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segundo tempo: boa leitura do jogo, mas pouca participação

Ceilândia vence Corumbaense, mas está fora da Copa Verde 2018

Formiga criou as melhores situações de gol do primeiro tempo. Depois, cansou
Formiga criou as melhores situações de gol do primeiro tempo. Depois, cansou

O Ceilândia venceu o Corumbaense na tarde desta quarta por 1 x 0, mas o resultado não foi suficiente a garantir a classificação na próxima fase da Copa Verde 2018.

Batata e Gago mostraram que podem ser úteis ao Ceilândia em 2018
Batata e Gago mostraram que podem ser úteis ao Ceilândia em 2018

Adelson optou por um time completamente ofensivo para o jogo desta tarde. Gustavo Gago, Batata e Formiga formavam o trio de ataque do Gato Preto.  Adelson também mexeu na cabeça de área e nas laterais, trazendo Didão, Júlio e Kabrine. Conquanto não fosse brilhante, o Ceilândia era um time equilibrado tanto defensiva quanto ofensivamente. Faltava, contudo, o lampejo de inspiração.

Kariri sacrificou-se em prol de um esquema com três atacantes
Kariri sacrificou-se em prol de um esquema com três atacantes

Apesar de ter a iniciativa do jogo, o Ceilândia pouco criou no primeiro tempo. O mesmo se diga em relação ao Corumbaense. Se alguém tivesse que sair vencedor na primeira fase, contudo,  esse alguém seria o Ceilãndia. O Gato Preto teve ao menos duas oportunidades de abrir o marcador, com Cauê e Formiga, mas o Corumbaense trouxe perigo com Guilherme.

Cocada teve muito trabalho com Geraldo: boa atuação
Cocada teve muito trabalho com Geraldo: boa atuação

Adelson veio com Vavá e Adriano no segundo tempo. Batata e Kariri correram muito no primeiro tempo e não foram mal, apenas não conseguiram fazer prevalescer o melhor jogo do Gato Preto.  

Didão retornou e melhorou a saída de bola do Ceilândia
Didão retornou e melhorou a saída de bola do Ceilândia

O segundo tempo contou com a mesma toada. O Corumbaense todo na defesa, com esporádicas subidas ao ataque. O tempo foi passando e o Ceilândia não conseguia o gol, apesar de jogar melhor. O time não conseguia penetrar na área do Galo pantaneiro.

segundo tempo: boa leitura do jogo, mas pouca participação
Vavá entrou no segundo tempo: boa leitura do jogo e pouca participação

Se não dava de perto, deu de longe. Aos 32, Adriano fez boa jogada pela esquerda, cortou para o meio e disparou da intermediária. Belo gol do Ceilândia.

Adriano comemora: belo gol na vitória alvinegra
Adriano comemora: belo gol na vitória alvinegra

Precisando fazer mais um gol, o Ceilândia esboçou uma pressão, mas o Corumbaense melhorou no jogo e levou o resultado até o final. Agora o Gato Preto concentra-se na estreia do Candangão 2018, no próximo domingo, contra o Luziânia.

Ceilândia começa ano pressionado

Ceilândia pega Corumbaense precisando de 3 gols de diferença

Ceilândia começa ano pressionado
Ceilândia começa ano pressionado

O Ceilândia tem um difícil confronto hoje à tarde, 16h, no Abadião, diante do Corumbaense, pela Copa Verde. O Gato Preto precisa vencer por três gols de diferença se não quiser fazer conta.

O time tem também outro problema: as idas e vindas para conseguir que o jogo tenha público. Na tarde de ontem,  a direção chegou a comemorar a obtenção da autorização do Corpo de Bombeiros. A corporação exigia um responsável técnico pelo sistema de para-raios. Problema resolvido, mas a comemoração não demorou.

Pouco depois, descobriu-se que a autorização da Polícia Militar não havia sido encaminhada para a CBF. Em resumo: é provável que o Ceilândia jogue mais uma vez sem público em competição nacional.

Ceilandia precisa vencer por dois gols de diferença para seguir adiante

Corumbaense, Bombeiros e cansaço: 3 adversários de peso para amanhã

Ceilandia precisa vencer por dois gols de diferença para seguir adiante
Ceilandia precisa vencer por dois gols de diferença para seguir adiante 

O Ceilândia tem dois adversários a mais para o jogo de amanhã além do próprio Corumbaense. O primeiro adversário é o cansaço. O time teve que viajar 3000 kilômetros para a série de confrontos. O adversário, viajou a metade e está bem mais descansado.

