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Ceilândia decepciona e perde para o Capital

Adelson assiste à disputa de Alisson: não foi um bom dia para ambos
Adelson assiste à disputa de Alisson: não foi um bom dia para ambos

Com doze minutos de jogo, estava claro que algo não estava bem com o Ceilândia: Gilson já errara três passes importantes.

Com 24 minutos de jogo, Claudio Luiz já completava o seu terceiro bote equivocado! Desse terceiro bote, saiu o primeiro gol da partida, quando Igor fez Capital 1 x 0.

A prova inequivoca veio poucos minutos depois: Alisson driblou o goleiro, demorou para finalizar e perdeu o empate mais feito do mundo.

Tavares é derrubado dentro  da área: dentro da área é pênalti
Tavares é derrubado dentro da área: dentro da área é pênalti

O castigo não tardou: aos 32, novo erro na saída de bola do Ceilândia e, na sequencia,  Rafael Toledo fez Capital 2 x 0. 

A defesa do Ceilândia reclamou bastante de falta no lance. Não adiantou.

Aos 40, Tavares disputou com Nem, que errou a bola e acertou o jogador. Falta dentro da área é pênalti. Allan Dellon cobrou e diminuiu.

Sandro faz a falta for da área: fora da área não é penalti, mas o confuso árbitro assinalou
Sandro faz a falta for da área: fora da área não é penalti, mas o confuso árbitro assinalou

Veio o segundo tempo e o Ceilândia voltou melhor. Parecia mais encorpado. Para azar do alvinegro, aos 7 minutos, Sandro disputou a bola fora da área, mas o árbitro marcou pênalti.

Rafael Toledo bateu e fez Capital 3 x 1.

Depois disso o Ceilândia foi todo à frente. Perdeu algumas oportunidades, mas em nenhum momento deu a entender que diminuiria o marcador.

Ceilândia perdeu muitos gols: nessa, Caio perdeu.
Ceilândia perdeu muitos gols: nessa, Caio perdeu.

A derrota por 3 x 1, derrubou o Gato Preto para a sexta colocação.  Com isso, enfrentará o Brasília em data ainda desconhecida.

Ruim, para o Ceilândia. O Gato Preto demonstrou claramente no jogo de hoje que precisava de cancha, precisava de jogo. Parecia sem rítmo.

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Ambiente vira arma do Ceilândia na reta final

O clima descontraído cede diante da responsabilidade de conquistar o título
O clima descontraído cede diante da responsabilidade de conquistar o título

Nos últimos dez anos, o Ceilândia foi campeão candango duas vezes, foi vice outras tantas e finalista tantas outras.

Desta vez há algo diferente: o ambiente.

O Ceilândia demorou a engrenar na competição. O time foi sendo montado aos poucos, mas hoje o ambiente é tranquilidade.

Gilson, pensativo: clima é bom, mas sem espaço para oba-oba
Gilson, pensativo: clima é bom, mas sem espaço para oba-oba

Há certa tensão no ar, natural de uma competição. O time sabe onde pode chegar e recuperou o respeito do adversário.

Para o treinador Adelson de Almeida tudo isso é consequencia de muitos fatores; além dos fatores extracampo, os jogadores sabem da sua importância para o grupo. Mesmo os suplentes sabem que terão oportunidades e responsabilidades.

Claudio Luiz, Cassius e Alan Delon: breve pausa para o descanso antes da batalha dessa quinta
Claudio Luiz, Cassius e Alan Delon: breve pausa para o descanso antes da batalha dessa quinta

É contando com esse fator que o Ceilândia vai a campo nesta quinta-feira enfrentar o já rebaixado Capital em busca de uma vitória que pode lhe trazer a quarta colocação.

O adversário do Ceilândia nas quartas-de-final ainda está indefinido. Em circunstâncias normais, esse adversário será o Sobradinho. A segunda maior probabilidade é a de enfrentar o Gama.

No futebol não existe esta de “circunstâncias normais”. Na última rodada o Ceilândia pode terminar em quarto ou oitavo. Está tudo em aberto.

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Hora do banco resolver

Alan Delon não joga contra o Brasiliense.
Alan Delon não joga contra o Brasiliense.

O campeonato chega à nona rodada e com ela o acúmulo de cartões. O Ceilândia tem ao menos meio time com dois cartões amarelos, sem contar o desfalque de Allan Dellon, expulso na última rodada.

Nesse momento, o banco de reservas assume especial importância.

Cassius tem sido importante, mas poderia ter feito mais gols
Cassius tem sido importante, mas poderia ter feito mais gols

Adelson de Almeida não é muito de mexer na estrutura do time. Na prática, tem adotado dois esquemas de jogo: um em casa e outro fora. Tem aproveitado,  também, para fazer um rodízio de jogadores.

