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Daniel Guerreiro fez o primeiro e o terceiro gols do Ceilândia

Gato Preto vence antes da estréia no Brasileiro D-2018

Gilmar Baiano é uma das novidades do Ceí na D-2018: muda a maneira do Gato Preto jogar
Gilmar Baiano é uma das novidades do Ceí na D-2018: muda a maneira do Gato Preto jogar

O Ceilândia apresentou à sua torcida o elenco que disputará o Campeonato Brasileiro da Série D 2018. Em jogo-treino disputado na tarde deste sábado, no Regional de Ceilândia, o Gato Preto venceu o Pirapora FC, time da  cidade homônima mineira e que trabalha para  disputar o módulo II do Campeonato Mineiro.

Sistema defensivo, com Cocada (imagem) e Cauê, permanece inalterado.
Sistema defensivo, com Cocada (imagem) e Cauê, permanece inalterado.

A torcida alvinegra que foi ao  Abadião na tarde deste sábado viu um time alvinegro quase que completamente mudado do meio para o ataque. O quase unipresente Emerson Martins não se fazia presente. Daniel, Gilmar Baiano e Willian eram novidades. Três jogadores e um Ceilândia completamente diferente em sua maneira de jogar.

Wendel teve pouco trabalho
Wendel teve pouco trabalho

O Ceilândia não começou bem. Demorou um pouco para conter o entusiasmo do Pirapora e para superar os próprios erros. Erros que quase permitiram ao adversário sair à frente no marcador. Aos poucos, contudo, o Ceilândia foi assumindo as rédeas do jogo.

Adelson manteve a estrutura defensiva do Ceilândia. Kasado conquistou a confiança do treinador
Adelson manteve a estrutura defensiva do Ceilândia. Kasado conquistou a confiança do treinador

Ao assumir o controle do jogo, o Ceilândia chegou aos gols. Os gols vieram em 15 minutos. Aos 14, Daniel fez de cabeça. Aos 18, Kabrine cobrou penalti e fez 2 x 0. Aos 30, o mesmo Daniel fez 3×0. E parou por aí.

Daniel Guerreiro fez o primeiro e o terceiro gols do Ceilândia
Daniel Guerreiro fez o primeiro e o terceiro gols do Ceilândia

Seria muito esperar que o Ceilândia apresentasse um time pronto e acabado. O que se viu é que o time teve um ganho com as novas contratações e que vieram para somar. Também se viu que ainda há muito caminho pela frente. Sábado, 16h, estréia na Série D e o Gato Preto já começa precisando vencer porque a tabela não lhe será favorável.

 

 

Depois de Bolamense, Ceilândia terá pela frente o Paranoá

Gato já se prepara para enfrentar o Paranoá. FFDF e CBF divulgam tabelas

Sequencia de jogos do Ceilândia
Sequencia de jogos do Ceilândia

A FFDF publicou em seu site as datas dos jogos restantes, agora incluindo a data do jogo entre Ceilândia e Brasiliense. Com isso, a última rodada da fase de classificação passa para o meio de semana e a primeiro rodada do mata-mata para o fim de semana seguinte.

Serie D: Tabela deve sair hoje. Preocupação com a logistica das longas viagens
Serie D: Tabela deve sair hoje. Preocupação com a logistica das longas viagens como para Sinop.

No plano nacional, a CBF promete divulgar ainda nesta terça a tabela básica da Série D 2018. Na cidade do Gato existe expectativa com relação aos adversários e, mais que isso, preocupação em evitar longas viagens. A maior preocupação está em ficar ao lado de Corumbaense e Sinop porque a logistica para estas cidades é complicado ao somar, nos dois casos,  sete horas de viagem de ônibus à viagem de avião.

Emerson Martins: Um dos destaques do time,  discreto contra Bolamense
Emerson Martins: Um dos destaques do time, discreto contra Bolamense

Voltando ao plano local, o Ceilândia se reapresentou nesta segunda visando o jogo desta quarta contra o Paranoá. O campeonato começa a se afunilar e todo o cuidado agora é pouco. No momento, o Ceilândia está na quarta posição com 10 pontos. Também com 10 pontos estão Brasiliense, Real e Luziânia. Qualquer tropeço pode custar caro.

Depois de Bolamense, Ceilândia terá pela frente o Paranoá
Depois de Bolamense, Ceilândia terá pela frente o Paranoá

A princípio Adelson não deve ter problemas para escalar a equipe que não aqueles já conhecidos. Kabrine já figurou no banco no último final de semana. Formiga vivia um bom momento, talvez o seu melhor momento com a camisa do Ceilândia, mas deve continuar de fora.

 

Adriano deu passe para o segundo gol e poderia ter feito o terceiro

Ceilândia passa pelo Formosa: 3 x 0

Adelson optou por Jefferson e deixou Cauê no banco.
Adelson optou por Jefferson e deixou Cauê no banco.

O Ceilândia conquistou a sua primeira vitória no Candangão 2018. Jogando na tarde desta quarta no Abadião, o Gato Preto precisou usar da paciência para furar a retranca adversária.

Didão foi discreto na maior parte do tempo e abriu o caminho para a vitória
Didão foi discreto na maior parte do tempo e abriu o caminho para a vitória

O primeiro tempo foi disputado em banho-maria. O Ceilândia teve a quase totalidade da posse de bola, mas se resumia a trocar passes no próprio campo de defesa. O Formosa não queria atacar, o Ceilândia não conseguia.

Vavá deu muito trabalho para a defesa do Formosa. Esta parou no travessão
Vavá deu muito trabalho para a defesa do Formosa. Esta parou no travessão

Apesar das dificuldades encontradas no primeiro tempo, o Ceilândia ainda consguiu criar duas boas situações de gol. Na primeira, bela jogada pela esquerda de ataque e o passe sob medida para Emerson Martins bater forte da entrada da área para boa defesa de Pedro. 

