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A história se constrói aos poucos: se quiser passar, é preciso que melhorar sempre

Ceilândia e Brasiliense são iguais em muitas coisas: o detalhe fará a diferença
Ceilândia e Brasiliense são iguais em muitas coisas: o detalhe fará a diferença
O discurso para os lados da Cidade do Gato é de humildade, de que o Ceilândia precisa igualar o adversário em disposição e concentração durante todo o jogo: “Por sua história, Brasiliense continua favorito”.
O discurso humilde não esconde o fato de que o Ceilândia é um time mais experiente e tecnicamente superior ao adversário, tenta apenas reforçar que isso somente fará a diferença se o Ceilândia igualar o seu adversário em disposição e concentração.
Ceilândia entra em campo: o que aconteceu ficou no passado
Ceilândia entra em campo: o que aconteceu ficou no passado
De longe, há a certeza de que o discurso humilde  é realmente importante para suportar os noventa (90) minutos da decisão do próximo domingo, 16h, no Estádio Regional. Para esse domingo, o Ceilândia não pode repetir os erros do meio de semana quando teve a oportunidade de matar o adversário e não o fez.
Ceilândia sabe que vai ter que passar por cima do Brasiliense se quiser estar na final
Ceilândia sabe que vai ter que passar por cima do Brasiliense se quiser estar na final
O fato é que, nesse domingo, 16h, no Estádio Regional, Ceilândia e Brasiliense enfrentam-se em um jogo decisivo. A história recente compõe o pano de fundo da história, mas a história é reescrita a cada dia. O Ceilândia sabe, cada um de seus jogadores sabe, que precisa reescrever a história.
Allan Dellon enfrenta as desconfianças: importante defensivamente e autor do passe para Wallace servir Clécio no último jogo
Allan Dellon enfrenta as desconfianças: importante defensivamente e autor do passe para Wallace servir Clécio no último jogo. Desafio é ser constante.
O técnico Adelson de Almeida deve manter o mesmo time que iniciou o jogo passado. Apesar do gol marcado contra o Brasiliense, Clécio tem sido questionado pelos torcedores pelo número de passes errados. Bruno Morais também. Talvez tenha escapado que ambos tenham sido importantes defensivamente.
Ceilândia precisa manter a concentração sem se preocupar com arbitragem
Ceilândia precisa manter a concentração sem se preocupar com arbitragem
Adelson parece confiar que  seus jogadores darão o máximo na esperança que Kabrine,  Chefe, Sandro,  Cassius, Wisman,  Chefe, Christiano, Acássio, Romarinho e os demais suplentes  possam ser decisivos na reta final da competição.
Clécio foi o herói do último jogo. Apesar disso, críticas pelos erros de passes e demora na recomposição. Talento individual pode fazer a diferença para quem ainda está fora do melhor ritmo
Clécio foi o herói do último jogo. Apesar disso, críticas pelos erros de passes e demora na recomposição. Talento individual pode fazer a diferença para quem ainda está fora do melhor ritmo

A realidade demonstra que o Ceilândia precisa realmente manter o foco no rendimento. Os primeiros 20 minutos são decisivos, particularmente para conter o ímpeto inicial do Brasiliense.

Bruno Morais: contra o Brasiliense foi importante defensivamente, mas não foi decisivo como se esperava
Bruno Morais: contra o Brasiliense foi importante defensivamente, mas não foi decisivo como se esperava
O time parece consciente que, nessa reta final, algumas vantagens iniciais não são suficientes porque os níveis entrega e de concentração devem aumentar a cada jogo.
A princípio o Ceilândia começa com Léo, Gabriel, Badhuga, Wallace, Liel e Mario Henrique; Didão, Clécio, Bruno Morais,  Allan Dellon e Claudecir.