Adriano Felício e Gago tem sido as mexidas mais comuns de Adelson. Ambos entraram em três jogos. Gago foi titular em quatro outras partidas.

Hora do banco resolver
Hora do banco resolver

Adriano Felício é uma das opções de Adelson para o lugar de Allan Dellon.  A diferença é que Allan Dellon tem feito gols importantes e essa não é uma característica de Adriano Felício ou de Alisson.

Como costuma surpreender, Adelson pode retornar Thiaguinho para o meio, mas Jeff Silva ainda está sem rítmo de jogo.

Em meio a tudo isso, Adelson tenta administrar as suspensões por cartão. Nesse momento, o banco há de estar preparado.

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Equilíbrio perigoso

Gilson ainda está a procura de ritmo de jogo, mas defesa vem fazendo a sua parte
Gilson ainda está a procura de ritmo de jogo, mas defesa vem fazendo a sua parte

Depois de um começo de competição assustador, o Ceilândia parece ter adquirido o equilíbrio defensivo que desejava. Com esse equilíbrio, vieram as vitórias.
A avaliação que se faz, contudo, é que o Gato Preto ainda deixa muito a desejar. Muito das vitórias alcançadas se deve à incapacidade dos adversários de aproveitar as falhas defensivas do CEC, aliás como ocorreu no jogo diante do Gama.
A produção ofensiva do Ceilândia é o maior alvo das queixas. Vencendo sempre pelo placar mínimo, o alvinegro deixa no ar dúvidas quanto à sua capacidade de reação. Em três ocasiões, nessa competição, não conseguiu reagir contra adversários teoricamente mais fracos.
O técnico Adelson de Almeida sabe que ainda é muito cedo para se ter alcançado o equilíbrio entre a produção ofensiva e a produção ofensiva. Por enquanto, as vitórias servem, mas o campeonato muda a cada final de semana.
A dúvida é se o equilíbrio atual será suficiente quando vierem os jogos de mata-mata, principalmente se o Ceilândia tiver que buscar o marcador. O tempo é curto e o Gato preto tem duas semanas para alcançá-lo.

Regional volta a receber Ceilândia e Gama

Leis disputa enquanto Jorginho Paulista aguarda: vitória alvinegra no último confronto
Leis disputa enquanto Jorginho Paulista aguarda: vitória alvinegra no último confronto

O Ceilândia volta a enfrentar o Gama no Estádio Regional de Ceilândia nesta quarta-feira. Dos últimos cinco confrontos, quatro foram no Bezerrão.

Foram três vitórias do Gato Preto, um empate e uma derrota nesses confrontos.

Cassius faz o segundo gol alvinegro, o segundo gol dele.
Cassius faz o segundo gol alvinegro, o segundo gol dele.

A última vez que o Ceilândia enfrentou o Gama em casa foi em março de 2013,  vitória alvinegra por 2 x 0 com dois gols de Cassius.

Adelson de Almeida a princípio não tem problema. Com todos os jogadores à disposição, o treinador quebra a cabeça para definir a equipe taticamente.

Gama assustou Pedro e ao repórter
Gama assustou Pedro e ao repórter

Gilson, que fez a sua estréia, é talvez a única dúvida. O jogador ainda não está no mesmo nível físico dos demais atletas, de modo que Adelson pensa em usá-lo aos poucos.

Jeff Silva, ala esquerdo, já está integrado ao grupo, mas a sua documentação ainda não foi regularizada.  Na falta de lateral esquerdo, Thiaguinho atuou improvisado (e muito bem) no último final de semana.

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Gato diminui prejuízo ao vencer em Luziânia

Gilson comemora o seu, o  gol do Ceilandia.
Gilson comemora o seu, o gol do Ceilandia.

Ceilândia e Luziânia fizeram na tarde deste sábado, no Serra do Lago,  um jogo cheio de alternativas. Brilhou a estrela do zagueiro reestreante, Gilson.

Foi um jogo cheio de alternativas. No primeiro tempo, o Luziânia tomou a iniciativa do jogo, mas o Ceilândia manteve o azulão da saída sul sob controle. As melhores oportunidades foram do Gato Preto.

Elvis atenazou a defesa do Luziânia: importantíssimo, mas não decisivo
Elvis atenazou a defesa do Luziânia: importantíssimo, mas não decisivo

Veio o segundo tempo e o jogo ganhou em emoção. Logo aos três minutos, Allan Dellon cobrou falta da direita e o zagueiro Gilson, que reestreava no Ceilândia depois de doze anos, cabeceou firme para abrir o marcador.

Depois disso, o Ceilândia perdeu seguidas oportunidades para ampliar o marcador, sempre com Elvis.

