Tag: Diego Marangon

Todo mundo se mexendo: CENE, CRAC e Ceilândia entram em campo

Do time que enfrentou o Brasiliense em março, apenas dois seriam titulares hoje
Do time que enfrentou o Brasiliense em março, apenas dois seriam titulares hoje

O Ceilândia entra em campo hoje às 16h, no Elmo Serejo, para enfrentar o Brasiliense naquele que pode ser o último amistoso antes do início da D Nacional. O Ceilândia não é o único.

O CRAC de Catalão também entra em campo hoje para a sua terceira partida na fase de preparação. Depois de dois empates, contra o Gremio Anápolis por 0 x 0 e por 1 x 1 (1×0 para o CRAC no primeiro tempo, quando as duas equipes estavam com seus times titulares) contra o Orizona, o CRAC vai a Ituiutaba, Minas Gerais,  enfrentar o Ituiutabana.

O CENE que havia perdido para o Marília por 3 x 1, teve cancelado o amistoso que disputaria contra o CIANORTE no último final de semana.  Neste domingo, o time pantaneiro enfrentará o Coxim.

China e Marangon: CEC é um time mudado
China e Marangon: CEC é um time mudado

Os outros dois times do grupo possuem estratégias diferentes. O Gurupi optou por não realizar amistosos. A última partida disputada foi no dia 17 de maio, quando venceu o Tocantiponopolis por 2 x 0. Já a Aparecidense, que vai disputar a competição com um time de juniores, perdeu no último domingo para o Anápolis por 2 x 0. Não confundir Anápolis, tradicional time da cidade do mesmo nome, com o Gremio Anápolis que enfrentou o Ceilândia. São times diferentes.

Para a partida de hoje à tarde, Adelson deve lançar um time diferente do que enfrentou e venceu o Grêmio Anápolis. A idéia é fazer o máximo de observações possíveis, principalmente em razão dos novos jogadores terem características diferentes da apresentada pelo time no campeonato local. Independente do que digam os técnicos, há sempre um clima de rivalidade no ar, afinal estão em campo os únicos campeões do Distrito Federal nos últimos 9 anos.

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Campanha histórica!

Cassius ajeita para Dimba: gol decisivo
Cassius ajeita para Dimba: gol decisivo

Mesmo tendo jogado mal diante do Luziânia, o CEC conseguiu a sua sexta vitória consecutiva e, se voltar a vencer o adversário no próximo final de semana, alcançará a sua maior sequencia de vitória na história.

Outro recorde pode ser batido no próximo sábado. E esse seria um recorde pessoal: Dimba, se anotar um gol, se firmará como o segundo maior artilheiro da história do Ceilândia, atrás apenas do insuperável Cassius, com 28 gols em partidas oficiais (a estatística do SiteCEC leva em conta apenas jogos oficiais), deixando Fabinho e Jonhes bem atrás.

Didão persegue o adversário: cuidados defensivos
Didão persegue o adversário: cuidados defensivos

A partida em Luziânia representou também a quebra de um tabu: o Ceilândia jamais havia vencido uma partida apitada por Nivaldo Nunes! Interessante que dos quatro jogos apitados por Nivaldo Nunes três foram contra o Luziânia.

A terça-feira terá a reapresentação dos atletas após a vitória. O ambiente é de alívio após a vitória no Serra do Lago, mas os jogadores sabem que não podem repetir a atuação do domingo. Com a torcida do lado todos tem a convicção que será diferente, mas também sabem que não poderão bobear: a vantagem é muito pequena.

Outra notícia boa é que Adelson provavelmente terá todos os jogadores titulares a sua disposição para a partida final.

 

 

 

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Páginas viradas

Luiz Fernando: entrou no sufoco e deu conta do recado
Luiz Fernando: entrou no sufoco e deu conta do recado

A vitória de ontem já é página virada, os incidentes que levaram ao afastamento de Allan Dellon também.

Um dos grandes motivos para explicar as dificuldades que o time enfrentou na partida contra o Luziânia foi o afastamento de Allan Dellon ainda na concentração, por mau comportamento. A explicação da comissão técnica foi que os membros da comissão técnica são educadores e às vezes a punição por mau comportamento é absolutamente necessária, mesmo que isso coloque em risco o resultado esportivo.

Da mesma forma como se pune a Comissão entende que se tem que resgatar o homem.  Allan Dellon teve até aqui um comportamento exemplar durante toda a competição. A avaliação sobre a extensão da punição deve passar pelos líderes do elenco, mas já há sinalização de que os jogadores aceitarão de bom grado o retorno de Allan Dellon aos trabalhos.

