CEC 0 x 0 Paranoá: Um jogo para esquecer

Foi um jogo tenso. Durante toda a partida o CEC jamais foi capaz de envolver o time do Paranoá. Pior: tentou disputar com o Paranoá´quem daria mais chutões. O resultado era previsível.
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O primeiro tempo foi horrível. Os times eram incapazes de trocar três passes seguidos. Ã? óbvio que o estado do gramado influenciou diretamente no comportamento das equipes. A diferença é que o Paranoá tinha atacantes fortes fisicamente, ao passo que o CEC apostava na velocidade de Berg e Giovani que, evidentemente tiveram mais dificuldades para se adaptar ao campo. Moral da história: Berg e Giovani simplesmente não participaram do jogo. Não que tivessem culpa, mas porque o futebol jogado era absolutamente incompatível com o estilo com que jogam.

Já o Paranoá aproveitava-se das passagens dos laterais, algo que não ocorreu com o Ceilândia. Num desses lances Clécio quase abriu o marcador ao cabecear rente à trave.

No segundo tempo o Ceilândia voltou melhor. O desgaste das equipes obrigava a que tocassem a bola um pouco mais. O jogo também melhorou. A despeito disto, o Ceilândia era incapaz de criar uma jogada de ataque. Desse modo foi o Paranoá quem, aos 21, teve a maior chance de abrir o marcador. Clécio ficou cara a cara com Donizeti e chutou rente ao travessão.

O CEC, que tinha Robinho e Luiz Fernando desde o intervalo, tinha dificuldades e muitas. Mesmo assim quase que consegue a vitória aos 42 quando Robinho cabeceou a bola no pé da trave esquerda do goleiro do Paranoá.

Não era para sair o gol. Aos 45, sem qualquer acréscimo, o árbitro encerrou o jogo. Esqueceu-se do tempo em que o goleiro do Paranoá recebeu tratamento dentro de campo e esqueceu-se, também, das substituições realizadas.

O empate foi justo pelo que o CEC jogou. O tropeço, contudo, aconteceu numa boa hora. A tabela do segundo turno favorece o CEC que tem a obrigação de se manter colado no Brasiliense e levar a decisão para o Abadião

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