O segundo adversário se deve a questões burocráticas. É pouco provável que a partida de amanhã conte com público. No sábado, Almir de Almeida estava desanimado. Argumentou que todo o plano de trabalho apresentado  pelos Bombeiros em dezembro fora atendido, mas na última hora, o órgão apresentou mais uma exigência, agora relacionada com os para-raios.

As queixas são recorrentes. O Ceilândia questiona o fato dos Bombeiros serem incapazes de apresentar uma lista de exigências única permitindo ao time trabalhar no sentido de satisfaze-la.

O Ceilândia precisa vencer o Corumbaense por dois gols de diferença para seguir adiante na Copa Verde.

Imagem do Diário Corumbaense.

Ceilândia pagou por dois minutos de desatenção

Ceilândia perde na estreia da Copa Verde: 3 x 1

comemora: Ceilândia precisa vencer por dois gols de diferença
Corumbaense comemora: Ceilândia precisa vencer por dois gols de diferença. Imagem: Diário Corumbaense

O Ceilândia iniciou perdendo a sua campanha na Copa Verde 2018. Jogando neste domingo em Mato Grosso do Sul, o Gato Preto foi derrotado por 3 x 1, resultado que obriga vitória de no mínimo dois gols de diferença no jogo de volta e que será disputado na próxima quarta-feira. 

Os dois times fizeram um primeiro tempo equilibrado até os 40 minutos. O Ceilândia controlou o jogo e, conquanto não levasse perigo à meta adversária, também não era incomodado. Tudo mudou aos 41. Em raro ataque do time candango, Alcione apareceu livre na frente do goleiro Guilherme e fez 1 a 0 para os visitantes.

A desvantagem, porém, não demorou muito. Aos 44 minutos, em uma falta cobrada na área, o zagueiro Jaime, de cabeça, levantou a torcida com o empate. Dois minutos depois, Mutuca invadiu a área e foi derrubado por Batata. Pênalti que Willian cobrou sem chances para o goleiro Wendell: 2 a 1, placar do primeiro tempo.

Ceilândia pagou por dois minutos de desatenção
Ceilândia pagou por dois minutos de desatenção; Imagem de Diário Corumbaense

No segundo tempo o Corumbaense continuou melhor, obrigando Wendell a evitar que a diferença aumentasse, mas aos 25 minutos não conseguiu. Em um cruzamento da esquerda de Valdinei, o atacante Geraldo subiu e, de cabeça, balançou a rede adversária, fazendo 3 a 1 e garantido boa vantagem ao time pantaneiro para a partida da volta

Volta

Os dois times voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira (24), às 15h, no Estádio Abadião, a princípio com portoes fechados ao público Para avançar, o Corumbaense pode até ser derrotado por um gol de diferença. 

Na outra partida da fase preliminar da Copa Verde, o Interporto-TO venceu o Princesa do Solimões-AM por 3 a 2 no Estádio General Sampaio. A volta também acontece no dia 24, em Manacapuru e um empate garante a vaga ao time tocantinense. O classificado joga contra o Paysandu-PA na primeira fase.

Escalação

Corumbaense: 1 – Guilherme (goleiro); 2 – Robinho;  3 – Rodrigo (14 – Jaime; ); 4 – Augusto;  5 – Igor Pimentel;  6 – Valdinei; 7 – Guilherme; 8 – Mutuca; 9 – Geraldo “G9”; 10 – Aguinaldo (21 -Da Matta; ); 11 – William (20 – Elivelton; ). Técnico: Douglas Ricardo.

Ceilândia: 1 – Wendel (goleiro); 2 – Dudu Lopes;  3 – Elivelto; 4 – Caue;  6 – Cocada;  7 – Kasado; 8 – Emerson Martins; 9 – Batata (14 – Júlio Ferrair; ); 10 – Cariri (20 – Gustavo Gago.); 11 – Formiga; 15 -Alcione (17 – Adriano; ). Técnico: Adelson de Almeida.