Formiga foi muito importante. Primeiro taticamente e depois quando fez o segundo gol do Ceilândia
Formiga foi muito importante. Primeiro taticamente e depois quando fez o segundo gol do Ceilândia

Na segunda oportunidade, Vavá, que deu muito trabalho para a defesa goiana, cabeceou no travessão.

O time voltou para o segundo tempo com Adriano no lugar de Kasado. Adelson recuou Emerson Martins e com isso tentava resolver o problema da transição. 

Adriano deu passe para o segundo gol e poderia ter feito o terceiro
Adriano deu passe para o segundo gol e poderia ter feito o terceiro

Não demorou  e o Ceilândia fez 1 x 0. Escanteio cobrado por Kabrine e Didão desviou para o fundo do gol logo aos 6. Com a vantagem, o Ceilândia passou a dar espaços para o Formosa. O time goiano aproveitou-se da falha na marcação e passou a rondar a área alvinegra. Adelson, por sua vez, insistia para que o time subisse a marcação. 

oportunidade do Formosa, o penalti parou na trave
Na melhor oportunidade do Formosa, o penalti parou na trave

O segundo gol do Ceilândia veio quando o Formosa tentava sair para o jogo. Com isso, também deixou espaços. Adriano fez belo lançamento para Formiga que ganhou a dividida com Pedro e tocou para o fundo do gol.

Elivelto deu força ao ataque pela esquerda
Elivelto deu força ao ataque pela esquerda

Após o segundo gol o Ceilândia assumiu o controle do jogo por completo. As oportunidades de gol foram se sucedendo até que Gustavo Gago, aos 40 fez o terceiro. Antes contudo, sobrou emoção.

Gago estufa a rede: Ceilândia 3 x 0
Gago estufa a rede: Ceilândia 3 x 0

O Formosa teve a chance de diminuir na cobrança de penalti. A bola explodiu no poste direito de Wendell e, no contra-ataque, o Ceilândia matou o jogo.

No próximo domingo o Ceilândia vai a Luziânia enfrentar o Real.

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Em 2012, o CEC não respeitou o CENE e saiu de campo castigado

Copa Verde 2017: Ceilândia volta a Dourados

Em 2016, vitória sobre o Comercial por 2 x 0
Em 2016, vitória sobre o Comercial por 2 x 0 pelo Campeonato Brasileiro, Série D

O Ceilândia volta a Dourados, Mato Grosso do Sul, nesse domingo. O adversário da vez é o 7 de Setembro, time da cidade pantaneira, atual campeão estadual. Será o terceiro adversário diferente que o Gato Preto enfrentará em Dourados nos últimos 5 anos.

Em 2012, o Ceilândia entrou acomodado em campo e foi derrotado pelo CENE por 3 x 1, jogo válido pelo Campeonato Brasileiro da Série D. Em 2016, pela mesma competição, o CEÍ também já estava classificado quando enfrentou o Comercial. Dessa vez, respeitou o adversário e, embora não tenha feito uma grande partida, venceu o seu adversário por 2 x 0.

Ceilândia x Cene, em 2012, foi realizado em Dourados: Gato perdeu por 3 x 1
Ceilândia x Cene, em 2012, foi realizado em Dourados: Gato perdeu por 3 x 1

O time do Sete foi completamente reformulado para 2017. O time sulmatogrossense se reapresentou um pouco depois que o Ceilândia para a temporada 2017. Na última terça-feira, fez o seu último amistoso na fase de preparação, partida em que demonstrou evolução em relação aos jogos-treinos anteriores, mas foi derrotado pelo Novoperário por 1 x 0.

No elenco do Sete há dois jogadores com passagem pelo futebol do Distrito Federal: Mariano Cusano, 26 anos, argentino que teria jogado pelo Santa Maria, e o zagueiro Neto, 31, que atuou pelo Brasiliense entre 2004 e 2006 e no ano passado.

 
Em 2012, o CEC não respeitou o CENE e saiu de campo castigado
Em 2012, o CEC não respeitou o CENE e saiu de campo castigado

O jogo deste domingo será a primeira partida oficial tanto de Ceilândia quanto de Sete. O técnico Adelson de Almeida sabe que o time ainda não está maduro. O treinador destaca dois aspectos para este domingo: o fato de o Ceilândia ter mantido uma base de 2016 e ter iniciado a preparação um pouco antes que o adversário. 

Nesta quinta-feira, o Gato Preto fará o seu treino-apronto para a partida. O time viaja no sábado para Dourados.

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Didão deve ser opção contra o Comercial

Dúvidas contra um Comercial inteiro

Comercial volta a enfrentar o Ceilândia: agora como mandante
Comercial volta a enfrentar o Ceilândia: agora como mandante

O técnico Adelson de Almeida ainda não definiu o substituto de Willian para a importante partida deste domingo contra o Comercial de Mato Grosso do Sul.
Adelson de Almeida sabe que terá um jogo perigoso pela frente. O Comercial, sem a pressão do resultado, já demonstrou diante da Aparecidense (nos dois jogos) e na vitória sobre o Araguaia que pouco lembra aquele time do começo da competição.

Didão deve ser opção contra o Comercial
Didão deve ser opção contra o Comercial

A idéia é não mudar a forma de jogar. Adelson não tem suplente com as mesmas características de Willian. Filipe Cirne, um dos destaques do Ceilândia nos últimos dois anos é o que mais se aproxima, mas vem de longo tempo de inatividade.
Kabrine tem um estilo de jogo diferente e tem entrado frequentemente.
O Ceilândia tem o problema de administrar cartões. A idéia é não correr riscos desnecessários para os confrontos de mata-mata.
A notícia boa é que Didão, recuperado de lesão, deve estar à disposição de Adelson.

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Quebra-Cabeças

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A semana será curta para o Ceilândia. O jogo  contra o Comercial-MS, que seria disputado em Campo Grande-MS, foi transferido para Dourados, quase na fronteira com o Paraguai.

