CEC pressiona no final, mas Brasília mantém vantagem

Jefferson é desarmado: CEC começou melhor, mas o Brasília se defendia muito bem
Jefferson é desarmado: CEC começou melhor, mas o Brasília se defendia muito bem

Ceilândia e Brasília fizeram um bom jogo de futebol na manhã deste sábado, no Estádio Regional de Ceilândia. O bom público presente viu tudo que se espera de um bom espetáculo, menos o gol.

Em campo, os times de melhor campanha na competição, disputando uma vaga  para a decisão: tática, técnica, disposição.

Luquinhas começou ditando o ritmo no meio, depois teve dificuldade na marcação
Luquinhas começou ditando o ritmo no meio, depois teve dificuldade na marcação

O jogo começou com o Ceilândia ditando o ritmo. Num misto de força e técnica, o alvinegro empurrou o Brasília contra o seu campo e viu o Brasília segurar o ímpeto do Ceilândia na entrada da grande área.

Não demorou muito e a marcação do Ceilândia na saída de bola do Brasília começou a mostrar defeitos. O alvirrubro encontrou espaço pela direita de defesa do Ceilândia e levou seu lateral à loucura.

Bruno teve a melhor chance do CEC no primeiro tempo. No contra-ataque o Brasília também perdeu
Bruno teve a melhor chance do CEC no primeiro tempo. No contra-ataque o Brasília também perdeu

Quando o Brasília era melhor, o Ceilândia teve a primeira chance da partida. No bate e rebate dentro da área, Bruno teve a chance de abrir o marcador, mas foi travado na hora. No contra-ataque foi a vez do Brasília, mas o bom camisa 7 alvirrubro bateu fraco para boa defesa de Wendell.

A alternância no domínio da partida revelava o equilíbrio. Por volta dos 30 minutos, o Ceilândia reassumiu o domínio da partida, mas o Brasília era mais perigoso.

No contra-ataque, o Brasília perde chance clara.
No contra-ataque, o Brasília perde chance clara.

A saída de bola do Brasília incomodava. Naquele momento era possível ver que o técnico Binha estava incomodado. Binha viria a trabalhar muito. Chamou Higor e Jefferson, pedindo mais movimentação, trouxe Higor para a direita, mas Fabinho e Luquinhas não também não se encontravam na marcação.

O Ceilândia sofria com a transição da defesa para o ataque do Brasília. Aos 41, a jogada se repetiu com o Brasília obrigando Wendell a fazer importante defesa.

CEC perde uma das poucas chances no segundo tempo.
CEC perde uma das poucas chances no segundo tempo.

Veio o segundo tempo e mais emoção. O Brasília dominou quase que integralmente as ações. A cada minuto ficava a impressão que o gol alvirrubro viria a qualquer momento.

Binha, à margem do campo, se desdobrava em modificações táticas e em substituições. O time não se acertava, mas era valente. Ficava no ar a impressão que o menor erro do Brasília também seria fatal e o CEC abriria o marcador.

CEC compensou os maus momentos no jogo com muita raça, mas vai ter que jogar mais bola para se classificar à final
CEC compensou os maus momentos no jogo com muita raça, mas vai ter que jogar mais bola para se classificar à final

Na verdade o CEC somente assumiu o controle do jogo nos últimos dez minutos da partida. Rondou a meta adversária, mas não criou situações claras de gol.

Para o Brasília a situação ficou ainda mais sofrida nos minutos finais, quando passou a atuar com um homem a menos. O CEC pressionou, pressionou mas não fez o gol.

Com um a mais nos minutos finais, o CEC foi com tudo, mas não conseguiu o gol da vitória
Com um a mais nos minutos finais, o CEC foi com tudo, mas não conseguiu o gol da vitória

O resultado em si foi justo pelo que os times fizeram em campo. Para o bom público ficou a sensação de que as duas equipes jogaram bom futebol, com bom exemplo dentro e fora de campo.

O resultado, também, foi ruim para o Ceilândia. Agora, o alvinegro precisa vencer o Brasília de qualquer jeito para se classificar. Vai precisar fazer um ou outro ajuste, mas vai ter que jogar mais que jogou neste sábado.

 

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