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Ceilândia sofre, passa pelo Brasiliense e está na final

Gabriel tenta: punido pelo destino
Gabriel tenta: punido pelo destino em um pênalti muito contestado pelos alvinegros

O Ceilândia está na final. Foi sofrido como há que ser quando se trata de Ceilândia.

O jogo começou a mil por hora. O Brasiliense assumiu a iniciativa da partida, mas o Gato Preto era valente e devolvia na mesma toada. A verdade é que foi um começo equilibrado.

Léo não alcançou, Clécio também e o Brasiliense fez 1 x 0
Léo não alcançou, Clécio também e o Brasiliense fez 1 x 0

Quando o Ceilândia já respirava em campo, veio o inesperado. Ramon cobrou a falta, Léo não alcançou, Clécio não subiu e Kaká aproveitou-se para fazer Brasiliense 1 x 0. Uma ducha de água fria na torcida do Gato Preto.

O gol não mudou o panorama do jogo. Tal como na primeira partida, o Brasiliense explorava o grande espaço existente entre o trio formado por Bruno Morais, Allan Dellon e Clécio e a dupla de volantes formada por Liel e Didão. Isso dava a impressão de que o Brasiliense estava melhor… e estava.

Jogo muito picado: o Ceilândia não conseguiu jogar
Jogo muito picado: o Ceilândia não conseguiu jogar

Acontece que o futebol é imprevisível. Num lance isolado, a defesa do Brasiliense cortou mal. A bola subiu com muito efeito, o goleiro do Brasiliense hesitou, mas Clécio não hesitou. Tocou de cabeça e fez justiça ao marcador:  1 x 1.

Os times mantiveram-se equilibrados até o final do primeiro tempo.

Clécio fez o gol do Ceilândia
Clécio fez o gol do Ceilândia

Veio o segundo tempo e o Ceilândia era incapaz de sequer encaixar um contragolpe, enquanto o Brasiliense acercava-se da área alvinegra. Em um desses lances, o acaso desempenhou um papel importante. No bate e rebate dentro da área a bola tocou no chão e surpreendeu Gabriel. O árbitro Almir Camargos marcou pênalti. Ramom bateu e fez Brasiliense 2×1 aos 16 minutos.

Esperava-se que o Ceilândia melhorasse, mas isso não aconteceu. O Ceilândia até passou a chegar mais ao ataque, nem tanto por envolver o seu adversário, mas pela valentia. Se não jogou um bom futebol, o Ceilândia foi sempre valente, mas futebol não se resolve apenas com valentia, é preciso jogar também… e ter sorte.

O Ceilândia não teve volume de jogo, mas teve muitas chances: nessa, Clécio estava impedido
O Ceilândia não teve volume de jogo, mas teve muitas chances: nessa, Clécio estava impedido

Sorte foi o que não faltou ao Ceilândia. O jogo já se encaminhava para os últimos 15 minutos quando novamente o acaso fez das suas. Bola na mão do defensor alvinegro e Almir Camargos assinala pênalti. Ramom bateu e a bola explodiu na trave direita.

O penalti cobrado por Kaka terminou no travessão
O penalti cobrado por Kaka terminou no travessão

Os últimos minutos foram do Ceilândia. Não que o Gato Preto tenha chegado ao gol do Brasiliense como resultado de um jogo estruturado e que tenha envolvido o adversário.

Chegou talvez porque as substituições feitas por Adelson ( colocara Kabrine, Wisman e Romarinho), tenha dado certo ou talvez porque o Brasiliense tenha cansado. O importante é que, mesmo em um mal dia, o Gato Preto demonstrou que lutaria até o último instante, como de fato lutou.

Claudecir cobrou o quarto penalti do Ceilândia
Claudecir cobrou o quarto penalti do Ceilândia

O fato é que nos últimos minutos o Ceilândia teve ao menos três oportunidades de empatar, mas não o fez. O Gato ainda reclamou de um pênalti sobre Romarinho, mas não deu: A decisão iria para os pênaltis.

Ceilândia está na final de 2016
Ceilândia está na final de 2016

O Ceilândia começou na frente com Kabrine. O Brasiliense empatou. O Ceilândia fez 2 x 1 com Allan Dellon; o Brasiliense perdeu com Kaká acertando o travessão; Wallace cobrou e fez 3 x 1. O Brasiliense diminuiu para 3 x 2.

Hora da série decisiva. Apreensão do lado da torcida do Ceilândia, que veio em bom número para o jogo. Quis o destino que Claudecir fizesse o seu primeiro gol pelo Ceilândia: 4×2. Na cobrança seguinte, Léo fez o milagre que estava devendo. Defendeu o pênalti cobrado por Caio e levou  o Ceilândia às finais do Candangão 2016.

 

 

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Semifinais: nem o jogo, nem os times serão os mesmos

Mario Henrique e Gabriel tiveram muito trabalho pelos lados do campo
Mario Henrique e Gabriel tiveram muito trabalho pelos lados do campo

O Ceilândia vê com desconfiança o intervalo entre os 180 minutos que decidirão quem avança às finais de 2016.

O técnico Adelson de Almeida mantém o discurso: o Ceilândia é um time experiente, de boa técnica mas precisa manter a regularidade de seu desempenho, manter a firmeza e a serenidade. Se igualar o Brasiliense em disposição e concentração, aumentam as suas chances de sair-se vencedor no domingo.

