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Ceilândia surpreendeu fisicamente. Agora, o mais difícil.

Roni mal chegou e foi para o jogo: Sem ritmo de jogo, mas aguentou os 90 minutos

O Ceilândia está entrando na sua terceira semana de treinamento. No jogo do último domingo, no campo pesado e gramado alto de Unaí, a aplicação dos jogadores nos treinamentos levou a que o Ceilândia surpreendesse fisicamente.

Ceilândia surpreendeu fisicamente: comprometimento dos jogadores

Com esta semana inteira pela frente é natural que o Ceilândia chegue próximo da curva de treinamento dos demais times. Enquanto os adversários estão focados na manutenção da atual forma física, o alvinegro ainda trabalha para chegar em alto nível.

Lucas sofreu em Unaí: Problema para Marcelo Conte é fazer o time evoluir técnico e taticamente agora.

A distância no aspecto físico deve diminuir bastante nesta semana. Isso é uma boa notícia porque no sábado terá pela frente o Real, que goleou o Formosa por 4×0 no último sábado. Intensidade, volume e repouso são palavras da moda no CT do Gato Preto.

Marcelo Conte: foco nos aspectos técnicos e táticos.

Para esse jogo o técnico Marcelo Conte aparentemente não tem nenhum problema novo. Marcelo ainda procura o time ideal e não contou com alguns jogadores na partida de estreia, seja por problemas físicos ou administrativos.

O que aprendemos em Unaí

Leandro não teve culpa nos gols. Ao menos uma bela defesa.

Uma derrota nunca é bem-vinda, mas a derrota não pode ocultar o que se viu de bom.  Apesar do pouco tempo de treinamento,  o que se viu foi que o Ceilândia coletivamente esteve bem. Essa era uma dúvida, porque os jogadores ainda estão se adaptando ao esquema de Marcelo Conte.

Felipe Piá foi muito bem. Firmeza, bom tempo de bola por baixo e pelo alto. Problema bom para Marcelo Conte

No primeiro tempo, o Ceilândia controlou o seu adversário. Não levou perigo à meta do Unaí, é verdade, mas também não permitiu chance clara de gol para o adversário. Outra coisa positiva foi a insistência do time em jogar com a bola no chão, apesar do gramado claramente não ajudar.

Jonatan foi muito importante no equilíbrio do time. Cresceu muito em uma semana

A defesa se portou bem. Leandro fez apenas uma defesa considerada difícil. Os gols estouraram na defesa. O Ceilândia de algum modo sofreu com a bola longa cruzada do Unaí.

De um lance assim, nasceu o primeiro gol adversário.  O segundo gol pareceu decorrência da falta de ritmo de jogo. Faltou um pouco mais de fome na dividida. Isso se corrige com ritmo de jogo.

Marcone foi uma boa surpresa. Apareceu para o jogo, bom passe e visão de jogo. Cansou no segundo tempo.

Jordã e Jonatan, os cabeças de área,  funcionaram bem. Talvez devessem sair um pouco mais para o jogo, mas talvez essa fosse a estratégia em função do tempo de treinamento: não se expor muito. Paulo Cesar entrou no lugar de Jonatan e mostrou que pode ser útil.

Lucas Bocão sofreu o jogo inteiro com a dupla marcação.

O campo pesado atrapalharia os volantes se quisessem sair para o jogo. O Unaí também não conseguia, mas tinha uma bola longa mais efetiva. A bola longa incomodou o Ceilândia. Por essa razão, Marcone e Lucas, apareceram pouco. Lucas ficou  preso na marcação dupla. 

Marcone surpreendeu. Ele mesmo admite que precisa correr mais que os outros para recuperar o tempo perdido, mas mostrou que sabe jogar. Em ritmo de jogo tende a ser um dos bons nomes do campeonato. 

Gabriel apareceu bem. Gramado muito alto atrapalhou o toque de bola do Ceilândia.

