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Liel comanda o Ceilândia: alvinegro joga a temporada

Do laboratório para o campo

Liel comanda o Ceilândia: alvinegro joga a temporada
Liel comanda o Ceilândia: alvinegro decide a temporada

O Ceilândia deixa a proteção do laboratório para colocar em prática e aos olhos do mundo de futebol  o resultado de 15 dias de treinamento. Após terminar a primeira fase da competição na liderança de seu grupo, o Gato Preto terá pela frente o Comercial-MS no mata-mata.

Os adversários se conhecem, mas parte do conhecimento adquirido deve estar defasado. O Ceilândia mudou bastante em relação ao time dos primeiros confrontos. O Comercial-MS também.

Os técnicos conhecem um ao outro. Os conceitos normalmente não mudam. 

Para o confronto deste domingo o Ceilândia já poderá contar com Lauro. O atacante já está regularizado.

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Campo ruim no jogo de ida transforma jogo de volta em incógnita

Os 90 minutos finais contra o Comercial-MS

Formiga tem sido importante, mas Ceilândia ainda precisa de outro atacante pelo lado de campo
Formiga tem sido importante, mas Ceilândia ainda precisa de outro atacante pelo lado de campo

O Ceilândia retornou ao Distrito Federal na tarde de ontem já pensando nos noventa minutos finais dos confrontos com o Comercial-MS.  Antes, terá tempo para um merecido descanso  da longa viagem. 

Pedrão foi contratado para ser titular, Humberto tem dado conta do recado
Pedrão foi contratado para ser titular, Humberto tem dado conta do recado

Agora que os times já se conhecem, espera-se que os treinadores tenham mais material para prepararem suas equipes. O Ceilândia  sabe que precisa evoluir porque o Comercial-MS que enfrentará no próximo sábado não será aquele que enfrentou no domingo.

Campo ruim no jogo de ida. Agora os times poderão jogar futebol
Campo ruim no jogo de ida. Agora os times poderão jogar futebol

A primeira e importante mudança está no campo de jogo. O gramado do Morenão era muito irregular e muito duro. O futebol que se jogou no Morenão não pode e não será aquele que será jogado no Estádio Regional de Ceilândia. Só por aí se sabe que os 90 minutos finais do confronto será diferente.

Dim estreou contra o Comercial: ainda fora de ritmo
Dim estreou contra o Comercial: ainda fora de ritmo

Para a partida deste sábado, 15h30, no Regional, Adelson deve contar com o reforço de Pedrão ao menos no banco.  Questionada se tem valido a pena esperar tanto tempo por um jogador, a Comissão Técnica respondeu que Pedrão é um jogador que soma qualidade ao elenco e que, portanto, a espera vale a pena.

Campo ruim no jogo de ida transforma jogo de volta em incógnita
Campo ruim no jogo de ida transforma jogo de volta em incógnita

Alcione e Dudu estão na reta final de suas recuperações. Alguns jogadores tem apresentado desgaste e isso  preocupa a Comissão Técnica. Na partida contra o Comercial-MS, Filipe Cirne, por exemplo, sequer foi relacionado. Outros preocupam.

 

 

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Lincoln fez um gol pelo Formosa em 2017

Love vai, Lincoln vem, Liel retorna

Liel retorna ao Ceilândia. Torcida para que seja melhor que em 2016
Liel retorna ao Ceilândia. Torcida para que seja melhor que em 2016

O Ceilândia tem três novidades no elenco. O atacante Leandro Love foi liberado para juntar-se ao São Bento na disputa da Série C. O atacante era titular do time de Adelson de Almeida e, embora não tenha marcado gol, vinha sendo útil no esquema do treinador.

Leandro Love é um jogador interessante, mas vai embora sem fazer gol
Leandro Love é um jogador interessante, mas vai embora sem fazer gol

Para o lugar de Leandro Love veio um atacante com características bem distintas. Lincoln tem 24 anos, 1.90m e, já que falamos do Comercial-MS, atuou por duas temporadas no futebol pantaneiro. O atacante fez um gol no Candangão 2017.

Lincoln fez um gol pelo Formosa em 2017
Lincoln fez um gol pelo Formosa em 2017

Em meio a idas e vindas um retorno:  o volante do bicampeonato candango Liel retorna ao Ceilândia. O meiocampista jogou pelo Gato Preto em 2016. A última passagem de Liel pelo Ceilândia não foi boa. O talento e a inexperiência são inegáveis e há sempre a esperança de dias melhores.

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Com requinte de crueldade: Ceilândia Vice-campeão Candango de 2016

O Ceilândia não tem uma grande torcida, mas o número de torcedores surpreendeu
O Ceilândia não tem uma grande torcida, mas o número de torcedores surpreendeu

O Ceiândia teve que se contentar com o vice-campeonato candango de 2016. Pode não ser o melhor dos mundos, mas com certeza é um feito que garante vaga na Série D 2016 e 2017, assim como na Copa do Brasil 2017 e na Copa Verde 2017.

Filipe Cirne ficou no banco: terá que fazer cirurgia
Filipe Cirne ficou no banco: terá que fazer cirurgia

Não era uma tarefa fácil, todos sabiam. O Ceilândia fora melhor que o Luziânia na partida de ida, perdera ao menos seis chances claras de gol, com direito a duas bolas no travessão. Não obstante, o adversário vencera por 2 x 0, obrigando o Gato Preto a vencer por três gols de diferença.

Clécio não rendeu na nova formação: foi substituído
Clécio não rendeu na nova formação: foi substituído

O Ceilândia mudou a sua forma de jogar. As saídas de Bruno Morais e Claudecir tornava o jogo do Ceilândia um pouco mais denso, lento e, porque não dizer, seguro. Não obstante, era um jogo menos flúido no ataque.

