Tag: Juninho Goiano

Decisões infelizes

Um dos pontos controvertidos do jogo dessa sexta, entre Ceilândia e Brasília, foi a arbitragem.

Diz-se que uma boa arbitragem é aquela que passa despercebida. E esse foi o erro do árbitro do encontro.

A decisão de expulsar Juninho foi infeliz: em lances anteriores, a decisão foi diferente.
A decisão de expulsar Juninho foi infeliz: em lances anteriores, a decisão foi diferente.

Até o momento da expulsão de Juninho ocorreram diversos lances controvertidos. As as decisões até então tomadas eram coerentes uma com as outras.

A decisão de expulsar Juninho ainda, no primeiro tempo, destoou das demais. E por que destoou: porque em situações semelhantes, de entradas fortes ele não havia expulsado jogadores do Brasília.

Jeff Silva, fora do lance, foi agredido sem bola: apenas cartão amarelo pouco antes da expulsao de Juninho
Jeff Silva, fora do lance, foi agredido sem bola: apenas cartão amarelo pouco antes da expulsao de Juninho

No caso de Juninho há um agravante: ele bica a bola com uma das pernas e mantém o pé baixo. Sequer acerta o jogador do Brasília que, espertamente e qualquer um faria o mesmo, dobra o joelho e cai sobre Juninho.

Antes da expulsão, Pedro Ayub errou completamente a bola e acertou Gago, fazendo-o voar:  o adversário foi sequer advertido. Quando Jeff Silva foi agredido sem bola, e ele viu, o adversário foi punido apenas com cartão amarelo.

O fato é que, perdendo o jogo e com um homem a menos, o Ceilândia foi muito prejudicado. Jogo por jogo, contudo, parece óbvio que se havia mais coração do lado alvinegro havia mais futebol do lado alvirrubro.

Tribunal em campo: O que muda para o Ceilândia?

Em 2014, com direito a mando no Bezerrão, foram dois empates
Em 2014, com direito a mando no Bezerrão, foram dois empates

A Justiça Desportiva local enfim se reuniu para decidir alguns casos pendentes (e não são poucos).

Na seção desta última quinta-feira, o TJD resolveu marcar um novo jogo para o caso das chuteiras perdidas. Desse modo, Brasília e Formosa irão se enfrentar em campo.

Juninho combate Allan em 2012. Agora do mesmo lado
Juninho combate Allan em 2012. Agora do mesmo lado

Seguindo a mesma linha, o Tribunal manteve os pontos conquistados em campo pelo próprio Brasília em função da utilização do jogador Fernandinho.

Por fim, o Paracatu manteve os pontos da vitória sobre o Gama.

O que muda para o Ceilândia? Pouco. O Gato Preto sabe que tem que remar, utilizar os jogos faltantes para aproveitar a boa base e recuperar o prejuízo do início da competição.

Juninho combate Allan em 2012. Agora do mesmo lado
O jogo valia pela série D: vitória do CEC

Hoje, se as condições climáticas permitirem,  o time faz coletivo-apronto para o So-Cei de número 70.

A última vez que os dois times se enfrentaram no Augustinho Lima foi em julho de 2012.

Em jogo válido A5 da Série D Nacional, o Ceilândia venceu o Sobradinho por 3 x 2, num jogo que ficou marcado pela noite inspirada de Cassius e pelo dia  não muito inspirado do árbitro da partida.

 

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Adelson: “time precisa evoluir”

Juninho se movimenta: treino leve nesta quarta
Juninho se movimenta: treino leve nesta quarta

O preço do sucesso é a eterna vigilância, diriam alguns. No Ceilândia a preocupação com os últimos resultados é com a acomodação.

Com o avanço da competição, o nível muda. O que era bom na primeira rodada é apenas razoável na terceira e insuficiente na quinta.

Conversando com o CeilandiaEC o técnico Adelson de Almeida disse que os times estão alcançando o máximo de suas capacidades fisico e tecnicas.