Thiaguinho voltou em nova função: hoje, funcionou
Thiaguinho voltou em nova função: hoje, funcionou

Depois das duas oportunidades perdidas por Elvis, foi a vez de Claudio Luiz mostrar que tem algo novo em seu repertório: cobrou falta de longa distância e a bola explodiu no poste direito defendido por Edmar.

O maior temor da torcida alvinegra, naquele momento, era que a máxima do futebol se fizesse presente: Quem não faz… leva.

Caio fez um primeiro tempo impecável, mas no segundo cansou...
Caio fez um primeiro tempo impecável, mas no segundo cansou…

Sorte do Ceilândia que dois milagres aconteceram.

No primeiro, França defendeu e a bola sobrou na pequena área para o atacante do Luziânia.

Badhuga, que fazia sua centésima partida, arremessou-se  no vácuo na esperança que a bola encontrasse o seu corpo. Foi o que aconteceu.

Juninho toma as dores de Thiaguinho, agredido por Thompson. Árbitro teve que intervir
Juninho toma as dores de Thiaguinho, agredido por Thompson. Árbitro teve que intervir

Dois minutos depois, foi a vez de França fazer um milagre frente a frente com o adversário.

Depois disso, o Gato Preto controlou o jogo e administrou a vitória.

Agora, o Ceilândia preocupa-se essencialmente em conquistar uma vaga entre os oito e nos seus três dificílimos adversários.

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Habemus zagueiros

Sandro e Claudio Luiz: uma das várias combinações tentadas por Adelson
Sandro e Claudio Luiz: uma das várias combinações tentadas por Adelson

O começo de ano do Ceilândia foi complicado. Uma sucessiva onde de contusões impediu que Adelson de Almeida arrumasse a sua defesa.

Com 9 gols sofridos nos cinco primeiros jogos, havia uma certeza:  o time possuía deficiências no sistema defensivo (e porque não dizer, também, no ataque).

Hora de ir às compras. Mantida a sete chaves, a negociação com Gilson evoluía. Pelo sim, pelo não, o time correu e contratou Fabio Paulista.

Sandro sofreu com a instabilidade do time e agora é opção para os momentos mais difíceis
Sandro sofreu com a instabilidade do time e agora é opção para os momentos mais difíceis

Com a contratação de Gilson e o retorno de Cláudio Luiz, o CEC passa a contar com duas boas linhas de defensores.

A questão agora é deixá-los prontos para qualquer eventualidade. Com os cartões se acumulando, é natural que a qualquer hora o time precise de todos, então… é melhor está pronto.

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Há um Luziânia no fim do túnel

Promessa de jogo complicado, mas o CEC é um time que sabe lidar com a pressão
Promessa de jogo complicado. CEC é um time que sabe lidar com a pressão

Semana dura pela frente, quando o Ceilândia vai terminar enfrentando o Luziânia, líder da competição, com nove pontos de vantagem sobre o Gato Preto.

Com uma sequência de jogos complicadíssima pela frente, em apenas oito dias o Gato Preto vai enfrentar Luziânia, Gama e Brasiliense, o time vai precisar de uma semana perfeita de trabalho.

Em 2006: Mauro Fernandes reclama da arbitragem... jogos sempre complicados
Em 2006: Mauro Fernandes reclama da arbitragem… jogos sempre complicados

O técnico Adelson de Almeida, apesar de todas as alterações, tem utilizado poucos jogadores. A cota de surpresas está chegando no seu limite.

Não há problemas físicos conhecidos.

Para este a sequencia decisiva da próxima semana, Adelson deve contar com o retorno de Tavares e o reforço de Gilson, este ainda sem ritmo de jogo.

Gilson sofre e vibra com a vitória do Ceilândia

Gilson assiste apreensivo. Tensao deu lugar a tranquilidade no final
Gilson assiste apreensivo. Tensao deu lugar a tranquilidade no final

Anônimo em meio ao  público diminuto que assistia a Ceilândia x Ceilandense estava Gilson. Ao lado, a companhia  de outro ex-jogador do Ceilândia e peça importante no retorno do zagueiro, Alex (atacante do time de 2001).

Nos primeiros minutos, Gilson não escondia a apreensão. Aos poucos, a tensão foi dando espaço a tranquilidade, até que, com os 3 x0, Gilson sentou e passou a assistir ao jogo.

Dao, Bodao e velha guarda prestigiando a vitoria alvinegra
Dao, Bodao e velha guarda prestigiando a vitoria alvinegra

Alguns passos adiante, grandes ex-atletas do Gato Preto prestigiavam o ocorrido. Destaque para Dão e Bodão.

