Tag: Metropolitano 2014

Em 2014, vitória do Ceilândia por 1 x 0. Equilíbrio.

Ceilândia enfrenta Gama. Punições geram distorções no Campeonato

Nos últimos três jogos entre Ceilândia e Gama equilíbrio: uma vitória, um empate e uma derrota
Nos últimos três jogos entre Ceilândia e Gama equilíbrio: uma vitória, um empate e uma derrota

O final da fase de classificação ficou desequilibrado em função das punições sofridas por Gama e Brasiliense. Até então invíctos, os principais adversários do Ceilândia tiveram diversos jogadores suspensos e passaram por derrotas surpreendentes.  O Brasiliense para o Brasília, o Gama para o Sobradinho.

Em 2016, empate em 0x0. Cassius perdeu a melhor chance do jogo
Em 2016, empate em 0x0. Cassius perdeu a melhor chance do jogo

Atualmente, o Brasiliense lidera a competição com 21 pontos e 10 jogos. O Gama vem um ponto atrás em 9 jogos. O Ceilândia 2 pontos atrás e 8 jogos. Matematicamente, a liderança será disputada pelo trio de ferro..

Em 2015, vitória do Gama por 1 x 0 em gol contestado pelo Ceilândia
Em 2015, vitória do Gama por 1 x 0 em gol contestado pelo Ceilândia

As punições sofridas por Gama e Brasiliense também alteram o meio da tabela. O Sobradinho, que enfrenta o Ceilândia na próxima quarta, passou a lutar pela quarta posição. Qualquer prognóstico em relação ao mata-mata é impossível de ser realizado nesse momento.

Em 2014, vitória do Ceilândia por 1 x 0. Equilíbrio.
Em 2014, vitória do Ceilândia por 1 x 0. Equilíbrio.

É nesse cenário que Ceilândia e Gama se enfrentam neste sábado, 16h, no Regional. O Gama ainda terá os desfalques dos atletas suspensos, mas Ceilândia e Gama é, atualmente, o clássico mais antigo do Distrito Federal. E clássico é clássico…

O técnico Adelson de Almeida enfim teve alguns dias para trabalhar com o seu elenco. Adelson não diz, mas tem problemas. Contra o Luverdense o time mostrou que é capaz de criar muitas oportunidades de gol, mas também de desperdiçá-las.  Noutra medida, a atuação da defesa não agradou ao  treinador. Mudanças são esperadas, mas nada tão radical.

Allan Dellon comemora o gol da vitória alvinegra em 2014
Allan Dellon comemora o gol da vitória alvinegra em 2014

Artur deve retornar à meta alvinegra. Didão continua fora.  Gilmar Erê retornou, ainda sem ritmo, contra o Luverdense. Willian já foi regularizado, mas Lucas ainda não apareceu no BID.  Enquanto isso, a direção corre atrás de mais reforços para a fase final da competição. 

Candangão 2017

PosClubeJVEDGPGCSPts
117114231151637
217105231151635
3137421910925
4155461818019
5154742224-219

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Vamos, Ceilândia!

Pelas mãos de França passa a classificação do CEC, mas não apenas disso depende o alvinegro
Pelas mãos de França passa a classificação do CEC, mas não apenas disso depende o alvinegro

30 de março de 2014! O Ceilândia está dividido entre a possibilidade de chegar às semi-finais e a humilhação de ser eliminado tão precocemente.

Se serve de consolo, há exatos 16 anos, em um trinta de março de 1988,  o Ceilândia também enfrentava o Brasília em situação difícil. Sob o comando do tricampeão Brito, o Gato Preto se superou e venceu o então grande Brasília por 4 x 1.

O Ceilândia dependia muito de Elvis: ele caiu e o time caiu junto.
O Ceilândia dependia muito de Elvis: ele caiu e o time caiu junto.

Hoje, nenhum outro resultado que não seja a vitória por dois gols de diferença serve.

O técnico Adelson de Almeida disse que confia no seu elenco. Já disse isso outras vezes. O Ceilândia, nesse campeonato, oscilou bastante entre grandes partidas e partidas sofríveis. É um time que pode surpreender, sempre.

Cassius lutou muito, mas fez opções equivocadas na marcação.
Cassius lutou muito, mas fez opções equivocadas na marcação.