Allan Dellon volta para esta reta final
Allan Dellon volta para esta reta final

Será campeão o time que se mostrar mentalmente mais forte e for capaz de retirar algo mais. Para ele, o Ceilândia mostrou que pode ser esse time por tudo que mostrou nas últimas rodadas, mas não pode se acomodar.

O Ceilândia fez ontem mais  um treino visando ao importante jogo deste final de semana, diante do Sobradinho. 

Maylon, 21 anos, voltante, integrado ao elenco
Maylon, 21 anos, volante, integrado ao elenco

Reunidos em meio-campo, os atletas fizeram um treino de toque e movimentação durante 60 minutos.

O técnico Adelson de Almeida não tem problemas para enfrentar o Sobradinho.Tales era o único jogador no DM: o atleta sofre com lesões musculares crônicas, ora aqui, ora acolá e ainda não estreou.

Maylon, volante,  21 anos, formado no futebol local pelo Cruzeir0-DF e com passagem pelo time sub-20 do Holanda-AM, é o único reforço para essa reta final.

 

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O Maestro dá as cartas

França tem crescido tecnicamente. Ainda há quem diga que precise estar mentalmente forte
França tem crescido tecnicamente. Ainda há quem diga que precise estar mentalmente forte

Allan Dellon fez uma partida impecável na tarde desta quarta-feira e deu a vitória ao Ceilândia sobre o Gama por 1 x 0

Foi uma vitória incontestável. A rigor, o Gama equilibrou o jogo apenas nos últimos trinta minutos do primeiro tempo e à custa de um estilo de jogo que privilegiava as faltas táticas em detrimento do volume de jogo.

Gilson foi mal no primeiro tempo, mas acertou-se no segundo: ganhando ritmo de jogo
Gilson foi mal no primeiro tempo, mas acertou-se no segundo: ganhando ritmo de jogo

Não que o Ceilândia tenha sido um primor em termos de volume de jogo. Absolutamente esta não é a característica do time.

O Gato Preto, contudo, mostrou que sabe marcar bem e que melhorou muito o último passe. Elvis tem dado uma dinâmica muito boa à equipe, enquanto que Allan Dellon tem sido eficiente no último passe.

Gago fez a sua melhor partida pelo Alvinegro: talvez o melhor homem em campo
Gago fez a sua melhor partida pelo Alvinegro: talvez o melhor homem em campo

Os primeiros minutos de jogo foram inteiramente do Ceilândia. O alvinegro perdeu seguidas oportunidades com Cassius (duas vezes), Gilson e Elvis.

À medida em que a partida caminhava, havia sempre o temor de que o futebol castigasse.

Allan Dellon comemora com Thiaguinho:  depois foi expulso injustamente
Allan Dellon comemora com Thiaguinho: depois foi expulso injustamente

O Gama equilibrou na reta final do primeiro tempo, muito à custa das seguidas faltas táticas. O Ceilândia chegou a se incomodar com a estratégia do adversário. O jogo ficou picado. A rigor, contudo, França não trabalhou.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia pressionou o Gama contra o seu campo de defesa. Foi jogo de um time só.

Jeff Silva estreou pelo Ceilândia: muita disposição sob os olhos do comandante
Jeff Silva estreou pelo Ceilândia: muita disposição sob os olhos do comandante

Apesar do domínio e da iniciativa, o Ceilândia não criou oportunidades claras de gol, embora tenha tido chances com Allan Dellon, Gilson e Cassius.

Coube a um lance fortúito definir a partida: no cruzamento, Cassius ajeitou para trás. Allan Dellon bateu e venceu a meta alviverde.

Após o gol, esperava-se que o Gama fosse ao ataque. Não foi o que ocorreu. O Ceilândia continuou a controlar o jogo.

Tudo poderia ter mudado  quando Allan Dellon foi injustamente expulso pela arbitragem.

