Tag: Luiz Carlos Badhuga

Partiu! Missão complicada pela Copa do Brasil

André Nunes em ação: defesa confia na proteção dos volantes
André Nunes em ação: defesa confia na proteção dos volantes

A experiência mesclada com a juventude tem sido o grande trunfo do Ceilândia nessa maratona decisiva. Nem bem acabara o jogo contra o Brasília, o Ceilândia se via obrigado a deixar de lado o Metropolitano e focar na Copa do Brasil. A experiência conta nessas horas.

Nessa quarta-feira, o Ceilândia vai ter um jogo complicado diante do Ceará em Fortaleza. O alvinegro cearense continua sem sofrer gols e também fez as pazes com a vitória, tal qual o alvinegro candango.

Ceará segurou o CEC no Regional: jogo ainda mais complicado no Castelão
Ceará segurou o CEC no Regional: jogo ainda mais complicado no Castelão

A delegação do Ceilândia segue para Fortaleza confiante em um bom resultado. Jogadores rodados como Dennys, Marcelo Costa, Cleber, Dimba, Didão, Clécio, Rodriguinho e Cassius formam a base do elenco que terá a difícil missão de se classificar à segunda fase da competição.

Muito dessa esperança está no retrospecto do Ceilândia e o fato de haver, em 2006, eliminado o Bahia na Fonte Nova vencendo por 2 x 1.  O problema é que o Ceará já mostrou que é um time que não se desespera com a bola no pé, só parte para o ataque em segurança e terá as condições perfeitas para o seu tipo de jogo no Castelão.

Se Dimba não puder jogar, Cassius é opção
Se Dimba não puder jogar, Cassius é opção

Adelson não tem problemas: os jogadores mais experientes têm se revezado. Isso garante que estejam em boa forma física para amanhã. A principal dúvida do técnico está no ataque: Dimba, Cassius ou o veloz Vitinho.

O técnico Adelson de Almeida é mais reticente quanto às expectativas. Conversando com o CeilandiaEC disse que a grande preocupação é manter o time equilibrado, principalmente quando tiver a posse de bola. O Ceará é fantasticamente veloz nos contra-ataques e está defensivamente sempre equilibrado.

O treinador disse que a disputa está em aberto e que seria prematuro eliminar o Ceilândia antes do jogo. O elenco do campeão do DF é bom e  tem condições de fazer uma boa partida, mas, acrescenta, o favoritismo e a responsabilidade são  do Ceará, pela camisa, pela torcida e por jogar em casa.

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CEC minimiza pressão por vitória: coisa pode ficar feia

Na última partida: empate sem gols, numa das piores partidas dos últimos dez anos
Na última partida: empate sem gols, numa das piores partidas dos últimos dez anos

O Federação confirmou data, horário e trio de arbitragem para o jogo deste sábado contra o Brasília. A partida está confirmada para as 15h30, no Estádio Elmo Serejo, em Taguatinga.  Rafael Diniz será o árbitro da partida.

O Ceilândia fará o terceiro jogo da série decisiva.

O Ceilândia entra em campo pressionado com a falta de vitória, já são seis partidas consecutivas sem vencer em competições oficiais (a última vitória, goleada sobre o Legião por 4 x 0 foi em partida amistosa e a última vitória em jogo por competição oficial foi contra o Unaí, 4 x 2).

O técnico Adelson minimiza a pressão por vitória e que diz não há mágica: o time tem feito tudo certo nos últimos jogos, mas tem dado azar, afirma.

Dimba comemora o primeiro gol do CEC contra o Brasilia em 2011: Ceilândia 2 x 0
Dimba comemora o primeiro gol do CEC contra o Brasilia em 2011: Ceilândia 2 x 0

Jogadores e comissão técnica, contudo, sabem que jogar bem não se traduz em evolução na tabela. Nas últimas rodadas o CEC despencou na tábua de classificação e se a sorte não ajudar a coisa tende a ficar feia.

Adelson não tem problemas importantes para  a partida deste sábado que não o cansaço de seus atletas. Experiente, o treinador evitou submeter os atletas mais antigos a um desgaste excessivo. Foi assim contra o Ceará, quando poupou Dimba e Rosembrick e deverá ser contra o Brasília quando poupará outros jogadores.