Wallace foi um dos destaques da competição: Badhuga lhe deu segurança'
Wallace foi um dos destaques da competição: Badhuga lhe deu segurança

O fato é que, no jogo de hoje, o Ceilândia teve o domínio do primeiro tempo e ameaçou a meta adversária por diversas vezes, mas nunca em situações claras de gol como do jogo passado.

Nas vezes que chegou à meta adversária, a bola sempre esteve mascada e isso facilitou as defesas de Edmar.

Rodrigo Raposo foi condescendente com a cera do Luziânia
Rodrigo Raposo foi condescendente com a cera do Luziânia

Veio o segundo tempo e o Luziânia voltou um pouco melhor. Não por muito tempo. O Ceilândia retomou a iniciativa do jogo e martelou o seu gol insistentemente. A torcida do Luziânia, em maior número, permanecia apreensiva…

Tal como na primeira etapa, as chances claras de gol não surgiam. O Luziânia, cômodo na sua imensa vantagem, não se arriscava.

Cassius é o maior jogador da história do Ceilândia: entrou nos minutos finais
Cassius é o maior jogador da história do Ceilândia: entrou nos minutos finais

Nos minutos finais, o Ceilândia foi para o tudo ou nada. O time precisava fazer ao menos dois gols para levar o jogo para os pênaltis. Léo era um espectador privilegiado.

Allan Dellon: uma temporada descente
Allan Dellon: uma temporada descente

As entradas de Cassius e Wesley e as próprias circunstâncias do jogo fizeram com que o Ceilândia pressionasse ainda mais o Luziânia, mas o gol não vinha.

Cassius ganha pelo alto: rente à trave
Cassius ganha pelo alto: rente à trave

O Gato esteve muito próximo de fazer o  gol ao menos duas vezes: com Liel (que fez a sua melhor partida na competição) e com Cassius (que historicamente sempre levou vantagem sobre Perivaldo). O gol não saiu.

Wesley reclamou penalti no toque de mão: contra o Brasiliense, o Ceilândia teve dois penaltis contra si em lances da mesma natureza
Wesley reclamou penalti no toque de mão: contra o Brasiliense, o Ceilândia teve dois penaltis contra si em lances da mesma natureza

O Ceilândia ainda poderia ter saído na frente do marcador se o árbitro Rodrigo Raposo tivesse assinalado o penalti pedido por Wesley quando Perivaldo, no chão, desviou a bola com o braço. Mas o árbitro mandou o lance seguir.

Luziânia comemora: um gol na única chance
Luziânia comemora: um gol na única chance

O Ceilândia era valente, lutava insistentemente pela vitória. A torcida do Luziânia, apreensiva, mesmo com a imensa vantagem, somente soltou o grito de “é campeão” aos 41 minutos do segundo tempo.

O Ceilândia era melhor, mas o futebol às vezes atua com requintes de crueldade. O Ceilândia pode ter uma série de defeitos, mas não merecia o que a sorte lhe reservava. Aos 43, Tatui ficou cara a cara com Léo e fez Luziânia 1 x 0.  O resultado era por demais cruel para aquilo que fora demonstrado em campo.

Comissão Técnica do Ceilândia atônita com o gol do Luziânia: deuses do futebol abusaram da crueldade
Comissão Técnica do Ceilândia atônita com o gol do Luziânia: deuses do futebol abusaram da crueldade

O Ceilândia ainda tentou o empate, pressionou, mas Edmar esteve iluminado nesses dois jogos. Rodrigo Raposo apontou o final do jogo.

Rodrigo Raposo aponta o meio de campo: Ceilândia vice-campeão candango de 2016
Rodrigo Raposo aponta o meio de campo: Ceilândia vice-campeão candango de 2016

O Ceilândia é vice-campeão candango de 2016. Há um certo sentimento de dor pela perda do título. Não seria diferente… mas há algo que diz que também há algo por ser comemorado.

Em tempo: o título do Luziânia foi merecido pela excelente campanha que fez.

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Liel sobrou em um campeonato marcado pelo baixo nível técnico: um jogador acima da média, mas incapaz de fazer o Ceilândia jogar

1, 2, 3… Ceilândia!!!

Léo foi um dos destaques da competição: defesas milagrosas ao longo de toda a competição
Léo foi um dos destaques da competição: defesas milagrosas ao longo de toda a competição

O Ceilândia é um time pragmático. Ao longo da competição sempre jogou o que precisava jogar.

Para a decisão deste sábado, precisando de três gols de diferença para levar o título Candango de 2016, o Ceilândia sabe que terá que jogar como jamais jogou neste campeonato. Uma dura missão para o elenco mais qualificado da competição, mas cujos resultados em campo estão longe de representar essa qualificação.

Gabriel entrou e arrumou a lateral direita do Ceilândia: precisa manter a curva de crescimento
Gabriel entrou e arrumou a lateral direita do Ceilândia: precisa manter a curva de crescimento

A verdade pode doer, mas é preferível a verdade… sempre.  Há quem torça para jogadores, por diretores, por funcionários.

Há quem torça para o Ceilândia Esporte Clube, alguns desde 1979:  assistiram, em campo, debaixo de sol ou de chuva, mais da metade dos 739 jogos oficiais da equipe, não importando quem fosse o presidente, o técnico, o jogador ou o roupeiro.

