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Iranildo deixa o CEC sem ter jogado

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Terminou nesta semana, sem alarde, a relaçao entre o CEC e Iranildo. Contratado no início do ano com o status de maior contrataçao da temporada, Iranildo jamais vestiu a camisa do Gato em uma partida oficial.

Os dois lados chegaram a um acordo. Iranildo nao se recuperaria da lesão no ciático antes do término da competição. Iranildo culpava seus clubes anteriores por ter jogado seguidamente lesionado.

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Ceilândia está na final da Taça JK

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O Ceilândia fez valer o mando de campo e a vantagem do empate para eliminar o Brasiliense e se classificar para a final da Taça JK.

O confronto desta tarde foi talvez o primeiro da história em que o Gato tinha o favoritismo. Foi também a primeira vez que o time aceitou essa responsabilidade.

Pesava a favor do Ceilândia o mau futebol apresentado pelo adversário na competição. Fácil não seria, todos sabiam.

Independente de eventual vantagem, o CEC sabia que teria um adversário que procuraria a vitória a qualquer custo.

O resultado é que o Brasiliense partiu para cima, mas o sistema defensivo do Gato manteve-se concentrado. Quando foi preciso, o goleiro Pedro cumpriu a sua parte com importantes defesas.

No final da partida o CEC mostrou que o empate seria apenas uma contingencia da partida e chegou a marcar, mas o gol foi anulado.

Ao final, o empate sem gols colocou o Gato na final da Taça JK. A partida decisiva será jogada em Luziânia, no proximo domingo.

Foi a primeira vez em sua história que o Brasiliense se vê eliminado numa competição local antes da final

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Má fase do Brasiliense assusta o Gato

Pedro: boas atuações deixam Darci no banco
Pedro: boas atuações deixam Darci no banco

O Brasiliense não vencia fora de casa há sete meses. Na última semana foi eliminado da Copa do Brasil após ser goleado pelo Guarani em Campinas por 3 x 0. A derrota diante do Gama custou o cargo do treinador.

O Brasiliense não vive boa fase. Apesar disso tudo, o Brasiliense classificou-se para a semi-final da Taça JK com 13 pontos, três a menos que o Luziânia, líder na pontuação geral, e o mesmo número de pontos do CEC.

Se é fato que o Brasiliense não vem jogando bem e tem o elenco mais regular dos últimos tempos, não menos verdadeiro que ainda é o Brasiliense.

Breno ainda está longe do ideal, mas tem evoluído bastante
Breno ainda está longe do ideal, mas tem evoluído bastante

Em circunstâncias normais, o Brasiliense seria sempre favorito, mas dessa vez o time amarelo vem com um discurso humilde, jogando o favoritismo para o Ceilândia. O surpreendente é que o Gato aceitou a responsabilidade.

Para a comissão técnica não poderia ser diferente: jogando em casa o Ceilândia precisa vencer sempre porque qualquer tropeço no Abadião é sempre uma porta para a crise. O empate diante do Luziânia logo na segunda rodada, por exemplo, foi o estopim que levou à demissão de Ricardo Oliveira. Jogando no Abadião o CEC é sempre um time tenso.

O CEC não deve ter alterações em relação ao time que jogou contra o Botafogo para a partida desta quarta, 16h, no Abadião.

A história recente demonstra que Adelson costuma surpreender nessas ocasiões. Nesse contexto não seria surpresa se Adelson fizesse alguma alteração radical como, por exemplo, colocar Allan Dellon para jogar. O jogador já está regularizado e o seu nome foi publicado no boletim diário da CBF desta segunda-feira.

 

 

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Pressão pelo resultado


Pressão sobre a arbitragem no Serejão: CEC está preparado
Pressão sobre a arbitragem no Serejão: CEC está preparado

Ceilândia e Brasiliense já jogaram oficialmente 26 vezes. O retrospecto, durante muito tempo, não foi nada fovorável ao Gato preto que chegou a ficar seis anos sem vencer o seu adversário, de 2004  a 2010. A partir de 2007, a história mudou. Os confrontos passaram por maior equilíbrio e desde 2010 o CEC leva uma pequena vantagem sobre o time amarelo.

