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Ceilândia busca empate com Mixto, classifica e pega Luverdense

Jogo Igual: fotos de Jonathan Domingos


O Ceilândia e
mpatou em 1 a 1 com o Mixto no último domingo, 7 de junho de 2026, no Estádio Dutrinha, em Cuiabá
.
O confronto foi válido pela 10ª e última rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série D. Com esse placar, ambas as equipes garantiram classificação para a fase de mata-mata da competição.

Os dois times dependeram muito da bola aérea. fotos de Jonathan Domingos
Como foi a partida? Bem, mais uma vez o Ceilândia fez uma partida apenas razoável mas agradou ao Presidente Ari de Almeida. De qualquer forma, ter evitado a derrota mostra virtudes que não podem ser deixadas de lado. 
Dois times pressionados e um jogo ruim. fotos de Jonathan Domingos
  • Primeiro tempo equilibrado: Os primeiros 45 minutos tiveram poucas chances claras de gol. O Mixto manteve maior posse de bola, mas esbarrou na marcação alvinegra, parando em boas defesas do goleiro Victor Hugo que substituía o suspenso Sucuri. O placar foi para o intervalo em 0 a 0.
  • Segundo tempo movimentado: Logo no primeiro minuto da etapa final, o lateral-direito Índio abriu o placar para o Mixto após receber um passe de calcanhar do atacante Gabriel Justino, que havia acabado de entrar. Depois disto, meio que empurrado pelo Ceilândia, meio que buscando garantir o placar, o  Mixto cedeu espaço para o Gato Preto.
  • Empate nos acréscimos: Quando a vitória do time mato-grossense parecia certa, o Ceilândia pressionou. Após uma bola alçada na área por Marcelinho e uma falha da defesa alvinegra, Fábio Guilherme (Fabinho) marcou e deixou tudo igual aos 47 minutos.
Fabinho comemora. Empate no final garantiu 3o lugar. fotos de Jonathan Domingos
Situação no campeonato e próximos confrontos
Com o resultado de 1 a 1, os dois clubes fecharam o grupo com 12 pontos.
  • Ceilândia: Avançou na 3ª colocação do grupo e enfrentará o Luverdense na próxima fase.
  • Mixto: Classificou-se na 4ª colocação e terá pela frente o Gama-DF no primeiro mata-mata. O jogo de ida será em Cuiabá e a volta ocorrerá no Distrito Federal.

Time da reação e a dura matemática da classificação: Ceilândia 1 x 1 Goiatuba

Ceilândia e Goiatuba fizeram um grande jogo.

O empate no último minuto garantiu um ponto vital para o Ceilândia, mas a emoção do final não apaga a realidade: deixamos a decisão da vaga para a derradeira rodada da Série D. Como torcedores, sentimos o alívio pulsar, mas a razão exige uma análise mais fria do nosso momento.

Sandy por pouco empatou no primeiro tempo: importante.

As vaias no intervalo e os protestos contra o presidente e o técnico são reações naturais de uma torcida apaixonada que se sente frustrada. As criticas da torcida a Ari e Adelson é pelo conjunto das frustrações de 2026. Ainda que o time tenha melhorado muito nos últimos 3 jogos,  a passionalidade  do torcedor é proporcional à expectativa gerada e não cumprida.

Cleiton fez outra boa partida, mas parte da torcida exigiu mais acerto no último passe.

No entanto, para entender com clareza o que aconteceu em campo, precisamos separar momentaneamente o coração da razão e reconhecer as reais dificuldades da partida. Primeiro: todos sabiam ou deveriam saber que seria um jogo dificil.

Marquinhos chegou um mílésimo atrasado.

O primeiro tempo foi inegavelmente complicado contra um Goiatuba que se mostrou um bom time e  conseguiu impor o seu jogo. Seria natural que eles impusessem seu ritmo em algum momento do jogo, mas é preciso pontuar racionalmente que nosso goleiro Sucuri quase não foi exigido nessa etapa inicial.

Savio fez outra boa partida, mas saiu lesionado.

O gol que sofremos foi merecido por parte deles, porém fruto de um acidente e da dinâmica do futebol e que deixaram a bola à feição para Daniel Costa abrir o placar. As críticas a Fabinho no lance são injustas. Eles tiveram a chance e fizeram. Logo em seguida, o Ceilândia teve a chance clara do empate com Sandy, mas desperdiçamos numa fantástica defesa do goleiro deles.

Yan foi importantíssimo na defesa e no ataque.

No segundo tempo, não podemos criticar a entrega e o suor da equipe. Faltou um futebol mais vistoso e organizado e mais inspiração, é verdade, mas os muitos erros cometidos foram gerados pela ansiedade e pelo nervosismo de jogar contra um adversário bem treinado, e não por falta de vontade.

Davi movimentou-se muito e deu trabalho ao Goiatuba.

Nesse cenário tenso, o futebol mostra suas nuances e o herói surge: aos 26 minutos, Sucuri operou um milagre ao salvar um gol certo de Julio Victor. Nosso goleiro foi providencial para nos manter vivos, embora, no calor do momento, tenha levado um cartão amarelo desnecessário logo depois e que pode transforma-lo de herói em vilão.

Davi deu azar na conclusão

Nos minutos finais, o time foi na base do coração, mas construiu uma jogada que fez jus à partida. No último lance, Cardoso ganhou do zagueiro e cruzou para Cabralzinho marcar um gol de empate que foi fruto de construção, consolidando a segunda assistência de Cardoso nos últimos dois jogos.

Defesa não comprometeu: deu azar no gol do Goiatuba.

Apesar da justiça no placar de ontem, as críticas mais duras da torcida a Ari e Adelson são pelo conjunto da obra e da temporada de 2026. A equipe iniciou a Série D de forma frouxa e arrogante, e não podemos ignorar que a boa fase do nosso rival Gama acabou subindo consideravelmente o sarrafo da nossa exigência.

Críticas a Cleiton parecem injustas: esteve em todos os lados do campo, ainda que o último passe não tenha saído.

Essa frustração nas arquibancadas é racionalmente compreensível quando avaliamos o orçamento da equipe. Com o investimento que o clube fez, não é aceitável que o Ceilândia chegue à rodada final lutando no sufoco por uma vaga num grupo onde quatro dos seis times avançam.

Ceilândia foi para o abafa no final.

Agora, a tabela é clara e fria: Capital e Goiatuba definiram o topo, enquanto Ceilândia, Mixto e União brigam pelas duas vagas restantes. Viajaremos a Cuiabá com a missão de não perder para o Mixto, o que nos garante a classificação, o terceiro lugar e evita o cruzamento imediato com o Gama na próxima fase.

Cabralzinho foi para a galera.

O grande perigo, no entanto, mora na combinação de resultados. Se o Capital perder para o União – já que o líder também joga por pontos para decidir o mando na terceira fase –, uma derrota nossa para o Mixto não nos colocará contra o Gama, mas sim nos deixará tragicamente eliminados da competição.

Ceilândia vence União de virada e volta ao G4: 3 a 2

Sucuri não foi muito exigido, mas fez ao menos uma boa defesa.

O Ceilândia foi ao Mato Grosso para mais uma decisão. O time que mostrara uma mudança de atitute contra o Capital e que saíra derrotado, desta vez viu a sorte mudar de lado.