Para o jogo de hoje, 20h30, no Serejão, Adelson deve mexer no time. Juninho, tão importante, é desfalque certo. Mais que a tática, será importante o coração. Tão importante quanto o coração, vai ser o futebol. Para vencer o Brasília vai ser preciso jogar mais que o Ceilândia jogou na última partida.

Alguns jogadores sentiram o esforço da última partida. Assim, Adelson deve guardar a escalação para até o último momento.

O CEC entra para esse jogo como azarão. O futebol guarda supresas. Tomara que a surpresa de hoje seja agradável.

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Ainda restam 90 minutos

O Brasília começou envolvendo o Ceilândia
O Brasília começou envolvendo o Ceilândia

O Ceilândia foi derrotado pelo Brasília por 2×1, partida válida pelas quartas-de-final do Campeonato Candango 2014. Agora o alvinegro precisa vencer o adversário por dois gols de diferença para alcançar as semi-finais.

Foi um  excelente espetáculo, se não pela técnica apresentada pelas equipes, mas porque houve de tudo que um torcedor espera: gols,  polêmica, emoção e muito, muito espírito de luta.

Na cabeçada de Badhuga, o Ceilândia levou perigo: time dependente da bola aérea
Na cabeçada de Badhuga, o Ceilândia levou perigo: time dependente da bola aérea

O Brasília começou melhor. O Ceilândia até que tentou impedir o melhor que o Brasília tem, que é a jogada trabalhada desde a sua linha de defesa.

Como não marcou a saída de bola adversária, o Ceilândia permitiu que o Brasília aos poucos o empurrasse para o seu campo de defesa. Não que o Gato Preto estivesse acuado, mas era claro que o Brasília chegava com mais qualidade ao ataque.

Thiaguino foi atingido: mais confusão
Thiaguino foi atingido: mais confusão

Não demorou muito e o alvirrubro abriu o marcador. Alekito cortou para dentro, tirando Jeff Silva da jogada, e bateu forte no canto direito de França.

Com seis minutos e atrás no marcador e sem inspiração, restava ao Ceilândia o coração. Foi na base da raça que o Ceilândia equilibrou o jogo.

Chances de empatar até houve, mas o Gato Preto não chegou com qualidade. O Brasília também não chegou.

Jeff Silva: falhou no primeiro gol e isso fica. Depois, deu muito trabalho à defesa do Brasília
Jeff Silva: falhou no primeiro gol e isso fica. Depois, deu muito trabalho à defesa do Brasília

Tudo mudou quando Juninho foi expulso. Com um a menos e atrás no marcador, parecia que o Ceilândia estava morto na partida: não foi isso que aconteceu.

Mesmo em desvantagem numérica, o Gato Preto manteve o jogo equilibrado, mas o primeiro tempo terminou com o Brasília à frente.

Juninho foi expulso: jogador importante, vai fazer muita falta
Juninho foi expulso: jogador importante, vai fazer muita falta

 

Veio o segundo tempo e o CEC empatou logo aos 3 minutos, com Gilmar Herê em boa jogada com Cassius.

O Ceilândia tinha um corredor aberto pela esquerda de ataque. Inexplicavelmente, Gilmar Herê deixou a esquerda e foi para a direita. O Ceilândia continuou melhor pela esquerda, obrigando o técnico do Brasília a trocar o seu lateral.

E deu certo. O Brasília recuperou o controle do jogo e, aos 25, passou novamente à frente no marcador com Daniel.

Thiaguinho e Elvis: apagados em um jogo vibrante
Thiaguinho e Elvis: apagados em um jogo vibrante

O Ceilândia, que naquele momento já não contava com Elvis e Alan Delon e sim com Adriano Felício e Caio, sentiu o golpe. O Brasília passou a administrar o jogo até que, em um lance fortuito, Andre Nunes deu um carrinho violento em Gilmar Herê e foi expulso.

O Ceilândia, na base do coração, foi todo ao ataque. Perdeu algumas chances de gol e poderia ter empatado.

No final, a derrota deixa o Gato Preto numa situação desconfortável para a partida desse domingo, 20h30, no Serejão: precisa vencer o Brasília por dois gols de diferença.

Ao que se viu dessa sexta, não vai faltar coração, mas vai ser preciso jogar mais.

 

Decisões infelizes

Um dos pontos controvertidos do jogo dessa sexta, entre Ceilândia e Brasília, foi a arbitragem.