Uma coisa permanece igual: o Ceilândia jamais venceu o Brasiliense no Serejão. Em 12 jogos foram dois empates e dez derrotas! Um desses empates foi justamente em 2010, na partida que levou o CEC ao campeonato. O outro empate, curiosamente foi no mesmo ano. Nas últimas partidas cinco partidas foram três vitórias do Gato, um empate e uma derrota. O confronto recente demonstra equilíbrio nos confrontos, mas o tabu continua.

Dimba: experiência para o duro confronto
Dimba: experiência para o duro confronto

Para a partida desta semana, Adelson de Almeida tem trabalhado o grupo intensamente. Sabe que a partida será muito difícil e um verdadeiro teste para o esquadrão alvinegro. O time do  Brasiliense se mostra instável emocionalmente no curso da partida, mas inegavelmente mostrava um padrão de jogo bem definido.  A entrada do novo técnico traz motivação e, acima de tudo, o perfil psicológico do novo técnico  traz traquilidade a um time que estava em evolução. A instabilidade emocional do adversário é um elemento que conta a favor do CEC, que deve se manter focado e sereno.

Lados opostos: Iranildo ainda não joga
Lados opostos: Iranildo ainda não joga

Adelson disse ao SiteCEC estar tranquilo para a partida e afirma que qualquer resultado é possível. Indagado sobre o tabu de nunca ter vencido no Serejão disse que quanto mais o tempo passa mais a vitória se aproxima e que pode ser desta vez, mas o favoritismo é do Brasiliense, por jogar em casa. Adelson disse que o time está focado primeiro na classificação e que a partida deste domingo é importante, mas ainda não é a partida decisiva. Acrescentou que  o time está tranquilo, ciente das dificuldades mas acima de tudo consciente de suas próprias qualidades.

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CEC pega Brasiliense no domingo

Dimba voltou contra o Sobradinho, mas ainda sem condições
Dimba voltou contra o Sobradinho, mas ainda sem condições

O Ceilândia iniciou a sua semana de treinamento visando a partida contra o Brasiliense consciente de que a derrota do adversário diante do Gama tornará as coisas ainda mais difíceis. Ceilândia e Brasiliense iniciaram a competição como os grandes favoritos. Tanto Ceilândia quanto Brasiliense foram muito criticados. Independente disto, os dois times estariam classificados para as semi-finais da Taça JK, o que prova a qualidade de seus elencos.

O CEC passou por momentos de instabilidades e já trocou duas vezes de técnico. O Brasiliense passou por momentos de instabilidades e acaba de trocar de treinador. Os dois times, embora continuem favoritos ao título, são encarados com desconfinaça pelos torcedores e crítica especializada.

A desconfiança em relação ao Gato pode ser sentida a partir do público presente nas partidas. Até agora o CEC não levou mais que 500 torcedores ao Abadião. Isso seria impensável há alguns anos. O Brasiliense também precisa vencer a desconfiança de sua torcida.

China foi titular contra o Sobradinho: parece que enfim entrou no ritimo
China, titular contra o Sobradinho: enfim no ritmo

Da parte do Ceilândia está claro que o time evolui a cada partida e que já começa a apresentar um padrão de jogo. O time tem deficiências na armação e na saída de bola. Isso pode ser um enorme problema contra um time como o Brasiliense que tenta marcar na saída de bola adversária. Com a troca do novo treinador é provável que o Brasiliense mude um pouco a sua maneira de jogar. De qualquer maneira, o confronto entre os dois maiores favoritos aos títulos promete ser um jogo interessante de se assistir.