Serão 230 quilômetros a mais. Toda a logística terá que ser readequada.

Na bagagem, o Ceilândia levará diversas incertezas. A principal está em relação a seu adversário da segunda fase. É praticamente impossível fazer-se um prognóstico. Os times que jogaram fora na última rodada decidirão em casa. Então, a tabela de classificação deve mudar completamente. O Ceilândia precisa vencer e esperar para ver.

No elenco, o Ceilândia tem um desfalque certo: o artilheiro Willian recebeu o terceiro cartão amarelo e está fora do jogo contra o Comercial-MS. Adelson não tem jogador com as mesmas características.

As opções são Kabrine e Filipe Cirne. Willian tem o que é de melhor de cada um. A opção mais lógica seria Filipe Cirne, que se apresenta mais a frente para fazer o gol. O problema é que, com Kabrine, o Ceilândia sobe mais compacto, ao passo em que Filipe Cirne acelera o jogo.

Em compensação, Filipe Cirne se apresenta mais ao ataque do que Kabrine. Kabrine compõe melhor, mas Filipe Cirne tem ofensivo melhor (assistência e gols). Em outras palavras: Adelson terá problemas para definir.

 

 

Ceilândia vence Araguaia-MT e fica mais próximo da classificação

Willian sofreu com a marcação individual: perdeu esse gol feito
Willian sofreu com a marcação individual: perdeu esse gol feito

O Ceilândia não repetiu as atuações anteriores. Ainda assim, saiu do Regional com uma importante vitória sobre o Araguaia, jogo válido pela quarta rodada do Grupo A10 da Série D 2016.

O Ceilândia não foi o Ceilândia das primeiras partidas da Série D. Nas partidas anteriores, o Ceilândia dividiu a iniciativa do jogo com o adversário e teve em Klécio, Willian e Matheuzinho suas referências. Hoje, o Ceilândia resolveu fazer um jogo de paciência com o Araguaia.

Baiano fez o primeiro gol alvinegro
Baiano fez o primeiro gol alvinegro

O jogo começou burocrático. O Araguaia precisava do resultado, mas não tinha força para jogar no campo do Ceilândia. O Ceilândia, a seu turno, desejava atrair o Araguaia para o seu próprio campo de defesa.

O que se viu foi que os dois times não se lançavam ao ataque, trocavam a bola nas suas linhas de defesa, sem muita inspiração. Ninguém se prontificava a forçar o erro do adversário. Ambos os times esperavam pelo erro.

Klecio perdeu esse: juntamente com Willian e Matheuzinho, Klécio fez uma partida abaixo das anteriores
Klecio perdeu esse: juntamente com Willian e Matheuzinho, Klécio fez uma partida abaixo das anteriores

Obviamente o Ceilândia é um time superior tecnicamente ao Araguaia. Em situações normais, o Ceilândia provavelmente seria mais eficiente que o adversário. Foi o que ocorreu.

Aos 15 minutos, Willian saiu cara-a-cara com o goleiro adversário e perdeu grande chance. Três minutos depois, Baiano fez o primeiro gol da partida encobrindo o guarda-metas adversário.

Wallace teve uma partida tranquila: defesa, no geral, pouco exigida
Wallace teve uma partida tranquila: defesa, no geral, pouco exigida

Esperava-se que o Araguaia saísse para o jogo, mas não saiu. O Ceilândia estava visivelmente acomodado com a vantagem no marcador e foi cozinhando a partida. Aos 40 minutos ocorreu aquilo que mudaria o tom da partida na segunda etapa: Didão se machucou e foi substituído por Kabrine. Adelson recuou Baiano para a função.

O Ceilândia foi para o intervalo cômodo com a vantagem. Aos olhos do torcedor incomodava o fato de que o Ceilândia aparentava estar com o espírito desarmado ante a falsa resignação do adversário.

Didão saiu: time ficou mais exposto
Didão saiu: time ficou mais exposto

Veio o segundo tempo e o Araguaia voltou melhor. Não que criasse situações claras de gol, mas pelo fato de que chegava mais próximo da grande área alvinegra. O espírito desarmado do Ceilândia cobrava-lhe um preço, deixando que o Araguaia tomasse a iniciativa do jogo.

A sorte é que o Ceilândia vive um bom momento. Aos 8 minutos, Kabrine aproveitou rebote dentro da área e fez um belo gol: Ceilândia 2 x 0.

Wanderson entrou para rearrumar o meio
Wanderson entrou para rearrumar o meio

Esse gol fez muito mal ao Ceilândia. O alvinegro simplesmente passou a assistir o Araguaia jogar. O castigo não demorou muito: aos 18, Marcelo diminuiu.

Adelson possivelmente já antevia o gol adversário. Tanto é verdade que já se preparava para colocar Wanderson no lugar de Matheuzinho, completamente anulado pela defesa adversária. Foi isso que fez. Também tirou Willian, que sofreu muito com a marcação individual, e colocou Formiga.

Gilvan deu números finais ao jogo
Gilvan deu números finais ao jogo

O fato é que o Araguaia não tinha força para buscar o empate. O Ceilândia voltou a equilibrar a partida. Aos 39, Gilvan saiu cara  a cara com Simão, driblou o goleiro e deu números finais ao marcador: Ceilândia 3 x 1.

O resultado em si mesmo é muito bom. O Ceilândia chega a 9 pontos e está em boas condições de se classificar. A questão agora está em saber como o time se comportará contra a Aparecidense no próximo sábado. O jogo praticamente vale o primeiro lugar da chave.

Ceilândia jogou com Artur, Gabriel, Mario Henrique, Wallace, Baiano, Badhuga, Didão (Kabrine), Klécio, Willian (Formiga); Matheuzinho (Wanderson) e Gilvan.

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Ceilândia sofre, passa pelo Brasiliense e está na final

Gabriel tenta: punido pelo destino
Gabriel tenta: punido pelo destino em um pênalti muito contestado pelos alvinegros

O Ceilândia está na final. Foi sofrido como há que ser quando se trata de Ceilândia.