Clécio e Bruno Morais tentaram a marcação alta e não conseguiram
Clécio e Bruno Morais tentaram a marcação alta e não conseguiram

Para isso, o time precisa evoluir, assim como o Brasiliense deve evoluir de quarta para domingo. Apesar de comumente dizer-se que se trata de um jogo de 180 minutos, isso não é propriamente verdade. Há muito tempo, um grande filósofo de nome Heráclito assentou uma das mais belas verdades:

Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio. Quando se volta novamente, nem o rio e muito menos você são os mesmos

Ceilândia mudou maneira de jogar: posicionamento precisa de ajustes para ganhar a segunda bola
Ceilândia mudou maneira de jogar: posicionamento precisa de ajustes para ganhar a segunda bola

Mudado o que deve ser mudado, o Ceilândia precisa aprender com seus erros da partida anterior, porque o Brasiliense certamente o fez. É contra esse Brasiliense melhorado, mais disposto e concentrado que o Gato Preto jogará nesse final de semana.

O técnico Adelson de Almeida não tem maiores problemas médicos. Filipe Cirne está fora da competição. Adelson ganhou com a melhora na produção de Didão e Kabrine.  Isso é um avanço. Clécio, que fez o gol da vitória diante do Brasiliense, fez uma partida apenas regular.

Erro da defesa obrigou Léo a uma saída atabalhoada: erros não podem se repetir
Erro da defesa obrigou Léo a uma saída atabalhoada: erros não podem se repetir

Clécio e Bruno Morais sofreram com as novas funções. No ataque esperavam a segunda bola à frente de Claudecir. Com isso, a segunda bola defensiva do Ceilândia era prejudicada pela enorme distância entre os volantes e Claudecir.  Bruno Morais e Clécio pouco produziram ofensivamente, mas a verdade é que foram importantes taticamente.

Adelson sabe que o lado esquerdo de sua defesa sofreu muito com as investidas de Patrick no primeiro tempo. O Ceilândia precisa melhorar porque o Brasiliense certamente o fará.

No mais, a confiança de que o CEC vai enfrentar um grande adversário e que, se igualá-lo em concentração e disposição, poderá sair de campo vitorioso. Nesses momentos, experiência e  melhor técnica contam. E isso está do lado alvinegro.

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Luziânia sobra no campeonato

Léo, Liel e Didão preocupam para domingo

Paracatu enfrenta Brasiliense nesta quinta: daí sai o adversário alvinegro
Paracatu enfrenta Brasiliense nesta quinta: daí sai o adversário alvinegro

O Ceilândia chega nesta quinta-feira já buscando focar no jogo deste final de semana pelas semis do Metropolitano 2016.

Brasiliense cresceu de produção nos últimos jogos: é o favorito contra o Paracatu
Brasiliense cresceu de produção nos últimos jogos: é o favorito contra o Paracatu

O técnico Adelson de Almeida tem alguns problemas. O primeiro e mais grave é o de Léo. O goleiro sofreu um forte pisão na coxa e preocupa. O tratamento começou ainda no vestiário. A evolução nessas primeiras 24 horas é de suma importância.

Santa Maria tem um time forte e pode surpreender o Gama
Santa Maria tem um time forte e pode surpreender o Gama

Outro que preocupa é Didão. Durante a partida, com um Liel debilitado por uma lesão no ombro ainda no início do jogo, Didão chamou para si a responsabilidade de comandar a entrada de área alvinegra. No final da partida mancava.

O Gama é um time em tudo parecido com o Ceilândia: sofre até quando não precisa
O Gama é um time em tudo parecido com o Ceilândia: sofre até quando não precisa

Outro que também preocupa é Liel. O volante deslocou o ombro logo no início do jogo. Permaneceu no campo mesmo assim. No final, ainda levou uma forte pancada no queixo e deixou o campo sangrando.

Luziânia sobra no campeonato
Luziânia sobra no campeonato

O Ceilândia começa esta quinta-feira desligando a chave dos acontecidos. Agora é preciso ter olhos para Brasiliense e Paracatu.

O Luziânia continua com sua impressionante campanha. Na noite de ontem bateu o Sobradinho e garantiu sua classificação às semis. Noutra partida desta quinta, o Gama recebe o surpreendente Santa Maria.

O campeonato começa a definir-se.

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O maior ídolo alvinegro em toda sua história conforta o herói de 2016

Ceilândia supera Brasília nos pênaltis e está na semi-final

Chicão, no destaque, ficou marcado pelo penalti perdido em 1987
Chicão, na foto do time de 1983, em destaque, ficou marcado pelo penalti perdido em 1987

Muito já se passou daquele 29 de março de 1987. São quase 30 anos, mas o coração alvinegro, que tanto sofreu hoje, naquele dia sofreu como nunca. Sofreu com a chuva, sofreu com a arbitragem de Newton de Castro e, mais precisamente, com a atuação do bandeira Clésio Penoni: Aos 15 do segundo tempo, Brasil recebeu de Carlinhos e fez um gol lícito. Newton de Castro validou o gol, mas alertado por Clésio Penoni invalidou o gol sob a alegação de impedimento. A mágoa permanece, 30 anos depois.