O lado bom disso tudo é que revela a preocupação do Ceilândia com o homem e isso é sempre positivo. É absolutamente importante que se retire lições a cada momento da vida, mas que as regras sejam inflexíveis naquilo que tem de ser inflexível.

LUZIÂNIA PERDEU A CHANCE DA VIDA

Alcione: comportamento serviu de exemplo e inflamou a defesa
Alcione: comportamento serviu de exemplo e inflamou a defesa

Outra avaliação foi a de que o Luziânia perdeu a chance da vida dele. Dificilmente o adversário encontrará um Ceilândia tão apático como ontem. De maneira geral a Comissão entendeu que o time sentiu a falta de Allan Dellon e, mais que isso,  o afastamento dentro da concentração atingiu a todos.  De algum modo todo o planejamento da semana caiu por terra momentos antes da primeira partida da decisão. Todo o plano de jogo foi alterado num segundo e Adelson teve que fazer improvisações na defesa e no meio de campo porque a entrada de Luiz Fernando mudaria e muito a maneira do Ceilândia jogar.

Em meio as dificuldades de ontem ressaiu o espírito de luta dos jogadores. Adelson inspirou-se em Osvaldo Oliveira: “quando não der para atacar, tente ao menos se defender bem”. Foi isso que fez e nesse quesito os jogadores foram fantásticos. Embora todos tenham sido fantásticos um deles, em especial, se destacou: Alcione. Embora isso não deva ocorrer, houve momentos em que tentou inflamar o time correndo ele próprio de uma lateral a outra para impedir as jogadas adversárias. O comportamento de Alcione serviu de exemplo e inflamou os seus companheiros: por aqui ninguém passa! E assim foi….

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Dimba faz o gol da vitória: decisivo

Na raça e na sorte!

CEC foi exigido ao máximo, mesmo assim saiu com a vitória
CEC foi exigido ao máximo, mesmo assim saiu com a vitória

Definitivamente não foi a exibição que a torcida esperava, mas independente disto o Ceilândia venceu o Luziânia por 1 x 0 e deu um passo importante rumo ao título.

O CEC jogou desfalcado de Allan Dellon e Panda. Em seus lugares  Adelson lançou Oliveira e Luiz Fernando. Sabia-se que essas alterações mudariam a estrutura de jogo do Ceilândia, mas não foi apenas isso o responsável pelo sofrimento.

O Gato até começou melhor e abriu o marcador logo aos 8 minutos. Dimba aproveitou reboe na cabeçada de Cassius e abriu o marcador. Nos minutos seguintes o Gato se manteve melhor, mas pecou pela falta de objetividade. O time perdeu o rumo aos 15 minutos, logo após Luiz Fernando tentar uma jogada de calcanhar sem a mínima necessidade. O CEC se perdeu na facilidade encontrada.

Oliveira atuou improvisado na defesa, boa atuação
Oliveira atuou improvisado na defesa, boa atuação

A partir dos 15 minutos o Luziânia foi lentamente impondo o seu jogo. Decididamente o Luziânia não era um time inspirado. Era apenas um time valente e que chegava ao gol do Ceilândia apenas em lances de bola parada. Não houve por parte do adversário qualquer jogada estruturada que criasse oportunidade de gol.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia foi ainda mais incapaz de impor o seu toque de bola. O Luziania continuou da sua maneira, mas agora encontrou uma facilidade que não encontrara no primeiro tempo. Thompson tinha uma verdadeira avenida pela direita e se não fora a absoluta incapacidade dos seus meio-campistas o Luziânia teria empatado. Apesar das facilidades, o Darci não fez qualquer defesa importante. No momento em que esteve mais próximo de empatar, em cobrança de falta, a bola explodiu no travessão alvinegro. Se viesse dentro Darci salvaria.

Darci deu um susto no primeiro tempo, mas não foi exigido
Darci deu um susto no primeiro tempo, ao menos uma grande defesa

O tempo foi passando e o Ceilândia era incapaz de assumir o controle da partida, ou de matar o jogo. Adelson colocou Daniel, Gustavo e Eciene. O time melhorou ou o Luziânia cansou. Ao final veio a vitória alvinegra, mas a vitória traz duas leituras, como se fossem faces de uma moeda:  Na moeda do Luziânia está escrito que, pelas circunstâncias da derrota, o Luziãnia  sabe que não está morto;  na outra face da moeda está escrito que o CEC sabe do que o Luziânia é capaz.

A moeda do Ceilândia tem na frente escrito que no Abadião vai ser diferente e no verso está escrito que o time não pode fazer duas partidas ruins consecutivamente. Cada mensagem soa como um presságio ou uma ameaça para o adversário. Para a sorte do Ceilândia, contudo, a técnica resolve, mesmo quando superada pela raça ou sorte.