O Ceilândia ainda contou com os seguintes reservas: 12 – Marcelo; 5 – Didão; 13 Fagner; 16 – Kabrine; 

O ataque do Ceilândia tem sido motivo de preocupação

Ceilândia viaja para enfrentar Corumbaense-MS – Copa Verde 2018

O ataque do Ceilândia tem sido motivo de preocupação
Dim e esperança de gols do Ceilândia

O Ceilândia viaja para o Mato Grosso do Sul onde amanhã, 17h no horário local e 18h no horário de Brasília, enfrenta o Corumbaense, jogo válido pela Copa Verde 2018.

O Gato Preto tem muitas novidades no elenco, a começar pelo gol: Wendel jogava no Comercial-MS e é o novo titular da camisa 1 alvinegra.

Ceilandia estrea em 2108 diante do Corumbanese: Copa Verde

A defes mudou o miolo central. os laterais Dudu e Elivelto permanecem, mas Cocada e Cauê são apostas. Cauê é mais conhecido da torcida alvinegra porque atuou no Luziânia em 2017.

O meio de campo e ataque mudaram muito. Há muitas indefinições em relação ao setor, embora Kariri, Kasado e Dim tenham sido utilizados com frequencia na pre-temporada. 

Dúvida durou pouco tempo: Alcione comemora gol da vitória
Se Alcione vai mal, o time vai mal

Um dos grande nomes do time em 2017, Alcione ainda luta para recuperar a boa forma e o ritmo de jogo, algo difícil nesse estágio da temporada.

Pouco se sabe sobre o Corumbaense, adversário desse domingo. O time pantaneiro estreou no campeonato local vencendo o Operario-DD por 3 x 0. 

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Elivelto é peça importante no time do Ceilândia

Começou!!!

Elivelto é peça importante no time do Ceilândia
Elivelto é peça importante no time do Ceilândia

O Ceilândia joga no próximo domingo em Corumbá-MS, 17h (18 horas em Brasília), contra o Corumbaense, jogo válido pela Copa Verde 2018.

Será a primeira partida oficial do Gato Preto na temporada, mas para os adversários do Ceilândia 2018 já começou. 

Ontem, o Corumbaense estreou no Campeonato Pantaneiro vencendo o Operário de Dourados por 3 x 0 com boa presença de público.

Já o Avaí, adversário do Ceilândia na Copa do Brasil, estreou no estadual perdendo para o Internacional de Lages. 

O outro próximo adversário do Ceilândia é o Luziânia que estréia no Candangão 2018 no sábado, diante do Santa Maria.

A última do dia: o Presidente Ari de Almeida confirmou que o Ceilândia jogará de verde no próximo domingo. A se tirar pelas manifestações na fanpage do CeilandiaEC a novidade não foi bem recebida.

 

Camisa terá escudo diferente: letra "C" estilizada e as estrelas

Ceilândia de verde-oliva contra Corumbaense?

Adelson testou Vavá e Ronan no ataque
Adelson testou Vavá e Ronan: time tem dificuldade em chegar equilibrado ao ataque

O Ceilândia guarda uma supresa para o jogo de estreia na Copa Verde 2018.  O Presidente Ari de Almeida estuda mandar o Ceilândia a campo com uniforme na cor verde-oliva. Argumenta que se trata de uma homenagem à competição e que os uniformes de Ceilândia e Corumbaense são parecidos.

A decisão é polêmica, visto que a cor não consta do estatuto do  Ceilândia. Por essa razão, o Ceilândia precisou pedir uma autorização para a CBF que ainda não se manifestou. Do ponto de vista do torcedor, a maior parte das pessoas entrevistadas pelo CeilandiaEC não gostou da idéia, visto que verde é a cor de um de nossos mais tradicionais adversários.

Camisa terá escudo diferente: letra "C" estilizada e as estrelas
Camisa terá escudo diferente: letra “C” estilizada e as estrelas

No campo, o técnico Adelson de Almeida lutar para dar ritmo a sua equipe. O time ainda apresenta alguns problemas no sistema defensivo a começar pelo posicionamento de seus meias, mas preocupa também ofensivamente porque tem tido dificuldades de realizar uma transição ofensiva com apoio necessário

O adversário do Ceilândia, o Corumbá, estreia no campeonato estadual amanhã, diante do Operário de Dourados.

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Ceilândia teve poucas oportunidades de gol, mas mostrou evolução em relação ao último jogo

Ainda longe do ideal, Ceilândia perde em Anápolis

Alcione foi o cérebro do Ceilândia em 2017. Em 2018, parece ainda não ter encontrado o seu espaço tanto ofensiva quanto defensivamente.
Alcione foi o cérebro do Ceilândia em 2017. Em 2018, parece ainda não ter encontrado o seu espaço tanto ofensiva quanto defensivamente.