Dimba deve voltar a treinar normalmente, depois de ter jogado os últimos minutos da partida contra o Sobradinho. Se quiser contar com o artilheiro,  Adelson terá que sacar um de seus atacantes ou surpreender e jogar com três, liberando Dimba para atuar com liberdade. Cassius fez dois gols nas últimas partidas e vem jogando bem.

Gustavo parece recuperado da lesão no joelho, mas ainda inspira cuidados. Quanto a Darci e Iranildo a notícia que se tem é que Iranildo tem melhorado do problema de hérnia de disco enquanto que o goleiro ainda não voltará este final de semana.

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Sem mudanças drásticas

China combate Claudionor: time precisa de opções
China combate Claudionor: time precisa de opções

O Ceilândia faz hoje seu último treino antes da partida contra o Dom Pedro. O Técnico Ricardo Oliveira convive com as críticas a atuação da equipe diante do Luziânia, mesmo assim não deve fazer grandes alterações seja na equipe ou no esquema tático.

O resultado do último sábado não agradou qualquer pessoa. Isso não tira o foco do time, consciente da importância do jogo de amanhã contra o Dom Pedro. Iranildo e Darci continuam de fora. Dimba  faz trabalhos leves, mas sem bola, ao redor do gramado. É dúvida.

Gustavo: chegou e já foi jogando
Gustavo: chegou e já foi jogando

Um dos grandes problemas de Ricardo Oliveira tem sido o meio de campo. Sem Iranildo,  Ricardo Oliveira deu chance a China e Rogerinho.  Rogerinho tem atuado como titular e, na última partida, fez o gol do Gato. É provável que continue. Sem Dimba para o ataque, Ricardo tem optado por Cassius. O maior artilheiro da história do Gato não atuou bem contra o Luziânia.

Em meio a tudo isso, Ricardo Oliveira tem que quebrar a cabeça. Os jogadores, por outro lado, também se dedicam: China, no último coletivo e atuando pelos reservas,  mostrou uma disposição ainda não vista nos jogos.

Se der a lógica, Ricardo não deve fazer grandes alterações na equipe.  Tem feito experiências, mas ao final sempre volta para a equipe base. O argumento ouvido é o de que há jogadores que estão a mais de quatro meses sem atuar e é importante ganhar ritmo de jogo rapidamente. O problema é que o campeonato tem dois tiros curtos.

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CEC faz coletivo pensando no Dom Pedro

China, Ancheta e Wallace: treino corrido
China, Ancheta e Wallace: treino corrido

Todo cuidado é pouco nesses dias que antecedem à partida do próximo sábado diante do Dom Pedro.  Depois de haver empatado em casa com o Luziânia, o CEC deixou o carnaval de lado para treinar visando a partida desse sábado.  Ainda sem Dimba, que fez um treino leve em separado e é dúvida para o próximo sábado, o Técnico Ricardo Oliveira conduziu um treino-coletivo na tarde desta quarta-feira.

Foram dois tempos de 25 minutos no qual o treinador fez algumas experiências, mas na essência manteve o time inalterado para a próxima partida.  A ausência de Dimba continua sendo sentida pelo time.

Liel tem vindo de boas atuações
Liel tem vindo de boas atuações

Se não contou com Dimba, Ricardo pode ver os jogadores vindos do Brasília e que se integraram ao grupo: Felipe, Marangon e Claudionor treinaram normalmente nesta quarta.

Enquanto o time suava na Cidade do Gato, Iranildo era submetido a fisioterapia no Abadião.  A previsão dos médicos é que Iranildo só possa estrear na sexta rodada, na partida diante do Botafogo-DF.

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Sem folga no carnaval

Sem folga no carnaval

Edirley: sem folga no carnaval
Edirley: sem folga no carnaval

Não houve folga neste Carnaval para os jogadores do Ceilândia. Após o jogo de sábado contra o Luziânia, o time treinou normalmente nesta segunda-feira. Isso mostra como o elenco está focado na competição.