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Ceilândia começa a decidir o campeonato

Dimba perde de cabeça. CEC perdeu gols e a partida. Lição a ser aprendida
Dimba perde de cabeça. CEC perdeu gols e a partida. Lição a ser aprendida

O Ceilândia chegou até a decisão sem fazer alarde. O time foi crescendo aos poucos e a página foi virada no empate contra o Ceilandense. Naquela partida o CEC chegou a estar perdendo por 2 x 0, mas chegou ao empate na base da raça. O entrosamento entre Allan Dellon e Dimba foi melhorando e quem tem Allan Dellon e Dimba em boa forma tem meio caminho andado para a vitória.

Após aquele jogo o  time mudou a sua maneira de jogar. Passou a ter mais posse de bola, mas dessa vez com qualidade. Um time mais ofensivo traz problemas na defesa. O time joga exposto, mas nas partidas da fase de classificação o Ceilândia chegou a um equilíbrio.

Para a decisão de hoje será absolutamente importante ter o equilíbrio na saída para o ataque, para não dar os contra-ataques para o adversário. A partida de hoje deve ser diferente da partida que decidiu o primeiro turno. O Ceilândia é hoje um time totalmente diferente na sua formação e na maneira de jogar. O Luziânia também. Para os jogadores, não há clima de revanche: é uma decisão e uma decisão todos gostam de jogar.

Com Dimba e Allan Dellon o CEC é forte
Com Dimba e Allan Dellon o CEC é forte

O clima na semana era bom entre os jogadores. Não se sentia que estivessem pilhados ou indiferentes em demasia. O Ceilândia parece ser um time consciente de sua própria capacidade e de sua responsabilidade. O gato vive melhor momento que o Luziânia e,  tirando a última partida, sempre traz bons resultados do Serra do Lago.

Adelson concorda que é verdade que o Gato vive um melhor momento, mas o Luziânia venceu o turno sem contestações e com certeza não esqueceu de jogar futebol, relembra.

O problema é que em jogos de mata-mata a partida de ida condiciona o jogo da volta: você começa a segunda partida colhendo o que plantou na primeira. O Ceilândia também sabe das dificuldades, mas não deve se deixar intimidar por elas.

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Ceilândia está na final

Com os nervos no lugar, Ceilândia resistiu à truculência do Sobradinho
Com os nervos no lugar, Ceilândia resistiu à truculência do Sobradinho

Não foi fácil, mas o Ceilândia está na final do Metropolitano 2012.  O Gato soube administrar os próprios nervos para conseguir uma importante vitória na tarde deste domingo em Sobradinho. Com a vitória, o Ceilândia conquistou o segundo turno do campeonato metropolitano de 2012 e garantiu um lugar na final diante do Luziânia.

O jogo foi essencialmente parelho. O Sobradinho tentou encurralar o Ceilândia em seu próprio campo de defesa, mas aos poucos o melhor toque de bola do CEC foi se impondo. O resultado disso é que o Ceilândia equilibrou as ações e a sua melhor condição técnica aos poucos foi fazendo a diferença.

Apesar de chegar com mais qualidade à meta adversária, o CEC não abria o marcador. As oportunidades passam próximas de Dimba, mas o artilheiro por duas vezes não alcançou a bola.

Allan Dellon e Dimba: mais uma vez importantes
Allan Dellon e Dimba: mais uma vez importantes

Aos 40 minutos da primeira etapa, Cassius apareceu cara a cara com Osmair e bateu com categoria no canto esquerdo da meta adversária. Osmair fez uma belíssima defesa, mas na sobra Dimba mostrou que estava atento e abriu o marcador para o Ceilândia.

Veio o segundo tempo e aconteceu o que se temia. O Ceilândia passou a dar chutões para se livrar da bola. Não é que o Sobradinho fosse melhor, mas o fato é que ao ter desistido de jogar o Ceilândia trocava fugia às suas características. O castigo não demorou e Edicarlos aproveitou sobra na área para empatar. Eram 7 minutos do segundo tempo.

Após sofrer o gol o Ceilândia voltou a jogar com a bola no chão. Não demorou muito e Allan Dellon colocou a bola na cabeça de Cassius que colocou o Gato novamente na frente aos quinze do segundo tempo.

Panda saiu lesionado: preocupação para as finais
Panda saiu lesionado: preocupação para as finais

A vantagem no marcador dessa vez fez bem ao Ceilândia. O time aprendeu com o erro do gol do empate do Sobradinho e continuou tocando a bola no seu estilo. Chutão apenas quando realmente necessário.

