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Bom público conta o Cruzeiro: esperança de dias melhores no Regional

Semana 5: CEC já pensa no Santa Maria

hugo goiano
Hugo Goiano passou mal antes do jogo contra o Cruzeiro  e foi atendido ainda no vestiário

 

Superado o desafio da estreia, o Ceilândia tem agora o desafio de dar à vitória o tamanho que ela merece: importante porque toda vitória é importante, mas pouco significativa se considerarmos as circunstâncias do jogo.

Defesa foi pouco exigida contra o Cruzeiro: dificuldades crescentes no campeonato
Defesa foi pouco exigida contra o Cruzeiro: dificuldades crescentes no campeonato

O Ceilândia tem pela frente o desafio de encontrar o ritmo ideal o quanto antes. Contra o Cruzeiro, na avaliação da comissão técnica, o diferença no estágio da preparação selou a sorte do Cruzeiro.

Bom público conta o Cruzeiro: esperança de dias melhores no Regional
Considerando o apelo do adversário: Bom público conta o Cruzeiro no Estádio Regional

Pensando no campeonato, a Comissão Técnica avalia que o Ceilândia tem que saber utilizar a diferença técnica entre as equipes no início da competição.  A partir  da quarta rodada, o Ceilândia enfrentará os candidatos e é interessante que esteja pronto quando essa rodada chegar.

Nesta segunda-feira, os jogadores serão reavaliados. A princípio, Adelson não tem qualquer problema. Hugo Goiano, que passou mal com uma indisposição estomacal, foi tratado ainda no vestiário.

 

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CEC começa hoje a sua caminhada 2016

Preparação: 28 dias depois o CEC começa sua caminhada
Preparação: 28 dias depois o CEC começa sua caminhada

O Ceilândia começa neste sábado, 16h, no Regional, a sua caminhada no Candangão 2016.

O Gato Preto iniciou a sua preparação há quatro semanas. Nesses 28 dias, o time realizou dois amistosos, com um empate diante do Goianésia e uma derrota diante da Anapolina.

Todos no mesmo barco: união nestas horas é fundamental, na vitória e na derrota
Todos no mesmo barco: união nestas horas é fundamental, na vitória e na derrota

O elenco é apontado por todos como um dos mais fortes do campeonato. Alguns jogadores, contudo, vem de longo tempo de recuperação e ainda não estão completamente em forma.

Em circunstâncias normais, o time-base do Ceilândia teria Léo, Dudu, Badhuga, Wallace e Kabrine; Liel, Didão, Klécio e Filipe. Chefe e Wisman.

Os gols foram saindo naturalmente e não importaram tamanha a diferença técnica
Na primeira semana: jogo treino com muitos gols

Em função dos trabalhos, o técnico Adelson de Almeida cogita fazer alterações. Dudu e Kabrine passaram por cirurgia de joelho em 2015. É natural que levem um pouco mais de tempo para entrar no ritmo.

Liel e Badhuga estiveram entregues ao Departamento Médido durante a semana. Adelson deve definir suas escalações no último momento.

Cassius perdeu a melhor chance do CEC
No primeiro jogo-treino: empate contra o Goianésia

 

Didão e Chefe tiveram lesões musculares durante a fase de preparação. É natural que não estejam nas melhores das condições. Allan Dellon chegou há pouco tempo.

Tantos problemas, aliados às dificuldades para treinar, exigem do Ceilândia inteligência no jogo de hoje. Inteligência exige colocar em campo os jogadores que estejam nas melhores de suas condições. Por isso, não seria surpresa se Adelson mexesse muito na equipe.

CEC sofreu diante da Anapolina
No segundo: CEC sofreu diante da Anapolina

Diante de tantos problemas, o clima é um pouco árido para as bandas da Cidade do Gato. O jogo de hoje não é definitivo, num ou noutro sentido. Se vencer, os problemas não estarão resolvidos. O mesmo ocorre diante de um resultado negativo.
Nesse momento, o mais importante é reconhecer que é possível divertir-se com o jogo e permitir que o resultado saia naturalmente. Essa é a grande missão do Ceilândia. O que tinha de ser feito para esse jogo já foi feito: agora é hora de deixar-se levar pelo jogo, divertir-se na medida do possível.

 

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Ceilândia e Goianésia empatam sem gols

Filipe Cirne deu muito trabalho ao Goianésia, mas produziu pouco
Filipe Cirne deu muito trabalho ao Goianésia, mas produziu pouco

Ceilândia e Goianésia fizeram um jogo truncado na tarde deste sábado e o resultado até poderia ter sido 2 a 2, mas o empate sem gols diz muito sobre o jogo.

Adelson mexeu no seu time-base: mandou a campo Léo, Dudu, Badhuga, Madruga e Kabrine. Liel, Didão, Klécio e Filipe Cirne. No ataque escalou Cassius e Wisman.

Liel voltou e fez boa partida
Liel voltou e fez boa partida

Os primeiros movimentos do jogo demonstram que as duas equipes possuem propostas de jogo muito semelhantes: são times que jogam no erro do adversário.

