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Última vitória em solo goiano foi contra Aparecidense pela Série D 2012

Ceilândia terá primeiro teste de verdade

Em 2012, CEC venceu Gremio Anápolis e Aparecidense.: últimas vitórias em solo goiano
Em 2012, CEC venceu Gremio Anápolis e Aparecidense.: últimas vitórias em solo goiano

Com duas semanas de treinamentos, o Ceilândia EC vai a campo enfrentar o Goianésia. O cronograma de preparação é curto, mas é assim para todo mundo.

O técnico Adelson de Almeida terá a oportunidade ver como está a sua equipe. Será um bom teste  na medida em que trará as cobranças naturais do ambiente do futebol.

Última vitória em solo goiano foi contra Aparecidense pela Série D 2012
Última vitória em solo goiano foi contra Aparecidense pela Série D 2012

Além do desafio do jogo em si mesmo considerado, o Ceilândia terá outro desafio: vencer um time goiano. A última vitória do CEC em território goiano foi em 2012. Naquele ano, o CEC venceu o Gremio Anápolis na fase de preparação e, depois, venceu a Aparecidense pela Série D. Depois disso, o CEC não tem tido bons resultados em território goiano.

Para essa partida, Adelson ainda não vai contar com todos os seus jogadores no time-base. Não obstante, deve observar todos os jogadores, mesmo aqueles que ainda não recuperaram a forma física ideal.

O jogo será disputado no Clube da Jalles Machado, às 16h, com cobrança de ingresso a  R$ 10,00.

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CEC confirma terceiro reforço para as finais

André Tavares faz gol na decisão da Taça Governador
André Tavares faz gol na decisão da Taça Governador – Crédito: ADConfiança.com

O clima no Ceilândia mudou para melhor depois das saídas de Darci, Zé Carlos e André Oliveira. Meses de convivência foram fazendo com que o grupo fosse relaxando um pouco o lado profissional. O Ceilândia precisava de uma sacudida.

Para os lugares dos jogadores dispensados vieram Flávio, volante, Rodrigo Alba, lateral e, agora, o atacante André Tavares.

André estava no Confiança onde foi campeão da Taça Governador com boa participação. Fez dois gols na primeira partida decisiva e participou dos gols na partida final. André vem para ocupar a vaga que era de Zé Carlos.

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Preocupações de Adelson transformadas em números

Liel desarmado: defesa totalmente exposta. Foram 7 vezes
Liel desarmado: defesa totalmente exposta. Foram 7 vezes

Todos nós precisamos nos reinventar a cada momento. A razão é óbvia, o mundo muda. O Ceilândia classificou-se para a semi-final do grupo centro-sudeste da Série D Nacional. O vencedor desse grupo garante uma vaga na Série C.

O problema é que o time relaxou no returno e até seria natural, pois garantiu a vaga com muita folga. No geral, o time fez por merecer a vaga, mas o relaxamento custou um pouco da autoestima.

O Ceilãndia foi o segundo colocado do grupo. Alguns números incomodam. No returno, o Ceilândia sofreu 9 gols em 4 jogos. É uma média altíssima. Para se ter uma ideia, a Friburguense, adversário da semi-final, sofreu apenas 4 (quatro) gols na fase de classificação e fez um a menos que o Ceilândia (14 contra 13).

Marcação à distância: o time está marcando mal
Marcação à distância: o time está marcando mal

Outro número interessante está no fato de que o Ceilândia sempre foi um time que marcava gols nos inícios das partidas. Isso se inverteu na fase de classificação. O Ceilândia sofreu gols no início das partidas contras CENE (3×2), Sobradinho (1×1), Sobradinho (3×2) , CENE (1X3) e Aparecidense (2×4). Sofrer gols no início de 5 partidas é um detalhe assustador.

O Ceilândia também padeceu em finais de algumas partidas como foi contra o CENE e Aparecidense. Nessas duas partidas o CEC foi mal no começo e no final, pois sofreu gols no início e no fim das partidas.

