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Assim não dá: Thiago Junio vai embora

O técnico Jean Cláudio já tinha um sério problema para a partida diante do Dom Pedro: Cassius não poderá jogar em razão da suspensão imposta pelo TJD na última terça-feira (ver notícias relacionadas). Agora ganha outro sério problema: Thiago Junio vai embora.

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Thiago Junio, destaque está de saída

Por coincidência, na enquete realizada pelo SiteCEC (ver barra na lateral direita), Thiago Júnio e Cassius têm sido apontados pelos torcedores, pelo menos até agora, como os dois maiores destaques da equipe na competição. Para a sorte de Jean Cláudio, Cassius deve retornar na próxima quarta-feira, quando o CEC enfrentará o Gama no Abadião.

Thiago Júnio, por sua vez, não volta. O atleta acertou com o Ipatinga e deve jogar pelo time mineiro no restante do ano. Os problemas não param por aí: além de Thiago Junio o atacante Fernando, autor de um dos gols na vitória sobre o Brazlândia, também deixou a equipe. Para o lugar de Fernando, verdade seja dita, Jean Cláudio conta com reservas a altura.

Para a torcida a notícia causa desconforto. Nesse momento da competição não há como conseguir bons reforços. Pega de surpresa, a diretoria anuncia a contratação de um goleiro, Wesley, que atuou pelo Brasiliense. Wesley apenas comporá a equipe, visto que Renan e Ricardo têm agradado a torcida.

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Com a corda no pescoço: Legião 2×0

20090221legiao1x0cec2Agora só resta lutar para não cair. Os poucos torcedores do Ceilândia que foram ao Plano Piloto viram um time irreconhecível. Não que o Ceilândia tenha sido brilhante algum dia este ano, mas ao menos era possível ver um time brigador. Hoje, o Legião enfrentou um time absolutamente apático defensivamente. Parte da culpa, obviamente, deve ser debitada à escalação do time. Fábio Lima e Diego, além de serem canhotos e deixarem o time penso, apenas faziam sombra. Com isto permitiram que o Legião dominasse o meio de campo e tomasse a iniciativa o jogo quase todo.

No primeiro tempo o Legião teve a posse de bola. Chance mesmo somente criou uma e que foi bem defendida por Renan. O Ceilândia, também teve a sua chance, mas o goleiro adversário defendeu com o pé.

Já na segunda etapa o CEC teve mais a posse de bola, mas mostrou a mesma deficiência de armação do início do campeonato. A posse de bola era ineficiente e se limitava à intermediária, sem entrar na área do Legião. Para piorar, o CEC abria espaços para os contra-ataques do Legião. No fim das contas, já aos 37 da etapa final, num contra-ataque Léo Borges abriu o marcador. Jean Cláudio lançou o time todo ao ataque colocando três atacantes. Não deu certo: Ciel, aos 44, deu números finai20090221legiao1x0cecs.

Com a derrota, a posição de Jean Cláudio está insustentável. Ele próprio reconheceu e colocou o cargo à disposição.  Mais do quê um motivador, o CEC precisa urgente de um comandante experiente. Jà algum tempo os dirigentes têm consciência disto. Dizem que não há dinheiro para contratar.

O fantasma de 1996 está de volta. Por ironia do destino, aqueles que ressuscitaram o CEC em 1998, convivem agora com o pesadelo de retornar à 2a Divisão do DF.

O CEC formou com Renan, Daniel, Thiago Junio, Everson, Vává e Glauber. Agnaldo, Dime, Fabio Lima, Diego e Leandro Kivel. Técnico: Jean Cláudio.

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No sacrifício: 2 x 2

20090215brasilia2x2cecMais uma vez foi dramático. Ao menos desta vez, a sensação foi um pouco diversa da experimentada no último domingo. Jogando hoje, no CAVE, o CEC fez uma boa partida e poderia até merecer melhor sorte, mas a última impressão é a que fica: o Brasília poderia ter vencido, mas Renan defendeu o pênalti cobrado por Thiago Silva aos 45 minutos do segundo tempo.

De maneira geral as duas equipes se equivaleram ao longo dos 90 minutos. No primeiro tempo o Ceilândia teve mais tempo de posse de bola, mas o Brasília conseguiu em três  ataques o aquilo que o Ceilândia não conseguiu em 45 minutos: criar uma situação clara de gol.    A primeira oportunidade foi logo aos 10 minutos e Edicarlos contou com a sorte e com o desvio na zaga para abrir o marcador para os colorados. Após o gol o Ceilândia continuou dominando a partida, mas o Brasília, quando vinha tocando, conseguia iludir a zaga alvinegra e levava perigo.