O Ceilândia jogou na tarde desta quarta-feira, 10, em Anápolis,  contra a Anapolina e foi derrotado por 1 x 0. Foi um jogo com cara de jogo e no qual, apesar da derrota, foi possível identificar avanços no trabalho. 

O jogo foi quase que integralmente disputado de intermediária a intermediária. A diferença sempre esteve no fato de que a Anapolina chegava na área defensiva do Ceilândia com mais consistência: jogadas de transição melhor elaboradas e apoiadas.

Ceilândia teve poucas oportunidades de gol, mas mostrou evolução em relação ao último jogo
Ceilândia teve poucas oportunidades de gol, mas mostrou evolução em relação ao último jogo

O gol foi fruto dessa diferença. Aos 30, jogada de linha de fundo com Milton Junior, cruzamento para Jacó que só teve o trabalho de empurrar para as redes. O Ceilândia esteve próximo do empate no final do primeiro tempo, mas a falta cobrada por Elivelto explodiu no travessão. 

O jogo teve um momento de clara supremacia de um adversário sobre o outro. Foi nos primeiros minutos do segundo tempo. A Anapolina chegou seguidamente na área do Ceilândia e obrigou Wendel a realizar ao menos duas boas defesas.

Ao contrário de Alcione, Kariri parece ter encontrado o tempo defensivo. Ofensivamente, ainda precisa evoluir.
Ao contrário de Alcione, Kariri parece ter encontrado o tempo defensivo. Ofensivamente, ainda precisa evoluir.

Depois disso, o jogo voltou ao padrão da primeira etapa: equilíbrio, com a diferença antes apontada.

Com os times muito mexidos, o Ceilândia passou a rondar a meta da Anapolina. Realizou boas jogadas, mas não criou situações claras de gol.  O gramado também não ajudava, mas isso é outro problema…

A princípio, o time mostrou evolução, mas também mostrou que ainda está precisando de rodagem, algo natural nesse estágio de trabalho. O problema é que semana que vem já começam os jogos da Copa Verde.

 

 

Anapolina: teste mais importante antes da estreia

Alcione não encontrou seu espaço no domingo: como em 2017, se ele vai mal, o Ceilândia vai mal.
Alcione não encontrou seu espaço no domingo: como em 2017, se ele vai mal, o Ceilândia vai mal.

O Ceilândia volta a campo na tarde desta quarta-feira, 17h, em Anápolis, para a enfrentar a Anapolina.  Será o principal teste da fase de preparação. No próximo dia 21, o Gato Preto enfrentará a Corumbaense-MS pela Copa Verde.

Cauê e Cocada (em ação) não foram testados
Cauê e Cocada (em ação) não foram testados

No último final de semana, o Ceilândia fez jogo-treino contra o Montreal, time amador de Corumbá-GO. O técnico Adelson de Almeida sabe que as jogadas ofensivas não sairam naturalmente como era de se esperar.

Uma preocupação é que a transição defesa para o ataque sempre esteve baseada mais na força que em jogadas organizadas. Argumenta-se que isso é  algo natural nesse estágio do trabalho:  Alcione e Kariri ,  no meio, e Dim e Ronan, no ataque,  estão se apresentando uns aos outros.

Anapolina sobrou no jogo
Em 2016: Anapolina sobrou nos dois amistosos e venceu ambos

A defesa do Ceilândia, por sua vez, enfim será testada.  Oportunidade para ver como o miolo de zaga com Cocada e Cauê irá se comportar

Os últimos confrontos amistosos contra a Anapolina não trazem boas recordações para os alvinegros: duas derrotas nos dois jogos mais recentes (1×0 e 2×0 em 2016).

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Com jogo-treino, Ceilândia começa fase final da preparação

Emerson participou ativamente do primeiro tempo
Emerson Martins participou ativamente do primeiro tempo

O Ceilândia foi até Corumbá de Goiás neste sábado enfrentar o Montreal, time amador local.  

Kasado começou jogando: caras novas no time alvinegro

Como era natural, a iniciativa sempre foi do Ceilândia. O que não era esperada foi a dificuldade do time  em oferecer perigo à meta adversária ou em organizar jogadas de ataques.  Obviamente tudo mudou com o gol de Emerson Martins, já no terço final da primeira etapa. Logo em seguida Ronan ampliou o marcador.