No período da manhã, os jogadores foram entregues aos cuidados do preparador físico Edirley Guimarães: trabalho físico para aprimorar a o condicionamento.

Pedro é só sorriso: boas atuações no gol do Ceilândia
Pedro é só sorriso: boas atuações no gol do Ceilândia

Na parte da tarde, o Técnico Ricardo Oliveira que realizou trabalhos técnicos.  Ricardo Oliveira completou pouco mais que duas semanas à frente do CEC e comandou a equipe em três partidas. Agora parece conhecer melhor o elenco que tem em suas mãos, mas ainda não teve a oportunidade de trabalhar com Iranildo.

Dimba, Darci e Victor entram no rol das dúvidas da semana. Darci e Victor ainda não estrearam no campeonato. Enquanto isso, o goleiro Pedro vem de boas atuações e transmite confiança ao elenco.

O Ceilândia volta a jogar no próximo sábado, 16h, na Metropolitana diante do Dom Pedro. Na avaliação da comissão técnica o CEC não pode cair em armadilhas. O campo da Metropolitana é duro e irregular, fato que deve nivelar o jogo por baixo.

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Vocação defensiva!

Badhuga: discreto e eficiente
Badhuga: discreto e eficiente

Vocação é vocação, você não luta contra ela, você a aproveita. Em dois jogos ficou muito claro que o Ceilândia não é um time de volume de jogo, de posse de bola no campo do adversário. O Ceilândia é um time que, a seu modo, joga e deixa jogar.

Para o torcedor isso não é novo. Já há algum tempo o Ceilândia tem essa característica. Foi assim que foi campeão em 2010: com um time forte defensivamente e que aproveita as poucas oportunidades de gol que tem.  Um dos problemas nesse início, é que o time tem desperdiçado muitas chances de gol. No mais, o  Ceilândia é um time eficiente e vive feliz assim, sem crise de identidade.

O resultado diante do Luziânia não foi bom. Em casa o CEC tem sempre que fazer o resultado. O que teve de bom foi a constatação de que não se chega facilmente à defesa do Ceilândia. Pedro foi pouco exigido. Nas vezes que o foi, apresentou-se bem.

Ricardo Oliveira acerta o posicionamento de Gustavo: sem tempo para surtir efeito
Ricardo Oliveira acerta o posicionamento de Gustavo: sem tempo para surtir efeito

O Técnico Ricardo Oliveira também mostrou qualidades. Identificou muito bem a razão do domínio adversário e corrigiu o desequilíbrio a tempo. Só não contava que num lance fortuito, mas nem por isso fantástico, o Luziânia chegasse ao empate.

Para a partida contra o Dom Pedro espera-se que o Ceilândia não fuja às suas características. Espera-se também que os meias ofensivos e atacantes entrem em sintonia com o sistema defensivo e passe a ganhar os mano-a-mano. Cassius e China não fizeram boa partida contra o Luziânia. A razão é simples: aquela foi uma verdadeira partida de campeonato. Com Dimba, que não jogou contra o Luziânia, fica mais fácil. No mais,  o CEC mostrou contra o Luziânia que, ainda que precise melhorar tecnicamente, em disposição ninguém ganha do Gato .

Enquanto isso, Iranildo trabalha para ficar em condições e quem sabe jogar alguns minutos contra o Dom Pedro, ao passo que Darci ainda se recupera de lesão na panturrilha.

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Na Cidade do Gato, CEC encerra preparação

Alcione fez um golaço no treinamento
Alcione fez um golaço no treinamento

O CEC encerrou na tarde desta segunda-feira a sua fase de preparação para o Campeonato Metropolitano de 2012. O Técnico Ricardo Oliveira comandou treino-coletivo naquele que foi oficialmente o primeiro treino com bola na Cidade do Gato. Dimba, sempre ele, foi o primeiro a balançar as redes naquele que deve se tornar um dos mais completos centros de treinamento de um clube no Distrito Federal.