Apesar das semelhanças, o Goianésia foi um pouco melhor nos minutos iniciais. O Ceilândia cansou de errar passes, particularmente os seus volantes. Para piorar, o Ceilândia ainda sofria na sincronização entre Liel e Klécio no lado esquerdo.

As defesas tiveram vantagem sobre os ataques
As defesas tiveram vantagem sobre os ataques

A sorte do Ceilândia esteve no fato de que o Goianésia era um time pouco inspirado. Já o Ceilândia, embora tenha mantido o seu forte, que é não deixar o adversário jogar, tentou mostrar algo novo.

O time de Adelson, embora não tenha conseguido, mostrou que é capaz de tentar trocar passes em profundidade. Infelizmente, pouquíssimas vezes conseguiu trocar três passes em profundidade. No mais, explorava os contra-ataques.

Cassius perdeu a melhor chance do CEC
Cassius perdeu a melhor chance do CEC

Com o jogo truncado, as chances de gol saíram em erros das equipes. Aos 15, Nonato ficou cara a cara com Léo e se enrolou e perdeu boa chance para o Goianésia. Aos 32, Cassius recebeu de Filipe Cirne e chutou mal para a defesa do goleiro adversário.

O Ceilândia ainda teve uma boa chance, aos 40, mas Wisman perdeu o gol.

Oliveira entrou no segundo tempo
Oliveira entrou no segundo tempo

No segundo tempo, o Ceilândia voltou melhor, mas o jogo se manteve o mesmo: muita vocação defensiva e pouca inspiração.

O Ceilândia foi melhor no segundo tempo. Essa melhoria, contudo, não foi trazida em chances de gol. além disso, Adelson substituiu todos os seus jogadores, de modo que o referencial não é o mesmo. Mesmo assim, pode-se dizer que os suplentes do Ceilândia surpreenderam positivamente.

 

Vinicius entrou no final e assustou o goleiro adversário
Vinicius entrou no final e assustou o goleiro adversário

O segundo tempo foi movimentado, mas as melhores chances  estiveram com o Goianésia. Na verdade,  o placar somente não foi mexido porque Léo, corajosamente, fez uma defesa milagrosa e o placar se manteve no zero a zero. O empate foi justo pelo que as equipes mostraram em campo.

Cassius

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Metade do elenco já jogou pelo Ceilândia

Didão e Cassius jogando pelo CEC contra o CR Guará em 2006
Didão, à frente,  e Cassius, último homem,  jogando pelo CEC contra o CR Guará em 2006

Ao ser dada a largada para 2016 e atento às particularidades do futebol local, pode-se dizer que o Ceilândia não começa do zero. Do total de 27 jogadores que se apresentaram ao técnico Adelson de Almeida, 14 já tem experiência no alvinegro.  São eles:

1. LÉO – Goleiro – Léo vai para a sua terceira temporada com a camisa alvinegra. No total são 13 partidas jogando pelo Ceilândia, 12 delas em 2015.
2. MARCELO RIBEIRO – Marcelo é um jovem goleiro. Compôs a equipe de 2015, mas não teve a oportunidade de começar jogando.
3. MICHAEL – Michael é também um jovem goleiro. Compôs o elenco do Ceilândia de 2013, ocasião em que, tal como MARCELO RIBEIRO, não teve oportunidade de jogar.

Liel estreou pelo CEC em 2010, na vitória por 2 x 0 contra o Luziania
Liel estreou pelo CEC em 2010, na vitória por 2 x 0 contra o Luziânia

4. MARIO HENRIQUE – Lateral-esquerdo – Mário Henrique disputou o campeonato candango de 2015 pelo Ceilândia. Disputou 9 partidas, 7 como titular,  e marcou um gol na vitória diante do Luziânia por 2 x 0 ainda pela fase de classificação.

5. DUDU LOPES – Lateral direito – 23 anos – estreou pelo CEC em 2015, no título candango. Jogou 22 partidas com a camisa alvinegra. Volta de cirurgia no joelho. Dudu, aos 20 anos, fez a sua estreia num jogo duríssimo diante do CRAC em Catalão, na disputa da Série D 2012, empate em 2×2.

Dudu em sua estreia pelo Ceilândia contra o CRAC em Catalão
Dudu em sua estreia pelo Ceilândia contra o CRAC em Catalão

5. DIDÃO – meio de campo –  34 anos – estreou pelo Ceilândia em 2004. São 7 temporadas com a camisa alvinegra tendo sido expulso apenas uma vez, em 2005. Marcou 13 gols com a camisa do Ceilândia. Sua última partida com a camisa alvinegra foi em maio de 2013, na final da Taça Mané Garrincha, derrota do CEC para o Brasiliense por 2 x 0.