A última vez que Ceilândia e Brasilia se enfrentaram no Serejão não traz boas recordações para o alvinegro: vitória do Brasília por 2 x 0 em jogo válido pela Série D do campeonato brasileiro de 2010. Até então o CEC era o líder do grupo e a vitória custou a sua eliminação.

Os dois últimos confrontos foram em 2011. Vitória do CEC no Estádio Regional de Ceilândia por 2 x 0 e empate em Samambaia por 0 x 0.

 

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Um time tranquilo: CEC vive dias normais antes da estréia na CB

20130330Gama3x1CEC_108O Ceilândia encerra hoje a sua preparação para o jogo de amanhã, 16h, no Estádio Regional de Ceilândia, contra o Ceará pela Copa do Brasil.  O time ainda vive a ressaca da derrota diante do Gama no último sábado que lhe custou a invencibilidade.

A avaliação é de que o  time é experiente demais para encarar o jogo contra o Ceará de modo diferente. Jogadores rodados como Dennys, Marcelo Costa, Didão. Rodriguinho, Rosembrick e Dimba sabem que a expectativa é muito mais do torcedor que deles.

Renato sai lesionado: improvisações à vista
Renato sai lesionado: improvisações à vista

 

Para eles, a diferença está no alcance da competição nacional, em campo, nada muda. O Ceará, apesar do mal momento, é um bom time e, a se confirmar a sua força defensiva, tornará as coisas ainda mais difíceis para o alvinegro da Ceilândia.

Adelson tem problemas para compor a sua defesa. Renato lesionou-se logo no início da partida contra o Gama e é dúvida.

Nos últimos jogos, o Ceará tem alternado entre o 3-5-2 e o 4-4-2.
Nos últimos jogos, o Ceará tem alternado entre o 3-5-2 e o 4-4-2 numa mesma partida.

O Ceará viaja hoje para Brasília. A equipe cearense sai de Fortaleza às 14h00. Chegando no DF vai para o hotel em Taguatinga, de onde sai apenas momentos antes da partida para Ceilândia.  

Nas últimas três partidas, o Ceará perdeu para o Guarani-CE por 3 x 2, venceu o Horizonte fora por 3 x 0 e empatou em casa sem gols, no último domingo, com o mesmo Horizonte.

Para a partida desta quarta, os ingressos custarão R$ 10,00 (dez reais) e poderão ser comprados na bilheteria do Estádio uma hora antes do jogo. A torcida do Ceará ocupará a curva sul (à esquerda de quem chega), enquanto que a do Ceilândia a curva norte.

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De cabeça erguida, mas quase fora: Gama 3 x 1

Mal o jogo começou e o Gama apresentava o cartão de visitas
Mal o jogo começou e o Gama apresentava o cartão de visitas

O futebol tem razões que a própria razão desconhece. Só isso explica o que aconteceu no Bezerrão na noite deste sábado.

Ceilândia e Gama entraram em campo naquele que seria o septuagésimo primeiro confronto entre dois dos mais tradicionais times do Distrito Federal.  Em campo mais tradição que rivalidade.

O Gama foi perigoso nos minutos iniciais, mas logo o CEC assumiu o controle da partida
O Gama foi perigoso nos minutos iniciais, mas logo o CEC assumiu o controle da partida

O Gama não vencia o Ceilândia desde 2010. Jogando em sua casa, a escrita era ainda maior: desde 4 de fevereiro de 2009.

Nos primeiros movimentos, o Gama mostrou que não cederia a vitória facilmente. Falta brusca que o árbitro considerou como normal.

O Gama começou melhor, insinuante pela esquerda de defesa alvinegra. A defesa alvinegra comportou-se bem e a cada ataque perigoso do Gama correspondia um ataque perigoso do Ceilândia.

Badhuga comemora: o último gol havia sido contra o Gama em 2010
Badhuga comemora: o último gol havia sido contra o Gama em 2010

Aos 4 minutos, lance que mudaria a história do jogo. Renato pediu falta, a defesa do Ceilândia parou e Moisés recebeu em profundidade para fazer Gama 1 x 0.

A partir de então o Ceilândia foi aos poucos assumindo o controle do jogo. Aos 12 minutos, empatou com gol de Badhuga.

Depois do gol de empate o Ceilândia controlou a partida. Se é fato que o só dava Ceilândia, é fato também que esse domínio não se transformou em situações claras de gol.