O técnico Ricardo Oliveira aproveitou o último treinamento para fazer novas experiências no onze titular e no esquema de jogo. Ao final do treinamento este alagoano de 51 anos de idade disse que gostou do que viu.

Ainda com problema nas laterais, mais uma vez Ricardo Oliveira foi obrigado a improvisar jogadores na posição. Enquanto isso, Maurício corria na lateral do campo para aprimorar a forma. Darci mais uma vez não treinou. Isso pode significar que está fora da estréia contra o Legião, nesta quarta-feira, 16h00, no CAVE.

Ainda em construção, foi o primeiro treino na Cidade do Gato
Ainda em construção, foi o primeiro treino na Cidade do Gato

A programação prevê novo treinamento antes da estréia. O time deve se reunir pela manhã para novo treinamento na Cidade do Gato.

Pouco se sabe do adversário do Ceilândia. O Legião vem treinando intensamente sob o comando de Cláudio Adão. A equipe laranja evitou os jogos amistosos que tantos problemas causaram ao Gato.   Há poucos jogadores conhecidos no elenco.

Talvez o mais conhecido seja o atacante Genilson, mas muito mais por suas desventuras no futebol paulista. Outro jogador conhecido é o grandalhão Reginaldo, no alto de seus 1.90m de altura e com passagem pelo  Atlético Sorocaba-SP.   Luiz Felipe (FU) tem passagem pelo Itumbiara, futebol carioca e pelo exterior; já o atacante Lucas é  cria do futebol local (CFZ). Outros dois jogadores conhecidos são  Diego Henrique que  atuou no futebol gaúcho e Biro vindo do futebol carioca.

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E Ricardo Oliveira não gostou do que viu.

Ceilândia continua treinando no Rorizão
Ceilândia continua treinando no Rorizão

O Ceilândia treinou nesta segunda-feira em dois períodos. No período da manhã, a equipe esteve sob a responsabilidade do preparador físico Divino Ferreira. Na parte da tarde,  Ricardo Oliveira comandou trabalhos técnicos. Ausência sentida do goleiro Darci, poupado.

Após uma semana de trabalho e uma derrota, Ricardo Oliveira compareceu ao treinamento de hoje, no Rorizão, com uma constatação e uma idéia fixa na cabeça. A constatação é a de que há muito trabalho para fazer. A apresentação do time diante do Uberlândia mostrou um time acomodado e sem força para buscar o resultado. A constatação de Ricardo Oliveira parece óbvia. O Ceilândia não pode, em hipótese alguma, aceitar uma derrota passivamente. Não se pode aceitar uma derrota.

A idéia fixa na cabeça é simples: Ricardo Oliveira pretende fazer mudanças no elenco. Traduzindo para o bom português: Ricardo Oliveira acha que o time precisa contratar outros jogadores para suprir deficiências. Nessas circunstâncias há um problema: o campeonato começa em pouco mais de uma semana.  Como se trata, obviamente, de ações pontuais, pode ser que dê certo.

Darci não treinou nesta segunda.
Darci não treinou nesta segunda.

Outra face da moeda está no fato de que as contratações podem implicar dispensas. O mundo do futebol é competitivo: prevalecem os mais fortes. Um time de futebol precisa ser competitivo, simples assim. Nada, contudo, que uma vitória na estréia não possa mudar.

Enquanto isso Iranildo não treinou com o grupo. Fez trabalho de musculação. Iranildo ressente-se de uma carreira em que evitou tanto que pode o trabalho de reforço muscular. A idade tem cobrado seu preço. Quando estiver minimamente em condições, deverá ser muito útil.

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Crítica impiedosa!

Iranildo e Dimba: quem sabe com eles juntos?
Iranildo e Dimba: quem sabe com eles juntos?