Badhuga tem feito boa dupla de defesa com Wallace
Badhuga tem feito boa dupla de defesa com Wallace

Tal como na data de hoje, a decisão foi para os pênaltis, naquele dia  o Brasilia bateu primeiro. Bolão fez 1 x 0. Brasil bateu em seguida, na trave; Erasmo fez 2 x 0 para o Brasília; Edmilson cobrou e diminuiu para o Ceilândia: 1 x 2; Freitas cobrou e errou; 1 x 2; Wladi cobrou e empatou: 2 x 2; Coutinho pôs o Brasilia na frente: 2 x 3; Dirson empatou: 3 x 3; Valdo fez e o Brasília vencia por 4 x 3. Chicão poderia empatar e errou. Brasília foi campeão.

Didão saiu de campo mancando: com a lesão de Liel logo no início do jogo assumiu o comando do meio de campo
Didão saiu de campo mancando: com a lesão de Liel logo no início do jogo assumiu o comando do meio de campo

Hoje, 13 de abril de 2016, quase trinta anos depois, muitos dos presentes lembraram de Chicão. Muitos foram às lágrimas… Chicão está vingado.

Como toda decisão, não importa se se joga bem ou mal. Importa vencer. O Ceilândia começou melhor, tomou a iniciativa do jogo e rondava a área do Brasília. O Ceilândia voltava a jogar o bom futebol do jogo de ida, no último sábado.

Bruno Morais: sofreu com a marcação e não repetiu a boa atuação do primeiro jogo. Compensou com luta
Bruno Morais: sofreu com a marcação e não repetiu a boa atuação do primeiro jogo. Compensou com luta

O futebol tem os seus caprichos. Na metade do segundo tempo, Léo fez uma de suas defesas milagrosas. Na sequência, levou um forte pisão na coxa. Léo  foi atendido em campo por minutos seguidos. Responsável, Léo achava que deveria sair. Adelson pensava o contrário. Confiava no seu goleiro e, com Liel já machucado, poupava uma substituição.

O Ceilândia criou pouco: a melhor chance foi com Liel
O Ceilândia criou pouco: a melhor chance foi com Liel

O fato é que depois da lesão de Léo, o Brasília equilibrou as ações. Não era melhor, mas os times se alternavam na iniciativa. Os goleiros não trabalhavam. Léo preocupava.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia tentou impor o seu novo padrão de jogo. Não por muito tempo. O Brasília rapidamente equilibrou as ações e tomou as rédeas da partida. Sorte do Ceilândia que faltava ao Brasília o último passe.

Filipe Cirne voltou ao time titular: não foi decisivo, mas incomodou a defesa do Brasília
Filipe Cirne voltou ao time titular: não foi decisivo, mas incomodou a defesa do Brasília

Do lado alvinegro, o que não vinha por aptidão técnica se compensava com entrega. Foi assim com Clécio e Bruno Morais. Bruno Morais, muito bem marcado, não conseguiu repetir a atuação do último jogo contra o Brasília.  Compensava correndo.

Mário Henrique: protegido pela nova composição do lado esquerdo do Ceilândia, fez o gol da vitória
Mário Henrique: protegido pela nova composição do lado esquerdo do Ceilândia, fez o gol da vitória

Clécio sentiu a falta de ritmo de jogo. Não conseguiu dar intensidade ofensiva ao time e, ao mesmo tempo, não achava o seu lugar entre a dupla Liel e Didão e o ataque formado por Claudecir e Filipe.

O fato é que o Ceilândia sofria a cada ataque. Havia sempre o medo que numa bola qualquer o Brasília abrisse o marcador.

Com empate no tempo normal: penaltis
Com empate no tempo normal: penaltis

O jogo seguiu amarrado até os minutos finais quando Baiano cobrou falta e a bola explodiu no travessão direito da meta alvinegra defendida por Léo. Naquele momento os ecos de 1987 foram sentidos no Regional: dessa vez o Ceilândia não perde.

Léo defendeu o primeiro, cobrado por Giba
Léo defendeu o primeiro, cobrado por Giba

A verdade é que, nos minutos finais, as mudanças efetuadas por Adelson deixara o jogo mais igual: Kabrine, Wisman e Chefe voltaram a equilibrar o jogo. Não o suficiente para criar situações claras de gol.

Léo defendeu o segundo, cobrado por Werick
Léo defendeu o segundo, cobrado por Werick

Não houve tempo para mais nada e o jogo foi para as loterias dos pênaltis. Havia algo no ar: Léo não permanecera até o final por nada. E foi isso que aconteceu.

O maior ídolo alvinegro em toda sua história conforta o herói de 2016
O maior ídolo alvinegro em toda sua história conforta o herói de 2016

Diferente de 1987, dessa vez o Gato Preto cobrou primeiro: Kabrine fez 1 x0. Em seguida, Léo pulou a esquerda e defendeu o chute de Giba; veio a segunda cobrança e Filipe fez Ceilândia 2 x 0. Dessa vez Léo pulou para a direita e fez nova defesa no chute de Werick. Agora foi a vez de Wallace bater  e fazer Ceilândia 3 x 0. O Brasília bateu e diminuiu, mas Mário Henrique bateu e fez Ceilândia 4 x 1.

