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Ceilândia volta à liderança com 3 a 0 sobre Porto Velho

Árbitro confuso, mas os bandeiras precisam ser estudados.

Todo jogo na Série D é difícil, mas você pode torná-lo fácil. Foi isso que aconteceu neste sábado no Abadião.

Lagoa ainda vai evoluir, mas comandou o primeiro tempo

Um gol logo aos 3 minutos, aliás um belo gol de Regino após jogada de Kennedy e Bolt, quebrou todo o planejamento do Porto Velho. 

Regino acerta o voleio: Ceilândia 1 a 0

O plano do Porto Velho, pelas dificuldades de transição do adversário, era esperar, mas isso foi por água abaixo.

Timbó: bem no primeiro tempo, omisso no segundo.

O fato é que o Porto Velho tentou subir desordenadamente e cedeu sucessivos contra-ataques ao Ceilândia que foi perdendo sucessivas oportunidades de gol. Aos 20, Timbó colocou Regino cara a cara com o goleiro e Ceilândia 2 a 0.

Regino comemora segundo gol do Ceilândia

O Ceilândia perdeu tantas oportunidades no primeiro tempo que chegou a dar medo. Não se pode perder tantos gols sem castigo. Acontece que o Porto Velho é um time limitado e o sistema defensivo do Ceilândia não errou.

Sistema defensivo não deu chance ao Porto Velho

Veio o segundo tempo e Adelson voltou com Tárta no lugar de Lagoa. O time afrouxou um pouco a marcação alta. Timbó já não recompunha a defesa como antes e o Ceilândia ficou espaçado.  O jogo perdeu em estrutura.

Kennedy comandou o lado direito: sempre importante

Claro, tudo poderia ter mudado se o gol de Bala, em bela jogada de Tárta, tivesse sido validado logo no começo. Revimos o lance da transmissão. Ninguém entendeu, mas o gol foi anulado.

Gol anulado de Bala: ninguém entendeu

O Porto Velho tentou, mas era um time sem inspiração. O Ceilândia continuou criando e perdendo oportunidades até que, já no apagar das luzes, Kennedy serviu Pablo que fez o terceiro. Resultado mais justo.

Pablo ainda não foi o Pablo que conhecemos, mas fez um gol

Com a derrota da Aparecidense para Luverdense por 3 a 1 e o empate do Capital com o Goiânia, 1 a 1, o Ceilândia voltou à liderança do Grupo.

Tárta, sem muito esforço: assistência no gol de Pablo.

No próximo final de semana o Ceilândia vai até Aparecida para enfrentar o time da casa. Será um jogo entre times com pretensões e são esses jogos que solidificam o caráter de um time.

O Perigo que vem de Porto Velho: hoje, 16h, no Abadião

Elias fez ao menos uma grande defesa no jogo de ida, mas Sucuri deve voltar.

O Ceilândia venceu em Porto Velho, mas deve esperar um jogo completamente diferente hoje.

Se Tárta não puder jogar, Lagoa deve seguir no time.

Se na capital rondoniense o time da casa se viu obrigado a sair para o jogo e dar espaço ao Ceilândia, hoje é de se esperar algo diferente.

Regino é dúvida, mas Valter Bala está à disposição.

O Porto Velho mostrou dificuldades em criar espaço afinal era ele quem tinha obrigação de sair para o jogo. Hoje, a responsabilidade se inverte,  o Ceilândia será obrigado a sair mais para o jogo. O problema alvinegro é não repetir os erros contra a Aparecidense e deixar espaços que foram fatais para as pretensões do Gato Preto.

Kennedy deu uma assistência, mas esteve sumido na maior parte do jogo de ida

Para o jogo de hoje o Ceilândia ainda tem muitos problemas no departamento médico. Sucuri e Tárta treinaram na quarta-feira. Pode ser que voltem.  Valter Bala já cumpriu a suspensão, treinou na quarta e está à disposição do técnico Adelson de Almeida.

Nando pode sair para a volta de Valter Bala

Romarinho, Regino e Cabralzinho não treinaram na quarta. Regino fez exames, assim como o atacante Édipo, que parece recuperado.

