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Ceilândia busca empate com Mixto, classifica e pega Luverdense

Jogo Igual: fotos de Jonathan Domingos


O Ceilândia e
mpatou em 1 a 1 com o Mixto no último domingo, 7 de junho de 2026, no Estádio Dutrinha, em Cuiabá
.
O confronto foi válido pela 10ª e última rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série D. Com esse placar, ambas as equipes garantiram classificação para a fase de mata-mata da competição.

Os dois times dependeram muito da bola aérea. fotos de Jonathan Domingos
Como foi a partida? Bem, mais uma vez o Ceilândia fez uma partida apenas razoável mas agradou ao Presidente Ari de Almeida. De qualquer forma, ter evitado a derrota mostra virtudes que não podem ser deixadas de lado. 
Dois times pressionados e um jogo ruim. fotos de Jonathan Domingos
  • Primeiro tempo equilibrado: Os primeiros 45 minutos tiveram poucas chances claras de gol. O Mixto manteve maior posse de bola, mas esbarrou na marcação alvinegra, parando em boas defesas do goleiro Victor Hugo que substituía o suspenso Sucuri. O placar foi para o intervalo em 0 a 0.
  • Segundo tempo movimentado: Logo no primeiro minuto da etapa final, o lateral-direito Índio abriu o placar para o Mixto após receber um passe de calcanhar do atacante Gabriel Justino, que havia acabado de entrar. Depois disto, meio que empurrado pelo Ceilândia, meio que buscando garantir o placar, o  Mixto cedeu espaço para o Gato Preto.
  • Empate nos acréscimos: Quando a vitória do time mato-grossense parecia certa, o Ceilândia pressionou. Após uma bola alçada na área por Marcelinho e uma falha da defesa alvinegra, Fábio Guilherme (Fabinho) marcou e deixou tudo igual aos 47 minutos.
Fabinho comemora. Empate no final garantiu 3o lugar. fotos de Jonathan Domingos
Situação no campeonato e próximos confrontos
Com o resultado de 1 a 1, os dois clubes fecharam o grupo com 12 pontos.
  • Ceilândia: Avançou na 3ª colocação do grupo e enfrentará o Luverdense na próxima fase.
  • Mixto: Classificou-se na 4ª colocação e terá pela frente o Gama-DF no primeiro mata-mata. O jogo de ida será em Cuiabá e a volta ocorrerá no Distrito Federal.

Time da reação e a dura matemática da classificação: Ceilândia 1 x 1 Goiatuba

Ceilândia e Goiatuba fizeram um grande jogo.

O empate no último minuto garantiu um ponto vital para o Ceilândia, mas a emoção do final não apaga a realidade: deixamos a decisão da vaga para a derradeira rodada da Série D. Como torcedores, sentimos o alívio pulsar, mas a razão exige uma análise mais fria do nosso momento.

Sandy por pouco empatou no primeiro tempo: importante.

As vaias no intervalo e os protestos contra o presidente e o técnico são reações naturais de uma torcida apaixonada que se sente frustrada. As criticas da torcida a Ari e Adelson é pelo conjunto das frustrações de 2026. Ainda que o time tenha melhorado muito nos últimos 3 jogos,  a passionalidade  do torcedor é proporcional à expectativa gerada e não cumprida.

Cleiton fez outra boa partida, mas parte da torcida exigiu mais acerto no último passe.

No entanto, para entender com clareza o que aconteceu em campo, precisamos separar momentaneamente o coração da razão e reconhecer as reais dificuldades da partida. Primeiro: todos sabiam ou deveriam saber que seria um jogo dificil.

Marquinhos chegou um mílésimo atrasado.

O primeiro tempo foi inegavelmente complicado contra um Goiatuba que se mostrou um bom time e  conseguiu impor o seu jogo. Seria natural que eles impusessem seu ritmo em algum momento do jogo, mas é preciso pontuar racionalmente que nosso goleiro Sucuri quase não foi exigido nessa etapa inicial.

Savio fez outra boa partida, mas saiu lesionado.

O gol que sofremos foi merecido por parte deles, porém fruto de um acidente e da dinâmica do futebol e que deixaram a bola à feição para Daniel Costa abrir o placar. As críticas a Fabinho no lance são injustas. Eles tiveram a chance e fizeram. Logo em seguida, o Ceilândia teve a chance clara do empate com Sandy, mas desperdiçamos numa fantástica defesa do goleiro deles.

Yan foi importantíssimo na defesa e no ataque.