O Ceilândia está na semi-final de 2016
O Ceilândia está na semi-final de 2016

Com a vitória, o Gato Preto rompe uma série  negativa nas quartas-de-final: foi eliminado em 2014 e 2015 por Brasília e Luziânia respectivamente. Agora é recompor-se e se preparar para mais duas batalhas.

 

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CEC procurar soluções para

CEC procura reforços de última hora

Chefe: muita luta, mas apenas um gol
Chefe: muita luta, mas apenas um gol

Os últimos resultados trouxeram alguma instabilidade para os lados da Cidade do Gato. O técnico Adelson de Almeida teve que conviver com críticas ao seu time e até mesmo ao sistema de jogo.

O treinador admitiu que o sistema de jogo possa passar por uma ou outra alteração, mas Adelson mostrou-se muito inconformado com a atuação do time. Reclamou que alguns jogadores não estavam rendendo.

 

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A diretoria chegou a pensar em um plano B, para o caso de Adelson não continuar. Noutra vertente e com um orçamento limitado, a diretoria sabe que a chance de reforçar o time é mínima, mas  está de olho no mercado.

As maiores queixas tem se voltado contra a falta de volume de jogo. De maneira geral, tem-se por certo que o Ceilândia não prende a bola em seu campo de ataque. Pior, faz poucos gols.

No início da competição, acreditava-se que o Ceilândia teria um bom elenco. No final da primeira fase, percebeu-se que poucos jogadores renderam o suficiente para serem opção. Nos últimos sete jogos o time fez apenas um gol com bola rolando. O ataque não tem produzido.

CEC procurar soluções para
CEC procurar soluções para

 

Além do mais, o time sofreu com as contusões de seus meio-campistas. Apesar de tudo isso, manteve um padrão defensivo interessante, a ponto de manter-se invicto na competição.  A crença geral é a de que o CEC tem um teto mais alto que os adversários para crescer.

Na fase de classificação, um  CEC muito desfalcado, foi amplamente dominado pelo Brasília mas ainda venceu. No mata-mata que começa neste sábado, 15h30, em Formosa, não haverá chance para erros.

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Debaixo de um temporal, CEC não sai do zero

Campo muito encharcado: equipes lutaram muito num jogo bom de assistir
Campo muito encharcado: equipes lutaram muito num jogo bom de assistir

Ceilândia e Paracatu FC se enfrentaram na tarde deste sábado e, debaixo de muita chuva, o Gato Preto acabou empatando sem gols.

Foi um jogo muito disputado. O campo encharcado impediu que as equipes jogassem o seu melhor futebol. No lugar, o que se viu foi muita disposição de lado a lado. O resultado sem gols provavelmente se deu ao fato de que os times não puderam jogar futebol.

Filipe Cirne esteve bem marcado: na melhor oportunidade, a bola explodiu na trave
Filipe Cirne esteve bem marcado: na melhor oportunidade, a bola explodiu na trave

O Ceilândia entrou desfalcado de Didão, Clécio e Allan Dellon. Adelson manteve Sandro na cabeça de área e Wisman no ataque. Filipe Cirne retornou ao time.

O primeiro tempo foi muito equilibrado. O Paracatu foi levemente melhor nos últimos dez minutos. Nenhuma das equipes, contudo, chegou perto do gol adversário.

Com o campo impraticável, times abusaram das bolas aéreas
Com o campo impraticável, times abusaram das bolas aéreas

O Ceilândia começou melhor no segundo tempo. Rondou a área adversária, mas não criou situações claras de gol. No geral, as equipes tiveram poucas oportunidades. O Paracatu teve uma, mas as condições do gramado impediram a conclusão do lance.

O CEC teve ao menos três oportunidades. Na melhor delas, Wisman foi derrubado na entrada da área. O time alvinegro reclamou, alegando que o lance seria (e era) de expulsão.

Kabrine jogou no meio, substituindo Allan Dellon
Kabrine jogou no meio, substituindo Allan Dellon

Alguns minutos depois, aos 25, Filipe Cirne fez bela jogada pela esquerda de ataque e bateu no canto, mas a bola explodiu no poste.

No mais, o Ceilândia esteve perto de marcar em cobranças de escanteio, mas não conseguiu converter. Adelson ainda mexeu, promovendo a estreia de Maninho e colocando Romarinho.

Alguns locais do campo ficaram completamente alagado
Alguns locais do campo ficaram completamente alagados

No final, o empate sem gols deixa um gosto amargo, mas não se pode negar que, nas condições, foi um resultado justo por aquilo que as equipes apresentaram em campo.

No meio de semana, o Gato pega o Sobradinho, que venceu o Brasiliense neste sábado por 2 x 1.

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Faltam menos de 15 dias para a estreia

Semana 3: CEC mira Anapolina

Wallace entrou no segundo tempo: opção para a defesa alvinegra
Wallace entrou no segundo tempo: opção para a defesa alvinegra

O Ceilândia iniciou a sua terceira semana de trabalho, agora faltando menos de 15 dias para a estreia.

A avaliação da comissão técnica é a de que o trabalho tem sido produtivo, embora o time ainda esteja longe de suas melhores condições.

Adelson disse que o seu nível de exigência é compatível com a preparação: time ainda longe de sua melhor forma
Adelson disse que o seu nível de exigência é compatível com a preparação: time ainda longe de sua melhor forma

O técnico Adelson de Almeida avaliou a atuação do time contra o Goianésia como boa. Adelson afirmou que o seu nível de exigência levou em consideração que muitos jogadores estavam há mais de seis meses sem atuar, casos de Dudu, Kabrine, Liel e Didão.