Diz-se que uma boa arbitragem é aquela que passa despercebida. E esse foi o erro do árbitro do encontro.

A decisão de expulsar Juninho foi infeliz: em lances anteriores, a decisão foi diferente.
A decisão de expulsar Juninho foi infeliz: em lances anteriores, a decisão foi diferente.

Até o momento da expulsão de Juninho ocorreram diversos lances controvertidos. As as decisões até então tomadas eram coerentes uma com as outras.

A decisão de expulsar Juninho ainda, no primeiro tempo, destoou das demais. E por que destoou: porque em situações semelhantes, de entradas fortes ele não havia expulsado jogadores do Brasília.

Jeff Silva, fora do lance, foi agredido sem bola: apenas cartão amarelo pouco antes da expulsao de Juninho
Jeff Silva, fora do lance, foi agredido sem bola: apenas cartão amarelo pouco antes da expulsao de Juninho

No caso de Juninho há um agravante: ele bica a bola com uma das pernas e mantém o pé baixo. Sequer acerta o jogador do Brasília que, espertamente e qualquer um faria o mesmo, dobra o joelho e cai sobre Juninho.

Antes da expulsão, Pedro Ayub errou completamente a bola e acertou Gago, fazendo-o voar:  o adversário foi sequer advertido. Quando Jeff Silva foi agredido sem bola, e ele viu, o adversário foi punido apenas com cartão amarelo.

O fato é que, perdendo o jogo e com um homem a menos, o Ceilândia foi muito prejudicado. Jogo por jogo, contudo, parece óbvio que se havia mais coração do lado alvinegro havia mais futebol do lado alvirrubro.

Ceilândia espera o Brasília: decisão em 48 horas

Alheio aos problemas do adversário, Ceilândia encara confronto com seriedade: preparação começou segundos depois do jogo contra Capital
Alheio aos problemas do adversário, Ceilândia encara confronto com seriedade: preparação começou segundos depois do jogo contra Capital

A semana é decisiva para o Ceilândia. Se, por um lado, o Gato Preto realizou apenas uma partida nos últimos quinze dias, e com isso corre enorme risco de perder o rítmo de competição, o adversário corre o risco de se afogar jogando dia-sim-dia-não.

O Brasília jogou ontem, e bem, contra o Brasiliense. Jogará na quarta-feira e, 48 horas depois, na sexta, jogará contra o Ceilândia.

Pesar os benefícios e malefícios é algo complicado. Por certo que no primeiro jogo haverá algum nível de vantagem do Brasília. Física e mentalmente o time estará mais centrado a nível competitivo.

Como faces opostas da mesma moeda, o alvirrubro também contabilizará prejuízos que por certo serão ainda maiores no segundo jogo. Para a segunda partida, é de se esperar um Ceilândia  mentalmente mais focado na competição, fruto mesmo da primeira partida. Eventuais vantagens alvirrubras praticamente desapareceriam nesse contexto.

Adelson de Almeida tem problemas: no jogo contra o Capital o Ceilândia mostrou mais uma vez que depende do seu onze titular. Os reservas mais uma vez não corresponderam. Com um time contadinho, o Ceilândia ainda tem que lutar contra a desconfiança.  Diz a lenda que é nessas horas que o time cresce. Quem viver, verá.

Ceilândia decepciona e perde para o Capital

Adelson assiste à disputa de Alisson: não foi um bom dia para ambos
Adelson assiste à disputa de Alisson: não foi um bom dia para ambos

Com doze minutos de jogo, estava claro que algo não estava bem com o Ceilândia: Gilson já errara três passes importantes.

Com 24 minutos de jogo, Claudio Luiz já completava o seu terceiro bote equivocado! Desse terceiro bote, saiu o primeiro gol da partida, quando Igor fez Capital 1 x 0.

A prova inequivoca veio poucos minutos depois: Alisson driblou o goleiro, demorou para finalizar e perdeu o empate mais feito do mundo.

Tavares é derrubado dentro  da área: dentro da área é pênalti
Tavares é derrubado dentro da área: dentro da área é pênalti

O castigo não tardou: aos 32, novo erro na saída de bola do Ceilândia e, na sequencia,  Rafael Toledo fez Capital 2 x 0. 

A defesa do Ceilândia reclamou bastante de falta no lance. Não adiantou.

Aos 40, Tavares disputou com Nem, que errou a bola e acertou o jogador. Falta dentro da área é pênalti. Allan Dellon cobrou e diminuiu.