 

Formiga entrou no segundo tempo

No segundo tempo, Adelson mudou quase que integralmente sua equipe. Diferente do tempo anterior, os gols foram saindo rapidamente, mas o adversário já não tinha  a mesma força (Formiga, Adriano, Gago e Batata, 2 cada).

 

Adriano também fez gols

No final da partida Adelson conversou com o CeilandiaEC. O treinador disse que o treino foi proveitoso. Adelson admitiu a dificuldade inicial como algo natural, decorrente da ansiedade. 

Na quarta, o Ceilândia enfrenta a Anapolina em Anápolis.

 

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Em meio às festas, foco em 2018

Goleiros treinam em separado. Wendell, ao centro, é um velho conhecido da Copa Verde

O Ceilândia retornou aos trabalhos depois da breve folga para o Natal. Os atletas realizaram trabalhos físicos e técnicos.

Emerson treina forte: bom nome de 2017 e de quem se espera um salto de qualidade em 2018

Faltando menos de um mês para a estreia na Copa Verde, o Gato Preto sabe que precisa trabalhar muito se quiser repetir a campanha de 2017. Sabe tambem que vai ter que se superar mais ainda se quiser conquistar os títulos que fizeram falta  no ano passado.

Batata demonstra aplicação  no treino físico

A comissão técnica elogia o trabalho feito até o momento e a dedicação do elenco. Na avaliação da Comissão, os jogadores novos como Ronan, Cauê e Vavá, ao lado da estrutura herdada de 2017, Dudu, Elivelto, Didão, Emerson e Alcione, podem dar muitas alegrias ao torcedor alvinegro. 

Treino técnico: Adelson ainda terá muito trabalho

Ainda  na visão da Comissão Técnica o momento é de trabalhar técnica, física, tática e mentalmente o elenco para uma temporada que promete ser longa. Os resultados, afirmam, dará a medida do trabalho e do compromentimento de cada um. 

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No último confronto da Copa do Brasil no Regional o Ceilândia empatou sem gols com o Ceará

Veja possíveis adversários do Ceilândia na Copa do Brasil 2018

No último confronto da Copa do Brasil no Regional o Ceilândia empatou sem gols com o Ceará
Ceilândia pode reencontrar Ceará na Copa do Brasil 2018

O Ceilândia já pode fazer uma projeção de seu possível adversário na Copa do Brasil 2018. O Gato Preto está no pote 6 e o seu adversário deve sair do pote 2.

Na Copa do Brasil 2018, os times do Pote 1 enfrentam o do Pote 5, os do 3 enfrentam os do 7 e os do 4 enfrentam o do 8. 

Assim, o Ceilândia deve enfrentar Figueirense, Atletico-GO, Goiás, Avaí, Santa Cruz,  Paysandu, Ceará, Paraná, Criciúma ou Joinville. 

Luverdense se defende bem e aproveita as chances que cria
Em 2017, Ceilândia enfrentou o ABC e foi eliminado com empate jogando em casa

Desses times, Paraná e Ceará subiram para a Série A.  Ceilândia e Ceará enfrentaram-se pela Copa do Brasil de 2013 quando o Gato Preto foi eliminado depois de empate em 0x0 e derrota em Fortaleza por 4 x 3.

A definição dos potes pode ser alterada caso o Flamengo se sagre campeão da Copa Sulamericana. Nesse caso o Atletico-MG deixaria o Pote 1, o que provocaria um efeito cascata nos demais potes.

