
Como se esperava, o Ceilândia foi um time diferente. Já dera indícios no empate contra o Maracanã-CE, pela Copa do Brasil.

Adelson mexeu integralmente no time, mantendo a base do jogo de quarta. E o Ceilândia correspondeu.

O Gato Preto melhorou a marcação alta. Pode melhorar ainda mais. E isso deu resultado.

Pela primeira vez em jogos recentes, o Ceilândia impediu o Capital de ficar rondando a sua área de defesa.

Melhor ainda: o Gato Preto chegava sempre com perigo e, numa destas, Danilo cruzou para Clemente abrir o marcador.

O Ceilândia continuou melhor, rondou o gol adversário mas o segundo gol não veio.

Na segunda metade do primeiro tempo, o Ceilândia cedeu mais espaços e a bola ao Capital, mas jamais deixou de atacar.

Veio o segundo tempo e acreditava-se que o Capital viria com tudo. Não foi isso que aconteceu. O Ceilândia assumiu o controle do jogo, rondou a área adversária, mas, ao contrário do primeiro tempo, não criou situações de gol.

Na segunda metade do segundo tempo o Ceilândia perdeu o volume de jogo. O Capital se aproveitou, mas ainda assim não criava situações de gol, sequer entrava na área alvinegra.

Quis o destino que faltando pouco menos de dez minutos, numa bola parada, o Capital empatasse. Um castigo desnecessário. Sucuri deixou o jogo sem fazer qualquer defesa.

Agora, a vaga na final será decidida no JK. Será difícil, como sempre é para o Ceilândia. O problema para o nosso adversário é que este Ceilândia mostrou que tem todas as condições de trazer a classificação.