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Adelson não muda: “sei o time que tenho!”

Cassius é o artilheiro do time no ano: dois gols e um penalti perdido
Cassius é o artilheiro do time no ano: dois gols e um penalti perdido

O Ceilândia encerra a sua preparação para enfrentar o Santa Maria com indicação de que não haverá mudanças no time principal. Cogita-se que Adelson faça no máximo uma mexida na defesa com a entrada de Wisman no lugar de Valdinei.

De acordo com o treinador a semana de trabalho foi produtiva. Houve um aumento na intensidade dos treinamentos, algo que acontece naturalmente com o início da competição e ainda mais depois de uma derrota inesperada.

CEC com obrigação de vencer
CEC com obrigação de vencer

As maiores mudanças foram de ordem tática,mais precisamente de posicionamento dos jogadores do meio (Juninho Goiano, Goeber, Thiaguinho e Allan Dellon).

No mais, Adelson descartou qualquer mudança. Conforme o técnico, os tropeços fazem parte do processo de amadurecimento do time. O técnico finaliza afirmando que o elenco mostrou que tem condições de atender às expectativas da torcida e do mundo do futebol.

O Ceilândia joga amanhã contra o Santa Maria, no Bezerrão, às 16h00.

 

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Ceilândia começa caminhada no Regional: Hoje, 16h

Refresco antes de pegar no pesado: cobranças começam agora, mas time mostrou boa evolução
Refresco antes de pegar no pesado: cobranças começam agora, mas time mostrou boa evolução

O Ceilândia começa a sua caminhada no Campeonato Candango de 2014 as 16h00, no Estádio Regional de Ceilândia diante do Legião. O time tem mostrado evolução, mas ainda tem um grande caminho a percorrer.

O campeonato será disputado por doze equipes. Na primeira fase todos jogam contra todos, apenas em jogos de ida. Serão 11 partidas.

Ao final da primeira fase sobrevivem  os oito melhores colocados. A segunda fase será disputada em sistema de mata-mata. Os quatro times que restarem desta fase farão as semi-finais: o funil se estreita. Os vencedores das semi-finais se enfrentam na decisão do Campeonato Metropolitano 2014.

Atropelos no início e certeza de um bom começo
Atropelos no início e certeza de um bom começo

O campeão terá que caminhar fase a fase, jogo a jogo. No total disputará 17 jogos.

O Ceilândia vem com um time remodelado para essa competição. Daqueles apontados como favoritos, o Gato Preto talvez seja a equipe que mais mudou.

A base do time conta com França no gol. França é um goleiro experiente e que tem demonstrado um bom espírito de liderança.

O Ceilândia tem sofrido com os laterais, desde que Bruno fez história entre 2005 e 2007. Este ano Adelson tem à sua disposição Wisman, que fez um bom começo em 2013 e depois saiu, Dudu, titular em boa parte de 2013, Gago e Valdinei. Todos são jogadores que compõem bem taticamente, mas ainda sem a inspiração que Bruno demonstrava.

França: ganhando a confiança do elenco
França: ganhando a confiança do elenco

A defesa tem sido a maior preocupação de Adelson. Além das muitas contusões, Adelson foi obrigado a improvisar durante a preparação. Badhuga é a referência: ainda um pouco lento e sem explosão, Badhuga é a referência.  Badhuga foi o melhor zagueiro do DF nos últimos anos.

No meio de campo, Adelson tem quebrado a cabeça para melhorar a saída de bola. Chulapa e Goeber fizeram a cabeça de área e mostraram força no meio, mas algo um pouco lento na recomposição e na transição, talvez fruto da pre-temporada curta.

Baiano da Anapolina, domina o meio de campo contra o Ceilândia: sob a vigilância de Adelson
Baiano da Anapolina, domina o meio de campo contra o Ceilândia: sob a vigilância de Adelson

As maiores esperanças de Adelson repousam em Thiaguinho e Allan Dellon, responsáveis pela  transição. Muito bons tecnicamente, os meias ainda chegam com pouca qualidade ao ataque. É certo que com o ritmo, devem melhorar e fazer gols para a torcida do Gato Preto.