Cassius recuou para fechar o meio de campo depois da expulsão de Allan Dellon
Cassius recuou para fechar o meio de campo depois da expulsão de Allan Dellon

Com um a menos, o Ceilândia abdicou do ataque, mas ainda assim enfrentou um alviverde sem inspiração e controlou o resultado até o apito final.

Com a vitoria, o Ceilândia chega aos 13 pontos. Ainda não é a classificação ideal, mas ao menos está próxima daquela que se esperava de uma equipe com tais predicados.

Não há tempo para comemoração, nem motivos. No próximo sábado, o Gato Preto enfrenta o Brasiliense. Duelo dos únicos campeões do DF dos últimos anos.

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Gato vence Ceilandense e faz o dever de casa

Cassius fez o primeiro do Gato
Cassius fez o primeiro do Gato

É absolutamente incomum que o Ceilândia vença uma partida com dois gols de penalti, mas aconteceu e poderia ter sido mais!

Jogando na tarde deste sábado chuvoso, o Gato Preto venceu a Ceilandense por 3 x 0, resultado que se não muda em nada a posição do Ceilândia na competição, ao menos permite que respire.

Elvis aproveitou bela jogada de Alisson e fez o segundo
Elvis aproveitou bela jogada de Alisson e fez o segundo

Foi um jogo de um time só. O Ceilândia teve o controle da partida, marcando o adversário desde o campo ofensivo.

O primeiro gol surgiu em penalti sofrido por Allan Dellon. Cassius bateu no canto esquerdo do goleiro para abrir o marcador.

O Maestro voltou e tambem fez o dele
O Maestro voltou e tambem fez o dele

Não demorou muito e Alisson fez bela jogada pela esquerda e serviu Elvis que bateu com categoria para fazer 2 x 0.

Desacostumado a tamanha vantagem,  o CEC aguardou o término do primeiro tempo.

Passado e presente: estranho ver Daniel com outra camisa que nao a alvinegra
Passado e presente: estranho ver Daniel com outra camisa que nao a alvinegra

Veio o segundo tempo e o Ceilândia demonstrou claramente que a vantagem lhe atendia. O jogo ficou monótono no melhor estilo o Ceilândia não quer e a Ceilandense não conseguia jogar.

Isso não significa que tenha faltado emoção. A Ceilandense em nenhum momento ameaçou a meta alvinegra.

Here empurado: penalti do terceiro gol
Here empurado: penalti do terceiro gol

Enquanto isso, o Ceilândia cansou de errar gols. No mais fantástico desses erros, Alisson não respeitou a bola e errou um gol feito.

Nos minutos finais, Adelson de Almeida colocou Gilmar Herê no lugar de Cassius. O atacante fez boa jogada com Alisson e foi empurrado na área. Penalti que Allan Dellon bateu com perfeição para dar números finais ao jogo.

Franca novamente nao sofreu gol
Franca novamente nao sofreu gol

O resultado não muda a posição do Ceilândia. Ao menos o Gato Preto afastou-se da parte de baixo da tabela antes de começar a maratona contra os primeiros colocados.

Se há uma evolução, e há, será colocada à prova. A primeira delas  em Luziania.Em meio a alegria de todos, um jogador destoava. Renato conversou com o CeilandiaEC. Confessou que nao foi bem, mas admitiu que estava feliz pelo time haver vencido. Vida que segue…

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Temporariamente no G8

CEC tem tabela complicada pela frente
CEC tem tabela complicada pela frente

Se a quarta rodada trouxe a primeira vitória do Ceilândia, também confirmou que a situação do Ceilândia não é nada fácil.

A oitava colocação, pouco para o que o time apresentou nos últimos dois jogos, é apenas provisória. O Gato Preto não joga no meio de semana, ao tempo em que  a rodada se completa.

Adelson não costuma mexer no intervalo. Então, situação de Herê preocupa
Adelson não costuma mexer no intervalo. Então, situação de Herê preocupa

O Ceilândia tem uma sequencia problemática ( Ceilandense, Luziania, Gama, Brasiliense, Sobradinho e termina contra o Capital). O time costuma crescer nessas horas.