O ataque sofreu bastante com a dificuldade do Ceilândia na transição defesa-ataque. A bola pouco chegou, mesmo assim Gabriel deu trabalho para a defesa do Unaí. Cordeiro, com funções táticas um pouco diferentes, apareceu pouco. Michael entrou no seu lugar num momento em que o Ceilândia já não tinha forças.

No geral e olhando para o jogo como um treino de luxo, o Ceilândia já pode estrear verdadeiramente no campeonato sabendo de suas potencialidades. A essas potencialidades soma-se uma grata surpresa: Roni, visivelmente sem tempo de bola e ritmo de jogo, mostrou que deve ser muito útil para o time. 

Roni apesar claramente de sentir a falta de ritmo de jogo, mostrou que tem potencial

O Ceilândia não poderia se permitir ser derrotado pelo Unaí. Terá uma sequência de jogos contra times que estão há mais de 2 meses treinando. Trabalhos mais maduros. A derrota coloca o Ceilândia na obrigação de buscar resultados positivos.

A se tirar do que se viu, uma semana a mais de trabalho encurtará muita distância para os adversários. Sábado será diferente de ontem.

 

 

Ceilândia perde em Unaí

Não a estreia do sonho. O Ceilândia foi a Unaí e perdeu na estreia do Candangão 2020. O primeiro tempo  mostrou que as duas equipes se esperavam mutuamente. A rigor ninguém tomava a iniciativa.

O Unaí, empurrado pela torcida, arriscava um pouco mais, mas Leandro foi exigido apenas uma vez, em chute de longa distância.

O Ceilândia não levou perigo no primeiro tempo. A defesa do Unaí sempre levava vantagem. O jogo ficou amarrado e  o Ceilândia melhorou um pouco quando Gabriel foi para a direita de ataque. 


Veio o segundo tempo e o Ceilândia voltou melhor.Tinha a iniciativa do jogo. Não era brilhante, mas era um time estruturado. Tudo mudou aos 4 minutos do segundo tempo quando uma confusão nas arquibancadas fez com que o jogo ficasse paralisado por vários minutos.

No primeiro lance após o recomeço da partida, numa desatenção geral da equipe do Ceilândia, o Unaí fez 1×0. O Ceilândia sentiu o gol. Passou a jogar bom bolas longas, mas não levou perigo ao gol do Unaí. No ultimo minuto, a defesa se atrapalhou e o Unai fez o segundo.

O resultado foi ruim, ninguém pode negar. Há alguns aspectos positivos que precisam ser ressaltados. A imensa maioria dos atletas foi bem para as condições atuais. Por obvio que o Ceilândia poderia ter rendido mais. O time mostrou que tem condições. Isso é bom. O resultado apenas refletiu a diferença de tempo de trabalho das equipes.

Hoje é dia de estreia no Candangão 2020


Daqui a pouco o Ceilândia vai a campo para a estreia no Candangão 2020 contra o Unaí-MG. Há muita expectativa e isso redobra o trabalho de jogadores e comissão técnica. A ansiedade é algo natural e um trabalho a mais para Marcelo Conte e equipe. O Ceilândia precisa entrar focado e não se deixar tomar pela ansiedade. É uma matemática complicada, mas o time foi trabalhado para este momento.

Um bom resultado hoje, apesar de todas as dificuldades enfrentadas, é crucial para o Ceilândia. Os próximos adversários do Ceilândia venceram sem piedade seus adversários nos jogos de ontem. Isso torna o jogo de hoje ainda mais importante porque será jogado contra um adversário que em tese tem as mesmas aspirações que o Ceiländia neste momento do campeonato.

Resultados 1a Rodada Candangão 2020

Para o jogo de hoje Marcelo Conte poderá contar com 21 jogadores. Alguns ainda dependem de algum trabalho para chegar a sua melhor forma técnico-física. Há a convicção que a parte técnica pode ajudar eventual dificuldade em termos físicos.

O técnico não divulgou a equipe que deve começar jogando, mas espera-se que a base do jogo-treino contra o Brazlândia deve ser mantida.