Davi esteve discreto e pareceu ainda se adaptar ao novo esquema

Como se esperava, o União tomou a iniciativa do jogo. O Ceilândia não conseguiu equilibrar as ações desde o início como fizera contra o Capital. Isso trouxe muitas dúvidas sobre o nível de resiliência do time.

Vermudt e Alagoano estiveram bem: jogo difícil.

Para piorar, Magdiel lesionou-se logo no primeiro minuto, Danillo foi chamado. Magdiel insistiu apenas para ver que a lesão era grave o suficiente para tira-lo do jogo. Danillo seria um dos nomes do jogo.

Vigia foi um leão em campo. Na dividida, lesionou-se e preocupa.

Pressionado em seu campo de defesa, o Ceilândia conseguiu chegar ao ataque apenas aos 10 minutos e sofreu o gol do Rondonópolis no contra-ataque. Aos 11, Luiz Gabriel bateu de fora da área para vencer Sucuri.

Vigia comemora o empate…

Logo em seguida o coração do torcedor alvinegro bateu forte quando Danillo, na sua primeira intervenção, errou o tempo da bola e não cabeceou um lançamento. Danillo reconheceu o erro.

Atitude diferente: todo mundo chuta, até quem está fora.

Aos 18, a sorte sorriu para o Ceilândia. Cardoso, que faria boa partida e ganharia todas pela esquerda, avançou e cruzou para a área. A bola sobrou para Vigia que, na entrada da área, bateu colocado para fazer o gol do empate.

Danillo assustou no início: fora de ritmo ainda.

O primeiro tempo seguiu com o Rondonópolis tendo a iniciativa do jogo. O time da casa era melhor que o Ceilândia. O Gato Preto chegava esporadicamente, mas sem perigo. O Rondonópolis assustou em ao menos 3 oportunidades.

Cleiton talvez tenha feito sua melhor partida. Cabralzinho entrou e deu conta do trabalho.

Veio o segundo tempo e o Rondonópolis veio mudado. O Ceilândia também: perdera Vigia que foi muito homem numa dividida, mas levou a pior.

Cleiton fez outra boa partida, mas ainda falta ajuste fino.

O jogo ficou mais equilibrado. Aos 10, O União fez 2 a 1 num lance em que a bola parecia morta. Danillo não conseguiu recuperar a bola. Parecia e está claramente fora de ritmo. No rebote de Sucuri, Lucas Lourenço fez União 2 a 1.

Um Ceilândia com transição pelo meio: diferente.

Após o gol, o jogo que estava equilibrado ficou mais propenso para o Ceilândia. Cleiton aparecia nos dois lados do campo. Cardoso ganhava pela esquerda e Ian ganhava pela direita. O Ceilândia insistia.

Cardoso foi a válvula de desafogo. Cansou e Marquinhos deu sequencia.

Aos 18, Marquinhos entrou no lugar de Cardoso e manteve o padrão: ganhou todas pela esquerda. Henrique Cardoso entrou no lugar de Davi Araujo, com Sandy indo para referência. Depois, Cabralzinho entrou no lugar de Cleiton (um monstro em campo) e a movimentação continuou a mesma.

Savio foi eficiente e importante na organização defensiva.

Aos 39 do segundo tempo, o Ceilândia rondava a área do União mas não criava situação clara de gol Quis o destino que a estrela de Danillo brilhasse. Ele que parecia fora de ritmo, mas é sempre um perigo na bola parada. Danillo cobrou a falta sofrida por Henrique na cabeça de Sandy: Ceilândia 2 a 2.

Ian mais uma vez mostrou entrosamento com Cleiton

Sandy teve tempo para se vingar das provocações dos jogadores do União. Agora foi Sandy que os provocou.

Marquinhos entrou bem. Cardoso havia feito sua melhor partida.

O Ceilândia continuou melhor. Aos 47 do segundo tempo, no bate e rebate Danillo pressionada, recupera a bola e bate fora da área, forte e rasteiro para fazer o gol da virada: Ceilândia 3 a 2.

Sandy comemora empate e devolve provocação: Ceilândia viraria

Daí para a frente o Ceilândia passou a segurar a bola no campo de ataque. O União teve Andrey expulso e não teve mais como reagir.

Cleiton parece estar entrando no ritmo: importante.

Com o resultado o Ceilândia voltou ao terceiro lugar do grupo. A situação que antes era desesperadora agora se equilibra entre a alegria de poder garantir a classificação com vitória contra o Goiatuba e o desespero de ter de buscar a classificação em Cuiabá contra o Mixto.

Seguraram Sandy e ele ainda assim arrancou… foco!

Em casa o Ceilândia fez apenas 4 de 12 pontos possíveis. Um terrível aproveitamento. O time tem crescido e se fizer o dever de casa contra o Goiatuba torcerá para o União vencer o Mixto. Esse é o melhor resultado para o alvinegro na sua luta pelo terceiro lugar do grupo. Ficar em segundo é matematicamente possível, mas é pouco provável.

Danillo, Marquinhos, Sandy e Cabralzinho comemoram a virada.

Agora é torcer para que o time mantenha a pegada.

Cardoso e Sandy: jogo disputado

Ceilândia perde e torcida vai ao desespero: 1 x 2 Capital

Pedrinho e Vermudt: novidades no Ceilândia

O Ceilândia perdeu mais uma para o Capital. E, para o torcedor, é isso o que importa.

Mídias sociais: Pedem Adelson fora

O resultado explica — e de certo modo legitima — a campanha “Fora Adelson” iniciada nas redes sociais.

O torcedor de 2026 está cansado. Cansado das derrotas, cansado das promessas, cansado de se apegar a pequenas melhoras para passar por novas decepções.

Não há mais paciência para análises sofisticadas. O que se cobra é vitória.

Mas também seria intelectualmente desonesto ignorar o que aconteceu ontem dentro de campo, ignorar as mudanças no elenco e as mudanças táticas (ainda que as mudanças no final tenha retornado ao Ceilândia de antes).

A atuação do Ceilândia não foi ruim. O problema é este: comparado com o quê?

Pela primeira vez no ano, o Ceilândia mostrou atitude competitiva. Mostrou presença emocional no jogo. Havia senso de urgência.

O problema é que senso de urgência não é algo que deve ser servido de vez em quando. Senso de urgência é algo que deve existir sempre.

 

E a falta do senso de urgência teimou em aparecer. No lance do primeiro gol do jogo, a falta de senso de urgência apareceu com Fabinho.

Na bola invertida para a esquerda da defesa alvinegra, Fabinho poderia ter forçado o erro do atacante. Reduziu a passada e deixou ele dominar a bola. o Na sequencia, bola invertida para a direita de defesa do Ceilândia e novamente invertida para a esquerda da defesa do Gato Preto e o primeiro gol do jogo.

A torcida não perdoou Fabinho. Fabinho retrucou e passou a ser hostilizado.

O Ceilândia empatou em seguida com belo gol de Davi Araujo. Parecia que tudo havia mudado e . E isso ficou evidente na reação da arquibancada: o time saiu aplaudido no intervalo. Algo raro — talvez inimaginável — para quem acompanhou a temporada até aqui.