Wallace é a grande revelação da competição: ao lado de Badhuga formou um dos melhores miolo de zagas
Wallace é a grande revelação da competição: ao lado de Badhuga formou um dos melhores miolo de zagas

A vantagem do Luziânia é enorme em todos os aspectos, mas isso não impressiona o Ceilândia: O Gato Preto sempre jogou pensando na competição, acreditando que, nos momentos decisivos, faria o que precisaria ser feito.

Além da diferença de gols conquistada no primeiro jogo, o time do entorno sul foi mais constante que o Ceilândia ao longo de toda a competição. A diferença de vitórias talvez explique muito das críticas feitas ao Ceilândia: o Luziânia tem 9 vitórias em 16 jogos, quase o dobro do Ceilândia que tem 5. São 34 pontos conquistados contra 24 do Gato Preto. Nos últimos 4 confrontos diretos, 2 vitórias do Luziânia e 2 empates.

Klécio ficou um mês afastado: mesmo sem ritmo e longe da melhor forma, tornou-se o jogador mais perigoso do ataque alvinegro
Klécio ficou um mês afastado: mesmo sem ritmo e longe da melhor forma, tornou-se o jogador mais perigoso do ataque alvinegro

O Ceilândia, todavia, está na final. Nos jogos finais aumentou o volume de jogo com as chegadas de Bruno Morais e Claudecir. Isso não se materializou em resultados:  são dois empates, duas derrotas e apenas uma vitória, com dois gols marcados e quatro sofridos.

O time cai no segundo tempo, mas o volume de jogo diante do Luziânia no primeiro tempo do último sábado dá alguma esperança.

Liel sobrou em um campeonato marcado pelo baixo nível técnico: um jogador acima da média, mas incapaz de fazer o Ceilândia jogar
Liel sobrou em um campeonato marcado pelo baixo nível técnico: um jogador acima da média, mas não quis ou não conseguiu liderar o Ceilândia

O trabalho da semana foi bom e dá esperanças, mas é preciso saber que tarefa é apenas difícil, não impossível.

Adelson deve mexer no time. Todos sabem do que Léo, Gabriel, Badhuga, Wallace, Mário Henrique, Liel, Didão, Klécio, Allan Dellon, Bruno Morais e Claudecir são capazes e do que precisam fazer. Terão que se doar como nunca, jogar como nunca, lutar como nunca. A final se aproxima…

 

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Ceilândia vence Brasiliense numa decisão que apenas começou

Didão cuidou do seu lado e foi importante no apoio a Liel nos primeiros minutos
Didão cuidou do seu lado e foi importante no apoio a Liel nos primeiros minutos

Jogando para um bom público na tarde desta quarta-feira, o Ceilândia venceu o Brasiliense por 1 x 0. O Gato Preto foi fiel à sua lição de casa: deveria equilibrar em concentração e disposição com seu adversário. Em condições de igualdade, o talento de seus jogadores deveria prevalecer.

Liel sofreu com a movimentação adversária nos primeiros vinte minutos. Depois, o time melhorou e Liel comandou o meio de campo
Liel sofreu com a movimentação adversária nos primeiros vinte minutos. Depois, o time melhorou e Liel comandou o meio de campo

Não foi um jogo fácil, como se esperava. O Brasiliense começou melhor. O Ceilândia, inovando taticamente, deixava muito espaço entre a sua linha de ataque formada por Clécio, Claudecir e Bruno Morais.

Bruno Morais é um jogador talentoso: concentração e disposição em prol da causa comum
Bruno Morais é um jogador talentoso: concentração e disposição em prol da causa comum

Como Bruno Morais e Clécio mostravam dificuldade na marcação da saída de bola, o Brasiliense encontrava Didão e Liel desprotegidos. Sorte do alvinegro que o time amarelo respeitou demais o Gato Preto ou não quis arriscar. O fato é que o Brasiliense teve a iniciativa do jogo nos primeiros vinte minutos.

Brasiliense alternou entre a marcação alta e a partir de seu próprio campo. Gabriel teve trabalho
Brasiliense alternou entre a marcação alta e a partir de seu próprio campo. Gabriel teve trabalho

Na segunda metade do segundo tempo, o Ceilândia equilibrou o jogo. Nessa segunda metade do primeiro tempo ocorreram as maiores chances de gol. Na primeira, a bola beijou o poste direito de Léo. Um lance casual, mas que poderia ter mudado a história do jogo.

Igualados na disposição e na concentração: Mário Henrique teve a melhor chance do primeiro tempo
Igualados na disposição e na concentração: Mário Henrique teve a melhor chance do primeiro tempo

Minutos depois, o Ceilândia conseguiu furar o sistema defensivo do Brasiliense. Mário Henrique invadiu a área adversária, mas o goleiro do Brasiliense fez grande defesa.

Veio o segundo tempo e o jogo começou equilibrado. Aos poucos, contudo, o Ceilândia foi se impondo. Não que o Ceilândia criasse situações de gol, mas tinha a iniciativa do jogo.

Clécio desvia a grande jogada de Wallace: Ceilândia 1 x 0
Clécio desvia a grande jogada de Wallace: Ceilândia 1 x 0

Aos 16, Wallace surpreendeu o adversário ao conduzir a bola até a intermediária. Recebeu o passe em profundidade e cruzou para Clécio, que se esforçava mas não fazia uma boa partida,  desviar e fazer o primeiro gol da partida. Ceilândia 1 x 0.

Depois do gol, o Ceilândia até que tentou manter o equilíbrio da partida, mas Clécio, Allan Dellon e Bruno Morais estavam cansados. Clécio e Bruno Morais possuíam a missão de marcar a saída de bola adversária e acompanhar os alas. Uma tarefa difícil, cansativa, e, se não foram efetivos como meia-atacantes,  de certo modo cumpriram suas missões a contento.