O elenco se reapresenta hoje para trabalhos de avaliação física e treino leve. Gilmar Here saiu no intervalo. Adelson não costuma mexer nesses momentos. Pode preocupar. Tavares foi expulso e é desfalque certo.

Enfim, a primeira vitória em 2014

Pela primeira vez no ano, a defesa não sofreu gol
Pela primeira vez no ano, a defesa não sofreu gol

O Ceilândia enfim venceu em 2014. Não foi brilhante, mas venceu.

O jogo foi muito equilibrado. As equipes alternaram bons e maus momentos na partida. Desta vez, como fora diante do Brasília, o Ceilândia foi consistente defensivamente. França pouco trabalhou. Foi exigido apenas em bolas paradas.

No gol de Cassius, a comemoração de Caio Chulapa
No gol de Cassius, a comemoração de Caio Chulapa

Em um jogo tão igual, a primeira chance viria em uma bola parada. Escanteio e Cassius cabeceou para abrir o marcador aos 34 do primeiro tempo.

Depois de fazer o gol, o Ceilândia desarticulou-se na função desempenhada por Gilmar Herê e Alisson. O Paracatu saía com a bola dominada em seu campo de defesa. Por sorte, rondava, rondava, rondava e não concluía.

Alisson cansou ainda no primeiro tempo, mas foi importante enquanto teve pernas
Alisson cansou , mas foi importante enquanto teve pernas

Veio o segundo tempo e Adelson mexeu no time, colocando Valdinei no lugar de Gimar Herê. A mudança era essencialmente tática.

Os dez primeiros minutos foram do Paracatu. O Ceilândia dominou os dez minutos seguintes. Foi quando poderia ter ampliado, mas a bola não chegou em Valdinei, na primeira, e, na segunda, Cassius acertou a trave.

No contra-ataque, CEC poderia ter ampliado, mas as chances foram poucas
No contra-ataque, CEC poderia ter ampliado, mas as chances foram poucas

O jogo ficou truncado até o final: o Ceilândia controlava o Paracatu. Chances de gol? Nenhuma, para qualquer lado.

Para dizer que não houve emoção, houve duas expulsões, uma para cada lado (Tavares do Ceilândia foi expulso após trocar agressões com adversário).

Adelson conduz o time para o agradecimento final
Adelson conduz o time para o agradecimento final. Enfim o time interagiu com a torcida

No final, o comandante Adelson de Almeida discretamente cerrou os punhos e comemorou a vitória. Exigiu que o time fosse ao centro do campo e agradecesse por, depois de dois meses de trabalho árdu0, haver conquistado a primeira vitória.

O resultado tira o Gato Preto da última colocação e dá esperança de dias melhores.

 

 

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A batalha agora é em Ceilândia

O desafio de vencer!

Renato foi uma das novidades contra o Brasilia. Em 2013, importante na vitória em Unaí
Renato foi uma das novidades contra o Brasilia. Em 2013, importante na vitória em Unaí

O Ceilândia vai colocar à prova, hoje, às 16h, no Estádio Regional de Ceilândia, se o empate contra o Brasília foi um acidente ou se o time efetivamente deixou a série de derrotas para trás.
Sem ter vencido em 2014, são sete jogos, o Gato Preto, antes apontado como um dos favoritos, enfrenta o Paracatu em um jogo absolutamente importante.

Alisson mostrou contra o Brasília uma maturidade que ainda não mostrara. Também esteve em Unaí em 2013.
Alisson mostrou contra o Brasília uma maturidade que ainda não mostrara. Também esteve em Unaí em 2013.

O técnico Adelson Almeida fez várias mudanças contra o Brasília. Ganhou uma solução e um problema.
A solução está no fato de que quem entrou mostrou que não fica devendo a quem saiu.