Fabinho sem senso de urgência: hostilizado pela torcida

Veio o segundo tempo. O jogo preso no meio-campo, mas o Capital passou a ter mais iniciativa e volume ofensivo. O Ceilândia praticamente não agrediu.

Muitas mudanças, inclusive táticas.

O Ceilândia não deu um chute sequer a gol no segundo tempo. Ainda assim, defensivamente, conseguiu durante muitos momentos controlar as ações do adversário e impedir chances realmente claras.

Jogo muito disputado.

Até os 41 minutos.

Marquinhos entrou no segundo tempo, mas o time tinha perdido consistência ofensiva.

Após sobra de escanteio, o estreante Ruan dominou na entrada da área e acertou um chute no ângulo, sem chances para Edmar Sucuri. Um golaço. Um lance de rara felicidade. O golpe definitivo numa torcida já emocionalmente esgotada.

Cleiton jogou bem e não deveria ter saído.

Nada disso muda o essencial: foi outra derrota. Mais uma. E contra o mesmo adversário.

Ian e Cleiton: bela dupla

O Ceilândia talvez tenha feito sua atuação mais competitiva de 2026. Talvez tenha mostrado, pela primeira vez no ano, atitude compatível com a camisa que veste. Mas, quando a confiança desaparece, comportamento não basta. Entrega não basta. Aplauso no intervalo não basta.

Cardoso e Sandy: jogo disputado

O placar de 2 a 1 amplia uma sequência amarga, reforça a sensação de impotência e consolida um incômodo difícil de negar: o Gato Preto virou freguês do Capital. Tão pior quanto: deixa o Ceilândia fora do G4 e na obrigação de vencer seus dois próximos jogos se quiser classificar.

Zero Senso Urgência Custa Caro ao Ceilândia: Operário 1×0

Ceilândia jamais havia perdido para o Operário: perdeu

A Torcida perdeu a paciência ontem e ofendeu o técnico Adelson de Almeida e o presidente Ari de Almeida. Alguns jogadores foram poupados do desastre deste sábado, mas isso não é suficiente: todos foram derrotados por 1 x 0 para o Operário. Todos perdem juntos, todos vencem juntos. A torcida também tem sua parte de culpa.  Perdemos mais uma vez.

Cabralzinho se esforça, deu passes de qualidade, mas é um jogador inseguro e torna o time inseguro

A derrota do Ceilândia, que garantiu a primeira vitória do Operário VG na Série D, escancara o principal problema da equipe candanga neste ano. O resultado doloroso é o retrato de um time que se porta de forma burocrática e passiva em campo, nos jogos e nos treinos.

Sucuri é capaz de defesas milagrosas e saídas bisonhas

A partida começou de forma equilibrada, com as duas equipes apresentando forte marcação e criando poucas chances claras nos minutos iniciais de jogo.

Marquinhos não sabe hora de prender, de segurar e soltar a bola (e ontem não pode reclamar de falta de apoio).

O Operário VG começou a assustar aos 24 minutos com Willian Anicete e, logo na sequência, exigiu uma grande defesa do goleiro Edmar Sucuri após um chute forte de Jeanderson.

Retrato de um time confuso: Sandy é um dos poucos que se salvam, mas se perde na bagunça

O Ceilândia chegou a pressionar e desperdiçou uma boa oportunidade aos 33 minutos, sendo punido pouco tempo depois. Aos 38, o Operário VG construiu uma excelente jogada com Augusto, terminando no gol de Gabriel Mineiro, que abriu o placar para os mato-grossenses.

A torcida respeita Frank, aqui no ataque.

Antes do intervalo, o time visitante ainda levou perigo com uma falta cobrada por Jeanderson. Na volta para o segundo tempo, o Ceilândia precisou adotar uma postura mais ofensiva e passou a controlar a posse de bola.

Frank dando combate no ataque. Ele e Henrique sofrem o jogo inteiro e uma hora o gol aconteceria

Pressionando em busca do empate durante os primeiros 10 minutos, a equipe candanga tentava criar, enquanto o adversário apostava nos contra-ataques. O Operário incomodava, o Ceilândia não tinha volume de jogo. Só aos 35 minutos, o camisa 8 Vigia conseguiu espaço e finalizou, mas o chute saiu fraco.

Ceilândia até chega, mas muito em bola parada.

O Ceilândia melhorou com as entradas de Vigia e Robert, a saída de Patrickão e o avanço de Sandy. Patrickão se esforça, a torcida gosta dele, mas obviamente o esquema de jogo não ajuda Patrickão, nem ele ao time. Ele não funciona neste time. Sandy é mais jogador e se adapta melhor no nosso ataque que Patrickão.

Alagoano é o parceiro de Frank: expostos o tempo todo.

A melhor oportunidade candanga foi repleta de drama: após cruzamento de Ian Carlos, Davi Araújo tentou uma bicicleta e parou em uma defesa decisiva do goleiro Guilherme Prezzi. No rebote, com a meta completamente livre, Fabinho desperdiçou a chance e mandou a bola para fora.

Ian entrou bem, mas o ataque não sobe apoiado. É pouco!

A postura mais incisiva no segundo tempo, no entanto, não esconde o fato de que o Gato Preto é um time sem o menor senso de urgência. A equipe soa arrogante ao iniciar os jogos. Em todo o jogo entra perdido em campo, sem compreender que qualquer lance pode definir a partida.

Ian saiu aplaudido pela torcida. Bom por um lado, mas a derrota é de todos.

É evidente que o time não funciona coletivamente, o que acaba tornando injustas as críticas da torcida a jogadores. O técnico Adelson e o elenco tentam e se esforçam, mas é nítido que falta sintonia no conjunto da obra. Jogadores e Comissão Técnica são ao mesmo tempo vítima e algozes. A torcida perdeu a paciência ontem.

Ian não fez contra o Capital e Ceilândia perdeu.

O desempenho durante as partidas é apenas um reflexo direto do que se vê no dia a dia, com treinamentos disputados sem a intensidade necessária. Para este atual elenco do Ceilândia, parece faltar o entendimento básico de que tanto o campo quanto os treinos devem ser respeitados como algo sagrado.

Vitória vem no último minuto: Ceilândia respira

Operário começou pressionando: defesa portou-se bem.

O Ceilândia conquistou importante vitória neste domingo ao vencer fora de casa o Operário de Mato Grosso.

Frank foi alvo de ofensas racistas, mas preferiu focar no jogo.

Não foi uma apresentação brilhante do Gato Preto, mas o importante foi resultado. É importante também contextualizar o jogo.

Sucuri fez sua melhor partida este ano: discreto e seguro.

Ceilândia e Operário foi disputado sob intenso calor em um campo com o gramado muito alto, fatores que favoreciam o time da casa.

Marquinhos perde cara a cara: nesta estava impedido.

O Gato Preto deve dificuldade para se ambientar principalmente ao gramado, que não favorecia o toque de bola.

Fabinho perde cara a cara: não pode perder esse tipo de gol.

O time da casa, melhor ambientado, tomou a iniciativa do jogo e rondou a área alvinegra. Não demorou e o Ceilândia teve as suas primeiras chances, ambas cara a cara com o goleiro adversário.

Bosco, livre, não alcança a bola… chance perdida

Essa foi a tônica do jogo. O Operário era um time voluntarioso, mas a última bola de qualidade inferior à última bola alvinegra.