O jogo começou a mil por hora. O Brasiliense assumiu a iniciativa da partida, mas o Gato Preto era valente e devolvia na mesma toada. A verdade é que foi um começo equilibrado.

Léo não alcançou, Clécio também e o Brasiliense fez 1 x 0
Léo não alcançou, Clécio também e o Brasiliense fez 1 x 0

Quando o Ceilândia já respirava em campo, veio o inesperado. Ramon cobrou a falta, Léo não alcançou, Clécio não subiu e Kaká aproveitou-se para fazer Brasiliense 1 x 0. Uma ducha de água fria na torcida do Gato Preto.

O gol não mudou o panorama do jogo. Tal como na primeira partida, o Brasiliense explorava o grande espaço existente entre o trio formado por Bruno Morais, Allan Dellon e Clécio e a dupla de volantes formada por Liel e Didão. Isso dava a impressão de que o Brasiliense estava melhor… e estava.

Jogo muito picado: o Ceilândia não conseguiu jogar
Jogo muito picado: o Ceilândia não conseguiu jogar

Acontece que o futebol é imprevisível. Num lance isolado, a defesa do Brasiliense cortou mal. A bola subiu com muito efeito, o goleiro do Brasiliense hesitou, mas Clécio não hesitou. Tocou de cabeça e fez justiça ao marcador:  1 x 1.

Os times mantiveram-se equilibrados até o final do primeiro tempo.

Clécio fez o gol do Ceilândia
Clécio fez o gol do Ceilândia

Veio o segundo tempo e o Ceilândia era incapaz de sequer encaixar um contragolpe, enquanto o Brasiliense acercava-se da área alvinegra. Em um desses lances, o acaso desempenhou um papel importante. No bate e rebate dentro da área a bola tocou no chão e surpreendeu Gabriel. O árbitro Almir Camargos marcou pênalti. Ramom bateu e fez Brasiliense 2×1 aos 16 minutos.

Esperava-se que o Ceilândia melhorasse, mas isso não aconteceu. O Ceilândia até passou a chegar mais ao ataque, nem tanto por envolver o seu adversário, mas pela valentia. Se não jogou um bom futebol, o Ceilândia foi sempre valente, mas futebol não se resolve apenas com valentia, é preciso jogar também… e ter sorte.

O Ceilândia não teve volume de jogo, mas teve muitas chances: nessa, Clécio estava impedido
O Ceilândia não teve volume de jogo, mas teve muitas chances: nessa, Clécio estava impedido

Sorte foi o que não faltou ao Ceilândia. O jogo já se encaminhava para os últimos 15 minutos quando novamente o acaso fez das suas. Bola na mão do defensor alvinegro e Almir Camargos assinala pênalti. Ramom bateu e a bola explodiu na trave direita.

O penalti cobrado por Kaka terminou no travessão
O penalti cobrado por Kaka terminou no travessão

Os últimos minutos foram do Ceilândia. Não que o Gato Preto tenha chegado ao gol do Brasiliense como resultado de um jogo estruturado e que tenha envolvido o adversário.

Chegou talvez porque as substituições feitas por Adelson ( colocara Kabrine, Wisman e Romarinho), tenha dado certo ou talvez porque o Brasiliense tenha cansado. O importante é que, mesmo em um mal dia, o Gato Preto demonstrou que lutaria até o último instante, como de fato lutou.

Claudecir cobrou o quarto penalti do Ceilândia
Claudecir cobrou o quarto penalti do Ceilândia

O fato é que nos últimos minutos o Ceilândia teve ao menos três oportunidades de empatar, mas não o fez. O Gato ainda reclamou de um pênalti sobre Romarinho, mas não deu: A decisão iria para os pênaltis.

Ceilândia está na final de 2016
Ceilândia está na final de 2016

O Ceilândia começou na frente com Kabrine. O Brasiliense empatou. O Ceilândia fez 2 x 1 com Allan Dellon; o Brasiliense perdeu com Kaká acertando o travessão; Wallace cobrou e fez 3 x 1. O Brasiliense diminuiu para 3 x 2.

Hora da série decisiva. Apreensão do lado da torcida do Ceilândia, que veio em bom número para o jogo. Quis o destino que Claudecir fizesse o seu primeiro gol pelo Ceilândia: 4×2. Na cobrança seguinte, Léo fez o milagre que estava devendo. Defendeu o pênalti cobrado por Caio e levou  o Ceilândia às finais do Candangão 2016.

 

 

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Ceilândia vence Brasiliense numa decisão que apenas começou

Didão cuidou do seu lado e foi importante no apoio a Liel nos primeiros minutos
Didão cuidou do seu lado e foi importante no apoio a Liel nos primeiros minutos

Jogando para um bom público na tarde desta quarta-feira, o Ceilândia venceu o Brasiliense por 1 x 0. O Gato Preto foi fiel à sua lição de casa: deveria equilibrar em concentração e disposição com seu adversário. Em condições de igualdade, o talento de seus jogadores deveria prevalecer.

Liel sofreu com a movimentação adversária nos primeiros vinte minutos. Depois, o time melhorou e Liel comandou o meio de campo
Liel sofreu com a movimentação adversária nos primeiros vinte minutos. Depois, o time melhorou e Liel comandou o meio de campo

Não foi um jogo fácil, como se esperava. O Brasiliense começou melhor. O Ceilândia, inovando taticamente, deixava muito espaço entre a sua linha de ataque formada por Clécio, Claudecir e Bruno Morais.

Bruno Morais é um jogador talentoso: concentração e disposição em prol da causa comum
Bruno Morais é um jogador talentoso: concentração e disposição em prol da causa comum

Como Bruno Morais e Clécio mostravam dificuldade na marcação da saída de bola, o Brasiliense encontrava Didão e Liel desprotegidos. Sorte do alvinegro que o time amarelo respeitou demais o Gato Preto ou não quis arriscar. O fato é que o Brasiliense teve a iniciativa do jogo nos primeiros vinte minutos.

