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Gato Preto perde em Goiatuba e classificação começa a complicar

Ceilândia não jogou mal, mas não jogou bem. Se é que entendem…

O Ceilândia perdeu neste sábado em Goiatuba e está em último lugar no seu grupo da Série D 2026. Sabem o quê você diz quando não faltou disposição, não faltou luta, nem organização tática e ainda assim você saiu derrotado? Faltou futebol.


Não é preciso dizer muito. De nada adianta dizer que o time fez isso ou aquilo. O que importa é o número frio da tabela de classificação.

Ceilândia começou parecendo que iria vencer

De pouco adianta dizer que o Ceilândia não jogou mal, mas contraditoriamente também não jogou bem.

Maranhão errou muito no começo, depois se achou em campo

Se tivesse de haver um vencedor, esse vencedor seria o time do Goiatuba. O Goiatuba também não jogou mal, mas também não jogou bem, mas jogou melhor que o Ceilândia.

Robert lutou muito, se movimentou muito, mas o último passe não veio.

O Ceilândia deu a impressão que dominaria o jogo. Essa impressão não demorou 5 minutos. O Goiatuba equilibrou e se aproveitou do desequilibrio do meio de campo alvinegro.

Ceilândia lutou muito, mas obviamente faltou futebol

Quando o Goiatuba abriu o marcador aos 16 do primeiro tempo, já havia assustado a meta de Sucuri ao menos duas vezes. O Ceilândia assustara uma, com belo chute de Bosco e bela defesa do goleiro do Goiatuba.

Cabralzinho foi bem enquanto esteve em campo

Com a vantagem no marcador, o Goiatuba cedeu espaço ao Ceilândia. O Gato Preto, apesar de ter a bola, jamais criou oportunidade de gol. Clara então, nem pensar.

Ian deu trabalho, mas ainda falta o último passe.

Veio o segundo tempo e o Goiatuba sentou na vantagem. Aproveitava os espaços deixados pelo Ceilândia e perdeu ao menos duas boas oportunidades de aumentar. Numa dessas perdeu o chamado gol feito.

A segunda maior chance: zagueiro travou na hora.

O Ceilândia era valente.Com o jogo terminando, o Ceilândia foi para o tudo ou nada. Rondou a meta do Goiatuba, chegou a ficar perto de marcar, mas o zagueiro travou a conclusão de Davi, foto acima.

Danillo voltou e ofereceu perigo em duas faltas.

No final, o Ceilândia perdeu por 1 a 0. Alguns olharão para a tabela e dirão que não há motivo para desespero. Quem disser isso estará mentindo para si próprio.

Série D 2026

PosClubeJVEDGPGCSPts
121103214
211001013
320202202
410102201
5201123-11
6201101-11

O Ceilândia precisa vencer os seus 4 próximos jogos para entrar na briga. Desses 4 jogos, 3 serão jogados em casa. Obrigação vencer em casa e recuperar o ponto perdido contra o Mixto. Se ficar 5 pontos atrás da classificação, repetirá o desespero do Candangão com a diferença de que, agora, está jogando melhor, mas os adversários são outros.

Ceilândia domina, esbarra no bloqueio do Mixto, tropeça no Abadião e agora vai a Goiatuba

Ceilândia e Mixto fizeram um jogo truncado: pior para o Ceilândia

O empate sem gols entre Ceilândia e Mixto no Estádio Abadião, na estreia da Série D, deixou um misto (com perdão do trocadilho) de esperança e decepção.

Ceilândia mostrou equilíbrio na transição:: pelo chão e pelo alto.

O pano de fundo principal do confronto foi a relação com as arquibancadas. O público, que decepcionou ao comparecer em pequeno número, saiu frustrado com o placar zerado, mas não inteiramente com a atuação do time.

Frank estreou: primeiro estrangeiro com a camisa do Ceilândia

Analiticamente, o Ceilândia fez o que se espera de um time na Série D. Sofreu muito pouco na defesa e controlou de perto as ações ofensivas do adversário.

Cardoso perdeu boas chances: história poderia ser outra.

Ao mesmo tempo, a equipe marcou presença constante no campo de ataque. O Gato Preto assumiu o protagonismo e deixou o Mixto visivelmente desconfortável ao longo de todo o jogo.

Ceilândia ameaçou o jogo inteiro, mas as chances claras foram poucas.

Contudo, espera-se eficiência, e o Ceilândia ficou devendo nesse quesito. A equipe criou poucas situações claras de gol e desperdiçou as raras oportunidades que conseguiu construir.

No primeiro tempo, o Mixto até assustou e acertou o travessão com Felipe Hulk. Mas o Ceilândia teve a melhor chance da etapa com Cardoso, que exigiu grande defesa do goleiro rival após jogada individual.

Arbitragem fraca, mas não comprometeu.

Na volta do intervalo, o domínio territorial candango se manteve, porém sem efetividade. Um exemplo claro dessa ineficiência ocorreu quando Robert tropeçou na hora exata de finalizar dentro da área, perdendo grande chance.

A melhor sequência ofensiva veio apenas no abafa da reta final. Marquinhos fez ótima jogada aos 35 minutos e Fabinho quase marcou de cabeça aos 46, mas ambos pararam na segurança do goleiro visitante.

Sucuri pouco trabalhou: Mixto não se expôs.

Por ser apenas o primeiro jogo, o bom futebol apresentado no controle da partida ainda precisa ser confirmado.

