foram substituídos por André Nunes e Dimba, respectivamente.

Alisson correu muito, mas o CEC não tinha inspiração
Alisson correu muito, mas o CEC não tinha inspiração

Veio o segundo tempo e os poucos torcedores do Ceilândia esperavam por um momento de inspiração alvinegra. Esse momento jamais viria. Salvo uma ou outra boa jogada de Rodriguinho pela esquerda, o Ceilândia era um fantasma de si mesmo. Não conseguia fazer nem mesmo aquilo a que se propõe: marcar forte.

Tamanha falta de inspiração somente foi premiada porque o futebol castiga a desatenção. Aos 3 minutos do segundo tempo, Wisman, que teve uma atuação confusa, tentou chutar para o gol. O chute foi tão ruim que a bola não saiu pela linha de fundo. Dimba conseguiu um escanteio improvável. Rodriguinho cobrou o escanteio e Adriano, também de modo improvável, deu um peixinho para a frente mandando a bola para trás, gol do Ceilândia: 1×1.

Cleber jogou com inteligência, mas o CEC cedeu muitas oportunidades de gol para o Sobradinho
Cleber jogou com inteligência, mas o CEC cedeu muitas oportunidades de gol para o Sobradinho

O empate fez mal ao Ceilândia. O time deixou de jogar por completo. Ficou pior ainda quando o Sobradinho colocou Edicarlos como ponteiro para anular Rodriguinho. O CEC não abriu mão do posicionamento de Rodriguinho, mas Renato (e não André Nunes como publicado inicialmente) não conseguia conter Edicarlos.

Adelson colocou Daniel aberto para marcar Edicarlos e o CEC melhorou por alguns instantes. O técnico do Sobradinho viu o movimento de Adelson e colocou mais um meio-campista para aproveitar o espaço deixado por Daniel. Daniel teve que voltar para o meio e, para piorar, Renato foi expulso.

Dimba comemora o gol de Adriano: pouco para um campeão
Dimba comemora o gol de Adriano: pouco para um campeão

Com um a menos, o Ceilândia sofreu pelo lado esquerdo de sua defesa e as chances de gol foram sucessivamente desperdiçadas pelo Sobradinho. No final do jogo, Dennys fez três defesas com o atacante cara-a-cara e ainda assistiu o Sobradinho perder um gol feito concluindo para fora.

O Ceilândia conseguiu o empate e agora precisa de quatro pontos em dois jogos para se classificar para as semi-finais da Taça Jk. Promessa de mais sofrimento.

 

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Adriano e Daniel regularizados. Wudson sai

Adriano treina: registro no BID
Adriano treina: registro no BID. Foto: Antonio Gomes

Adriano e Daniel já estão regularizados. As inscrições dos dois jogadores já foram publicadas no boletim da CBF. Com isso, os dois atletas já possuem condições de jogar pelo Ceilândia.

Wudson em ação: competição difícil por uma vaga no ataque
Wudson em ação: competição difícil por uma vaga no ataque

Se, por um lado, Adriano e Daniel  reforçam o alvinegro, o atacante Wudson deixou o CEC. Wudson até que teve um bom começo com a camisa alvinegra, mas enfrentava dificuldades por uma vaga num ataque que tem Dimba e Cassius.

 

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Dois velhos conhecidos

Adriano com Abimael ao fundo: velho conhecido da torcida alvinegra
Adriano com Abimael ao fundo: velho conhecido da torcida alvinegra

O Ceilândia contratou dois velhos conhecidos da torcida alvinegra. O primeiro nome é o do zagueiro Adriano, figura carimbada do futebol local. Com ele, Adelson de Almeida passa a ter mais opções para compor a zaga.

Adriano foi campeão do DF (1991/1992/1993/1997/1998/1999/2002), Campeonato Brasileiro da Série B (1998), Campeonato Brasileiro da Série C (2002), Vice-Campeão da Copa do Brasil (2002), Taça Brasília (2004) e Vice-Campeão Metropolitano (2005) com o Ceilândia.

Jogando pelo alvinegro, Adriano fez 58 partidas oficiais, com 7 gols, 11 amarelos e 3 vermelhos.

Daniel em 2010: cabelos compridos e três vezes campeão
Daniel em 2010: cabelos compridos e três vezes campeão

O outro nome é o de um jovem tricampeão: Daniel. Campeão em 2010 e 2012 pelo Ceilândia e em 2011 pelo Brasiliense, Daniel está de volta ao alvinegro.

