Vitória vem no último minuto: Ceilândia respira

Operário começou pressionando: defesa portou-se bem.

O Ceilândia conquistou importante vitória neste domingo ao vencer fora de casa o Operário de Mato Grosso.

Frank foi alvo de ofensas racistas, mas preferiu focar no jogo.

Não foi uma apresentação brilhante do Gato Preto, mas o importante foi resultado. É importante também contextualizar o jogo.

Sucuri fez sua melhor partida este ano: discreto e seguro.

Ceilândia e Operário foi disputado sob intenso calor em um campo com o gramado muito alto, fatores que favoreciam o time da casa.

Marquinhos perde cara a cara: nesta estava impedido.

O Gato Preto deve dificuldade para se ambientar principalmente ao gramado, que não favorecia o toque de bola.

Fabinho perde cara a cara: não pode perder esse tipo de gol.

O time da casa, melhor ambientado, tomou a iniciativa do jogo e rondou a área alvinegra. Não demorou e o Ceilândia teve as suas primeiras chances, ambas cara a cara com o goleiro adversário.

Bosco, livre, não alcança a bola… chance perdida

Essa foi a tônica do jogo. O Operário era um time voluntarioso, mas a última bola de qualidade inferior à última bola alvinegra.

Operário: muita disposição e gols perdidos.

Veio o segundo tempo e o jogo seguiu a mesma batida, com a diferença agora de que o goleiro alvinegro apareceu no jogo. Discreto e seguro, Edmar Sucuri foi peça importante.

O jogo mudou no final, com as substituições de lado a lado. O Operário ainda fazia força para jogar, chegou a criar boas chances e uma bola na trave e não fez.

Cabralzinho foi discreto, mas melhor que nos últimos jogos: pegando rítmo.

Sabia-se que a melhor qualidade técnica alvinegra não precisaria de tantas chances.

Isso se tornou realidade já nos acréscimos quando no bate e rebate dentro da área a bola sobrou para Sandy.

Sandy não perdoou e fez Ceilândia 1 a 0. Vitória importante.

Sandy bate para fazer gol da vitória.

Duas notas: a primeira para a arbitragem e seus critérios eminentemente em favor dos donos da casa. Já no primeiro tempo, o árbitro amarelou metade do time do Ceilândia.

A outra nota tem a ver com o incidente de ofensas racistas a Frank. O árbitro parou o jogo e o indivíduo teria sido identificado. O Ceilândia se colocou à disposição de Frank, mas ele optou por não registrar ocorrência. O presidente do Operário lamentou o ocorrido.

Sandy comemora com Marquinhos, Robert e Davi: vitória importante

Agora, no próximo fim de semana, os dois times voltam a se enfrentar. Para o Ceilândia é mais uma decisão.

É vencer e entrar de vez na briga por uma vaga no G2. Caso contrário, voltaremos ao mesmo lenga-lenga de antes. Melhor vencer.

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