Operário: muita disposição e gols perdidos.

Veio o segundo tempo e o jogo seguiu a mesma batida, com a diferença agora de que o goleiro alvinegro apareceu no jogo. Discreto e seguro, Edmar Sucuri foi peça importante.

O jogo mudou no final, com as substituições de lado a lado. O Operário ainda fazia força para jogar, chegou a criar boas chances e uma bola na trave e não fez.

Cabralzinho foi discreto, mas melhor que nos últimos jogos: pegando rítmo.

Sabia-se que a melhor qualidade técnica alvinegra não precisaria de tantas chances.

Isso se tornou realidade já nos acréscimos quando no bate e rebate dentro da área a bola sobrou para Sandy.

Sandy não perdoou e fez Ceilândia 1 a 0. Vitória importante.

Sandy bate para fazer gol da vitória.

Duas notas: a primeira para a arbitragem e seus critérios eminentemente em favor dos donos da casa. Já no primeiro tempo, o árbitro amarelou metade do time do Ceilândia.

A outra nota tem a ver com o incidente de ofensas racistas a Frank. O árbitro parou o jogo e o indivíduo teria sido identificado. O Ceilândia se colocou à disposição de Frank, mas ele optou por não registrar ocorrência. O presidente do Operário lamentou o ocorrido.

Sandy comemora com Marquinhos, Robert e Davi: vitória importante

Agora, no próximo fim de semana, os dois times voltam a se enfrentar. Para o Ceilândia é mais uma decisão.

É vencer e entrar de vez na briga por uma vaga no G2. Caso contrário, voltaremos ao mesmo lenga-lenga de antes. Melhor vencer.

Ceilândia perde chance e Capital não perdoa: 1 a 2


O Ceilândia foi derrotado pelo Capital por 2 a 1 na tarde deste sábado. Demoramos mais tempo para fazer a resenha porque precisamos nos recompor e entender melhor o que precisa ser feito.

Antes de qualquer coisa é preciso deixar claro: são tantos anos torcendo pelo Ceilândia e são tantos anos que lidamos com Ari, Almir e Adelson que se torna natural torcer para o Ceilândia e para o sucesso deles.

Sábado, ao final do jogo, estávamos arrasados por vários motivos. Os insultos de parte da torcida a Adelson podem soar natural, e soam natural na derrota, mas é preciso compreender algumas coisas.

O Ceilândia não jogou mal. É verdade que, na maior parte do tempo, o Capital tomou a iniciativa do jogo. O problema do Ceilândia foi o primeiro tempo, porque no segundo o jogo foi equilibrado e o Ceilândia poderia ter vencido se Ian tivesse mais sorte na conclusão.

No primeiro tempo, o Ceilândia demorou para se assentar no jogo e teve sorte (e competencia) para buscar o empate.

Sucuri há 5 jogos tem atuado bem e feito defesas importante, mas neste jogo voltou a fazer cera na hora errada. Naquele momento o Ceilândia já havia voltado para o jogo e, para piorar, tomou o gol em seguida. Foi o terceiro gol que o Ceilândia tomou após cera, pela segunda vez contra o Capital.

É chato ter de lembrar isto num momento em que Sucuri vem jogando bem, mas é necessário. Nem mesmo um atleta em boa fase tem direito de errar.

O primeiro tempo passou: Capital melhor e o Ceilândia empatou em jogada individual de Marquinhos.

Veio o segundo tempo e o jogo foi mais equilibrado. O Ceilândia perdeu chance clara com Ian. O Capital ameaçou o gol de Sucuri. O jogo seguia para o empate, mas a sorte sorriu para o Capital que fez 2 a 1.

O Ceilândia não merecia a derrota, mas obviamente a derrota não foi injusta. É o futebol.

No final, alguns gritos de time sem vergonha, palavras de ordem contra Adelson e criticas nas redes sociais.

A derrota não é desejada ou suportada, mas precisa ser encarada com certa normalidade. O que dói é ver o sofrimento de todos, o nosso também. O time tem jogado bem, mas os resultados teimam em não vir. Em 4 jogos, apenas uma vitória pesa.

Conversamos com o presidente. Ele disse que essa é hora de união e nenhuma medida drástica deve ser tomada.

A decisão é madura. Se algo precisa ser feito, esse algo é pontual. O elenco tem limitações. Não dá para trabalhar num contexto de terra arrasada. Adelson não desaprendeu e precisa vencer as limitações de seu elenco.

Adelson já fez isso antes e é questão de tempo que o faça novamente. O clima do elenco parece bom e decisões precisam ser tomadas. Não tomar decisão por impulso é também uma boa decisão.

Vitória suada do Gato Preto traz alívio e nos coloca provisoriamente no G4!

Davi tem sido importante, mas precisa jogar na área.

Os dois times entraram em campo pressionados pela falta de vitórias na competição, mas obviamente a pressão sobre o nosso Ceilândia era muito maior. Afinal, estávamos jogando em casa, no Abadião, e vínhamos de atuações até boas, ainda que não excepcionais, mas com resultados ruins que nos perseguiam desde o final de fevereiro.

Robert dá equilíbrio que Adelson precisa, mas não arrisca ou entra na área

O Ceilândia até começou a partida melhor que o adversário, tentando ditar o ritmo do jogo. No entanto, o time mostrou as mesmíssimas dificuldades dos jogos anteriores na hora de conseguir entrar com perigo na área do União Rondonópolis. O Ceilândia ainda precisa melhorar principalmente na mentalidade: o time precisa de senso de urgência e equilibrar esse senso com as necessidades do jogo.

Cardoso foi bem marcado: União congestionou o seu lado.

Ofensivamente, as peças não encaixavam: Davi Araújo saía muito da área para buscar a bola, enquanto Robert simplesmente não pisava na área. A nota boa ficou por conta da movimentação de Cabralzinho, que deu um toque de qualidade pelo lado esquerdo e ainda conseguiu construir uma boa superioridade numérica pelo meio.

Cabralzinho acrescenta qualidade e movimentação, mas time perde no x1

A fluidez do nosso ataque, no entanto, poderia ter sido muito melhor se o Robert não ficasse tão preso pela ponta direita. Curiosamente, foi uma inversão completa da sua conduta em campo no jogo contra o Goiatuba, quando ele havia ficado preso demais pelo lado esquerdo. Robert é importante no esquema: dá estabilidade ao meio, mas a estabilidade vem com um problema: ele não arrisca.

Marquinhos entrou no 2o tempo: aproveitou os espaços, mas ainda peca pelo individualismo

Apesar do nosso melhor começo, foi o União quem mais nos incomodou durante o primeiro tempo, obrigando o time a ficar alerta. Por nossa sorte, o goleiro Edmar Sucuri vive um excelente momento e está mostrando debaixo das traves uma segurança que antes não demonstrava.

União incomodou no 1o tempo, mas pouco chegou no 2o.

É verdade que o Ceilândia até chegou a assustar a meta do União no primeiro tempo, com uma finalização de Cardoso. Mas a facilidade com que a equipe mato-grossense chegava ao nosso ataque incomodava e muito a nossa torcida nas arquibancadas.