6. FILIPE CIRNE – meio de campo – Tem 23 anos. Estreou pelo CEC em 2015 na estranha vitória do CEC sobre o Paracatu no jogo que durou 4 minutos. Tem três gols com a camisa alvinegra. De seus pés nasceram a maior parte dos gols do CEC em 2015. Tem 12 jogos com a camisa alvinegra.

Filipe Cirne contra o Brasília: grata revelação num estilo que lembra o saudoso Dorival
Filipe Cirne contra o Brasília: grata revelação num estilo que lembra o saudoso Dorival

7. KABRINE  – meio de campo –  é um jogador que tem Ceilândia na sua origem, afinal nasceu na cidade. Tem 28 anos de idade.Tem 10 jogos com a camisa do Ceilândia todos na campanha da série D de 2012 quando o CEC foi eliminado na semi-final da região sul-sudeste diante da Friburguense em setebmro de 2012. Kabrine fez um gol pelo Ceilândia, na vitória diante do CENE por 3 x 2.
8. LIEL – O homem de ferro, meio de campo. Disputou todos os jogos na conquista do campeonato Candango de 2012. Embora muito identificado com o Gato Preto, Liel, que tem apenas 26 anos, disputou apenas duas temporadas com a camisa alvinegra, justamente nos anos em que o Ceilândia foi campeão. Disputou 36 partidas com a camisa do CEC e, se não foi expulso, também não marcou gol a camisa alvinegra. Na primeira, entrou no lugar de William, na vitória contra o Luziânia na Serra do Lago, ainda em 2010. Seu último jogo pelo Ceilândia foi diante da Friburguense, em 09 de setembro de 2012.
9. VINICIUS – Meio de Campo – Vinicius disputou o Candangão 2015 pelo Ceilândia. Entrou em 9 partidas, 7 delas como titular. Nâo fez gol. É irmão de CHEFE, centro-avante alvinegro em 2016.
10. CHEFE – Atacante – Chefe

Marcelo Ribeiro no banco: vida de goleiro é difícil
Marcelo Ribeiro no banco: vida de goleiro é difícil

compôs o elenco do CEC em 2010, na disputa da Série D. Disputou cinco partidas, três como titular, e ainda não fez gol com a camisa alvinegra.
11. CASSIUS – Atacante – Uma verdadeira lenda do futebol local. Registrados pelo CeilandiaEC já são 183 partidas com a camisa do Ceilândia e 96 gols. O número de partidas com quase toda a certeza é maior… e o de gols também (há uma deficiência de dados das campanhas de 1998 e 1999). O último gol marcado por Cassius foi diante do Brasilia, na 6a rodada, no empate em 1×1. Desde 2000 só não jogou pelo CEC em 2003, quando foi artilheiro do campeonato local pelo CFZ e 2007.
12. CLÉCIO – Meio de Campo – Clécio compôs o elenco do CEC em 2013. Disputou 11 partidas com a camisa alvinegra, 10 delas como titular. Fez dois gols (contra Brazlândia e Brasiliense). A sua última partida foi exatamente contra o Brasiliense, na final da Taça Mané Garrincha em 2013.
13. WISMAN – Wisman é lateral e compôs o elenco do CEC de 2012 a 2014. No primeiro ano sequer foi utilizado na conquista do campeonato. No geral, disputou 7 partidas com camisa do Ceilândia, a última em março de 2014, na eliminação diante do Brasília.

Amanhã falaremos das novas aquisições do Ceilândia.

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Kabrine e Vinicius: um novo CEC

Ari: CEC é o maior vencedor dos últimos 5 anos

Rostos antigos: Kabrine, Liel e Cassius
Rostos antigos: Kabrine, Liel e Cassius

O elenco do Ceilândia 2016 se apresentou para a o Candangão 2016 na tarde deste sábado, 02/01, na Cidade do Gato. No elenco, muitas caras conhecidas e diversas novidades. Os mais antigos jogadores são Cassius, no Gato Preto desde 2007,  e Didão,  veterano da campanha de 2004.

As boas vindas foram dadas por Beni Monteiro e Ari de Almeida. Beni, agora conselheiro, repetiu a sua convicção de que não é possível fazer futebol no Distrito Federal nos dias de hoje. Reforçou que o futebol do Distrito Federal, na sua visão, é mal dirigido e que, a isso somando-se as posturas políticas, o mais correto seria fechar o departamento de futebol do Ceilândia Esporte Clube. Terminou afirmando: “o futebol do DF não merece o esforço da diretoria do Ceilândia, nem o de seus jogadores”.

“o futebol do DF não merece o esforço da diretoria do Ceilândia, nem o de seus jogadores”.

Jogadores checam a programação dos próximos dias
Jogadores checam a programação dos próximos dias

Ari de Almeida, atual presidente do alvinegro, fez coro com Beni Monteiro. O seu discurso dá a dimensão da responsabilidade de jogadores e comissão técnica.

Ari de Almeida reforçou o discurso de Beni Monteiro e afirmou que  tanto a administração do Distrito Federal e quanto a  da Federação não consegue dar ao futebol a importância social que esse esporte possui. Ari pontuou que o Ceilândia é, nos últimos cinco anos, o maior campeão do Distrito Federal e que fará todo o esforço para que o Ceilândia mantenha-se essa hegemonia.