Choveu muito em Unaí no dia de ontem. No momento o tempo é encoberto. Informações dão conta que o gramado é bom, mas um pouco mais alto que do CT do Gato Preto.

Enigma alvinegro

Rodriguinho comemora em Unaí: para ganhar confiança
Rodriguinho comemora em Unaí: Ceilândia costuma jogar bem na cidade mineira

O peso da estréia é sempre importante.  O jogo em si mesmo é mais importante para o Ceilândia que para o seu adversário pelo simples fato de que na sequência de jogos do alvinegro este será o único jogo em que enfrentará um time com o mesmo nível de experiência na primeira metade do campeonato.

Ceilândia conseguiu registrar a maior parte dos atletas

Em circunstâncias como estas há que se procurar algo positivo. E de positivo há o fato que tradicionalmente o Ceilândia joga bem em Unaí-MG.
O começo do jogo será complicado. Há sempre o peso da estreia. Tanto Ceilândia quanto Unaí possuem times jovens com o time mineiro tendo uma média de idade ainda mais baixa que o alvinegro.

… mas Sandro Junio é desfalque para a estreia

O Ceilândia vem trabalhando em todos os aspectos. O técnico Marcelo Conte tem procurado dar ao time a consistência e a intensidade necessárias a um bom campeonato. O time-base deve ser o que jogou semana passada. Outros atletas chegaram esta semana e já foram registrados. Devem ficar à disposição. 

Para essa partida o técnico Marcelo Conte não deve contar com ao menos um jogador importante nos primeiros dias de treinamento. O nome mais sentido é o de Sandro Junio que fez bons treinamentos nesse período, mas não foi registrado a tempo.  Marcelo Conte tem opções no elenco.

Lucas faz parte da espinha dorsal montada pelo técnico Marcelo Conte

Fora de campo há sempre a preocupação com o trabalho como um todo. Tudo é muito novo. O Unaí padece do mesmo problema. Será um jogo no qual a experiência desempenhará um papel importante para controlar os nervos nos minutos iniciais, controlar o adversário e manter o nível de jogo nos 90 minutos mais acréscimos. 

O Ceilândia tem bons nomes e uma boa estrutura. Agora chegou a hora de saber o quanto isso vai ser colocado em campo.

Vai ser dada a largada para o Candangão 2020

Sob chuva ou sol escaldante: Ceilândia treina forte para a estreia

O Ceilândia começa o Candangão 2020 como o Gatinho Feio da competição. Embora aparentemente o  Ceilândia tenha um elenco de bom nível, o fato é que o pouco tempo de treinamento pesa contra o alvinegro. Na análise realizada pelo CeilandiaEC Torcedor, o Gato Preto larga atrás de todos os competidores.

Foram analisados diversos aspectos como tempo de preparação, resultados de pre-temporada, força do mando de campo, qualidade do elenco dentre outras variáveis. O resultado apurado não difere muito daquele da crítica especializada: Gama parece ter um trabalho mais maduro que todos os demais adversários e sai na frente. Logo atrás, vem o Brasiliense, seguido pelo Real.

Técnico Marcelo Conte parece já ter uma espinha dorsal do time com Alex Alves no ataque

Depois aparece o bloco formado por Formosa e Capital, nessa ordem. O terceiro bloco é encabeçado pelo Luziânia que, embora tenha largado depois, tem a força do mando de campo e a reação no mercado como diferencial. Depois e ainda no terceiro bloco encontram-se Ceilandense, Unaí e Taguatinga. 

O Unaí tem um elenco muito jovem, mais jovem mesmo que o time do Ceilândia. O adversário do Ceilândia na primeira rodada tem a seu favor o fato de que começou a trabalhar em 11 de dezembro e o gramado do Urbano Adjuto. O gramado está bom, mas aparentemente está mais alto que a média dos gramados do Distrito Federal. O Ceilândia precisa se adaptar a tudo isso muito rapidamente.

