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Com novidades, CEC faz apronto antes do Brazlândia

Dennys já treina no alvinegro: vai ter que trabalhar muito para entrar em forma
Dennys já treina no alvinegro: vai ter que trabalhar para entrar em forma

O Ceilândia realizou o apronto para o jogo-treino deste sábado, contra o Brazlândia, 16h, na Cidade do Gato. Quem assistiu ao apronto viu o goleiro Dennys chegar e assumir a condição de titular.

O treinador Adelson de Almeida fez uma alteração em relação ao time que iniciou o jogo-treino contra os juniores do Cruzeiro-DF: Alfeu entrou no lugar de Victor.

Ainda longe do ideal, Rodriguinho trabalhou com os reservas
Ainda longe do ideal, Rodriguinho trabalhou com os reservas

Em campo, Adelson de Almeida teve que interferir diversas vezes. O time titular seguidamente perdia o foco do jogo, tanto no aspecto ofensivo quanto defensivo. Se a questão foi a de ver defeitos, o treinamento foi muito proveitoso.

Com poucos dias de treinamento parece evidente que a maior parte dos jogadores sente a falta de ritmo de jogo. O resultado é que há muita disposição, mas pouca ou quase nenhuma consistência. Isso, segundo integrantes da Comissão Técnica, já era previsível e vai ocorrer, também, com os outros times.

 

Dimba e Gustavo: correndo contra  o tempo
Dimba e Gustavo: correndo contra o tempo

Dentre as novidades, Adelson já pode contar com o goleiro Dennys, enquanto Rodriguinho treinou entre os reservas. Do lado de fora, Dimba e Gustavo faziam trabalho físico. Dennys é um goleiro experiente, tendo a base de sua carreira defendendo o Avai-SC.

O Ceilândia estréia no dia 20 de janeiro contra o Legião. No próximo dia 12 fará amistoso contra o Grêmio Anápolis, em Anápolis.

 

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Sem refresco!

Dimba com os companheiros: Capitão está descansado
Dimba com os companheiros: Capitão está descansado

O Ceilândia escolheu o seu caminho para ser campeão em 2013: trabalhar, trabalhar e trabalhar. Em meio ao trabalho, muita cobrança.

Os jogadores sabem que se quiserem manter o título local vão ter que trabalhar muito!  A programação da semana prevê treinos físicos e um coletivo antes do jogo-treino deste domingo diante do Brazlândia.

Vitor é opção para o ataque, mas o CEC precisa de reforços
Vitor é opção para o ataque, mas o CEC precisa de reforços

Dimba não terá a vida fácil. O capitão fará apenas trabalhos de recuperação física. Rodriguinho, por sua vez,  dará os seus primeiros toques na bola.

Em meio a tudo isso, o Ceilândia procura se reforçar. Um zagueiro e um lateral devem chegar esta semana, além dos goleiros contratados para a competição.

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Objetivo: série D


Em 2005 o CEC chegou nas quartas-de-final da Série C e foi eliminado pelo Ipatinga, após empate sem gols em Minas Gerais. Em 2012, há muito que remar...
Em 2005 o CEC chegou nas quartas-de-final da Série C e foi eliminado pelo Ipatinga, após empate sem gols em Minas Gerais. Em 2012, há muito que remar...

O Ceilândia traçou a Série D como objetivo. Pode ser que por uma ou outra razão o time tenha se desviado de seu objetivo durante as finais do Campeonato Metropolitano, mas o foco sempre foi a Série D.

Não há tempo para mais comemorações. Alguns contratos se encerraram no final de semana, casos de Gustavo, Claudionor e Diego Marangon. Outros estão por vencer nas próximas semanas.  Será natural que haja alterações no elenco. Nem tanto que o descaracterize ou tanto que mantenha algumas vulnerabilidades. A diretoria corre contra o tempo.

O Ceilândia estréia já na Série D já no próximo domingo, em Aparecida de Goiânia, contra a Aparecidense. O grupo do Ceilândia conta ainda com o CRAC, CENE  e Gurupi.  Os times se enfrentam em turno e returno. Os dois primeiros colocados avançam para a próxima fase.