 

Após a apresentação, hora de iniciar os trabalhos porque o tempo urge
Após a apresentação, hora de iniciar os trabalhos porque o tempo urge.

Nas bancadas, diversos rostos novos: Romarinho, ex-Formosa, Oliveira e Wallace dentre outros. Entre os jogadores, a certeza de que ao menos no papel o Ceilândia tem uma boa equipe e se credencia a lutar pelo título. O retrospecto recente, contudo, tem demonstrado que os times fortes no papel tem naufragado, casos de Sobradinho e Brasiliense.

Kabrine e Vinicius: um novo CEC
Kabrine e Vinicius: um novo CEC

Após a apresentação, os jogadores foram a campo comandados por John Kleber. A missão era óbvia: dar o primeiro passo numa preparação para produzir resultados daqui a 120 dias. E ainda faltam 119… falta esperar para ver o que todos estarão falando daqui 119 dias. O resultado do trabalho se constrói dia após dia e não com o discurso de hoje ou de amanhã. Falta muito tempo, mas sempre é tempo de desejar, boa sorte Ceilândia!

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Ceilândia termina fase de classificação no G4

Felipe Cirne deu muito trabalho a defesa do Luziania
Felipe Cirne deu muito trabalho a defesa do Luziania

O Ceilândia surpreendeu a todos ao terminar a fase de classificação do Candangão na G4. O resultado foi decorrência direta da vitória diante do Luziânia por 2 x 0, em partida disputada na tarde desta quarta-feira no Serra do Lago.

Foi uma partida equilibrada. No primeiro tempo as equipes se alternaram no domínio, mas nenhuma delas conseguiu criar efetivamente uma situação clara de gol. O Ceilândia jogava com Wanderson e Dedé na defesa. A nova dupla não decepcionou.

Jogo muito disputado: Ceilândia soube se aproveitar dos erros do adversário
Jogo muito disputado: Ceilândia soube se aproveitar dos erros do adversário

As maiores emoções ficaram para o segundo tempo. O time da casa tomou a iniciativa do jogo e partiu para o abafa. Bem postado defensivamente, o Ceilândia controlou as investidas do adversário e, na primeira oportunidade, aproveitou um contra-ataque bem sucedido para que Mário Henrique abrisse o marcador (aos 17 do segundo tempo).

Com a vantagem, o Ceilândia manteve-se firme na sua proposta de jogo. O time não se abalou com a pressão do Luziânia e, na única chance clara de gol do adversário, Léo fez uma belíssima defesa.

Tartá voltou ao time
Tartá voltou ao time

Não demorou muito e o Ceilândia aproveitou novo vacilo da equipe do Luziânia e Caio fez o segundo do CEC (aos 34 do segundo tempo).

O resultado em si mesmo nada mudou tem termos de campeonato, mas definiu, como se previa, que Ceilândia e Luziânia farão uma das quartas-de-final.

Mario comemora o seu gol
Mario comemora o seu gol

Do ponto de vista do projeto alvinegro há uma vitória a comemorar. No início da competição havia uma desconfiança generalizada sob o quão longe os meninos do Gato Preto iriam.  A quarta colocação, nesse particular, é uma boa prova.

O técnico Adelson de Almeida falando ao CeilandiaEC concordou que há de fato algo para se orgulhar dos meninos do Gato Preto. Mais que a classificação, disse Adelson, o compromisso de todos os jogadores nesses últimos dez dias é algo a se comemorar. Adelson disse que o time treinou inclusive no domingo e os sacrifícios não poderiam ter sido em vão.

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Gol de Mário Henrique selou a boa campanha do CEC na fase de classificação

Indagado sobre o que isso representa em termos de campeonato, Adelson de Almeida foi mais pés-no-chão. O treinador disse que o terminar em quarto lugar é importante porque garante o direito de decidir em casa. Acrescentou, contudo, que na próxima rodada começa outro campeonato, os jogos serão diferentes e qualquer erro poderá ser fatal.

As partidas de quartas-de-final, a princípio, começarão no próximo final de semana. Haverá reunião nessa quinta para se definir concretamente a data. Existe uma possibilidade, ainda que pequena, das partidas começarem no próximo meio de semana, dando um prazo a mais para as equipes habilitarem seus estádios para a presença de público.

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Com cara de decisão: CEC e Sobradinho empatam

No clássico alvinegro do DF, as defesas levaram vantagem sobre os ataques
No clássico alvinegro do DF, as defesas levaram vantagem sobre os ataques

Pode-se dizer que o Ceilândia enfrentou hoje a sua primeira partida de mata-mata. É claro que ainda faltam duas rodadas, mas o jogo teve todo o tempero de um jogo decisivo.