O Sobradinho veio todo para o ataque e aí brilhou a visão de jogo de Allan Dellon. Eram 24 minutos do segundo tempo quando Liel desarmou o adversário e tocou para Allan Dellon. O meia, que fez mais uma boa partida,  enxergou Luiz Fernando se deslocando e deu um passe magistral para o meia, que acabara de entrar no lugar de Dimba. Luiz Fernando bateu na saída de Osmair e fez 3 x1 para o Ceilândia.

Forte marcação do CEC neutralizou o Sobradinho
Forte marcação do CEC neutralizou o Sobradinho

Com o terceiro gol do Ceilândia a torcida adversária começou a ir embora. O Sobradinho, contudo,  era valente e tentava a todo custo diminuir a diferença. O Ceilândia era perigoso nos contra-ataques e perdeu ao menos duas chances de matar o jogo.

Tranquilidade apenas aos 44 minutos quando Cassius, em mais um contra-ataque do Ceilândia, fez 4 x 1. Agora era apenas esperar o final do jogo: o Ceilândia estava na final.

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CEC cumpre obrigação e vence o Gama: 2 x 0

Darci: sem ser espalhafatoso, foi eficiente e contou com a má pontaria do adversário.
Darci: sem ser espalhafatoso, foi eficiente e contou com a má pontaria do adversário.

O Ceilândia cumpriu a sua obrigação e venceu o Gama na tarde deste sábado, jogando no Bezerrão, por 2 x 0.  Para vencer a partida o Ceilândia não precisou ser brilhante: bastou ser minimamente organizado, neutralizar a única jogada do adversário e contar com os inúmeros erros do Gama.

Poucas vezes nesse campeonato e talvez nos últimos anos, o Ceilândia enfrentou um adversário que errasse tanto. O Gama era incapaz realizar três toques de bola em profundidade. Extremamente previsível, o adversário colocou dois atacantes abertos e apelava incessantemente para as ligações diretas.

Para facilitar ainda mais as coisas, defensivamente o time do Gama era uma nulidade: o time marcava de longe e havia demasiado espaço entre as instâncias defensivas.

Pênalti claro em Alcione e que não foi  marcado. Arbitragem perigosamente displicente.
Pênalti claro em Alcione e que não foi marcado. Arbitragem perigosamente displicente.

Sem que o Gama apresentasse qualquer jogada estruturada, bastou a Adelson de Almeida marcar os atacantes homem-a-homem e deixar um zagueiro na sobra para que o Gama fosse neutralizado.

O Ceilândia não foi perfeito, ao contrário. Em alguns momentos foi displicente e isso permitiu ao Gama que criasse situações de gol. Nesses momentos, a incompetência do ataque adversário, aliada a uma boa partida do goleiro Darci, impediram o gol gamense.

Como time, o Ceilândia foi melhor o jogo inteiro. Não lhe interessava ficar trocando contra-ataques com o Gama. Por isso, manteve o seu padrão de jogo, com uma sólida formação defensiva.

Dimba e Allan Dellon: os velhinhos fazem a diferença
Dimba e Allan Dellon: os velhinhos fazem a diferença

Por esses motivos, o  primeiro tempo se encaminhava para o zero a zero quando, após cobrança de falta, Didão desviou de cabeça e abriu o marcador para o Ceilândia. Eram 42 minutos do primeiro tempo.

Veio o segundo tempo e o comportamento do Gama não mudou. O CEC tinha as mesmas facilidades e não demorou para que aos 10 minutos Dimba desse um passe magistral para Allan Dellon bater, também com categoria, no canto esquerdo do goleiro Pereira e fazer 2 x 0.

Depois do segundo gol, o CEC caiu e produção e permitiu um breve domínio alviverde. Nas poucas chances que criou, a má pontaria impediu o Gama de diminuir a diferença. Por isso, bastou ao Ceilândia fechar-se na defesa para administrar o placar. No final, o Ceilândia nada tem a ver com a má-fase do adversário e o péssimo futebol por ele apresentado.

Marcação do Gama chega mais uma vez atrasada: daqui prá frente tudo deve ser diferente, mas o Gato está pronto
Marcação do Gama chega mais uma vez atrasada: daqui prá frente tudo deve ser diferente, mas o Gato está pronto

A vitória foi importante e coloca o Gato nas semi-finais do turno. Por isso mesmo, é óbvio que não há como desmerecer a vítória do Ceilândia. O Gato teve méritos porque soube aproveitar os erros do adversário e mostrou que é um time consciente de sua missão.