Adelson faz cara feia: o time está lutando, mas tem jogado mal
Adelson faz cara feia: o time está lutando, mas tem jogado mal

O resultado é que o Ceilândia começou perdendo em 5 dos 8 jogos. Se, por um lado, isso demonstra o poder de reação da equipe, por outro demonstra que a sorte um dia acaba. Foi o que aconteceu nos últimos jogos.

Para piorar o time padece de um problema crônico contra times que saem jogando.  Porque possui apenas um homem fixo no meio, o Ceilândia não ganha a segunda bola. Porque possui apenas um homem fixo no meio e os laterais ficam atrás, o CEC não consegue marcar a saída de bola do adversário.

Adelson tem problemas: mesmo jogando com três zagueiros, o time não consegue marcar. Não é incomum ver dois zagueiros sem função. Isso pode ser visto nos dois primeiros gols da Aparecidense com zagueiros batidos e à frente da linha da bola.

Volantes estão sobrecarregados e obrigados a conduzir a bola em demasia
Volantes estão sobrecarregados e obrigados a conduzir a bola em demasia

O problema pode até não ser de esquema, mas fatalmente passa por ele. Não é possível que os volantes do Ceilândia errem tantos passes e tenham que conduzir tanto a bola. O problema é tão visível que  o SiteCEC se prestou a contar os erros de passes dos volantes e os desarmes sofridos. Foram 17 passes errados e, pasmem, 7 desarmes. Um volante desarmado é um volante que deixa a defesa exposta. A culpa de tantos gols pode não ser da defesa, o problema pode estar se refletindo ali.

Outro volante errou menos: foram 7 passes errados e apenas um desarme.  Números, contudo, são apenas números.

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O Ceilândia precisa se reinventar!

Mal a partida começou e Darci foi buscar a bola no fundo da rede
Mal a partida começou e Darci foi buscar a bola no fundo da rede

Adelson é um homem de convicção. Um time dirigido por Adelson não sofre 7 gols em apenas dois jogos. Pior: o Ceilândia, em 8 confrontos, sofreu inacreditáveis 14, isso mesmo, Q U A T O R Z E  gols!  Adelson não faz concessões, mas o seu time atual faz.

Antes do jogo começar o placar do Abadião apontava: Ceilândia 2 x 3 Visitante. Parecia um mal presságio que prontamente Antônio Gomes, o treinador da equipe de base, estava disposto a afastar quando trocou os números do placar.

A derrota de hoje, diante da Aparecidense, não mostrou um time treinado por Adelson. Um time treinado por Adelson não chega atrasado nas disputas de bola. Um time treinado por Adelson é um time vibrante na defesa, o time do Ceilândia de hoje não vibra.

Allan Dellon: mais uma vez isolado no meio
Allan Dellon: mais uma vez isolado no meio

O jogo mal começou e a Aparecidense abriu o marcador. O sempre questionado Darci não teve culpa, como não teve em nenhum dos gols de hoje. O problema é que goleiro não pode se acostumar a sofrer gol. Não pode engolir em seco a indignação por ver meta que defenda mais uma vez vazada.

Não demorou muito e a Aparecidense fez 2 x 0, novamente de fora da área. O Ceilândia era um arremedo de time. Liel e Dudu faziam uma partida para esquecer.

O CEC assumiu o controle da partida, mas a falta de criatividade beirava a indingência. Allan Dellon, mais uma vez sozinho na armação, não conseguia e, nas condições, jamais conseguiria, sozinho, livar-se de sua sombra. A posse de bola era do Ceilândia, mas quem comandava a partida era a Aparecidense. Dimba, que havia perdido uma clara chance momentos antes, diminuiu o marcador aos 21.