Série D 2010: CEC liderou o grupo até a última rodada e foi surpreendido pelo eliminado Brasília
Série D 2010: CEC liderou o grupo até a última rodada e foi surpreendido pelo eliminado Brasília

O Ceilândia está no Grupo Sul. Em outras palavras, ao avançar a fase o Ceilândia deve enfrentar os times do  eixo Rio-São Paulo-Minas-Rio Grande do Sul. Se quiser ser um time respeito, o CEC precisa passar por esse batismo.

Classificando-se na primeira fase, o CEC deveria enfrentar os dois primeiros colocados do grupo formado por times de Minas e Rio de Janeiro (Nacional-MG, Guarani-MG, Friburguense-RJ, Resende-RJ e Aracruz-ES).

A última participação do CEC em um campeonato nacional se deu em 2010. O Gato foi eliminado ainda na primeira fase. O Ceilândia liderou o seu grupo até a última rodada, mas perdeu para o Brasília em casa e foi eliminado pelo Araguaína.

A melhor campanha do CEC em competições nacionais foi em 2005. Naquele ano, o time dirigido por Paulo Comelli chegou nas quartas-de-final da Série C. Quis o destino que o CEC enfrentasse o então bom time do Ipatinga. O CEC perdeu em casa por 2 x 1 num gol inesquecível de Rodriguinho para o Ipatinga (com o empate e um desespero injustificado do goleiro que foi à meta adversária tentar o gol da vitória). No jogo de volta, em Ipatinga, o CEC martelou, martelou mas o jogo não saiu do zero a zero.

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Ceilândia está na final

Com os nervos no lugar, Ceilândia resistiu à truculência do Sobradinho
Com os nervos no lugar, Ceilândia resistiu à truculência do Sobradinho

Não foi fácil, mas o Ceilândia está na final do Metropolitano 2012.  O Gato soube administrar os próprios nervos para conseguir uma importante vitória na tarde deste domingo em Sobradinho. Com a vitória, o Ceilândia conquistou o segundo turno do campeonato metropolitano de 2012 e garantiu um lugar na final diante do Luziânia.

O jogo foi essencialmente parelho. O Sobradinho tentou encurralar o Ceilândia em seu próprio campo de defesa, mas aos poucos o melhor toque de bola do CEC foi se impondo. O resultado disso é que o Ceilândia equilibrou as ações e a sua melhor condição técnica aos poucos foi fazendo a diferença.

Apesar de chegar com mais qualidade à meta adversária, o CEC não abria o marcador. As oportunidades passam próximas de Dimba, mas o artilheiro por duas vezes não alcançou a bola.

Allan Dellon e Dimba: mais uma vez importantes
Allan Dellon e Dimba: mais uma vez importantes

Aos 40 minutos da primeira etapa, Cassius apareceu cara a cara com Osmair e bateu com categoria no canto esquerdo da meta adversária. Osmair fez uma belíssima defesa, mas na sobra Dimba mostrou que estava atento e abriu o marcador para o Ceilândia.

Veio o segundo tempo e aconteceu o que se temia. O Ceilândia passou a dar chutões para se livrar da bola. Não é que o Sobradinho fosse melhor, mas o fato é que ao ter desistido de jogar o Ceilândia trocava fugia às suas características. O castigo não demorou e Edicarlos aproveitou sobra na área para empatar. Eram 7 minutos do segundo tempo.

Após sofrer o gol o Ceilândia voltou a jogar com a bola no chão. Não demorou muito e Allan Dellon colocou a bola na cabeça de Cassius que colocou o Gato novamente na frente aos quinze do segundo tempo.

Panda saiu lesionado: preocupação para as finais
Panda saiu lesionado: preocupação para as finais

A vantagem no marcador dessa vez fez bem ao Ceilândia. O time aprendeu com o erro do gol do empate do Sobradinho e continuou tocando a bola no seu estilo. Chutão apenas quando realmente necessário.

O Sobradinho veio todo para o ataque e aí brilhou a visão de jogo de Allan Dellon. Eram 24 minutos do segundo tempo quando Liel desarmou o adversário e tocou para Allan Dellon. O meia, que fez mais uma boa partida,  enxergou Luiz Fernando se deslocando e deu um passe magistral para o meia, que acabara de entrar no lugar de Dimba. Luiz Fernando bateu na saída de Osmair e fez 3 x1 para o Ceilândia.