Aos 34, num dos poucos contra-ataques do Gato, Cassius escapou pela esquerda, perdeu o ângulo e, na saída do goleiro, tocou para o meio da área. Daniel se atrapalhou, mas não o suficiente para perder o lance e deixou para Diego que bateu no canto esquerdo, no alto, empatando a partida.

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Renan mais uma vez foi decisivo.

No segundo tempo, o Brasília voltou diferente e tomou a iniciativa logo na saída. Para azar do Ceilândia, não demorou para o Brasilia voltar a ficar na frente com Thiago Silva, aos 2. O Ceilândia acusou o golpe e mesmo quando equilibrou a partida já não tinha a mesma estrutura da primeira etapa. Mesmo assim poderia ter empatado quando Cassius tabelou com Da Silva e disparou acertando a trave. Logo em seguida, Diego cobrou falta e Cassius entrou nas costas da defesa do Brasilia empatando o jogo.

O gol do empate foi a última jogada efetiva do ataque do Ceilândia. Depois, aos 22, Cassius foi expulso. Foi a primeira expulsão de Cassius em 8 anos, seis com a camisa do Gato. (Para ver a ficha de Cassius clique aqui).

A emoção chegou ao limite aos 44. O árbitro Rogério Bueno, com certeza a pior arbitragem até aqui, marcou pênalti contra o CEC. Thiago Silva bateu e Renan, mais uma vez, salvou o CEC.

O CEC jogou com Renan, Daniel, Â Thiago Junio, Everson, Vavá e Glauber. Beto (Betson), Dime e Diego. Da Silva e Cassius. Tecnico: Jean Cláudio.

Ouvir o primeiro gol (teste): 20090215brasilia2x2cecdiegomartins1golced

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São Renan salva: Gato sai na frente

20090118cec1x0legiaomarquinhosO Ceilândia começou o Metropolitano 2009 com o pé direito. Em sua estréia o Gato venceu o Legião por 1 x 0 numa partida recheada de emoções e na qual se destacaram o goleiro Renan, o zagueiro Luiz Henrique, os meio-campista Rildo e Betson e, superado apenas pela atuação de Renan, o atacante Cassius. Com o resultado, o Ceilândia demonstrou que pode surpreender.

O jogo foi acompanhado por um bom público, o que já foi uma surpresa. Outra surpresa foi o nível de organização do estádio, ornado com as placas de publicidade das empresas que patrocinam o Ceilândia Esporte Clube.

O Ceilândia foi melhor no primeiro tempo. O time teve maior posse de bola, mas sofreu com os contra-ataques da equipe laranja. Contadas apenas as oportunidades de lado a lado, foram três oportunidades para o Ceilândia e três para o Legião. Sorte do Gato que num lance acidental, o zagueiro Ruan jogou contra a própria meta. De algum modo, o gol fez justiça ao time que efetivamente quis jogar. O Legião limitava-se a defender e explorar os contra-ataques.

O segundo tempo foi absolutamente diferente. O Legião tomou a iniciativa logo nos minutos iniciais. Nesse momento apareceu a estrela do goleiro Renan. Renan fez ao menos três defesas inacreditáveis, duas delas cara a cara com o atacante adversário. Quando Renan não brilhou, foi a vez da defesa fazê-lo. Vavá e Rincon salvaram outras duas boas oportunidades de gol do Legião.

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Rildo e Betson foram extremamente importantes

Não foi apenas o Legião quem teve oportunidade de gols no segundo tempo. O Ceilândia também teve oportunidade de matar o jogo com Cassius em ao menos duas oportunidades.

A avaliação final é a de que o time ainda precisa melhorar em muitos aspectos. A maneira como o Legião dominou o segundo tempo preocupa. Por outro lado ficou também a certeza que o CEC parece que está no caminho certo.

O Gato jogou e venceu com Renan, Daniel (Glauber), Agnaldo (Rincon), Vavá, Luiz Henrique e Marquinhos; Rildo, Betson e Bobby; Walace (Tiago Ferreira) e Cassius.

O Ceilândia volta a jogar no domingo, Ã s 16h, no Chapadinha, contra o Brazlãndia.

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