O Gama abusava das faltas, mas o CEC era incapaz de criar situações claras de gol
O Gama abusava das faltas, mas o CEC era incapaz de criar situações claras de gol

Veio o segundo tempo e de novo o Gama começou melhor. Aos poucos o CEC equilibrou o jogo e passou a mandar na partida. O Gama, diferente do primeiro tempo, sequer chegava a ameaçar a meta alvinegra e a torcida alviverde questionava seus jogadores e o técnico.

O Ceilândia, por sua vez, ameaçava, ameaçava, mas não convertia as situações em gol. O futebol castiga.

Aos 24 minutos, chute de muito longe. Bola molhada e Dennys rebate. Aloisio chega para concluir, Dennys corajosamente se atira aos pés do atacante. A bola bate no corpo de Dennys, sobe e mansamente alcança as redes. Gama 2 x 1.

Didão luta: melhor partida do CEC no ano
Didão luta: melhor partida do CEC no ano

Não deu nem tempo de se preparar para buscar o empate. Quatro minutos depois,  cobrança de falta de longa distância, a zaga falha e Aloisio desvia para o fundo do gol.

Daí em diante só deu Ceilândia. O Gama defendia como podia. Não deu. Nos minutos finais, o árbitro  interrompeu ataque perigoso do Ceilândia para expulsar Aloisio. Minutos depois foi a vez de outro jogador Gamense ser expulso, Juninho.

Juninho recebe cartão: árbitro demorou a reagir e quase perde controle da partida
Juninho recebe cartão: árbitro demorou a reagir e quase perde controle da partida

O CEC ainda esteve perto de diminuir com Vitor por duas oportunidades. Na primeira, Max salvou. Na segunda, a bola parou na trave. Não deu.

Foi uma bela partida de futebol. Pena que o alvinegro tenha perdido. Agora as chances de classificação são muito pequenas.

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O dia seguinte

Rodrigo Cardoso avança: CEC está fora
Rodrigo Cardoso avança: CEC está fora

O domingo trouxe consigo um certo gosto amargo para os torcedores do Ceilândia. Se a expectativa do torcedor traz esse tipo de sentimento, é difícil  ser diferente para jogadores e comissão técnica.

Algumas coisas são certas. A se tirar pelo tom das críticas observadas no jogo de ontem, algumas mudanças devem ocorrer. As mudanças são naturais no mundo do futebol.

Cleber e Odair lamentam chance perdida
Cleber e Odair lamentam chance perdida

Não se pode questionar que o time correu, lutou, torceu, vibrou e, ao final, saiu cabisbaixo de campo. A análise feita é outra. Alguns jogadores foram questionados. Alguns de forma justa, outros nem tanto.

Alguns decididamente não tem o foco necessário. Na verdade são poucos. Um ou dois. Outros não tem o futebol necessário. Aqui o número é um pouco maior. No geral estão na média. Futebol de menos se admite, foco de menos não.

Dimba manda para fora: desespero ao fundo
Dimba manda para fora: desespero ao fundo

O domingo deve ser complicado para os lados de Ceilândia. Deverá haver muita discussão. No final, para quem conhece como funciona a casa alvinegra, algumas decisões deverão ser tomadas. Decisões são sempre necessárias.

A sabedoria popular ensina que pior que decidir mal é não decidir. Para a torcida, resta mais uma vez torcer… torcer para que o alvinegro tenha mais sorte no Taça Mané Garrincha (porque não chamar de Taça Jorge Martins?).

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A Última Impressão é que fica!

CEC na defensiva: jogo de muita marcação
CEC na defensiva, Brasiliense com espaços para vir com bola dominada: jogo de muita marcação

Dois motivos para preocupação depois da última rodada. A combinação de resultados deixou apenas uma vaga aberta no grupo B1. O Brasília já garantiu a sua vaga às semis da Taça JK.

A outra preocupação é mais um capricho do que uma preocupação. Há uma regra em combate de que você jamais deve deixar a sua posição de vantagem. O Ceilândia deixou.

O CEC era superior ao Brasiliense na segunda tempo do último sábado. De um momento para o outro abriu mão dessa vantagem para garantir o empate.

Adelson de Almeida teve mais uma vez que fazer duas substituições por contusão. Rodriguinho, que tem sido uma das mais importantes peças alvinegras, e Wisman, que foi importante defensivamente, deixaram o campo na maca.

