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Ceilândia perde chance e Capital não perdoa: 1 a 2


O Ceilândia foi derrotado pelo Capital por 2 a 1 na tarde deste sábado. Demoramos mais tempo para fazer a resenha porque precisamos nos recompor e entender melhor o que precisa ser feito.

Antes de qualquer coisa é preciso deixar claro: são tantos anos torcendo pelo Ceilândia e são tantos anos que lidamos com Ari, Almir e Adelson que se torna natural torcer para o Ceilândia e para o sucesso deles.

Sábado, ao final do jogo, estávamos arrasados por vários motivos. Os insultos de parte da torcida a Adelson podem soar natural, e soam natural na derrota, mas é preciso compreender algumas coisas.

O Ceilândia não jogou mal. É verdade que, na maior parte do tempo, o Capital tomou a iniciativa do jogo. O problema do Ceilândia foi o primeiro tempo, porque no segundo o jogo foi equilibrado e o Ceilândia poderia ter vencido se Ian tivesse mais sorte na conclusão.

No primeiro tempo, o Ceilândia demorou para se assentar no jogo e teve sorte (e competencia) para buscar o empate.

Sucuri há 5 jogos tem atuado bem e feito defesas importante, mas neste jogo voltou a fazer cera na hora errada. Naquele momento o Ceilândia já havia voltado para o jogo e, para piorar, tomou o gol em seguida. Foi o terceiro gol que o Ceilândia tomou após cera, pela segunda vez contra o Capital.

É chato ter de lembrar isto num momento em que Sucuri vem jogando bem, mas é necessário. Nem mesmo um atleta em boa fase tem direito de errar.

O primeiro tempo passou: Capital melhor e o Ceilândia empatou em jogada individual de Marquinhos.

Veio o segundo tempo e o jogo foi mais equilibrado. O Ceilândia perdeu chance clara com Ian. O Capital ameaçou o gol de Sucuri. O jogo seguia para o empate, mas a sorte sorriu para o Capital que fez 2 a 1.

O Ceilândia não merecia a derrota, mas obviamente a derrota não foi injusta. É o futebol.

No final, alguns gritos de time sem vergonha, palavras de ordem contra Adelson e criticas nas redes sociais.

A derrota não é desejada ou suportada, mas precisa ser encarada com certa normalidade. O que dói é ver o sofrimento de todos, o nosso também. O time tem jogado bem, mas os resultados teimam em não vir. Em 4 jogos, apenas uma vitória pesa.

Conversamos com o presidente. Ele disse que essa é hora de união e nenhuma medida drástica deve ser tomada.

A decisão é madura. Se algo precisa ser feito, esse algo é pontual. O elenco tem limitações. Não dá para trabalhar num contexto de terra arrasada. Adelson não desaprendeu e precisa vencer as limitações de seu elenco.

Adelson já fez isso antes e é questão de tempo que o faça novamente. O clima do elenco parece bom e decisões precisam ser tomadas. Não tomar decisão por impulso é também uma boa decisão.

Teste de evolução vale liderança do grupo na Série D

Ceilândia correu poucos riscos em Anapolis, mas a história poderia ser outra

Hoje é dia de torcer e muito pelo Ceilândia pela Série D 2022. O Gato Preto enfrenta o Operario do Mato Grosso às 15 h, no Regional, com ingressos a partir de 10 reais,

Geovane parece que se encaixou bem no meio-campo, mas sofre com a distância para o ataque

Previsão de mais um jogo difícil, mas jogando em casa o Ceilândia precisa fazer valer a força do mando.  Além disso vimos que o time tem evoluído a cada jogo. Esta é a quarta partida em sequencia. É se esperar um melhor padrão e o time oscile menos durante o jogo.

O Operário é um time equilibrado e aparentemente joga no mesmo esquema tático do Gremio Anapolis, com  um centroavante forte fisicamente e dois jogadores rápidos pelos lados. Isso diz muito sobre a forma de jogo do adversário.

Na estreia, vitória sobre o Costa Rica no primeiro jogo deste elenco. 3 jogos depois, é de se esperar mais.

O maior problema do Ceilandia tem sido a oscilação durante a mesma partida porque começa e termina bem, mas cai bastante no meio do jogo.

Jogadores poupados em Anápolis devem voltar.

Se fosse para arriscar, arriscariamos um time com Kayser, Gabriel, Vidal, Medeiros, Igor e China. Werick, Geovane, Filipinho, Matheus Guarujá, Pítio e Hiuyri, mas parece que teremos mudanças, então, não dá para arriscar muito.