Allan Dellon fez uma boa partida, mas não foi decisivo como se esperava
Allan Dellon fez uma boa partida, mas não foi decisivo como se esperava

O Brasiliense assumiu a iniciativa do jogo, mas faltava-lhe o último passe. O Ceilândia, ao contrário, com mais espaço passou a rondar a área amarela. Tanto quanto o adversário, faltava ao Ceilândia o último passe.

Adelson tirou Clécio e Allan Dellon para as entradas de Kabrine e Wisman. Os dois nada acrescentaram ofensivamente, mas ao menos voltaram a equilibrar o jogo.

Wallace comemora o gol com Allan Dellon
Wallace comemora o gol com Allan Dellon

No final da partida, Adelson tirou o valente Claudecir que,  se não fez gol,  mostrou que seguira à risca a lição da comissão técnica: se o Ceilândia ao menos igualasse o adversário em concentração e disposição, teria mais talento para resolver o jogo. Em seu lugar entrou Chefe que segurou a bola no ataque.

Claudecir deu muito trabalho para a defesa do Brasiliense: comemora ao lado de Clécio
Claudecir deu muito trabalho para a defesa do Brasiliense: comemora ao lado de Clécio

Nos minutos finais, o Ceilândia controlou o jogo. Mostrou-se ciente de que não resolveria o mata-mata no primeiro jogo. São 180 minutos. É importante saber que o jogo continua.

Os dois times voltam a se enfrentar no domingo. Um dos dois restará eliminado. O Ceilândia sabe de sua força, mas precisa estar preparado para um adversário que se mostrou inferior tecnicamente, mas que, pela sua grandeza, é capaz de, na base da superação, reverter a vantagem inicial alvinegra. A decisão apenas começou.

 

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Luziânia sobra no campeonato

Léo, Liel e Didão preocupam para domingo

Paracatu enfrenta Brasiliense nesta quinta: daí sai o adversário alvinegro
Paracatu enfrenta Brasiliense nesta quinta: daí sai o adversário alvinegro

O Ceilândia chega nesta quinta-feira já buscando focar no jogo deste final de semana pelas semis do Metropolitano 2016.

Brasiliense cresceu de produção nos últimos jogos: é o favorito contra o Paracatu
Brasiliense cresceu de produção nos últimos jogos: é o favorito contra o Paracatu

O técnico Adelson de Almeida tem alguns problemas. O primeiro e mais grave é o de Léo. O goleiro sofreu um forte pisão na coxa e preocupa. O tratamento começou ainda no vestiário. A evolução nessas primeiras 24 horas é de suma importância.

Santa Maria tem um time forte e pode surpreender o Gama
Santa Maria tem um time forte e pode surpreender o Gama

Outro que preocupa é Didão. Durante a partida, com um Liel debilitado por uma lesão no ombro ainda no início do jogo, Didão chamou para si a responsabilidade de comandar a entrada de área alvinegra. No final da partida mancava.

O Gama é um time em tudo parecido com o Ceilândia: sofre até quando não precisa
O Gama é um time em tudo parecido com o Ceilândia: sofre até quando não precisa

Outro que também preocupa é Liel. O volante deslocou o ombro logo no início do jogo. Permaneceu no campo mesmo assim. No final, ainda levou uma forte pancada no queixo e deixou o campo sangrando.

Luziânia sobra no campeonato
Luziânia sobra no campeonato

O Ceilândia começa esta quinta-feira desligando a chave dos acontecidos. Agora é preciso ter olhos para Brasiliense e Paracatu.

O Luziânia continua com sua impressionante campanha. Na noite de ontem bateu o Sobradinho e garantiu sua classificação às semis. Noutra partida desta quinta, o Gama recebe o surpreendente Santa Maria.

O campeonato começa a definir-se.

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O maior ídolo alvinegro em toda sua história conforta o herói de 2016

Ceilândia supera Brasília nos pênaltis e está na semi-final

Chicão, no destaque, ficou marcado pelo penalti perdido em 1987
Chicão, na foto do time de 1983, em destaque, ficou marcado pelo penalti perdido em 1987

Muito já se passou daquele 29 de março de 1987. São quase 30 anos, mas o coração alvinegro, que tanto sofreu hoje, naquele dia sofreu como nunca. Sofreu com a chuva, sofreu com a arbitragem de Newton de Castro e, mais precisamente, com a atuação do bandeira Clésio Penoni: Aos 15 do segundo tempo, Brasil recebeu de Carlinhos e fez um gol lícito. Newton de Castro validou o gol, mas alertado por Clésio Penoni invalidou o gol sob a alegação de impedimento. A mágoa permanece, 30 anos depois.

Badhuga tem feito boa dupla de defesa com Wallace
Badhuga tem feito boa dupla de defesa com Wallace

Tal como na data de hoje, a decisão foi para os pênaltis, naquele dia  o Brasilia bateu primeiro. Bolão fez 1 x 0. Brasil bateu em seguida, na trave; Erasmo fez 2 x 0 para o Brasília; Edmilson cobrou e diminuiu para o Ceilândia: 1 x 2; Freitas cobrou e errou; 1 x 2; Wladi cobrou e empatou: 2 x 2; Coutinho pôs o Brasilia na frente: 2 x 3; Dirson empatou: 3 x 3; Valdo fez e o Brasília vencia por 4 x 3. Chicão poderia empatar e errou. Brasília foi campeão.

Didão saiu de campo mancando: com a lesão de Liel logo no início do jogo assumiu o comando do meio de campo
Didão saiu de campo mancando: com a lesão de Liel logo no início do jogo assumiu o comando do meio de campo

Hoje, 13 de abril de 2016, quase trinta anos depois, muitos dos presentes lembraram de Chicão. Muitos foram às lágrimas… Chicão está vingado.