Para a partida diante do Botafogo-DF, o CEC não poderá bobear. Se quiser ser líder da chave precisa que o Brasília tropece diante do Unaí. Ainda assim, para não ter que fazer contas, precisará vencer o Botafogo-DF por no mínimo três gols de diferença.

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O perigo que vem do alto

Dennys salva o Ceilândia. Indecisão nas bolas aéreas
Dennys salva o Ceilândia. Indecisão nas bolas aéreas

A vitória em Unaí deixou algumas lições: a primeira é a de que o CEC foi eficiente. A segunda, é a de que não pode dar sopa para o azar.

No início da partida, o Unaí perdeu uma boa chance de abrir o marcador. Aqui, brilhou a estrela de Dennys, responsável por uma defesa importante.

Na seqüência da partida, enquanto o adversário rondava, rondava e rondava a meta alvinegra, uma coisa ficou clara: o CEC está com dificuldade nas bolas aéreas adversárias. O problema pode não ser da defesa, pode estar na origem.

Dennys defende, mas a torcida está preocupada
Dennys defende, mas a torcida está preocupada

De qualquer sorte, se o cruzamento foi feito, a defesa tem obrigação de tirar a bola. Traços de indecisão ficaram evidentes. Nesse aspecto sobrou até para o goleiro Dennys. O time precisa mostrar segurança nesse aspecto.

Para a sequência do campeonato, o CEC terá dois adversários perigosos: o Sobradinho, que precisa desesperadamente de uma vitória, o Brasiliense que é sempre uma força do futebol local e o Botafogo-DF. O CEC não pode brincar.

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Tabela e lesões: começo complicado para o Gato

Dimba reestreou: pouco tempo em campo
Dimba reestreou: pouco tempo em campo

O término da segunda rodada deixa a classificação do grupo B complicada. Ceilandense, Gama e Ceilândia têm seis pontos, Brasília e Capital  4 pontos.

Os resultados surpreendem e podem complicar a vida do Ceilândia. Na seqüência, CEC terá três jogos complicados: Unaí, Sobradinho e Brasiliense, até ter o jogo decisivo contra o Botafogo-DF.

É justamente nessa fase complicada que Dimba deve voltar por completo. O capitão já esteve nos minutos finais da partida contra o Luziânia, mas sequer pegou na bola.

Rodrigo Cardoso: estréia complicada. Saiu lesionado
Rodrigo Cardoso: estréia complicada. Saiu lesionado

Outros jogadores também preocupam: Rodriguinho mal treinou na semana passada, acometido de uma virose. O meia está tendo dificuldades para entrar na sua melhor forma.

Rodrigo Cardoso e Wisman também preocupam, mas em menor proporção. Rodrigo Cardoso preocupa um pouco mais. A primeira impressão foi a de que teria lesionado a panturrilha, mas depois o atleta deixou claro que sentia o tornozelo esquerdo.

Cassius também saiu reclamando de lesão, mas a princípio não é problema.

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Ceilândia vence no Bezerrão e é líder

Cassius comemora o seu gol: vitória importante
Cassius comemora o seu gol: vitória importante

O Ceilândia venceu o Luziânia por 1 x 0, partida realizada na tarde deste sábado, no Bezerrão.

O Ceilândia começou sonolento, como tem sido a tônica neste ano. O resultado dessa sonolência é que por duas ocasiões o Luziânia esteve próximo de concluir para a meta alvinegra.

Clécio: começou mal, mas aos poucos se acertou em campo
Clécio: começou mal, mas aos poucos se acertou em campo

Passados os sustos iniciais, o Ceilândia demonstrou claramente que estudara o Luziânia. Adelson neutralizou as jogadas pelas laterais e obrigou o adversário a afunilar para o centro. O resultado foi que o Ceilândia conteve o adversário.

O jogo ficou feio, mas o Ceilândia deixou claro que não tem vergonha abraçar a sua vocação: marcar forte.

Para os interesses alvinegros, contudo, o jogo seguia conforme o planejado. Num desses lances surgiu a primeira oportunidade, Cassius saiu cara a cara com o goleiro adversário mas perdeu grande oportunidade e a bola foi bater na trave direita.

Forte na defesa
Wisman foi uma das surpresas no jogo

Veio o segundo tempo e o Ceilândia começou mal novamente. Sorte que o Luziânia não estava num dia inspirado e o sistema defensivo do CEC impedia qualquer conclusão para a meta defendida por Dennys.

