Klécio comemora: muito cedo. Sofrimento continua

Sofrimento a vista!

Gilvan: importante na defesa e no ataque. Cansou no final
Gilvan: importante na defesa e no ataque. Cansou no final

Um jogo tenso do início ao fim. Sofrimento, de lado a lado, do início ao fim. Um gol anulado de cada lado. Nenhum gol ao final. A decisão do grupo B9 continua em aberto.

O Ceilândia veio até Aparecida de Goiânia neste sábado e empatou sem gols com a Aparecidense. Como se esperava, foi um jogaço. Como se espera, teremos mais sofrimento na volta.

Badhuga e Wallace tiveram que manter o foco o tempo todo: qualquer dúvida poderia ser fatal
Badhuga e Wallace tiveram que manter o foco o tempo todo: qualquer dúvida poderia ser fatal

Não houve tempo para estudos. Mal a partida começou, a  Aparecidense procurou encurralar o Ceilândia em seu próprio campo de defesa. Marcação alta, tentando marcar a saída de bola, a Aparecidense impôs dificuldades ao Ceilândia.

O Gato Preto suportou a pressão e aos poucos equilibrou a partida. Do equilíbrio ao domínio alvinegro foi um passo. O fato é que o jogou foi muito equilibrado no primeiro tempo. As chances foram poucas, de lado a lado.

Filipe Cirne voltou em um jogo decisivo
Filipe Cirne voltou em um jogo decisivo

A Aparecidense mostrou o mesmo de sempre: um time muito organizado, que joga e impede o adversário de jogar. No primeiro tempo abusou, como sempre, das faltas táticas sob o olhar complacente da arbitragem. Os dois vice-artilheiros da competição, Gilvan e Willian, foram particularmente visados.

Do lado do Ceilândia, um time frio, com qualidades individuais capaz de fazer a diferença. O Ceilândia teve a tranquilidade para sair da defesa para o ataque. Não obstante, foi incapaz de criar situações claras de gol. Na única que teve, a arbitragem desautorizou o gol marcado por Clécio.

Veio o segundo tempo e o jogo ficou mais aberto. O Ceilândia sofreu nos primeiros quinze minutos. A Aparecidense começava a armação de sua defesa. O Ceilândia parecia perdido. Faltava à Aparecidense a qualidade necessária ao último passe.

Formiga entrou no segundo tempo: ajudou a segurar a bola no ataque
Formiga entrou no segundo tempo: ajudou a segurar a bola no ataque

Com dificuldade na criação, a Aparecidense apelava para a bola aérea. O Ceilândia não conseguia jogar, mas teve ao menos dois contra-ataques perigosos.

O fato é que o jogo era tenso, equilibrado. A Aparecidense tinha a força, o Ceilândia tinha luta e um talento incapaz de fazer a diferença.

Klécio comemora: muito cedo. Sofrimento continua
Klécio comemora: muito cedo. Sofrimento continua

No final, empate sem gols. Até nos gols anulados os times foram iguais. No próximo sábado, a Aparecidense visitará o calor escaldante do Regional. Terá a vantagem de empate com gols. O Ceilândia precisará vencer.

A verdade é que o time da Aparecidense é um time montado à perfeição para o contra-ataque. O Ceilândia para sofrer… e vencer!!!

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