POTE 1 POTE 2 POTE 3 POTE 4 POTE 5 POTE 6 POTE 7 POTE 8
Atlético-MG (5º) Figueirense (19º) ABC (31º) América-RN (43º) Santos-AP (69º) Novo Hamburgo (96º) São Raimundo-RR (121º) Tubarão-SC
Botafogo (8º) Atlético-GO (20º) Náutico (32º) Botafogo-PB (45º) Caxias (71º) Ceilândia (97º) Vitória da Conquista (122º) Aimoré-RS
Atlético-PR (9º) Goiás (22º) Juventude (33º) ASA (47º) Madureira (72º) Altos (98º) Brasiliense (145º) Atlético-ES
Internacinal (10º) Avaí (23º) Bragantino (35º) Cuiabá (50º) Caldense (74º) Sergipe (99º) Cordino-MA (157º) Corumbaense-MS
São Paulo (11º) Santa Cruz (25º) CRB (36º) Salgueiro (51º) Boavista (76º) URT-MG (101º) Real Ariquemes-RO (161º) Ferroviário-CE
Fluminense (12º) Paysandu (26º) Oeste (37º) Remo (57º) Aparecidense-GO (78º) Treze (102º) Independente-PA (166º) Floresta-CE
Sport (15º) Ceará (27º) Boa Esporte (38º) CSA (59º) Nacional-AM (80º) Itabaiana (104º) Interporto-TO (167º) Inter de Limeira-SP
Ponte Preta (16º) Paraná (28º) Sampaio Corrêa (39º) Rio Branco (64º) Atlético-AC (81º) Brusque (108º) Dom Bosco-MT (172º) Manaus-AM
Coritiba (17º) Criciúma (29º) Londrina (40º) Ituano (65º) Parnahyba (92º) Sinop (110º) Nova Iguaçu (201º) Novoperário-MS
Vitória (18º) Joinville (30º) Vila Nova-GO (41º) Globo FC (67º) São Caetano (92º) Fluminense-BA (118º) Cianorte (205º) Uberlândia-MG
Wallinson cabeceia com perigo. Na bola aérea o time não faz, mas sofre gols

Ceilândia enfrenta Corumbaense na Copa Verde

Wallinson cabeceia com perigo. Na bola aérea o time não faz, mas sofre gols
Em 2017, Ceilândia eliminado da Copa Verde pelo Luverdense

Não deixa de ser desconfortável, mas o fato é que a CBF confirmou Ceilândia e Brasiliense como representantes do Distrito Federal na Copa Verde 2018. O mesmo fenômeno ocorrido com relação às vagas do DF na Copa Verde também aconteceu com as vagas da Federação Amazonense. 

A razão do desencontro é simples: mudaram o regulamento do Candangão sem atentar para o regulamento específico da Copa Verde. Chato de qualquer forma para quem entra e para quem sai. Ou deveria ser.

O adversário do Ceilândia será o Corumbaense, campeão sulmatogrossense na fase-preliminar da Copa Verde. Em 2017, o Ceilândia enfrentou o Sete-MS na primeira fase. Depois enfrentou o Luverdense, que depois se sagraria campeão.

COPA SÃO PAULO

Se entra em uma competição, perde outra. A Federação Paulista divulgou a tabela da Copa São Paulo e o Ceilândia está fora.

REAPRESENTAÇÃO

O Ceilândia se reapresenta no próximo dia 5 com vistas ao Candangão, Copa Verde, Copa do Brasil e Série D da temporada 2018.

 

Qual o risco de incêndio no Estádio Regional?

Administrador Regional e Ceilândia EC em dia de vexame nacional

As regras existem para serem cumpridas. Algumas regras, contudo, beiram ao absurdo… mas são regras, devem ser cumpridas.  Se forem tomadas a ferro e fogo, nenhum estádio do DF obedece aos modernos planos de segurança contra incêndio e pânico, mas devem ser cumpridas. Quarta tem jogo, no mesmo estádio… e com torcida. Regras, regras, regras…

Não importam eventuais intrigas políticas quando o resultado para o cidadão (e torcedor) é ruim. Em tese os políticos atuam na defesa dos interesses dos cidadãos. Dois aspectos incomodam nessa história toda: o primeiro é que a direção do Ceilândia Esporte Clube  deve ter alguma parcela de culpa, isso parece intuitivo. Também é intuitivo que a quase totalidade da culpa é do Administrador Regional de Ceilândia.

A história do laudo já vem de algum tempo. O Administrador Regional de Ceilândia age como se o problema do time que leva o nome da cidade não fosse dele. Se se refere a Ceilândia é problema do Administrador, deveria ser. Deveria estar empenhado numa agenda positiva com o nome da cidade do qual o futebol da cidade é um dos poucos produtos, com o Ceilândia e com o Brasiliense. Não está.

Qual o risco de incêndio no Estádio Regional?
Qual o risco de incêndio no Estádio Regional?

 Um terceiro aspecto: o problema do Estádio Regional não pode estar relacionado a “pânico”. Nesse quesito nenhum estádio tem tantas áreas de escape, portões tão largos e acessíveis,  quanto o Abadião. Nem mesmo o Estádio Nacional. Imagina-se não ser difícil resolver o problema do Estádio nesse quesito.  Quanto a incêndio…

Uma última observação: os modernos planos de incêndio e pânico são irreais para algumas realidades. A rigor nenhuma igreja, escola, feira em Ceilândia poderia receber pessoas. Regras,, contudo, são regras e devem ser cumpridas. Deveriam ser cumpridas em igrejas, escolas, feiras, shoppings, ginásios… na Administração Regional… bem, mas isso é outra história.