Dimba perdeu essa chance, mas é o mais lúcido do time
Dimba perdeu essa chance, mas é o mais lúcido do time

Veio o segundo tempo e os piores pensamentos passaram pela cabeça do torcedor. A Aparecidense assumiu o controle da partida. Adelson mexeu no time. Retirou um dos zagueiros (Perivaldo) e colocou um meia. Esperava-se que o time melhorasse, mas um pequeno detalhe fez com que o time permanecesse desequilibrado: os dois meias, agora Tallys e Allan Dellon, caiam pelo lado direito do ataque alvinegro.

Adelson colocou Zé Carlos e o time ficou com três atacantes. Aos 40, uma luz no final do túnel: Badhuga diminuiu. Ainda havia tempo.

Badhuga fez um gol, mas o time sofreu 14 nos últimos 8 jogos
Badhuga fez um gol, mas o time sofreu 14 nos últimos 8 jogos

A lei de Murphy não falha: quando uma coisa tem que dar errado, fatalmente vai dar errada. O resultado é que o Ceilândia tomou dois gols nos últimos 5 minutos. Resultado: uma derrota vergonhosa dentro de casa e um time que precisa se reinventar em todos os aspectos: tática e mentalmente.

O Ceilândia também precisa se reinventar fora de campo: é inaceitável que o campeão da cidade, em 4 jogos disputados em casa, não tenha levado, somando todos os jogos, míseros quinhentos torcedores. Algo precisa ser feito!

O Ceilândia vai precisar recuperar a honra ferida diante da Friburguense.

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Ceilândia vs CENE tem clima de semi-final

Dimba comemora diante do Sobradinho
Dimba comemora diante do Sobradinho

O Ceilândia se prepara para a primeira partida com características de decisão que vai enfrentar daqui para a frente. Com a classificação garantida para o grupo centro-sudeste da Série D Nacional, o Ceilândia volta os seus olhos para esta reta final.

Neste domingo, o Gato vai a Dourados enfrentar o CENE. O time pantaneiro precisa vencer o Ceilândia e torcer para um empate entre Aparecidense e CRAC. Isso torna o jogo deste final de semana uma verdadeira decisão e antecipa o clima que o Ceilândia deve enfrentar na fase final do grupo Centro-Sudeste e que dá apenas uma vaga para a Série C 2012.

O STJD divulgou a pauta de julgamento para os dias 13, 14 e 15 desta semana e nenhum desses dias contempla o julgamento de Dimba. Com esse atraso, o mais provável é que o atleta seja julgado na próxima semana.

Dimba foi expulso diante do CRAC por trocar empurrões com o jogador Fábio Paulista. Na súmula, o árbitro informou que Dimba teria ofendido um dos bandeirinhas após a expulsão.

Perivaldo pode voltar contra o CENE
Perivaldo pode voltar contra o CENE

Para a partida deste domingo, em Dourados, Adelson não deve contar com Panda, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Em seu lugar deve entrar Perivaldo ou André Oliveira. O mais cotado para a posição é Perivaldo.

O time teve uma semana para se recondicionar fisicamente para a fase final da D Nacional. Adelson não deve fazer outras modificações na equipe que precisa da vitória para garantir a primeira colocação do grupo.

O Ceilândia vem jogando bem fora de casa. Boa parte desta performance se explica pelo fato de o adversário sair para o jogo deixando espaços que o time tem sabido aproveitar.

 

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Dimba e Fabio Paulista: expulsos

Julgamento de Dimba preocupa

Dimba sai revoltado de campo. Fora dele, muita pressão sobre a arbitragem
Dimba sai revoltado de campo. Fora dele, muita pressão sobre a arbitragem

O Ceilândia aproveita a semana de folga da na série D para se preparar para a reta de chegada da competição. Daqui para a frente, não haverá mais folga.

Nessa preparação, Adelson de Almeida se preocupa com os cartões de sua equipe. Panda forçou o cartão na última partida e não enfrentará o CENE. É presença certa diante da Aparecidense.