Com os jogos vieram os problemas: Léo Silva fez uma defesa milagrosa diante do Goianésia, mas se machucou no lance. Logo em seguida começou o tratamento com gelo no joelho esquerdo. Segundo Adelson, não é problema.

Didão tem uma contratura: a princípio, não joga no sábado
Didão tem uma contratura: a princípio, não joga no sábado

O caso de Didão é diferente. O atleta que tem uma enorme história com o CEC, sentiu uma fisgada no treinamento desta segunda. Está fora do amistoso do final de semana.

Faltam menos de 15 dias para a estreia
Faltam menos de 15 dias para a estreia

Outros jogadores continuam em trabalho separado. É o caso de Romarinho. Recuperando-se de uma cirurgia no joelho, o atacante está sendo trabalhando para estar pronto para a estreia contra o Cruzeiro-DF.

No sábado, 16h, o Ceilândia enfrentará a Anapolina, no Regional de Ceilândia.

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CEC fecha primeira semana de treinamento

Madruga é uma das caras novas do Ceilandia
Madruga é uma das caras novas do Ceilandia

O Ceilândia encerrou, na tarde deste sábado, a sua primeira semana de treinamento com um jogo treino contra o SAD, time amador de Santo Antônio do Descoberto.

Na avaliação da comissão técnica, a evolução física da equipe se deu dentro do esperado. Alguns jogadores fizeram trabalhos diferenciados, caso de Liel e Chefe.

Liel fez trabalho à parte
Liel fez trabalho à parte

No campo, o técnico Adelson de Almeida lançou duas equipes distintas. No primeiro tempo, Adelson fez algumas experiências e lançou Léo, Dudu Lopes, Badhuga, Madruga e Mário Henrique; Wallace, Didão, Clécio e Filipe Cirne; Cassius e Wisman.

A diferença entre as equipes era muito grande. Com quinze minutos o Ceilândia já vencia por 3 x 0  (Clécio fez o primeiro, Cassius fez o segundo e o terceiro). Clécio fez o quarto.

Os gols foram saindo naturalmente e não importaram tamanha a diferença técnica
Os gols foram saindo naturalmente e não importaram tamanha a diferença técnica

Terminado o primeiro tempo, os jogadores foram entregues a John Kleber para continuar os trabalhos de preparação física no campo número 2. Enquanto isso, o time composto por Michael, Gabriel, Jefferson, Sandro e Kabrine; Hugo Goiano, Acácio, Vinicius e Robério; Wesley e Netinho foi a campo.

Kabrine voltou ao time depois de um ano de espera
Kabrine voltou ao time depois de um ano de espera

Esse segundo tempo serviu para que Adelson percebesse que Kabrine está bem fisicamente depois da cirurgia.  No mais, a diferença técnica entre as equipes era muito grande, servindo o treinamento para dar ritmo à equipe e para que Wesley Gotinha mostrasse que além de veloz sabe fazer gols.

No próximo final de semana, o CEC fará o seu primeiro amistoso: viajará até Goianésia para o primeiro dos dois amistosos programados até o momento.

 

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Metade do elenco já jogou pelo Ceilândia

Didão e Cassius jogando pelo CEC contra o CR Guará em 2006
Didão, à frente,  e Cassius, último homem,  jogando pelo CEC contra o CR Guará em 2006

Ao ser dada a largada para 2016 e atento às particularidades do futebol local, pode-se dizer que o Ceilândia não começa do zero. Do total de 27 jogadores que se apresentaram ao técnico Adelson de Almeida, 14 já tem experiência no alvinegro.  São eles:

1. LÉO – Goleiro – Léo vai para a sua terceira temporada com a camisa alvinegra. No total são 13 partidas jogando pelo Ceilândia, 12 delas em 2015.
2. MARCELO RIBEIRO – Marcelo é um jovem goleiro. Compôs a equipe de 2015, mas não teve a oportunidade de começar jogando.
3. MICHAEL – Michael é também um jovem goleiro. Compôs o elenco do Ceilândia de 2013, ocasião em que, tal como MARCELO RIBEIRO, não teve oportunidade de jogar.

Liel estreou pelo CEC em 2010, na vitória por 2 x 0 contra o Luziania
Liel estreou pelo CEC em 2010, na vitória por 2 x 0 contra o Luziânia

4. MARIO HENRIQUE – Lateral-esquerdo – Mário Henrique disputou o campeonato candango de 2015 pelo Ceilândia. Disputou 9 partidas, 7 como titular,  e marcou um gol na vitória diante do Luziânia por 2 x 0 ainda pela fase de classificação.

5. DUDU LOPES – Lateral direito – 23 anos – estreou pelo CEC em 2015, no título candango. Jogou 22 partidas com a camisa alvinegra. Volta de cirurgia no joelho. Dudu, aos 20 anos, fez a sua estreia num jogo duríssimo diante do CRAC em Catalão, na disputa da Série D 2012, empate em 2×2.