Daqui para a frente não dá para contar com a sorte ou incompetência do adversário. Cada jogo será uma decisão. O CEC mostrou que está maduro, mas o futebol tem lógicas que a própria lógica desconhece. Time por time, o CEC é melhor, mas futebol é sempre uma caixinha de surpresas…

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CEC: nada de pilha para as finais

Badhuga comemora em 2010: CEC joga a liderança em 2012
Badhuga comemora em 2010: CEC joga a liderança em 2012

O Ceilândia se preparou para a competição com um objetivo: conseguir a vaga para a série D. Apontado por muitos como um dos favoritos ao título, o CEC trabalhou em silêncio e chegou a liderança da competição.

Apesar da boa campanha até aqui, o Ceilândia não garantiu a conquista do seu principal objetivo. Para tanto, não pode tropeçar em nenhum dos obstáculos que terá pela frente a começar por amanhã.

O CEC joga amanhã de olho na liderança geral, disputada ponto a ponto com o Luziânia. No turno, o CEC entra para conquistar a primeira colocação em seu grupo. É um jogo de muitas decisões.

Darci vai aos poucos ganhando confiança
Darci vai aos poucos ganhando confiança

Adelson deve levar a campo a força máxima alvinegra. O time está consciente das suas necessidades, mas não está pilhado. O mais importante para essa fase final é aliar consciência tática e a técnica.

O time do Gama preocupa por várias razões. O adversário mostrou que tem enormes dificuldades quando precisa abrir espaços na defesa adversário. Não vai ser o caso amanhã, porque o Ceilândia tem mostrado que é um time de domínio de posse de bola, jogando no campo do adversário. O Gama mostrou que é mortal nos contra-ataques.

O problema para o Gato é que na fase final não há chance de recuperação. Qualquer derrota significa apenas uma coisa: o ano acabou.

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Ceilândia esquece Brazlândia e já foca o Gama

Liel e Didão: Experiência do Gato pode fazer diferença na reta final
Liel e Didão: Experiência do Gato pode fazer diferença na reta final

O Ceilândia retorna às atividades nesta segunda sabendo que a briga por uma vaga na Série D ficou ainda mais complicada com os resultados do final de semana. No grupo A, Sobradinho e Luziânia vão se enfrentar e um empate classifica as duas equipes. O terceiro colocado é o Legião que precisa desesperadamente da vitória sobre o Botafogo-DF para fugir do rebaixamento. Somente então é que aparece o Brasiliense que vai enfrentar o desesperado Dom Pedro num confronto de vida ou morte. Matematicamente as chances do Brasiliense até que são grandes (algo como 7%), mas o time de Taguatinga vai ter que contar com a sorte.

No grupo B, o adversário do Ceilândia vai ter que contar com a ajuda do Brazlândia, que enfrenta o Capital. Precisando do resultado, o Gama recebe um inesperado favoritismo diante do Gato, mas somente se classificará se o Capital não vencer o Brazlândia. Matematicamente as possibilidades do Gama devem se situar em torno de 18%, acreditando-se que o Brazlândia nada mais tem a disputar na competição e o Capital entrará motivado para essa partida.

Allan Dellon é advertido: Cartões amarelos preocupam nesta reta final
Allan Dellon é advertido: Cartões amarelos preocupam nesta reta final

O objetivo do Ceilândia é outro. Com o foco centrado essencialmente na Série D, o Gato precisa garantir a primeira classificação no geral para garantir eventual vantagem nas fases decisivas, tanto do segundo turno, quanto do campeonato.

Adelson de Almeida começa a semana ainda sem saber se algum jogador acusou algum problema no final de semana. O Ceilândia parece tranquilo e está consciente da sua própria capacidade. Teoricamente faltam cinco jogos para terminar o campeonato. Porque o time vem crescendo de produção, a confiança da torcida aumenta.

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Panda recebe amarelo: penalti controvertido

Relegado ao ostracismo

Allan Dellon: prejudicado pela atuação do time contra o Ceilandense
Allan Dellon: prejudicado pela atuação do time contra o Ceilandense

O Ceilândia iniciou o campeonato como um dos favoritos a competição, ao lado do Brasiliense.

No geral, o Ceilândia eliminou o rival na semi-final da Taça JK e disputou a decisão contra o Luziânia. Derrotado na decisão, o Ceilândia é líder do seu grupo no returno, mas ainda assim foi relegado ao ostracismo no segundo turno. Fala-se com toda a razão do Luziânia, mas também se fala de Brasiliense, Gama e Sobradinho. Pouco se fala do Ceilândia.

Isso pode significar muitas coisas. Um dos significados é que a avaliação geral é o de que o Ceilândia já não é mais um dos candidatos ao título.  Outro significado está no fato de que o CEC prefere trabalhar calado. Nesse caso os resultados devem falar pelo time.