No ataque, Adelson conta essencialmente com Cassius e Tavares. Cassius dispensa apresentação. Maior artilheiro do futebol local e, de quebra, do Ceilândia, Cassius é sempre promessa de gol. Este ano, como o mais experiente, ganha de quebra a responsabilidade de conduzir o alvinegro ao título tão esperado.

Tavares fez um bom 2012, quando se destacou no Futebol Sergipano. Naquele ano disputou uma partida oficial pelo Ceilândia, na decisão diante da Friburguense no Rio de Janeiro. Fez o gol do CEC que daria a classificação, se não fosse o descuido nos minutos finais daquela partida.

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Ainda incapazes de pensar como grupo

Jogadores se esforçam, mas ainda falta sincronia
Jogadores se esforçam, mas ainda falta sincronia. Começo é sempre difícil…

Começo de trabalho é sempre complicado. Para o Ceilândia não tem sido diferente. Em Corumbá de Goiás, do time que começou jogando, apenas Badhuga era titular indiscutível  no elenco de 2013. Muita mudança ocorreu.

De 2009 a 2013, o CEC sempre manteve uma base considerável do time anterior. O processo de mudança começou em 2013, quando Adelson de Almeida resolveu apostar em jovens valores, preparando-os para os anos seguintes.

Muita disposição, mas time foi mal no segundo tempo contra a Anapolina
Muita disposição, mas time foi mal no segundo tempo contra a Anapolina

Na partida diante da Anapolina, a falta do senso de grupo fez-se sentir. Diferentemente do que alguns comentaram, não houve falta de vontade.

Os jogadores correram, mas, num ambiente em que todos procuram se afirmar, cada um correu para si. Faltou claramente o senso de coletividade, de time.

Alterações do segundo tempo não surtiram efeito. Falta senso de coletividade, algo que só se adquire com o tempo
Alterações do segundo tempo não surtiram efeito. Falta senso de coletividade, algo que só se adquire com o tempo

Outra crítica foi em relação ao preparo físico da equipe. O time foi claramente dominado pela Anapolina na segunda etapa.

A crítica em si mesmo há de ser tomada com cuidado. A temperatura estava altíssima e as condições do campo influíram claramente na atuação de um time sabidamente mais técnico que o da Anapolina.

No segundo tempo, CEC perdeu o toque de bola e viveu de ligações diretas para Herë.
No segundo tempo, CEC perdeu-se em ligações diretas para Herë. Time dividido entre defesa e ataque…

Para o último amistoso da fase de preparação, possivelmente neste sábado, 16h, no Estádio Regional, há a certeza de que, mais importante que o resultado, é importante mostrar evolução no trabalho.

Uma vitória pode encobrir um trabalho ainda por evoluir. É uma armadilha da qual o Ceilândia deve fugir. Por enquanto, o time precisa evoluir como time e os jogadores a pensar como grupo.

O resultado, bem, o resultado é fruto disso tudo.

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Adelson, treinador do Ceilândia

Obrigado, Adelson!

Adelson em seu primeiro contato: Campeão do DF
Adelson em seu primeiro contato: Campeão do DF

Adelson deixou o Ceilândia. Adelson de Almeida sempre foi mais que um treinador. O Ceilândia foi o seu primeiro time profissional. Em 1998, o Ceilândia tentava renascer das cinzas e do descaso que o relegara a segunda divisão em 1996. O Ceilândia, pelas mãos de Adelson, sagrou-se campeão juvenil do Distrito Federal.  Em 2001, Adelson de Almeida assumiu o time profissional do Ceilândia. Nesses dez anos muita coisa mudou. Adelson foi seis vezes campeão de juniores do Distrito Federal e terminou o ano de 2009 sem conhecer uma derrota sequer, isso passando pela Taça São Paulo de Juniores. Foi aí que assumiu o Ceilândia para a campanha de 2010.

Em meio as desconfianças, Adelson iniciou a sua campanha tomando um sonoro 3 x 0, dentro do Abadião, diante do Gama. Terminou dando ao alvinegro o maior motivo de orgulho da cidade nos últimos 30 anos: o título de campeão do Distrito Federal.