Dudu em sua estreia pelo Ceilândia contra o CRAC em Catalão
Dudu em sua estreia pelo Ceilândia contra o CRAC em Catalão

5. DIDÃO – meio de campo –  34 anos – estreou pelo Ceilândia em 2004. São 7 temporadas com a camisa alvinegra tendo sido expulso apenas uma vez, em 2005. Marcou 13 gols com a camisa do Ceilândia. Sua última partida com a camisa alvinegra foi em maio de 2013, na final da Taça Mané Garrincha, derrota do CEC para o Brasiliense por 2 x 0.

6. FILIPE CIRNE – meio de campo – Tem 23 anos. Estreou pelo CEC em 2015 na estranha vitória do CEC sobre o Paracatu no jogo que durou 4 minutos. Tem três gols com a camisa alvinegra. De seus pés nasceram a maior parte dos gols do CEC em 2015. Tem 12 jogos com a camisa alvinegra.

Filipe Cirne contra o Brasília: grata revelação num estilo que lembra o saudoso Dorival
Filipe Cirne contra o Brasília: grata revelação num estilo que lembra o saudoso Dorival

7. KABRINE  – meio de campo –  é um jogador que tem Ceilândia na sua origem, afinal nasceu na cidade. Tem 28 anos de idade.Tem 10 jogos com a camisa do Ceilândia todos na campanha da série D de 2012 quando o CEC foi eliminado na semi-final da região sul-sudeste diante da Friburguense em setebmro de 2012. Kabrine fez um gol pelo Ceilândia, na vitória diante do CENE por 3 x 2.
8. LIEL – O homem de ferro, meio de campo. Disputou todos os jogos na conquista do campeonato Candango de 2012. Embora muito identificado com o Gato Preto, Liel, que tem apenas 26 anos, disputou apenas duas temporadas com a camisa alvinegra, justamente nos anos em que o Ceilândia foi campeão. Disputou 36 partidas com a camisa do CEC e, se não foi expulso, também não marcou gol a camisa alvinegra. Na primeira, entrou no lugar de William, na vitória contra o Luziânia na Serra do Lago, ainda em 2010. Seu último jogo pelo Ceilândia foi diante da Friburguense, em 09 de setembro de 2012.
9. VINICIUS – Meio de Campo – Vinicius disputou o Candangão 2015 pelo Ceilândia. Entrou em 9 partidas, 7 delas como titular. Nâo fez gol. É irmão de CHEFE, centro-avante alvinegro em 2016.
10. CHEFE – Atacante – Chefe

Marcelo Ribeiro no banco: vida de goleiro é difícil
Marcelo Ribeiro no banco: vida de goleiro é difícil

compôs o elenco do CEC em 2010, na disputa da Série D. Disputou cinco partidas, três como titular, e ainda não fez gol com a camisa alvinegra.
11. CASSIUS – Atacante – Uma verdadeira lenda do futebol local. Registrados pelo CeilandiaEC já são 183 partidas com a camisa do Ceilândia e 96 gols. O número de partidas com quase toda a certeza é maior… e o de gols também (há uma deficiência de dados das campanhas de 1998 e 1999). O último gol marcado por Cassius foi diante do Brasilia, na 6a rodada, no empate em 1×1. Desde 2000 só não jogou pelo CEC em 2003, quando foi artilheiro do campeonato local pelo CFZ e 2007.
12. CLÉCIO – Meio de Campo – Clécio compôs o elenco do CEC em 2013. Disputou 11 partidas com a camisa alvinegra, 10 delas como titular. Fez dois gols (contra Brazlândia e Brasiliense). A sua última partida foi exatamente contra o Brasiliense, na final da Taça Mané Garrincha em 2013.
13. WISMAN – Wisman é lateral e compôs o elenco do CEC de 2012 a 2014. No primeiro ano sequer foi utilizado na conquista do campeonato. No geral, disputou 7 partidas com camisa do Ceilândia, a última em março de 2014, na eliminação diante do Brasília.

Amanhã falaremos das novas aquisições do Ceilândia.

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Ceilândia termina fase de classificação no G4

Felipe Cirne deu muito trabalho a defesa do Luziania
Felipe Cirne deu muito trabalho a defesa do Luziania

O Ceilândia surpreendeu a todos ao terminar a fase de classificação do Candangão na G4. O resultado foi decorrência direta da vitória diante do Luziânia por 2 x 0, em partida disputada na tarde desta quarta-feira no Serra do Lago.

Foi uma partida equilibrada. No primeiro tempo as equipes se alternaram no domínio, mas nenhuma delas conseguiu criar efetivamente uma situação clara de gol. O Ceilândia jogava com Wanderson e Dedé na defesa. A nova dupla não decepcionou.

Jogo muito disputado: Ceilândia soube se aproveitar dos erros do adversário
Jogo muito disputado: Ceilândia soube se aproveitar dos erros do adversário

As maiores emoções ficaram para o segundo tempo. O time da casa tomou a iniciativa do jogo e partiu para o abafa. Bem postado defensivamente, o Ceilândia controlou as investidas do adversário e, na primeira oportunidade, aproveitou um contra-ataque bem sucedido para que Mário Henrique abrisse o marcador (aos 17 do segundo tempo).

Com a vantagem, o Ceilândia manteve-se firme na sua proposta de jogo. O time não se abalou com a pressão do Luziânia e, na única chance clara de gol do adversário, Léo fez uma belíssima defesa.