De maneira geral o Ceilândia entra nesta fase do returno com a obrigação de vencer os seus jogos para recuperar um mínimo de respeito. Não que o time tenha uma má campanha, os resultados demonstram que a campanha é até boa. O problema é que o Gato, como sempre foi, tem sempre que remar contra a maré.

Breno em ação: CEC está sem força nas laterais
Breno em ação: CEC está sem força nas laterais

No próximo domingo o CEC enfrentará o Formosa, na cidade de goiana. Para essa partida Adelson talvez não precise mudar muito a maneira de jogar do time. O time tem feito gols e isso talvez não o preocupe, mas deveria.

A atuação dos laterais nas últimas partidas tem incomodado o torcedor. Os dois alas tem mostrado dificuldade para chegar ao fundo sem prejudicar o time defensivamente. Falta-lhes força ofensiva. O resultado é que Breno e Felipe não tem se arriscado no ataque. Isso não pode ser uma constante e ao menos uma vez os laterais tem que incomodar o adversário. O CEC está se tornando previsível. Contra times tecnicamente mais fracos, isso não é problema, mas na fase decisiva pode ser.

Outro problema para Adelson está na saída de bola. O time não tem variado na saída de bola. O time mostrou um estilo contra o Capital e o manteve diante do Ceilandense. Foi fácil para o Ceilandense identificar o modo como o time se lança ao ataque e neutralizar as investidas do Gato.

Para piorar, contra o Ceilandense o Ceilândia não teve paciência e cedeu sucessivos contra-ataques ao adversário. Não é todo dia que se sai de um 0x2 e se empata. O time precisa de mais opções na saída de bola e isso implica mais responsabilidades seja para Diego Marangon ou Allan Dellon. Não há nenhum problema se Allan Dellon vier buscar a bola. O que não pode é o volante ter que carregar a bola por 30 metros para dar o passe e armar o contra-ataque adversário.

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Uma segunda-feira longa de mais…

O tempo é o melhor remédio
O tempo é o melhor remédio

O dia de ontem foi especialmente triste. Ao amanhecer, estava no ar uma sensação de vazio. O jogo do domingo não saía da cabeça. Ter estado tão perto, ter jogado tão bem e mesmo assim ter perdido incomodava. Na cabeça ainda estavam as dúvidas sobre as consequências do ocorrido no segundo turno e as preocupações com as decisões a serem tomadas pela diretoria.
A verdade é que estes três primeiros dias foram feitos para chorar a derrota. Nada precisa ser feito ou dito. É tempo simplesmente de refletir e sofrer e deixar que o tempo cuide das feridas. A terça-feira também deve ser reservada a isto. Na quarta-feira, contudo,  já será chegada a hora de deixar o luto de lado e partir para a luta, porque assim é feita a vida: de vitórias e derrotas. A vida continua.

Allan Dellon sofre falta não marcada: origem do segundo gol do Luziânia. Vida que segue...
Allan Dellon sofre falta não marcada: origem do segundo gol do Luziânia. Vida que segue...

O Ceilândia foi bem no primeiro turno. Vencer e perder é do futebol e o futebol não engana: não se pode perder tantas oportunidades numa decisão e ficar impune.

Ao final da partida, José Beni,homem forte do CEC, mostrou-se sereno. Afirmou que o Luziânia mereceu a vitória e que não havia motivos para reclamar da arbitragem. Reconhecer que o adversário foi mais feliz é um bom começo. Não transferir a responsabilidade de sua derrota para os outros também é um bom começo.

Dimba foi superexposto nos últimos dias: pilhado em campo
Dimba foi superexposto nos últimos dias: pilhado em campo

Se se tivesse que fazer alguma coisa diferente esta coisa seria administrar a superexposição a que Dimba foi exposto nos dias que antecederam à decisão. Embora veterano, seria natural que diante de tanta exposição Dimba trouxesse para si mais responsabilidades que efetivamente possuía. Queria vencer a partida a qualquer custo. Não deu certo. Vida que segue.

O prazo para inscrever novos jogadores termina nesta semana. O elenco do CEC é enxuto. O CEC precisa de um ou outro reforço, mas o time está bem. Mostrou no domingo. O único problema foi emocional: alguns jogadores estava muito pilhados. Isso também faz parte.

A hora de encerrar o luto está chegando. Sofrer também faz parte do futebol. Isso torna as vitórias ainda mais gostosas.

