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Gato Preto perde em Goiatuba e classificação começa a complicar

Ceilândia não jogou mal, mas não jogou bem. Se é que entendem…

O Ceilândia perdeu neste sábado em Goiatuba e está em último lugar no seu grupo da Série D 2026. Sabem o quê você diz quando não faltou disposição, não faltou luta, nem organização tática e ainda assim você saiu derrotado? Faltou futebol.


Não é preciso dizer muito. De nada adianta dizer que o time fez isso ou aquilo. O que importa é o número frio da tabela de classificação.

Ceilândia começou parecendo que iria vencer

De pouco adianta dizer que o Ceilândia não jogou mal, mas contraditoriamente também não jogou bem.

Maranhão errou muito no começo, depois se achou em campo

Se tivesse de haver um vencedor, esse vencedor seria o time do Goiatuba. O Goiatuba também não jogou mal, mas também não jogou bem, mas jogou melhor que o Ceilândia.

Robert lutou muito, se movimentou muito, mas o último passe não veio.

O Ceilândia deu a impressão que dominaria o jogo. Essa impressão não demorou 5 minutos. O Goiatuba equilibrou e se aproveitou do desequilibrio do meio de campo alvinegro.

Ceilândia lutou muito, mas obviamente faltou futebol

Quando o Goiatuba abriu o marcador aos 16 do primeiro tempo, já havia assustado a meta de Sucuri ao menos duas vezes. O Ceilândia assustara uma, com belo chute de Bosco e bela defesa do goleiro do Goiatuba.

Cabralzinho foi bem enquanto esteve em campo

Com a vantagem no marcador, o Goiatuba cedeu espaço ao Ceilândia. O Gato Preto, apesar de ter a bola, jamais criou oportunidade de gol. Clara então, nem pensar.

Ian deu trabalho, mas ainda falta o último passe.

Veio o segundo tempo e o Goiatuba sentou na vantagem. Aproveitava os espaços deixados pelo Ceilândia e perdeu ao menos duas boas oportunidades de aumentar. Numa dessas perdeu o chamado gol feito.

A segunda maior chance: zagueiro travou na hora.

O Ceilândia era valente.Com o jogo terminando, o Ceilândia foi para o tudo ou nada. Rondou a meta do Goiatuba, chegou a ficar perto de marcar, mas o zagueiro travou a conclusão de Davi, foto acima.

Danillo voltou e ofereceu perigo em duas faltas.

No final, o Ceilândia perdeu por 1 a 0. Alguns olharão para a tabela e dirão que não há motivo para desespero. Quem disser isso estará mentindo para si próprio.

Série D 2026

PosClubeJVEDGPGCSPts
121103214
211001013
320202202
410102201
5201123-11
6201101-11

O Ceilândia precisa vencer os seus 4 próximos jogos para entrar na briga. Desses 4 jogos, 3 serão jogados em casa. Obrigação vencer em casa e recuperar o ponto perdido contra o Mixto. Se ficar 5 pontos atrás da classificação, repetirá o desespero do Candangão com a diferença de que, agora, está jogando melhor, mas os adversários são outros.

Ceilândia domina, esbarra no bloqueio do Mixto, tropeça no Abadião e agora vai a Goiatuba

Ceilândia e Mixto fizeram um jogo truncado: pior para o Ceilândia

O empate sem gols entre Ceilândia e Mixto no Estádio Abadião, na estreia da Série D, deixou um misto (com perdão do trocadilho) de esperança e decepção.

Ceilândia mostrou equilíbrio na transição:: pelo chão e pelo alto.

O pano de fundo principal do confronto foi a relação com as arquibancadas. O público, que decepcionou ao comparecer em pequeno número, saiu frustrado com o placar zerado, mas não inteiramente com a atuação do time.

Frank estreou: primeiro estrangeiro com a camisa do Ceilândia

Analiticamente, o Ceilândia fez o que se espera de um time na Série D. Sofreu muito pouco na defesa e controlou de perto as ações ofensivas do adversário.

Cardoso perdeu boas chances: história poderia ser outra.

Ao mesmo tempo, a equipe marcou presença constante no campo de ataque. O Gato Preto assumiu o protagonismo e deixou o Mixto visivelmente desconfortável ao longo de todo o jogo.

Ceilândia ameaçou o jogo inteiro, mas as chances claras foram poucas.

Contudo, espera-se eficiência, e o Ceilândia ficou devendo nesse quesito. A equipe criou poucas situações claras de gol e desperdiçou as raras oportunidades que conseguiu construir.

No primeiro tempo, o Mixto até assustou e acertou o travessão com Felipe Hulk. Mas o Ceilândia teve a melhor chance da etapa com Cardoso, que exigiu grande defesa do goleiro rival após jogada individual.

Arbitragem fraca, mas não comprometeu.

Na volta do intervalo, o domínio territorial candango se manteve, porém sem efetividade. Um exemplo claro dessa ineficiência ocorreu quando Robert tropeçou na hora exata de finalizar dentro da área, perdendo grande chance.

A melhor sequência ofensiva veio apenas no abafa da reta final. Marquinhos fez ótima jogada aos 35 minutos e Fabinho quase marcou de cabeça aos 46, mas ambos pararam na segurança do goleiro visitante.

Sucuri pouco trabalhou: Mixto não se expôs.

Por ser apenas o primeiro jogo, o bom futebol apresentado no controle da partida ainda precisa ser confirmado.

Neste momento inicial, é difícil dizer se o equilíbrio e a imposição foram totalmente construídos pelo Ceilândia ou facilitados pela postura mais organizada e reativa do Mixto.

Ceilândia ameaça, mas não faz.

Independentemente do desempenho, o resultado em casa foi, de fato, ruim. A Série D é de tiro curto e a margem para erro é mínima.

O próximo jogo em Goiatuba é um confronto direto por uma vaga. Ficar três pontos atrás do adversário ou mesmo cinco pontos atrás do Capital é algo extremamente perigoso neste início de competição.

Patrickão ameaça, mas não faz

Apesar disso, a torcida tem razões para acreditar que algo de bom foi construído nos últimos dias. O time tem totais condições de voltar de Goiatuba com um resultado positivo na bagagem.

A lição final, porém, é inegociável. O time precisa aliar futebol e resultado, porque futebol sem resultado tem pouca serventia na tabela de classificação.

 

Ceilândia cai na semifinal. Venceu trabalho mais maduro: 1×2

Venceu o trabalho mais maduro numa tarde em que também houve agressões fora do estádio. O Ceilândia chegou nas semifinais na bacia das almas e ninguém é capaz de negar essa condição.