Sandro faz a falta for da área: fora da área não é penalti, mas o confuso árbitro assinalou
Sandro faz a falta for da área: fora da área não é penalti, mas o confuso árbitro assinalou

Veio o segundo tempo e o Ceilândia voltou melhor. Parecia mais encorpado. Para azar do alvinegro, aos 7 minutos, Sandro disputou a bola fora da área, mas o árbitro marcou pênalti.

Rafael Toledo bateu e fez Capital 3 x 1.

Depois disso o Ceilândia foi todo à frente. Perdeu algumas oportunidades, mas em nenhum momento deu a entender que diminuiria o marcador.

Ceilândia perdeu muitos gols: nessa, Caio perdeu.
Ceilândia perdeu muitos gols: nessa, Caio perdeu.

A derrota por 3 x 1, derrubou o Gato Preto para a sexta colocação.  Com isso, enfrentará o Brasília em data ainda desconhecida.

Ruim, para o Ceilândia. O Gato Preto demonstrou claramente no jogo de hoje que precisava de cancha, precisava de jogo. Parecia sem rítmo.

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Adelson: o maior treinador da história do Ceilândia. Lugar cativo na história do futebol local

150 jogos para Adelson: uma trajetória em 5 atos

Adelson de Almeida ainda era um menino em 2002, mas montou um time fortíssimo
Adelson de Almeida ainda era um menino em 2002, mas montou um time fortíssimo

Em 11 de fevereiro de 2001, Adelson de Almeida não era nada mais do que um menino. Na época, trazia consigo apenas o fato de que fora campeão juvenil do Distrito Federal com o time do Ceilândia em 1998.

Era na base desse timede 1998 que confiava na sua missão quase impossível de manter o Ceilândia na primeira divisão.

Adelson na apresentação dos jogadores em 2009, para o campeonato de 2010: mudava ali a sua história
Adelson na apresentação dos jogadores em 2009, para o campeonato de 2010: mudava ali a sua história

A estréia não foi nada promissora: nos cinco primeiros jogos foram quatro derrotas e um empate.

Ao fazer a opção preferencial pelos jovens, algo na moda em 2001, Adelson mudou a sua história e a do Ceilândia. A primeira vitória veio em 14 de março daquele ano, diante do estreante e mas já poderoso Brasiliense.

Adelson entra em campo na final de 2010: ao fundo, William Carioca que seria decisivo
Adelson entra em campo na final de 2010: ao fundo, William Carioca que seria decisivo

De lá para cá foram 149 jogos dirigindo o Ceilândia. Desses, 131 jogos oficiais, com 51 vitórias, 43 empates e 37 derrotas.

A grande força de Adelson foi transformar o Ceilândia num time poderoso jogando dentro de casa. Em 67 jogos, trinta vitórias, 24 empates e apenas 13 derrotas. Entre 2001 e 2003, o time de Adelson foi derrotado em casa apenas duas vezes!

Adelson em 2011: sensação de impotência. Adelson previu o desastre diante do Caxias
Adelson em 2011: sensação de impotência. Adelson previu o desastre diante do Caxias

Sozinho, Adelson de Almeida foi treinador de uma em cada cinco partidas na história do Ceilândia em jogos oficiais (708 jogos). Depois de Adelson, Mauro Fernandes foi o técnico que mais dirigiu o Ceilândia (40 jogos).

Em 2004, Adelson de Almeida passou a cuidar das categorias de base do Brasiliense. Foi hexacampeão juniores do DF. Voltou ao futebol profissional em 2010. Voltou dirigindo o Ceiândia para se sagrar campeão profissional.

2012: Adelson volta a ser campeão do DF
2012: Adelson volta a ser campeão do DF

2011 talvez tenha sido o pior ano para Adelson. Exigente e detalhista ao extremo, chocou contra uma estrutura que teimava em não se profissionalizar.

Deixou o Ceilândia, voltou ao Brasiliense para para uma curta passagem no time profissional e  realizou um velho sonho de treinar o Gama na série D.

2013: Adelson venceu as fraturas do time, uniu a equipe e a levou à final do returno, mas já era tarde.
2013: Adelson venceu as fraturas do time, uniu a equipe e a levou à final do returno, mas já era tarde.