Como toda decisão, não importa se se joga bem ou mal. Importa vencer. O Ceilândia começou melhor, tomou a iniciativa do jogo e rondava a área do Brasília. O Ceilândia voltava a jogar o bom futebol do jogo de ida, no último sábado.

Bruno Morais: sofreu com a marcação e não repetiu a boa atuação do primeiro jogo. Compensou com luta
Bruno Morais: sofreu com a marcação e não repetiu a boa atuação do primeiro jogo. Compensou com luta

O futebol tem os seus caprichos. Na metade do segundo tempo, Léo fez uma de suas defesas milagrosas. Na sequência, levou um forte pisão na coxa. Léo  foi atendido em campo por minutos seguidos. Responsável, Léo achava que deveria sair. Adelson pensava o contrário. Confiava no seu goleiro e, com Liel já machucado, poupava uma substituição.

O Ceilândia criou pouco: a melhor chance foi com Liel
O Ceilândia criou pouco: a melhor chance foi com Liel

O fato é que depois da lesão de Léo, o Brasília equilibrou as ações. Não era melhor, mas os times se alternavam na iniciativa. Os goleiros não trabalhavam. Léo preocupava.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia tentou impor o seu novo padrão de jogo. Não por muito tempo. O Brasília rapidamente equilibrou as ações e tomou as rédeas da partida. Sorte do Ceilândia que faltava ao Brasília o último passe.

Filipe Cirne voltou ao time titular: não foi decisivo, mas incomodou a defesa do Brasília
Filipe Cirne voltou ao time titular: não foi decisivo, mas incomodou a defesa do Brasília

Do lado alvinegro, o que não vinha por aptidão técnica se compensava com entrega. Foi assim com Clécio e Bruno Morais. Bruno Morais, muito bem marcado, não conseguiu repetir a atuação do último jogo contra o Brasília.  Compensava correndo.

Mário Henrique: protegido pela nova composição do lado esquerdo do Ceilândia, fez o gol da vitória
Mário Henrique: protegido pela nova composição do lado esquerdo do Ceilândia, fez o gol da vitória

Clécio sentiu a falta de ritmo de jogo. Não conseguiu dar intensidade ofensiva ao time e, ao mesmo tempo, não achava o seu lugar entre a dupla Liel e Didão e o ataque formado por Claudecir e Filipe.

O fato é que o Ceilândia sofria a cada ataque. Havia sempre o medo que numa bola qualquer o Brasília abrisse o marcador.

Com empate no tempo normal: penaltis
Com empate no tempo normal: penaltis

O jogo seguiu amarrado até os minutos finais quando Baiano cobrou falta e a bola explodiu no travessão direito da meta alvinegra defendida por Léo. Naquele momento os ecos de 1987 foram sentidos no Regional: dessa vez o Ceilândia não perde.

Léo defendeu o primeiro, cobrado por Giba
Léo defendeu o primeiro, cobrado por Giba

A verdade é que, nos minutos finais, as mudanças efetuadas por Adelson deixara o jogo mais igual: Kabrine, Wisman e Chefe voltaram a equilibrar o jogo. Não o suficiente para criar situações claras de gol.

Léo defendeu o segundo, cobrado por Werick
Léo defendeu o segundo, cobrado por Werick

Não houve tempo para mais nada e o jogo foi para as loterias dos pênaltis. Havia algo no ar: Léo não permanecera até o final por nada. E foi isso que aconteceu.

O maior ídolo alvinegro em toda sua história conforta o herói de 2016
O maior ídolo alvinegro em toda sua história conforta o herói de 2016

Diferente de 1987, dessa vez o Gato Preto cobrou primeiro: Kabrine fez 1 x0. Em seguida, Léo pulou a esquerda e defendeu o chute de Giba; veio a segunda cobrança e Filipe fez Ceilândia 2 x 0. Dessa vez Léo pulou para a direita e fez nova defesa no chute de Werick. Agora foi a vez de Wallace bater  e fazer Ceilândia 3 x 0. O Brasília bateu e diminuiu, mas Mário Henrique bateu e fez Ceilândia 4 x 1.

O Ceilândia está na semi-final de 2016
O Ceilândia está na semi-final de 2016

Com a vitória, o Gato Preto rompe uma série  negativa nas quartas-de-final: foi eliminado em 2014 e 2015 por Brasília e Luziânia respectivamente. Agora é recompor-se e se preparar para mais duas batalhas.

 

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Bola parada do Brasília preocupa: adversário é um time muito competitivo

Semana 15: Contra o Brasília, equilíbrio é a palavra da moda

Allan Dellon foi discreto até aqui, mas sempre apareceu nos grandes jogos
Allan Dellon foi discreto até aqui, mas sempre apareceu nos grandes jogos

O Ceilândia volta aos treinamentos hoje com vistas ao jogo decisivo desta quarta, 15h30, no Estádio Regional, contra o Brasília. Os jogadores passarão por revisão média. A princípio, ninguém preocupa.

Apesar do time haver melhorado a consistência ofensiva com as entradas de Bruno Morais e Claudecir, a melhora não foi suficiente para vencer o Brasília. Lembrando: nessa fase não há vantagem. Havendo empate nos dois jogos, os times irão para os pênaltis.

CEC foi um time mais compacto na transição defesa para o ataque: isso implica retomar a bola ainda no campo adversario
CEC foi um time mais compacto na transição defesa para o ataque: isso implica retomar a bola ainda no campo adversário

Na partida do sábado, o Gato Preto apresentou um futebol tecnicamente melhor, mas o Brasília compensou com bastante luta. O Ceilândia terá que identificar o equilíbrio necessário para anular a competitividade do Brasília e fazer prevalecer a sua melhor técnica.

