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Ceilândia luta, dá trabalho, mas o Barra passa para as 4as da D2025.

O Ceilândia foi valente, vendeu caro a vaga nas quartas de final, mas está fora da Série D 2025. Em partida válida pelas oitavas de final da Série D, o Barra venceu o Ceilândia por 1 x 0 neste sábado (23), na Arena Barra FC, e garantiu vaga nas quartas de final.

Com a vitória, o Barra avançou para as quartas de final, enquanto o Ceilândia se despediu da competição. A equipe catarinense agora aguarda o chaveamento da próxima fase para conhecer o adversário, conforme a posição na classificação geral, que definirá os confrontos do mata-mata.

O Ceilândia começou o jogo muito bem, com mais posse de bola. Aos 12 minutos ofereceu perigo com Kennedy, mas encontrou dificuldades para converter a posse de bola em chances claras de gol. Aos 28 minutos, o Ceilândia reclamou de um possível pênalti, mas o árbitro manteve a partida em andamento.

No final da etapa inicial, o Barra esteve melhor e perdeu uma chance significativa quando Saymon perdeu a chuteira durante a finalização dentro da área, comprometendo a conclusão da jogada.

A segunda etapa começou com o Ceilândia equilibrando novamente o jogo, mas o time catarinense aproveitou erro na saída de bola alvinegra e quase abriu o placar aos cinco minutos, com Saymon acertando a trave. Aos sete minutos, Elvinho marcou o gol da vitória do Barra, aproveitando espaço na entrada da área.

 Aos 34 minutos, Mingoti quase empatou para o Ceilândia, e dois minutos depois o Barra respondeu com chute perigoso defendido pelo goleiro Sucuri. Nos últimos instantes, o time da casa ainda acertou a trave aos 49 minutos, sem conseguir ampliar o placar, enquanto o Ceilândia ofereceu perigo em bolas paradas.

Não deu para o Gato Preto. O Barra mostrou ser um time muito bem arrumado e que deve dar trabalho nessa reta final. O Ceilândia era um dos favoritos à vaga  na Série C 2026. O Barra, ao vencer um dos favoritos, assume essa condição de favorito a uma das vaga na Série C 2026. 

Missão é ainda mais complicada: Ceilândia precisa vencer Água Santa por 2 ou mais gol

Paulinho e Piaui estiveram discretos, como necessário.

A tarefa em si mesmo de vencer o Água Santa será complicada, mas para piorar, o Ceilândia vai precisar vencer por dois ou mais gols de diferença.

Com o empate da semana passada, o Ceilândia foi ultrapassado pelo Barra-SC na classificação-geral no saldo de gols. O time catarinense tem agora a vantagem de 1 gol no saldo.

Tárta terá enorme desafio pela frente

Com isso, o Ceilândia terá o desafio não apenas  de vencer o Água Santa, mas também o desafio de vencer  por no mínimo dois gols de diferença.

Ainda assim o Ceilândia terá de torcer para que o Barra no máximo vença o Cascavel por 1 gol de diferença.  Se isso acontecer, os times terminariam empatados, mas o Gato Preto leva vantagem nos gols marcados.

Claro, o importante é passar para a terceira fase e isso por si só já vai ser difícil contra um adversário que já mostrou que tem um bom time.  O problema é que na série D ninguém pode se dar ao luxo de desprezar a vantagem de decidir em casa, por melhor que seja o adversário.

Ceilândia empata com Água Santa e traz decisão para casa

Kennedy chegou um pouquinho atrasado na melhor oportunidade do primeiro tempo.

O Ceilândia voltou de Diadema com empate em 1 gol com o Água Santa.Esse resultado deixa o confronto totalmente aberto para o Abadião: quem vencer passa para a segunda fase.

Lucas Silva, Lago e Tárta: taticamente bem

Como se esperava, foi um jogo muito difícil. O Água Santa tomou a iniciativa do jogo e encontrou espaços até o a entrada do último terço de campo. Dali para a frente, a defesa do Ceilândia estava bem postada.

Regino foi muito bem marcado.

Apesar disso, a maneira como os meias do Água Santa flutuavam à frente dos volantes do Ceilândia incomodava. Por sorte, faltava inspiração ao time adversário.