Daniel fez excelente campanha com o CEC em 2010. Em 2012, alternou bons e maus momentos. Agora, com a cabeça mais no lugar, pode ser muito útil no meio de campo alvinegro.

Com a camisa do Gato, Daniel disputou 27 partidas oficiais. Foram dois gols, 8 amarelos e 2 vermelhos.

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Ceilândia está na final

Com os nervos no lugar, Ceilândia resistiu à truculência do Sobradinho
Com os nervos no lugar, Ceilândia resistiu à truculência do Sobradinho

Não foi fácil, mas o Ceilândia está na final do Metropolitano 2012.  O Gato soube administrar os próprios nervos para conseguir uma importante vitória na tarde deste domingo em Sobradinho. Com a vitória, o Ceilândia conquistou o segundo turno do campeonato metropolitano de 2012 e garantiu um lugar na final diante do Luziânia.

O jogo foi essencialmente parelho. O Sobradinho tentou encurralar o Ceilândia em seu próprio campo de defesa, mas aos poucos o melhor toque de bola do CEC foi se impondo. O resultado disso é que o Ceilândia equilibrou as ações e a sua melhor condição técnica aos poucos foi fazendo a diferença.

Apesar de chegar com mais qualidade à meta adversária, o CEC não abria o marcador. As oportunidades passam próximas de Dimba, mas o artilheiro por duas vezes não alcançou a bola.

Allan Dellon e Dimba: mais uma vez importantes
Allan Dellon e Dimba: mais uma vez importantes

Aos 40 minutos da primeira etapa, Cassius apareceu cara a cara com Osmair e bateu com categoria no canto esquerdo da meta adversária. Osmair fez uma belíssima defesa, mas na sobra Dimba mostrou que estava atento e abriu o marcador para o Ceilândia.

Veio o segundo tempo e aconteceu o que se temia. O Ceilândia passou a dar chutões para se livrar da bola. Não é que o Sobradinho fosse melhor, mas o fato é que ao ter desistido de jogar o Ceilândia trocava fugia às suas características. O castigo não demorou e Edicarlos aproveitou sobra na área para empatar. Eram 7 minutos do segundo tempo.

Após sofrer o gol o Ceilândia voltou a jogar com a bola no chão. Não demorou muito e Allan Dellon colocou a bola na cabeça de Cassius que colocou o Gato novamente na frente aos quinze do segundo tempo.

Panda saiu lesionado: preocupação para as finais
Panda saiu lesionado: preocupação para as finais

A vantagem no marcador dessa vez fez bem ao Ceilândia. O time aprendeu com o erro do gol do empate do Sobradinho e continuou tocando a bola no seu estilo. Chutão apenas quando realmente necessário.

O Sobradinho veio todo para o ataque e aí brilhou a visão de jogo de Allan Dellon. Eram 24 minutos do segundo tempo quando Liel desarmou o adversário e tocou para Allan Dellon. O meia, que fez mais uma boa partida,  enxergou Luiz Fernando se deslocando e deu um passe magistral para o meia, que acabara de entrar no lugar de Dimba. Luiz Fernando bateu na saída de Osmair e fez 3 x1 para o Ceilândia.

Forte marcação do CEC neutralizou o Sobradinho
Forte marcação do CEC neutralizou o Sobradinho

Com o terceiro gol do Ceilândia a torcida adversária começou a ir embora. O Sobradinho, contudo,  era valente e tentava a todo custo diminuir a diferença. O Ceilândia era perigoso nos contra-ataques e perdeu ao menos duas chances de matar o jogo.

Tranquilidade apenas aos 44 minutos quando Cassius, em mais um contra-ataque do Ceilândia, fez 4 x 1. Agora era apenas esperar o final do jogo: o Ceilândia estava na final.

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Allan é dúvida para a final

Melhor jogador do returno: Allan deve desfalcar o Gato
Melhor jogador do returno: Allan deve desfalcar o Gato

Allan Dellon é só otimismo para este domingo. O atleta chegou em meio a desconfianças e aos poucos foi recuperando o seu melhor futebol.

Em meio as preocupações com o adversário deste final de semana, veio outra preocupação: a definição sobre a utilização do meia Allan Dellon ganha contornos de novela. O meia sentiu desconforto na coxa nos dias que antecederam a partida contra o Legião. Durante a partida dessa quarta-feira, Allan voltou a sentir a coxa e teve que ser substituído.