O time demorou muito a achar mostrar um futebol minimamente aceitável. E esse futebol começou a aparecer apenas a partir da oitava rodada. Se antes faltava futebol e sorte, isso começou a aparecer a partir dali.

O Ceilândia classificou-se para a semifinal diante do Gama. O Gama tem o melhor futebol do Distrito Federal no momento. Sabia-se que seria difícil, mas sabia-se que teria luta.

No primeiro jogo, o Ceilândia foi melhor no primeiro tempo. O time ainda não está maduro. Faz força para jogar, mas foi melhor.

No segundo tempo, o Gama foi melhor. Saiu na frente e o Ceilândia empatou. O Gato Preto mostrou futebol no primeiro tempo e contou com a sorte no segundo.

Chegamos ao jogo deste sábado. Foi um jogo diferente. O Gama postou-se diferente.

O Ceilândia de Adelson não é um time de posse de bola.Então é de se esperar que o adversário tenha a posse e que o Ceilândia tente contra-ataques rápidos. Compreendam: a estratégia do Gama não é muito diferente. Possui temperamentos e é mais madura.

Então, o Gama tinha a bola, mas Sucuri não trabalhava. Aliás: Sucuri não fez qualquer defesa importante no jogo inteiro, diferente do que fizera no jogo de ida.

O fato é que o Ceilândia rondava a meta alviverde e aos 23 saiu na frente, com Sandy, numa jogada que envolveu todo o ataque do Gato Preto.

O gol do Ceilândia não mudou o jogo. Quis o destino que o Gama tivesse a fortuna de empatar ainda no primeiro tempo. Um cruzamento que não deu certo passa por toda extensão da defesa alvinegra. Clemente, no segundo pau, volta para buscar a bola e arremessa inapelavelmente: 1 x1 (35minutos).

Veio o segundo tempo e o Ceilândia tentou empurrar o Gama para o campo de defesa. Não deu certo. Aos 7, num contra-ataque, Clemente foi lançado nas costas da defesa. Chutou mal, mas a bola sobrou para Ramon fazer Gama 2 a 1.

Daí para a frente, o Gama tratou de controlar o jogo. Jamais se expôs completamente e o Ceilândia jamais demonstrou que seria capaz de virar.

O resultado premiou o time com trabalho mais maduro. O Gama está na final.

O Ceilândia passa agora por um momento de definição: segue com o modelo e grupo atuais ou muda. Não dá para mudar tudo, mas obviamente algo precisa ser feito para mobilizar o grupo rumo a Série D.

Por fim uma nota sobre as agressões sofridas por torcedores do Ceilândia nas imediações do Bezerrão, tanto a organizada quanto torcedores comuns.

Temos uma ótima relação com torcedores do Gama. Espírito de porco existe em qualquer lugar, inclusive no meio da torcida alvinegra. Agora, uma coisa é certa: pessoas normais vão ao jogo para torcer para o seu time e desanimam com eventos dessa natureza.

Por vezes dá vontade de desistir de ir ao estádio por causa desses animais, mas incomoda mais ainda a total incompetência da Polícia Militar.

Presenciamos a atuação da PM antes dos eventos e vimos falta de comprometimento, organização e comando desde o momento em que no Estádio misturaram torcedores comuns à organizada.

A falta de organização e comando seguiu fora do estádio. Não havia um procedimento operacional a ser seguido para a segurança aproximada e menos ainda para a detecção antecipada de riscos ou controle de perímetro.

A atuação da PM parecia improvisada e sem comando: deu no que deu: torcedores comuns agredidos e ônibus da organizada apedrejado.

Ceilândia confirma evolução, mas decisão fica para o Bezerrão: 1×1

Ceilândia entra para mais uma decisão.

O Ceilândia não conseguiu vencer o Gama no jogo de ida da semifinal. O resultado de 1 a 1 deixa a decisão em aberto, mas este time mostrou que a torcida alvinegra pode sonhar.

Patrickão não consegue chegar na bola

O empate pode não ser o resultado dos sonhos alvinegros, mas foi o resultado possível. O Ceilândia não foi perfeito, mas fez a sua melhor apresentação no Candangão 2026.

Marquinhos deu trabalho, mas jogou isolado e abusou da jogada individual

O Gato Preto ainda é um time em construção, mas nos últimos 5 jogos tem dado mostras do que está por vir. Desde o jogo da fase de classificação o Gato Preto está em evolução e isto muda qualquer cenário.

Ceilândia teve a iniciativa no primeiro tempo, mas o Gama reagiu no segundo

O jogo de hoje comprovou essa evolução. Não se exige que o Ceilândia domine o adversário por 90 minutos. O que se exige é luta até o último minuto. Mais que isso: exige-se que o Ceilândia jamais seja uma presa fácil. Este Ceilândia não é uma presa fácil.

Robert fez boa partida e o Ceilândia sua melhor partida no campeonato.

No primeiro tempo, a iniciativa foi alvinegra. O Gama, salvo por um chute perigoso de fora da área, não incomodou a defesa de Sucuri. Apesar da iniciativa, o Ceilândia não criou situações claras de gol, mas ao menos mostrou que estava vivo no ataque.

A jogada com Marquinhos não é apoiada.

Veio o segundo tempo e o cenário do jogo mudou. O Ceilândia confundia velocidade com pressa, não segurava a bola no ataque. O Gama fazia o que faz de melhor: contra-atacava aproveitando os espaços.

Cardoso fez o gol do empate

O Gama era melhor. Foi aí que Sucuri fez o que sempre faz. Tentou ganhar tempo. Já dissemos aqui. Está errado.O adversário vê isso como uma prova que você está com medo. Era melhor ter dado um pití e chamado a atenção do time para o fato de que estava rifando a bola. Não fez.

Maranhão correu muito: substituído no final.

Tal qual vem acontecendo desde o ano passado, o Ceilândia toma gol logo após a cêra de Sucuri. A cêra pode te levar a acreditar que você pode mudar o rumo do jogo sem jogar. Você não muda o rumo do jogo sem jogar, sem mudar de atitude. O Adversário vê a cêra como sinal de fraqueza.

Sávio foi uma boa surpresa nestes últimos jogos

A cêra nada mudou porque o problema era estrutural. Sucuri não percebeu isso. Em seguida, lemente colocou os verdes em vantagem. O Ceilândia era valente, mas não conseguia jogar. Simples assim. A cêra não iria mudar. O que mudaria era postura. Cêra é para ganhar tempo, mas havia muito jogo por jogar.

Ceilândia reclamou pênalti: mas árbitro não dá a favor ou contra.

E, verdade seja dita: a cêra de Sucuri prejudicou, mas ele depois do gol sofrido salvou ao menos dois gols feitos. Isso não o isenta do erro anterior.