Ceilândia larga no quarto bloco. Primeiros jogos definem destino do alvinegro no DF2020

Sobradinho, Paranoá e Ceilândia completam o último pelotão. O Paranoá tem a seu favor o fato de que se apresentou em 12 de dezembro. O time, tal qual a imensa maioria dos competidores, tem dificuldades fora de campo. A rigor poderia estar no terceiro bloco. O Sobradinho, tal qual o Ceilândia, começou depois, mas tem trabalhado bem no mercado.

A rigor, a  briga do Ceilândia é com os times do terceiro e do quarto blocos. O Gato Preto tem a força da camisa e um bom elenco, mas o trabalho está apenas começando. O problema é que enfrenta um adversário direto logo na primeira partida. Depois pega uma sequencia de jogos contra times do primeiro bloco.

A tabela não ajuda e coloca um peso extra para o Ceilândia. O Gato Preto vai precisar de um trabalho consistente para sobreviver às primeiras rodadas. 

 

Federação muda datas e horários de jogos do Ceilândia

Marcelo Conte tem pouco tempo de trabalho até a estreia

Enquanto o Ceilândia corre contra o tempo na sua preparação para o Candangão 2020, a Federação de Futebol do Distrito Federal fez alteração nos jogos de 3a e 4a rodadas.

O jogo contra o Brasiliense, válido pela terceira rodada, foi alterado para o dia 12 de fevereiro, 15:30, no Serejão. Com isso o Gato Preto ganha uma semana de trabalho entre o jogo contra o Real, válido pela segunda rodada e contra o Gama, válido pela quarta rodada. 

Pouco tempo para aprimorar a parte física e preparar tecnicamente

Essa semana de trabalho é muito bem vinda para o técnico Marcelo Conte e seus comandados. Já o jogo contra o Gama, inicialmente previsto para o domingo, dia 9, foi antecipado para o sábado, 8 de fevereiro, 15h30 no Abadião.

Enquanto isso o Ceilândia continua trabalhando forte na sua preparação. O elenco já está praticamente completo, faltando a chegada de um ou outro jogador. 

Em 2015: Paracatu foi a campo com sete jogadores. Jogo terminou nos primeiros minutos

Ceilândia vai a Paracatu defender a boa fase

CEC treinou forte: time ainda sofre questionamentos
CEC treinou forte: time ainda sofre questionamentos

Toda a logística montada demonstra o quão sério o Ceilândia está levando a partida deste sábado, 15h30, no Freio Norberto, diante do Paracatu. Os resultados recentes, para além de confirmar que o CEC é um dos candidatos ao título, transformou o alvinegro em um dos times a serem batidos. O time precisa conviver com isso se quiser consolidar a sua posição.

Alheio aos problemas do adversário fora de campo, o CEC tem em mente que o Paracatu venceu as suas duas últimas partidas. Além disso, o CEC sabe que não pode tropeçar, sob pena de desgarrar-se ainda mais dos líderes e colocar em risco a sua posição no G4.

O técnico Adelson de Almeida está tranquilo, apesar dos problemas. Para o treinador o seu elenco é qualificado: acredita que os jogadores escalados irão corresponder à altura.

Em 2015: Paracatu foi a campo com sete jogadores. Jogo terminou nos primeiros minutos
Em 2015: Paracatu foi a campo com sete jogadores. Jogo terminou nos primeiros minutos

Clécio e Didão estão em recuperação. A situação de Didão é mais complicada. Allan Dellon cumpre automática.

Se Clécio não jogar, o Ceilândia muda a sua maneira de jogar. O meia tem a característica de carregar a bola, algo que pode ser perigoso em campo pequeno e com marcação sob pressão do adversário. Talvez até por isso Adelson opte por um jogador de passe mais rápido.

O confronto entre Ceilândia e Paracatu FC é um dos mais complexos. O CEC registra confrontos contra o Itapuã, o Unaí Itapuã e agora contra o Paracatu, que não se confunde com o União Paracatu, time que disputou a segundona local nos anos 90.