Sonho realizado, mas Adelson sofreu com as dificuldades do alviverde, quando teve que bancar alguns jogadores do seu próprio bolso. Voltou ao Ceilândia para ser bicampeão em 2012.

 Adelson de Almeida mudou. Mudou o Ceilândia.
Adelson não tinha zagueiros: agora ganhou mais dois
2014: Adelson pouco lembra o menino de 2001

. Das dificuldades quase intransponíveis de 2001, sem local para treinar e dificuldades diárias para conseguir bancar as passagens dos jogadores, muitos treinando pela manhã, trabalhando à tarde ou de vigilante à noite, à realidade de hoje.

Quando entrar em campo para dirigir o Ceilândia contra o Capital, a história muda. Mudou Adelson de Almeida, hoje o mais vencedor treinador genuinamente do Distrito Federal em atividade. Mudou o Ceilândia.

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Ambiente vira arma do Ceilândia na reta final

O clima descontraído cede diante da responsabilidade de conquistar o título
O clima descontraído cede diante da responsabilidade de conquistar o título

Nos últimos dez anos, o Ceilândia foi campeão candango duas vezes, foi vice outras tantas e finalista tantas outras.

Desta vez há algo diferente: o ambiente.

O Ceilândia demorou a engrenar na competição. O time foi sendo montado aos poucos, mas hoje o ambiente é tranquilidade.

Gilson, pensativo: clima é bom, mas sem espaço para oba-oba
Gilson, pensativo: clima é bom, mas sem espaço para oba-oba

Há certa tensão no ar, natural de uma competição. O time sabe onde pode chegar e recuperou o respeito do adversário.

Para o treinador Adelson de Almeida tudo isso é consequencia de muitos fatores; além dos fatores extracampo, os jogadores sabem da sua importância para o grupo. Mesmo os suplentes sabem que terão oportunidades e responsabilidades.

Claudio Luiz, Cassius e Alan Delon: breve pausa para o descanso antes da batalha dessa quinta
Claudio Luiz, Cassius e Alan Delon: breve pausa para o descanso antes da batalha dessa quinta

É contando com esse fator que o Ceilândia vai a campo nesta quinta-feira enfrentar o já rebaixado Capital em busca de uma vitória que pode lhe trazer a quarta colocação.

O adversário do Ceilândia nas quartas-de-final ainda está indefinido. Em circunstâncias normais, esse adversário será o Sobradinho. A segunda maior probabilidade é a de enfrentar o Gama.

No futebol não existe esta de “circunstâncias normais”. Na última rodada o Ceilândia pode terminar em quarto ou oitavo. Está tudo em aberto.

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CEC termina semana com jogo-treino

Alan Delon treinou com desenvoltura: hora do maestro decidir
Alan Delon treinou com desenvoltura: hora do maestro decidir

O Ceilândia terminou neste sábado a sua semana exclusiva de treinamento contra o time de juniores acrescido de alguns ex-jogadores profissionais.

O técnico Adelson de Almeida, que completará 150 jogos no comando do Gato Preto na próxima quinta-feira, disse que a semana de trabalho foi muito proveitosa.

No time adversário, André, ex-Ceilândia.
No time adversário, André, ex-Ceilândia.

Os jogadores concordam.

O treino desse sábado contou com dois tempos distintos. No primeiro, o técnico Adelson de Almeida mandou a sua equipe-base. Os primeiros 45 minutos terminaram em 3 x 0, com Cassius, Elvis e Caio fazendo os gols.

Adelson procura dar rítmo a Jeff Silva. Treinador acredita que poderá ser importante
Adelson procura dar rítmo a Jeff Silva. Treinador acredita que poderá ser importante

Thiaguinho ficou de fora, fazendo tratamento preventivo. Gago e Juninho também ficaram de fora.

Na segunda etapa, Adelson mandou os suplentes, mas manteve a defesa principal.

Os jogadores terão folga no domingo. Na segunda retornam, agora tendo em mente o restante da competição. Na quinta-feira, jogo contra o Capital. No domingo, faz o primeiro jogo das quartas-de-final.

O destino do Ceilândia

Líder da competição, Luziânia pode ser adversário do Gato Preto nas quartas
Líder da competição, Luziânia pode ser adversário do Gato Preto nas quartas

O Ceilândia continua a sua preparação para a partida da próxima quinta-feira diante do Capital. Mais que isso: o time ganha fôlego para a sequência de jogos do mata-mata.