Ceilândia mostra grande evolução, mas não está pronto.

O tempo passou e Adelson esperou os 15 minutos finais para mexer. Tirou Patrickão e avançou Sandy. Idêntica solução funcionou ano passado. Esta solução funcionou no jogo de hoje.

Sandy foi para o ataque. Assistência no empate.

Patrickão pode ser um jogador útil, mas não é um jogador de transição pelo chão, nem pelo alto. É um jogador de área, de conclusão pelo chão ou pelo alto.

Fabio teve muito trabalho.

Com Sandy e com Vigia, o Ceilândia melhorou. Num desses lances, Cardoso pegou a bola no meio. A bola foi até Marquinhos, hoje execessivamente individualista. Marquinhos lançou na área. Sandy serviu Cardoso que empatou.

Cardoso e Robert comemoram o empate:

Após o empate, o Gama tratou de cozinhar o jogo. O Ceilândia parecia não saber o que fazer ou achava que era melhor decidir no Bezerrão. Em outras palavras: o Gama não queria, o Ceilândia não sabia o que fazer.

Decisão vai para o Bezerrão

A decisão vai para o Bezerrão. Um empate classifica o Gama. O Ceilândia somente se classifica se vencer o Gama. Em sã consciência ninguém duvida deste time. O Ceilândia está vivo.

Sucuri: para o bem e para o mal foi personagem do jogo.

O Clássico das Quebradas não é fácil. Nunca foi. Passamos anos sem perder para o Gama. Agora, já são 2 jogos sem vencer. Uma vitória significa vaga na final.

Torcida compareceu em massa, mas público anunciado foi inferior a 2.000 (?)

 

Uma última nota: o Abadião estava lotado. A torcida do Gama todos sabemos do que é capaz, mas pela primeira vez foi minoria num jogo com público. Ah! Diriam, com razão, que os ingressos não foram igualmente comercializados entre alviverdes e alvinegros. A questão é que, nos outros estádios eles sempre são merecidamente maioria, mas não no Abadião.

Virada mais fantástica da história do Ceilândia e classificação improvável: 3 a 2 nos amarelos

Cabralzinho dribla: Ceilândia tentava, mas não chegava.

Envergonhado, eu confesso que duvidei. Quando o Brasiliense fez 2 a 0 e o Ceilândia se esforçava, sempre teve luta, mas não conseguia jogar, eu duvidei. A dúvida cedeu à esperança no intervalo. Lembrei que quem tem Bosco tem um tesouro  e digitei uma mensagem para um amigo: Vamos virar… está tão ruim que vai dar bom.

Patrickão tenta, mas não chegava

Inacreditável é a palavra que pode expressar a façanha do Ceilândia. O Gato Preto está classificado para as semifinais do Candangão 2026 num jogo que teve o brilho de todos e, em particular, de Bosco, Vinicius Tanque e Cardoso. 

Cardoso não sabia, mas iria fazer história

O jogo de hoje foi uma representação do que foi o campeonato. O Ceilândia jamais encheu os olhos na competição, mas sempre teve luta e o Gato Preto mostrou algumas coisas apenas nos minutos finais.

Cardoso fez os 3 gols da virada

Hoje, o Gato Preto precisava vencer e torcer para que Capital ou Sobradinho não vencessem. O mais difícil era vencer.

Marquinhos correu, driblou, mas só não produziu.

Tudo tornou-se ainda mais difícil quando no primeiro minuto de jogo, Jean Pierre colocou o Brasiliense na frente. O Ceilândia sequer tivera chance de sentir o jogo.

Dizer o quê de Cardoso e seus 3 gols

Após o gol, o Ceilândia mostrou as mesmas dificuldades de sempre na transição. O Gato Preto jamais ameaçou perigosamente a meta amarela.

Cabralzinho tem a bola, mas o Ceilândia jogava distante e o Brasiliense não dava espaço

O que incomodava é que o Ceilândia era um time lutador, mas perdia para um time indolente. O Brasiliense parecia satisfeito com a pequena vantagem.

Barão não teve trabalho e no que teve deu conta do recado

Para piorar, o Brasiliense conseguiu fazer 2 a 0 numa falta cobrada por Tarta. A torcida sentia o mau momento e torcia para o primeiro tempo terminar.

Cardoso seria decisivo

Veio o segundo tempo e o Brasiliense deu campo para o Ceilãndia. O Gato Preto parecia lutava e lutava, mas faltava o último passe. O fato é que o Ceilândia era melhor.

Ceilândia não tinha espaços

O jogo parecia destinado a sacramentar a eliminação do Ceilândia. Tudo mudou quando a arbitragem anulou o gol do Brasiliense que mataria o jogo.

Sem espaços, Ceilândia sequer concluía ao gol amarelo

Adelson fez sua última substituição, tirando o cansado Marquinhos colocando Cebolinha.

Bosco: um monstro!

Foi com Cebolinha que o jogo começou a mudar. Aos 39, ele sozinho enfrentou 5 defensores do Brasiliense e, por sorte, a bola foi a escanteio. 

Ceilândia antes do jogo: sequer imaginava que faria história

Robert cobrou o  escanteio, a bola passou por todo mundo mas não passou por Cardoso que diminuiu. Foi  a segunda vez que  o Ceilândia chegou ao gol amarelo no segundo tempo. A primeira tinha sido com Cardoso aos 10.  

CArdoso comemora o primeiro gol.

Faltavam 5 minutos e esperança renascia. O Brasiliense sentiu o gol alvinegro e os espaços surgiram  e 2 minutos Vinicius Tanque deu um passe de cinema para Cardoso que bateu na saída  de Matheus Kayser para empatar o  jogo. 

Adelson desce para o intervalo com cara de poucos amigos

Naquele momento, o Ceilândia ainda precisava da improvável virada, já que o resultado de Gama e Capital permitia sonhar com a classificação.

Ceilândia fez história

O jogo ficou maluco. O Brasiliense sabia que se o Ceilândia virasse ele seria desclassificado.

Agora o ceilândia enfrenta o Gama

O clima no estádio ficou elétrico. O Brasiliense não foi criado na resistência e não sabia o que fazer. O Gato Preto, acostumado a sofrer sabia o que fazer.  Aos 48,  Vinicius Tanque, novamente ele, lançou Cardoso em profundidade. Cardoso driblou Matheus Kayser e fez  gol da  virada do Ceilândia. Incrível e para a história.

Sucuri sequer foi para o banco. Badhuga machucou e Sávio estreou.

O jogo terminou. O Ceilândia venceu por 3 a 2 mas o jogo entre Gama e Capital não terminara. Todos no Youtube para acompanhar.