Bola parada do Brasília preocupa: adversário é um time muito competitivo
Bola parada do Brasília preocupa: adversário é um time muito competitivo

Os outros resultados da rodada trouxeram apenas uma surpresa. O Ceilândia precisa aprender com essa surpresa. O Luziânia era tecnicamente muito superior ao Sobradinho, mas o Sobradinho compensou essa deficiência, principalmente no segundo tempo, com muita competitividade.

A programação da semana é complicada e Adelson procura o equilíbrio entre as necessidades. Por agora, pênalti está fora de cogitação. O objetivo é fazer prevalecer a força do conjunto do Ceilândia e vencer no tempo normal. Para isso, equilíbrio é a palavra da moda.

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CEC procurar soluções para

CEC procura reforços de última hora

Chefe: muita luta, mas apenas um gol
Chefe: muita luta, mas apenas um gol

Os últimos resultados trouxeram alguma instabilidade para os lados da Cidade do Gato. O técnico Adelson de Almeida teve que conviver com críticas ao seu time e até mesmo ao sistema de jogo.

O treinador admitiu que o sistema de jogo possa passar por uma ou outra alteração, mas Adelson mostrou-se muito inconformado com a atuação do time. Reclamou que alguns jogadores não estavam rendendo.

 

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A diretoria chegou a pensar em um plano B, para o caso de Adelson não continuar. Noutra vertente e com um orçamento limitado, a diretoria sabe que a chance de reforçar o time é mínima, mas  está de olho no mercado.

As maiores queixas tem se voltado contra a falta de volume de jogo. De maneira geral, tem-se por certo que o Ceilândia não prende a bola em seu campo de ataque. Pior, faz poucos gols.

No início da competição, acreditava-se que o Ceilândia teria um bom elenco. No final da primeira fase, percebeu-se que poucos jogadores renderam o suficiente para serem opção. Nos últimos sete jogos o time fez apenas um gol com bola rolando. O ataque não tem produzido.

CEC procurar soluções para
CEC procurar soluções para

 

Além do mais, o time sofreu com as contusões de seus meio-campistas. Apesar de tudo isso, manteve um padrão defensivo interessante, a ponto de manter-se invicto na competição.  A crença geral é a de que o CEC tem um teto mais alto que os adversários para crescer.

Na fase de classificação, um  CEC muito desfalcado, foi amplamente dominado pelo Brasília mas ainda venceu. No mata-mata que começa neste sábado, 15h30, em Formosa, não haverá chance para erros.

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Mario esteve abaixo das últimas apresentações: o Ceilândia também

Em ritmo de treino: Ceilândia empata com Formosa e pega Brasília

 

Jogo atrasou quase 15 minutos. CEC entrou em campo, mas o Formosa sequer havia terminado o aquecimento
Jogo atrasou quase 15 minutos. Na hora de começar,  Formosa sequer havia terminado o aquecimento

O Ceilândia tinha tudo para fazer uma boa partida no dia de hoje e entrar com moral na fase de mata-mata. Ao contrário, não fez. O Ceilândia foi um time burocrático e limitou-se a defender-se diante de um Formosa que termina a competição na 1oª colocação.

O técnico Adelson de Almeida surpreendeu e mandou a campo o que tinha de melhor. A única exceção era Badhuga, que não pode jogar por problemas de saúde. Em seu lugar jogou Cristiano.

Liel voltou. CEC não sofreu, mas também não fez
Liel voltou. CEC não sofreu, mas também não fez

Adelson promoveu a entrada de Gabriel no lugar de Dudu, na lateral direita. No lugar do suspenso Sandro, Adelson promoveu o retorno de Liel. Wisman também voltava de suspensão.

Apesar de jogar com o seu time principal, o Ceilândia se viu na defensiva desde os primeiros minutos. O Formosa tinha a iniciativa do jogo. O Ceilândia até equilibrou um pouco a partida, mas jamais teve o domínio das ações.

Cristiano entrou no lugar de Badhuga:não comprometeu
Cristiano entrou no lugar de Badhuga:não comprometeu

O Ceilândia repetiu, também, as mesmas dificuldades que enfrentou contra o Luziânia. O Gato Preto somente conseguia retomar a bola na entrada de sua grande área.

Durante o primeiro tempo retomou a bola no campo adversário apenas uma vez e duas no primeiro terço do campo defensivo. Pouco para um time que se pretende seja finalista.

Wallace trabalhou muito. Deu um susto, mas esteve seguro na maior parte do tempo
Wallace trabalhou muito. Deu um susto, mas esteve seguro na maior parte do tempo

Apesar do Formosa ter a iniciativa, Léo pouco trabalhou. A defesa conseguiu conter o adversário. Além disso, ainda que em jogadas de bolas aéreas, o Ceilândia chegou a incomodar a meta do Formosa. Com a bola rolando, incomodou apenas em um belo chute de Gabriel.

Veio o segundo tempo e o Formosa manteve o Ceilândia na defensiva. Há algo mais grave: o Ceilândia passou a apelar para a ligação direta buscando Chefe, que lutava contra dois zagueiros. Wisman e Filipe não conseguiam render. O time como um todo, tinha dificuldade em jogar.

Gabriel substituiu Dudu: fez uma partida correta
Gabriel substituiu Dudu: fez uma partida correta

O jogo mantinha-se mais ou menos como no primeiro tempo até os 32 minutos. Foi a partir desse momento que o Formosa começou a aproximar-se mais e mais da meta alvinegra.