Um jogador em especial ainda preocupa: Dimba. O atacante foi expulso diante do CRAC, na partida de ida, em Catalão. Até a presente data, Dimba ainda não foi julgado. O motivo da expulsão, em si mesmo, é trivial: troca de empurrões com o adversário, o zagueiro Fábio Paulista. O árbitro diz na súmula que Dimba empurrou o adversário e este em seguida o empurrou, ponto.

Zé Carlos: gols salvadores, mas um time diferente
Zé Carlos: gols salvadores, mas um time diferente

Na sequência, o árbitro diz na súmula que Dimba chamou o bandeirinha Fábio Rubinho de  mal intencionado e vagabundo. Como a súmula normalmente não é contestada em julgamentos da Justiça Desportiva, provavelmente Dimba pegue mais de um jogo de punição. Isso preocupa.

A preocupação é relativa, até porque Zé Carlos tem entrado bem e feito gols salvadores. De qualquer forma, o Ceilândia muda completamente as suas característica sem Dimba.

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Cassius, Dimba e Zé Carlos: Dura briga no ataque

Dimba: a estrela da companhia
Dimba: a estrela da companhia

É inegável que o Ceilândia tem evoluído positivamente nos últimos jogos. Faltando seis jogos para definir uma vaga à Série C, a torcida vê com esperança a briga por uma vaga no ataque.

Cassius, Dimba e Zé Carlos. Três atacantes para duas vagas. Nem por isso os três atacantes tem deixado de brilhar. Cada um tem sido importante a seu modo nessa reta de chegada da Série D Nacional 2012.

Dimba é titular incontestável da posição no ataque. Com o artilheiro, o Ceilândia tende a ser um time mais coeso. Fez dois gols importantes na competição, nos empates contra o Sobradinho e CRAC.

Cassius tem sido absolutamente importante na disputa da primeira bola, além de ajudar na coesão do time. O entrosamento com Dimba ajuda muito. Foi o  herói na virada diante do Sobradinho por 3 x 2.

 

Zé Carlos tem estrela: gols na hora certa
Zé Carlos tem estrela: gols na hora certa

Na última partida, contra o CRAC, tanto Dimba quanto Cassius fizeram uma partida taticamente perfeita, mas não fizeram gol. Nessa hora surgiu, mais uma vez , a estrela de Zé Carlos. Assim como na partida contra o CENE, Zé Carlos saiu do banco para fazer o gol da vitória alvinegra.

Adelson sabe que a briga por uma vaga no ataque é importante, mas destaca a experiência dos jogadores. São atletas que brigam por uma posição no ataque, mas sabem que o importante é jogar bem, mostrar virtudes e, acima de tudo, fazer gol.

Dimba preocupa. O atacante aguarda julgamento pela expulsão diante do CRAC. O juiz carregou na súmula, afirmando que Dimba ofendera ao bandeira após a expulsão. Com a fase final se aproximando, Adelson se preocupa, mas tem certeza que a estrela de Zé Carlos pode brilhar mais uma vez.

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Ceilândia vence

O Capitão Dimba voltou: correu muito e foi substituído
O Capitão Dimba voltou: correu muito e foi substituído

Ceilândia e CRAC fizeram mais uma partida extremamente disputada, mas desta vez a vitória foi alvinegra.

Foi uma partida extremamente truncada no primeiro tempo. O Ceilândia até começou melhor, mas aos poucos se pode perceber que o CRAC é um time muito forte defensivamente e seria difícil vencer a barreira alvianil.

No segundo tempo a partida mudou de figura. Depois de todo o primeiro tempo sem criar sequer uma oportunidade de gol, o Ceilândia chegou à meta adversária logo no segundo minuto. Lançamento de Kabrine que Cassius escorou de cabeça para o chute de Tallys.

Tallys substituiu Allan Dellon, suspenso
Tallys substituiu Allan Dellon, suspenso

O Ceilândia continuou dominando e pela primeira vez na partida mostrava consistência defensiva sem se expor aos contra-ataques do CRAC.