A vida tem sua própria dinâmica. Após o título, tanto jogadores quanto comissão técnica pareciam necessitar se adaptar à nova realidade. Isso produz uma série de pequenas lesões no relacionamento. Por fora, ninguém se dava conta que havia problemas. Todos estavam comprometidos com o melhor. As pequenas lesões, contudo, cobram o seu preço. Para defender o título é preciso estar inteiro. Adelson se vai e com ele o nosso obrigado. Obrigado por tudo.

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Adelson pede para sair

Adelson contra o Atlético: sem encontrar saída
Adelson contra o Atlético: sem encontrar saída

Adelson de Almeida pediu demissão do cargo de treinador do Ceilândia. Já o fizera duas vezes nessa campanha. Após a derrota contra o Brasília, o Gerente de Futebol Almir de Almeida teria contactado o treinador Roberval Davino. Na sexta-feira, o presidente Ari de Almeida teria mantido o treinador. O nome de Marquinhos Bahia é cotado, mas se questiona que Marquinhos um treinador para trabalho de longo prazo e talvez não seja o nome certo para o momento.

Adelson era uma pessoa angustiada. A sua angústia refletia no time e a os maus resultados alimentavam a angústia.

O Campeão do Distrito Federal demorou para tomar a decisão. Os sinais recolhidos logo após a partida contra o Caxias indicavam que seria reconstruir a confiança do grupo no seu treinador ou simplesmente trocar de treinador. A diretoria escolheu a segunda opção. Agora, um empate e uma derrota depois, o Ceilândia tem pouco tempo pela frente.

Adelson deixa o Ceilândia com duas vitória, duas derrotas e seis empates no campeonato do DF. Pouco para um time que se arvora na condição de ter o segundo melhor elenco da competição.

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O fundo do poço

 

Edimar e Goeber: falta criatividade
Edimar e Goeber: falta criatividade

O Ceilândia chegou ao fundo do poço. Depois de sete jogos sem vencer, o que se viu na tarde de hoje no Abadião foi um time completamente disforme, uma verdadeira colcha de retalhos. O Gato iniciou  partida mantendo o esquema de três zagueiros, mas com dois volantes improvisados nas laterais: Leys na direita e Augusto na esquerda. Diogo, que em 2010 atuou na lateral, era o companheiro de ataque de Dimba. Conquanto um ou outro jogador tenha jogado numa ou noutra posição, a verdade é que o Ceilândia não parecia um time de futebol.

Verdade seja dita que na base do entusiasmo o Ceilândia manteve a maior parte da iniciativa no primeiro tempo. A rigor o jogo como um todo foi muito ruim e terminaria 0 x 0 se não fosse o acaso. O primeiro dos acasos aconteceu aos minutos. Aos 15, Bobby cobrou uma falta sem pretensão alguma. Ninguém tocou na bola e ela foi morrer no fundo da meta de Donizetti, colocando o Atlético na frente.

No minuto seguinte o Ceilândia quase empata em duas oportunidades. Na primeira Edmar cabeceou a bola na trave direita de Osmair. Na sequencia, em cruzamento na área, Osmair falhou e Edmar errou o gol.

Veio o segundo tempo e o jogo continuou na mesma batida. Adelson mudou o Ceilândia colocando Paulo Ricardo e Edimar. A única coisa de concreta que aconteceu foi que o time passou a jogar pelo lado direito. Aos 23, Diogo arriscou de longe e empatou a partida.

Quando se esperava que o Ceilândia fosse virar veio a tragédia. Aos 30, Vinicius aproveitou um erro da defesa e fez o gol da vitória rubronegra.  O Ceilândia chega ao fundo do poço.

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Fé!

Contra o Caxias: Everton desequilibrou o jogo. Hoje será diferente
Contra o Caxias: Everton desequilibrou o jogo. Hoje será diferente

Há um clima de ansiedade no ar…  Há um misto de otimismo e dúvida, mas há também a certeza de que não há nada a temer. Basta que o time encaixe o seu jogo para que o Ceilândia conquiste uma vitória na tarde de hoje. Pesa a favor do Ceilândia a certeza de que o momento vivido pelo Brasília não é melhor.  Pesa a favor do Brasília o fato de que jogam com menos responsabilidade.