Euller e Badhuga importantes no empate

O Ceilândia parecia confortável defensivamente no jogo, mas o Água Santa foi mais perigoso no primeiro tempo, principalmente em bolas aéreas. Vidal, por exemplo, quase abriu o marcador.

Lagoa esteve quase perfeito defensivamente

Veio o segundo tempo e o Ceilândia equilibrou o jogo. Aliás, o Ceilândia já equilibrara nos últimos 10 minutos do primeiro tempo.

Apesar do Ceilândia chegar mais ao ataque com qualidade que no primeiro tempo, o fato é que o Água Santa incomodava mais, ainda que Sucuri não fosse exigido.

Não é o que vc está pensando: Tárta escorregou nesta.

Quis o destino que numa cobrança de escanteio a bola sobrasse para Romarinho. O nosso artilheiro não perdoou e fez Ceilândia 1 a 0.

Sucuri foi pouco exigido e ficou a impressão que poderia ter impedido o gol.

O gol dava ao Ceilândia o direito de errar uma vez. E não demorou muito para que o Água Santa empatasse.

Romarinho faz Ceilândia 1 x 0 no Água Santa

Nos minutos finais, Adelson colocou Valter Bala e Nathan Bahia. O jogo ficou mais aberto e Valtar Bala esteve a ponto de fazer o segundo do Ceilândia, mas Vidal salvou um gol certo sobre a linha.

Paulinho e Piaui estiveram discretos, como necessário.

Logo em seguida o Água Santa ficou reduzido a 10 homens. O Ceilândia estava contente com o resultado e com o fato de decidir em casa. Era uma escolha difícil entre a ambição e a realidade.

Romarinho comemora: gol importante

Com o empate a decisão está totalmente aberta. O Água Santa mostrou que é um bom time, que sabe se defender bem. É um time perigoso. O Ceilândia tem o fator casa e em casa nós somos muito mais fortes.

No outro jogo do pareamento o Barra venceu o Cascavel e, com esse resultado,ultrapassou o Ceilândia na classificação-geral.

Com um a menos, Gato Preto vence Luverdense e está no Mata-mata

Tárta, sua melhor partida em 2025

Como se esperava, foi um jogo tenso, mas não foi um jogo sofrido. Na tarde deste sábado, no Abadião, o  Ceilândia superou um homem a menos desde os 40 do primeiro tempo para vencer o Luverdense  por 1 a 0, resultado que já o classifica para o mata-mata.

Bala é muito útil taticamente, mas falha no último toque. Não poderia ter errado esse gol.

Sabia-se que seria um jogo difícil. O time da Luverdense é um time que não abre mão da organização. Então, seriam necessários paciência e cuidado num jogo que normalmente seria, como foi, amarrado.

Mingotti: boa partida. Características do jogo ajudaram, mas Capital joga diferente.

O Luverdense começou tomando a iniciativa, mas sem se arriscar muito, como é de seu feitio. O fato é que não havia necessidade. O empate seria um bom resultado para o Luverdense, mas péssimo para o Ceilândia na sua luta pelo G2.

Adelson e Lagoa num jogo tenso.

Foi assim, com calma que o Ceilândia quase abriu logo aos 14. Kennedy cruzou e a bola sobrou para Valter Bala livre, mas o Bala foi traído pelo quique da bola e perdeu uma clara chance de gol.

Lagoa estava bem: expulsão mostrou falta de ritmo de jogo.

O Luverdense também teve suas chances principalmente em contra-ataque muito bem organizado e com superioridade numérica. Nesses contra-ataques a recomposição rápida de Kennedy foi fantástica e fundamental. É assim que deve ser.

Kennedy como sempre: campo estava melhor, mas ainda está duro.

O Ceilândia ainda chegaria com perigo com Edson Reis e com Tárta. Tárta foi um capítulo à parte. Fez a sua melhor partida nesta série D.  Defendeu, armou, atacou como nunca e com qualidade.

Timbó esteve apagado, mas foi sacrificado pela expulsão de Lagoa

Tudo parecia que iria por terra aos 41 do primeiro tempo. Lagoa foi expulso por uma falta desnecessária, ainda mais para quem já tinha amarelo. Pior de tudo: Lagoa fazia boa partida.

Everaldo não teve muito trabalho e até apareceu no ataque.

Veio o segundo tempo e sabia-se que o Luverdense não correria risco desnecessário. Se partisse para o ataque, exporia seus jogadores amarelados à expulsão. Além disso, o empate lhe agradava mais que ao Ceilândia.