Brasiliense alternou entre a marcação alta e a partir de seu próprio campo. Gabriel teve trabalho
Brasiliense alternou entre a marcação alta e a partir de seu próprio campo. Gabriel teve trabalho

Na segunda metade do segundo tempo, o Ceilândia equilibrou o jogo. Nessa segunda metade do primeiro tempo ocorreram as maiores chances de gol. Na primeira, a bola beijou o poste direito de Léo. Um lance casual, mas que poderia ter mudado a história do jogo.

Igualados na disposição e na concentração: Mário Henrique teve a melhor chance do primeiro tempo
Igualados na disposição e na concentração: Mário Henrique teve a melhor chance do primeiro tempo

Minutos depois, o Ceilândia conseguiu furar o sistema defensivo do Brasiliense. Mário Henrique invadiu a área adversária, mas o goleiro do Brasiliense fez grande defesa.

Veio o segundo tempo e o jogo começou equilibrado. Aos poucos, contudo, o Ceilândia foi se impondo. Não que o Ceilândia criasse situações de gol, mas tinha a iniciativa do jogo.

Clécio desvia a grande jogada de Wallace: Ceilândia 1 x 0
Clécio desvia a grande jogada de Wallace: Ceilândia 1 x 0

Aos 16, Wallace surpreendeu o adversário ao conduzir a bola até a intermediária. Recebeu o passe em profundidade e cruzou para Clécio, que se esforçava mas não fazia uma boa partida,  desviar e fazer o primeiro gol da partida. Ceilândia 1 x 0.

Depois do gol, o Ceilândia até que tentou manter o equilíbrio da partida, mas Clécio, Allan Dellon e Bruno Morais estavam cansados. Clécio e Bruno Morais possuíam a missão de marcar a saída de bola adversária e acompanhar os alas. Uma tarefa difícil, cansativa, e, se não foram efetivos como meia-atacantes,  de certo modo cumpriram suas missões a contento.

Allan Dellon fez uma boa partida, mas não foi decisivo como se esperava
Allan Dellon fez uma boa partida, mas não foi decisivo como se esperava

O Brasiliense assumiu a iniciativa do jogo, mas faltava-lhe o último passe. O Ceilândia, ao contrário, com mais espaço passou a rondar a área amarela. Tanto quanto o adversário, faltava ao Ceilândia o último passe.

Adelson tirou Clécio e Allan Dellon para as entradas de Kabrine e Wisman. Os dois nada acrescentaram ofensivamente, mas ao menos voltaram a equilibrar o jogo.

Wallace comemora o gol com Allan Dellon
Wallace comemora o gol com Allan Dellon

No final da partida, Adelson tirou o valente Claudecir que,  se não fez gol,  mostrou que seguira à risca a lição da comissão técnica: se o Ceilândia ao menos igualasse o adversário em concentração e disposição, teria mais talento para resolver o jogo. Em seu lugar entrou Chefe que segurou a bola no ataque.

Claudecir deu muito trabalho para a defesa do Brasiliense: comemora ao lado de Clécio
Claudecir deu muito trabalho para a defesa do Brasiliense: comemora ao lado de Clécio

Nos minutos finais, o Ceilândia controlou o jogo. Mostrou-se ciente de que não resolveria o mata-mata no primeiro jogo. São 180 minutos. É importante saber que o jogo continua.

Os dois times voltam a se enfrentar no domingo. Um dos dois restará eliminado. O Ceilândia sabe de sua força, mas precisa estar preparado para um adversário que se mostrou inferior tecnicamente, mas que, pela sua grandeza, é capaz de, na base da superação, reverter a vantagem inicial alvinegra. A decisão apenas começou.

 

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Defesa vai ter que funcionar: Taguatinga fez gol em 7 dos 8 jogos

Atlético Taguatinga: um adversário que cresce contra os grandes

Allan Dellon e Filipe Cirne: a criação do CEC passa pelos dois.
Allan Dellon e Filipe Cirne: a criação do CEC passa pelos dois.

Em seu caminho pelo topo da liderança, o Ceilândia terá pela frente um adversário difícil neste domingo, 15h30, no Augustinho Lima: o Atlético Taguatinga.

Para além dos problemas enfrentados por Adelson, que perde jogadores importantes nesse momento em que todos precisam adquirir ritmo para o mata-mata, o Atlético Taguatinga é um adversário interessante.

O Atlético Taguatinga ocupa a 5a colocação, mas é um time extremamente regular. Não faz muitos gols, mas também não os sofre em demasia. É um time equilibrado defensivamente e aproveita bem os erros do adversário.

Defesa vai ter que funcionar: Taguatinga fez gol em 7 dos 8 jogos
Defesa vai ter que funcionar: Taguatinga fez gol em 6 dos 8 jogos

É óbvio que o Ceilândia possui um time mais qualificado, mas não pode bobear. Contra Brasília, Luziânia e Brasiliense, o Taguatinga fez jogos duros e não será diferente contra o Gato Preto.

Embor não divulgue o seu time, Adelson deve contar com o retorno de ao menos dois dos lesionados: Cassius, Clécio ou  Didão. Chefe é baixa certa. Outro problema é Kabrine, que sequer entrou contra o Sobradinho, mas que pode ser aproveitado contra o Taguatinga.

Será a primeira vez que Ceilândia e Atlético Taguatinga se enfrentarão na história.

