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Adelson, treinador do Ceilândia

Obrigado, Adelson!

Adelson em seu primeiro contato: Campeão do DF
Adelson em seu primeiro contato: Campeão do DF

Adelson deixou o Ceilândia. Adelson de Almeida sempre foi mais que um treinador. O Ceilândia foi o seu primeiro time profissional. Em 1998, o Ceilândia tentava renascer das cinzas e do descaso que o relegara a segunda divisão em 1996. O Ceilândia, pelas mãos de Adelson, sagrou-se campeão juvenil do Distrito Federal.  Em 2001, Adelson de Almeida assumiu o time profissional do Ceilândia. Nesses dez anos muita coisa mudou. Adelson foi seis vezes campeão de juniores do Distrito Federal e terminou o ano de 2009 sem conhecer uma derrota sequer, isso passando pela Taça São Paulo de Juniores. Foi aí que assumiu o Ceilândia para a campanha de 2010.

Em meio as desconfianças, Adelson iniciou a sua campanha tomando um sonoro 3 x 0, dentro do Abadião, diante do Gama. Terminou dando ao alvinegro o maior motivo de orgulho da cidade nos últimos 30 anos: o título de campeão do Distrito Federal.

A vida tem sua própria dinâmica. Após o título, tanto jogadores quanto comissão técnica pareciam necessitar se adaptar à nova realidade. Isso produz uma série de pequenas lesões no relacionamento. Por fora, ninguém se dava conta que havia problemas. Todos estavam comprometidos com o melhor. As pequenas lesões, contudo, cobram o seu preço. Para defender o título é preciso estar inteiro. Adelson se vai e com ele o nosso obrigado. Obrigado por tudo.

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Adelson pede para sair

Adelson contra o Atlético: sem encontrar saída
Adelson contra o Atlético: sem encontrar saída

Adelson de Almeida pediu demissão do cargo de treinador do Ceilândia. Já o fizera duas vezes nessa campanha. Após a derrota contra o Brasília, o Gerente de Futebol Almir de Almeida teria contactado o treinador Roberval Davino. Na sexta-feira, o presidente Ari de Almeida teria mantido o treinador. O nome de Marquinhos Bahia é cotado, mas se questiona que Marquinhos um treinador para trabalho de longo prazo e talvez não seja o nome certo para o momento.

Adelson era uma pessoa angustiada. A sua angústia refletia no time e a os maus resultados alimentavam a angústia.

O Campeão do Distrito Federal demorou para tomar a decisão. Os sinais recolhidos logo após a partida contra o Caxias indicavam que seria reconstruir a confiança do grupo no seu treinador ou simplesmente trocar de treinador. A diretoria escolheu a segunda opção. Agora, um empate e uma derrota depois, o Ceilândia tem pouco tempo pela frente.

Adelson deixa o Ceilândia com duas vitória, duas derrotas e seis empates no campeonato do DF. Pouco para um time que se arvora na condição de ter o segundo melhor elenco da competição.

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O fundo do poço

 

Edimar e Goeber: falta criatividade
Edimar e Goeber: falta criatividade

O Ceilândia chegou ao fundo do poço. Depois de sete jogos sem vencer, o que se viu na tarde de hoje no Abadião foi um time completamente disforme, uma verdadeira colcha de retalhos. O Gato iniciou  partida mantendo o esquema de três zagueiros, mas com dois volantes improvisados nas laterais: Leys na direita e Augusto na esquerda. Diogo, que em 2010 atuou na lateral, era o companheiro de ataque de Dimba. Conquanto um ou outro jogador tenha jogado numa ou noutra posição, a verdade é que o Ceilândia não parecia um time de futebol.

Verdade seja dita que na base do entusiasmo o Ceilândia manteve a maior parte da iniciativa no primeiro tempo. A rigor o jogo como um todo foi muito ruim e terminaria 0 x 0 se não fosse o acaso. O primeiro dos acasos aconteceu aos minutos. Aos 15, Bobby cobrou uma falta sem pretensão alguma. Ninguém tocou na bola e ela foi morrer no fundo da meta de Donizetti, colocando o Atlético na frente.

No minuto seguinte o Ceilândia quase empata em duas oportunidades. Na primeira Edmar cabeceou a bola na trave direita de Osmair. Na sequencia, em cruzamento na área, Osmair falhou e Edmar errou o gol.

Veio o segundo tempo e o jogo continuou na mesma batida. Adelson mudou o Ceilândia colocando Paulo Ricardo e Edimar. A única coisa de concreta que aconteceu foi que o time passou a jogar pelo lado direito. Aos 23, Diogo arriscou de longe e empatou a partida.

Quando se esperava que o Ceilândia fosse virar veio a tragédia. Aos 30, Vinicius aproveitou um erro da defesa e fez o gol da vitória rubronegra.  O Ceilândia chega ao fundo do poço.

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Últimos ajustes

Liel: dúvida para Adelson
Liel: dúvida para Adelson

O Ceilândia fará os últimos ajustes treinando no Mané Garrincha. A opção por esse estádio se deve as dimensões do Serejão, quinze metros mais comprido e sete metros mais largo que o Abadião. O técnico Adelson de Almeida tem dúvidas na defesa, no meio e no ataque. Na defesa a principal dúvida está entre Bruno e Diogo. Bruno é um jogador mais técnico e poderia ser útil num jogo em que o time precisa de qualidade no passe e tranquilidade para sair jogando, para administrar o jogo. Diogo é um jogador mais de força e seria mais útil na marcação. Não é uma equação fácil de resolver. Diogo leva vantagem por estar jogando e vir de boas apresentações.

No miolo de zaga não há o que fazer: Celso Moraes entra no lugar de Panda. O time perde em velocidade no combate, mas ganha em estatura.

Uma alteração certa na defesa é a entrada de William. Augusto foi muito bem contra o Brasiliense nos últimos jogos. Apesar disto, Adelson deve manter William como titular.

Na cabeça de área o mais provável é que Daniel volte. Liel foi bem na primeira partida, mas padece da falta de condições atléticas. A diferença é que Daniel tem velocidade, enquanto que Liel ganha na qualidade do passe.

Na frente Dimba ainda se recupera da lesao no tornozelo. Foi poupado durante a semana e vai para o jogo nem que for de muletas.

Edinho sofreu uma pancada no rosto numa disputa com Rodrigo Melo. Edinho está bem, apesar do edema criado, e vai para o jogo.

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