Não vai ser fácil. As projeções indicam que o Ceilândia caminha para a sexta colocação. Nesse contexto, o seu adversário deve sair dos confrontos de hoje e de segunda-feira: Brasiliense, Brasília ou Luziânia.

Em um campeonato tão equilibrado, tudo pode acontecer. Muitos acreditam que o Brasiliense deve terminar a primeira fase em primeiro lugar. Nesse caso, restaria ao Ceilândia enfrentar Brasília ou Luziânia. Nesse caso, um confronto parece delineado: Gama x Sobradinho.

Pelo regulamento, os confrontos da semi-final se definem com base na classificação da primeira fase.

Calmaria: daqui a pouco vem a tempestade

Uma semana sem jogo: depois, virão os jogos de mata-mata
Uma semana sem jogo: depois, virão os jogos de mata-mata

O campeonato parou para recuperar os jogos atrasados. Enquanto isso, o Ceilândia, já classificado, se prepara para a reta final.

Meio time possui problemas com cartões. Renato Oliveira tomou o terceiro contra o Sobradinho. É desfalque certo, ao lado de Juninho Goiano, expulso.

Além destes, Alan Delon, Badhuga, Caio, Gato, Cassius e Gilmar Here estão pendurados. Em outras palavras: Adelson vai ter que se virar.

Outro problema está no fato de que o banco não tem resolvido. Uma exceção talvez seja André Tavares, que tem entrado bem.

Não deveria ser assim. Adelson utilizou 22 jogadores como titulares. Isso significa que 22 jogadores fizeram ao menos uma partida como titular.

Tempo maior de preparação

CEC volta enfrentar Capital apenas dia 20
CEC volta enfrentar Capital apenas dia 20

Os sucessivos adiamentos de jogos, aliados à impossibilidade de adiamento da decisão do campeonato, fizeram dessa reta final de competição uma verdadeira maratona para Brasiliense e Brasilia em especial.

De acordo com o que ficou decidido nesta segunda-feira, teremos jogos nesta quinta, na sexta, na segunda e, se tudo der certo, na outra quinta-feira, dia 20, teremos a última rodada da fase classificatória.

Em 2013, CEC tropeçou em casa: 3 x 3
Em 2013, CEC tropeçou em casa: 3 x 3

As oitavas de final começariam, então, dois dias depois.

O Ceilândia volta a jogar apenas no dia 20, contra o Capital. A demora em voltar a campo pode ser positiva ou negativa. Positiva se considerarmos que dá tempo dos jogadores se recuperarem fisicamente. Negativa porque quebra o ritmo de jogo.

Ceilândia empata e G4 fica mais difícil

Dimba aproveita vacilo alvinegro e abre o marcador.
Dimba aproveita vacilo alvinegro e abre o marcador.

O Ceilândia não fez uma boa partida na tarde deste domingo diante do Sobradinho e apenas empatou em 2 x 2. O resultado deixa o Ceilândia fora dos G4, embora tenha garantido a classificação.

O primeiro tempo foi muito ruim. O Ceilândia desde os primeiros minutos parecia disperso e incomodado, não sem alguma dose de razão, com a arbitragem.

Sandro foi sacrificado: mudança necessária em um dia complicado
Sandro foi sacrificado: mudança necessária em um dia complicado

O fato é que o time foi incapaz de atuar coletivamente, sobrevivendo das individualidades. Elvis e Allan Dellon, foram figuras apagadas no primeiro tempo.

A sorte do Ceilândia é que o Sobradinho era apenas um time esforçado quando, aos 14, Dimba recebeu de Marcelinho e bateu. A bola desviou em Badhuga e matou França.

Claudio Luiz: defesa sofreu dois gols depois de muito tempo
Claudio Luiz: defesa sofreu dois gols depois de muito tempo

Esperava-se que o Ceilândia deixasse a indolência de lado e ao menos se acertasse em campo. Isso não aconteceu.

Sem muito o que fazer, Adelson tirou Sandro ainda aos 20 minutos do primeiro tempo para a entrada de Gilmar Here.

Na falha de França, o segundo gol do Sobradinho.
Na falha de França, o segundo gol do Sobradinho.

O time melhorou com a entrada de Gilmar Here, não porque tivesse volume de jogo, mas porque passou a disputar a  bola ainda na defesa do Sobradinho.