Mais uma vez sem público, o Ceilândia enfrentou o Sobradinho na tarde desta quarta-feira, no Estádio Regional de Ceilândia. Assim como aconteceu nos últimos três jogos, o confronto terminou empatado, agora sem gols.

Tarta teve a sua mais discreta atuação dos últimos jogos
Tarta teve a sua mais discreta atuação dos últimos jogos

Um observador pouco atento ficaria tentado a dizer que o Sobradinho jogou melhor. Na verdade, o que se viu em campo foram dois times com propostas distintas de jogo. Isso faz toda a diferença.

O Sobradinho é um time que avança do meio para o ataque procurando estruturar bem o seu jogo. O Ceilândia dá campo ao adversário e tenta se aproveitar do contra-ataque. São formas assimétricas de fazer futebol.

Cassius teve duas oportunidades no primeiro tempo, ambas sem angulo
Cassius teve duas oportunidades no primeiro tempo, ambas sem angulo

O Sobradinho começou melhor no primeiro tempo. Procurou envolver o CEC nos primeiros minutos. O Gato Preto reagiu e teve a iniciativa na maior parte da primeira etapa. Os goleiros pouco trabalharam. As chances estiveram nos pés de Cassius por duas vezes, ambas com pouco ângulo e em jogadas de bola parada.

O segundo tempo  pode ser dividido em dois períodos. Até os 20 minutos, o Gato Preto conseguiu opor alguma resistência ao volume de jogo do Sobradinho. O CEC teve ao menos duas oportunidades, uma delas muita clara com Filipe Cirne.

Filipe Cirne fez bela jogada, mas falhou na conclusão
No segundo tempo, Filipe Cirne fez bela jogada, mas falhou na conclusão

Depois dos 25 minutos, o CEC perdeu a sincronia na passagem da defesa para o ataque. Daí para a frente o Sobradinho dominou e poderia ter saído na frente do marcador, se não fosse a má pontaria de seus atacantes.

Na oportunidade mais clara, Vitão salvou sobre a linha após o cabeceio adversário.

Sem conseguir sair da defesa para o ataque, Adelson mexeu na estrutura ofensiva: colocou Mário, Pablo e Caio nos lugares de Filipe Cirne, EdiCarlos e Cassius.

EdiCarlos obrigou Pedro a fazer boa defesa: 0 x 0 justo
EdiCarlos obrigou Pedro a fazer boa defesa: 0 x 0 justo

Se não funcionou, permitindo que o CEC ameaçasse a meta adversária, ao menos serviu para empurrar o Sobradinho alguns metros distantes da grande área do Gato Preto.

No final o empate sem gols que classificou o Ceilândia para as quartas-de-final.

Cassius: papel importante na equipe alvinegra
Cassius: papel importante na equipe alvinegra

Após a partida, o técnico Adelson de Almeida elogiou a postura de sua equipe. Adelson disse que o comportamento de seu jovem time demonstrou que a equipe tem evoluido mentalmente. O resultado disso é que a equipe tem oscilado menos, tal como ocorrera no início da competição.

Apesar dos elogios a seus comandados, Adelson reiterou que se a equipe precisa de uma ou duas peças para poder sonhar um pouco mais. Acrescentou, contudo, que os reforços esbarram na política de pés-no-chão implantada na equipe.

No sábado, o CEC volta a jogar, agora contra o Cruzeiro. O CEC precisa da vitória para almejar uma melhor posição para as quartas-de-final. Fora disso, o CEC entrará no mata-mata em desvantagem. Em 2014 isso pesou muito.

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Defesa falhou em lances fundamentais

Irreconhecível! Ceilândia perde e se complica

Desolação: um espetáculo sem brilho... e sem público
Desolação: um espetáculo sem brilho… e sem público

O Ceilândia colecionou a sua segunda derrota consecutiva no Candangão 2015 na tarde deste sábado, no Serejão.

O começo foi assustador. Talvez surpreendido com a postura defensiva do Brasiliense, que marcava no próprio campo, o Ceilândia subtamente se viu sem saber o que fazer com a bola nos pés. Para isso contribuiu, e muito, a ausência de Filipe Cirne.

Vinicius... saiu... e fez falta
Vinicius… saiu… e fez falta

Para piorar, logo aos três minutos, por erro de posicionamento de sua defesa no contra-ataque amarelo, o Ceilândia viu o Brasiliense sair na frente com Luquinhas.

Com problemas defensivos como nunca se vira nesta competição, o Ceilândia era incapaz também de trocar três passes no ataque.

Allan Dellon reencontra o Ceilândia: apenas discreto
Allan Dellon reencontra o Ceilândia: apenas discreto

O jogo continuou assim até a contusão de Vinicius, aos 28. Adelson colocou Filipe Cirne e o Ceilândia melhorou. Pela primeira vez na partida se via um time avançar de modo equilibrado, envolvendo o adversário. Faltava, ainda, o último passe.

Para piorar, aos 33, Arthur foi displicente na saída de bola e serviu Matheuzinho. Rápido, o atacante invadiu a área e fez 2 x 0 para o Brasiliense.