Sobradinho

DataJogoResultadosLigaTemporadaEstádioArtigo
Campeonato Candango2016Regional de Ceilândia
Campeonato Candango2016Walmir Campelo
Campeonato Candango2016Regional de Ceilândia
Campeonato Candango2016Regional de Ceilândia
Campeonato Candango2016
Campeonato Candango2016Regional de Ceilândia
Campeonato Candango2016Augustinho Lima
Campeonato Candango2016Regional de Ceilândia
Campeonato Candango2016Serra do Lago
Campeonato Candango2016Augustinho Lima
Campeonato Candango2016Diogo Francisco Gomes
Campeonato Candango2016Frei Norberto
Campeonato Candango2016Regional de Ceilândia
Campeonato Candango2016Regional de Ceilândia
Campeonato Candango2016Regional de Ceilândia

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Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação

Ceilândia: competência e virada improvável

Kabrine teve um primeiro tempo de esquecer antes de virar um dos heróis do dia
Kabrine teve um primeiro tempo de esquecer antes de virar um dos heróis do dia

O Ceilândia conseguiu uma importante vitória na tarde deste domingo, no Estádio Nacional, diante do Brasília. Não foi fácil, mas um time que pretende ser campeão precisa ser, acima de tudo, competente. E o Ceilândia foi.

O jogo teve todo o tempero de uma novela. Para começar, o primeiro tempo revelava dois personagens com papéis completamente distintos: o goleiro Léo e o lateral Kabrine. Léo foi responsável por ao menos duas defesas dificílimas e se credenciava para o papel de herói.

Wallace sofreu para proteger o lado esquerdo
Wallace sofreu para proteger o lado esquerdo

Kabrine, por sua vez, era um forte candidato a vilão. Por seu lado havia uma avenida. Kabrine, por sua culpa ou não, era incapaz de ser efetivo no um-contra-um. De quebra, expunha Wallace.

O resultado é que o Brasília foi muito superior ao Ceilândia no primeiro tempo. O Gato Preto chegou ao gol adversário com perigo apenas uma vez, numa cobrança de escanteio.

Allan Dellon mudou de lado, mas não conseguiu entrar no jogo.
Allan Dellon mudou de lado, mas não conseguiu entrar no jogo.

Allan Dellon era uma figura apagada. Adelson tentou colocar o ídolo alvinegro no jogo deslocando-o para a direita. Não funcionou. A questão era torcer para o primeiro tempo acabar, e logo!

Veio o segundo tempo e logo no início o panorama do jogo mudou. Allan Dellon acabou sendo expulso, mas levou consigo o homem de ligação do Brasília, Gilmar.

Jogo teve momentos tensos
Jogo teve momentos tensos

Esperava-se que o Ceilândia melhorasse, mas isso não aconteceu. O Brasília continuou melhor até que aos 15 minutos, numa jogada de bola parada, Léo rebateu para o meio da área  e Glauber abriu o marcador. Brasília 1 x 0.

O que se viu em seguida foi algo que somente o futebol proporciona. Léo, o herói do primeiro tempo, juntava-se a Kabrine pela disputa do papel de vilão.

Clécio participou muito do jogo, mas o time não se acertava do meio para a frente
Clécio participou muito do jogo, mas o time não se acertava do meio para a frente

O Brasília conformou-se com a vantagem mínima e recuou. O Ceilândia, meio na base da vontade, meio na base da força, foi ao ataque.

Incapaz de criar jogadas claras de gol, a esperança estava, tal qual ocorrera com o Brasília, nas bolas paradas. Adelson mexeu no time, colocou Chefe e Mario Henrique para as saídas de Cassius e Sandro.

Wisman fez a sua melhor partida com a camisa alvinegra: atacou, defendeu, deu trabalho à defensiva do Brasília
Wisman fez a sua melhor partida com a camisa alvinegra: atacou, defendeu, deu trabalho à defensiva do Brasília

Com isso, Kabrine foi deslocado para o meio. Kabrine, o nosso candidato a vilão no primeiro tempo jamais poderia antever o que lhe esperava.

Aos 30 minutos, falta na intermediária esquerda de defesa do Brasília. Kabrine bate a falta e Chefe cabeceia firme no canto esquerdo do goleiro do Brasília. Ceilândia empatava o jogo: 1×1.

LIel comemora o segundo gol do Ceilândia ao lado da família: cartão amarelo
LIel comemora o segundo gol do Ceilândia ao lado da família: cartão amarelo

O gol, ao contrário do que acontecera com o Brasília, fez bem ao Ceilândia. O Gato Preto, embora sem muita inspiração, continuava rondando a área alvirrubra até que aos 40, novamente Kabrine cobrou falta sofrida por Romarinho e botou o Ceilândia na frente: 2 x 1.

Nos minutos finais, o CEC controlou o jogo e até poderia ter ampliado. Novamente Kabrine, o nosso herói improvável, bateu falta sofrida por Mário Henrique e forçou o guarda-metas do Brasília a uma defesa dificílima.

Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação
Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação

No final, o Ceilândia venceu por 2 x 1. Uma vitória muito e justamente comemorada. Uma vitória que faz bem por várias razões, principalmente porque demonstra que ainda há muito a se corrigir.

O Ceilândia jogou com Léo Silva, Dudu, Badhuga, Wallace, Kabrine, Liel, Sandro (Mário Henrique) Clécio (Romarinho), Wisman, Allan Dellon (expulso aos 50min) e Cassius (Chefe).

Campeonato do DF2016

PosClubeJVEDGPGCSPts
117107026101637
2157532113826
315672157825
4175931410424
5134631411318
6134541213-117
7134451316-316
8133641013-315
91127298113
1011254811-311
1111119925-164
1211029721-142

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Anapolina vence o Gato Preto

Dos pés de Klécio nasceram as melhores jogadas do Ceilândia
Dos pés de Klécio nasceram as melhores jogadas do Ceilândia

O Ceilândia foi derrotado pela Anapolina na tarde deste sábado, no Regional, por 2 x 0. Foi uma vitória incontestável de um adversário  que foi mental, física e tecnicamente superior ao alvinegro durante todo o jogo.