Os meninos estavam em Unaí em 2013 na vitória por 4 x 2. Hoje, terão prova de fogo
Os meninos estavam em Unaí em 2013 na vitória por 4 x 2. Hoje, terão 90 minutos de prova de fogo

O problema é que vai precisar de todo mundo, mas nessas horas alguém que não está sendo utilizado sempre espana e a motivação já não é a mesma. Os meninos ganharam o lugar justamente porque os mais rodados não trouxeram resultado.
Já escaldado, Adelson segue em frente e não terá problema em tomar decisões adequadas ao momento.

Alisson ganha da defesa do Brasília: CEC teve uma oportunidade e a aproveitou
Alisson ganha da defesa do Brasília: CEC teve uma oportunidade e a aproveitou

O clima melhorou muito com o último resultado, mas o time precisa melhorar. Mais que isto, o Ceilândia precisa vencer.
O Ceilândia sofreu gol em todas as partidas que disputou neste ano. A defesa mostrou evolução no último jogo, particularmente o meio de campo, muito mais participativo defensivamente com Alisson e Elvis.

Contra o Brasilia, França foi exigido apenas em chutes de longa distância
Contra o Brasilia, França foi exigido apenas em chutes de longa distância

Ao voltar para buscar o jogo, Alisson deu uma alternativa que o Ceilândia antes não possuía. Elvis ainda foge um pouco do contato, mas é inteligente na aproximação e no toque de primeira. Com isso, Chulapa e Juninho Goiano subiram de produção. De quebra, Badhuga voltou a ser consistente defensivamente e isso também ajudou a Claudio Luiz, em busca de ritmo de jogo.

O time ainda sofre um pouco com a consistência de seu jogo ofensivo, mas convenhamos que a vida do Gato Preto sempre foi assim: muito sofrimento.

A batalha agora é em Ceilândia
A batalha agora é em Ceilândia

Além do mais, Gilmar Herê e Tavares mostraram  muita determinação e determinação é o que o time vai precisar hoje, não apenas em uns poucos minutos, mas nos noventa e quem sabe manter essa determinação até dez minutos depois do árbitro encerrar a partida (nunca se sabe o que pode acontecer, mas se acontecer é necessário estar pronto!)
Então, para hoje, também teremos sofrimento e que assim seja!

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Sofrimento sem fim… CEC 1×2 Santa Maria

Gol de Allan Dellon não foi o suficiente: desta vez o problema não foi o meio
Gol de Allan Dellon não foi o suficiente: desta vez o problema não foi o meio

O Ceilândia continua sem vencer em 2014. Jogando hoje à tarde no Estádio Bezerrão, o Ceilândia foi derrotado pelo Santa Maria por 2 x 1.

Foi a quarta derrota consecutiva do Gato Preto; a primeiro vitória do Santa Maria em sua história na primeira divisão.

Time jogou mais compacto, mas falhas individuais selaram a derrota
Time jogou mais compacto, mas falhas individuais selaram a derrota

Tal qual prometera, Adelson fez apenas uma substituição no time de linha. A surpresa, contudo, foi na troca do goleiro: nem França ou Pedro, Leonardo. Nos últimos quatro jogos foram três goleiros diferentes !

O Gato Preto começou o jogo dando a impressão que venceria, que seria uma questão de tempo aproximar-se da meta adversária. Foi só a impressão.

Lucas bate equilibrado: Juninho e Gago poderiam ter evitado
Lucas bate equilibrado: Juninho e Gago poderiam ter evitado

Aos nove minutos, Lucas recebeu na lateral direita de defesa do Ceilândia, cortou para o centro e abriu o marcador. A falha defensiva, permitindo que o adversário chegasse inteiro no lance contribuiu decisivamente para o gol adversário.

O primeiro tempo seguiu sem maiores emoções, salvo a clara chance de Allan Dellon, teve um ou outro chute de grande distância do Santa Maria.

Thiaguinho enfim fez boa partida, mas ainda longe do ideal
Thiaguinho enfim fez boa partida, mas ainda longe do ideal

Veio o segundo tempo e o CEC tomou a iniciativa do jogo. Aos cinco, Dudu Gago sofreu falta que Allan Dellon cobrou com maestria empatando o jogo.