Mesmo assim o jogo estava amarrado. O Ceilândia levava perigo apenas em jogadas de bola parada e foi numa destas que empatou. Aos 36, Allan Dellon bateu a falta, Donizete falhou e Cassius fez de meia-bicicleta.

Ceilândia comemora o gol do empate: pouco para quem quer ser campeão
Ceilândia comemora o gol do empate: pouco para quem quer ser campeão

O Ceilândia continuou melhor, mas era incapaz de atuar coletivamente. Avançava muito mais por força das individualidades e da vontade.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia poderia ter matado o jogo. Não o fez. O castigo veio aos 10 minutos.

França que vinha tão bem na competição, atrapalhou-se com a bola e serviu nos pés de Dimba. O Capitão do Bicampeonato não teve dó e recolocou 0 Sobradinho em vantagem.

Elvis esteve apagado no primeiro tempo. No segundo, melhorou um pouco, mas não o suficiente para levar o Gato à vitória
Elvis esteve apagado no primeiro tempo. No segundo, melhorou um pouco, mas não o suficiente para levar o Gato à vitória

O Ceilândia teve que remar novamente. Nova bola parada e, aos 31, Claudio Luiz subiu para dar números finais ao jogo: 2×2.

O resultado foi ruim para Ceilândia e Sobradinho.  Para a torcida do Gato Preto fica a certeza de que mentalmente o time ainda não está pronto: para ser campeão, mais que individualidades, é preciso atuar coletivamente. Fica a lição de hoje.

Juninho foi expulso e é desfalque certo no próximo final de semana.

 

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Faltou jogar como time

Cassius comemora: tarde ruim. Prevalesceram as individualidades
Cassius comemora: tarde ruim. Prevaleceram as individualidades

O Ceilândia por pouco não foi castigado por haver abandonado o jogo coletivo.

Há quem diga, não sem razão, que não é difícil subir. Difícil, dizem,  é permanecer no topo.

As razões são as mais diversas. A principal causa está no fato de que o sucesso faz aflorar as vaidades individuais.

O somatório dos interesses individuais não é igual ao interesse coletivo: Ceilândia vai precisar jogar como time
O somatório dos interesses individuais não é igual ao interesse coletivo: Ceilândia vai precisar jogar como time

Pode não ter sido isso o que aconteceu na tarde de hoje em Sobradinho, mas é especialmente perigoso ver que o Ceilândia não atuou como equipe. O Ceilândia foi uma equipe pouco solidária.

O resultado foi que o Gato Preto somente não saiu de Sobradinho com uma derrota a vários fatores. O principal, talvez, esteja no fato de que as individualidades bastaram.

A verdade contudo é outra: as individualidades bastam para conseguir um ou outro resultado, num campeonato tão pobre tecnicamente. Mesmo assim não são suficientes para fazer um campeão.

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Tribunal em campo: O que muda para o Ceilândia?

Em 2014, com direito a mando no Bezerrão, foram dois empates
Em 2014, com direito a mando no Bezerrão, foram dois empates

A Justiça Desportiva local enfim se reuniu para decidir alguns casos pendentes (e não são poucos).

Na seção desta última quinta-feira, o TJD resolveu marcar um novo jogo para o caso das chuteiras perdidas. Desse modo, Brasília e Formosa irão se enfrentar em campo.

Juninho combate Allan em 2012. Agora do mesmo lado
Juninho combate Allan em 2012. Agora do mesmo lado

Seguindo a mesma linha, o Tribunal manteve os pontos conquistados em campo pelo próprio Brasília em função da utilização do jogador Fernandinho.

Por fim, o Paracatu manteve os pontos da vitória sobre o Gama.

O que muda para o Ceilândia? Pouco. O Gato Preto sabe que tem que remar, utilizar os jogos faltantes para aproveitar a boa base e recuperar o prejuízo do início da competição.

Juninho combate Allan em 2012. Agora do mesmo lado
O jogo valia pela série D: vitória do CEC

Hoje, se as condições climáticas permitirem,  o time faz coletivo-apronto para o So-Cei de número 70.

A última vez que os dois times se enfrentaram no Augustinho Lima foi em julho de 2012.

Em jogo válido A5 da Série D Nacional, o Ceilândia venceu o Sobradinho por 3 x 2, num jogo que ficou marcado pela noite inspirada de Cassius e pelo dia  não muito inspirado do árbitro da partida.

 

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