Cabralzinho mostrou disposição e sentiu falta de ritmo de jogo.

O jogo continuou amarrado, mas com o Luverdense tendo mais posse de bola. O Ceilândia se defendia como um leão e a torcida já se conformava com o empate. O Luverdense parecia contente em ter alcançado a sua proposta inicial até porque não havia razão para alterá-la.

Natan Bahia bate para marcar: gol importante do artilheiro

Quis o destino, contudo, que nos últimos segundos do acréscimo Natan Bahia aproveitasse a única falha da defesa da Luverdense e saísse cara-a-cara com o goleiro. Ele, que foi artilheiro do campeonato matogrossense de 2025 nao desperdiçou contra um antigo adversário: Ceilândia 1 a 0.

Natan comemora com Marcelo e Valter Bala: vitória heróica

A festa ficou completa duas horas depois com a vitória do Mixto sobre o Capital por 1 a 0. Com o resultado o Ceilândia carimbou o primeiro objetivo, que era a classificação para a segunda fase. 

Jogadores comemoram a vitória e a classificação.

Agora o Gato Preto parte para o segundo objetivo, que é terminar no G2, pensando na segunda fase,  e com mais pontos que a Inter de Limeira,  pensando na terceira fase.

 

Ceilândia paga por sua arrogância: 0x2 Aparecidense

Arbitragem contribuiu, mas tem responsabilidade limitada na derrota do Ceilândia.

Não vamos dizer que os jogadores não se entregaram. Podemos dizer que alguns atuaram e vêm atuando erraticamente. O quê vamos afirmar é que o Ceilândia é um time arrogante que teima em não aprender com os erros do passado e por isso não evolui.

20 do segundo tempo: linguagem corporal do Ceilândia adiantava a derrota.

Neste sábado, o Ceilândia foi derrotado pela Aparecidense pela segunda vez. Foi derrotado em casa, foi derrotado fora. Embora no futebol nada seja eterno, no momento pode-se dizer que a Aparecidense é melhor que o Ceilândia.

Ceilândia não explorou Kennedy: time penso pela esquerda inoperante

Ontem, o Ceilândia teve motivos para reclamar da arbitragem.  O árbitro deixou seguidamente de marcar para o Ceilândia faltas que marcava para a Aparecidense. Inclusive no lance do primeiro gol do time da casa. 

Mingotti e Badhuga contribuíram nos dois gols da Aparecidense. Defesa esteve mal.

De qualquer forma o fato é que concretamente a Aparecidense era um time melhor, ainda que ajudada pela arbitragem.

Até os 20, na base do entusiasmo, o Ceilândia equilibrou o jogo. Quis o destino que os erros individuais definissem o destino do jogo.

Regino foi expulso: erro infantil no primeiro cartão.

Regino foi seguro na disputa de bola, a bola foi servida no meio, Badhuga desnecessariamente deu o bote, foi driblado impiedosamente… Everaldo fugiu do contato… gol da Aparecidense.

Adelson mexeu no esquema tático do time: premido pela necessidade, enfim, algo diferente

Para piorar, Regino, que estava absolutamente perdido em campo, foi expulso ainda no primeiro tempo. 

Valter Bala apareceu bem no jogo: eficiente, mas não foi eficaz

Veio o segundo tempo e Adelson fez algo que se reclama há tempos: mexer no esquema tático do time. Premido pela necessidade, Adelson fez 3 zagueiros. Incrível! Ceilândia melhorou!

O Gato Preto poderia ter empatado com Bolt que perdeu gol feito no primeiro minuto do segundo tempo. Chegou outras vezes com Valter Bala. Não fez.

Tárta e Timbó: esquema de jogo não potencializou suas qualidades.

Nos minutos finais, Mingotti foi batido pela enésima vez este ano no x1. Juntou-se a Badhuga como um dos responsáveis pela derrota. Aparecidense 2 a  0. 

A derrota do Ceilândia teve participação da arbitragem que minou, picotou o jogo alvinegro e deixou apenas o adversário jogar. Teve ainda a questão do gol anulado do Valter Bala. 

Bolt foi bem utilizado na linha de 3, mas perdeu gol feito.