É sempre ruim quando falam mal do seu time ou do seu trabalho. A crítica mineira foi particulamente impiedosa com o Ceilândia. Se no início da partida os mineiros destacavam o elenco do Ceilândia, apontado como um dos favoritos ao título do Campeonato Metropolitano, no decorrer da partida os elogios foram se transformando em crítica.

Aos primeiros sinais de desconfiança, narrador e comentarista da Rádio Vitoriosa foram pontuando que o time do Ceilândia parecia incomodado com as dimensões do gramado ou com o calor. Com o tempo, contudo, deixaram as palavras amenas de lado e foram especialmente ácidos: “esse time do Ceilândia se disputar a segundona do campeonato mineiro cai para a terceira”.

Os torcedores do Uberlândia não foram menos ácidos. Renato Rodrigues escreveu no Canal Uec: “Não quero desdenhar do time candango, mas eu esperava mais deles. Não foi um adversário que deu aperto para o Verdão, pouco atacou e nas poucas vezes que o fez foram bolas alçadas na área, fáceis para o goleirão Marcelo Cruz e para Felipe Sanches que o substituiu.”

Kelver Martins acrescentou: “… pense bem, o Ceilândia… pela barabaridade! pior time que ja vi jogar. Péssimo dos péssimos!”.

Nem assim o gol sai
Nem assim o gol sai

Ao final da partida, o técnico do Uberlândia, Eugênio Carlos, em entrevista a Rádio Vitoriosa,  preferiu falar das virtudes do seu time e acrescentou que facilmente o Uberlândia poderia ter feito quatro ou cinco gols.

O Ceilândia sabe que os resultados desses amistosos preparatórios nada valem. Por incrível que pareça, no início do segundo tempo, o time mostrou um mínimo de evolução com os dois meias avançados fazendo o que deveriam fazer o jogo inteiro: impedir que a transição da defesa para o ataque do adversário seja feita com facilidade. Isso durou cinco minutos!

Noventa por cento da partida foi travada entre a intermediária de defesa do Uberlândia e a entrada da grande área alvinegra. Parece evidente que o CEC está marcando muito atrás e que o Ceilândia tem um problema nas meias.

Nas vezes em que atacou, o CEC atacou com no máximo três jogadores. Parece evidente que os jogdores ainda não se movimentam como equipe. Por sorte os  jogadores sabem que o tempo está acabando e que quando for prá valer tudo muda. O mais importante para a torcida do CEC: se  nada der certo, quem sabe a entrada de Iranildo resolva?

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E Iranildo não viajou…

O Ceilândia já está em Uberlândia para o amistoso deste sábado, as 16h, contra o Uberlândia. Trata-se do último preparativo até o momento programado para o campeonato do Distrito Federal de 2012.

Iranildo: está difícil jogar
Iranildo: está difícil jogar

Depois de uma semana de trabalho conturbada após a derrota do último sábado, o Ceilândia trocou Marquinhos Bahia por Ricardo Oliveira. O novo treinador teve a felicidade de contar com Iranildo logo em seu primeiro dia de trabalho com bola. Isso gerou a expectativa de que o atleta pudesse viajar para Uberlândia, mas essa expectativa não se confirmou: mais uma vez Iranildo precisou ser poupado. Mais uma vez a estréia ficou para depois.

Iranildo foi contratado pelo CEC no começo do mês de janeiro. Na sua apresentação deu breves voltas pelo gramado. Em poucos dias de trabalho o atleta queixou-se de problemas no ciático e precisou de alguns dias de repouso. Retornou aos trabalho físico justamente no último sábado, quando novamente fez um trabalho físico leve. Ante a aproximação do campeonato, iniciou o trabalho com bola na última quarta-feira. A expectativa era grande de que estreasse, mas não vai ser hoje.