Forte marcação do CEC neutralizou o Sobradinho
Forte marcação do CEC neutralizou o Sobradinho

Com o terceiro gol do Ceilândia a torcida adversária começou a ir embora. O Sobradinho, contudo,  era valente e tentava a todo custo diminuir a diferença. O Ceilândia era perigoso nos contra-ataques e perdeu ao menos duas chances de matar o jogo.

Tranquilidade apenas aos 44 minutos quando Cassius, em mais um contra-ataque do Ceilândia, fez 4 x 1. Agora era apenas esperar o final do jogo: o Ceilândia estava na final.

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Uma foto desfocada e que não retira o brilho da união do grupo

Unidos, na vitória ou na derrota: A melhor campanha das últimas décadas

Um campeonato em vários atos: A melhor campanha dos últimos anos
Um campeonato em vários atos: A melhor campanha dos últimos anos

Está tudo  pronto para a final do returno. O Ceilândia tem a consciência de que não há mais o que fazer: o que os times tinham que ganhar em termos de consistência tática e técnica foram conseguidos nos quatorze jogos disputados até agora. Ninguém vai aprender ou desaprender em um jogo.

O Ceilândia está tranquilo e não deve mudar a sua maneira de jogar. Apesar da necessidade da vitória o CEC não deve abrir mão de seu forte sistema de marcação. A expectativa também é a de que o Sobradinho não deva jogar totalmente aberto, porque o adversário também deve saber dos riscos de que vai correr. Em suma: deveremos ter um jogo truncado.

O Ceilândia vem de fazer a sua melhor campanha nas últimas décadas e há tempos não se via um trabalho tão consistente. O futebol é cheio de surpresas e, por isso mesmo, do ponto de vista do torcedor seria realmente uma pena que um trabalho de tanta qualidade viesse a ser esquecido em razão da perda do título.

Adelson de Almeida já tem o time que vai lançar a campo. A dúvida em torno de Allan Dellon continua. Experiente, o jogador precisa estar focado na partida,  esquecendo as provocações do adversário para que não se repita o que ocorreu com Dimba no primeiro turno.

O artilheiro do Gato desta vez está tranquilo, calado, guardando as energias para a partida de hoje.

O Ceilândia acredita que fazer um gol cedo pode ser importante, mas não será decisivo. Será importante manter a concentração a partida inteira e manter equilíbrio: as decisões se ganham primeiro mentalmente. O Ceilândia é um time mentalmente forte e terá pela frente um adversário impetuoso e que não perde em seus domínios há três meses. Time por time, o do Ceilândia é melhor, mas o Sobradinho tem várias vantagens: a de jogar em casa é importante e a vantagem do empate é talvez a mais decisiva. O Ceilândia vai ter que remar bastante.

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Para chegar à final, ninguém investiu como o Ceilândia

 

Cassius é sempre esperança de gol para o Ceilândia
Cassius é sempre esperança de gol para o Ceilândia

O Ceilândia começou a competição apontado como um dos favoritos, ao lado do Brasiliense. O time do Ceilândia apostava nas estrelas de Iranildo e Dimba. Depois veio Allan Dellon. Além disso, contava com a base do time que foi campeão em 2010: Panda, Badhuga, Liel, Daniel e Allan Dellon, além do próprio Dimba, artilheiro da equipe.

Ao lado dos heróis do campeonato de 2010, o CEC manteve o maior artilheiro do futebol do DF em todos os tempos e também da própria história do Gato: Cassius.

Ao lado desses jogadores outros bons valores foram contratados e aos poucos o time foi ganhando corpo: Darci, de excelente passagem pelo Gato e importante passagem pelo Bahia, Alcione que chegou timidamente e aos poucos ganhou a vaga do competente Gustavo na lateral-direita. Breno que achou o seu lugar na lateral esquerda e Didão, que chegou e arrumou o meio de campo do Ceilândia.