Aos cinco, veio o inesperado. Cruzamento da direita e Cassius antecipou-se a Perivaldo para abrir o marcador. Um belo gol.

Além do gol, Cassius ajudou na defesa
Além do gol, Cassius ajudou na defesa

Depois do gol o Ceilândia deu campo para o adversário. O Luziânia tinha o domínio das ações, mas não conseguia o último passe.

No último minuto, Cassius deu lugar a Dimba. O capitão enfim fez a sua estréia, mas sequer tocou na bola.

Importante vitória do Ceilândia. Apesar das críticas que podem ser feitas, o time evoluiu em relação aos jogos anteriores. Esse estilo de jogo, contudo, está com os dias contados.

Com a entrada de Dimba será mais natural que o CEC consiga segurar a bola um pouco mais no campo adversário.

No próximo final de semana o CEC vai a Unaí-MG.

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Luziania entra em campo no Abadião: Visitante indigesto

CEC reencontra Luziânia sem poder tropeçar

Abril de 2006: Poucas derrotas no Serra do Lago
Abril de 2006: Poucas derrotas no Serra do Lago

O Ceilândia enfrenta o Luziânia  no Bezerrão sabendo que não pode tropeçar. Em quinto lugar no grupo, o campeão do Distrito Federal se vê na obrigação de vencer a partida de hoje, para não ter que ficar fazendo contas. Na próxima semana,  o turno chega à sua metade, e na metade seguinte o CEC enfrenta duas equipes cotadas para disputar o título.

Para complicar a missão do Ceilândia, o histórico recente não ajuda: o CEC venceu o Luziânia mais vezes jogando na Serra do Lago do que como mandante. A última vitória como mandante foi em 2002, quando o Ceilândia venceu por 3 x 1. Desta vez, diferente da final do ano passado, o CEC não pode se dar ao luxo de perder como mandante.

Campeão em 2010: empate em casa contra o Luziânia
Campeão em 2010: empate em casa contra o Luziânia

Para a partida deste sábado, no Bezerrão, Adelson sabe que terá um adversário complicado. O Luziânia é um time que conta com uma boa transição da defesa para o ataque. A troca de posições entre os laterais e um dos meias do Luziânia pode confundir um dos volantes, expondo a defesa do Ceilândia. Outra preocupação está no fato de que a estrutura tática do Ceilândia favorece o modo de jogar do Luziânia.

Adelson de Almeida deve contar com Dimba na partida de hoje. O capitão não está no melhor de sua forma e não participou de nenhum jogo este ano, exceto jogos-treinos contra atletas de categoria de base. Fora a entrada de Dimba, o Ceilândia não deve ter alterações importantes em relação à vitória contra o Legião.

 

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Sem refresco!

Dimba com os companheiros: Capitão está descansado
Dimba com os companheiros: Capitão está descansado

O Ceilândia escolheu o seu caminho para ser campeão em 2013: trabalhar, trabalhar e trabalhar. Em meio ao trabalho, muita cobrança.

Os jogadores sabem que se quiserem manter o título local vão ter que trabalhar muito!  A programação da semana prevê treinos físicos e um coletivo antes do jogo-treino deste domingo diante do Brazlândia.

Vitor é opção para o ataque, mas o CEC precisa de reforços
Vitor é opção para o ataque, mas o CEC precisa de reforços

Dimba não terá a vida fácil. O capitão fará apenas trabalhos de recuperação física. Rodriguinho, por sua vez,  dará os seus primeiros toques na bola.

Em meio a tudo isso, o Ceilândia procura se reforçar. Um zagueiro e um lateral devem chegar esta semana, além dos goleiros contratados para a competição.

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Liel o homem de ferro: atuou em todos os jogos!

Liel: participou de todos os jogos
Liel: participou de todos os jogos

O volante Liel foi campeão com o CEC em 2010, tendo participado das partidas decisivas. Este ano sequer participou dos jogos da fase de preparação. Quando o campeonato começou lá estava ele como titular. Em toda a competição foram 17 jogos e Liel participou de todos!

Para um volante a participação de Liel não foi nada mau. Em 17 partidas recebeu apenas três cartões amarelos, dois deles nas partidas decisivas.