Banco do Ceilândia fez a diferença

No segundo tempo, o técnico Adelson de Almeida voltou com o time mudado e o desempenho melhorou. Não dá para dizer com certeza se essa melhora se deve apenas aos méritos das nossas substituições ou ao cansaço visível do União. O mais provável é que tenha sido um misto dos dois.

No lance do gol: goleiro do União chocou com companheiro.

Apesar da nítida melhora, o nosso Alvinegro continuava com dificuldade para criar uma situação realmente clara de gol. Felizmente, os defeitos críticos do primeiro tempo, em que ninguém do nosso time pisava na área do União, começaram a ceder aos poucos.

Cleyton bate para fazer Ceilândia 1 x 0 União Rondonópolis

O tempo foi passando e os espaços no campo foram finalmente surgindo. Restava ao Ceilândia saber aproveitar esses espaços, e foi aí que Adelson colocou Cleyton em campo, dando o toque de qualidade que a nossa equipe precisava.

O Ceilândia foi rondando a meta adversária até que, aos 37 minutos (marcado aos 77′ da partida), o alívio veio! Após uma cobrança de tiro livre lateral de Fabinho, a bola sobrou viva na área e Cleyton aproveitou o rebote para marcar o gol da nossa vitória!

Cleyton comemora com Yan

No lance do nosso suado gol, o goleiro Lúcio, do União, chocou-se contra o seu próprio colega de equipe (como mostra a foto ilustrativa acima). O União reclamou, mas nada havia a ser marcado.

Essa vitória por 1 a 0 traz um alívio momentâneo gigante, mas a luta continua. Nas duas próximas semanas, o Ceilândia precisa vencer o Capital e o Operário-MT, este último fora de casa, para nos firmarmos de vez no G4 e depois decidirmos a classificação contra esses mesmos times, mas com os mandos de campo invertidos.

Gato Preto perde em Goiatuba e classificação começa a complicar

Ceilândia não jogou mal, mas não jogou bem. Se é que entendem…

O Ceilândia perdeu neste sábado em Goiatuba e está em último lugar no seu grupo da Série D 2026. Sabem o quê você diz quando não faltou disposição, não faltou luta, nem organização tática e ainda assim você saiu derrotado? Faltou futebol.


Não é preciso dizer muito. De nada adianta dizer que o time fez isso ou aquilo. O que importa é o número frio da tabela de classificação.

Ceilândia começou parecendo que iria vencer

De pouco adianta dizer que o Ceilândia não jogou mal, mas contraditoriamente também não jogou bem.

Maranhão errou muito no começo, depois se achou em campo

Se tivesse de haver um vencedor, esse vencedor seria o time do Goiatuba. O Goiatuba também não jogou mal, mas também não jogou bem, mas jogou melhor que o Ceilândia.

Robert lutou muito, se movimentou muito, mas o último passe não veio.

O Ceilândia deu a impressão que dominaria o jogo. Essa impressão não demorou 5 minutos. O Goiatuba equilibrou e se aproveitou do desequilibrio do meio de campo alvinegro.

Ceilândia lutou muito, mas obviamente faltou futebol

Quando o Goiatuba abriu o marcador aos 16 do primeiro tempo, já havia assustado a meta de Sucuri ao menos duas vezes. O Ceilândia assustara uma, com belo chute de Bosco e bela defesa do goleiro do Goiatuba.

Cabralzinho foi bem enquanto esteve em campo

Com a vantagem no marcador, o Goiatuba cedeu espaço ao Ceilândia. O Gato Preto, apesar de ter a bola, jamais criou oportunidade de gol. Clara então, nem pensar.

Ian deu trabalho, mas ainda falta o último passe.

Veio o segundo tempo e o Goiatuba sentou na vantagem. Aproveitava os espaços deixados pelo Ceilândia e perdeu ao menos duas boas oportunidades de aumentar. Numa dessas perdeu o chamado gol feito.

A segunda maior chance: zagueiro travou na hora.

O Ceilândia era valente.Com o jogo terminando, o Ceilândia foi para o tudo ou nada. Rondou a meta do Goiatuba, chegou a ficar perto de marcar, mas o zagueiro travou a conclusão de Davi, foto acima.

Danillo voltou e ofereceu perigo em duas faltas.

No final, o Ceilândia perdeu por 1 a 0. Alguns olharão para a tabela e dirão que não há motivo para desespero. Quem disser isso estará mentindo para si próprio.

Série D 2026

PosClubeJVEDGPGCSPts
1107211661023
210541137619
310334910-112
410262109112
5102351118-79
610127716-95

O Ceilândia precisa vencer os seus 4 próximos jogos para entrar na briga. Desses 4 jogos, 3 serão jogados em casa. Obrigação vencer em casa e recuperar o ponto perdido contra o Mixto. Se ficar 5 pontos atrás da classificação, repetirá o desespero do Candangão com a diferença de que, agora, está jogando melhor, mas os adversários são outros.

Ceilândia domina, esbarra no bloqueio do Mixto, tropeça no Abadião e agora vai a Goiatuba

Ceilândia e Mixto fizeram um jogo truncado: pior para o Ceilândia

O empate sem gols entre Ceilândia e Mixto no Estádio Abadião, na estreia da Série D, deixou um misto (com perdão do trocadilho) de esperança e decepção.

Ceilândia mostrou equilíbrio na transição:: pelo chão e pelo alto.

O pano de fundo principal do confronto foi a relação com as arquibancadas. O público, que decepcionou ao comparecer em pequeno número, saiu frustrado com o placar zerado, mas não inteiramente com a atuação do time.

Frank estreou: primeiro estrangeiro com a camisa do Ceilândia

Analiticamente, o Ceilândia fez o que se espera de um time na Série D. Sofreu muito pouco na defesa e controlou de perto as ações ofensivas do adversário.

Cardoso perdeu boas chances: história poderia ser outra.

Ao mesmo tempo, a equipe marcou presença constante no campo de ataque. O Gato Preto assumiu o protagonismo e deixou o Mixto visivelmente desconfortável ao longo de todo o jogo.

Ceilândia ameaçou o jogo inteiro, mas as chances claras foram poucas.

Contudo, espera-se eficiência, e o Ceilândia ficou devendo nesse quesito. A equipe criou poucas situações claras de gol e desperdiçou as raras oportunidades que conseguiu construir.

No primeiro tempo, o Mixto até assustou e acertou o travessão com Felipe Hulk. Mas o Ceilândia teve a melhor chance da etapa com Cardoso, que exigiu grande defesa do goleiro rival após jogada individual.

Arbitragem fraca, mas não comprometeu.

Na volta do intervalo, o domínio territorial candango se manteve, porém sem efetividade. Um exemplo claro dessa ineficiência ocorreu quando Robert tropeçou na hora exata de finalizar dentro da área, perdendo grande chance.

A melhor sequência ofensiva veio apenas no abafa da reta final. Marquinhos fez ótima jogada aos 35 minutos e Fabinho quase marcou de cabeça aos 46, mas ambos pararam na segurança do goleiro visitante.

Sucuri pouco trabalhou: Mixto não se expôs.

Por ser apenas o primeiro jogo, o bom futebol apresentado no controle da partida ainda precisa ser confirmado.

Neste momento inicial, é difícil dizer se o equilíbrio e a imposição foram totalmente construídos pelo Ceilândia ou facilitados pela postura mais organizada e reativa do Mixto.