Cabralzinho continua lesionado, Timbó deve permanecer.

Se o Ceilândia tem problemas, o Porto Velho tem os retornos de Emerson e Carpa. Emerson é considerado o melhor jogador do time, mas não participou do primeiro jogo.

Jogo de hoje deve ser mais difícil que o jogo de ida

O Porto Velho também tem desfalques. Os defensores Rafael, Crystian e Mauricio, suspensos, não jogam hoje.

Ceilândia é eficiente e volta de Porto Velho com vitória: 2 a 0

Timbó bate para fazer Ceilândia 1 a 0.

O Gato Preto deu mais um grande passo rumo à classificação para a segunda fase da Serie D 2025. 

Jogando na tarde deste sábado em Porto Velho, o Ceilândia venceu os donos da casa por 2 a 0, dois gols de Timbó.

Adelson mandou a campo um time muito modificado, tanto por razões técnicas, disciplinares e físicas.

Quis o destino que Cabralzinho saísse lesionado para a entrada de Timbó. Timbó foi o herói do jogo.

Porto Vellho insistiu pelo alto, mas a defesa portou-se bem e deu sorte

O Porto Velho até que tentou tomar a iniciativa do jogo, mas o Ceilândia logo assumiu o comando do jogo.

Paulinho deu outra dinâmica ao lado direito

Aos 15, Paulinho fez bela jogada pela direita mas o seu cruzamento acabou no lado de esquerdo de ataque. Nando escorou para Timbó que tirou do zagueiro e bateu da entrada da área para fazer Ceilândia 1 a 0.

Lago e Lucas não deram chance ao Porto Velho

Depois do gol o Ceilândia voltou a repetir os mesmos erros do jogo contra a Aparecidense. A marcação do volante adversário era frouxa. O Porto Velho assumiu a iniciativa, mas sem inspiração.

Timbó comemora o segundo gol

O Porto Velho somente incomodou nos minutos finais do primeiro tempo. Meteu uma bola na trave e minuto depois perdeu um gol feito. O Ceilândia saiu no primeiro tempo com um lucro muito grande.

Regino deu muito trabalho para a defesa do Porto Velho

Veio o segundo tempo e o Porto Velho manteve a iniciativa. A rigor o Ceilândia não passava do meio de campo. Na primeira vez que passou, passou em jogada da qual todo o lado direito participou.  Timbó foi servido por Kennedy, dominou a bola e bateu da entrada da área para fazer 2 a 0.

Lucas e Everaldo: boa vitória

O Ceilândia fechou-se com a vantagem. O Porto Velho rondou a área alvinegra mas a defesa sempre esteve atenta. Na grande oportunidade adversária do segundo tempo, Elias fez grande defesa.

No final, Elias ainda fez defesa muito importante.

No final do jogo a partida perdeu em estrutura. No fundo, as melhores chances ainda foram do Ceilândia, mas o placar ficou em 2 a 0.

Agora  teremos o jogo de volta. O Ceilândia foi a 14 pontos e vai precisar vencer o Porto Velho novamente. Na sequência o Gato Preto terá confrontos diretos contra Aparecidense, Misto, Luverdense e Capital para decidir qual desses cinco será eliminado.

Ataque não faz, defesa falha e Ceilândia perde: 2 a 3 Aparecidense.

Romarinho vai perder esta oportunidade de gol: mudou a história do jogo.

Poucas vezes uma derrota foi tão controversa. Na arquibancada ouvíamos diferentes opiniões.  Havia diferentes opiniões, mas todos concordavam em uma coisa: Tudo seria diferente se Romarinho fizesse o gol que perdeu no primeiro minuto de jogo.

Ceilândia criou, mas quem não faz… leva

A primeira grande oportunidade ocorreu com cerca de um minuto de jogo.  No cruzamento de Bala, Romarinho ficou cara a cara com o gol e errou. Romarinho não costuma perder esse tipo de oportunidade.