Jogadores como Liel são muito importantes nessa hora: carregadores de piano
Jogadores como Liel são muito importantes nessa hora: carregadores de piano

Para comandar a equipe veio Adelson de Almeida que soube utilizar o material humano a sua disposição. Uma excelente equipe para os padrões locais e talvez o maior investimento para a competição.

É com o peso dessa responsabilidade que o Gato enfrenta o Sobradinho amanhã. Vencer significa dar um passo à frente no planejamento realizado para 2012 e que visa unicamente uma vaga na série D.

O Sobradinho é um adversário que oscilou muito no campeonato mas é forte dentro de casa. No segundo turno o Sobradinho tem uma campanha surpreendente e foi o primeiro colocado no chave que contava com Luziânia e Brasiliense. O Ceilândia tem experiência de sobra para enfrentar o adversário nessas condições.  O Ceilândia tem a responsabilidade, pelo futebol apresentado e pelo investimento. O Sobradinho foi uma grata surpresa na competição. Vai ser um jogo difícil…

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Seriedade e vitória a todo custo

Gustavo: torção no joelho
Gustavo: torção no joelho

O Ceilândia fez o seu treino apronto para aquela que pretende ser a primeira de três partidas decisiva. Se vencer amanhã, por qualquer marcador, o Ceilândia se qualifica para pegar o segundo colocado do grupo A, na semi-final da Taça JK.

O técnico Adelson de Almeida afirma não ter problemas. O time-base deve ser aquele das últimas partidas, talvez com o retorno de Gustavo e de Dimba.

Gustavo torceu o joelho diante do Sobradinho e não jogou contra o Brasiliense. Dimba, após 15 dias se recuperando, sentiu o joelho na sexta-feira passada e entrou apenas nos minutos finais da partida contra o Brasiliense.

O Ceilândia precisa da vitória a qualquer custo. Um empate ou derrota pode significar a desclassificação e deixar o sonho da Série D ainda mais distante.

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Reta de chegada ficou complicada

Gustavo: tratamento ainda em campo
Gustavo: tratamento ainda em campo

Terminada mais uma rodada,  o Ceilândia joga por uma vitória nos dois jogos restantes para garantir a classificação. Em outras palavras: o CEC precisa vencer o Brasiliense no próximo domingo, se não quiser correr riscos na última rodada, diante do Botafogo-DF. Se de tudo não der certo, ainda poderá decidir em casa. Mas a reta de chegada ficou complicada.

O Ceilândia vem de bons resultados, crescendo jogo após jogo, mas o seu próximo adversário, embora não venha jogando bem, é um adversário de muito respeito: o Brasiliense. Para essa partida, Adelson de Almeida começa a semana com dois problemas: Dimba e Gustavo. O atacante ainda não está cem por cento recuperado e o lateral sentiu o joelho esquerdo e começou o tratamento ainda no gramado. O goleiro Darci continua de fora.

Os cálculos na tábua de classificação ficaram complicados. Qualquer tropeço diante do Brasiliense pode custar a ponta do Grupo B e pode representar a aproximação do Brazlândia . O Brasiliense também não pode tropeçar, vez que Sobradinho e Botafogo-DF se aproximam ameaçadoramente.

Qualquer cálculo fica complicado porque há enorme diferença de jogos.  No grupo A, por exemplo, apesar de figurar em penúltimo, o Dom Pedro pode estar brigando por uma das vagas, basta que vença os jogos atrasados. O mesmo se diga em relação ao Botafogo.

No Grupo B, aparentemente, as vagas devem ser disputadas por Ceilândia, Gama, Brazlândia e Capital.  Se a competição tivesse terminado hoje, o CEC enfrentaria o Brasiliense na semi-final da Taça JK. A outra semi-final seria disputada entre Luziânia e Gama.

