Reforma que não sai

Musgos dão a impressão de falta de manutenção
Musgos dão a impressão de falta de manutenção
O Estádio Regional de Ceilândia melhorou muito nos últimos anos, particularmente com a última reforma, ocorrida nos anos de  2013 e 2014.
Apesar da melhoria, o Estádio ainda está longe do ideal. A prova disso é que, apesar da mão de tinta recebida nos últimos dias, a aparência do estádio não agrada, pela sensação da falta de manutenção.
Cores claras exigem mais cuidado (Gabriela Berrogain/G1)
Cores claras exigem mais cuidado (Gabriela Berrogain/G1)
 A reforma mais importante da história, contudo, continua a passos lentos. Primeiro foi a corrida em busca de recursos para permitir que o Estádio enfim viesse ser do tamanho e com a qualidade que Ceilândia merece.
Depois de muitas idas e vindas, o projeto foi aceito pela Caixa Econômica Federal em 2015.O Governo Federal se prontificou a investir R$ 2,9 milhões de reais, mas exigiu contrapartida do Distrito Federal na ordem de 473 mil reais.
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Abadião foi inaugurado em 1983, na vitória do CEC diante do Goiás por 2 x 1 com o maior público de sua história: 15 mil pessoas aproximadamente.
As novas obras preveem instalação de estrutura de arquibancadas oeste com  cabines de imprensa,  bares e banheiros. Está previsto o fechamento dos anéis norte e sul, com a construção de novos vestiários.
A rigor, o que se pretende é relativamente simples. Não obstante, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Serviços Públicos, que requereu ao IBRAM, ainda em outubro de 2015, a licença de instalação, não deu início às obras.

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