Depois de Romarinho foi a vez de Sucuri errar: o dia começava ruim

Apesar do erro, o Ceilândia continuou com a iniciativa do jogo, mas apresentava problemas. Esse problema é talvez o mais controverso porque Valter Bala poderia ter decidido o jogo se posicionando para a bola longa. 

Isso, contudo, tinha um efeito colateral. O grande mérito de Bala até aqui foi desempenhar uma função tática defensiva muito importante e auxiliar na transição ofensiva pelo chão. Ontem, jogou diferente e isso isolou Timbó. Defensivamente o Ceilândia parecia jogar com 9.

Everaldo fez um gol, mas não escapou da ira de parte da torcida.

O problema é que o Ceilândia não fez e a Aparecidense foi se acomodando no jogo e começou a oferecer perigo com o posicionamento tático de David que deixou a lateral para começar as jogadas pelo meio (até explorando o buraco não coberto por Bala (principalmente este) e Timbó.

Foi justamente David quem começou a jogada do primeiro gol da Aparecidense. Mais uma vez, diagonal da esquerda de defesa do Ceilândia para a direita da defesa alvinegra (problema que vem ainda do Candangão). Mais uma vez no buraco existente entre Mingotti e Bolt. Moraes abriu o marcador para o visitante.

Euler no combate: o outro lado da defesa, o direito, foi todo trocado no segundo tempo.

O Ceilândia sequer teve tempo de se recompor. Aos 24, bola em profundidade e Kaio Nunes ganhou na corrida de Mingotti e a Aparecidense fez 2 a 0. Mingotti tem sofrido no x1 e não foi diferente dos jogos anteriores. 

O Ceilândia tentou reagir, mas a bola teimou em não entrar nos chutes de Romarinho e Kennedy. Para piorar, aos 40, novamente pela direita da defesa alvinegra, a Aparecidense fez 3 a 0 com Higor Leite.

Valter Bala perdeu boas oportunidades, criou outras, foi defensivamente nulo e ainda foi expulso.

Veio o segundo tempo e Adelson trocou todo o lado direito da problemática defesa do Ceilândia. Tirou Mingotti e Bolt e colocou Paulinho e Badhuga. No meio, tirou o criticado e sacrificado Timbó e colocou Cabralzinho. 

A verdade é que, seja porque a Aparecidense tenha sentado na vantagem, seja porque o Ceilândia melhorou, o fato é que aos 8 o Ceilândia diminuiu num belo chute de Everaldo. A Aparecidense questionou bastante a existência de impedimento no lance. 

Aparecidense congestionou a defesa, mas o pecado do Ceilândia foi permitir o contra-ataque

Sim, no momento do chute de Everaldo havia 2 jogadores do Ceilândia à frente da defesa da Aparecidense. De longe não é possível afirmar se tiveram participação no lance ou não. O árbitro tinha uma visão melhor que a do bandeira Marconi. 

O problema é que, a partir daquele momento, o bandeira ficou na defensiva e errou ao menos duas vezes em ataques do Ceilândia. Estávamos na linha nesses lances, até mais que o bandeira, e podemos afirmar com convicção.

Timbó e Bala: problema na defesa alvinegra começava aqui

Aos 20, Valter Bala completou o seu dia ruim sendo expulso num momento em que o Ceilândia parecia próximo do segundo gol. Tudo ficava mais difícil.

Nos minutos finais, o bandeira foi também muito criticado por não ver que o goleiro da Aparecidense teria defendido depois que a bola já ultrapassara a linha de gol. Do nosso posicionamento ficou a impressão que realmente a bola passara da linha de gol, mas não podemos afirmar categoricamente tal qual os torcedores que estavam na linha do gol.

Kennedy voltou, mas não adiantou.

Aos 51, o Ceilândia ainda diminuiu com Regino (deslocado para a posição de referência já que o Ceilândia não tinha e não tem um jogador com essas características). Não dava mais tempo: derrota sofrida em casa.

Agora o Ceilândia vai precisar recuperar os pontos perdidos fora de casa. O Gato Preto perdeu a invencibilidade,  a liderança  e ainda caiu para terceiro lugar no grupo.