4 longos minutos depois, termina no JK: o Ceilândia está classificado para as semifinais.

Ceilândia está classificado

Ao final, a classificação não deixa de ser merecida, afinal nunca faltou luta.

A vitória e a classificação não podem esconder as dificuldades do time, mas ninguém pode negar as suas virtudes.

Agora é mata-mata e mata-mata é outra história. Estamos felizes com a classificação, mas sabemos que podemos e precisamos jogar mais. Se alguém disser o contrário estará se enganando.

Copa do Brasil: Linda festa, muita luta e eliminação

Ultimos 3 jogos de Copa do Brasil decididos nos pênaltis: só uma vitória

A nossa torcida fez uma linda festa nas arquibancadas do Abadião, o time mostrou evolução em campo, mas, infelizmente, todos nós saímos do estádio decepcionados.

Torcida fez um bonita festa, viu time evoluir, mas perder classificação

O Ceilândia mostrou evolução nos últimos três jogos, isso é um fato inegável. No entanto, o duelo desta quarta-feira pela Copa do Brasil deixou claro que ainda não somos um time pronto e que muitos ajustes precisam ser feitos. Alguns jogadores parecem estar no nível desejado, mas outros talvez precisem ser repensados.

Jacuipense começou melhor, mas Ceilândia reagiu

Dissecando a partida, vimos um confronto de dois tempos bem distintos. Na etapa inicial, o Jacuipense tomou a bola para si, ditou o ritmo e encurralou a nossa equipe com vários escanteios e bolas alçadas na área.

Cleyton foi peça importante. Cansou no segundo tempo

Essa pressão baiana cobrou seu preço aos 34 minutos, quando sofremos o gol de Thiaguinho e ficamos em desvantagem no placar. O gol despertou a necessidade de o time atacar, mas acabamos esbarrando na nossa própria pressa e na falta de organização antes do intervalo.

Ceilândia demorou entrar no jogo, mas poderia ter saído na frente

Felizmente, o Gato Preto ressurgiu com outra postura na etapa final. O time voltou muito mais organizado para os últimos 45 minutos, chamou a responsabilidade, aumentou a posse de bola e passou a pressionar a defesa adversária.

Marquinhos comemora ao lado de Patrickão (Foto: Alan Rones).

A nossa insistência valeu a pena aos 18 minutos. Após um cruzamento perfeito de Paulinho, Marquinhos conseguiu se desvencilhar da marcação e mandou para o fundo das redes, empatando a partida para a festa alvinegra.

Patrickão correu muito, mas produziu pouco

Após o gol de empate, o jogo ficou mais aberto, mas o medo de errar fez as duas equipes acumularem cuidados defensivos, sem criar grandes oportunidades de gol. Sendo justo com o que as duas equipes apresentaram de melhor em cada tempo, o empate no tempo regulamentar acabou sendo o placar mais correto.

Infelizmente, a decisão foi para as penalidades máximas e a nossa eliminação foi extremamente dolorida. O time começou mal a série, o goleiro Marcelo defendeu duas de nossas cobranças, e a derrota por 4 a 1 na marca da cal encerrou nossa jornada no torneio nacional.

Paulinho teve sua chance e deu assistência do empate

Cair dessa maneira, lutando e buscando o empate, machuca o coração de qualquer torcedor. Contudo, o calendário do futebol é rápido e não permite tempo para abaixar a cabeça.

O Ceilândia não tem direito de ficar chorando o leite derramado porque no sábado tem mais uma decisão. Desta vez, precisa vencer o Brasiliense e torcer por uma combinação de resultados para se classificar. Pior, não terá direito a ter o apoio de sua torcida na casa dos amarelos.

Estão deixando a gente sonhar: Ceilândia 4 x 1 Paranoá

Bosco: melhor jogador em campo

A  missão do Ceilândia não era fácil. Continua não sendo fácil. Se antes era quase impossível, agora essa missão parece possível graças à vitória sobre o Paranoá na tarde deste sábado.

Gol de Cabralzinho aos 3 minutos: um sufoco a menos

Tudo começou a ficar menos complicado para o Ceilândia quando Cabralzinho, que voltava de lesão no posterior da coxa,  aproveitou o rebote e fez 1 a 0 para o Gato Preto logo aos 3 minutos.

Patrickão fica livre para fazer Ceilândia 2 a 0

O Ceilândia  não jogava um futebol vistoso, mas fazia o que se espera quando joga em casa: tinha a posse de bola, controlava as investidas do adversário e chegava à meta do Paranoá. 

Patrickão comemora seu quinto gol em 2026

Não demorou muito e em nova jogada da direita, onde estavam Cardoso e Paulinho, Patrickão fez Ceilândia 2 a  0. Aí aconteceu o quê já vimos diversas vezes neste Candangão.

Pequeno torcedor do Gato Preto comemora

O Ceilândia acomodou-se e permitiu que o Paranoá ficasse com a bola. Aos 39, num lance despretensioso, Marcello Rudá marcou pênalti para o Paranoá. Não foi pênalti! Quem está dizendo não é o torcedor. Quem disse foi o bandeirinha e quem estava do nosso lado viu que não foi pênalti. Marcello Rudá, mesmo mal colocado,  bateu no peito e apontou para a marca da cal. Rene Silva diminuiu.

Ceilândia teve bons momentos no jogo, algo incomum este ano

Veio o Segundo tempo e o Ceilândia veio melhor postado. O Paranoá até ensaiou um domínio, mas agora o jogo ficara de intermediária a intermediária. O Ceilândia não chegava com perigo, mas o Paranoá também não.

Temia-se um público ruim, mas o público surpreendeu positivamente

Aos 30, depois de negar ao Ceilândia pênaltis no estilo que marcara para o Paranoá, Marcello Rudá não teve outra opção: Fábio foi derrubado dentro da área. Marquinhos cobrou e fez Ceilândia 3 a 1. 

Vitor começou jogando no lugar de Sucuri: atuação tranquila

Adelson aproveitou e tirou Bosco, um gigante em campo, para a entrada de Sandy que precisa de ritmo de jogo. 

Sandy estreou pelo Ceilândia

No final, Marquinhos aproveitou um contra-ataque e deu números finais ao jogo: Ceilândia 4 a 1 Paranoá.

Marquinho faz seu primeiro gol com a camisa alvinegra

O placar é ao mesmo tempo realista, porque o Ceilândia é muito melhor que o Paranoá, mas não diz o que foi o jogo.  Para os mais puristas, ficará a dúvida se o placar diz mais sobre as virtudes do Ceilândia ou mais sobre as deficiências do Paranoá.