O tratamento do atleta começou ainda durante a partida contra o Legião, quando fez aplicação de gelo para diminuir eventual edema. Apesar de demonstrar confiança em ser utilizado, Adelson prefere esperar a evolução: para uma decisão só é possível contar com jogadores que estejam a cem por cento.

Para a decisão desse domingo duas preocupações. A primeira preocupação é com a exposição na imprensa. Não se quer repetir os mesmos erros do turno, quando Dimba ficou demasiadamente exposto na imprensa. O resultado é que Dimba acabou assumindo para si uma responsabilidade que deveria ser de todo o time. Excessivamente pilhado em campo, Dimba jogou mal, discutiu com a arbitragem e somente não foi expulso porque a arbitragem foi condescendente.

Nos últimos dias o filme tem se repetido com Allan Dellon por várias razões: primeiro porque Allan Dellon vem sendo o diferencial dentro de campo e segundo porque Allan Dellon se contundiu e a sua presença na decisão passou a ser dúvida.

Marquinhos e Gustavo: opções no banco
Marquinhos e Gustavo: opções no banco

Adelson está atento e Allan Dellon é experiente o suficiente para não se deixar levar pelos acontecimentos.

O Sobradinho não perde em casa há três meses, o que demonstra que o time adversário tem qualidades. O Sobradinho também sabe que não foi por acaso que o Ceilândia  fez a melhor campanha no geral, foi campeão do seu grupo no turno e no returno.

O Ceilândia chegou até aqui trabalhando em silêncio e tem um bom time para os padrões locais. Consciência da própria capacidade é extremamente importante nessas horas. Cada adversário sabe da força que o outro tem para a partida deste domingo.

O técnico Adelson de Almeida não deve mexer no  esquema de jogo, mesmo que Allan Dellon não jogue. Em seu lugar entraria Luiz Fernando. Se for mudar, a opção cogitada foi a de Daniel, reforçando o meio de campo para conter os perigosos contra-ataques do Sobradinho.

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Allan Dellon em 21 de abril de 2012: CEC 2 x 0 Brazlândia

Cartões e Decisões: Fase final vai exigir inteligência e força do Gato

Marquinhos e Luiz Fernando são os substitutos naturais para Dimba e Allan Dellon
Marquinhos e Luiz Fernando são os substitutos naturais para Dimba e Allan Dellon

O Ceilândia vive um dilema para a partida deste sábado, 16h, no Bezerrão, diante do Gama. Alguns de seus principais jogadores estão com dois cartões amarelos e pode ser um risco contar com esses atletas na partida de sábado.

Adelson de Almeida conta com a experiência de Dimba e Allan Dellon para levar o jogo de modo tranquilo e evitar um terceiro cartão amarelo que nas circunstâncias seria catastrófico para a fase final da competição. A outra opção, pura e simples, seria a de poupar os dois atletas do confronto deste final de semana.

Cassius: sem saber se poderá contar com Allan e Dimba contra o Gama
Cassius: sem saber se poderá contar com Allan e Dimba contra o Gama

Poupar os atletas pode ser ruim para as pretensões do Gato. O Ceilândia luta ponto a ponto, gol a gol com o Luziânia pelo primeiro lugar na classificação geral. Há, além disso, duas outras lutas: o Gato precisa garantir o primeiro lugar do seu grupo e, de quebra, fazer mais pontos que o Sobradinho. Isso garantiria a vantagem de decidir dentro de casa.

A reta final de competição vai exigir muita inteligência e força por parte dos jogadores e comissão técnica. A dificuldade vai ser acertar tudo isso nos jogos de mata-mata. Os resultados vindos da Europa, que culminaram com as eliminações de Barcelona e Real Madrid, demonstram que no mata-mata é sempre necessário algo mais que a técnica.

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Panda recebe amarelo: penalti controvertido

Relegado ao ostracismo

Allan Dellon: prejudicado pela atuação do time contra o Ceilandense
Allan Dellon: prejudicado pela atuação do time contra o Ceilandense

O Ceilândia iniciou o campeonato como um dos favoritos a competição, ao lado do Brasiliense.