Para a partida de hoje à tarde o Ceilândia entrará mais uma vez bastante modificado. Goeber, Jorginho Paulista e Andrezinho são desfalques certos. Foi assim, bastante modificado, que fez uma excelente partida diante do Formosa e deixou a vitória escapar nos minutos finais. Surpreendentemente, o time cresce nas adversidade. Essa é a esperança para hoje a tarde. Todos tem fé de que a tudo mudará a partir de hoje. Que assim seja.

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Nunca fiquei 5 jogos sem vencer!

Adelson comanda o treino: momentos difíceis
Adelson comanda o treino: momentos difíceis

O técnico Adelson de Almeida falou ao SiteCEC sobre o momento atual do Ceilândia. Adelson contou que tem orgulho do grupo montado pelo Ceilândia. Falou que o time tem evoluído nos últimos jogos, mas tem faltado sorte. Acrescentou que tecnicamente o time é forte e, porque está crescendo na hora certa, tem tudo para ser campeão.

SiteCEC: Qual a sua avaliação?

Adelson: Acho normal. Os resultados são normais, mas a sequencia nos deixa intranquilos. Há um clima de intranquilidade no ar. Os jogadores estão motivados, conscientes das dificuldades. Ninguém esperava que fosse ser fácil, que os adversários iriam entregar o jogo prá gente.

SiteCEC: A diretoria tem dado o respaldo necessário?

Adelson : A diretoria tem agido no momento certo e montou um grupo forte, contratando jogadores em nível de futebol brasileiro. Jorginho Paulista e Goeber, por exemplo, poderiam estar, na pior das hipóteses, em qualquer time da Série B do Campeonato Brasileiro. O Ceilândia é um time forte técnica e mentalmente. Com a primeira vitória vai voltar a sorrir… esse é um dos problemas… o Ceilândia é um time que não sorri.

SiteCEC: Você pode exigir mais dos jogadores?

Adelson – Não tem mais como exigir dos jogadores. Eles estão dando tudo de si, correndo, dando carrinho, não perdendo divididas… então o problema não está na falta de disposição. Em alguns momentos tem faltado sorte… noutros uma pequena desatenção, por menor que seja, tem sido fatal. Tem faltado sorte, apenas.

SiteCEC: Então tem faltado atenção?

Adelson – Não é bem assim… os jogos tem sido duros. É natural um ou outro momento de desatenção. O problema é que os adversários tem uma chance e aproveitam essa chance. Nós saímos na frente contra CFZ, Botafogo e Brasiliense. Contra o Botafogo e Brasiliense tomamos o gol logo em seguida. O momento de euforia foi suficiente para desconcentrar o time… logo o time se recompôs, mas não teve a mesma sorte que o adversário.

SiteCEC – Qual a razão de tantos cartões?

Adelson – O time possuía alguns defeitos. Isso sobrecarregava os volantes e defensores. Esse defeito foi corrigido desde o jogo contra o Gama. Desde então o Ceilândia aumentou a sua posse de bola e o resultado pode ser sentido contra o Formosa. O time tecnicamente é bom. Ao evoluir também nesse aspecto (da posse de bola) o mais provável é que cheguemos ao quadrangular final no nosso melhor nível.

SiteCEC: Você cogitou em sair?

– Quero o melhor para o time. Quando eu vejo os jogadores se dedicando, todos eles querendo ser campeões, conversando entre eles sobre a melhor forma de fazer isso ou aquilo, eu me comovo. Por instantes cheguei a pensar que talvez uma nova abordagem, com um novo técnico, fosse o melhor… mas é difícil abandonar um trabalho quando você vê que ele tem tudo para dar certo, quando você vê que as coisas estão evoluindo e quando você vê que após cinco rodadas de insucessos os adversários avançaram apenas dois pontos a sua frente. Nunca fiquei 5 jogos sem vencer…

SiteCEC: Finalizando, qual o tamanho da sua responsabilidade?

Adelson – A minha responsabilidade é total. Se os jogadores estão fazendo aquilo que eu peço e o resultado não vem, pode ser que eu não esteja sabendo tirar deles exatamente aquilo que precisamos. É isso que me incomoda.

SiteCEC : E a Copa do Brasil?