Marquinhos comemora

Não importa: o Ceilândia precisava da vitória e que Capital e Brasiliense empatassem para chegar com chances na última rodada. Capital e Brasiliense empataram em 2 a 2. 

Ceilândia está vivo

Agora o Ceilândia precisa vencer o Brasiliense no Serejão e torcer para o Capital não vencer o Gama. Se tudo isso acontecer, o Ceilândia se classifica para as semifinais.

Dois gols: Marquinhos artilheiro do dia

Antes, contudo, o Gato Preto tem jogo importante da Copa do Brasil, quando enfrenta a Jacuipense, quarta-feira, 20h, no Abadião, pela segunda fase da competição.

A semana será de muita tensão, mas o Gato Preto está vivo.

Futebol veio tarde demais: Gama elimina (praticamente) o Ceilândia

Dois gols no final do primeiro tempo, mas o placar poderia ter sido mais elástico.

A esperança veio tarde demais no Bezerrão. Na derrota por 2 a 1 para o Gama, o torcedor viu o Ceilândia perder uma invencibilidade de 10 jogos diante do Gama. Uma invencibilidade construída em 5 anos sem derrota para seu rival. Viu também o Ceilândia ficar potencialmente eliminado do Candangão 2026.

Ceilândia escapou de um desastre no primeiro tempo e ficou por pouco da redenção no segundo.

Na noite desta quarta, o torcedor alvinegro, que compareceu em bom número no Bezerrão, viu  um time que acordou apenas quando o abismo já era visível. Não se sabe se por acomodação do adversário ou por méritos próprios, mas o fato é que o Ceilândia do segundo tempo esteve muito mais próximo do time que a torcida deseja.

Ceilândia insistiu em bolas longas e jogadas individuais

Foi um Ceilândia que finalmente trocou ataques com o adversário. A equipe, que havia sido inofensiva, passou a ter controle do jogo por alguns instantes, revezando-se no domínio da partida com o Gama e criando chances reais com Fabinho e Cardoso.

Vigia é um bom nome

Isso, no entanto, veio tarde. O jogo já estava 2 a 0 para o Gama, construído sobre um primeiro tempo desastroso onde a defesa se fechava em um 5-4-1 que não impedia a superioridade rival.

Ceilândia pouco chegou no primeiro tempo

Tudo isso pode parecer ilusório, como tudo parece ilusório nesta campanha de 2026. A reação na etapa final, culminando no gol de Cleyton, serviu mais para lamentar o tempo perdido do que para celebrar uma quase virada.

Cleyton comemora. Ceilândia está virtualmente eliminado

Se quisermos argumentar com o pior cenário, é só lembrar que no primeiro tempo, apesar de toda demonstração de vontade alvinegra, o Gama poderia ter feito não apenas 2, mas 3 ou 4 gols, tal era a facilidade com que penetravam nossa defesa e desperdiçavam chances cara a cara com Edmar Sucuri.

5 jogadores do Gama num curto espaço de campo: pressão.

O time visitante sequer logrou uma finalização na primeira etapa, assistindo passivamente ao rival abrir o placar e ampliar, com direito a provocação do ex-atacante Felipe Clemente à nossa torcida.

Tanque e Robert: atuações melhores que a do time anterior

Deve-se destacar que não falta vontade aos jogadores do Ceilândia, mas falta disposição para o sacrifício. A “cera”  no início do jogo evidenciou a falta de futebol, que só apareceu quando a corda já estava no pescoço.

Ceilândia teve oportunidades, como nesta com Cardoso.

Ontem, notamos que Vinicius Tanque, Vigia e Bosco não levam desaforo para casa e essa é uma mercadoria escassa no time. É preciso mais desse espírito, aliado à organização tática que faltou durante metade do confronto.

Esta também não entrou

A derrota deixa o Gato Preto em uma situação preocupante, na sexta colocação e secando rivais como Capital e Samambaia para não se complicar na briga pelo mata-mata.

Gol de Cleyton deu esperanças, mas o Ceilândia está fora

Agora, resta juntar pareparar-se  para o jogo contra o Paranoá no Abadião. A reação tardia provou que o time pode render mais, mas no Candangão, jogar apenas 45 minutos não é suficiente para quem veste essa camisa.

Tragédia no Abadião: Ceilândia foi goleado em casa

Organizada fez homenagem a Rodrigo Firmeza que morreu em acidente de trânsito

Incomoda que vem ano passa ano e o Ceilândia não sabe como enfrentar o Capital. Nesse contexto, o placar de 3×0 para o Capital estampou uma verdadeira tragédia no Abadião neste sábado. O que se viu em campo foi um Ceilândia irreconhecível, muito distante daquele time que não vinha jogando bem, jamais jogou neste campeonato, mas vinha embalado por três vitórias consecutivas.

Ceilândia com desfalques e improvisações

É verdade que o Gato Preto entrou em campo repleto de jogadores lesionados, o que forçou um time muito desfalcado e com algumas improvisações. Uma coisa é reconhecer os problemas. Outra coisa é ver que que o Ceilândia é um time sem alma. Ninguém se importa com desfalques: o que importa é o resultado. Você é tão bom quanto seu último resultado.

Não  se enganem: os jogadores correm, disputam as bolas e tudo o mais, mas fazem isso burocraticamente.  Ficam até chateados com a derrota, mas não ficam envergonhados. Parecem não se importar porque não precisam disto, amanhã estarão em outros times. Isso começa no gol alvinegro e sabe-se lá onde termina.

Capital partiu para intimidação e Ceilândia aceitou

Taticamente, o problema parece crônico e preocupante. O Ceilândia já vinha demonstrando enorme dificuldade para marcar adversários que se sentem confortáveis em fazer a transição de jogadas pelo chão, e o rival soube explorar essa deficiência. Foi assim contra o Brasília, foi pior contra o Real, foi ainda pior contra o Capital.

Até a intimidação, Ceilândia estava melhor

Para piorar a sensação de repetição, nos últimos quatro anos o time tomou várias goleadas do Capital. Parece que a equipe simplesmente não aprendeu como marcar os avanços, especialmente os de Eder Lima, que teve liberdade mais uma vez.

Patrickão não conseguiu jogar

Foi justamente Eder Lima quem começou a jogada do primeiro gol do Capital. A falha na marcação permitiu a construção do lance que terminou com Moisés Tobinha estufando a rede após o rebote da zaga.

Entusiasmo do Ceilândia acabou cedo.

Mas a derrota não foi apenas tática; foi também de postura. O Capital veio para o jogo como se fosse mais uma decisão e, logo nos primeiros minutos, partiu para cima para intimidar o Ceilândia fisicamente.