A dificuldade em contar com Iranildo preocupa ao torcedor. Embora compreenda que a Comissão Técnica esteja sendo extremamente profissional no trato com a equipe, com Iranildo em particular, o torcedor tem pressa, mas não quer ficar refém de um jogador. As constantes interrupções no trabalho de preparação apenas indicam as dificuldades que o CEC terá para contar com o atleta na plenitude de sua forma física. Esse não é o entendimento da comissão técnica. Para a comissão técnica Iranildo precisa de tempo para estar em condições e o trabalho está no dentro do cronograma. O problema é que a torcida já começa a ficar impaciente.

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Força máxima no último amistoso

Dimba tem sede
Dimba tem sede

O Ceilândia enfrentará nesse sábado, as 16h, no Parque do Sabiá, o time do Uberlândia. O time mineiro se prepara para o módulo 2 do Campeonato Mineiro. Já para o Ceilândia o amistoso será o último antes da estréia contra o Legião, programada para acontecer no dia 15 de fevereiro.

Cassius é dúvida
Cassius é dúvida

O técnico Ricardo Oliveira terá quase todos os  jogadores do elenco a disposição, dentre eles Iranildo e Dimba. O lateral Anchieta, recentemente contratado, integrou-se ao grupo, mas não deve jogar. Panda já voltou aos trabalhos físicos e talvez seja o único desfalque do time considerado titular. Cassius ainda é dúvida: o jogador deixou o campo na última partida após uma lesão no tornozelo direito.

Uma boa notícia é que Liel enfim teve o seu contrado registrado. Campeão com o CEC em 2010, o volante pode ser uma boa opção para Ricardo Oliveira.

A delegação deve viajar para o interior mineiro nesta sexta-feira para Uberlandia e retornar no domingo.

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Ricardo Oliveira quer ajustes

Divino Ferreira, preparador físico, Ricardo Oliveira e Adelson de Almeida no primeiro dia do treinador (Crédito: Marcus Pereira - Jornal de Brasília)
Divino Ferreira, preparador físico, Ricardo Oliveira e Adelson de Almeida no primeiro dia do treinador (Crédito: Marcus Pereira - Jornal de Brasília)

O técnico Ricardo Oliveira treinou o Ceilândia pela primeira vez nesta última quarta-feira. Foram 60 minutos de coletivo divididos em dois tempos de 30.  Ricardo Oliveira teve a oportunidade de ter contato com os jogadores e tirar algumas impressões.

A primeira impressão é a de que o elenco é muito pequeno. A segunda é que o CEC tem que correr contra o tempo, porque faltam 13 dias para o início da competição. Por sorte o Ceilândia estréia depois que os outros.

De fato o elenco tem se mostrado reduzido. O Ceilândia tem demonstrado que precisa de zagueiros, laterais e mesmo atacantes para compor o elenco. Panda, por exemplo, não poderá jogar nas primeiras rodadas da competição. Isso trás um problema porque no início dos trabalhos o CEC possuía Diego Morais, Eciene, Luiz Carlos Badhuga e Panda. Agora possui apenas Luiz Carlos e Eciene como opções imediatas para a estréia.

Cassius machucou-se diante do Capital. O CEC não tem uma opção com as mesmas características. De qualquer forma, a se tirar pelo trabalho mostrado em 2008, em que Ricardo Oliveira possuía um time de muita movimentação no ataque, é provável que Cassius fosse a opção numa situação em que precisasse mudar o estilo de jogo. Com eventual lesão, essa opção não mais existiria. Além do mais, é possível que um ou outro jogador pode deixar o elenco a qualquer tempo. É preciso estar preparado para essas situações.

IRANILDO VOLTOU

Ricardo Oliveira ganhou um presente logo em seu primeiro dia. Iranildo treinou nos primeiros trinta minutos do coletivo. Movimentou-se bem e mostrou que está clinicamente curado. É possível que Ricardo Oliveira utilize o jogador no último amistoso deste sábado, no Parque do Sabiá, diante do Uberlândia.

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