No segundo tempo, não podemos criticar a entrega e o suor da equipe. Faltou um futebol mais vistoso e organizado e mais inspiração, é verdade, mas os muitos erros cometidos foram gerados pela ansiedade e pelo nervosismo de jogar contra um adversário bem treinado, e não por falta de vontade.

Davi movimentou-se muito e deu trabalho ao Goiatuba.

Nesse cenário tenso, o futebol mostra suas nuances e o herói surge: aos 26 minutos, Sucuri operou um milagre ao salvar um gol certo de Julio Victor. Nosso goleiro foi providencial para nos manter vivos, embora, no calor do momento, tenha levado um cartão amarelo desnecessário logo depois e que pode transforma-lo de herói em vilão.

Davi deu azar na conclusão

Nos minutos finais, o time foi na base do coração, mas construiu uma jogada que fez jus à partida. No último lance, Cardoso ganhou do zagueiro e cruzou para Cabralzinho marcar um gol de empate que foi fruto de construção, consolidando a segunda assistência de Cardoso nos últimos dois jogos.

Defesa não comprometeu: deu azar no gol do Goiatuba.

Apesar da justiça no placar de ontem, as críticas mais duras da torcida a Ari e Adelson são pelo conjunto da obra e da temporada de 2026. A equipe iniciou a Série D de forma frouxa e arrogante, e não podemos ignorar que a boa fase do nosso rival Gama acabou subindo consideravelmente o sarrafo da nossa exigência.

Críticas a Cleiton parecem injustas: esteve em todos os lados do campo, ainda que o último passe não tenha saído.

Essa frustração nas arquibancadas é racionalmente compreensível quando avaliamos o orçamento da equipe. Com o investimento que o clube fez, não é aceitável que o Ceilândia chegue à rodada final lutando no sufoco por uma vaga num grupo onde quatro dos seis times avançam.

Ceilândia foi para o abafa no final.

Agora, a tabela é clara e fria: Capital e Goiatuba definiram o topo, enquanto Ceilândia, Mixto e União brigam pelas duas vagas restantes. Viajaremos a Cuiabá com a missão de não perder para o Mixto, o que nos garante a classificação, o terceiro lugar e evita o cruzamento imediato com o Gama na próxima fase.

Cabralzinho foi para a galera.

O grande perigo, no entanto, mora na combinação de resultados. Se o Capital perder para o União – já que o líder também joga por pontos para decidir o mando na terceira fase –, uma derrota nossa para o Mixto não nos colocará contra o Gama, mas sim nos deixará tragicamente eliminados da competição.

Gato Preto perde em Goiatuba e classificação começa a complicar

Ceilândia não jogou mal, mas não jogou bem. Se é que entendem…

O Ceilândia perdeu neste sábado em Goiatuba e está em último lugar no seu grupo da Série D 2026. Sabem o quê você diz quando não faltou disposição, não faltou luta, nem organização tática e ainda assim você saiu derrotado? Faltou futebol.


Não é preciso dizer muito. De nada adianta dizer que o time fez isso ou aquilo. O que importa é o número frio da tabela de classificação.

Ceilândia começou parecendo que iria vencer

De pouco adianta dizer que o Ceilândia não jogou mal, mas contraditoriamente também não jogou bem.

Maranhão errou muito no começo, depois se achou em campo

Se tivesse de haver um vencedor, esse vencedor seria o time do Goiatuba. O Goiatuba também não jogou mal, mas também não jogou bem, mas jogou melhor que o Ceilândia.

Robert lutou muito, se movimentou muito, mas o último passe não veio.

O Ceilândia deu a impressão que dominaria o jogo. Essa impressão não demorou 5 minutos. O Goiatuba equilibrou e se aproveitou do desequilibrio do meio de campo alvinegro.

Ceilândia lutou muito, mas obviamente faltou futebol

Quando o Goiatuba abriu o marcador aos 16 do primeiro tempo, já havia assustado a meta de Sucuri ao menos duas vezes. O Ceilândia assustara uma, com belo chute de Bosco e bela defesa do goleiro do Goiatuba.

Cabralzinho foi bem enquanto esteve em campo

Com a vantagem no marcador, o Goiatuba cedeu espaço ao Ceilândia. O Gato Preto, apesar de ter a bola, jamais criou oportunidade de gol. Clara então, nem pensar.

Ian deu trabalho, mas ainda falta o último passe.

Veio o segundo tempo e o Goiatuba sentou na vantagem. Aproveitava os espaços deixados pelo Ceilândia e perdeu ao menos duas boas oportunidades de aumentar. Numa dessas perdeu o chamado gol feito.