Sucuri foi mal mais uma vez. Defesa não foi bem, mas não foi a maior culpada

A partir daquele momento de imposição física, tudo mudou no confronto. O Ceilândia se deixou intimidar pela agressividade do adversário e, aos poucos, o Capital impôs o seu melhor futebol, dominando as ações com facilidade.

Eder Lima passeia na avenida Ceilândia

O segundo tempo confirmou o desastre com o Capital ampliando rapidamente. Deysinho marcou de cabeça após escanteio, e pouco depois, Alisson Mira fez o terceiro aproveitando um erro na saída de bola.

Taticamente o Ceilândia foi muito mal.

Para consolidar o vexame, nem o “gol de honra” o time conseguiu marcar. Cleyton desperdiçou um pênalti no final da partida, defendido pelo goleiro Luan, simbolizando a tarde desastrosa.

Este foi um jogo que envergonha o torcedor alvinegro, tanto pelo resultado elástico quanto pela forma apática como foi construído. A torcida sentiu o golpe e começou a deixar o estádio antes mesmo do apito final.

Cleyton entrou mostrou qualidade, mas perdeu pênalti

A partida demonstra claramente que o time se recusa a evoluir tática e mentalmente. Fica a impressão de que, enquanto alguns jogadores correm e lutam, outros obviamente não estão à altura do desafio e da responsabilidade de jogar no Ceilândia.

Agora, o time precisa juntar os cacos para tentar a recuperação fora de casa contra o Gama. Mas a lição que fica é que improvisação e falta de atitude cobram um preço alto, transformando a tarde de sábado em um pesadelo.

Não desiste nunca! Vitória na Raça: Gato Preto entra no G4!

 

Com contusão de Cleyton e Cabralzinho, Matheuzinho ganhou oportunidade. Cansou.

O Ceilândia venceu o Real Brasília na tarde deste sábado, no Abadião, conquistando um resultado fundamental para as pretensões do clube. Com essa vitória importantíssima, o time entra pela primeira vez no G4 do Candangão 2025.

Vigia foi peça importante: premiado com gol

Sabia-se desde o início que não seria um jogo fácil, pois o elenco sofre com muitas contusões. Sem Cabralzinho, Cleyton e Romário, o time entrou em campo precisando se superar na base da disposição.

Patrickão caiu no gosto da galera: 4 gols em 5 jogos.

Apesar da forte chuva que caiu sobre o estádio, o público presente foi muito bom. A torcida teve um papel crucial, apoiando um time que demonstrou, mais uma vez, que não desiste nunca diante das adversidades.

Bom público, mas poderia ser ainda melhor se não fosse a chuva.

Dentro de campo, o jogo teve muita transpiração e pouca inspiração, com o time dependendo das bolas longas. Mesmo assim, Patrickão mostrou oportunismo e abriu o placar aos 20 minutos de jogo.

Pedrinho saiu lesionado: mais um problema para Adelson

O gol fez o time recuar e dar a bola para o Real Brasília, o que deixou a torcida nervosa nas arquibancadas. Felizmente, a defesa alvinegra fez a sua parte e o goleiro Sucuri foi eficaz quando exigido.

Fabinho teve pouco apoio no ataque

As dificuldades aumentaram quando Pedrinho e Magdiel também se machucaram, juntando-se à lista de lesionados. O técnico Adelson precisou mexer, promovendo a estreia de Vermuth e adiantando Vigia para tentar segurar o resultado.

Pará entrou bem: problema tem sido a saída de bola do adversário.

O sofrimento durou até os minutos finais, com o time dependendo um pouco da sorte e da incompetência do adversário no último terço do campo. O jogo ficou arrastado, mas a luta dos jogadores manteve o placar favorável.

Ceilândia criou poucas chances e não poderia ter desperdiçado esta.

O alívio definitivo só veio nos acréscimos do segundo tempo. Em um contra-ataque puxado por Marquinhos, a bola chegou a Vigia, que marcou o segundo gol e garantiu a festa da torcida alvinegra.

Marquinhos recebeu de Edson e serviu Vigia: 2 a 0.

Agora, o foco se volta para uma sequência pesada contra Capital e Gama, adversários diretos na tabela. Enquanto nossos rivais diretos, como Brasiliense e Samambaia, terão jogos contra times que pontuaram pouco, nós teremos pedreiras pela frente.

Vigia comemora: resultado justo, mas o sofrimento foi desnecessário.

O Gato Preto nunca teve vida fácil e ninguém disse que teria agora. O torcedor pode ter a certeza de que, apesar das dificuldades que virão, vai ter muita luta dentro de campo.

Ceilândia 2×1 Brasília: Vitória do Alívio: Raça, Sofrimento e a Necessidade de Evoluir

Ceilândia venceu mais na força da qualidade individual do que da qualidade coletiva

O torcedor do Ceilândia respirou aliviado ao apito final, mas sai de campo com a pulga atrás da orelha. Ficamos felizes com o resultado, sem dúvida, mas preocupados com a forma como esse resultado foi conquistado. O que vimos em campo foi um time que lutou, mas que sofreu mais do que deveria contra um adversário que vinha de derrotas consecutivas. A vitória veio, mas o futebol vistoso ficou devendo.

Fabinho comemora primeiro gol: Ceilândia achou o gol

O jogo começou equilibrado, mas com pouca efetividade técnica. Vimos um início onde o Gato Preto tentou criar, com Fabinho cruzando para Marquinhos chegar atrasado e Henrique Vigia assustando em uma cobrança de falta. Mostramos vontade, mas a bola teimava em não rolar com a fluidez que a torcida espera. O time estava organizado, mas faltava aquele toque de criatividade para dominar de vez a partida.

Meio do Ceilândia: confuso defensivamente, ineficaz ofensivamente

A alegria veio aos 16 minutos, quando a conexão funcionou. Magdiel colocou a bola na área e Fabinho, de cabeça, abriu o placar para o alvinegro. Parecia que o jogo ficaria à nossa feição. Mais uma vez o time mostrou raça, disposição e organização, mas faltou mais futebol para segurar a vantagem e controlar o ímpeto do adversário, que logo começou a gostar do jogo.

Jogadores distantes uns dos outros: sobrava ligação direta

Não demorou para o castigo vir. Poucos minutos após o nosso gol, o Brasília empatou em uma jogada aérea onde Milla subiu para cabecear. Para piorar o cenário, perdemos nosso meia de criação, Cabralzinho, por lesão. A entrada de William Barão não surtiu o efeito desejado imediato; o time sentiu o golpe, perdeu a conexão com o ataque e viu o adversário crescer e pressionar até o fim do primeiro tempo.

Ceilândia jogava mal: Sucuri salva com os pés.