 

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CEC: Derrota e lição

China, destaque no primeiro tempo. Depois, cansou
China, destaque no primeiro tempo. Depois, cansou

O confronto de hoje colocou lado a lado as duas equipes apontadas como favoritas à competição. Nesses jogos, a lógica do futebol é simples: em jogos de poucas oportunidades, vence aquele que as aproveita melhor. Essa lição o Ceilândia terá que aprender.

Na tarde deste domingo, jogando no Elmo Serejo, o Gato foi melhor que o Brasiliense na maior parte do tempo. Por alguma ironia, o Ceilândia foi vítima de seu próprio veneno. Com espaço para jogar, o CEC começou tomando a inciativa da partida e até poderia ter saído na frente com Cassius ou mesmo em um gol contra, lance que obrigou ao goleiro amarelo a fazer grande defesa.

Apesar do domínio, o CEC deixava espaços para o Brasiliense. A rigor, o Brasiliense chegava de maneira mais lúcida ao gol do CEC que o contrário. Mesmo assim, se tivesse que existir um vencedor no primeiro tempo, esse vencedor seria o Ceilândia.

Marangon, outro com primeiro tempo impecável
Marangon, outro com primeiro tempo impecável

Veio o segundo tempo e a partida parecia seguir o mesmo padrão. O CEC tinha mais posse de bola, rondava a área do Brasiliense, mas não criava situações claras de gol. O Brasiliense, por sua vez, era perigoso nos contra-ataques e só. Para o torcedor amarelo era muito difícil assistir o seu time se contentar em contra-atacar o Ceilândia. Para o torcedor alvinegro, a aflição estava nas chances perdidas.

O jogo era equilibrado. Times com propostas diferentes, mas os goleiros não trabalhavam. Num dos poucos momentos que Daniel descuidou de Adrianinho, o meia fez grande jogada e Diego Lira, de bico, abriu o marcador para o Brasiliense.

Panda, melhor atuação até agora. Defesa não teve culpa no gol
Panda, melhor atuação até agora. Defesa não teve culpa no gol

O Ceilândia mostrou que está equilibrado. Retomou as rédeas da partida, mas não conseguiu entrar na área do Brasiliense. Se teve uma chance de empatar, essa chance veio nos pés de Cassius, que errou o alvo.

O Brasiliense manteve-se fiel ao seu estilo, explorando os contra-ataques. Foi perigoso e poderia ter ampliado a vantagem, mas Diego Lira perdeu cara-a-cara com Pedro.

No final da partida Adelson colocou Rogerinho e Tety. De nada adiantou e os dois nada produziram. Dimba também entrou e até jogou bem, mas o CEC não tinha pernas.

A derrota coloca o CEC agora na obrigação de não tropeçar diante do Botafogo-DF.

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Armadilha no Serejão

Agressão a Augusto em 2011 sequer foi punida pela arbitragem
Agressão a Augusto em 2011 sequer foi punida pela arbitragem

Em 2011, Ceilândia e Brasiliense se enfrentaram pela penúltima rodada da fase de classificação.  O time amarelo já estava classificado e por isso mesmo poupou alguns jogadores titulares. O Ceilândia estava no grupo dos classificados, mas uma derrota o faria perder a posição para o Gama.

Nesse jogo, o Ceilândia entrou em campo talvez acreditando que a vitória viria naturalmente e saiu de campo com uma derrota que viria a lhe custar a classificação no final. O CEC jamais venceu o Brasiliense no Serejão e isto incomoda.

Tem sido assim os confrontos entre Ceilândia e Brasiliense. Jogos truncados e muito disputados. Hoje não deve ser diferente.

Se há alguma diferença é o fato de que o time atual do Ceilândia, apesar de manter todo o seu estilo de marcação e tranquilidade, melhorou o toque de bola. O Ceilândia já atingiu um bom estágio de preparação e isso repercute em campo: o time não se irrita com o jogo, mantém o seu padrão e persegue o resultado sempre.

Andrezinho disputa com William em 2011: jogos complicados
Andrezinho disputa com William em 2011: jogos complicados

Do lado do Brasiliense, o técnico Luiz Carlos Barbieri faz mistério. Embora afirme que terá quatro desfalques, ninguém do lado do CEC acredita. A primeira evidência seria o fato de que Tezzelli já estaria confirmado para a partida de hoje.

O acontece mesmo do lado do Ceilândia. Adelson não confirma a entrada de Dimba. No meio da semana o técnico também testou opções táticas diferentes para a partida de hoje. Muito da esperança da equipe foi depositada nos pés de Dimba e nas jogadas de bola aérea, que tem se revelado o forte do Ceilândia.