Filipe Cirne: com ele o Ceilândia é outro time
Filipe Cirne: com ele o Ceilândia é outro time

O Ceilândia pareceu ter sentido o gol.  Do outro lado, o Brasiliense controlava as investidas do Ceilândia e apostava nos contra-ataques.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia teve quinze minutos de bom futebol. Aos 2, Vitor bateu cruzado, Badhuga ainda tentou tocar, e a bola morreu no fundo das redes: Ceilândia 1 x 2 Brasiliense.

Pablo, não funcionou
Pablo, não funcionou

Nos minutos seguintes o CEC poderia ter empatado. Num único lance, Cassius e Filipe Cirne tiveram a chance de empatar. Na sequencia, Tartá acertou o travessão.

Depois dos 15 minutos o jogo ficou ainda mais amarrado. A verdade é que Brasiliense não queria enquanto que o Ceilândia até queria, mas não conseguia jogar.

Defesa falhou em lances fundamentais
Defesa falhou em lances fundamentais

No final da partida, o Brasiliense foi premiado com um penalti. Lopes bateu e fechou o marcador: 3 x1

Na essência foi um jogo ruim. Mas esse é o futebol dito moderno. O Ceilândia ficou devendo. Pareceu um time medroso e acomodado nos minutos iniciais. Parecia um time sem fome contra apenas esforçado Brasiliense.

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Berg comemora em 2007: apesar do título em 2010, poucas alegrias no Elmo Serejo

Entre o céu e o inferno

Futebol apenado: mais uma vez CEC jogará sem público
Futebol apenado: mais uma vez CEC jogará sem público

Ainda sem a presença de público, o Ceilândia enfrentará, na tarde deste sábado, no Elmo Serejo, o Brasiliense. O jogo vale pela sexta rodada do Candangão 2015.

Depois da derrota diante do Gama, em casa, o Gato Preto precisa da vitória para definir em que lado da tabela irá brigar: se vencer, passa a brigar pelas posições de cima, se perder estará ao alcance da zona da confusão.

Gil Baiano cobra a falta: em 2007, CEC fez dois gols, mas sofreu  3.
Gil Baiano cobra a falta: em 2007, CEC fez dois gols, mas sofreu 3.

Adelson de Almeida deve fazer alterações na equipe. Com um campo maior, Adelson sabe que terá condições ideais para explorar a velocidade de seu sistema ofensivo.

Isso não significa que Adelson não deva fazer alterações. O treinador tem exigido maior participação de Cassius e EdiCarlos. Embora pouco provável, alterações não estão fora de cogitação.

Na vistoria dessa sexta, banheiros do Regional foram reprovados...
Na vistoria dessa sexta, banheiros do Regional foram reprovados…

No meio e na defesa, Adelson luta contra as contusões. A perda de Dudu na lateral-direita foi muito sentida. A chegada de Bruno é uma aposta.

Aposta, também, em Felipe Cirne. O meia realizou boas atuações nesse campeonato. Resta ver como se comportará nas dimensões do Elmo Serejo.

Berg comemora em 2007: apesar do título em 2010, poucas alegrias no Elmo Serejo
Berg comemora em 2007: apesar do título em 2010, poucas alegrias no Elmo Serejo

ESTÁDIO REGIONAL

O Estádio Regional não passou na vistoria dessa última sexta-feira. Exige-se, agora, que se construa um bar que sirva apenas a torcida visitante. Além disso, foi exigido que se construa banheiros que atendam somente a torcida visitante.

Com essas exigências, é bem provável que o Estádio Regional de Ceilândia não veja um jogo com público nesse 2015.

Ainda bem que o Ginásio da ASCEB não foi vistoriado. Recebendo um público médio de 800 pessoas, dificilmente o Uniceub teria torcida em casa.

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CEC pega Santa Maria: vitória será importante

CEC mostrou virtudes defensivas, mas é pouco solidário no ataque
CEC mostrou virtudes defensivas, mas é pouco solidário no ataque

O Ceilândia faz nesta domingo o seu segundo jogo consecutivo fora de casa. O adversário desta tarde será o Santa Maria, 16h, no Valmir Campelo.

O Ceilândia vem de um empate contra o Formosa. Nessa partida, o CEC mostrou-se um time organizado defensivamente. A maior virtude, na visão dos analistas, foi a solidariedade defensiva.

Cassius ficou muito preso na marcação: caminho aberto para EdiCarlos
Cassius ficou muito preso na marcação: caminho aberto para EdiCarlos

Se, por um lado, o time mostrou-se solidário na defensiva, não mostrou a mesma organização no ataque. No segundo tempo, o time abusou dos lançamentos longos e pouco explorou a transição defesa para o ataque de um lado para o outro.

Léo mostrou tranquilidade contra o Formosa. Um ano depois, volta a enfrentar o Santa Maria
Léo mostrou tranquilidade contra o Formosa. Um ano depois, volta a enfrentar o Santa Maria

No mais das vezes, os atacantes estavam isolados, mas quem tem Cassius e EdiCarlos sabe que em lances isolados eles podem resolver um jogo.