O Ceilândia continuou dominando a partida e rondando a meta adversária. O domínio, contudo, não se refletia em gol.

Adelson de Almeida resolveu mudar. Tirou Dudu e colocou Luiz Fernando. Tirou Dimba e colocou Nelisson, e tirou Cassius e colocou Zé Carlos.

Zé Carlos bate na saída de Donizete: gol importante
Zé Carlos bate na saída de Donizete: gol importante

Aos 37 minutos, na primeira jogada da qual participou, Zé Carlos foi mais uma vez decisivo: cara a cara com Donizete, Zé Carlos errou na primeira, mas, na segunda, mandou para o fundo das redes. Ceilândia 1 x 0 CRAC.

O time catalano até que tentou ir ao ataque, mas faltava força ofensiva. Mesmo assim os adversários chegaram com perigo aos 43, com Juninho Paraíba cabeceando para fora.

O Ceilândia administrou a vantagem e garantiu a vitória. Agora, o CEC folga nesta semana e torce para que o Sobradinho não perca para a Aparecidense. Esse resultado classificaria o CEC antecipadamente para a fase seguinte.

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CEC não terá Dimba contra Sobradinho

Dimba humilhou a defesa do CRAC. No final, foi expulso
Dimba humilhou a defesa do CRAC. No final, foi expulso

Depois do bom jogo contra o CRAC em Catalão, o Ceilândia volta a enfrentar enfrentar mais um Leão, o Sobradinho.

Para essa partida, Adelson de Almeida não contará com Dimba. O artilheiro foi expulso em Catalão e não vai enfrentar o Sobradinho.

O substituto mais provável deve ser Cassius. Por uma questão de caracaterística, Adelson deve fazer pequenas mudanças na equipe, de modo que Cassius, que foi muito mal na última partida contra o Sobradinho, possa render.

Thompson pega o elevador: recuperando o bom futebol
Thompson pega o elevador: recuperando o bom futebol

Adelson provavelmente contará com os reforços de Didão e Alcione. Alcione não joga desde a partida diante do Grêmio Anápolis, vencida pelo Ceilândia por 2 x 0. Didão jogou pela última vez contra o CENE, na vitória alvinegra por 3 x 2.

Em qualquer das opções, parece que Thompson vai para o banco. Thompson fez a sua melhor partida contra o CRAC. Depois de apresentações ruins, o lateral precisava de uma boa atuação, até porque nessa reta final o Ceilândia vai precisar de jogadores polivalentes.

A comissão técnica admite que o grupo começa a ser decidido no próximo sábado. Daqui para a frente, todos os jogos são decisivos, mas o time sabe que está recuperando o seu melhor futebol, crescendo na hora certa.

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Decisão entre amigos

Thompson fez a sua melhor partida com a camisa do CEC. Deve sair se Didão voltar
Thompson fez a sua melhor partida com a camisa do CEC. Deve sair se Didão voltar

O Sobradinho está numa situação complicada na Série D Nacional. Depois de haver começado a competição sem ter tido o tempo necessário para se preparar, o alvinegro serrano está em situação crítica na competição.

Os cálculos iniciais demonstram que seriam necessários 15 pontos para se classificar. O Sobradinho só pode chegar a 14 pontos. Somente uma improvável combinação de resultados pode permitir a classificação do time de Sobradinho.

De qualquer sorte, o Sobradinho ainda tem chances matemáticas de classificação.  E será contra um adversário desesperado que o Ceilândia jogará no próximo sábado. Qualquer outro resultado que não a vitória, elimina o Sobradinho.

Kabrine: de seus pés saíram os gols do Ceilândia
Kabrine: de seus pés saíram os gols do Ceilândia

O Ceilândia também tem os seus problemas. Apesar do bom resultado em Catalão, o CEC está apenas há dois pontos do terceiro colocado, o CRAC. Um mal resultado em Sobradinho pode colocar ainda mais pressão no  Ceilândia.