A segunda maior chance: zagueiro travou na hora.

O Ceilândia era valente.Com o jogo terminando, o Ceilândia foi para o tudo ou nada. Rondou a meta do Goiatuba, chegou a ficar perto de marcar, mas o zagueiro travou a conclusão de Davi, foto acima.

Danillo voltou e ofereceu perigo em duas faltas.

No final, o Ceilândia perdeu por 1 a 0. Alguns olharão para a tabela e dirão que não há motivo para desespero. Quem disser isso estará mentindo para si próprio.

Série D 2026

PosClubeJVEDGPGCSPts
1107211661023
210541137619
310334910-112
410262109112
5102351118-79
610127716-95

O Ceilândia precisa vencer os seus 4 próximos jogos para entrar na briga. Desses 4 jogos, 3 serão jogados em casa. Obrigação vencer em casa e recuperar o ponto perdido contra o Mixto. Se ficar 5 pontos atrás da classificação, repetirá o desespero do Candangão com a diferença de que, agora, está jogando melhor, mas os adversários são outros.

Ceilândia domina, esbarra no bloqueio do Mixto, tropeça no Abadião e agora vai a Goiatuba

Ceilândia e Mixto fizeram um jogo truncado: pior para o Ceilândia

O empate sem gols entre Ceilândia e Mixto no Estádio Abadião, na estreia da Série D, deixou um misto (com perdão do trocadilho) de esperança e decepção.

Ceilândia mostrou equilíbrio na transição:: pelo chão e pelo alto.

O pano de fundo principal do confronto foi a relação com as arquibancadas. O público, que decepcionou ao comparecer em pequeno número, saiu frustrado com o placar zerado, mas não inteiramente com a atuação do time.

Frank estreou: primeiro estrangeiro com a camisa do Ceilândia

Analiticamente, o Ceilândia fez o que se espera de um time na Série D. Sofreu muito pouco na defesa e controlou de perto as ações ofensivas do adversário.

Cardoso perdeu boas chances: história poderia ser outra.

Ao mesmo tempo, a equipe marcou presença constante no campo de ataque. O Gato Preto assumiu o protagonismo e deixou o Mixto visivelmente desconfortável ao longo de todo o jogo.

Ceilândia ameaçou o jogo inteiro, mas as chances claras foram poucas.

Contudo, espera-se eficiência, e o Ceilândia ficou devendo nesse quesito. A equipe criou poucas situações claras de gol e desperdiçou as raras oportunidades que conseguiu construir.

No primeiro tempo, o Mixto até assustou e acertou o travessão com Felipe Hulk. Mas o Ceilândia teve a melhor chance da etapa com Cardoso, que exigiu grande defesa do goleiro rival após jogada individual.

Arbitragem fraca, mas não comprometeu.

Na volta do intervalo, o domínio territorial candango se manteve, porém sem efetividade. Um exemplo claro dessa ineficiência ocorreu quando Robert tropeçou na hora exata de finalizar dentro da área, perdendo grande chance.

A melhor sequência ofensiva veio apenas no abafa da reta final. Marquinhos fez ótima jogada aos 35 minutos e Fabinho quase marcou de cabeça aos 46, mas ambos pararam na segurança do goleiro visitante.

Sucuri pouco trabalhou: Mixto não se expôs.

Por ser apenas o primeiro jogo, o bom futebol apresentado no controle da partida ainda precisa ser confirmado.

Neste momento inicial, é difícil dizer se o equilíbrio e a imposição foram totalmente construídos pelo Ceilândia ou facilitados pela postura mais organizada e reativa do Mixto.

Ceilândia ameaça, mas não faz.

Independentemente do desempenho, o resultado em casa foi, de fato, ruim. A Série D é de tiro curto e a margem para erro é mínima.

O próximo jogo em Goiatuba é um confronto direto por uma vaga. Ficar três pontos atrás do adversário ou mesmo cinco pontos atrás do Capital é algo extremamente perigoso neste início de competição.

Patrickão ameaça, mas não faz

Apesar disso, a torcida tem razões para acreditar que algo de bom foi construído nos últimos dias. O time tem totais condições de voltar de Goiatuba com um resultado positivo na bagagem.

A lição final, porém, é inegociável. O time precisa aliar futebol e resultado, porque futebol sem resultado tem pouca serventia na tabela de classificação.