 

Pos Time P V E D GF GC S Pts
1 Luziania 4 3 1 0 7 4 3 10
2 Brasiliense 4 2 1 1 13 5 8 7
3 Botafogo-DF 4 2 1 1 7 6 1 7
4 Sobradinho 4 2 0 2 7 5 2 6
5 Dom Pedro 2 0 1 1 2 4 -2 1
6 Legiao 4 0 1 3 1 12 -11 1

——————-

Pos Time J V E D GF GC S Pts
1 CEC 4 3 1 0 7 2 5 10
2 Gama 4 2 0 2 11 7 4 6
3 Brazlandia 4 1 2 1 4 3 1 5
4 Capital 3 1 0 2 3 6 -3 3
5 Formosa 4 1 0 3 5 12 -7 3
6 Ceilandense 3 0 2 1 6 7 -1 2

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CEC com Liel: nas alturas

CEC vence sem exageros: 1 x 0

Diego Marangon: para quem estava parado, uma boa estréia.
Diego Marangon: para quem estava parado, uma boa estréia.

Um jogo sem exageros, discreto, mas eficiente. Esse foi o jogo do Ceilândia diante do Sobradinho, na escaldante tarde de hoje. Se houve algum exagero, foi de calor.

O Ceilândia fez a sua melhor partida até agora na competição. Não que tenha sido excepcional! Não, o Ceilândia venceu o Sobradinho jogando um futebol sóbrio, discreto, mas mantendo o padrão de marcação. O Ceilândia é um time que marca muito.

O Ceilândia veio para o jogo com algumas alterações em relação ao jogo passado. Gustavo voltou a lateral direita, no lugar de Maurício, enquanto que Diego Marangon e China entraram no meio de campo. No ataque, apesar de todo o suspense,  Cassius e Claudionor.

Panda e Badhuga (foto)  melhorando com o time
Panda e Badhuga (foto) melhorando com o time

O CEC fez um primeiro tempo primoroso. Tomou a iniciativa da partida e não deu espaços para o Sobradinho. É verdade que o plano de jogo do Sobradinho estava claramente traçado para o empate. O CEC, por sua vez, tinha paciência para tocar a bola e somente tentar na boa. Resultado: foram poucas oportunidades de gol criadas. Na verdade, o CEC se limitava a explorar as bolas aéreas, nas quais o Gato é sempre perigoso, mas mostrava um padrão de jogo diferente do mostrado até agora. Esse padrão agradava ao torcedor.

Foi numa jogada de velocidade, contudo, que o CEC abriu o marcador. China tabelou com Ancheta que cruzou e Cassius fez de cabeça. Eram 32 minutos.

Cassius: mortal mais uma vez
Cassius: mortal mais uma vez

Veio o segundo tempo e o CEC deu campo para o Sobradinho. O adversário se aproveitou e tomou a iniciativa do jogo. A marcação do CEC mais uma vez manteve-se eficiente e o adversário não criou oportunidades de gol. O CEC, por sua vez, nos contra-ataques, perdeu ao menos três oportunidades de gol. No final da partida, para a alegria dos torcedores presentes, Dimba voltou a jogar e entrou no lugar de Cassius.

Foi uma vitória para encher a torcida de esperança. Muito dessa vitória deveu-se ao fato do adversário tentar jogar de igual para igual. Isso mostra que o CEC está evoluindo jogo após jogo, o que é alentador.

O resultado deixa o Ceilândia na primeira colocação do grupo B, agora com 10 pontos. Dependendo do resultado de Gama e Brasiliense, o CEC ficará praticamente classificado poderá se classificar para as semi-finais com duas rodadas de antecipação.

O CEC jogou com Pedro, Gustavo (Alcione), Badhuga, Panda e Ancheta. Liel, Daniel, Diego Marangon (André)  e China. Cassius (Dimba) e Claudionor

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Adelson enfrenta os mesmos problemas, mas com otimismo

Gustavo: improvisado no meio
Gustavo: improvisado no meio

Adelson teve os seus primeiros dias como comandante efetivo da equipe e a sua impressão não parece ser muito diferente da impressão de Ricardo Oliveira. O time é bom, mas precisa de reforços. Não é novidade.

A se tirar pela versão apresentada por Ricardo Oliveira, todo o desenrolar dos fatos que levaram à saída parece muito igual aos fatos que levaram à saída de Da Silva em 2002. Na época o Ceilândia tinha um excelente time, no qual se destacavam Ricardinho, Bobby, Gilson, Pituca, Maninho e Cassius. Se for verdade, a direção vai ter problemas: Adelson, os técnicos em geral, também gosta e às vezes precisa improvisar.