Liel acabou sendo expulso
Liel acabou sendo expulso

O resultado refletiu o estágio de preparação das equipes. Os vinte dias a mais de preparação da Rubra fazem muita diferença, mas não se esperava que a diferença fosse tão grande.

Chefe ficou isolado: CEC nada produziu no ataque
Chefe ficou isolado: CEC nada produziu no ataque

A Anapolina veio com uma proposta de jogo que surpreendeu o alvinegro. Alternando uma marcação alta com uma marcação a partir de sua intermediária, a Anapolina aprisionou o Ceilândia em seu próprio campo.

Léo defende: desta vez um milagre não foi suficiente
Léo defende: desta vez um milagre não foi suficiente

Pressionado na saída de bola, o Ceilândia foi incapaz de sair organizadamente, de chegar à área da Anapolina com a bola dominada. Restava, como restou, forçar jogadas pelas laterais ou em ligação direta.

Anapolina sobrou no jogo
Anapolina sobrou no jogo

O Ceilândia, contudo, sabe suportar a pressão do adversário. Talvez esperasse uma bola. A grande virtude da Anapolina foi manter a pressão, forçar o erro do Ceilândia, ciente que não precisaria aproveitar todas as chances, mas apenas algumas.

Adelson orienta Wisman: Ceilândia não se encontrou
Adelson orienta Wisman: Ceilândia não se encontrou

O primeiro tempo terminou sem gols. Esperava-se que o Ceilândia viesse melhor no segundo tempo. Não foi isso que aconteceu. Logo a um minuto, Dudu Lopes rebateu mal e Bruno Morais abriu o marcador: Anapolina 1 x 0.

Jogadores se desentendem: treino com cara de jogo
Jogadores se desentendem: treino com cara de jogo

Não deu sequer tempo para o Ceilândia assimilar o gol adversário. Na saída de bola, Irlan aumentou para 2 x 0.

O Ceilândia não conseguia jogar. A partida ficou tensa, com lances ríspidos de lado a lado, alguns desnecessários.

Léo salvou o terceiro com a ponta dos pés
Léo salvou o terceiro com a ponta dos pés

Com o segundo gol, a Anapolina retraiu-se e deu campo para o Ceilândia. O Alvinegro, contudo, jamais conseguiu criar oportunidades de gol.

No final, o resultado diz muito do estágio de preparação das equipes. Os jogos de pré-temporada são enganosos, mas apontam tendências.

Kabrine avança: Anapolina foi sempre melhor
Kabrine avança: Anapolina foi sempre melhor

O único quesito em que o Ceilândia igualou-se com a Anapolina foi no quesito disposição… mas vontade sozinha não ganha jogo.

 

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CEC fecha primeira semana de treinamento

Madruga é uma das caras novas do Ceilandia
Madruga é uma das caras novas do Ceilandia

O Ceilândia encerrou, na tarde deste sábado, a sua primeira semana de treinamento com um jogo treino contra o SAD, time amador de Santo Antônio do Descoberto.

Na avaliação da comissão técnica, a evolução física da equipe se deu dentro do esperado. Alguns jogadores fizeram trabalhos diferenciados, caso de Liel e Chefe.

Liel fez trabalho à parte
Liel fez trabalho à parte

No campo, o técnico Adelson de Almeida lançou duas equipes distintas. No primeiro tempo, Adelson fez algumas experiências e lançou Léo, Dudu Lopes, Badhuga, Madruga e Mário Henrique; Wallace, Didão, Clécio e Filipe Cirne; Cassius e Wisman.

A diferença entre as equipes era muito grande. Com quinze minutos o Ceilândia já vencia por 3 x 0  (Clécio fez o primeiro, Cassius fez o segundo e o terceiro). Clécio fez o quarto.

Os gols foram saindo naturalmente e não importaram tamanha a diferença técnica
Os gols foram saindo naturalmente e não importaram tamanha a diferença técnica

Terminado o primeiro tempo, os jogadores foram entregues a John Kleber para continuar os trabalhos de preparação física no campo número 2. Enquanto isso, o time composto por Michael, Gabriel, Jefferson, Sandro e Kabrine; Hugo Goiano, Acácio, Vinicius e Robério; Wesley e Netinho foi a campo.

Kabrine voltou ao time depois de um ano de espera
Kabrine voltou ao time depois de um ano de espera

Esse segundo tempo serviu para que Adelson percebesse que Kabrine está bem fisicamente depois da cirurgia.  No mais, a diferença técnica entre as equipes era muito grande, servindo o treinamento para dar ritmo à equipe e para que Wesley Gotinha mostrasse que além de veloz sabe fazer gols.

No próximo final de semana, o CEC fará o seu primeiro amistoso: viajará até Goianésia para o primeiro dos dois amistosos programados até o momento.

 

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Metade do elenco já jogou pelo Ceilândia

Didão e Cassius jogando pelo CEC contra o CR Guará em 2006
Didão, à frente,  e Cassius, último homem,  jogando pelo CEC contra o CR Guará em 2006

Ao ser dada a largada para 2016 e atento às particularidades do futebol local, pode-se dizer que o Ceilândia não começa do zero. Do total de 27 jogadores que se apresentaram ao técnico Adelson de Almeida, 14 já tem experiência no alvinegro.  São eles:

1. LÉO – Goleiro – Léo vai para a sua terceira temporada com a camisa alvinegra. No total são 13 partidas jogando pelo Ceilândia, 12 delas em 2015.
2. MARCELO RIBEIRO – Marcelo é um jovem goleiro. Compôs a equipe de 2015, mas não teve a oportunidade de começar jogando.
3. MICHAEL – Michael é também um jovem goleiro. Compôs o elenco do Ceilândia de 2013, ocasião em que, tal como MARCELO RIBEIRO, não teve oportunidade de jogar.