 

Ceilândia e Mixto mostram como se joga a Série D: 1 a 1

Lucas Silva foi muito exigido

Vamos colocar as coisas tal qual elas são, ou foram: o Mixto conseguiu impor o seu ritmo de jogo e obrigou o Ceilândia a sofrer. Ponto, final.

Isso não significa que o Ceilândia estava morto no jogo, nem nunca esteve.  O jogo deste domingo foi o contrário do que vimos contra a Luverdense.

Valter Bala: perdeu uma chance, mas foi taticamente perfeito.

Do ponto de vista do torcedor, esperava-se que o Ceilândia impusesse seu ritmo de jogo, mas isso não aconteceu. O Mixto assumiu a iniciativa desde o início.

O Ceilândia tentou a todo o custo tomar a iniciativa da partida e isto tornou o jogo sensacional. O Mixto partia para cima como se não houvesse amanhã, o Ceilândia se defendia como se cada bola representasse a própria sobrevivência. Um jogão.

Bolt fez sua melhor partida e não merecia participação no gol do Mixto

O sofrimento do Gato Preto foi maior no primeiro tempo, quando o Mixto efetivamente teve as suas melhores oportunidades em bolas paradas. Numa destas, Giovane mandou no travessão de Sucuri.

Nando e Bolt deram muito trabalho. Para Nando faltou contundência, o que não faltou a Bolt

Em termos táticos, o Ceilândia sofria pelo lado esquerdo de defesa e deixava Everaldo sobrecarregado. O problema vinha pelo meio, nas costas de Tarta e piorava com os seguidos erros de passes na saída de bola.

Tarta correndo atrás do meio do Mixto: problema no primeiro tempo

Ainda no primeiro tempo, o Mixto mandou outra bola no travessão e Sucuri fez uma defesa difícil.

O Ceilândia não estava morto, já dissemos. Poderia ter aberto o marcador em ao menos 3 situações, duas delas claras: Na primeira, Valter Bala saiu cara a cara mas a bola chocou-se contra o corpo do goleiro. Depois, Romarinho dominou, mas não teve a felicidade de abrir o marcador. 

Lado esquerdo da defesa sofreu no primeiro tempo, mas Sucuri estava atento.

Veio o segundo tempo e o Mixto voltou com a mesma intensidade, mas não com as mesmas facilidades. Nesse contexto,  não teve as mesmas oportunidades do primeiro tempo, mas os erros na saída de bola do Ceilândia pareciam indicar o que viria acontecer.

Mixto entrava pelo meio no primeiro tempo. Ao fundo, Everaldo assiste a luta de Lucas e Euller.

Tal qual no primeiro tempo, o Ceilândia não estava morto. Havia mais espaços e a transição melhorou. O time chegava mais equilibrado ao ataque. Numa destas, jogada Everaldo, Valter Bala começaram a jogada que terminaria no semicírculo da grande área. Timbó serviu a Tarta (ou seria Lucas) que chutou. O goleiro rebateu e Romarinho fez Ceilândia 1 a 0 aos 12 do segundo tempo.

Maior parte da torcida não aprovou o uniforme dourado

Com o gol do Ceilândia o jogo não mudou. O Mixto continuava tendo a iniciativa e isto significa empurrar o Ceilândia para o campo de defesa, mas agora sem inspiração do primeiro tempo.

Quis o destino que aos 24, Bolt, que fez uma partida impecável (vejam Arquibancada do Gato Preto no Youtube durante a semana), não conseguisse dar um chutão como gostaria. A bola foi dominada por Edsobn Gabriel que bateu com rara felicidade. Um golaço e 1 a 1. 

Desta vez não tomamos gol pelo alto: Mingotti e Euller soberanos na aérea.

Após o gol, Adelson mexeu no time.  Bolt foi deslocado para a posição de Nando (que fez uma partida decente), colocou Cabralzinho, Regino e Paulinho. O Ceilândia melhorou e poderia ter marcado em excelente chute de Valter Bala ou na conclusão de Cabralzinho. 

Romarinho pega o rebote: O artilheiro não falha.

Ficou assim. Jogar fora é muito difícil. O ideal seria ter conquistado 4 pontos porque a briga não se limita à classificação. O Gato Preto conseguiu 2, mas ao menos os adversários diretos não diminuíram a distância.

Romarinho comemora: rumo aos 50

Resta a briga pelo primeiro lugar com Luverdense, que joga hoje, e Aparecidense. Gato Preto agora precisa vencer Aparecidense no próximo sábado de qualquer maneira sob pena de complicar a conquista do primeiro lugar.