Em 2015, o jogo entre Ceilândia e Paracatu FC terminou com menos de quatro minutos de jogo porque o adversário ficou reduzido a número insuficiente de jogadores.

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Enfim, a primeira vitória em 2014

Pela primeira vez no ano, a defesa não sofreu gol
Pela primeira vez no ano, a defesa não sofreu gol

O Ceilândia enfim venceu em 2014. Não foi brilhante, mas venceu.

O jogo foi muito equilibrado. As equipes alternaram bons e maus momentos na partida. Desta vez, como fora diante do Brasília, o Ceilândia foi consistente defensivamente. França pouco trabalhou. Foi exigido apenas em bolas paradas.

No gol de Cassius, a comemoração de Caio Chulapa
No gol de Cassius, a comemoração de Caio Chulapa

Em um jogo tão igual, a primeira chance viria em uma bola parada. Escanteio e Cassius cabeceou para abrir o marcador aos 34 do primeiro tempo.

Depois de fazer o gol, o Ceilândia desarticulou-se na função desempenhada por Gilmar Herê e Alisson. O Paracatu saía com a bola dominada em seu campo de defesa. Por sorte, rondava, rondava, rondava e não concluía.

Alisson cansou ainda no primeiro tempo, mas foi importante enquanto teve pernas
Alisson cansou , mas foi importante enquanto teve pernas

Veio o segundo tempo e Adelson mexeu no time, colocando Valdinei no lugar de Gimar Herê. A mudança era essencialmente tática.

Os dez primeiros minutos foram do Paracatu. O Ceilândia dominou os dez minutos seguintes. Foi quando poderia ter ampliado, mas a bola não chegou em Valdinei, na primeira, e, na segunda, Cassius acertou a trave.

No contra-ataque, CEC poderia ter ampliado, mas as chances foram poucas
No contra-ataque, CEC poderia ter ampliado, mas as chances foram poucas

O jogo ficou truncado até o final: o Ceilândia controlava o Paracatu. Chances de gol? Nenhuma, para qualquer lado.

Para dizer que não houve emoção, houve duas expulsões, uma para cada lado (Tavares do Ceilândia foi expulso após trocar agressões com adversário).

Adelson conduz o time para o agradecimento final
Adelson conduz o time para o agradecimento final. Enfim o time interagiu com a torcida

No final, o comandante Adelson de Almeida discretamente cerrou os punhos e comemorou a vitória. Exigiu que o time fosse ao centro do campo e agradecesse por, depois de dois meses de trabalho árdu0, haver conquistado a primeira vitória.

O resultado tira o Gato Preto da última colocação e dá esperança de dias melhores.

 

 

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A batalha agora é em Ceilândia

O desafio de vencer!

Renato foi uma das novidades contra o Brasilia. Em 2013, importante na vitória em Unaí
Renato foi uma das novidades contra o Brasilia. Em 2013, importante na vitória em Unaí

O Ceilândia vai colocar à prova, hoje, às 16h, no Estádio Regional de Ceilândia, se o empate contra o Brasília foi um acidente ou se o time efetivamente deixou a série de derrotas para trás.
Sem ter vencido em 2014, são sete jogos, o Gato Preto, antes apontado como um dos favoritos, enfrenta o Paracatu em um jogo absolutamente importante.

Alisson mostrou contra o Brasília uma maturidade que ainda não mostrara. Também esteve em Unaí em 2013.
Alisson mostrou contra o Brasília uma maturidade que ainda não mostrara. Também esteve em Unaí em 2013.

O técnico Adelson Almeida fez várias mudanças contra o Brasília. Ganhou uma solução e um problema.
A solução está no fato de que quem entrou mostrou que não fica devendo a quem saiu.