No retrospecto, em 2014, o CEC não respeitou o Santa Maria e saiu derrotado do Bezerrão por 2 x 1. Aquela foi a primeira partida de Léo como titular da camisa 1 alvinegra.

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Thiaguinho enfrenta a marcação: CEC perdeu em 2014.

 

Para a partida de hoje, Adelson deverá manter a sua equipe base, dos jogos diante do Paracatu e Formosa.

Uma vitória sobre o Santa Maria é muito importante para o CEC em seu caminho rumo a classificação e dará alguma tranquilidade para a sequência de jogos diante das equipes favoritas à conquista da competição.

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EdiCarlos comemora: alegria por um minutoJá no final do jogo, atleta do Formosa vai para a ambulancia (sem maiores informações da gravidade)

Um tempo no cravo, outro na ferradura: 1 x 1

Filipe perde a melhor chance do Gato Preto no primeiro tempo
Filipe perde a melhor chance do Gato Preto no primeiro tempo

Ceilândia e Formosa empataram em 1 x 1 na tarde desta quarta-feira, em Sobradinho. A partida valeu pela segunda rodada do Candangâo 2015.

Mais uma vez jogando sem público, mas pela primeira vez terminando uma partida, o Gato Preto enfim pode ser avaliado.

Jogo duro, mas leal: times disciplinados
Jogo duro, mas leal: times disciplinados

O primeiro tempo foi do Ceilândia. Bem postado em campo, o alvinegro tomou a iniciativa do jogo. Nas oportunidades, contudo, os times estiveram iguais: as chances de gol vieram em erros do adversário.

Na segunda etapa o Formosa trocou de uniforme e de jogo. O time da saída norte  teve a iniciativa na maior parte do segundo tempo. Na prática, contudo, era um jogo de intermediária a intermediária, mas o Formosa era melhor.

Disposição de Vitor premiada com um amarelo
Disposição de Vitor premiada com um amarelo

Aos 20, Adelson resolveu mexer no time e colocou Pablo. Se melhorou não é possível dizer. O fato é que aos 23, EdiCarlos, em jogada individual, num bate-rebate por ele próprio criado, aproveitou-se do indecisão da defesa do Formosa e abriu o marcador.

Para um jogo em que nenhuma das equipes parecia ter inspiração suficiente para abrir o marcador, parecia que o Ceilândia venceria.

 

EdiCarlos abre marcador: Alegria durou pouco
EdiCarlos abre marcador: Alegria durou pouco

Dois minutos depois, veio a retribuição: Vitor tentou tirar a bola e, desequilibrado, serviu Maurício que empatou.

Ao final o empate foi justo. O Ceilândia mostrou que é um time organizado taticamente e isso já é uma grande virtude.

Já no final do jogo, atleta do Formosa vai para a ambulancia (sem maiores informações da gravidade)
Já no final do jogo, atleta do Formosa vai para a ambulancia (sem maiores informações da gravidade)

No segundo tempo, errou muito. Abusou de ligações diretas e da condução demasiada da bola em um campo pesado. A transição, apenas para ficar no lugar comum,  confundia velocidade com pressa.

O time, no segundo tempo,  parecia desconhecer que existe transição de lado a lado do campo e não apenas em profundidade, alternando o ritmo do jogo.

Os defeitos podem ser corrigidos, mas não trarão os dois pontos de volta.

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Começou… …Terminou?

Paracatu entra em campo: cadê o resto do time?
Paracatu entra em campo: cadê o resto do time?

Estava tudo preparado para a estréia do Ceilândia no Campeonato Candango de 2015: campo marcado, gandulas, imprensa, policiamento, ambulância…

Faltava combinar com o Paracatu. O time mineiro veio para a partida com apenas 8 jogadores. Momentos antes do jogo, o Paracatu se viu reduzido a sete homens sob a alegação de que um dos jogadores havia passado mal.

Começa ojogo: Paracatu com apenas 7 jogadores
Começa ojogo: Paracatu com apenas 7 jogadores

Quando o adversário entrou em campo, os profissionais presente se perguntavam o que havia acontecido. Quando a bola rolou, sabia-se que o jogo não terminaria.

Menos de dois minutos: tudo terminado
Menos de dois minutos: tudo terminado

Foi assim que aconteceu. O Paracatu deu saída no jogo, recuando a bola ainda mais no seu campo defensivo. O Ceilândia pressionou e a bola foi recuada para o goleiro que não se fez de rogado: despachou a bola para o alto e se jogou no chão. O jogo acabara.

Para não perder o dia: treino improvisado no Regional
Para não perder o dia: treino improvisado no Regional

O técnico Adelson de Almeida aproveitou a tarde livre para treinar.  Os jogadores treinaram em meio campo, apenas movimentação. Na próxima quarta-feira, o Gato vai a Sobradinho enfrentar o Formosa.