O problema é que futebol por futebol, a Aparecidense mostrou que é melhor. Duas derrotas para o mesmo adversário evidencia que o Ceilândia é um time arrogante, que se recusa a melhorar. 

Valter Bala teve oportunidades de fora da área, não aproveitou e parecia jogar sem apoio do meio.

Nos 5 jogos contra times do G5 o Ceilândia venceu apenas 1 jogo. Agora vai enfrentar Mixto e Luverdense em casa, para depois enfrentar o Capital fora.  Se mantiver a arrogância, pode até classificar, mas não irá longe.

 

Ceilândia volta à liderança com 3 a 0 sobre Porto Velho

Árbitro confuso, mas os bandeiras precisam ser estudados.

Todo jogo na Série D é difícil, mas você pode torná-lo fácil. Foi isso que aconteceu neste sábado no Abadião.

Lagoa ainda vai evoluir, mas comandou o primeiro tempo

Um gol logo aos 3 minutos, aliás um belo gol de Regino após jogada de Kennedy e Bolt, quebrou todo o planejamento do Porto Velho. 

Regino acerta o voleio: Ceilândia 1 a 0

O plano do Porto Velho, pelas dificuldades de transição do adversário, era esperar, mas isso foi por água abaixo.

Timbó: bem no primeiro tempo, omisso no segundo.

O fato é que o Porto Velho tentou subir desordenadamente e cedeu sucessivos contra-ataques ao Ceilândia que foi perdendo sucessivas oportunidades de gol. Aos 20, Timbó colocou Regino cara a cara com o goleiro e Ceilândia 2 a 0.

Regino comemora segundo gol do Ceilândia

O Ceilândia perdeu tantas oportunidades no primeiro tempo que chegou a dar medo. Não se pode perder tantos gols sem castigo. Acontece que o Porto Velho é um time limitado e o sistema defensivo do Ceilândia não errou.

Sistema defensivo não deu chance ao Porto Velho

Veio o segundo tempo e Adelson voltou com Tárta no lugar de Lagoa. O time afrouxou um pouco a marcação alta. Timbó já não recompunha a defesa como antes e o Ceilândia ficou espaçado.  O jogo perdeu em estrutura.

Kennedy comandou o lado direito: sempre importante

Claro, tudo poderia ter mudado se o gol de Bala, em bela jogada de Tárta, tivesse sido validado logo no começo. Revimos o lance da transmissão. Ninguém entendeu, mas o gol foi anulado.

Gol anulado de Bala: ninguém entendeu

O Porto Velho tentou, mas era um time sem inspiração. O Ceilândia continuou criando e perdendo oportunidades até que, já no apagar das luzes, Kennedy serviu Pablo que fez o terceiro. Resultado mais justo.

Pablo ainda não foi o Pablo que conhecemos, mas fez um gol

Com a derrota da Aparecidense para Luverdense por 3 a 1 e o empate do Capital com o Goiânia, 1 a 1, o Ceilândia voltou à liderança do Grupo.

Tárta, sem muito esforço: assistência no gol de Pablo.

No próximo final de semana o Ceilândia vai até Aparecida para enfrentar o time da casa. Será um jogo entre times com pretensões e são esses jogos que solidificam o caráter de um time.

O Perigo que vem de Porto Velho: hoje, 16h, no Abadião

Elias fez ao menos uma grande defesa no jogo de ida, mas Sucuri deve voltar.

O Ceilândia venceu em Porto Velho, mas deve esperar um jogo completamente diferente hoje.

Se Tárta não puder jogar, Lagoa deve seguir no time.

Se na capital rondoniense o time da casa se viu obrigado a sair para o jogo e dar espaço ao Ceilândia, hoje é de se esperar algo diferente.

Regino é dúvida, mas Valter Bala está à disposição.

O Porto Velho mostrou dificuldades em criar espaço afinal era ele quem tinha obrigação de sair para o jogo. Hoje, a responsabilidade se inverte,  o Ceilândia será obrigado a sair mais para o jogo. O problema alvinegro é não repetir os erros contra a Aparecidense e deixar espaços que foram fatais para as pretensões do Gato Preto.

Kennedy deu uma assistência, mas esteve sumido na maior parte do jogo de ida

Para o jogo de hoje o Ceilândia ainda tem muitos problemas no departamento médico. Sucuri e Tárta treinaram na quarta-feira. Pode ser que voltem.  Valter Bala já cumpriu a suspensão, treinou na quarta e está à disposição do técnico Adelson de Almeida.

