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Reforço: estádio liberado. Perda: Rodrigo Cardoso vai

Novo muro muda a aparência do Estádio Regional
Novo muro muda a aparência do Estádio Regional

O Ceilândia terá um reforço importante para o segundo turno: o Estádio Regional de Ceilândia enfim foi liberado. As obras ainda não foram concluídas, mas a parte acessível ao público já está em condições de uso.

Com isso, o Ceilândia enfrentará o Capital no próximo sábado em seu estádio. Os ingressos deverão custar 10 reais.

Lanchonete foi finalizada. Mesmo assim, estádio precisa de melhorias
Lanchonete foi finalizada. Mesmo assim, estádio precisa de melhorias

Além da troca de metade do muro, foram realizadas alterações na bilheteria e, mais importante, foram colocados blocos de cimento no piso, dando mais conforto ao torcedor.

O Administrador Regional de Ceilândia informou que as obras no Abadião devem terminar apenas em 2014. São previstos novos lances de arquibancadas na curva norte, local onde normalmente se concentra a torcida alvinegra.

O sonho de toda a torcida é o de ver a arquibancada oeste construída. Esse é também o sonho da imprensa esportiva. Todos sofrem com o sol inclemente em Ceilândia.

Rodrigo Cardoso deixa o Ceilândia
Rodrigo Cardoso deixa o Ceilândia

RODRIGO CARDOSO SAI

Se, por um lado, o Ceilândia tem um reforço, por outro perde Rodrigo Cardoso. O jogador rescindiu amigavelmente o contrato e já está de mudança para Fortaleza, onde passará a jogar no Horizonte.

Rodrigo Cardoso oscilou no Ceilândia. Sua melhor apresentação foi nos poucos minutos que jogou contra o Brasiliense.

Com isso, Adelson de Almeida sofre para manter os laterais de sua equipe.

 

O dia seguinte

Rodrigo Cardoso avança: CEC está fora
Rodrigo Cardoso avança: CEC está fora

O domingo trouxe consigo um certo gosto amargo para os torcedores do Ceilândia. Se a expectativa do torcedor traz esse tipo de sentimento, é difícil  ser diferente para jogadores e comissão técnica.

Algumas coisas são certas. A se tirar pelo tom das críticas observadas no jogo de ontem, algumas mudanças devem ocorrer. As mudanças são naturais no mundo do futebol.

Cleber e Odair lamentam chance perdida
Cleber e Odair lamentam chance perdida

Não se pode questionar que o time correu, lutou, torceu, vibrou e, ao final, saiu cabisbaixo de campo. A análise feita é outra. Alguns jogadores foram questionados. Alguns de forma justa, outros nem tanto.

Alguns decididamente não tem o foco necessário. Na verdade são poucos. Um ou dois. Outros não tem o futebol necessário. Aqui o número é um pouco maior. No geral estão na média. Futebol de menos se admite, foco de menos não.

Dimba manda para fora: desespero ao fundo
Dimba manda para fora: desespero ao fundo

O domingo deve ser complicado para os lados de Ceilândia. Deverá haver muita discussão. No final, para quem conhece como funciona a casa alvinegra, algumas decisões deverão ser tomadas. Decisões são sempre necessárias.

A sabedoria popular ensina que pior que decidir mal é não decidir. Para a torcida, resta mais uma vez torcer… torcer para que o alvinegro tenha mais sorte no Taça Mané Garrincha (porque não chamar de Taça Jorge Martins?).

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Vexame alvinegro

Capitão Dimba começou jogando, mas não foi suficiente
Capitão Dimba começou jogando, mas não foi suficiente

O Ceilândia empatou com o Botafogo-DF dentro de casa e passará pelo vexame de estar fora das semi-finais da Taça JK.

O vexame se deve nem tanto pelo resultado em si, algo possível no mundo do futebol. O vexame se deve ao fato de o Ceilândia não ter sido o Ceilândia.

Os primeiros minutos da partida mostraram um time bastante ansioso. O Ceilândia não era sequer sombra de um time organizado. Das duas uma: o time acreditava que venceria o Botafogo-DF na base da força ou

Pezão comemora: CEC sai atrás no marcador
Pezão comemora: CEC sai atrás no marcador

O fato é que o Ceilândia era um arremedo de organização. Havia um enorme espaço entre as linhas de meio-de-campo e pelo lado direito da defesa havia um corredor.

