Neguete comemora o gol do Luverdesne

Por uma bola…

Esse lance origina o gol do Luverdense: falta em Badhuga
Falta em Badhuga não apaga o que viria a seguir: gol do Luverdense

O clima no vestiário do Ceilândia era como de incredulidade ao final do jogo. A pergunta que se fazia era apenas uma: como avitória escapou. Há várias verdades. O que vem a seguir pode ser uma delas, ou não.

Na sequencia, Artur fez grande defesa, mas Neguete pegou o rebote e fez o gol da partida
Ceilândia começou mal o segundo tempo.

O primeiro tempo foi do Ceilândia. O alvinegro tomou para si a iniciativa do jogo. O Luverdense era incapaz de trocar três passes no campo ofensivo.  O domínio do Ceilândia, contudo, era de certo modo ilusório. O Ceilândia não agredia o Luverdense em seu campo defensivo, de modo que o adversário cadenciava o jogo. O Ceilândia era incapaz de tirar o Luverdense do seu 

Neguete comemora o gol do Luverdesne
Neguete comemora o gol do Luverdesne

O Ceilândia forçava o erro adversário apenas na sua própria intermediária. Com isso, o Luverdense estava cômodo no jogo. Bem dirão: mas o Ceilândia poderia ter feito três ou mais gols no primeiro tempo. Essa é outra parte da verdade. As chances criadas pelo alvinegro foram  essencialmente em bolas paradas.

Alcione foi um dos jogadores mais lúcidos. Volantes distantes dos meias.
Alcione foi um dos jogadores mais lúcidos. Volantes distantes dos meias.

Apesar de tudo e porque o Luverdense não oferecia perigo havia a falsa impressão que Gato Preto conquistaria a vitória no segundo tempo. O tempo cuidou em afastar essa impressão. Logo aos seis minutos, em sua primeira oportunidade no jogo, Neguete fez Luverdense 1 x 0. 

Emerson parecia fora de ritmo e incapaz de aproximar-se dos meias
Emerson parecia fora de ritmo e incapaz de aproximar-se dos meias

O gol fez mal ao Ceilândia. Pela primeira vez  o time perdeu em estrutura de jogo. O Luverdense passou a ter a iniciativa do jogo, mesmo assim sem inspiração. 

Alcione foi bem, mas perdeu dois gols que farão falta
Alcione foi bem, mas perdeu dois gols que farão falta

A partir da metade do segundo tempo, o Ceilândia até retomou a iniciativa das ações, mas era incapaz sequer de reproduzir o impeto ofensivo do primeiro tempo. Restou ao alvinegro, assim como no primeiro tempo, levar perigo em bolas paradas.

Numa das poucas jogadas por terra, Gilmar perdeu e depois Elivelto perdeu
Numa das poucas jogadas por terra, Gilmar perdeu e depois Elivelto perdeu

Adelson mexeu no time. O Ceilândia foi ao ataque na base da vontade e chegou perto de empatar quando a zaga do Luverdense quase fez contra, mas a bola chocou-se contra o poste direito da meta matogrossense.

Wallinson cabeceia com perigo. Na bola aérea o time não faz, mas sofre gols
Wallinson cabeceia com perigo. Na bola aérea o time não faz, mas sofre gols

No final, havia um excessivo desapontamento nas hostes alvinegras. Excessivo porque, futebol por futebol, o jogo está 1 x 0 para o Luverdense e ainda há o jogo de volta. Excessivo porque uma coisa é perder por um adversário que se mostra superior, outra coisa é perder para um adversário que jogou por uma bola. 

No segundo tempo, mesmo as bolas aéreas se tornaram escassas.
No segundo tempo, mesmo as bolas aéreas se tornaram escassas.

Nada está perdido. Não importa que o Luverdense tenha entrada com quatro suplentes. O sistema de jogo do adversário foi esse o ano inteiro. O Ceilândia vive!

 

 

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