Adelson de Almeida tem um problema a mais para essa partida: o artilheiro Dimba foi expulso em Catalão e não vai jogar. O time perde muito com a saída de Dimba. O artilheiro do time na temporada jogou muito em Catalão e nenhum jogador tem as suas características.

Notícias ruins por um lado, boas em outra medida: é possível que Didão, lesionado na panturrilha,  volte. O mesmo pode acontecer com Alcione, vítima de uma dor persistente no joelho.

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Um jogão!

Ceilândia comemora gol de Molina em Catalão: poucas alegrias
Ceilândia comemora gol de Molina em Catalão: poucas alegrias

Ceilândia e CRAC se enfrentam hoje à tarde em Catalão. O Alvinegro tem a melhor campanha do grupo, embora tenha perdido a liderança depois da vitória do CENE sobre o Sobradinho por 3 x 0, na tarde de ontem, sábado.

O CRAC, assim como o Ceilândia, está invicto na competição. Venceu a única partida que fez em casa por 3 x 0 e depois conseguiu dois empates jogando fora de casa. A única dúvida que o técnico Zé Roberto tinha está desfeita: Nino Guerreiro começa no ataque.

Em Catalão, o CRAC não perde para times do Distrito Federal há 10 anos.

De outro lado o Ceilândia, campeão do Distrito Federal e que venceu todos os seus últimos compromissos oficiais fora de casa. O Ceilândia tem uma boa campanha jogando no Abadião, mas essa campanha é ainda melhor fora de casa.

Rildo e Bobby em 2009: 4 jogos, 4 derrotas
Rildo e Bobby em 2009: 4 jogos, 4 derrotas

De mais a mais, o CEC tem em Dimba, Allan Dellon, Cassius ou Zé Carlos um trio experimentadíssimo e cuja experiência tem desequilibrado em favor do alvinegro.

O técnico Adelson de Almeida ainda terá os desfalques de Alcione e Didão e provavelmente não contará com Thompson na lateral-direita.

A partida de hoje encerra a primeira fase do grupo. Tem um valor simbólico importante terminar entre os dois primeiros colocados.

O jogo começará as 16h, com ingresso a 15 reais. Os portões em Catalão abrem as 14h (um pouco diferente do que acontece no Abadião, não é verdade?).

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Jogando contra a escrita

Alcione: última partida foi contra o Gremio Anápolis
Alcione, ao fundo: última partida foi contra o Gremio Anápolis

O Ceilândia vai a Catalão neste final de semana precisando da vitória por várias razões: a primeira é que a vitória garante o alvinegro na primeira colocação do grupo. A segunda é porque jamais conseguiu um ponto sequer em Catalão. Em quatro jogos, quatro derrotas.

Ceilândia e CRAC são figurinhas carimbadas nas competições nacionais nos últimos anos. Daí os constantes confrontos. O time goiano mostrou ser um tima arrumado e está invicto na competição.

Cassius ou Zé Carlos? Dúvidas para Adelson
Cassius ou Zé Carlos? Dúvidas para Adelson

O Ceilândia teve uma boa semana de trabalho. O técnico Adelson de Almeida viu evolução na equipe, um dos parcos elogios ao trabalho nos últimos dias.

Com isso Adelson passaria a ter um dilema: colocar Zé Carlos no lugar de Cassius mudaria drasticamente a maneira do time jogar.

Na tarde de hoje a equipe faz o último treinamento. Zé Carlos, Didão e Alcione estão lesionados e, destes, Zé Carlos parece ser aquele com melhores condições para jogar neste final de semana.

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Zé Carlos, Alcione e Didão ainda são problemas

Zé Carlos tem sido importante, inclusive defensivamente
Zé Carlos tem sido importante, inclusive defensivamente

O Ceilândia continua correndo contra o tempo para ter Zé Carlos, Didão e Alcione no final de semana.  O Ceilândia vai a Catalão, no extremo sul do estado de Goiás, enfrentar o CRAC neste final de semana. Para esse jogo Adelson ainda não deverá contar com Zé Carlos, Didão e Alcione.