Ironias a parte, a jogada do gol do Botafogo-Df nasceu pela esquerda. No cruzamento, a zaga não cortou e a bola sobrou para Pezão, livre de qualquer marcação, abrir o placar aos 12 minutos de jogo.

Mesmo após o gol, o Ceilândia acreditava que poderia vencer o jogo na força. Foi o Botafogo-DF quem, todavia, permitiu que o CEC assumisse o controle da partida.

 

Cassius chega atrasado. Não era dia
Cassius chega atrasado. Não era dia

Dos 25 minutos em diante o CEC foi desperdiçando chances com Cassius, Alisson, Wisman, Didão, Rodrigo Cardoso… Havia muita ansiedade e o time não jogava bem.

Veio o segundo tempo e o CEC voltou a ter quinze minutos de apagão. O Botafogo-DF controlava a partida até que Adelson sacou Wisman e colocou Elvis.

Elvis teve cinco minutos de inspiração. Aos dezenove, no primeiro lance de Elvis, o CEC quase empatou. Desta vez Dimba perdeu a ajeitada de Cassius.

Maninho persegue Cassius: melhor em campo
Maninho persegue Cassius: melhor em campo

Aos 22 Adelson trocou Rodrigo Cardoso e colocou Higor. No primeiro lance, Higor cruzou forte e o zagueiro do Botafogo-DF desviou para o fundo das redes. O empate não servia. O Gama vencia o Luziânia por 1 x 0.

Nas arquibancadas, dirigentes do Ceilândia conversavam com dirigentes do Luziânia. Dirigentes do Luziânia reclamavam do penalti do Gama e de penaltis não marcados para o Luziânia. Não importava: o Ceilândia precisava fazer o seu dever de casa.

Mas não deu. O Ceilândia pressionou, mas não criou outras situações de gol. Na verdade ainda deu tempo para o Botafogo-DF perder gol feito e mandar a bola no travessão.

 

Badhuga aparecia no ataque e até pela lateral: não deu
Badhuga aparecia no ataque e até pela lateral: não deu

A partida terminou em 1 x 1. Restava colar o ouvido no rádio e esperar o término da partida do Gama. Alguns minutos depois e a esperança foi por terra. CEC está fora das semi-finais da Taça JK.

Para alguns pode haver a sensação de terra arrasada. Há sempre aqueles que procurarão um culpado. O futebol tem disso. Nem tanto ao mar, nem tanto a terra.

O CEC ressente-se da falta de um atacante rápido e de um armador. Sente mais ainda a falta do seu próprio jogo.

 

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Jogos mentais

Didão: uma boa apresentação. Correu, combateu e orientou o time.
Didão: uma boa apresentação. Correu, combateu e orientou o time.

Ceilândia e Brasiliense, tal como previsto, fizeram um jogo que mais se parecia com um jogo de xadrez. Dois times com uma proposta muito nítida  e mentalmente fortes. Resultado: empate.

Com problemas para armar o time, Adelson de Almeida inovou colocando Elvis no meio de campo. Didão retornou ao time alvinegro e Magno fez a sua estréia na defesa no lugar de Adriano. Dimba sequer foi relacionado.

O primeiro tempo contou com uma leve superioridade do Brasiliense nos 20 minutos iniciais. Daí em diante, o Ceilândia equilibrou a partida até o final da primeira etapa. Os goleiros pouco trabalharam a não ser em chutes de longa distância.

Magno: começo difícil com muitas falhas, mas depois se acertou
Magno: começo difícil com muitas falhas, mas depois se acertou

O segundo tempo foi o inverso do primeiro. O Ceilândia começou melhor e passou a ficar rodeando a meta amarela. Faltava o último passe ao alvinegro como faltara no primeiro tempo ao Brasiliense. A diferença é que o CEC parecia ser um time mais consciente.

Depois dos trinta minutos o Ceilândia caiu vertiginosamente. A saída de Rodriguinho, mas principalmente os cansaços de Elvis e Alisson levaram o CEC a demonstrar claramente a satisfação com o empate.

O futebol costuma castigar quem não pensa grande. O empate deveria vir com consequencia do jogo, mas não como objetivo principal.  O fato é que, a partir do momento em que o CEC abdicou do ataque, o Brasiliense melhorou, mas sem ter o domínio do jogo.

Elvis: mostrou personalidade, jogou bem e deixou a bola muito viva
Elvis: mostrou personalidade, jogou bem e deixou a bola muito viva

O castigo quase veio no minuto final quando Dennys mais uma vez fez um milagre e impediu o Brasiliense de vencer a partida.