Ceilândia ameaça, mas não faz.

Independentemente do desempenho, o resultado em casa foi, de fato, ruim. A Série D é de tiro curto e a margem para erro é mínima.

O próximo jogo em Goiatuba é um confronto direto por uma vaga. Ficar três pontos atrás do adversário ou mesmo cinco pontos atrás do Capital é algo extremamente perigoso neste início de competição.

Patrickão ameaça, mas não faz

Apesar disso, a torcida tem razões para acreditar que algo de bom foi construído nos últimos dias. O time tem totais condições de voltar de Goiatuba com um resultado positivo na bagagem.

A lição final, porém, é inegociável. O time precisa aliar futebol e resultado, porque futebol sem resultado tem pouca serventia na tabela de classificação.

 

Ceilândia cai na semifinal. Venceu trabalho mais maduro: 1×2

Venceu o trabalho mais maduro numa tarde em que também houve agressões fora do estádio. O Ceilândia chegou nas semifinais na bacia das almas e ninguém é capaz de negar essa condição.

O time demorou muito a achar mostrar um futebol minimamente aceitável. E esse futebol começou a aparecer apenas a partir da oitava rodada. Se antes faltava futebol e sorte, isso começou a aparecer a partir dali.

O Ceilândia classificou-se para a semifinal diante do Gama. O Gama tem o melhor futebol do Distrito Federal no momento. Sabia-se que seria difícil, mas sabia-se que teria luta.

No primeiro jogo, o Ceilândia foi melhor no primeiro tempo. O time ainda não está maduro. Faz força para jogar, mas foi melhor.

No segundo tempo, o Gama foi melhor. Saiu na frente e o Ceilândia empatou. O Gato Preto mostrou futebol no primeiro tempo e contou com a sorte no segundo.

Chegamos ao jogo deste sábado. Foi um jogo diferente. O Gama postou-se diferente.

O Ceilândia de Adelson não é um time de posse de bola.Então é de se esperar que o adversário tenha a posse e que o Ceilândia tente contra-ataques rápidos. Compreendam: a estratégia do Gama não é muito diferente. Possui temperamentos e é mais madura.

Então, o Gama tinha a bola, mas Sucuri não trabalhava. Aliás: Sucuri não fez qualquer defesa importante no jogo inteiro, diferente do que fizera no jogo de ida.

O fato é que o Ceilândia rondava a meta alviverde e aos 23 saiu na frente, com Sandy, numa jogada que envolveu todo o ataque do Gato Preto.

O gol do Ceilândia não mudou o jogo. Quis o destino que o Gama tivesse a fortuna de empatar ainda no primeiro tempo. Um cruzamento que não deu certo passa por toda extensão da defesa alvinegra. Clemente, no segundo pau, volta para buscar a bola e arremessa inapelavelmente: 1 x1 (35minutos).

Veio o segundo tempo e o Ceilândia tentou empurrar o Gama para o campo de defesa. Não deu certo. Aos 7, num contra-ataque, Clemente foi lançado nas costas da defesa. Chutou mal, mas a bola sobrou para Ramon fazer Gama 2 a 1.

Daí para a frente, o Gama tratou de controlar o jogo. Jamais se expôs completamente e o Ceilândia jamais demonstrou que seria capaz de virar.

O resultado premiou o time com trabalho mais maduro. O Gama está na final.

O Ceilândia passa agora por um momento de definição: segue com o modelo e grupo atuais ou muda. Não dá para mudar tudo, mas obviamente algo precisa ser feito para mobilizar o grupo rumo a Série D.

Por fim uma nota sobre as agressões sofridas por torcedores do Ceilândia nas imediações do Bezerrão, tanto a organizada quanto torcedores comuns.

Temos uma ótima relação com torcedores do Gama. Espírito de porco existe em qualquer lugar, inclusive no meio da torcida alvinegra. Agora, uma coisa é certa: pessoas normais vão ao jogo para torcer para o seu time e desanimam com eventos dessa natureza.

Por vezes dá vontade de desistir de ir ao estádio por causa desses animais, mas incomoda mais ainda a total incompetência da Polícia Militar.

Presenciamos a atuação da PM antes dos eventos e vimos falta de comprometimento, organização e comando desde o momento em que no Estádio misturaram torcedores comuns à organizada.

A falta de organização e comando seguiu fora do estádio. Não havia um procedimento operacional a ser seguido para a segurança aproximada e menos ainda para a detecção antecipada de riscos ou controle de perímetro.

A atuação da PM parecia improvisada e sem comando: deu no que deu: torcedores comuns agredidos e ônibus da organizada apedrejado.

Ceilândia confirma evolução, mas decisão fica para o Bezerrão: 1×1

Ceilândia entra para mais uma decisão.

O Ceilândia não conseguiu vencer o Gama no jogo de ida da semifinal. O resultado de 1 a 1 deixa a decisão em aberto, mas este time mostrou que a torcida alvinegra pode sonhar.

Patrickão não consegue chegar na bola

O empate pode não ser o resultado dos sonhos alvinegros, mas foi o resultado possível. O Ceilândia não foi perfeito, mas fez a sua melhor apresentação no Candangão 2026.

Marquinhos deu trabalho, mas jogou isolado e abusou da jogada individual

O Gato Preto ainda é um time em construção, mas nos últimos 5 jogos tem dado mostras do que está por vir. Desde o jogo da fase de classificação o Gato Preto está em evolução e isto muda qualquer cenário.

Ceilândia teve a iniciativa no primeiro tempo, mas o Gama reagiu no segundo

O jogo de hoje comprovou essa evolução. Não se exige que o Ceilândia domine o adversário por 90 minutos. O que se exige é luta até o último minuto. Mais que isso: exige-se que o Ceilândia jamais seja uma presa fácil. Este Ceilândia não é uma presa fácil.

Robert fez boa partida e o Ceilândia sua melhor partida no campeonato.

No primeiro tempo, a iniciativa foi alvinegra. O Gama, salvo por um chute perigoso de fora da área, não incomodou a defesa de Sucuri. Apesar da iniciativa, o Ceilândia não criou situações claras de gol, mas ao menos mostrou que estava vivo no ataque.

A jogada com Marquinhos não é apoiada.

Veio o segundo tempo e o cenário do jogo mudou. O Ceilândia confundia velocidade com pressa, não segurava a bola no ataque. O Gama fazia o que faz de melhor: contra-atacava aproveitando os espaços.

Cardoso fez o gol do empate

O Gama era melhor. Foi aí que Sucuri fez o que sempre faz. Tentou ganhar tempo. Já dissemos aqui. Está errado.O adversário vê isso como uma prova que você está com medo. Era melhor ter dado um pití e chamado a atenção do time para o fato de que estava rifando a bola. Não fez.

Maranhão correu muito: substituído no final.

Tal qual vem acontecendo desde o ano passado, o Ceilândia toma gol logo após a cêra de Sucuri. A cêra pode te levar a acreditar que você pode mudar o rumo do jogo sem jogar. Você não muda o rumo do jogo sem jogar, sem mudar de atitude. O Adversário vê a cêra como sinal de fraqueza.

