O Gigante acordou, mas não é imbatível

O gigante contra o Gato.
O gigante contra o Gato.

Para o Brasiliense é apenas mais um campeonato, para o Ceilândia pode ser o primeiro em sua longa jornada e um justo premio pelos bons resultados dos últimos dez anos. Ao final do jogo do sábado passado, as entrevistas deixaram claras duas coisas: A primeira é que o Brasiliense acordou. A segunda é a de que o hexacampeão não é imbatível.

As lições serão postas a prova no próximo sábado. Saberá o Brasiliense ter a paciência para chegar ao gol do Ceilândia, ou entrará de peito aberto acreditando na incapacidade do Gato em contra-atacar? Terá o Ceilândia a tranquilidade para jogar o jogo e aproveitar os erros do adversário ou ficará apenas se defendendo abdicando de atacar?

As respostas caberão principalmente aos treinadores. Terão eles aprendido as lições que a partida de sábado ensinou? Saberão controlar a ansiedade de seus atletas e canalizar a energia adequadamente? O jogo será decidido, acima de tudo, mentalmente. Quem for mentalmente mais forte vencerá. Ã? um jogo em que a experiência pode e vai fazer a diferença.

Roberto Fernandes já ensaiou as suas respostas. Para ele as falhas dos jogadores foi o que definiu o resultado. Procura confrontar os seus atletas objetivando uma resposta emocional.

Adelson trabalha com o sinal invertido. Para ele momento é de tranquilidade, procura controlar a ansiedade e obter de seus atletas uma resposta à única pergunta possível: Como que os jogadores do Ceilândia querem passar para a história? Como perdedores ou como vencedores?

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