Tartá voltou ao time
Tartá voltou ao time

Não demorou muito e o Ceilândia aproveitou novo vacilo da equipe do Luziânia e Caio fez o segundo do CEC (aos 34 do segundo tempo).

O resultado em si mesmo nada mudou tem termos de campeonato, mas definiu, como se previa, que Ceilândia e Luziânia farão uma das quartas-de-final.

Mario comemora o seu gol
Mario comemora o seu gol

Do ponto de vista do projeto alvinegro há uma vitória a comemorar. No início da competição havia uma desconfiança generalizada sob o quão longe os meninos do Gato Preto iriam.  A quarta colocação, nesse particular, é uma boa prova.

O técnico Adelson de Almeida falando ao CeilandiaEC concordou que há de fato algo para se orgulhar dos meninos do Gato Preto. Mais que a classificação, disse Adelson, o compromisso de todos os jogadores nesses últimos dez dias é algo a se comemorar. Adelson disse que o time treinou inclusive no domingo e os sacrifícios não poderiam ter sido em vão.

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Gol de Mário Henrique selou a boa campanha do CEC na fase de classificação

Indagado sobre o que isso representa em termos de campeonato, Adelson de Almeida foi mais pés-no-chão. O treinador disse que o terminar em quarto lugar é importante porque garante o direito de decidir em casa. Acrescentou, contudo, que na próxima rodada começa outro campeonato, os jogos serão diferentes e qualquer erro poderá ser fatal.

As partidas de quartas-de-final, a princípio, começarão no próximo final de semana. Haverá reunião nessa quinta para se definir concretamente a data. Existe uma possibilidade, ainda que pequena, das partidas começarem no próximo meio de semana, dando um prazo a mais para as equipes habilitarem seus estádios para a presença de público.

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Técnico e time entrando no clima do Candangão

Espírito de Candangão

 

Na bola, Cassius!
Na bola, Cassius!

Passava dos 15 minutos do primeiro tempo contra o Brasiliense e o Ceilândia não se achava em campo. O time errava muito diante da forte marcação do adversário.

Naquele momento, pode se perceber que começou a correr uma energia diferente no sempre calmo time do Ceilândia: o jogadores começaram a se cobrar.

Juninho recebe amarelo: desfalque contra o Ceilandense
Juninho recebe amarelo: desfalque contra a Ceilandense

O time enfim se dava conta que estava em um campeonato. Em jogo de campeonato é preciso mais que saber jogar bola.

Passava dos 15 minutos do segundo tempo contra o Brasiliense. Léo pega a bola e demorar para sair para o jogo. Adelson grita do banco de reservas: “Vamos jogar!”

Técnico e time entrando no clima do Candangão
Técnico e time entrando no clima do Candangão

O comando do treinador era mais que adequado. Se você está bem treinado, não há motivo para se acovardar. Não precisa ser afoito, ainda mais quando se está com um homem a menos. E o Ceilândia não se acovardou.

Com o empate, foi a vez de Adelson entrar novamente em cena: Cassius excedeu-se na disputa de bola… o treinador foi mas uma vez importante: “na bola, Cassius! na bola..”

O Ceilândia começa a dar liga…

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Defesa falhou em lances fundamentais

Irreconhecível! Ceilândia perde e se complica

Desolação: um espetáculo sem brilho... e sem público
Desolação: um espetáculo sem brilho… e sem público

O Ceilândia colecionou a sua segunda derrota consecutiva no Candangão 2015 na tarde deste sábado, no Serejão.

O começo foi assustador. Talvez surpreendido com a postura defensiva do Brasiliense, que marcava no próprio campo, o Ceilândia subtamente se viu sem saber o que fazer com a bola nos pés. Para isso contribuiu, e muito, a ausência de Filipe Cirne.

Vinicius... saiu... e fez falta
Vinicius… saiu… e fez falta

Para piorar, logo aos três minutos, por erro de posicionamento de sua defesa no contra-ataque amarelo, o Ceilândia viu o Brasiliense sair na frente com Luquinhas.

Com problemas defensivos como nunca se vira nesta competição, o Ceilândia era incapaz também de trocar três passes no ataque.

Allan Dellon reencontra o Ceilândia: apenas discreto
Allan Dellon reencontra o Ceilândia: apenas discreto

O jogo continuou assim até a contusão de Vinicius, aos 28. Adelson colocou Filipe Cirne e o Ceilândia melhorou. Pela primeira vez na partida se via um time avançar de modo equilibrado, envolvendo o adversário. Faltava, ainda, o último passe.

Para piorar, aos 33, Arthur foi displicente na saída de bola e serviu Matheuzinho. Rápido, o atacante invadiu a área e fez 2 x 0 para o Brasiliense.

Filipe Cirne: com ele o Ceilândia é outro time
Filipe Cirne: com ele o Ceilândia é outro time

O Ceilândia pareceu ter sentido o gol.  Do outro lado, o Brasiliense controlava as investidas do Ceilândia e apostava nos contra-ataques.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia teve quinze minutos de bom futebol. Aos 2, Vitor bateu cruzado, Badhuga ainda tentou tocar, e a bola morreu no fundo das redes: Ceilândia 1 x 2 Brasiliense.