Os meninos estavam em Unaí em 2013 na vitória por 4 x 2. Hoje, terão prova de fogo
Os meninos estavam em Unaí em 2013 na vitória por 4 x 2. Hoje, terão 90 minutos de prova de fogo

O problema é que vai precisar de todo mundo, mas nessas horas alguém que não está sendo utilizado sempre espana e a motivação já não é a mesma. Os meninos ganharam o lugar justamente porque os mais rodados não trouxeram resultado.
Já escaldado, Adelson segue em frente e não terá problema em tomar decisões adequadas ao momento.

Alisson ganha da defesa do Brasília: CEC teve uma oportunidade e a aproveitou
Alisson ganha da defesa do Brasília: CEC teve uma oportunidade e a aproveitou

O clima melhorou muito com o último resultado, mas o time precisa melhorar. Mais que isto, o Ceilândia precisa vencer.
O Ceilândia sofreu gol em todas as partidas que disputou neste ano. A defesa mostrou evolução no último jogo, particularmente o meio de campo, muito mais participativo defensivamente com Alisson e Elvis.

Contra o Brasilia, França foi exigido apenas em chutes de longa distância
Contra o Brasilia, França foi exigido apenas em chutes de longa distância

Ao voltar para buscar o jogo, Alisson deu uma alternativa que o Ceilândia antes não possuía. Elvis ainda foge um pouco do contato, mas é inteligente na aproximação e no toque de primeira. Com isso, Chulapa e Juninho Goiano subiram de produção. De quebra, Badhuga voltou a ser consistente defensivamente e isso também ajudou a Claudio Luiz, em busca de ritmo de jogo.

O time ainda sofre um pouco com a consistência de seu jogo ofensivo, mas convenhamos que a vida do Gato Preto sempre foi assim: muito sofrimento.

A batalha agora é em Ceilândia
A batalha agora é em Ceilândia

Além do mais, Gilmar Herê e Tavares mostraram  muita determinação e determinação é o que o time vai precisar hoje, não apenas em uns poucos minutos, mas nos noventa e quem sabe manter essa determinação até dez minutos depois do árbitro encerrar a partida (nunca se sabe o que pode acontecer, mas se acontecer é necessário estar pronto!)
Então, para hoje, também teremos sofrimento e que assim seja!

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O amarelo não lhe cai bem!

Elvis é uma das jovens apostas de Adelson
Elvis é uma das jovens apostas de Adelson

Em situação cada vez mais complicada no campeonato, o Ceilândia enfrenta neste sábado, 16h, no Abadião, o Paracatu, no Estádio Regional.

Em jogo de seis pontos, o Ceilândia não poderá se dar ao luxo de sequer empatar. Qualquer resultado que não seja a vitória, ferirá de morte as chances que a equipe tem na competição.

Tavares ganhou a posição de Cassius: time cada vez mais jovem
Tavares ganhou a posição de Cassius: time cada vez mais jovem

Na última quarta-feira, o Ceilândia empatou com o Brasília, 1×1, em jogo adiantado da quinta rodada. O alvinegro tem agora um jogo a mais que seus adversários.

O clima na equipe é de confiança. O time tem perdido muitos gols e, talvez por isso, as vitórias não tem vindo.

Para essa partida, Adelson já terá à sua disposição o volante Tales e o zagueiro Fabio Paulista, já regularizados perante a CBF.

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4 jogadores e uma vaga

Rodriguinho contra o Unaí: lateral
Rodriguinho contra o Unaí: lateral

Adelson testou quatro jogadores na lateral-esquerda. Willian, Igor, Rodrigo Cardoso e Rodriguinho e até agora não encontrou a formação ideal. Adelson também mexeu na direita.

Cada jogador tem uma característica bem definida. Para o treinador isso é positivo, porque lhe permite mexer na forma de o time jogar. Ele tem opções.

Para a partida deste final de semana, Adelson tanto pode repetir a formação do último final de semana, com Rodriguinho pela lateral esquerda, quanto promover o retorno de Willian. Rodrigo Cardoso voltou a treinar esta semana, depois da contusão sofrida no jogo contra o Luziânia.