Adelson : A nossa pretensão é fazer uma boa campanha, repetindo no mínimo a última participação do Ceilândia na Copa do Brasil, quando eliminou o Bahia na primeira fase. Conheço muito pouco do Caxias, mas o suficiente para saber que eles fizeram uma excelente campanha no Campeonato Gaúcho.

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Com gosto de derrota, com valor de derrota

Forte marcação do Ceilândia: O Formosa lutou até o último instante
Forte marcação do Ceilândia: O Formosa lutou até o último instante

O Ceilândia foi melhor que o Formosa quase o tempo todo. Plasticamente foi o futebol que se deseja. Pode-se questionar que ainda assim foi ineficiente. Pode-se questionar e dizer que essa era justamente a dinâmica de jogo esperada pelo Formosa. Os dois gols do Ceilândia vieram de bolas paradas. Mérito para Adelson de Almeida e seus comandados que treinaram exaustivamente.

Mas o futebol castiga. Castiga por diversas razões. Uma delas é que o futebol gosta de ser jogado pelo time que está ganhando. Nos minutos finais o time do Formosa mexeu com os nervos do Ceilândia. Com estatura física menor, os jogadores do Formosa provocavam os do Ceilândia dentro da área. Os mais perseguidos eram Goeber e Cassius. O árbitro interveio em apenas uma situação. Para o azar do Ceilândia, o árbitro somente se deu conta que já havia aplicado cartão amarelo em Goeber quando avisado pelos jogadores do Formosa. O árbitro hesitou mas não tinha mais o que fazer.

Cassius se machucou e teve de ser substituído. O time do Formosa, diferentemente do que acontecera no Diogão quando esqueceu de

Troca de passes: pela primeira vez no campeonato, uma chance de gol a partir da troca de passes.
Troca de passes: pela primeira vez no campeonato, uma chance de gol a partir da troca de passes.

devolver a posse de bola (lá o jogo fora parado por um atleta do próprio Formosa), desta vez fez diferente. Entregou a bola no pé de um jogador marcado. Nas circunstâncias, não restou outra alternativa que não o chutão para a frente.

Aos 44 uma entrada criminosa do atleta do Formosa em Andrezinho. O jogo parou por 3 minutos. A confusão se formou e naquele momento o Ceilândia perdeu o foco do jogo. Perdeu a possibilidade de ganhar jogando ao tentar ganhar na catimba um jogo que já era seu. Cerca daqui, cerca dali, jogadores trocando intimidações. Edinho vai ao chão… o Ceilândia deixou o jogo para disputar na catimba…um minuto depois, desconcentrado, permitiu o empate. Não se pode dizer que o castigo foi merecido. Não se pode negar que o futebol deve ser jogado até que o jogo termine.

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Castigo!

Cassius, em jogo festivo, mais um gol na carreira.
Cassius, em jogo festivo, mais um gol na carreira.

Não há palavra melhor para definir: Castigo, foi isso que o Ceilândia recebeu na tarde agradável deste domingo no Abadião. Foi o jogo dos contrastes. O Ceilândia que sempre concede a iniciativa ao adversário, pela primeira vez o Ceilândia assumiu o controle de uma partida no campeonato. O Ceilândia que sempre marcava primeiro, pela primeira vez saiu atrás no marcador.  O Ceilândia que sempre disputou até a última bola do último segundo, relaxou quando não podia. Por um único deslize, no último minuto, sofreu um castigo imerecido.

O primeiro tempo mostrou um Ceilândia diferente, até porque, de fato, era um Ceilândia diferente. Do time que enfrentou o Formosa na estréia, apenas Paulo Roberto e Zé Ricarte entraram como titulares hoje. Para completar o time vinha com três estréias, duas delas no miolo da defesa: Goeber, Pedrão e Jorginho Paulista.

Seja porque os jogadores eram diferentes, seja porque Adelson de Almeida, conforme confidenciara ao SiteCEC, iria partir para cima do Formosa, o Ceilândia foi diferente. Nos 20 primeiros minutos tomou a iniciativa da partida, poderia até ter aberto o marcador, mas o Formosa já sinalizara que nos contra-ataques seria perigoso. Aos 20, Thiago Farina colocou o time do entorno na frente.