A volta para a segunda etapa manteve o tom de apreensão. O Ceilândia adotou uma postura cadenciada, talvez até demais, enquanto o Brasília chegava com perigo, obrigando Sucuri a trabalhar. A defesa alvinegra, liderada pelo nosso paredão, teve que se virar para conter as investidas aéreas e as bolas paradas venenosas do adversário. O torcedor na arquibancada sentia que algo precisava mudar.

Cabralzinho vítima de um time que coletivamente não foi bem: sozinho contra três

A mudança veio do banco. Adelson de Almeida, percebendo a dificuldade, recompôs o meio de campo com a entrada de Cleyton. O time ganhou um novo fôlego e começou a responder.

Foguete e Cleyton não foram brilhantes, mas foram decisivos.

Pedro Foguete, recebendo de Edson Reis, soltou uma bomba que quase nos colocou à frente novamente. O time não estava brilhante, mas mostrava que não aceitaria o empate passivamente.

Time não ajudou, mas Patrickão não estava em bom dia

A persistência foi premiada aos 30 minutos. Marquinhos, em uma bela jogada individual, encontrou Cleyton bem posicionado entre os zagueiros para cabecear e fazer o segundo gol. Foi o gol do alívio, da raça e da insistência. Mesmo com o Brasília pressionando nos minutos finais em busca de uma reação, conseguimos segurar o placar.

Ceilândia foi valente, mas faltava inspiração.

O resultado foi importantíssimo para as pretensões alvinegras, mas a classificação está longe de ser decidida. Somamos três pontos vitais que nos mantêm vivos na briga, mas não podemos nos iludir. O desempenho oscilou e, contra adversários mais qualificados, esses apagões podem custar caro. Precisamos de mais consistência durante os 90 minutos.

Ceilândia melhorou no final, achou a vitória e segue firme na luta

O Ceilândia pode não ter sido brilhante, mas ganhou uma posição na rodada. Agora, não há margem para erro. Sem gordura para queimar, o Ceilândia precisa vencer o Real neste sábado, às 16h, no Abadião, em casa, para entrar no G4. A tabela não perdoa e a matemática é simples: vencer ou vencer para continuar sonhando.

Vigia foi um leão, mas esperava-se mais do meio

O desafio é gigante, pois após o Real, teremos de consolidar essa posição nas rodadas seguintes, contra Capital e Gama. Fácil não é. Ninguém disse que seria fácil. Mas a torcida estará lá para empurrar. Ninguém pode se enganar: vai ser um leão por vez, a começar por sábado. Vamos lotar o Abadião e fazer a nossa parte, esperando que o futebol do time cresça na hora certa.

Ceilândia faz 3 a 0 na Aruc e volta à briga

Torcida ficou feliz: público bom para noite chuvosa

A terceira rodada do Candangão 2026 trouxe excelentes notícias para o torcedor do Ceilândia. Além da vitória em campo, a rodada foi muito favorável porque todos os adversários diretos perderam pontos, encurtando a distância do Gato Preto para os líderes da tabela.

Jogadores agradecem apoio: esse time busca jogar com a torcida

Nos outros jogos, vimos resultados surpreendentes e empates que ajudaram o alvinegro. O Paranoá venceu o Brasília, o Real superou o Capital, enquanto Brasiliense e Gama apenas empataram em seus jogos contra Sobradinho e Samambaia, respectivamente.

Magdiel comemora o seu gol: marcar cedo ajudou

O grande destaque, contudo, foi o triunfo do Ceilândia na noite desta quarta-feira (21). Debaixo de chuva e com um bom público no Abadião, o time conquistou sua primeira vitória no campeonato ao bater a Aruc por 3 a 0.

Ceilândia não foi brilhante, mas o resultado foi merecido.

O Ceilândia não é um time pronto. Por isso, o técnico Adelson de Almeida reformulou a equipe, apostando em um time mais veloz que sufocou o adversário desde o início. A estratégia funcionou rápido: aos nove minutos, após jogada de Marquinhos e ajeitada de Fabinho, Magdiel abriu o placar.

Defesa foi pouco exigida, mas instabilidade do time incomoda.

Apesar do domínio, o jogo teve seus momentos de tensão. A Aruc chegou a assustar quando Juninho acertou uma bomba no travessão após uma falha da defesa alvinegra, mostrando que o time passou por momentos de instabilidade na primeira etapa.

Aruc pecou pela pouca organização. Ceilândia não tem nada a ver com isso.

O cenário mudou completamente na volta para o segundo tempo, com o Ceilândia ligado no “220v”. Em menos de um minuto, Marquinhos serviu Patrikão, que ampliou o marcador, dando tranquilidade para a equipe e para a torcida.

Placar poderia ter sido mais elástico, mas Ceilândia ainda não é um time pronto

O centroavante Patrikão foi decisivo e fechou a conta aos 14 minutos. Aproveitando uma cobrança de falta de Magdiel, ele marcou seu segundo gol no jogo, isolando-se na artilharia do campeonato com 3 gols e garantindo a festa alvinegra.

Pedrinho entrou no lugar de Badhuga.

A vitória traz lições importantes: embora o time tenha sido muito superior tecnicamente à Aruc, a instabilidade apresentada no primeiro tempo preocupa e precisa diminuir para os confrontos contra equipes menos limitadas.

Magdiel faz o primeiro. Gol importante, vitória importante.

Como consequência direta do resultado, o Ceilândia subiu para o sexto lugar com quatro pontos. A equipe agora está apenas um ponto atrás do segundo colocado, embora a proximidade com a zona de rebaixamento ainda exija atenção total.

Magdiel comemora o seu gol: marcar cedo ajudou

Para manter a reação e buscar a segunda vitória consecutiva, a presença da torcida é fundamental. O próximo compromisso é neste domingo, às 17 horas, no Bezerrão, diante do Brasília. Vamos juntos apoiar o Gato Preto!

Ceilândia derrotado pelo Samambaia vê classificação mais difícil

Meio de campo do Ceilândia foi engolido pelo Samambaia tática e tecnicamente.

O Ceilândia visitou o Samambaia no estádio Serejão pela 2ª rodada do Candangão 2026. A equipe teve uma atuação difícil e acabou derrotada por 2 a 1. O time entrou em campo nervoso e cometeu muitas faltas no início.

Transição defesa para o ataque não funcionou
Samambaia foi mais futebol, Ceilândia equilibrou na raça.

As dificuldades do Ceilândia ficaram evidentes na criação de jogadas. O time viu o adversário dominar a posse de bola durante a maior parte do duelo. Mesmo quando chegava ao ataque, a equipe falhava no momento da conclusão.