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Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação

Ceilândia: competência e virada improvável

Kabrine teve um primeiro tempo de esquecer antes de virar um dos heróis do dia
Kabrine teve um primeiro tempo de esquecer antes de virar um dos heróis do dia

O Ceilândia conseguiu uma importante vitória na tarde deste domingo, no Estádio Nacional, diante do Brasília. Não foi fácil, mas um time que pretende ser campeão precisa ser, acima de tudo, competente. E o Ceilândia foi.

O jogo teve todo o tempero de uma novela. Para começar, o primeiro tempo revelava dois personagens com papéis completamente distintos: o goleiro Léo e o lateral Kabrine. Léo foi responsável por ao menos duas defesas dificílimas e se credenciava para o papel de herói.

Wallace sofreu para proteger o lado esquerdo
Wallace sofreu para proteger o lado esquerdo

Kabrine, por sua vez, era um forte candidato a vilão. Por seu lado havia uma avenida. Kabrine, por sua culpa ou não, era incapaz de ser efetivo no um-contra-um. De quebra, expunha Wallace.

O resultado é que o Brasília foi muito superior ao Ceilândia no primeiro tempo. O Gato Preto chegou ao gol adversário com perigo apenas uma vez, numa cobrança de escanteio.

Allan Dellon mudou de lado, mas não conseguiu entrar no jogo.
Allan Dellon mudou de lado, mas não conseguiu entrar no jogo.

Allan Dellon era uma figura apagada. Adelson tentou colocar o ídolo alvinegro no jogo deslocando-o para a direita. Não funcionou. A questão era torcer para o primeiro tempo acabar, e logo!

Veio o segundo tempo e logo no início o panorama do jogo mudou. Allan Dellon acabou sendo expulso, mas levou consigo o homem de ligação do Brasília, Gilmar.

Jogo teve momentos tensos
Jogo teve momentos tensos

Esperava-se que o Ceilândia melhorasse, mas isso não aconteceu. O Brasília continuou melhor até que aos 15 minutos, numa jogada de bola parada, Léo rebateu para o meio da área  e Glauber abriu o marcador. Brasília 1 x 0.

O que se viu em seguida foi algo que somente o futebol proporciona. Léo, o herói do primeiro tempo, juntava-se a Kabrine pela disputa do papel de vilão.

Clécio participou muito do jogo, mas o time não se acertava do meio para a frente
Clécio participou muito do jogo, mas o time não se acertava do meio para a frente

O Brasília conformou-se com a vantagem mínima e recuou. O Ceilândia, meio na base da vontade, meio na base da força, foi ao ataque.

Incapaz de criar jogadas claras de gol, a esperança estava, tal qual ocorrera com o Brasília, nas bolas paradas. Adelson mexeu no time, colocou Chefe e Mario Henrique para as saídas de Cassius e Sandro.

Wisman fez a sua melhor partida com a camisa alvinegra: atacou, defendeu, deu trabalho à defensiva do Brasília
Wisman fez a sua melhor partida com a camisa alvinegra: atacou, defendeu, deu trabalho à defensiva do Brasília

Com isso, Kabrine foi deslocado para o meio. Kabrine, o nosso candidato a vilão no primeiro tempo jamais poderia antever o que lhe esperava.

Aos 30 minutos, falta na intermediária esquerda de defesa do Brasília. Kabrine bate a falta e Chefe cabeceia firme no canto esquerdo do goleiro do Brasília. Ceilândia empatava o jogo: 1×1.

LIel comemora o segundo gol do Ceilândia ao lado da família: cartão amarelo
LIel comemora o segundo gol do Ceilândia ao lado da família: cartão amarelo

O gol, ao contrário do que acontecera com o Brasília, fez bem ao Ceilândia. O Gato Preto, embora sem muita inspiração, continuava rondando a área alvirrubra até que aos 40, novamente Kabrine cobrou falta sofrida por Romarinho e botou o Ceilândia na frente: 2 x 1.

Nos minutos finais, o CEC controlou o jogo e até poderia ter ampliado. Novamente Kabrine, o nosso herói improvável, bateu falta sofrida por Mário Henrique e forçou o guarda-metas do Brasília a uma defesa dificílima.

Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação
Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação

No final, o Ceilândia venceu por 2 x 1. Uma vitória muito e justamente comemorada. Uma vitória que faz bem por várias razões, principalmente porque demonstra que ainda há muito a se corrigir.

O Ceilândia jogou com Léo Silva, Dudu, Badhuga, Wallace, Kabrine, Liel, Sandro (Mário Henrique) Clécio (Romarinho), Wisman, Allan Dellon (expulso aos 50min) e Cassius (Chefe).

Campeonato do DF2016

PosClubeJVEDGPGCSPts
117107026101637
2157532113826
315672157825
4175931410424
5134631411318
6134541213-117
7134451316-316
8133641013-315
91127298113
1011254811-311
1111119925-164
1211029721-142

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Romarinho perdeu a melhor oportunidade do jogo

CEC deixa dois pontos no Bezerrão

Didão jogou muito em linha com Liel: acabou substituído
Didão jogou muito em linha com Liel: acabou substituído

 

O Ceilândia foi ao Gama e empatou sem gols com o Santa Maria na tarde deste sábado de carnaval.

Foi uma partida disputada em marcha-lenta, na qual o Ceilândia permitiu que a iniciativa do jogo, na maior parte do tempo, pertencesse a um  Santa Maria que respeitou o alvinegro ao extremo.

Defesa do Ceilândia manteve o ataque adversário longe da área
Defesa do Ceilândia manteve o ataque adversário longe da área

O Ceilândia, por sua vez, era incapaz de conter o Santa Maria no seu próprio campo de defesa. O Santa Maria, contudo, não pressionava a saída de bola do Ceilândia.

O resultado foi que a iniciativa do Santa Maria morria na intermediária alvinegra e, nos poucos momentos em que tomou a iniciativa do jogo, os esforços do Ceilândia morriam na intermediária grená.

Romarinho perdeu a melhor oportunidade do jogo
Romarinho perdeu a melhor oportunidade do jogo

Com os times se respeitando ao extremo, as chances de gol dependeriam de lances isolados.

A maior chance de todas pertenceu ao Ceilândia. Lançamento longo para a área e Chefe escorou de cabeça para Romarinho. O atacante dominou e bateu no canto direito da meta do Santa Maria. A bola caprichosamente tocou na trave.

As melhores chances do CEC ocorreram no primeiro tempo
As melhores chances do CEC ocorreram no primeiro tempo

Veio o segundo tempo e o Ceilândia manteve-se incrivelmente passivo. Tamanha passividade namorava com o perigo. Num ou outro lance isolado, o Santa Maria poderia abrir o marcador. O Ceilândia também, mas havia uma diferença: o Ceilândia não chegava próximo ao gol adversário.

A trave salvou o Ceilândia
A trave salvou o Ceilândia

O castigo quase veio aos 18 do segundo tempo quando na cobrança de falta a bola explodiu no travessão alvinegro.

Com o susto, Adelson tratou de fazer duas substituições. Tirou Didão e Romarinho e colocou Clécio e Wisman. O Ceilândia melhorou com as alterações e começou a rondar a meta do Santa Maria.

o Ceilândia não estava em um bom dia
o Ceilândia não estava em um bom dia

Nos minutos finais o Ceilândia tinha mais volume de jogo, mas quem assustou foi o Santa Maria, com um cabeceio que passou rente à trave.

No final, o jogo terminou mesmo sem gols. Para o Ceilândia ficou muito claro que o time tem uma cara e essa cara tem aspectos negativos e positivos.

Léo foi pouco exigido e nas vezes que o foi correspondeu à altura
Léo foi pouco exigido e nas vezes que o foi correspondeu à altura

De positivo, o fato de que o Ceilândia é um time que não se enerva com o domínio adversário e trata de torna-lo estéril. De negativo o fato de que em 5 jogos em 2016, o Ceilândia fez gol apenas em um.

Pensando no futuro, é possível dizer que o que o Ceilândia precisa é de pequenos ajustes para permitir que chegue à área do adversário com mais frequência e qualidade.