Apesar de ter visto alguma evolução do time na última partida e principalmente durante os trabalhos da semana, Adelson entende que as presenças de Zé Carlos, Didão e Alcione seriam importantes na partida deste domingo.

Caras novas no alvinegro de Ceilândia
Caras novas no alvinegro de Ceilândia

Zé Carlos, além do seu espírito de luta e oportunismo, ajuda muito na marcação da saída de bola adversária. Didão faz justamente o contrário: tem um excelente passe e ajuda na saída de bola da defesa alvinegra ao passo em que Alcione, que está sem jogar há um mês, tinha acertado o lado direito da defesa alvinegra.

Para suprir as carências alvinegras, o Ceilândia contratou nos últimos dias o atacante Formiga, que atuou pelo Gama no campeonato local, e o volante Victor que veio do futebol português.

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Show de raça… de competência e de erros

No chute cruzado de Chico , o CENE abriu o marcador. CEC teve que correr atrás
No chute cruzado de Chico , o CENE abriu o marcador. CEC teve que correr atrás

Eram 8 minutos do segundo tempo. O lance parecia se desenhar em camera lenta. … Cristiano  balança em frente a defesa do Ceilândia. Puxa para a perna esquerda e desfere um petardo. A bola vai forte, no centro do gol. Darci não se move, não vai se mover e a bola vai morrer nas redes alvinegras…

 O jogo começou em alta velocidade. O Ceilândia procurou o campo de ataque. O CENE vinha no 3-5-2, um atacante aberto pela esquerda. Promessa de um jogo equilibrado.

Aos sete,  o CENE surpreendeu o alvinegro. Chico surgiu atrás da marcação e entrou na defesa do CEC. Cara a cara com Darci, chutou cruzado e o CENE abriu o marcador.

O Ceilândia nem bem começava o jogo e já teria que correr atrás do marcador. O time sentiu o gol. Nos dois minutos seguintes o CENE teve a chance de ampliar a vantagem. Faltou categoria para o adversário.

Allan Dellon apareceu mais para o jogo. Importante na falta do primeiro gol alvinegro
Allan Dellon apareceu mais para o jogo. Importante na falta do primeiro gol alvinegro

Depois dos 15 minutos, o Gato foi empurrando o adversário mais e mais para o seu campo de defesa. Onde faltava técnica, sobrava disposição.

Apesar do domínio, o CEC somente criou a sua primeira oportunidade aos 30 minutos. Dimba recebeu dentro da área, teve dificuldade para dominar e o Ceilândia perdeu a sua primeira chance.

Foi necessário que Allan Dellon descobrisse uma pequena fresta na defesa adversária para se infiltrar dentro da área. Na falta, Kabrine bateu forte, no canto do goleiro e empatou a partida. Eram 34 minutos do primeiro tempo.

Badhuga: Foi necessário passar por cima de todas as dificuldades
Badhuga: Foi necessário passar por cima de todas as dificuldades

Veio o segundo tempo e a certeza de que o Ceilãndia ganharia o jogo. O adversário tinha apenas uma proposta: defender e sair rápido no contra-ataque.
Não deu tempo. Aos 8 minutos, Darci falhou e o CENE fez 2 x 1.  Na cabeça do torcedor veio apenas uma coisa: o Ceilândia vai virar. Superstição é isso: contra o Formosa, Darci entrou e falhou. O Ceilândia virou e ganhou por 3 x 2. No final, ainda foi campeão…

O tempo é senhor da razão. O Ceilândia sentiu o segundo gol adversário. No minuto seguinte, Darci fez uma defesa milagrosa. Era um prenúncio do que estava por vir.
Na base da raça, Didão empatou o jogo. Kabrine cobrou a falta na sua cabeça. Empate em 2 x 2.