Naquele momento, Adelson já fizera todas as alterações possíveis. Sorte do CEC que faltava o último passe para o Formosa, graças, obviamente, ao trabalho defensivo dos volantes alvinegros.

Mario esteve abaixo das últimas apresentações: o Ceilândia também
Mario esteve abaixo das últimas apresentações: o Ceilândia também

O Ceilândia foi um time dominado pelo Formosa, mas defender-se também é uma arte. O CEC defendia-se bem e contou com alguma sorte. A sorte poderia ter sido maior se Wisman conseguisse fazer o gol na chance mais clara do Gato durante o jogo.

A partida já se encaminhava para o seu final, quando Wisman teve a oportunidade. O gol seria injusto com o Formosa que, com o empate, terminou desclassificado.

O Ceilândia? Bem, o Ceilândia vai enfrentar o Brasília na disputa por uma vaga nas semifinais.

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Liel retorna. Com ele o Ceilândia é mais forte

Liel volta contra o Formosa

Filipe Cirne perde boa chance contra o Formosa em 2015: 1 x 1
Filipe Cirne perde boa chance contra o Formosa em 2015: 1 x 1

O Ceilândia deve contar com o retorno de três titulares diante do Formosa. Liel e Wisman retornam depois de cumprirem suspensão por acúmulo de cartões. Clécio, que foi lesionado contra o Brasília, é outro que pode retornar.

Com isso, o técnico Adelson de Almeida poderá ter à sua disposição todo o elenco para o jogo desse final de semana.

Liel retorna. Com ele o Ceilândia é mais forte
Liel retorna. Com ele o Ceilândia é mais forte. Na foto, Liel na vitória contra o Formosa em 2012

O retorno de Liel é bem recebido. Com Liel o Ceilândia é mais forte defensivamente. A avaliação geral é  a de que, com Liel, o meio de campo do Ceilândia é mais compacto.

A volta de Wisman também é uma boa notícia. Aposta de Adelson, Wisman tem feito a sua melhor campanha com a camisa alvinegra.

Clécio lesionou  o ligamento do tornozelo esquerdo contra o Brasília. Já voltou a trotar, mas sua volta é incerta.

O jogo deste sábado estava marcado para o Regional, no mesmo dia e horário que o jogo entre Brasiliense e Paracatu. CEC joga no Regional, o Brasiliense no Diogão (houve sucessivas alterações na tabela).

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Liel: O que está acontecendo com o Homem de Ferro?

Liel na final de 2012: disputou todos os jogos da temporada
Liel na final de 2012: disputou todos os jogos

Liel é um dos jogadores mais importantes do Ceilândia. Liel vai bem, o Ceilândia vai bem. Em 2012, Liel ganhou o apelido de o Homem de Ferro.

Em 2012, o Homem de Ferro jogou todas as partidas do Ceilândia no ano. Foram 27 jogos e apenas 4 cartões amarelos! Uma marca fantástica.

Liel tem se preocupado com algo mais que jogar futebol
Liel tem se preocupado com algo mais que jogar futebol

Quatro anos depois, temos um novo Liel. O volante de apenas 26 anos, mas com bastante rodagem, parece um jogador incomodado.  Uma postura muito diferente.

Com o passar do tempo, Liel melhorou a forma física. O Ceilândia melhorou com isso. O bom passe, o tempo preciso de bola  e a boa noção de cobertura apresentam uma oscilação que vem atrapalhando a ele e ao Ceilândia.

Liel: irregular em 2016
Liel: muito importante para o Ceilândia

No último domingo, Liel errou muitos passes. Não foi o único, mas de Liel espera-se sempre mais, como se espera de Allan Dellon, Badhuga e, agora, de Filipe Cirne. O campo duro e a retranca do adversário contribuíram decisivamente para os erros.

Liel é um homem mudado. Incomoda-se demasiadamente com a arbitragem (que aos olhos da direção do Ceilândia tem sido um problema nos últimos jogos).

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Liel comemora seu primeiro gol com a camisa do Ceilândia ao lado da família: muito importante

A sensação é a de que Liel está incomodado. Algo externo ou interno, talvez a própria condição física,  vem comprometendo o seu rendimento.

Liel é muito importante para o Ceilândia justamente por sua regularidade. O Homem de Ferro tem tempo para se cuidar para a fase de mata-mata. Que  o Homem de Ferro conduza o Gato ao tricampeonato!

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Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação

Ceilândia: competência e virada improvável

Kabrine teve um primeiro tempo de esquecer antes de virar um dos heróis do dia
Kabrine teve um primeiro tempo de esquecer antes de virar um dos heróis do dia

O Ceilândia conseguiu uma importante vitória na tarde deste domingo, no Estádio Nacional, diante do Brasília. Não foi fácil, mas um time que pretende ser campeão precisa ser, acima de tudo, competente. E o Ceilândia foi.

O jogo teve todo o tempero de uma novela. Para começar, o primeiro tempo revelava dois personagens com papéis completamente distintos: o goleiro Léo e o lateral Kabrine. Léo foi responsável por ao menos duas defesas dificílimas e se credenciava para o papel de herói.

Wallace sofreu para proteger o lado esquerdo
Wallace sofreu para proteger o lado esquerdo

Kabrine, por sua vez, era um forte candidato a vilão. Por seu lado havia uma avenida. Kabrine, por sua culpa ou não, era incapaz de ser efetivo no um-contra-um. De quebra, expunha Wallace.

O resultado é que o Brasília foi muito superior ao Ceilândia no primeiro tempo. O Gato Preto chegou ao gol adversário com perigo apenas uma vez, numa cobrança de escanteio.