No futebol, contudo, essa é uma fórmula difícil de encontrar sem expor o sistema defensivo. Esse é o desafio que se apresenta para o Ceilândia no momento.

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Ainda em construção, CEC enfrenta o Santa Maria

Santa Maria coloca favoritismo do CEC à prova
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O Ceilândia colocará à prova diante do Santa Maria a maturidade do trabalho já realizado.

Depois da boa vitória diante do Cruzeiro, o Ceilândia recuperou-se dos tropeços da pré-temporada e voltou a ser considerado um dos favoritos ao título de 2016.

Allan Dellon começou a treinar há poucos dias. Chefe é a referência no ataque
Allan Dellon começou a treinar há poucos dias. Chefe é a referência no ataque

O resultado deu tranquilidade para o trabalho durante a semana, mas não esconde duas constatações: o Ceilândia tivera uma preparação melhor que o Cruzeiro; o Cruzeiro jogou com um time bastante desfalcado e muitos jogadores do Ceilândia ainda estão sem ritmo de competição.

De positivo, destacou-se a maturidade demonstrada pelo time diante do desfalcado Cruzeiro.

Liel e Didão comandaram o meio e tendem a melhorar à medida que a competição avance
Liel e Didão comandaram o meio e tendem a melhorar à medida que a competição avance

O Ceilândia sabe que o Santa Maria mostrou maiores qualidades que o Cruzeiro. Sabe também que o Santa Maria teve uma preparação próxima da realizada pelo Ceilândia. Além disso, o Santa Maria reforçou-se durante a semana, inscrevendo quatro novos jogadores (Jeanzinho, Hugo, Piñeiro e Rafael Felix).

Diante dessas constatações, do lado alvinegro, os atletas sabem da importância do jogo e não precisam de palavras de incentivo. O Ceilândia sabe que é importante começar bem a competição.

O Técnico Adelson de Almeida não tem problemas importantes e, salvo opções de última hora, deve mandar a campo o mesmo time que venceu o Cruzeiro.  O time faz, nesta sexta, um recreativo.

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Semana 5: CEC já pensa no Santa Maria

hugo goiano
Hugo Goiano passou mal antes do jogo contra o Cruzeiro  e foi atendido ainda no vestiário

 

Superado o desafio da estreia, o Ceilândia tem agora o desafio de dar à vitória o tamanho que ela merece: importante porque toda vitória é importante, mas pouco significativa se considerarmos as circunstâncias do jogo.

Defesa foi pouco exigida contra o Cruzeiro: dificuldades crescentes no campeonato
Defesa foi pouco exigida contra o Cruzeiro: dificuldades crescentes no campeonato

O Ceilândia tem pela frente o desafio de encontrar o ritmo ideal o quanto antes. Contra o Cruzeiro, na avaliação da comissão técnica, o diferença no estágio da preparação selou a sorte do Cruzeiro.

Bom público conta o Cruzeiro: esperança de dias melhores no Regional
Considerando o apelo do adversário: Bom público conta o Cruzeiro no Estádio Regional

Pensando no campeonato, a Comissão Técnica avalia que o Ceilândia tem que saber utilizar a diferença técnica entre as equipes no início da competição.  A partir  da quarta rodada, o Ceilândia enfrentará os candidatos e é interessante que esteja pronto quando essa rodada chegar.

Nesta segunda-feira, os jogadores serão reavaliados. A princípio, Adelson não tem qualquer problema. Hugo Goiano, que passou mal com uma indisposição estomacal, foi tratado ainda no vestiário.