A cidade sofreu uma humilhação nacional com o jogo com portões fechados. O time também contribuiu com essa humilhação, mas isso já é outra história.

Neguete comemora o gol do Luverdesne

Por uma bola…

Esse lance origina o gol do Luverdense: falta em Badhuga
Falta em Badhuga não apaga o que viria a seguir: gol do Luverdense

O clima no vestiário do Ceilândia era como de incredulidade ao final do jogo. A pergunta que se fazia era apenas uma: como avitória escapou. Há várias verdades. O que vem a seguir pode ser uma delas, ou não.

Na sequencia, Artur fez grande defesa, mas Neguete pegou o rebote e fez o gol da partida
Ceilândia começou mal o segundo tempo.

O primeiro tempo foi do Ceilândia. O alvinegro tomou para si a iniciativa do jogo. O Luverdense era incapaz de trocar três passes no campo ofensivo.  O domínio do Ceilândia, contudo, era de certo modo ilusório. O Ceilândia não agredia o Luverdense em seu campo defensivo, de modo que o adversário cadenciava o jogo. O Ceilândia era incapaz de tirar o Luverdense do seu 

Neguete comemora o gol do Luverdesne
Neguete comemora o gol do Luverdesne

O Ceilândia forçava o erro adversário apenas na sua própria intermediária. Com isso, o Luverdense estava cômodo no jogo. Bem dirão: mas o Ceilândia poderia ter feito três ou mais gols no primeiro tempo. Essa é outra parte da verdade. As chances criadas pelo alvinegro foram  essencialmente em bolas paradas.

Alcione foi um dos jogadores mais lúcidos. Volantes distantes dos meias.
Alcione foi um dos jogadores mais lúcidos. Volantes distantes dos meias.

Apesar de tudo e porque o Luverdense não oferecia perigo havia a falsa impressão que Gato Preto conquistaria a vitória no segundo tempo. O tempo cuidou em afastar essa impressão. Logo aos seis minutos, em sua primeira oportunidade no jogo, Neguete fez Luverdense 1 x 0. 

Emerson parecia fora de ritmo e incapaz de aproximar-se dos meias
Emerson parecia fora de ritmo e incapaz de aproximar-se dos meias

O gol fez mal ao Ceilândia. Pela primeira vez  o time perdeu em estrutura de jogo. O Luverdense passou a ter a iniciativa do jogo, mesmo assim sem inspiração. 

Alcione foi bem, mas perdeu dois gols que farão falta
Alcione foi bem, mas perdeu dois gols que farão falta

A partir da metade do segundo tempo, o Ceilândia até retomou a iniciativa das ações, mas era incapaz sequer de reproduzir o impeto ofensivo do primeiro tempo. Restou ao alvinegro, assim como no primeiro tempo, levar perigo em bolas paradas.

Numa das poucas jogadas por terra, Gilmar perdeu e depois Elivelto perdeu
Numa das poucas jogadas por terra, Gilmar perdeu e depois Elivelto perdeu

Adelson mexeu no time. O Ceilândia foi ao ataque na base da vontade e chegou perto de empatar quando a zaga do Luverdense quase fez contra, mas a bola chocou-se contra o poste direito da meta matogrossense.

Wallinson cabeceia com perigo. Na bola aérea o time não faz, mas sofre gols
Wallinson cabeceia com perigo. Na bola aérea o time não faz, mas sofre gols

No final, havia um excessivo desapontamento nas hostes alvinegras. Excessivo porque, futebol por futebol, o jogo está 1 x 0 para o Luverdense e ainda há o jogo de volta. Excessivo porque uma coisa é perder por um adversário que se mostra superior, outra coisa é perder para um adversário que jogou por uma bola. 

No segundo tempo, mesmo as bolas aéreas se tornaram escassas.
No segundo tempo, mesmo as bolas aéreas se tornaram escassas.

Nada está perdido. Não importa que o Luverdense tenha entrada com quatro suplentes. O sistema de jogo do adversário foi esse o ano inteiro. O Ceilândia vive!

 

 

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