Zé Carlos: espírito de luta recompensado com um gol
Zé Carlos: espírito de luta recompensado com um gol

A síntese do jogo veio aos 24 minutos. Kabrine lançou para Zé Carlos que estava marcado por dois zagueiros. O lance tinha tudo para dar errado. Zé Carlos lutou contra os dois zagueiros. No bate e rebate, Zé Carlos bateu no canto direito do goleiro e colocou o CEC pela primeira vez na frente: Ceilândia 3 x 2.

Depois disso o CEC administrou o jogo. O CENE foi valente e mesmo tendo um jogador expulso ficou rondando a área do CEC. Não tinha mais força. O resultado foi justo por uma razão básica. O Ceilândia saiu para o jogo. Jogou no campo adversário e procurou colocar a bola no chão. Incomodou alguns lapsos de displicência fruto de uma soberta absolutamente desnecessária e inadequada.

Isso é preocupante para quem almeja estar na Série C em 2013. Menos mal que o time tem qualidades técnicas suficientes para se impor, mesmo em um dia em que tudo parecia dar errado.

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Esperando a volta do melhor futebol…

Allan Dellon: correndo, lutando, mas pouco produtivo nas últimas partidas
Allan Dellon: correndo, lutando, mas pouco produtivo nas últimas partidas
Crédito:CeilandiaEC

O Ceilândia passou por grande reformulação. Isso é fato.

Não menos verdadeiro é que o time não tem apresentado o futebol envolvente de antes. Alguns jogadores caíram de produção. Os reforços lutam para mostrar o futebol que os trouxe para o Ceilândia. Menos mal que o time apresenta uma boa consistência defensiva. Por isso ainda sobrevive. Mas isso é pouco para a D Nacional.

O técnico Adelson de Almeida deve estar preocupado. Didão é sua melhor opção de saída de bola. Nas últimas partidas, Didão está disperso, lento, envolvido no bolo da marcação adversária. É bom lembrar que o Ceilândia não é mais visto como uma surpresa, hoje é uma realidade, uma realidade diferente.

Zé Carlos: um gols nos últimos jogos, mas poucas conclusões
Zé Carlos: um gols nos últimos jogos, mas poucas conclusões
Crédito:CeilandiaEC

Os reforços que vieram para o ataque se esforçam, correm, lutam, mas não produzem ofensivamente. Não se pode dizer que Zé Carlos não lute. Contra a Aparecidense, Zé Carlos mostrava uma disposição cativante: dividia no alto, embaixo, ajudava na defesa, mas nada produzia no ataque. Não apenas por culpa dele. A última bola não chegava com qualidade.

Talvez um dos problemas tenha sido a forte marcação do adversário. Como adiantado no SiteCEC, o Ceilândia não deve esperar adversários saindo para o jogo, principalmente quando jogar em casa. Esse será o quadro desse domingo no Abadião: o CENE, até por suas características, deve vir com um forte sistema defensivo explorando os contra-ataques. A se tirar pelos últimos jogos do Ceilândia, será uma partida de poucos gols.

 

Didão é desarmado. Sem encontrar o melhor futebol
Didão é desarmado. Sem encontrar o melhor futebol
Crédito:CeilandiaEC

Há indicações de que possui um padrão tático muito semelhante ao do Brasiliense e o CEC não foi nada bem diante do adversário igualmente amarelo: teve a posse de bola, o domínio do jogo, mas acabou derrotado em duas situações. Agora, valendo pontos, o CEC não pode bobear.

A forte marcação do adversário e as dificuldades para montar o elenco podem estar atrapalhando o futebol de Allan Dellon. O meia sofreu marcação muito forte diante da Aparecidense. Sem trocadilhos, apareceu para o jogo apenas três vezes durante a partida. É pouco para alguém com sua qualidade. Contra a Aparecidense foi o suficiente. Allan Dellon, numa jogada magistral, colocou Luiz Fernando na cara do gol e o CEC veio com a vitória de Goiânia.

Para a competição pode ser pouco.

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