No geral, o Ceilândia eliminou o rival na semi-final da Taça JK e disputou a decisão contra o Luziânia. Derrotado na decisão, o Ceilândia é líder do seu grupo no returno, mas ainda assim foi relegado ao ostracismo no segundo turno. Fala-se com toda a razão do Luziânia, mas também se fala de Brasiliense, Gama e Sobradinho. Pouco se fala do Ceilândia.

Isso pode significar muitas coisas. Um dos significados é que a avaliação geral é o de que o Ceilândia já não é mais um dos candidatos ao título.  Outro significado está no fato de que o CEC prefere trabalhar calado. Nesse caso os resultados devem falar pelo time.

De maneira geral o Ceilândia entra nesta fase do returno com a obrigação de vencer os seus jogos para recuperar um mínimo de respeito. Não que o time tenha uma má campanha, os resultados demonstram que a campanha é até boa. O problema é que o Gato, como sempre foi, tem sempre que remar contra a maré.

Breno em ação: CEC está sem força nas laterais
Breno em ação: CEC está sem força nas laterais

No próximo domingo o CEC enfrentará o Formosa, na cidade de goiana. Para essa partida Adelson talvez não precise mudar muito a maneira de jogar do time. O time tem feito gols e isso talvez não o preocupe, mas deveria.

A atuação dos laterais nas últimas partidas tem incomodado o torcedor. Os dois alas tem mostrado dificuldade para chegar ao fundo sem prejudicar o time defensivamente. Falta-lhes força ofensiva. O resultado é que Breno e Felipe não tem se arriscado no ataque. Isso não pode ser uma constante e ao menos uma vez os laterais tem que incomodar o adversário. O CEC está se tornando previsível. Contra times tecnicamente mais fracos, isso não é problema, mas na fase decisiva pode ser.

Outro problema para Adelson está na saída de bola. O time não tem variado na saída de bola. O time mostrou um estilo contra o Capital e o manteve diante do Ceilandense. Foi fácil para o Ceilandense identificar o modo como o time se lança ao ataque e neutralizar as investidas do Gato.

Para piorar, contra o Ceilandense o Ceilândia não teve paciência e cedeu sucessivos contra-ataques ao adversário. Não é todo dia que se sai de um 0x2 e se empata. O time precisa de mais opções na saída de bola e isso implica mais responsabilidades seja para Diego Marangon ou Allan Dellon. Não há nenhum problema se Allan Dellon vier buscar a bola. O que não pode é o volante ter que carregar a bola por 30 metros para dar o passe e armar o contra-ataque adversário.

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CEC joga apenas um tempo e empata: 2 x 2

Dimba finaliza para empatar: empate suado
Dimba finaliza para empatar: empate suado

O Ceilândia precisou usar de toda a sua força para arrancar um empate heróico diante de um apenas limitado Ceilandense na tarde deste domingo, no Abadião.

O jogo nem bem começou e o Ceilandense mostrou a que vinha. Marcando em seu próprio campo e preparado para os contra-ataques contando com a habilidade do atacante Léo Gabiru, o Ceilandense procurava explorar os erros alvinegros.

Com Allan Dellon marcado e Didão recuando constantemente para as linhas de volantes, o CEC era um time sem inspiração. O resultado dessa apatia era que o CEC dava constantes contra-ataques para o Ceilandense, mas o adversário era incapaz de criar situação de perigo para a meta de Pedro.

Léo Gabiru passa por Daniel: CEC foi mal no primeiro tempo
Léo Gabiru passa por Daniel: CEC foi mal no primeiro tempo

Ao contrário, o CEC esteve próximo de abrir o marcador quando Didão, meio querendo, meio sem querer, acertou o poste direito da meta rubronegra. Apesar da boa conclusão, o Ceilandense rodeava mais o gol do Gato. Num desses lances, Léo Gabiru foi derrubado dentro da área. Penalti que Thiago Ferreira converteu. Eram 18 minutos.

Após o gol, o Ceilandense recuou quase que por completo. O Ceilândia até que chegou próximo do empate, mas nas duas oportunidades o goleiro adversário salvou as conclusões de Liel e Dimba.

O primeiro tempo encaminhava para o a vitória parcial do Ceilandense por 1 x 0, mas a arbitragem viu penalti na bola que cruzada tocou no braço esquerdo de Panda. Muita reclamação alvinegra. Thiago Ferreira não tinha nada a ver com isso e fez 2 x 0.