TJD DECIDE

A decisão quanto ao resultado incumbe ao TJD-DF. De acordo com o Regulamento Geral das Competições da CBF. Nessas situações, o Código Brasileiro de Justiça Desportiva considera o Ceilândia vencedor do jogo pelo placar de 3 x0.

Pelo regulamento, o Ceilândia venceu a partida por 3 x 0
Pelo regulamento, o Ceilândia venceu a partida por 3 x 0

O mesmo determina o Regulamento Geral das Competições da Federação Brasiliense de Futebol que, nesse particular, segue o RGC da CBF.

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CEC volta a enfrentar Paracatu com time totalmente mudado. Badhuga permanece

Ceilândia estréia hoje contra Paracatu

Em 2014, também na estréia, CEC venceu por 1 x 0
Em 2014, também na estréia, CEC venceu por 1 x 0

O Ceilândia inicia neste domingo a sua caminhada no Campeonato Candango de 2015.

O técnico Adelson de Almeida levará a campo uma equipe jovem.

Do time que começou diante do Caldas, cinco jogadores estavam no elenco de 2014. Pode-se dizer que o Gato Preto tem uma base Léo, Dudu, Badhuga, Sandro e Cassius.

Resultado diante do Caldas traz preocupação
Resultado diante do Caldas traz preocupação

Com a lesão de Kabrini, que está fora do campeonato, o Gato perde muito, Mário, Arthur, Edcarlos, Juninho, Felipe e Vinicius são novidades.

Na última partida o CEC fez um primeiro tempo razoável, mas pouco criou. As oportunidades mais claras vieram que falhas da defesa adversária.

A esperança do Ceilândia começa com as mãos de Léo.
A esperança do Ceilândia começa com as mãos de Léo.

Em contrapartida, a defesa foi relativamente bem. Falhou em bolas pelo lado. Numa dessa jogadas, Dudu salvou sobre a linha e noutra, o adversário fez o gol da virada. Erros naturais de princípio de temporada.

Para a partida dessa tarde, Adelson sabe que o time não pode errar. A vitória é importante para dar moral ao grupo.

CEC volta a enfrentar Paracatu com time totalmente mudado. Badhuga permanece
CEC volta a enfrentar Paracatu com time totalmente mudado. Badhuga permanece

O jogo não poderá contar com a presença da torcida, em razão das novas exigências de sistema de vigilância eletrônica nos Estádios segundo algumas fontes.

A FBF-DF diz que “devido a decisão judicial e à falta de laudos referentes à PMDF, as partidas nos estádios do Serejão, Abadião e Augustinho Lima serão disputadas com portões fechados, sem a presença de torcedores.”

 

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CEC estréia no Domingo, 16h, no Regional

CEC se apronta para estréia

EdiCarlos se esforçou, mas mostrou que ainda está longe da melhor forma
EdiCarlos se esforçou, mas mostrou que ainda está longe da melhor forma

O Ceilândia já treina em rítmo de campeonato.

Com estréia prevista para o próximo domingo, 16h, no Estádio Reginal, o Gato Preto deu início a última semana de trabalho antes da estréia contra o Paracatu.

A programação da semana prevê um ritmo de trabalho adaptado à nova realidade.

CEC estréia no Domingo, 16h, no Regional
CEC estréia no Domingo, 16h, no Regional

Na segunda e terça, treinos físico e técnico-tático.  No restante da semana, um coletivo e mais treinos técnicos-táticos.

Adelson a princípio não tem nenhum problema para levar a campo a sua equipe base.

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Ceilândia perdeu para o Caldas Novas

CassiusO Ceilandia fez, nesse domingo, o seu principal teste antes da estréia no Campeonato Candango de 2015.

Jogando na cidade de mesmo nome, o Ceilândia foi derrotado pelo Caldas Novas por 2 a 1.

O Ceilândia saiu na frente com Cassius, marcando de penalti aos 6 minutos do primeiro tempo. O Caldas Novas virou com  Rogerinho aos 17 e Alemão aos 42.

Adelson considerou que o time mostrou algumas virtudes, principalmente na defesa. Conceitualmente, a defesa foi bem, apesar da derrota.

O Ceilândia mostrou alguma dificuldade na articulação das jogadas e alguns jogadores mostraram que ainda sentem muito a falta de ritmo de jogo.

O Ceilândia estreia no próximo domingo, diante do Paracatu, no Regional.

Gols: Cassius 6’ 2T (Ceilândia); Rogerinho 17’ 2T e Alemão 42’ 2T (Caldas Novas)

CALDAS NOVAS: Rodrigão; Thiago Araújo, Anderson, André Luis e Cafu; Viola, Gerson, Fabrício e Samir; Carlos Henrique e Arthur

Técnico: Mauro Fernandes

CEILÂNDIA: Léo; Dudu, Mário, Arthur e Badhuga; Sandro, Edcarlos, Juninho e Felipe; Vinicius e Cassius

Técnico: Adelson Almeida

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