Samambaia taticamente superior

A defesa do Gato Preto não suportou a pressão e sofreu um gol no final do primeiro tempo. A situação piorou no início da segunda etapa com um erro individual grosseiro. O zagueiro Badhuga falhou em um recuo de bola e permitiu o segundo gol rival.

Ceilândia não pode depender apenas de bola aérea

O time ainda tentou reagir e diminuiu o placar com um gol de Patrickão. Houve pressão final e chutes perigosos de Cabralzinho. Contudo, a defesa adversária prevaleceu e impediu o empate.

Sucuri já é alvo de críticas de parte da torcida

A torcida do Ceilândia enfrenta agora uma profunda decepção com o desempenho apresentado. Esperava-se um resultado positivo para consolidar a campanha, mas a realidade foi frustrante. A atuação irregular gerou desconfiança nas arquibancadas. 

Ceilândia falhou muito

A derrota coloca o Ceilândia em uma situação que beira o risível quanto às pretensões de título. O desempenho contra adversários diretos tem sido pífio. O time somou apenas um ponto nos duelos contra Sobradinho e Samambaia.

Patrickão fez o gol, mas não está livre de críticas

O risco de não classificação para as semifinais tornou-se real e imediato. A tabela mostra que o Ceilândia agora não depende apenas de si para avançar. A equipe precisará torcer por tropeços dos rivais para seguir viva na competição.

Não faltou disposição, mas faltou futebol

O próximo compromisso será contra o ARUC, no estádio Abadião. A vitória é obrigatória para tentar reverter o cenário negativo. A pressão sobre o elenco será imensa na próxima quarta-feira.

Sem margem para erro: Sob pressão, Ceilândia encara o organizado Samambaia

Em 2025, Ceilândia tropeçou em casa contra o Samambaia e perdeu vantagem nas semifinais

Os resultados do último sábado foram essencialmente ruins para o Ceilândia. As vitórias conquistadas pelo Sobradinho e pelo Capital trouxeram uma dose extra de pressão para a partida de hoje diante do Samambaia.

Adelson tem problemas: Ceilândia já perdeu gordura considerável ao empatar com Sobradinho

Para complicar, o Samambaia, se não é um time brilhante, é uma equipe organizada e deve dar muito trabalho para o Gato Preto. Será necessário ter muita calma e, acima de tudo, não errar durante o confronto.

Todos sabem que não vencer é sinal de crise

Ainda assim, a expectativa é de um bom resultado. O time é competitivo, treinou bem e carrega a responsabilidade de buscar a vitória.

Ponto positivo: time está querendo. Negativo: ainda busca soluções.

Por fim, vale lembrar que o campeonato é curto e a diferença entre os quatro principais favoritos e os concorrentes diretos não é grande. Tudo será decidido no detalhe, portanto, quem errar menos garantirá o avanço.

Ceilândia deixa dois pontos no Abadião: 1×1 Sobradinho

O empate em **1 a 1 entre Ceilândia e Sobradinho**, ocorrido no Abadião na abertura do Candangão 2026, oferece duas perspectivas distintas ao torcedor.

Se o olhar recair estritamente sobre a matemática da tabela, a conclusão é que o **resultado foi negativo**, pois o Gato Preto deixou dois pontos no que se pode chamar de “pote da desclassificação” logo na estreia. No entanto, uma análise que vá além do placar revela uma tese fundamental para o futuro da competição: **os jogadores demonstraram que “estão querendo” e compraram integralmente a proposta de jogo da equipe**.

Ceilândia perdeu boas oportunidades no primeiro tempo

Durante a maior parte do confronto, o Ceilândia foi superior e buscou ditar o ritmo da partida, enquanto o Sobradinho se limitava a erguer um “muro” defensivo e explorar erros de transição alvinegros.

Henrique Vigia foi boa surpresa

Essa postura ativa do Ceilândia evidencia um grupo engajado; jogadores como **Henrique Alagoano e Romário** foram vistos buscando soluções táticas para superar as dificuldades de articulação, um sinal claro de que o elenco está mentalmente conectado com o objetivo.

 

Cabralzinho nome do jogo, mas falhou no gol adversário.

 

O desenvolvimento do jogo ilustrou bem essa entrega, mesmo diante de percalços:
* **A falha e a redenção:** No primeiro tempo, um erro de Cabralzinho resultou na falta que gerou o gol de Pedrinho para o Sobradinho — lance em que o posicionamento do goleiro Sucuri também foi questionado. Contudo, a resposta veio logo no início da segunda etapa, quando o próprio **Cabralzinho se redimiu ao empatar o jogo** após um cruzamento preciso de Danillo Balla.
* **Dinâmicas de campo:** O lado direito, com Balla e Paulinho, mostrou-se a principal via de escape e criação. Em contrapartida, o lado esquerdo enfrentou dificuldades, com Marcelinho sendo muito acionado, mas carecendo de maior apoio de seus companheiros para produzir jogadas efetivas.
* **Pressão final:** Após as substituições feitas por Adelson, o time perdeu um pouco de consistência, mas retomou as rédeas nos minutos finais. O Ceilândia esteve a centímetros da vitória com uma finalização de Pedro Foguete salva pelo goleiro e uma **bola na trave de Edson Reis**.

 

Defesa esteve bem e não teve culpa no gol do Sobradinho

Embora o sentimento imediato seja de frustração pelos pontos perdidos em casa, a notícia de que o elenco está sintonizado e competitivo é, para além do placar, o fator mais relevante neste início de jornada. É sabido que, em um campeonato tão equilibrado, **não basta apenas a vontade; é preciso converter esse domínio em resultados práticos** para garantir a classificação. 

Ponto positivo: Romario e Alagoano buscam soluções.

 

O Ceilândia provou que tem um time forte, mas que ainda precisa de ajustes finos para que o entrosamento dê a “liga” necessária.

Com Paulinho e Balla, as melhores jogadas.

O próximo desafio contra o Samambaia será a oportunidade de validar essa disposição dos jogadores com três pontos na conta. Afinal, o Ceilândia demonstrou ser um **time competitivo e bem projetado que já começou a funcionar**; agora, resta apenas calibrar a precisão das engrenagens para que o esforço coletivo se transforme em vitórias consistentes.

Patrickão quase faz em jogada de Cabralzinho
Marcelinho foi muito acionado, mas precisava de apoio de Romario ou Cabralzinho
Sobradinho ergueu um muro na entrada da área.
Chances perdidas no primeiro tempo cobraram seu preço com o gol do Sobradinho
Adelson observa: boas e más notícias
Paulinho e Balla deram trabalho à defesa do Sobradinho
Pedro Foguete quase virou, mas o goleiro defendeu.
Bola de Edson Reis vai na trave…