Os resultados do sábado não ajudaram às duas equipes. A vitória do Gama por 7 x 0 sobre o Dom Pedro trouxe os alviverdes aos 9 pontos, apenas um a menos que o Gato. A depender do resultado do Brazlândia neste domingo, o CEC entrará na próxima rodada correndo o risco de não se classificar.

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CEC com Liel: nas alturas

CEC vence sem exageros: 1 x 0

Diego Marangon: para quem estava parado, uma boa estréia.
Diego Marangon: para quem estava parado, uma boa estréia.

Um jogo sem exageros, discreto, mas eficiente. Esse foi o jogo do Ceilândia diante do Sobradinho, na escaldante tarde de hoje. Se houve algum exagero, foi de calor.

O Ceilândia fez a sua melhor partida até agora na competição. Não que tenha sido excepcional! Não, o Ceilândia venceu o Sobradinho jogando um futebol sóbrio, discreto, mas mantendo o padrão de marcação. O Ceilândia é um time que marca muito.

O Ceilândia veio para o jogo com algumas alterações em relação ao jogo passado. Gustavo voltou a lateral direita, no lugar de Maurício, enquanto que Diego Marangon e China entraram no meio de campo. No ataque, apesar de todo o suspense,  Cassius e Claudionor.

Panda e Badhuga (foto)  melhorando com o time
Panda e Badhuga (foto) melhorando com o time

O CEC fez um primeiro tempo primoroso. Tomou a iniciativa da partida e não deu espaços para o Sobradinho. É verdade que o plano de jogo do Sobradinho estava claramente traçado para o empate. O CEC, por sua vez, tinha paciência para tocar a bola e somente tentar na boa. Resultado: foram poucas oportunidades de gol criadas. Na verdade, o CEC se limitava a explorar as bolas aéreas, nas quais o Gato é sempre perigoso, mas mostrava um padrão de jogo diferente do mostrado até agora. Esse padrão agradava ao torcedor.

Foi numa jogada de velocidade, contudo, que o CEC abriu o marcador. China tabelou com Ancheta que cruzou e Cassius fez de cabeça. Eram 32 minutos.

Cassius: mortal mais uma vez
Cassius: mortal mais uma vez

Veio o segundo tempo e o CEC deu campo para o Sobradinho. O adversário se aproveitou e tomou a iniciativa do jogo. A marcação do CEC mais uma vez manteve-se eficiente e o adversário não criou oportunidades de gol. O CEC, por sua vez, nos contra-ataques, perdeu ao menos três oportunidades de gol. No final da partida, para a alegria dos torcedores presentes, Dimba voltou a jogar e entrou no lugar de Cassius.

Foi uma vitória para encher a torcida de esperança. Muito dessa vitória deveu-se ao fato do adversário tentar jogar de igual para igual. Isso mostra que o CEC está evoluindo jogo após jogo, o que é alentador.

O resultado deixa o Ceilândia na primeira colocação do grupo B, agora com 10 pontos. Dependendo do resultado de Gama e Brasiliense, o CEC ficará praticamente classificado poderá se classificar para as semi-finais com duas rodadas de antecipação.

O CEC jogou com Pedro, Gustavo (Alcione), Badhuga, Panda e Ancheta. Liel, Daniel, Diego Marangon (André)  e China. Cassius (Dimba) e Claudionor

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CEC em busca da ponta

Cassius comemora seu gol na vitória sobre o Dom Pedro em 2010: 2 x 0
Cassius comemora seu gol na vitória sobre o Dom Pedro em 2010: CEC 2 x 0

O Ceilândia enfrenta o Dom Pedro na tarde de hoje buscando a ponta do grupo B da Taça JK, primeiro turno do Campeonato Metropolitano. A previsão é de um jogo complicado: Em três jogos, o CEC jamais venceu o Dom Pedro jogando na Metropolitana.

Com quatro pontos, o CEC é líder do grupo, mas vem de um tropeço em casa diante do Luziânia. Os dois pontos perdidos nesse jogo podem fazer falta no final do turno porque apenas um ponto separa o CEC  do terceiro colocado, o Formosa.

A fórmula de disputa nesse primeiro turno coloca times do grupo A contra times do Grupo B. Desse modo não há como recuperar pontos perdidos porque não há confrontos diretos.

Dimba: Com cara de poucos amigos durante a semana
Dimba: Fominha, com cara de poucos amigos durante a semana

Para a partida de hoje o técnico Ricardo Oliveira conta com os reforços Marangon, Claudionor, Luan e Luis Felipe regularizados. Levá-los ao jogo, ou não, é uma decisão que será tomada de última hora. As chances de Claudionor compor o elenco aumentaram em razão da contusão de Dimba, que fez apenas trabalhos leves durante a semana. O suspense continuará até momentos antes da partida.

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