Em 2002, Bobby era uma grande promessa do futebol local. Fora campeão juvenil pelo CEC em 1998 e jogador revelação do campeonato profissional em 2001 como meia-esquerda. Um belo dia, Da Silva escalou Bobby para atuar de lateral-esquerda. Foi uma comoção. O Ceilândia perdeu para o CFZ, que se sagraria campeão invicto naquele ano, e Da Silva perdeu o emprego. Bobby fez e ainda faz a sua carreira como lateral-esquerdo.

Bobby: um dos ídolos do passado
Bobby: um dos ídolos do passado

Adelson passou por isso em 2011 e sabe que não fará milagres. O problema da equipe parece ser de característica de seus jogadores. Todos eles são bons naquilo e possuem, mudado o que deve ser mudado, as mesmas características. O problema é que um time não é o somatório das características individuais de seus jogadores. Jogadores com características iguais   tendem a se anular.

Ricardo Oliveira parece ter tentado mudar isso. Ao tentar colocar Gustavo na meia tentava copiar a movimentação do time do Luziânia. Esse tipo de movimentação levou ao Ceilandense a apresentar o melhor futebol do DF em 2010, ano em que o Gato foi campeão. Isso é o mais importante e pode ter passado despercebido.

Em 2010 Adelson  improvisou diversas vezes, até achar a formação ideal. Em 2011 foi criticado diversas vezes por improvisar de mais e acabou demitido. Como gerente de futebol sabe das deficiências do time, mas afirma que está difícil contratar reforços. Faz parte do futebol.

Adelson sabe que o CEC é um time de pegada, de chegada e que nos momentos decisivos é um time temido por todos. Isso faz toda a diferença. Falando ao SiteCEC, o treinador esbanjou otimismo: sabe que o time é de chegada. Preocupa-lhe apenas o dia-a-dia, porque sabe que o dia-a-dia no Ceilândia é sempre de enorme instabilidade e ele já foi vítima disso, como foram Marquinhos Bahia e Ricardo Oliveira. Nesse ponto a diretoria está certa: Se o Ceilândia pensa grande e quer ser campeão, não há espaço para ninguém trabalhar na zona de conforto.

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Clima mais ameno no CEC (mas nem tanto)

Claudionor: boa dupla com Cassius
Claudionor: boa dupla com Cassius

A obrigação de sempre vencer faz parte do cotidiano do Gato. O Ceilândia pensa grande e procura fazer com que nada falte aos seus jogadores. Sob os olhos atentos de Adelson de Almeida, jogadores e comissão técnica voltaram ao trabalho nesta segunda-feira, um pouco mais aliviados. A pressão por jogar contra um time recém formado e todo o peso do favoritismo dessa partida são agora coisa do passado.

Com a vitória, o Ceilândia foi a 7 pontos, mas isso não atenua as cobranças por razões óbvias. O campeonato se decide nos mata-matas. O mais importante é se classificar. Depois, jogo a jogo, tudo se decide. De qualquer forma, somar pontos é muito importante para eventualmente decidir a classificação final. Jogadores e comissão estão conscientes disso.

Para partida deste final de semana, diante do Sobradinho, a programação da semana foi mantida inalterada. Academia, desintoxicação,  treino técnico, coletivo, treino técnico e apronto.  O CEC não enfrenta o Sobradinho desde março de 2005, quando empatou no Augustinho Lima por 2 x 2.

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De um em um…

CEC mostra que apenas disposição não é suficiente
CEC mostra que apenas disposição não é suficiente

Terminada a terceira rodada do Metropolitano 2012, o Ceilândia manteve a liderança do seu grupo com 7 pontos. O Gato é seguido de perto por Brazlândia, Gama, Capital e Formosa. No grupo, Capital e Ceilandense tem um jogo a menos.

No próximo sábado, 16h, na Área Especial 14 onde fica localizado o Abadião, o Ceilândia enfrentará o Sobradinho. Para essa partida Ricardo Oliveira talvez conte com Dimba, mas Cassius saiu de campo mancando e passa a ser dúvida. Cassius machucou o tornozelo no amistoso diante do Capital e voltou a sentir a contusão na vitória sobre o Dom Pedro.