Ao final da partida e já dentro do vestiário Liel parecia procurar algo e não participava da comemoração dos demais colegas. Informado de que era considerado o ponto de equilíbrio da equipe, pareceu não se surpreender, num misto de modéstia e de desinteresse. Independente disso, se se tivesse que escolher o jogador mais valioso, dificilmente o prêmio fugiria das mãos de Liel.

Liel teve uma atuação constantemente satisfatória ao longo da competição. Hoje é um jogador melhor do que era há dois anos. As suas grandes virtudes estavam ligadas ao desarme, onde desponta o seu excelente tempo de bola. Agora, o seu passe melhorou ainda mais e ele dificilmente erra passe. Liel foi uma surpresa na bola aérea, inclusive no ataque. Embora não tenha feito um gol na competição, participou ativamente em gols importantes, como no gol do empate diante do Ceilandense.

Panda e Badhuga em ação: um leão por dia
Panda e Badhuga em ação: um leão por dia

Depois de Liel, os jogadores que mais partidas disputaram foram os seus eventuais companheiros de zaga, Panda e Badhuga jogaram 15 partidas. Badhuga recebeu 4 cartões amarelos e Panda tr~es, com a diferença que Panda fez um gol na semi-final da Taça Mané Garrincha.

O artilheiro do time, Dimba, participou de 13 partidas e aos 38 anos fez 11 gols!

Para ver as estatísticas dos jogadores veja em www.ceilandiaec.com.br/estat

No total o Ceilândia utilizou 28 jogadores na sua campanha. Luiz Felipe e Gil Bala participaram de apenas uma partida, entrando no segundo tempo.

O décimo segundo jogador foi Luiz Fernando. O meia foi contratado na metade da competição e não foi titular em qualquer partida, mas entrou em 8 delas, tendo feito dois gol.

O Ceilândia foi um time muito disciplinado durante a competição e não teve qualquer jogador expulso.

Para finalizar, o CEC fez apenas um gol de penalti (Cassius contra o Dom Pedro), e sofreu três.

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Allan retorna contra o Luziânia

Allan retorna, mas precisa entender que há regras a serem cumpridas
Allan retorna, mas precisa entender que há regras a serem cumpridas

Allan Dellon sabe que o Ceilândia é a sua casa. Em família eventualmente um ou outro se perde e a família se alegra em poder ajudar a um de seus membros. Allan Dellon voltou e foi reintegrado ao grupo.

Pesou a experiência do grupo. Com jogadores rodados no elenco, a decisão de algum modo já estava tomada e o evento é página virada.

Allan Dellon vive um bom momento e, como já aconteceu com outros craques, não soube lidar com a pressão que ele mesmo se impôs.

Nesses momentos é necessário ter muita força mental e não se deixar procurar soluções fáceis. A vida é difícil, mas tem regras.

Panda está quase recuperado e pode voltar contra o Luziânia
Panda está quase recuperado e pode voltar contra o Luziânia

Adelson teve outra boa notícia na tarde de ontem: Panda está quase recuperado e deve voltar contra o Luziânia na partida final. O treinador teve tempo para tecer elogios para a atuação de André Oliveira na partida de ida.

Alguns jogadores se queixaram de dores musculares, como foram os casos de Alcione e Cassius, mas aparentemente estarão em condições de disputar a final.

 

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Ceilândia começa a decidir o campeonato

Dimba perde de cabeça. CEC perdeu gols e a partida. Lição a ser aprendida
Dimba perde de cabeça. CEC perdeu gols e a partida. Lição a ser aprendida

O Ceilândia chegou até a decisão sem fazer alarde. O time foi crescendo aos poucos e a página foi virada no empate contra o Ceilandense. Naquela partida o CEC chegou a estar perdendo por 2 x 0, mas chegou ao empate na base da raça. O entrosamento entre Allan Dellon e Dimba foi melhorando e quem tem Allan Dellon e Dimba em boa forma tem meio caminho andado para a vitória.

Após aquele jogo o  time mudou a sua maneira de jogar. Passou a ter mais posse de bola, mas dessa vez com qualidade. Um time mais ofensivo traz problemas na defesa. O time joga exposto, mas nas partidas da fase de classificação o Ceilândia chegou a um equilíbrio.

Para a decisão de hoje será absolutamente importante ter o equilíbrio na saída para o ataque, para não dar os contra-ataques para o adversário. A partida de hoje deve ser diferente da partida que decidiu o primeiro turno. O Ceilândia é hoje um time totalmente diferente na sua formação e na maneira de jogar. O Luziânia também. Para os jogadores, não há clima de revanche: é uma decisão e uma decisão todos gostam de jogar.