Esperava-se que o Ceilândia mantivesse o ritmo e virasse o jogo. Não foi o que aconteceu: aos 19, Leonardo saiu mal do gol. Na sequencia, Robson cabeceou livre desempatando o jogo.

Três do Ceilândia contra o goleiro: Allan Dellon perdeu!
Três do Ceilândia contra o goleiro: Allan Dellon perdeu!

Seria injusto dizer que o Ceilândia partiu para o ataque tal qual o fez na derrota para o Legião. Não o fez.

Hoje, as chances criadas (e não foram poucas) foram fruto de um trabalho minimamente articulado. Isso talvez seja a coisa positiva da partida de hoje.

O meio esteve melhor, mas a defesa comprometeu
O meio esteve melhor, mas a defesa comprometeu

De qualquer forma, há sempre quem diga que o que houve de positivo deve-se à fragilidade do adversário.

O fato é que não deu.  O Ceilândia  troca o glamour do favoritismo pela dura realidade da última colocação.

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Adelson não muda: “sei o time que tenho!”

Cassius é o artilheiro do time no ano: dois gols e um penalti perdido
Cassius é o artilheiro do time no ano: dois gols e um penalti perdido

O Ceilândia encerra a sua preparação para enfrentar o Santa Maria com indicação de que não haverá mudanças no time principal. Cogita-se que Adelson faça no máximo uma mexida na defesa com a entrada de Wisman no lugar de Valdinei.

De acordo com o treinador a semana de trabalho foi produtiva. Houve um aumento na intensidade dos treinamentos, algo que acontece naturalmente com o início da competição e ainda mais depois de uma derrota inesperada.

CEC com obrigação de vencer
CEC com obrigação de vencer

As maiores mudanças foram de ordem tática,mais precisamente de posicionamento dos jogadores do meio (Juninho Goiano, Goeber, Thiaguinho e Allan Dellon).

No mais, Adelson descartou qualquer mudança. Conforme o técnico, os tropeços fazem parte do processo de amadurecimento do time. O técnico finaliza afirmando que o elenco mostrou que tem condições de atender às expectativas da torcida e do mundo do futebol.

O Ceilândia joga amanhã contra o Santa Maria, no Bezerrão, às 16h00.

 

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Adelson procura soluções

Alisson enfrenta o paredão: bola volta rápida, sem tempo para se organizar
Alisson enfrenta o paredão: bola volta rápida, sem tempo para se organizar

O técnico Adelson de Almeida sacou Thiaguinho no intervalo do jogo contra o Legião. No esquema de Adelson, Thiaguinho ora recompõe a proteção com os volantes, ora se soma a Allan Dellon e Alisson no ataque.

Na prática, Thiguinho não conseguiu fazer uma coisa ou outra. Em seu lugar entrou Chulapa que simplificou um pouco mais e cuidou essencialmente da proteção. De vez em quando se aventurava ao ataque.

Juninho, Alisson, Thiaguinho e Allan Dellon: poucas vezes estiveram próximos
Juninho, Alisson, Thiaguinho e Allan Dellon: poucas vezes estiveram próximos

Adelson deve estar considerando várias opções, inclusive jogar com dois atacantes. Outra opção seria a entrada de Gilmar Herê, atacante pelos lados de boa velocidade.

Há pontos positivos e negativos nessa escolha. A entrada de Gilmar Herê não resolve um problema básico do time: a bola continuará viva, indo e voltando do ataque com muita velocidade. Isso tem dividido o time em defesa e ataque e prejudicado o meio.

No treino coletivo desta tarde, Adelson tende a mexer o mínimo possível na equipe. Além do trabalho de formação, Adelson ainda tem o trabalho de preparar a equipe mentalmente para enfrentar o momento atual de transição entre o conceito que o time tem de si próprio e a realidade da competição.

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