Sávio foi uma boa surpresa nestes últimos jogos

A cêra nada mudou porque o problema era estrutural. Sucuri não percebeu isso. Em seguida, lemente colocou os verdes em vantagem. O Ceilândia era valente, mas não conseguia jogar. Simples assim. A cêra não iria mudar. O que mudaria era postura. Cêra é para ganhar tempo, mas havia muito jogo por jogar.

Ceilândia reclamou pênalti: mas árbitro não dá a favor ou contra.

E, verdade seja dita: a cêra de Sucuri prejudicou, mas ele depois do gol sofrido salvou ao menos dois gols feitos. Isso não o isenta do erro anterior.

Ceilândia mostra grande evolução, mas não está pronto.

O tempo passou e Adelson esperou os 15 minutos finais para mexer. Tirou Patrickão e avançou Sandy. Idêntica solução funcionou ano passado. Esta solução funcionou no jogo de hoje.

Sandy foi para o ataque. Assistência no empate.

Patrickão pode ser um jogador útil, mas não é um jogador de transição pelo chão, nem pelo alto. É um jogador de área, de conclusão pelo chão ou pelo alto.

Fabio teve muito trabalho.

Com Sandy e com Vigia, o Ceilândia melhorou. Num desses lances, Cardoso pegou a bola no meio. A bola foi até Marquinhos, hoje execessivamente individualista. Marquinhos lançou na área. Sandy serviu Cardoso que empatou.

Cardoso e Robert comemoram o empate:

Após o empate, o Gama tratou de cozinhar o jogo. O Ceilândia parecia não saber o que fazer ou achava que era melhor decidir no Bezerrão. Em outras palavras: o Gama não queria, o Ceilândia não sabia o que fazer.

Decisão vai para o Bezerrão

A decisão vai para o Bezerrão. Um empate classifica o Gama. O Ceilândia somente se classifica se vencer o Gama. Em sã consciência ninguém duvida deste time. O Ceilândia está vivo.

Sucuri: para o bem e para o mal foi personagem do jogo.

O Clássico das Quebradas não é fácil. Nunca foi. Passamos anos sem perder para o Gama. Agora, já são 2 jogos sem vencer. Uma vitória significa vaga na final.

Torcida compareceu em massa, mas público anunciado foi inferior a 2.000 (?)

 

Uma última nota: o Abadião estava lotado. A torcida do Gama todos sabemos do que é capaz, mas pela primeira vez foi minoria num jogo com público. Ah! Diriam, com razão, que os ingressos não foram igualmente comercializados entre alviverdes e alvinegros. A questão é que, nos outros estádios eles sempre são merecidamente maioria, mas não no Abadião.

Virada mais fantástica da história do Ceilândia e classificação improvável: 3 a 2 nos amarelos

Cabralzinho dribla: Ceilândia tentava, mas não chegava.

Envergonhado, eu confesso que duvidei. Quando o Brasiliense fez 2 a 0 e o Ceilândia se esforçava, sempre teve luta, mas não conseguia jogar, eu duvidei. A dúvida cedeu à esperança no intervalo. Lembrei que quem tem Bosco tem um tesouro  e digitei uma mensagem para um amigo: Vamos virar… está tão ruim que vai dar bom.

Patrickão tenta, mas não chegava

Inacreditável é a palavra que pode expressar a façanha do Ceilândia. O Gato Preto está classificado para as semifinais do Candangão 2026 num jogo que teve o brilho de todos e, em particular, de Bosco, Vinicius Tanque e Cardoso. 

Cardoso não sabia, mas iria fazer história

O jogo de hoje foi uma representação do que foi o campeonato. O Ceilândia jamais encheu os olhos na competição, mas sempre teve luta e o Gato Preto mostrou algumas coisas apenas nos minutos finais.

Cardoso fez os 3 gols da virada

Hoje, o Gato Preto precisava vencer e torcer para que Capital ou Sobradinho não vencessem. O mais difícil era vencer.

Marquinhos correu, driblou, mas só não produziu.

Tudo tornou-se ainda mais difícil quando no primeiro minuto de jogo, Jean Pierre colocou o Brasiliense na frente. O Ceilândia sequer tivera chance de sentir o jogo.

Dizer o quê de Cardoso e seus 3 gols

Após o gol, o Ceilândia mostrou as mesmas dificuldades de sempre na transição. O Gato Preto jamais ameaçou perigosamente a meta amarela.

Cabralzinho tem a bola, mas o Ceilândia jogava distante e o Brasiliense não dava espaço

O que incomodava é que o Ceilândia era um time lutador, mas perdia para um time indolente. O Brasiliense parecia satisfeito com a pequena vantagem.

Barão não teve trabalho e no que teve deu conta do recado

Para piorar, o Brasiliense conseguiu fazer 2 a 0 numa falta cobrada por Tarta. A torcida sentia o mau momento e torcia para o primeiro tempo terminar.

Cardoso seria decisivo

Veio o segundo tempo e o Brasiliense deu campo para o Ceilãndia. O Gato Preto parecia lutava e lutava, mas faltava o último passe. O fato é que o Ceilândia era melhor.

Ceilândia não tinha espaços

O jogo parecia destinado a sacramentar a eliminação do Ceilândia. Tudo mudou quando a arbitragem anulou o gol do Brasiliense que mataria o jogo.

Sem espaços, Ceilândia sequer concluía ao gol amarelo

Adelson fez sua última substituição, tirando o cansado Marquinhos colocando Cebolinha.

Bosco: um monstro!

Foi com Cebolinha que o jogo começou a mudar. Aos 39, ele sozinho enfrentou 5 defensores do Brasiliense e, por sorte, a bola foi a escanteio. 

Ceilândia antes do jogo: sequer imaginava que faria história

Robert cobrou o  escanteio, a bola passou por todo mundo mas não passou por Cardoso que diminuiu. Foi  a segunda vez que  o Ceilândia chegou ao gol amarelo no segundo tempo. A primeira tinha sido com Cardoso aos 10.  

CArdoso comemora o primeiro gol.

Faltavam 5 minutos e esperança renascia. O Brasiliense sentiu o gol alvinegro e os espaços surgiram  e 2 minutos Vinicius Tanque deu um passe de cinema para Cardoso que bateu na saída  de Matheus Kayser para empatar o  jogo. 

Adelson desce para o intervalo com cara de poucos amigos

Naquele momento, o Ceilândia ainda precisava da improvável virada, já que o resultado de Gama e Capital permitia sonhar com a classificação.

Ceilândia fez história

O jogo ficou maluco. O Brasiliense sabia que se o Ceilândia virasse ele seria desclassificado.

Agora o ceilândia enfrenta o Gama

O clima no estádio ficou elétrico. O Brasiliense não foi criado na resistência e não sabia o que fazer. O Gato Preto, acostumado a sofrer sabia o que fazer.  Aos 48,  Vinicius Tanque, novamente ele, lançou Cardoso em profundidade. Cardoso driblou Matheus Kayser e fez  gol da  virada do Ceilândia. Incrível e para a história.

Sucuri sequer foi para o banco. Badhuga machucou e Sávio estreou.

O jogo terminou. O Ceilândia venceu por 3 a 2 mas o jogo entre Gama e Capital não terminara. Todos no Youtube para acompanhar.

4 longos minutos depois, termina no JK: o Ceilândia está classificado para as semifinais.