Nando pode sair para a volta de Valter Bala

Romarinho, Regino e Cabralzinho não treinaram na quarta. Regino fez exames, assim como o atacante Édipo, que parece recuperado.

Cabralzinho continua lesionado, Timbó deve permanecer.

Se o Ceilândia tem problemas, o Porto Velho tem os retornos de Emerson e Carpa. Emerson é considerado o melhor jogador do time, mas não participou do primeiro jogo.

Jogo de hoje deve ser mais difícil que o jogo de ida

O Porto Velho também tem desfalques. Os defensores Rafael, Crystian e Mauricio, suspensos, não jogam hoje.

Ceilândia é eficiente e volta de Porto Velho com vitória: 2 a 0

Timbó bate para fazer Ceilândia 1 a 0.

O Gato Preto deu mais um grande passo rumo à classificação para a segunda fase da Serie D 2025. 

Jogando na tarde deste sábado em Porto Velho, o Ceilândia venceu os donos da casa por 2 a 0, dois gols de Timbó.

Adelson mandou a campo um time muito modificado, tanto por razões técnicas, disciplinares e físicas.

Quis o destino que Cabralzinho saísse lesionado para a entrada de Timbó. Timbó foi o herói do jogo.

Porto Vellho insistiu pelo alto, mas a defesa portou-se bem e deu sorte

O Porto Velho até que tentou tomar a iniciativa do jogo, mas o Ceilândia logo assumiu o comando do jogo.

Paulinho deu outra dinâmica ao lado direito

Aos 15, Paulinho fez bela jogada pela direita mas o seu cruzamento acabou no lado de esquerdo de ataque. Nando escorou para Timbó que tirou do zagueiro e bateu da entrada da área para fazer Ceilândia 1 a 0.

Lago e Lucas não deram chance ao Porto Velho

Depois do gol o Ceilândia voltou a repetir os mesmos erros do jogo contra a Aparecidense. A marcação do volante adversário era frouxa. O Porto Velho assumiu a iniciativa, mas sem inspiração.

Timbó comemora o segundo gol

O Porto Velho somente incomodou nos minutos finais do primeiro tempo. Meteu uma bola na trave e minuto depois perdeu um gol feito. O Ceilândia saiu no primeiro tempo com um lucro muito grande.

Regino deu muito trabalho para a defesa do Porto Velho

Veio o segundo tempo e o Porto Velho manteve a iniciativa. A rigor o Ceilândia não passava do meio de campo. Na primeira vez que passou, passou em jogada da qual todo o lado direito participou.  Timbó foi servido por Kennedy, dominou a bola e bateu da entrada da área para fazer 2 a 0.

Lucas e Everaldo: boa vitória

O Ceilândia fechou-se com a vantagem. O Porto Velho rondou a área alvinegra mas a defesa sempre esteve atenta. Na grande oportunidade adversária do segundo tempo, Elias fez grande defesa.

No final, Elias ainda fez defesa muito importante.

No final do jogo a partida perdeu em estrutura. No fundo, as melhores chances ainda foram do Ceilândia, mas o placar ficou em 2 a 0.

Agora  teremos o jogo de volta. O Ceilândia foi a 14 pontos e vai precisar vencer o Porto Velho novamente. Na sequência o Gato Preto terá confrontos diretos contra Aparecidense, Misto, Luverdense e Capital para decidir qual desses cinco será eliminado.

Ataque não faz, defesa falha e Ceilândia perde: 2 a 3 Aparecidense.

Romarinho vai perder esta oportunidade de gol: mudou a história do jogo.

Poucas vezes uma derrota foi tão controversa. Na arquibancada ouvíamos diferentes opiniões.  Havia diferentes opiniões, mas todos concordavam em uma coisa: Tudo seria diferente se Romarinho fizesse o gol que perdeu no primeiro minuto de jogo.

Ceilândia criou, mas quem não faz… leva

A primeira grande oportunidade ocorreu com cerca de um minuto de jogo.  No cruzamento de Bala, Romarinho ficou cara a cara com o gol e errou. Romarinho não costuma perder esse tipo de oportunidade.