Com Dimba e Allan Dellon o CEC é forte
Com Dimba e Allan Dellon o CEC é forte

O clima na semana era bom entre os jogadores. Não se sentia que estivessem pilhados ou indiferentes em demasia. O Ceilândia parece ser um time consciente de sua própria capacidade e de sua responsabilidade. O gato vive melhor momento que o Luziânia e,  tirando a última partida, sempre traz bons resultados do Serra do Lago.

Adelson concorda que é verdade que o Gato vive um melhor momento, mas o Luziânia venceu o turno sem contestações e com certeza não esqueceu de jogar futebol, relembra.

O problema é que em jogos de mata-mata a partida de ida condiciona o jogo da volta: você começa a segunda partida colhendo o que plantou na primeira. O Ceilândia também sabe das dificuldades, mas não deve se deixar intimidar por elas.

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Ceilândia está na final

Com os nervos no lugar, Ceilândia resistiu à truculência do Sobradinho
Com os nervos no lugar, Ceilândia resistiu à truculência do Sobradinho

Não foi fácil, mas o Ceilândia está na final do Metropolitano 2012.  O Gato soube administrar os próprios nervos para conseguir uma importante vitória na tarde deste domingo em Sobradinho. Com a vitória, o Ceilândia conquistou o segundo turno do campeonato metropolitano de 2012 e garantiu um lugar na final diante do Luziânia.

O jogo foi essencialmente parelho. O Sobradinho tentou encurralar o Ceilândia em seu próprio campo de defesa, mas aos poucos o melhor toque de bola do CEC foi se impondo. O resultado disso é que o Ceilândia equilibrou as ações e a sua melhor condição técnica aos poucos foi fazendo a diferença.

Apesar de chegar com mais qualidade à meta adversária, o CEC não abria o marcador. As oportunidades passam próximas de Dimba, mas o artilheiro por duas vezes não alcançou a bola.

Allan Dellon e Dimba: mais uma vez importantes
Allan Dellon e Dimba: mais uma vez importantes

Aos 40 minutos da primeira etapa, Cassius apareceu cara a cara com Osmair e bateu com categoria no canto esquerdo da meta adversária. Osmair fez uma belíssima defesa, mas na sobra Dimba mostrou que estava atento e abriu o marcador para o Ceilândia.

Veio o segundo tempo e aconteceu o que se temia. O Ceilândia passou a dar chutões para se livrar da bola. Não é que o Sobradinho fosse melhor, mas o fato é que ao ter desistido de jogar o Ceilândia trocava fugia às suas características. O castigo não demorou e Edicarlos aproveitou sobra na área para empatar. Eram 7 minutos do segundo tempo.

Após sofrer o gol o Ceilândia voltou a jogar com a bola no chão. Não demorou muito e Allan Dellon colocou a bola na cabeça de Cassius que colocou o Gato novamente na frente aos quinze do segundo tempo.

Panda saiu lesionado: preocupação para as finais
Panda saiu lesionado: preocupação para as finais

A vantagem no marcador dessa vez fez bem ao Ceilândia. O time aprendeu com o erro do gol do empate do Sobradinho e continuou tocando a bola no seu estilo. Chutão apenas quando realmente necessário.

O Sobradinho veio todo para o ataque e aí brilhou a visão de jogo de Allan Dellon. Eram 24 minutos do segundo tempo quando Liel desarmou o adversário e tocou para Allan Dellon. O meia, que fez mais uma boa partida,  enxergou Luiz Fernando se deslocando e deu um passe magistral para o meia, que acabara de entrar no lugar de Dimba. Luiz Fernando bateu na saída de Osmair e fez 3 x1 para o Ceilândia.

Forte marcação do CEC neutralizou o Sobradinho
Forte marcação do CEC neutralizou o Sobradinho

Com o terceiro gol do Ceilândia a torcida adversária começou a ir embora. O Sobradinho, contudo,  era valente e tentava a todo custo diminuir a diferença. O Ceilândia era perigoso nos contra-ataques e perdeu ao menos duas chances de matar o jogo.

Tranquilidade apenas aos 44 minutos quando Cassius, em mais um contra-ataque do Ceilândia, fez 4 x 1. Agora era apenas esperar o final do jogo: o Ceilândia estava na final.

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