Entre os demais jogadores que jogaram nenhum aparentemente será problema. Darci deve voltar a treinar com bola esta semana, mas isso talvez não seja suficiente para devolver-lhe a titularidade. Iranildo só deve voltar contra o Botafogo.

Cassius: saiu de campo mancando
Cassius: saiu de campo mancando

O bom início de campeonato veio acompanhado da constatação de que a equipe oscila muito. A verdade é que o time tem melhorado aos poucos.

Ricardo Oliveira tem se mostrado um técnico atento aos pequenos detalhes. Foi assim contra o Luziânia, quando chamou Gustavo e alterou a forma de jogar da equipe. Foi assim contra o Dom Pedro, quando sacou Rogerinho, que não estava em um bom dia,   e  devolveu um mínimo de equilíbrio à equipe com a entrada de China.

Na essência, o jogo do Ceilândia parece ser de muita pegada. Diferente do ano passado, o time deste ano tem criado e desperdiçado muitas oportunidades de gol. Pelos lados da Cidade do Gato não há ansiedade.

Consciente que o time não apresenta, ainda, a consistência necessária a um time campeão, a comissão avalia que nesse tipo de competição o time precisa crescer na hora certa, ou seja, no momento da decisão. Condições, continua a avaliação, o time já mostrou que as possui.

IRANILDO

A demora na recuperação de Iranildo já tem causado desconforto entre integrantes da comissão técnica e diretoria. Argumenta-se que as contusões no futebol são naturais, mas o clube não é rico o suficiente para pagar um alto salário para um jogador que não joga. “Esse dinheiro poderia ser investido num jogador não tão talentoso, mas de qualidade e que jogasse”, argumentam. A previsão é que Iranildo volte contra o Botafogo-DF, na sexta rodada.

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Claudionor e Gustavo comemoram

CEC faz o dever de casa: 3 x 1

Daniel fez mais uma boa partida defensivamente.
Daniel fez mais uma boa partida defensivamente.

Se alguém esperava jogo fácil, errou. Com o Ceilândia nunca é fácil e o torcedor prefere assim. Já se acostumou. O time do Dom Pedro foi o último a se apresentar e talvez por isso alguns esperavam uma partida fácil. Ledo engano.

O Ceilândia começou avassalador, impondo um ritmo de jogo que o torcedor não está acostumado a ver. Encurralou o Dom Pedro no seu campo defensivo e, com trocas de passes rápidos envolvia o adversário. Se é verdade que tomava as rédeas da partida, não menos verdadeiro é que o CEC não conseguia criar situações claras de gol.  Mesmo assim o gol era questão de tempo, ou algo parecido.  Aos 20, Rogerinho cobrou falta da direita e Cassius desviou para o fundo do gol. CEC 1×0.

Cassius fez dois gols e deu muito trabalho ao adversário
Cassius fez dois gols e deu muito trabalho ao adversário

O gol fez mal ao Ceilândia. Desacostumado a tocar a bola, o Gato se atrapalhou com as facilidades encontradas. Talvez por isso mesmo começou a tocar a bola por tocar, cadenciando o jogo, mas sem objetividade.  Foi num desses lances que Gustavo conseguiu um belo disparo. A bola acertou o pé da trave direita.

Por mais contraditório que possa parecer, aos 35 Claudionor investiu contra a defesa adverária, tocou para Cassius, recebeu dentro da área, rodopiou e bateu de esquerda: um golaço. Ceilândia 2 x 0. O jogo estava muito fácil, o Ceilândia tratou de complicar.  A partir do segundo gol o CEC passou a confundir cadência de jogo com lerdeza, com displicência. Os erros de passes forçados foram permitindo ao Dom Pedro se aproximar da defesa do Gato.

Aos 45, o castigo. Nova troca de passes infrutíferas pela lateral esquerda. Novo erro. No contra-golpe, Abimael desviou para o fundo dos redes. Castigo e suspense para a segunda etapa.