Depois de Romarinho foi a vez de Sucuri errar: o dia começava ruim

Apesar do erro, o Ceilândia continuou com a iniciativa do jogo, mas apresentava problemas. Esse problema é talvez o mais controverso porque Valter Bala poderia ter decidido o jogo se posicionando para a bola longa. 

Isso, contudo, tinha um efeito colateral. O grande mérito de Bala até aqui foi desempenhar uma função tática defensiva muito importante e auxiliar na transição ofensiva pelo chão. Ontem, jogou diferente e isso isolou Timbó. Defensivamente o Ceilândia parecia jogar com 9.

Everaldo fez um gol, mas não escapou da ira de parte da torcida.

O problema é que o Ceilândia não fez e a Aparecidense foi se acomodando no jogo e começou a oferecer perigo com o posicionamento tático de David que deixou a lateral para começar as jogadas pelo meio (até explorando o buraco não coberto por Bala (principalmente este) e Timbó.

Foi justamente David quem começou a jogada do primeiro gol da Aparecidense. Mais uma vez, diagonal da esquerda de defesa do Ceilândia para a direita da defesa alvinegra (problema que vem ainda do Candangão). Mais uma vez no buraco existente entre Mingotti e Bolt. Moraes abriu o marcador para o visitante.

Euler no combate: o outro lado da defesa, o direito, foi todo trocado no segundo tempo.

O Ceilândia sequer teve tempo de se recompor. Aos 24, bola em profundidade e Kaio Nunes ganhou na corrida de Mingotti e a Aparecidense fez 2 a 0. Mingotti tem sofrido no x1 e não foi diferente dos jogos anteriores. 

O Ceilândia tentou reagir, mas a bola teimou em não entrar nos chutes de Romarinho e Kennedy. Para piorar, aos 40, novamente pela direita da defesa alvinegra, a Aparecidense fez 3 a 0 com Higor Leite.

Valter Bala perdeu boas oportunidades, criou outras, foi defensivamente nulo e ainda foi expulso.

Veio o segundo tempo e Adelson trocou todo o lado direito da problemática defesa do Ceilândia. Tirou Mingotti e Bolt e colocou Paulinho e Badhuga. No meio, tirou o criticado e sacrificado Timbó e colocou Cabralzinho. 

A verdade é que, seja porque a Aparecidense tenha sentado na vantagem, seja porque o Ceilândia melhorou, o fato é que aos 8 o Ceilândia diminuiu num belo chute de Everaldo. A Aparecidense questionou bastante a existência de impedimento no lance. 

Aparecidense congestionou a defesa, mas o pecado do Ceilândia foi permitir o contra-ataque

Sim, no momento do chute de Everaldo havia 2 jogadores do Ceilândia à frente da defesa da Aparecidense. De longe não é possível afirmar se tiveram participação no lance ou não. O árbitro tinha uma visão melhor que a do bandeira Marconi. 

O problema é que, a partir daquele momento, o bandeira ficou na defensiva e errou ao menos duas vezes em ataques do Ceilândia. Estávamos na linha nesses lances, até mais que o bandeira, e podemos afirmar com convicção.

Timbó e Bala: problema na defesa alvinegra começava aqui

Aos 20, Valter Bala completou o seu dia ruim sendo expulso num momento em que o Ceilândia parecia próximo do segundo gol. Tudo ficava mais difícil.

Nos minutos finais, o bandeira foi também muito criticado por não ver que o goleiro da Aparecidense teria defendido depois que a bola já ultrapassara a linha de gol. Do nosso posicionamento ficou a impressão que realmente a bola passara da linha de gol, mas não podemos afirmar categoricamente tal qual os torcedores que estavam na linha do gol.

Kennedy voltou, mas não adiantou.

Aos 51, o Ceilândia ainda diminuiu com Regino (deslocado para a posição de referência já que o Ceilândia não tinha e não tem um jogador com essas características). Não dava mais tempo: derrota sofrida em casa.

Agora o Ceilândia vai precisar recuperar os pontos perdidos fora de casa. O Gato Preto perdeu a invencibilidade,  a liderança  e ainda caiu para terceiro lugar no grupo. 

 

 

Ceilândia e Mixto mostram como se joga a Série D: 1 a 1

Lucas Silva foi muito exigido

Vamos colocar as coisas tal qual elas são, ou foram: o Mixto conseguiu impor o seu ritmo de jogo e obrigou o Ceilândia a sofrer. Ponto, final.