No final das contas, o resultado não foi ruim nem para Ceilândia, nem para Brasiliense.

O jogo contou com a estréia de Magno. Nervoso, o zagueiro errou muito no primeiro tempo. No segundo tempo foi melhor, até porque o CEC foi melhor no segundo tempo.

Rodrigo Cardoso entrou e mostrou que o CEC está bem servido do lado esquerdo
Rodrigo Cardoso entrou e mostrou que o CEC está bem servido do lado esquerdo

Outra estréia importante foi a de Elvis como titular. O baixinho movimentou-se bem, colocou-se com inteligência aproveitando os espaços entre as linhas de meio-de-campo do Brasiliense e fez uma boa partida.

Os destaques do Ceilândia, todavia, foram Rodriguinho e Didão. Enquanto esteve em campo, Rodriguinho foi uma referência alvinegra, mas o Didão voltou e comandou o meio-campo alvinegro. Dennys fez uma defesa salvadora que fez justiça ao que os dois times mostraram em campo.

Mas o aviso ficou…

 

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4 jogadores e uma vaga

Rodriguinho contra o Unaí: lateral
Rodriguinho contra o Unaí: lateral

Adelson testou quatro jogadores na lateral-esquerda. Willian, Igor, Rodrigo Cardoso e Rodriguinho e até agora não encontrou a formação ideal. Adelson também mexeu na direita.

Cada jogador tem uma característica bem definida. Para o treinador isso é positivo, porque lhe permite mexer na forma de o time jogar. Ele tem opções.

Para a partida deste final de semana, Adelson tanto pode repetir a formação do último final de semana, com Rodriguinho pela lateral esquerda, quanto promover o retorno de Willian. Rodrigo Cardoso voltou a treinar esta semana, depois da contusão sofrida no jogo contra o Luziânia.

 

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Alerta alvinegro!

Clécio: aos poucos garantindo seu lugar no time
Clécio: aos poucos garantindo seu lugar no time

O Ceilândia volta a campo no próximo sábado, 16h, no Bezerrão, contra o Sobradinho. O time da cidade serrana tem o melhor plantel da competição, mas vive má fase. O Ceilândia sabe que essa má fase não será eterna.

O Ceilândia também tem os seus problemas. O time ainda está se amoldando ao estilo de jogo desejado por Adelson de Almeida. Apesar das três vitórias, o Ceilândia deixou claro que ainda não está no ideal.

Um dos problemas está na lateral-esquerda. Adelson de Almeida já testou três jogadores na posição, mas até o momento parece não estar satisfeito com a atuação de seus comandados.

Cleber tem sido coringa de Adelson
Cleber tem sido coringa de Adelson

Outro problema encontrado está no fato de que o time tem sido displicente no início das partidas. Contra o Unaí o fato se repetiu e Badhuga por pouco não complica o jogo. Dennys fez excelente defesa.

O time parece precisar de um tempo para se adaptar ao adversário, algo normal numa competição em que não se conhece como o adversário atua.

Para o próximo jogo, Rodrigo Cardoso e Didão devem voltar à equipe. Dimba pouco tem jogado, mas aos poucos deve aumentar a sua participação nos jogos.

Tabela e lesões: começo complicado para o Gato

Dimba reestreou: pouco tempo em campo
Dimba reestreou: pouco tempo em campo

O término da segunda rodada deixa a classificação do grupo B complicada. Ceilandense, Gama e Ceilândia têm seis pontos, Brasília e Capital  4 pontos.

Os resultados surpreendem e podem complicar a vida do Ceilândia. Na seqüência, CEC terá três jogos complicados: Unaí, Sobradinho e Brasiliense, até ter o jogo decisivo contra o Botafogo-DF.

É justamente nessa fase complicada que Dimba deve voltar por completo. O capitão já esteve nos minutos finais da partida contra o Luziânia, mas sequer pegou na bola.

Rodrigo Cardoso: estréia complicada. Saiu lesionado
Rodrigo Cardoso: estréia complicada. Saiu lesionado

Outros jogadores também preocupam: Rodriguinho mal treinou na semana passada, acometido de uma virose. O meia está tendo dificuldades para entrar na sua melhor forma.

Rodrigo Cardoso e Wisman também preocupam, mas em menor proporção. Rodrigo Cardoso preocupa um pouco mais. A primeira impressão foi a de que teria lesionado a panturrilha, mas depois o atleta deixou claro que sentia o tornozelo esquerdo.

Cassius também saiu reclamando de lesão, mas a princípio não é problema.

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