Ceilândia está classificado

Ao final, a classificação não deixa de ser merecida, afinal nunca faltou luta.

A vitória e a classificação não podem esconder as dificuldades do time, mas ninguém pode negar as suas virtudes.

Agora é mata-mata e mata-mata é outra história. Estamos felizes com a classificação, mas sabemos que podemos e precisamos jogar mais. Se alguém disser o contrário estará se enganando.

Copa do Brasil: Linda festa, muita luta e eliminação

Ultimos 3 jogos de Copa do Brasil decididos nos pênaltis: só uma vitória

A nossa torcida fez uma linda festa nas arquibancadas do Abadião, o time mostrou evolução em campo, mas, infelizmente, todos nós saímos do estádio decepcionados.

Torcida fez um bonita festa, viu time evoluir, mas perder classificação

O Ceilândia mostrou evolução nos últimos três jogos, isso é um fato inegável. No entanto, o duelo desta quarta-feira pela Copa do Brasil deixou claro que ainda não somos um time pronto e que muitos ajustes precisam ser feitos. Alguns jogadores parecem estar no nível desejado, mas outros talvez precisem ser repensados.

Jacuipense começou melhor, mas Ceilândia reagiu

Dissecando a partida, vimos um confronto de dois tempos bem distintos. Na etapa inicial, o Jacuipense tomou a bola para si, ditou o ritmo e encurralou a nossa equipe com vários escanteios e bolas alçadas na área.

Cleyton foi peça importante. Cansou no segundo tempo

Essa pressão baiana cobrou seu preço aos 34 minutos, quando sofremos o gol de Thiaguinho e ficamos em desvantagem no placar. O gol despertou a necessidade de o time atacar, mas acabamos esbarrando na nossa própria pressa e na falta de organização antes do intervalo.

Ceilândia demorou entrar no jogo, mas poderia ter saído na frente

Felizmente, o Gato Preto ressurgiu com outra postura na etapa final. O time voltou muito mais organizado para os últimos 45 minutos, chamou a responsabilidade, aumentou a posse de bola e passou a pressionar a defesa adversária.

Marquinhos comemora ao lado de Patrickão (Foto: Alan Rones).

A nossa insistência valeu a pena aos 18 minutos. Após um cruzamento perfeito de Paulinho, Marquinhos conseguiu se desvencilhar da marcação e mandou para o fundo das redes, empatando a partida para a festa alvinegra.

Patrickão correu muito, mas produziu pouco

Após o gol de empate, o jogo ficou mais aberto, mas o medo de errar fez as duas equipes acumularem cuidados defensivos, sem criar grandes oportunidades de gol. Sendo justo com o que as duas equipes apresentaram de melhor em cada tempo, o empate no tempo regulamentar acabou sendo o placar mais correto.

Infelizmente, a decisão foi para as penalidades máximas e a nossa eliminação foi extremamente dolorida. O time começou mal a série, o goleiro Marcelo defendeu duas de nossas cobranças, e a derrota por 4 a 1 na marca da cal encerrou nossa jornada no torneio nacional.

Paulinho teve sua chance e deu assistência do empate

Cair dessa maneira, lutando e buscando o empate, machuca o coração de qualquer torcedor. Contudo, o calendário do futebol é rápido e não permite tempo para abaixar a cabeça.

O Ceilândia não tem direito de ficar chorando o leite derramado porque no sábado tem mais uma decisão. Desta vez, precisa vencer o Brasiliense e torcer por uma combinação de resultados para se classificar. Pior, não terá direito a ter o apoio de sua torcida na casa dos amarelos.

Estão deixando a gente sonhar: Ceilândia 4 x 1 Paranoá

Bosco: melhor jogador em campo

A  missão do Ceilândia não era fácil. Continua não sendo fácil. Se antes era quase impossível, agora essa missão parece possível graças à vitória sobre o Paranoá na tarde deste sábado.

Gol de Cabralzinho aos 3 minutos: um sufoco a menos

Tudo começou a ficar menos complicado para o Ceilândia quando Cabralzinho, que voltava de lesão no posterior da coxa,  aproveitou o rebote e fez 1 a 0 para o Gato Preto logo aos 3 minutos.

Patrickão fica livre para fazer Ceilândia 2 a 0

O Ceilândia  não jogava um futebol vistoso, mas fazia o que se espera quando joga em casa: tinha a posse de bola, controlava as investidas do adversário e chegava à meta do Paranoá. 

Patrickão comemora seu quinto gol em 2026

Não demorou muito e em nova jogada da direita, onde estavam Cardoso e Paulinho, Patrickão fez Ceilândia 2 a  0. Aí aconteceu o quê já vimos diversas vezes neste Candangão.

Pequeno torcedor do Gato Preto comemora

O Ceilândia acomodou-se e permitiu que o Paranoá ficasse com a bola. Aos 39, num lance despretensioso, Marcello Rudá marcou pênalti para o Paranoá. Não foi pênalti! Quem está dizendo não é o torcedor. Quem disse foi o bandeirinha e quem estava do nosso lado viu que não foi pênalti. Marcello Rudá, mesmo mal colocado,  bateu no peito e apontou para a marca da cal. Rene Silva diminuiu.

Ceilândia teve bons momentos no jogo, algo incomum este ano

Veio o Segundo tempo e o Ceilândia veio melhor postado. O Paranoá até ensaiou um domínio, mas agora o jogo ficara de intermediária a intermediária. O Ceilândia não chegava com perigo, mas o Paranoá também não.

Temia-se um público ruim, mas o público surpreendeu positivamente

Aos 30, depois de negar ao Ceilândia pênaltis no estilo que marcara para o Paranoá, Marcello Rudá não teve outra opção: Fábio foi derrubado dentro da área. Marquinhos cobrou e fez Ceilândia 3 a 1. 

Vitor começou jogando no lugar de Sucuri: atuação tranquila

Adelson aproveitou e tirou Bosco, um gigante em campo, para a entrada de Sandy que precisa de ritmo de jogo. 

Sandy estreou pelo Ceilândia

No final, Marquinhos aproveitou um contra-ataque e deu números finais ao jogo: Ceilândia 4 a 1 Paranoá.

Marquinho faz seu primeiro gol com a camisa alvinegra

O placar é ao mesmo tempo realista, porque o Ceilândia é muito melhor que o Paranoá, mas não diz o que foi o jogo.  Para os mais puristas, ficará a dúvida se o placar diz mais sobre as virtudes do Ceilândia ou mais sobre as deficiências do Paranoá.

Marquinhos comemora

Não importa: o Ceilândia precisava da vitória e que Capital e Brasiliense empatassem para chegar com chances na última rodada. Capital e Brasiliense empataram em 2 a 2. 

Ceilândia está vivo

Agora o Ceilândia precisa vencer o Brasiliense no Serejão e torcer para o Capital não vencer o Gama. Se tudo isso acontecer, o Ceilândia se classifica para as semifinais.

Dois gols: Marquinhos artilheiro do dia

Antes, contudo, o Gato Preto tem jogo importante da Copa do Brasil, quando enfrenta a Jacuipense, quarta-feira, 20h, no Abadião, pela segunda fase da competição.

A semana será de muita tensão, mas o Gato Preto está vivo.