Isso não significa que o Ceilândia estava morto no jogo, nem nunca esteve.  O jogo deste domingo foi o contrário do que vimos contra a Luverdense.

Valter Bala: perdeu uma chance, mas foi taticamente perfeito.

Do ponto de vista do torcedor, esperava-se que o Ceilândia impusesse seu ritmo de jogo, mas isso não aconteceu. O Mixto assumiu a iniciativa desde o início.

O Ceilândia tentou a todo o custo tomar a iniciativa da partida e isto tornou o jogo sensacional. O Mixto partia para cima como se não houvesse amanhã, o Ceilândia se defendia como se cada bola representasse a própria sobrevivência. Um jogão.

Bolt fez sua melhor partida e não merecia participação no gol do Mixto

O sofrimento do Gato Preto foi maior no primeiro tempo, quando o Mixto efetivamente teve as suas melhores oportunidades em bolas paradas. Numa destas, Giovane mandou no travessão de Sucuri.

Nando e Bolt deram muito trabalho. Para Nando faltou contundência, o que não faltou a Bolt

Em termos táticos, o Ceilândia sofria pelo lado esquerdo de defesa e deixava Everaldo sobrecarregado. O problema vinha pelo meio, nas costas de Tarta e piorava com os seguidos erros de passes na saída de bola.

Tarta correndo atrás do meio do Mixto: problema no primeiro tempo

Ainda no primeiro tempo, o Mixto mandou outra bola no travessão e Sucuri fez uma defesa difícil.

O Ceilândia não estava morto, já dissemos. Poderia ter aberto o marcador em ao menos 3 situações, duas delas claras: Na primeira, Valter Bala saiu cara a cara mas a bola chocou-se contra o corpo do goleiro. Depois, Romarinho dominou, mas não teve a felicidade de abrir o marcador. 

Lado esquerdo da defesa sofreu no primeiro tempo, mas Sucuri estava atento.

Veio o segundo tempo e o Mixto voltou com a mesma intensidade, mas não com as mesmas facilidades. Nesse contexto,  não teve as mesmas oportunidades do primeiro tempo, mas os erros na saída de bola do Ceilândia pareciam indicar o que viria acontecer.

Mixto entrava pelo meio no primeiro tempo. Ao fundo, Everaldo assiste a luta de Lucas e Euller.

Tal qual no primeiro tempo, o Ceilândia não estava morto. Havia mais espaços e a transição melhorou. O time chegava mais equilibrado ao ataque. Numa destas, jogada Everaldo, Valter Bala começaram a jogada que terminaria no semicírculo da grande área. Timbó serviu a Tarta (ou seria Lucas) que chutou. O goleiro rebateu e Romarinho fez Ceilândia 1 a 0 aos 12 do segundo tempo.

Maior parte da torcida não aprovou o uniforme dourado

Com o gol do Ceilândia o jogo não mudou. O Mixto continuava tendo a iniciativa e isto significa empurrar o Ceilândia para o campo de defesa, mas agora sem inspiração do primeiro tempo.

Quis o destino que aos 24, Bolt, que fez uma partida impecável (vejam Arquibancada do Gato Preto no Youtube durante a semana), não conseguisse dar um chutão como gostaria. A bola foi dominada por Edsobn Gabriel que bateu com rara felicidade. Um golaço e 1 a 1. 

Desta vez não tomamos gol pelo alto: Mingotti e Euller soberanos na aérea.

Após o gol, Adelson mexeu no time.  Bolt foi deslocado para a posição de Nando (que fez uma partida decente), colocou Cabralzinho, Regino e Paulinho. O Ceilândia melhorou e poderia ter marcado em excelente chute de Valter Bala ou na conclusão de Cabralzinho. 

Romarinho pega o rebote: O artilheiro não falha.

Ficou assim. Jogar fora é muito difícil. O ideal seria ter conquistado 4 pontos porque a briga não se limita à classificação. O Gato Preto conseguiu 2, mas ao menos os adversários diretos não diminuíram a distância.

Romarinho comemora: rumo aos 50

Resta a briga pelo primeiro lugar com Luverdense, que joga hoje, e Aparecidense. Gato Preto agora precisa vencer Aparecidense no próximo sábado de qualquer maneira sob pena de complicar a conquista do primeiro lugar.