Neste momento inicial, é difícil dizer se o equilíbrio e a imposição foram totalmente construídos pelo Ceilândia ou facilitados pela postura mais organizada e reativa do Mixto.

Ceilândia ameaça, mas não faz.

Independentemente do desempenho, o resultado em casa foi, de fato, ruim. A Série D é de tiro curto e a margem para erro é mínima.

O próximo jogo em Goiatuba é um confronto direto por uma vaga. Ficar três pontos atrás do adversário ou mesmo cinco pontos atrás do Capital é algo extremamente perigoso neste início de competição.

Patrickão ameaça, mas não faz

Apesar disso, a torcida tem razões para acreditar que algo de bom foi construído nos últimos dias. O time tem totais condições de voltar de Goiatuba com um resultado positivo na bagagem.

A lição final, porém, é inegociável. O time precisa aliar futebol e resultado, porque futebol sem resultado tem pouca serventia na tabela de classificação.

 

Ceilândia e Mixto mostram como se joga a Série D: 1 a 1

Lucas Silva foi muito exigido

Vamos colocar as coisas tal qual elas são, ou foram: o Mixto conseguiu impor o seu ritmo de jogo e obrigou o Ceilândia a sofrer. Ponto, final.

Isso não significa que o Ceilândia estava morto no jogo, nem nunca esteve.  O jogo deste domingo foi o contrário do que vimos contra a Luverdense.

Valter Bala: perdeu uma chance, mas foi taticamente perfeito.

Do ponto de vista do torcedor, esperava-se que o Ceilândia impusesse seu ritmo de jogo, mas isso não aconteceu. O Mixto assumiu a iniciativa desde o início.

O Ceilândia tentou a todo o custo tomar a iniciativa da partida e isto tornou o jogo sensacional. O Mixto partia para cima como se não houvesse amanhã, o Ceilândia se defendia como se cada bola representasse a própria sobrevivência. Um jogão.

Bolt fez sua melhor partida e não merecia participação no gol do Mixto

O sofrimento do Gato Preto foi maior no primeiro tempo, quando o Mixto efetivamente teve as suas melhores oportunidades em bolas paradas. Numa destas, Giovane mandou no travessão de Sucuri.

Nando e Bolt deram muito trabalho. Para Nando faltou contundência, o que não faltou a Bolt

Em termos táticos, o Ceilândia sofria pelo lado esquerdo de defesa e deixava Everaldo sobrecarregado. O problema vinha pelo meio, nas costas de Tarta e piorava com os seguidos erros de passes na saída de bola.

Tarta correndo atrás do meio do Mixto: problema no primeiro tempo

Ainda no primeiro tempo, o Mixto mandou outra bola no travessão e Sucuri fez uma defesa difícil.

O Ceilândia não estava morto, já dissemos. Poderia ter aberto o marcador em ao menos 3 situações, duas delas claras: Na primeira, Valter Bala saiu cara a cara mas a bola chocou-se contra o corpo do goleiro. Depois, Romarinho dominou, mas não teve a felicidade de abrir o marcador. 

Lado esquerdo da defesa sofreu no primeiro tempo, mas Sucuri estava atento.

Veio o segundo tempo e o Mixto voltou com a mesma intensidade, mas não com as mesmas facilidades. Nesse contexto,  não teve as mesmas oportunidades do primeiro tempo, mas os erros na saída de bola do Ceilândia pareciam indicar o que viria acontecer.

Mixto entrava pelo meio no primeiro tempo. Ao fundo, Everaldo assiste a luta de Lucas e Euller.

Tal qual no primeiro tempo, o Ceilândia não estava morto. Havia mais espaços e a transição melhorou. O time chegava mais equilibrado ao ataque. Numa destas, jogada Everaldo, Valter Bala começaram a jogada que terminaria no semicírculo da grande área. Timbó serviu a Tarta (ou seria Lucas) que chutou. O goleiro rebateu e Romarinho fez Ceilândia 1 a 0 aos 12 do segundo tempo.

Maior parte da torcida não aprovou o uniforme dourado

Com o gol do Ceilândia o jogo não mudou. O Mixto continuava tendo a iniciativa e isto significa empurrar o Ceilândia para o campo de defesa, mas agora sem inspiração do primeiro tempo.

Quis o destino que aos 24, Bolt, que fez uma partida impecável (vejam Arquibancada do Gato Preto no Youtube durante a semana), não conseguisse dar um chutão como gostaria. A bola foi dominada por Edsobn Gabriel que bateu com rara felicidade. Um golaço e 1 a 1. 

Desta vez não tomamos gol pelo alto: Mingotti e Euller soberanos na aérea.

Após o gol, Adelson mexeu no time.  Bolt foi deslocado para a posição de Nando (que fez uma partida decente), colocou Cabralzinho, Regino e Paulinho. O Ceilândia melhorou e poderia ter marcado em excelente chute de Valter Bala ou na conclusão de Cabralzinho. 

Romarinho pega o rebote: O artilheiro não falha.

Ficou assim. Jogar fora é muito difícil. O ideal seria ter conquistado 4 pontos porque a briga não se limita à classificação. O Gato Preto conseguiu 2, mas ao menos os adversários diretos não diminuíram a distância.

Romarinho comemora: rumo aos 50

Resta a briga pelo primeiro lugar com Luverdense, que joga hoje, e Aparecidense. Gato Preto agora precisa vencer Aparecidense no próximo sábado de qualquer maneira sob pena de complicar a conquista do primeiro lugar.