Liel estreou pelo CEC em 2010, na vitória por 2 x 0 contra o Luziania
Liel estreou pelo CEC em 2010, na vitória por 2 x 0 contra o Luziânia

4. MARIO HENRIQUE – Lateral-esquerdo – Mário Henrique disputou o campeonato candango de 2015 pelo Ceilândia. Disputou 9 partidas, 7 como titular,  e marcou um gol na vitória diante do Luziânia por 2 x 0 ainda pela fase de classificação.

5. DUDU LOPES – Lateral direito – 23 anos – estreou pelo CEC em 2015, no título candango. Jogou 22 partidas com a camisa alvinegra. Volta de cirurgia no joelho. Dudu, aos 20 anos, fez a sua estreia num jogo duríssimo diante do CRAC em Catalão, na disputa da Série D 2012, empate em 2×2.

Dudu em sua estreia pelo Ceilândia contra o CRAC em Catalão
Dudu em sua estreia pelo Ceilândia contra o CRAC em Catalão

5. DIDÃO – meio de campo –  34 anos – estreou pelo Ceilândia em 2004. São 7 temporadas com a camisa alvinegra tendo sido expulso apenas uma vez, em 2005. Marcou 13 gols com a camisa do Ceilândia. Sua última partida com a camisa alvinegra foi em maio de 2013, na final da Taça Mané Garrincha, derrota do CEC para o Brasiliense por 2 x 0.

6. FILIPE CIRNE – meio de campo – Tem 23 anos. Estreou pelo CEC em 2015 na estranha vitória do CEC sobre o Paracatu no jogo que durou 4 minutos. Tem três gols com a camisa alvinegra. De seus pés nasceram a maior parte dos gols do CEC em 2015. Tem 12 jogos com a camisa alvinegra.

Filipe Cirne contra o Brasília: grata revelação num estilo que lembra o saudoso Dorival
Filipe Cirne contra o Brasília: grata revelação num estilo que lembra o saudoso Dorival

7. KABRINE  – meio de campo –  é um jogador que tem Ceilândia na sua origem, afinal nasceu na cidade. Tem 28 anos de idade.Tem 10 jogos com a camisa do Ceilândia todos na campanha da série D de 2012 quando o CEC foi eliminado na semi-final da região sul-sudeste diante da Friburguense em setebmro de 2012. Kabrine fez um gol pelo Ceilândia, na vitória diante do CENE por 3 x 2.
8. LIEL – O homem de ferro, meio de campo. Disputou todos os jogos na conquista do campeonato Candango de 2012. Embora muito identificado com o Gato Preto, Liel, que tem apenas 26 anos, disputou apenas duas temporadas com a camisa alvinegra, justamente nos anos em que o Ceilândia foi campeão. Disputou 36 partidas com a camisa do CEC e, se não foi expulso, também não marcou gol a camisa alvinegra. Na primeira, entrou no lugar de William, na vitória contra o Luziânia na Serra do Lago, ainda em 2010. Seu último jogo pelo Ceilândia foi diante da Friburguense, em 09 de setembro de 2012.
9. VINICIUS – Meio de Campo – Vinicius disputou o Candangão 2015 pelo Ceilândia. Entrou em 9 partidas, 7 delas como titular. Nâo fez gol. É irmão de CHEFE, centro-avante alvinegro em 2016.
10. CHEFE – Atacante – Chefe

Marcelo Ribeiro no banco: vida de goleiro é difícil
Marcelo Ribeiro no banco: vida de goleiro é difícil

compôs o elenco do CEC em 2010, na disputa da Série D. Disputou cinco partidas, três como titular, e ainda não fez gol com a camisa alvinegra.
11. CASSIUS – Atacante – Uma verdadeira lenda do futebol local. Registrados pelo CeilandiaEC já são 183 partidas com a camisa do Ceilândia e 96 gols. O número de partidas com quase toda a certeza é maior… e o de gols também (há uma deficiência de dados das campanhas de 1998 e 1999). O último gol marcado por Cassius foi diante do Brasilia, na 6a rodada, no empate em 1×1. Desde 2000 só não jogou pelo CEC em 2003, quando foi artilheiro do campeonato local pelo CFZ e 2007.
12. CLÉCIO – Meio de Campo – Clécio compôs o elenco do CEC em 2013. Disputou 11 partidas com a camisa alvinegra, 10 delas como titular. Fez dois gols (contra Brazlândia e Brasiliense). A sua última partida foi exatamente contra o Brasiliense, na final da Taça Mané Garrincha em 2013.
13. WISMAN – Wisman é lateral e compôs o elenco do CEC de 2012 a 2014. No primeiro ano sequer foi utilizado na conquista do campeonato. No geral, disputou 7 partidas com camisa do Ceilândia, a última em março de 2014, na eliminação diante do Brasília.

Amanhã falaremos das novas aquisições do Ceilândia.

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Semana puxada para o Gato Preto

Ceilândia tem pouco mais de 15 dias para entrar em forma: tempo muito pequeno
Ceilândia tem pouco mais de 15 dias para entrar em forma: tempo muito pequeno

Os jogadores do Ceilândia vão ter uma semana pesada pela frente. Nesta segunda, estão programadas duas sessões de treino físico. Na terça, trabalho na academia e, no período da tarde, mais treino físico.

Na quarta os jogadores terão um pouco de refresco: folgarão na parte da manhã, mas, à tarde terão o primeiro contato com bola: treino físico-técnico.

Ceilândia corre: algumas diferenças físicas são visíveis a olho nu
Ceilândia corre: algumas diferenças físicas são visíveis a olho nu

Na quinta-feira, mais um treino de reforço muscular na academia. Na tarde de quinta, os jogadores terão o primeiro treino realmente com bola, num treino técnico.

A sexta-feira será dedicada a treinos técnicos, tanto pela manhã quanto pela tarde.

Ufa! Para terminar, no sábado, o time folgará pela manhã. À tarde, contudo, os jogadores voltarão  ao CT para um jogo-treino. Será  a oportunidade de relaxar um pouco, mas também de colocar em prática alguns dos trabalhos da primeira semana.

 

 

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