Claudionor foi dominado por Adriano. Reconhecimento pelo esforço, mas o time precisa de resultados.
Claudionor foi dominado por Adriano. Reconhecimento pelo esforço, mas o time precisa de resultados.

Veio o segundo tempo e Adelson colocou Luiz Fernando e Alcione tirando Breno e Daniel. O Ceilândia foi para o abafa. Mesmo assim não conseguia se aproximar da meta rubronegra. Adriano ganhava todas.

A torcida sentia a necessidade da entrada de Cassius no lugar do então esforçado, mas inoperante Claudionor. O tempo passou e a torcida ficava impaciente porque o CEC era incapaz de criar situações de gol.

Tudo mudou aos 20 minutos quando Cassius entrou, mas no lugar de Diego Marangon. Na primeira bola Cassius ganhou de Adriano. Na segunda, ganhou novamente. Na terceira, Adriano chutou tudo o que podia, mas Cassius aguentou o tranco. O domínio de Adriano na grande área acabara.

Dimba comemora o gol de empate: na valentia
Dimba comemora o gol de empate: na valentia

Aos 30, num bate e rebate dentro da área, Liel tocou para Dimba diminuir. O CEC continuou melhor, mais no coração que na técnica. Aos 35 Dimba recebeu uma entrada criminosa, mas arbitragem deu apenas cartão amarelo para o defensor rubronegro.

Aos 40, Allan Dellon foi derrubado na área. No mesmo lance, Claudionor também foi derrubado. A arbitragem mandou seguir.

Aos 48, novo bate e rebate na área. A bola sobrou para Dimba. Com o artilheiro do Gato não há muita conversa. Gol do Ceilândia. Empate na raça, mas pouco para quem quer ser o melhor do campeonato.

O CEC jogou com Pedro, Breno (Alcione), Panda, Liel e Felipe. Daniel(Luiz Fernando), Diego Marangon (Cassius) , Didão e Allan Dellon. Dimba e Claudionor.

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Sem poder tropeçar

Dimba é o artilheiro do time no campeonato
Dimba é o artilheiro do time no campeonato

O Ceilândia terá um time  modificado em relação àquele que venceu o Capital na última semana por 3 x 1.

O time foi muito criticado no último sábado por não ter conseguido transformar a facilidade encontrado em uma goleada muito maior. Para a partida de hoje são previstas ao menos três alterações. Panda e Badhuga voltam ao time. Com isso Eciene ou Liel, titular em todas a partidas até aqui, deve deixar a equipe titular.

Didão, Daniel e Liel: Liel pode ser a surpresa na tarde de hoje
Didão, Daniel e Liel: Liel pode ser a surpresa na tarde de hoje

O Ceilândia tem contra si o favoritismo da partida. O retrospecto recente contudo desmente a avaliação dos críticos. Os jogos entre Ceilândia e Ceilandense normalmente são jogos difíceis, mesmo tendo o Gato um melhor retrospecto nos últimos anos.

A prova definitiva disto é que nos últimos dois anos o CEC sofreu duas derrotas para o Ceilandense, ambas por 2 x 1. Em todos os jogos o Ceilândia entrou como favorito e a derrota do ano passado valeu ao Ceilândia a desclassificação.

Para essa partida, Adelson não tem problemas. Os titulares absolutos Dimba e Allan Dellon estão confirmados. Dimba já não reclama de dores e Allan Dellon melhora a cada partida. Allan Dellon melhorou o meio de campo do Ceilândia e ao lado deles o CEC conta com Marangon, jogador que veio do Brasília e que consertou o passe na saída de bola alvinegra.

Marangon: novas funções com a entrada de Didão
Marangon: novas funções com a entrada de Didão

Outro jogador que deve entrar em campo na tarde de hoje é Didão. O atleta estreou na semana passada fazendo um gol. Didão mostrou que ainda está desentrosado e sem ritmo de jogo, mas por outro lado compensou com a sua técnica. Didão foi muito importante na semana passada justamente por saber trabalhar os espaços deixados entre os meias e volantes do Capital. Quando atacado, Didão fechava com Liel e Daniel. Daniel deve jogar ao lado de Marangon.

Adelson tem uma carta na manga. Liel pode ser a surpresa na partida de hoje, voltando a ocupar a posição de zagueiro ao lado de Panda e Badhuga. Com isso e quando o time atacar, Adelson ganharia com o enorme senso de cobertura demonstrado pelo curinga do time.