Logo em seguida, aos 23, de estreante para estreante o Ceilândia empatou. Jorginho Paulista cobrou escanteio e Pedrão cabeceou para empatar.

Jorginho Paulista: enquanto teve fôlego, fez uma boa partida.
Jorginho Paulista: enquanto teve fôlego, fez uma boa partida.

O empate parece ter feito mal ao Ceilândia. Tão logo o time empatou o Formosa equilibrou as ações. O jogo permaneceu assim até os 35, quando a partir de então o Formosa foi melhor até o final do primeiro tempo. A reincidência nesse tipo de comportamento demonstra um time ainda instável emocionalmente e que usa o mínimo sucesso como motivo para relaxar. No final do jogo esse relaxamento seria fatal.

No segundo tempo o Formosa perdeu coesão defensiva. Os volantes foram muito sacrificados para cobrir as subidas de Andrezinho. O resultado foi que o Ceilândia passou a encontrar pelo meio uma facilidade que já não tinha pelas pontas.

Mas não foi com bola em movimento que o Ceilândia virou a partida. Aos 14, em escanteio, Jorginho Paulista cobrou e Cassius, que fazia a sua 300 partida pelo Ceilândia (número no qual estão incluídas partidas não oficiais), colocou o Gato na frente.

Após o gol o Formosa esboçou uma reação, mas o Ceilândia rapidamente reassumiu o controle da partida até a expulsão de Goeber. O árbitro foi algo que rigoroso na expulsão.

Mesmo assim o jogo permaneceu sob controle até os 44 quando o Formosa teve dois expulsos. A partida somente voltou aos 46 e aos 49 Thiago Farina, mais uma vez, empatou o jogo.

O resultado deixa o Ceilândia em estado de alerta. A cota de tropeços já foi excedida.

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Paulão, Cassius e Edmar: Ceilândia de Cara nova

E o Ceilândia reage e contrata!

Jorginho treinou e o Ceilândia ganha com a bola parada
Jorginho treinou e o Ceilândia ganha com a bola parada

O Campeonato do Distrito Federal é relativamente longo. São 22 jogos até que um time possa sagrar-se campeão. Diante dessa maratona uma constatação é inevitável. É necessário ter um elenco de qualidade para vencer as diversas etapas da competição.

O Ceilândia terá uma oportunidade sem igual de mostrar que tem um elenco a altura de suas aspirações: dos onze jogadores que começaram a partida diante do Formosa no primeiro turno apenas dois devem iniciar a partida desse sábado como titulares. A maior parte das substituições decorrem  de lesões e suspensões.  As ausências preocupam.

Em decorrência das ausências, Adelson de Almeida teve que mexer muito no time. A diretoria correu e contratou três novos atletas e já os colocou a disposição do treinador: Goeber, Pedrão e Jorginho Paulista.

Adelson participa do treinamento... momento decisivo
Adelson participa do treinamento... momento decisivo

O treinador realizou diversas experiências e mostrou-se confiante.

Jorginho Paulista treinou e mostrou que, apesar de não estar na plenitude da forma, é uma boa aquisição. O atleta pode ser utilizado tanto na lateral quanto no meio de campo.  No treinamento com bola parada mostrou grande eficiência.

Goeber também treinou e pode ser a solução para a cabeça de área ou mesmo pode jogar  na defesa. Já o zagueiro Pedrão, com boa passagem nas divisões menores do futebol carioca, impressionou pela boa condição atlética.

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Reforços de última hora

Fredson deixa a equipe
Fredson deixa a equipe

O Ceilândia apresentou dois novos reforços para o segundo turno do campeonato metropolitano.   O primeiro nome é o de Jorginho Paulista. Experiente lateral-direito, Jorginho vem para compor o esquema defensivo do Ceilândia, posição onde Paulo Roberto tem feito boas atuações durante a competição, mas pode compor o meio-campo, posição em que o time tem mostrado deficiência.

Outro nome que chega é o de Goeber. O volante iniciou os primeiros passos de sua carreira em Ceilândia,  depois rodou pelo país. Goeber vem para repor a vaga aberta com a saída de Fredson. Apesar da disposição demonstrada em campo, Fredson jamais conseguiu alcançar o ritmo de jogo necessário.

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