Pablo, não funcionou
Pablo, não funcionou

Nos minutos seguintes o CEC poderia ter empatado. Num único lance, Cassius e Filipe Cirne tiveram a chance de empatar. Na sequencia, Tartá acertou o travessão.

Depois dos 15 minutos o jogo ficou ainda mais amarrado. A verdade é que Brasiliense não queria enquanto que o Ceilândia até queria, mas não conseguia jogar.

Defesa falhou em lances fundamentais
Defesa falhou em lances fundamentais

No final da partida, o Brasiliense foi premiado com um penalti. Lopes bateu e fechou o marcador: 3 x1

Na essência foi um jogo ruim. Mas esse é o futebol dito moderno. O Ceilândia ficou devendo. Pareceu um time medroso e acomodado nos minutos iniciais. Parecia um time sem fome contra apenas esforçado Brasiliense.

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CEC esquece Santa Maria: Campeonato está apenas começando

Com um time de garotos, CEC já se prepara para o seu primeiro e efetivo desafio em casa
Com um time de garotos, CEC já se prepara para o seu primeiro e efetivo desafio em casa

A vitória do Ceilândia diante do Santa Maria ficou no passado. De positivo o fato de que o Gato Preto mostrou que está em um nível diferente do adversário, atualmente o lanterna da competição.

O técnico Adelson de Almeida mostrou-se satisfeito com a vitória, nem poderia ser de outro modo. O treinador sabe, contudo, que a competição está apenas começando e o time ainda não enfrentou os seus mais diretos concorrentes ao título distrital.

EdiCarlos ajuda no meio campo: agradou diante do fraco time do Santa Maria
EdiCarlos ajuda no meio campo: agradou diante do fraco time do Santa Maria

O Gato Preto folga no meio de semana. Será importante para que jogadores  se recuperem da recente maratona de jogos por um lado, mas pode atrapalhar no quesito concentração, visto que o adversário do domingo, o Gama, se manterá em ritmo de competição.

Juventude também no banco: boa estrutura defensiva tem ajudado
Juventude também no banco: boa estrutura defensiva tem ajudado

Adelson de Almeida a princípio não tem problemas físicos na equipe. Artur, que voltou de contusão contra o Santa Maria, Juninho se recuperando e que ficou de fora, não devem ser problema.

No mais, o time se prepara para o um teste efetivo em seus domínios.

 

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CEC pega Santa Maria: vitória será importante

CEC mostrou virtudes defensivas, mas é pouco solidário no ataque
CEC mostrou virtudes defensivas, mas é pouco solidário no ataque

O Ceilândia faz nesta domingo o seu segundo jogo consecutivo fora de casa. O adversário desta tarde será o Santa Maria, 16h, no Valmir Campelo.

O Ceilândia vem de um empate contra o Formosa. Nessa partida, o CEC mostrou-se um time organizado defensivamente. A maior virtude, na visão dos analistas, foi a solidariedade defensiva.

Cassius ficou muito preso na marcação: caminho aberto para EdiCarlos
Cassius ficou muito preso na marcação: caminho aberto para EdiCarlos

Se, por um lado, o time mostrou-se solidário na defensiva, não mostrou a mesma organização no ataque. No segundo tempo, o time abusou dos lançamentos longos e pouco explorou a transição defesa para o ataque de um lado para o outro.

Léo mostrou tranquilidade contra o Formosa. Um ano depois, volta a enfrentar o Santa Maria
Léo mostrou tranquilidade contra o Formosa. Um ano depois, volta a enfrentar o Santa Maria

No mais das vezes, os atacantes estavam isolados, mas quem tem Cassius e EdiCarlos sabe que em lances isolados eles podem resolver um jogo.

No retrospecto, em 2014, o CEC não respeitou o Santa Maria e saiu derrotado do Bezerrão por 2 x 1. Aquela foi a primeira partida de Léo como titular da camisa 1 alvinegra.

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Thiaguinho enfrenta a marcação: CEC perdeu em 2014.

 

Para a partida de hoje, Adelson deverá manter a sua equipe base, dos jogos diante do Paracatu e Formosa.

Uma vitória sobre o Santa Maria é muito importante para o CEC em seu caminho rumo a classificação e dará alguma tranquilidade para a sequência de jogos diante das equipes favoritas à conquista da competição.

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CEC começa de verdade o campeonato

Rumo ao desconhecido

Jogo contra o Paracatu não terminou: lesão no pé, gelo no joelho
Jogo contra o Paracatu não terminou: lesão no pé, gelo no joelho

O Ceilândia vai a campo na tarde desta quarta-feira contra o Formosa. Passada a conturbada estréia, o time tem a oportunidade de mostrar se tem condições de fazer uma boa campanha.

No único amistoso de pré-temporada, o Gato Preto foi derrotado pelo Caldas por 2×1. O time mostrou algumas características que eram próprias dos times de Adelson de Almeida: uma defesa bem montada e certa predileção pelo contra-ataque.

CEC começa de verdade o campeonato
CEC começa de verdade o campeonato

Para a partida de hoje Adelson ainda não deve contar com Arthur. No mais, o time será o mesmo que entrou em campo diante do Paracatu.

O Formosa vem de vitória diante do Sobradinho, num jogo em que se postou na defesa e esperou os erros do adversário. Característica por característica de time, hoje o jogo será diferente.

O jogo será com portões fechados para o público.

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