A partida será disputada às 16h, com os ingressos a 5,00 reais.

O mais provável time do Ceilândia: Pedro, Breno, Panda, Liel, Badhuga e Felipe; Daniel, Marangon, Didão e Allan Dellon; Dimba e Claudinor.

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CEC é líder do seu grupo

Ceilândia ficou acomodado e levou sustos
Ceilândia ficou acomodado e levou sustos

A vitória no último sábado aliviou um pouco o clima para os lados da Cidade do Gato.

O Ceilândia fez uma partida chata contra o Capital e foi muito cobrado por isso. Mas não houve apenas falhas, o CEC teve méritos e devem ser reconhecidos.

O principal problema do último sábado é que o  Capital não queria jogar e isso tornou a partida realmente difícil de ser jogada. O Capital sofreu o primeiro gol e ficou atrás, sofreu o segundo e continuou na mesma, sofreu o terceiro e nada de adiantar a marcação ou de tentar pressioanar.

O CEC com o placar garantido ficou tocando de lado… Resultado: vencendo por 3 x 0 e sem resistência do adversário, o CEC ficou enrolando até que se desconcentrou. Tendo desconcentrado, sofreu o gol e passou a ser cobrado pela torcida e profissionais da imprensa justamente por ser um time experiente

Felipe no ataque: crítica aos laterais
Felipe no ataque: crítica aos laterais

No final existe a constatação de que a vitória foi fácil e se foi fácil o CEC fez prevalescer a sua melhor condição técnica e até mesmo física. Outro ponto positivo foi que Didão teve oportunidade de pegar ritmo de jogo, o mesmo em relação a Allan Dellon. Luiz Fernando entrou no final e pareceu estar muito fora de forma.

A despeito dos aspectos positivos, ficou a sensação de que o Capital deve ser goleado pelos demais adversários e que o saldo de gols do CEC pode pagar as contas no final.

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Hoje começa o segundo turno!

Didão volta ao Ceilândia. Na foto, enfrenta o Esportivo Guará em 2007
Didão volta ao Ceilândia. Na foto, enfrenta o Esportivo Guará em 2007

O Ceilândia começa hoje o segundo turno enfrentando o Capital, 16h, no Abadião. O time teve uma boa semana de trabalho e tem ao menos uma alteração garantida em relação ao time que foi vice-campeão da Taça JK. Didão no lugar de China.

China deixou a equipe rumo ao Tocantinópolis e deve ser substituído por Didão. A entrada do meio-campista ainda dependia da publicação do seu nome no Boletim Informativo Diário da CBF.

No mais, Adelson deve manter a base do time, com Allan Dellon fazendo a armação, Dimba e Claudionor no ataque.

No segundo turno o Ceilândia vai enfrentar os componentes do seu grupo (Capital, Gama, Brazlândia, Formosa e Ceilandense). O primeiro colocado deste grupo enfrenta o segundo do outro e vice-versa nas semi-finais do segundo turno.

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Gato está pronto para enfrentar o Capital

Daniel deve voltar neste sábado
Daniel deve voltar neste sábado

Com a tabela marcando três jogos como visitante e apenas dois como mandante, o CEC já começa a sentir o tamanho da responsabilidade no segundo turno. O time já digeriu a maior parte da derrota de domingo e já está pronto para começar esse novo desafio.

O técnico Adelson de Almeida terá o retorno de Daniel para essa partida. Os jogadores que estavam machucados também retornam e ficam a disposição. Adelson disse que o time também não tem problemas com cartões, algo que para ele é essencial na medida em que o time terá cinco decisões pela frente. Não há tempo nem condições para tropeços.

Liel fez bom campeonato, mas foi cobrado pelo jogo em Luziânia
Liel fez bom campeonato, mas foi cobrado pelo jogo em Luziânia

Com relação aos reforços, a Diretoria ainda não anunciou as contratações. Apenas informa que alguns jogadores já passaram pela equipe. O discurso oficial é o de que está difícil contratar por várias razões: a principal é o fato de que o segundo turno é muito curto. São cinco jogos disputados em apenas um mês. Não há tempo para condicionar novos jogadores. O jogador que vier tem de estar pronto.

O Ceilândia estréia no sábado contra o Capital, 16h, no Abadião. Na fase de preparação o Capital surpreendeu o CEC no Abadião e venceu por 2 x 0.

 

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