 

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Alerta alvinegro!

Clécio: aos poucos garantindo seu lugar no time
Clécio: aos poucos garantindo seu lugar no time

O Ceilândia volta a campo no próximo sábado, 16h, no Bezerrão, contra o Sobradinho. O time da cidade serrana tem o melhor plantel da competição, mas vive má fase. O Ceilândia sabe que essa má fase não será eterna.

O Ceilândia também tem os seus problemas. O time ainda está se amoldando ao estilo de jogo desejado por Adelson de Almeida. Apesar das três vitórias, o Ceilândia deixou claro que ainda não está no ideal.

Um dos problemas está na lateral-esquerda. Adelson de Almeida já testou três jogadores na posição, mas até o momento parece não estar satisfeito com a atuação de seus comandados.

Cleber tem sido coringa de Adelson
Cleber tem sido coringa de Adelson

Outro problema encontrado está no fato de que o time tem sido displicente no início das partidas. Contra o Unaí o fato se repetiu e Badhuga por pouco não complica o jogo. Dennys fez excelente defesa.

O time parece precisar de um tempo para se adaptar ao adversário, algo normal numa competição em que não se conhece como o adversário atua.

Para o próximo jogo, Rodrigo Cardoso e Didão devem voltar à equipe. Dimba pouco tem jogado, mas aos poucos deve aumentar a sua participação nos jogos.

CEC estréia dia 3 de abril na Copa do Brasil

Rodriguinho comemora em Unaí: para ganhar confiança
Rodriguinho comemora em Unaí: para ganhar confiança

O Ceilândia reapresentou-se ontem com vistas aos treinamentos da semana. Trabalho regenerativo para os jogadores. Nesta terça, trabalhos físicos.

Adelson de Almeida não deve ter problemas médicos importantes para o jogo do próximo sábado, diante do Sobradinho. Didão, sentiu desconforto antes da partida contra o Unaí, mas deve estar à disposição.

No último final de semana o CEC venceu o Unaí por 4 x 2. Destaque para o gol de Rodriguinho. O meia, contratado para substituir Allan Dellon, vinha de atuações apagadas e passou uma semana sem treinar por conta de uma virose. Recuperado, foi peça importante na vitória alvinegra em Minas Gerais.

A CBF divulgou a tabela detalhada da Copa do Brasil. O Ceilândia enfrenta o Ceará na primeira fase da competição. A primeira partida foi marcada para o Estádio Maria Abadia e será disputada no dia 3 de abril, às 16h00.

O segundo jogo está marcado para o dia 10 de abril, às 20:30h, no Estádio Presidente Vargas.

 

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O perigo que vem do alto

Dennys salva o Ceilândia. Indecisão nas bolas aéreas
Dennys salva o Ceilândia. Indecisão nas bolas aéreas

A vitória em Unaí deixou algumas lições: a primeira é a de que o CEC foi eficiente. A segunda, é a de que não pode dar sopa para o azar.

No início da partida, o Unaí perdeu uma boa chance de abrir o marcador. Aqui, brilhou a estrela de Dennys, responsável por uma defesa importante.

Na seqüência da partida, enquanto o adversário rondava, rondava e rondava a meta alvinegra, uma coisa ficou clara: o CEC está com dificuldade nas bolas aéreas adversárias. O problema pode não ser da defesa, pode estar na origem.

Dennys defende, mas a torcida está preocupada
Dennys defende, mas a torcida está preocupada

De qualquer sorte, se o cruzamento foi feito, a defesa tem obrigação de tirar a bola. Traços de indecisão ficaram evidentes. Nesse aspecto sobrou até para o goleiro Dennys. O time precisa mostrar segurança nesse aspecto.

Para a sequência do campeonato, o CEC terá dois adversários perigosos: o Sobradinho, que precisa desesperadamente de uma vitória, o Brasiliense que é sempre uma força do futebol local e o Botafogo-DF. O CEC não pode brincar.

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