Allan Dellon mudou de lado, mas não conseguiu entrar no jogo.
Allan Dellon mudou de lado, mas não conseguiu entrar no jogo.

Allan Dellon era uma figura apagada. Adelson tentou colocar o ídolo alvinegro no jogo deslocando-o para a direita. Não funcionou. A questão era torcer para o primeiro tempo acabar, e logo!

Veio o segundo tempo e logo no início o panorama do jogo mudou. Allan Dellon acabou sendo expulso, mas levou consigo o homem de ligação do Brasília, Gilmar.

Jogo teve momentos tensos
Jogo teve momentos tensos

Esperava-se que o Ceilândia melhorasse, mas isso não aconteceu. O Brasília continuou melhor até que aos 15 minutos, numa jogada de bola parada, Léo rebateu para o meio da área  e Glauber abriu o marcador. Brasília 1 x 0.

O que se viu em seguida foi algo que somente o futebol proporciona. Léo, o herói do primeiro tempo, juntava-se a Kabrine pela disputa do papel de vilão.

Clécio participou muito do jogo, mas o time não se acertava do meio para a frente
Clécio participou muito do jogo, mas o time não se acertava do meio para a frente

O Brasília conformou-se com a vantagem mínima e recuou. O Ceilândia, meio na base da vontade, meio na base da força, foi ao ataque.

Incapaz de criar jogadas claras de gol, a esperança estava, tal qual ocorrera com o Brasília, nas bolas paradas. Adelson mexeu no time, colocou Chefe e Mario Henrique para as saídas de Cassius e Sandro.

Wisman fez a sua melhor partida com a camisa alvinegra: atacou, defendeu, deu trabalho à defensiva do Brasília
Wisman fez a sua melhor partida com a camisa alvinegra: atacou, defendeu, deu trabalho à defensiva do Brasília

Com isso, Kabrine foi deslocado para o meio. Kabrine, o nosso candidato a vilão no primeiro tempo jamais poderia antever o que lhe esperava.

Aos 30 minutos, falta na intermediária esquerda de defesa do Brasília. Kabrine bate a falta e Chefe cabeceia firme no canto esquerdo do goleiro do Brasília. Ceilândia empatava o jogo: 1×1.

LIel comemora o segundo gol do Ceilândia ao lado da família: cartão amarelo
LIel comemora o segundo gol do Ceilândia ao lado da família: cartão amarelo

O gol, ao contrário do que acontecera com o Brasília, fez bem ao Ceilândia. O Gato Preto, embora sem muita inspiração, continuava rondando a área alvirrubra até que aos 40, novamente Kabrine cobrou falta sofrida por Romarinho e botou o Ceilândia na frente: 2 x 1.

Nos minutos finais, o CEC controlou o jogo e até poderia ter ampliado. Novamente Kabrine, o nosso herói improvável, bateu falta sofrida por Mário Henrique e forçou o guarda-metas do Brasília a uma defesa dificílima.

Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação
Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação

No final, o Ceilândia venceu por 2 x 1. Uma vitória muito e justamente comemorada. Uma vitória que faz bem por várias razões, principalmente porque demonstra que ainda há muito a se corrigir.

O Ceilândia jogou com Léo Silva, Dudu, Badhuga, Wallace, Kabrine, Liel, Sandro (Mário Henrique) Clécio (Romarinho), Wisman, Allan Dellon (expulso aos 50min) e Cassius (Chefe).

Campeonato do DF2016

PosClubeJVEDGPGCSPts
117107026101637
2157532113826
315672157825
4175931410424
5134631411318
6134541213-117
7134451316-316
8133641013-315
91127298113
1011254811-311
1111119925-164
1211029721-142

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Liel e Didão comandaram o meio e tendem a melhorar à medida que a competição avance

Ainda em construção, CEC enfrenta o Santa Maria

Santa Maria coloca favoritismo do CEC à prova
Santa Maria coloca favoritismo do CEC à prova

O Ceilândia colocará à prova diante do Santa Maria a maturidade do trabalho já realizado.

Depois da boa vitória diante do Cruzeiro, o Ceilândia recuperou-se dos tropeços da pré-temporada e voltou a ser considerado um dos favoritos ao título de 2016.

Allan Dellon começou a treinar há poucos dias. Chefe é a referência no ataque
Allan Dellon começou a treinar há poucos dias. Chefe é a referência no ataque

O resultado deu tranquilidade para o trabalho durante a semana, mas não esconde duas constatações: o Ceilândia tivera uma preparação melhor que o Cruzeiro; o Cruzeiro jogou com um time bastante desfalcado e muitos jogadores do Ceilândia ainda estão sem ritmo de competição.

De positivo, destacou-se a maturidade demonstrada pelo time diante do desfalcado Cruzeiro.

Liel e Didão comandaram o meio e tendem a melhorar à medida que a competição avance
Liel e Didão comandaram o meio e tendem a melhorar à medida que a competição avance

O Ceilândia sabe que o Santa Maria mostrou maiores qualidades que o Cruzeiro. Sabe também que o Santa Maria teve uma preparação próxima da realizada pelo Ceilândia. Além disso, o Santa Maria reforçou-se durante a semana, inscrevendo quatro novos jogadores (Jeanzinho, Hugo, Piñeiro e Rafael Felix).

Diante dessas constatações, do lado alvinegro, os atletas sabem da importância do jogo e não precisam de palavras de incentivo. O Ceilândia sabe que é importante começar bem a competição.

O Técnico Adelson de Almeida não tem problemas importantes e, salvo opções de última hora, deve mandar a campo o mesmo time que venceu o Cruzeiro.  O time faz, nesta sexta, um recreativo.

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