Ricardo Oliveira colocou China no lugar de Rogerinho: China fez a sua melhor apresentação
Ricardo Oliveira colocou China no lugar de Rogerinho: China fez a sua melhor apresentação

Veio o segundo tempo e foi um outro jogo. O Dom Pedro tomou a iniciativa das ações, mas ficou certo que apenas com disposição não se consegue ganhar do Ceilândia. Por mais mal que o time estivesse no segundo tempo, o Dom Pedro apenas se aproximava da grande área alvinegra. Aos 18, Ricardo Oliveira colocou China e Wallison nos lugares de Rogerinho e Ancheta. China, embora não tenha sido o jogador que dele se espera,  voltou a dar equilíbrio ao meio de campo do CEC e fez a sua melhor participação com a camisa do Gato até agora.

A despeito da melhora, o jogo seguia sem que ninguém levasse perigo efetivo ao adversário. Aos 41, Claudionor mostrou porque é conhecido por sua velocidade e foi derrubado na área. Penalti. Cassius bateu e deu números finais ao jogo.

Ao final o CEC ganhou por 3 x 1, mas não sem sofrimento. Na próxima rodada o Gato pega o Sobradinho no Abadião. Está chegando a hora do time ganhar um rosto.

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Sem mudanças drásticas

China combate Claudionor: time precisa de opções
China combate Claudionor: time precisa de opções

O Ceilândia faz hoje seu último treino antes da partida contra o Dom Pedro. O Técnico Ricardo Oliveira convive com as críticas a atuação da equipe diante do Luziânia, mesmo assim não deve fazer grandes alterações seja na equipe ou no esquema tático.

O resultado do último sábado não agradou qualquer pessoa. Isso não tira o foco do time, consciente da importância do jogo de amanhã contra o Dom Pedro. Iranildo e Darci continuam de fora. Dimba  faz trabalhos leves, mas sem bola, ao redor do gramado. É dúvida.

Gustavo: chegou e já foi jogando
Gustavo: chegou e já foi jogando

Um dos grandes problemas de Ricardo Oliveira tem sido o meio de campo. Sem Iranildo,  Ricardo Oliveira deu chance a China e Rogerinho.  Rogerinho tem atuado como titular e, na última partida, fez o gol do Gato. É provável que continue. Sem Dimba para o ataque, Ricardo tem optado por Cassius. O maior artilheiro da história do Gato não atuou bem contra o Luziânia.

Em meio a tudo isso, Ricardo Oliveira tem que quebrar a cabeça. Os jogadores, por outro lado, também se dedicam: China, no último coletivo e atuando pelos reservas,  mostrou uma disposição ainda não vista nos jogos.

Se der a lógica, Ricardo não deve fazer grandes alterações na equipe.  Tem feito experiências, mas ao final sempre volta para a equipe base. O argumento ouvido é o de que há jogadores que estão a mais de quatro meses sem atuar e é importante ganhar ritmo de jogo rapidamente. O problema é que o campeonato tem dois tiros curtos.

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CEC faz coletivo pensando no Dom Pedro

China, Ancheta e Wallace: treino corrido
China, Ancheta e Wallace: treino corrido

Todo cuidado é pouco nesses dias que antecedem à partida do próximo sábado diante do Dom Pedro.  Depois de haver empatado em casa com o Luziânia, o CEC deixou o carnaval de lado para treinar visando a partida desse sábado.  Ainda sem Dimba, que fez um treino leve em separado e é dúvida para o próximo sábado, o Técnico Ricardo Oliveira conduziu um treino-coletivo na tarde desta quarta-feira.

Foram dois tempos de 25 minutos no qual o treinador fez algumas experiências, mas na essência manteve o time inalterado para a próxima partida.  A ausência de Dimba continua sendo sentida pelo time.

Liel tem vindo de boas atuações
Liel tem vindo de boas atuações

Se não contou com Dimba, Ricardo pode ver os jogadores vindos do Brasília e que se integraram ao grupo: Felipe, Marangon e Claudionor treinaram normalmente nesta quarta.

Enquanto o time suava na Cidade do Gato, Iranildo era submetido a fisioterapia no Abadião.  A previsão dos médicos é que Iranildo só possa estrear na sexta rodada, na partida diante do Botafogo-DF.

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