 

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Allan Dellon, Wisman e Netinho

Indefinições a três dias da estreia

Allan Dellon já treina normalmente
Allan Dellon já treina normalmente
O Ceilândia fará nesta quinta-feira o treino-apronto para a estreia diante do Cruzeiro-DF, neste sábado, 16h, no Estádio Regional.
O técnico Adelson ganhou problemas importantes a poucos dias da partida. Liel e Badhuga baixaram no DM.
Nesta quarta, treino técnico
Nesta quarta, treino técnico
Liel reclama de uma fisgada em músculo posterior da coxa esquerda. O volante não participou das atividades desta quarta-feira.
Outro que não participou foi Badhuga que está com o pé direito inchado. O zagueiro machucou o pé ao pegar mal na bola durante uma disputa.
Léo e Chefe: Ceilândia tem muitas dúvidas
Léo e Chefe: Ceilândia tem muitas dúvidas
De todas as lesões, a de Liel é a que mais preocupa. Preocupa principalmente porque Didão ainda não está cem por cento. Didão não jogou diante da Anapolina.
Mas o Ceilândia não vive apenas de notícias ruins. A boa notícia é que Allan Dellon já treina com o grupo. O meia já está regularizado, mas ainda está longe de sua melhor forma.

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Anapolina vence o Gato Preto

Dos pés de Klécio nasceram as melhores jogadas do Ceilândia
Dos pés de Klécio nasceram as melhores jogadas do Ceilândia

O Ceilândia foi derrotado pela Anapolina na tarde deste sábado, no Regional, por 2 x 0. Foi uma vitória incontestável de um adversário  que foi mental, física e tecnicamente superior ao alvinegro durante todo o jogo.

Liel acabou sendo expulso
Liel acabou sendo expulso

O resultado refletiu o estágio de preparação das equipes. Os vinte dias a mais de preparação da Rubra fazem muita diferença, mas não se esperava que a diferença fosse tão grande.

Chefe ficou isolado: CEC nada produziu no ataque
Chefe ficou isolado: CEC nada produziu no ataque

A Anapolina veio com uma proposta de jogo que surpreendeu o alvinegro. Alternando uma marcação alta com uma marcação a partir de sua intermediária, a Anapolina aprisionou o Ceilândia em seu próprio campo.

Léo defende: desta vez um milagre não foi suficiente
Léo defende: desta vez um milagre não foi suficiente

Pressionado na saída de bola, o Ceilândia foi incapaz de sair organizadamente, de chegar à área da Anapolina com a bola dominada. Restava, como restou, forçar jogadas pelas laterais ou em ligação direta.

Anapolina sobrou no jogo
Anapolina sobrou no jogo

O Ceilândia, contudo, sabe suportar a pressão do adversário. Talvez esperasse uma bola. A grande virtude da Anapolina foi manter a pressão, forçar o erro do Ceilândia, ciente que não precisaria aproveitar todas as chances, mas apenas algumas.

Adelson orienta Wisman: Ceilândia não se encontrou
Adelson orienta Wisman: Ceilândia não se encontrou

O primeiro tempo terminou sem gols. Esperava-se que o Ceilândia viesse melhor no segundo tempo. Não foi isso que aconteceu. Logo a um minuto, Dudu Lopes rebateu mal e Bruno Morais abriu o marcador: Anapolina 1 x 0.

Jogadores se desentendem: treino com cara de jogo
Jogadores se desentendem: treino com cara de jogo

Não deu sequer tempo para o Ceilândia assimilar o gol adversário. Na saída de bola, Irlan aumentou para 2 x 0.

O Ceilândia não conseguia jogar. A partida ficou tensa, com lances ríspidos de lado a lado, alguns desnecessários.

Léo salvou o terceiro com a ponta dos pés
Léo salvou o terceiro com a ponta dos pés

Com o segundo gol, a Anapolina retraiu-se e deu campo para o Ceilândia. O Alvinegro, contudo, jamais conseguiu criar oportunidades de gol.

No final, o resultado diz muito do estágio de preparação das equipes. Os jogos de pré-temporada são enganosos, mas apontam tendências.

Kabrine avança: Anapolina foi sempre melhor
Kabrine avança: Anapolina foi sempre melhor

O único quesito em que o Ceilândia igualou-se com a Anapolina foi no quesito disposição… mas vontade sozinha não ganha jogo.

 

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