Em meio a tudo isto, os fiéis alvinegros.

12 anos depois, Gilson retorna ao Ceilândia

Gilson, Alemão, Cassius e Pituca. Maninho e Som. Grande time do CEC em 2002
Gilson, Alemão, Cassius e Pituca. Maninho e Som. Grande time do CEC em 2002

Acabou o suspense. Gilson volta ao Ceilândia doze anos depois.  O zagueiro criado no P Sul enfim retorna a cidade que o projetou.

Gilson saiu do Ceilândia juntamente com Pituca, Ricardinho e Bobby, mais o técnico Sergio Alexandre numa transação jamais resolvida com o Brasiliense.

2002: Para jogar em casa e sem dinheiro, até o presidente plantou grama
2002: Para jogar em casa e sem dinheiro, até o então presidente José Beni plantou grama

No Brasiliense, o atleta permaneceu até 2006, indo para o Atletico Goianiense, onde participou das maiores conquistas do clube goiano. Pituca ainda continua no Atlético.

O atleta estava no ABC de Natal e retorna para estar próximo da família. Gilson já treina com o restante da equipe e vem para ser reforçar a defesa alvinegra, tão criticada no início da competição.

Adelson de Almeida ainda era um menino em 2002, mas montou um time fortíssimo
Adelson de Almeida ainda era um menino em 2002, mas montou um time fortíssimo

Nesta sexta, o Ceilândia deve fazer um recreativo no Estádio Regional de Ceilândia. Uma das evidências que o Ceilândia se prepara com muita seriedade para o jogo de amanhã é que  Adelson de Almeida  não divulga o time que enfrenta o Ceilandense.

O único desfalque certo é o de Tavares que cumpre suspensão automática pela expulsão diante do Paracatu.

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Adelson enfrenta os mesmos problemas, mas com otimismo

Gustavo: improvisado no meio
Gustavo: improvisado no meio

Adelson teve os seus primeiros dias como comandante efetivo da equipe e a sua impressão não parece ser muito diferente da impressão de Ricardo Oliveira. O time é bom, mas precisa de reforços. Não é novidade.

A se tirar pela versão apresentada por Ricardo Oliveira, todo o desenrolar dos fatos que levaram à saída parece muito igual aos fatos que levaram à saída de Da Silva em 2002. Na época o Ceilândia tinha um excelente time, no qual se destacavam Ricardinho, Bobby, Gilson, Pituca, Maninho e Cassius. Se for verdade, a direção vai ter problemas: Adelson, os técnicos em geral, também gosta e às vezes precisa improvisar.

Em 2002, Bobby era uma grande promessa do futebol local. Fora campeão juvenil pelo CEC em 1998 e jogador revelação do campeonato profissional em 2001 como meia-esquerda. Um belo dia, Da Silva escalou Bobby para atuar de lateral-esquerda. Foi uma comoção. O Ceilândia perdeu para o CFZ, que se sagraria campeão invicto naquele ano, e Da Silva perdeu o emprego. Bobby fez e ainda faz a sua carreira como lateral-esquerdo.

Bobby: um dos ídolos do passado
Bobby: um dos ídolos do passado

Adelson passou por isso em 2011 e sabe que não fará milagres. O problema da equipe parece ser de característica de seus jogadores. Todos eles são bons naquilo e possuem, mudado o que deve ser mudado, as mesmas características. O problema é que um time não é o somatório das características individuais de seus jogadores. Jogadores com características iguais   tendem a se anular.

Ricardo Oliveira parece ter tentado mudar isso. Ao tentar colocar Gustavo na meia tentava copiar a movimentação do time do Luziânia. Esse tipo de movimentação levou ao Ceilandense a apresentar o melhor futebol do DF em 2010, ano em que o Gato foi campeão. Isso é o mais importante e pode ter passado despercebido.

Em 2010 Adelson  improvisou diversas vezes, até achar a formação ideal. Em 2011 foi criticado diversas vezes por improvisar de mais e acabou demitido. Como gerente de futebol sabe das deficiências do time, mas afirma que está difícil contratar reforços. Faz parte do futebol.

Adelson sabe que o CEC é um time de pegada, de chegada e que nos momentos decisivos é um time temido por todos. Isso faz toda a diferença. Falando ao SiteCEC, o treinador esbanjou otimismo: sabe que o time é de chegada. Preocupa-lhe apenas o dia-a-dia, porque sabe que o dia-a-dia no Ceilândia é sempre de enorme instabilidade e ele já foi vítima disso, como foram Marquinhos Bahia e Ricardo Oliveira. Nesse ponto a diretoria está certa: Se o Ceilândia pensa grande e quer ser campeão, não há espaço para ninguém trabalhar na zona de conforto.

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